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  • Série

    Minissérie Olhos que Condenam é processada por deturpar técnicas de interrogatório policial

    15 de outubro de 2019 /

    A Netflix e a cineasta Ava DuVernay estão sendo processadas pela empresa que criou a “técnica Reid” de interrogatório policial. Segundo apurou a revista Variety, o processo denuncia caracterizações falsas usadas pela minissérie “Olhos que Condenam” para criticar a técnica. A premiada minissérie, criada e dirigida por DuVernay, aborda a história real de cinco adolescentes de Nova York que foram condenados por um estupro que ocorreu no Central Park, em 1989, mas foram inocentados mais de uma década depois, por exames de DNA. No quarto episódio da minissérie, os métodos de interrogatório usados pelos policiais que lidaram com o caso são questionados. “Vocês deram um jeito de tirar declarações de culpa destes garotos após 42 horas de interrogatório e coerção, sem comida, sem pausas para o banheiro, sem supervisão dos pais. A técnica Reid já foi rejeitada universalmente”, diz um personagem para um policial. “Eu não faço ideia do que é a técnica Reid, ok? Eu só sei o que me ensinaram. Eu sei o que me pediram, e eu fiz”, rebate o oficial na cena. Segundo o processo, este diálogo caracteriza de forma desonesta a técnica Reid. A empresa John E. Reid and Associates, que criou a “técnica Reid” nos anos 1940, alega que seus cursos para departamentos de polícia por toda a extensão dos EUA foram prejudicados pela minissérie, pois ela distorce seus métodos, comparando-os a coerção, e que tampouco é correto dizer que a técnica Reid foi “rejeitada universalmente”. No processo, a John E. Reid and Associates afirma que “Olhos que Condenam” prejudicou seus negócios e por isso busca uma indenização por parte da Netflix, além de uma decisão judicial obrigando a plataforma a alterar a cena em questão.

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  • Filme

    Democracia em Vertigem é indicado ao Critics Choice nos Estados Unidos

    14 de outubro de 2019 /

    O documentário “Democracia em Vertigem”, narrativa do Impeachment de Dilma Rousseff dirigida por Petra Costa, foi indicado em duas categorias ao Critics Choice Documentary Awards. A premiação celebra o melhor do cinema documental ao redor do mundo, e vai revelar seus vencedores no dia 10 de novembro, em cerimônia na cidade de Nova York. O filme distribuído pela Netflix disputa prêmios nas categorias de Melhor Documentário Político e de Melhor Narração, pelo texto recitado pela cineasta, que mistura sua história pessoal com a história recente do país. Além da cineasta, concorrem ao troféu os co-roteiristas Carol Pires, David Barker e Moara Passoni. Confira a lista completa de indicados à premiação. Melhor Documentário Indústria Americana Apollo 11 The Biggest Little Farm The Cave Honeyland The Kingmaker Virando a Mesa do Poder Maiden One Child Nation Eles Não Envelhecerão Melhor Direção Waad Al-Kateab & Edward Watts, por For Sama Steven Bognar & Julia Reichert, por Indústria Americana John Chester, por The Biggest Little Farm Feras Fayyad, por The Cave Peter Jackson, por Eles Não Envelhecerão Todd Douglas, por Apollo 11 Nanfu Wang & Jialing Zhang, por One Child Nation Melhor Documentário Político Indústria Americana Democracia em Vertigem Hail Satan? The Kingmaker Virando a Mesa do Poder One Child Nation Melhor Documentário Musical Amazing Grace David Crosby: Remember My Name Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Miles David: Birth of the Cool Pavarotti Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Western Stars Melhor Documentário Esportivo Bethany Hamilton: Unstoppale Diego Maradone Maiden Rodman: For Better or Worse The Spy Behind Home Plate What’s My Name: Muhammad Ali Melhor Sujeito de Documentário Dr. Armadi Ballor – The Cave David Crosby – David Crosby: Remember My Name Tracy Edward – Maiden Imelda Marcos – The Kingmaker Hatidze Muratova – Honeyland Alexandria Ocasio-Cortez, Amy Vilela, Cori Bush & Paula Jean Swearengin – Virando a Mesa do Poder Linda Ronstadt – Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Dr. Ruth Westheimer – Ask Dr. Ruth Documentário mais Inovador Aquarela Cold Case Hammarskjöld Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Screwball Serendipity Eles Não Envelhecerão Melhor Documentário Biográfico David Crosby: Remember My Name The Kingmaker Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Love, Antosha Mike Wallace is Here Pavarotti Toni Morrison: The Pieces I Am Melhor Documentário Científico/Natural Anthropocene: The Human Epoch Apollo 11 Aquarela The Biggest Little Farm The Elephant Queen Honeyland Penguins Sea of Shadows Melhor Fotografia Ben Bernhard & Viktor Kossakovsky, por Aquarela John Chester, por The Biggest Little Farm Fejmi Daut & Samir Ljuma, por Honeyland Nicholas de Pencier, por Anthropocene: The Human Epoch Muhammed Khair Al Shami, Ammar Suleiman & Mohammad Eyad, por The Cave Richard Ladkani, por Sea of Shadows Melhor Edição Georg Michael Fischer & Verena Schönauer, por Sea of Shadows Todd Douglas Miller, por Apollo 11 Jabez Olssen, por Eles Não Envelhecerão Amy Overbeck, por The Biggest Little Farm Lindsay Utz, por Indústria Americana Nanfu Wang, por One Child Nation Melhor Trilha Sonora Jeff Beal, por The Biggest Little Farm Matthew Herbert, por The Cave Matt Morton, por Apollo 11 Plan 9, por Eles Não Envelhecerão H. Scott Salinas, por Sea of Shadows Eicca Toppinen, por Aquarela Melhor Narração Alicia Vikander, por Anthropocene: The Human Epoch John Chester & Molly Chester, por The Biggest Little Farm Petra Costa, por Democracia em Vertigem Chiwetel Ejiofor, por The Elephant Queen Waad Al-Kateab, por For Sama Adam Driver, por Joseph Pulitzer: Voice of the People Nanfu Wang, por One Child Nation Bruce Springsteen, por Western Stars Melhor Documentário de Estreia Midge Costin, por Making Waves: The Art of Cinematic Sound A.J. Eaton, por David Crosby: Remember My Name Pamela B. Green, por Be Natural: The Untold Story of Alice Guy-Blaché Tamara Kotevska & Ljubomir Stefanov, por Honeyland Richard Miron, por For the Birds Garret Price, por Love, Antosha Melhor Documentário de Imagens de Arquivo Amazing Grace Apollo 11 Maiden Mike Wallace is Here Pavarotti Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Eles Não Envelhecerão What’s My Name: Muhammad Ali Melhor Documentário em Curta-Metragem The Chapel at the Border Death Row Doctor In the Absence Lost World Mack Wrestles Period. End of Sentence. The Polaroid Job Sam and the Plant Next Door The Unconditional The Waiting Room

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  • Música,  Série

    Breaking Bad: Frases de Jesse Pinkman viram música e ganham clipe

    12 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo diferente, que transforma frases ditas por Jesse Pinkman, o personagem de Aaron Paul na série “Breaking Bad”, em letra de música. O arranjo e a voz são do cantor e compositor Nick Lutsko, que costuma se apresentar com os Gimmix, uma banda disfarçada de criaturas ao estilo dos Muppets. O vídeo casa as frases com as cenas das quais foram extraídas, criando um clipe musical para a canção, batizada de “The Ballad of Jesse Pinkman”. Jesse Pinkman voltou à ativa na sexta-feira (11/10) com o lançamento de “El Camino”, filme derivado de “Breaking Bad”, que continua a trama da série. O longa revela o que aconteceu com Jesse, após ser visto pela última disparando pela estrada num El Camino (carro da Chevrolet que batiza o filme), ao ser salvo das mãos de traficantes caipiras por Walter White (Bryan Cranston), enquanto sirenes da polícia se aproximavam do massacre. Aaron Paul, que venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante por viver Pinkman, retornou ao papel para a produção, que foi escrita e dirigida pelo criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan.

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  • Filme

    Netflix quer sequência de Mistério no Mediterrâneo com Adam Sandler e Jennifer Aniston

    12 de outubro de 2019 /

    A Netflix planeja filmar uma continuação de “Mistério no Mediterrâneo”, comédia que traz Adam Sandler e Jennifer Aniston como um casal que resolve mistérios criminais. O roteirista James Vanderbilt, que escreveu “Mistério no Mediterrâneo”, foi encarregado pela plataforma de criar uma nova aventura cômica para o retorno dos atores. Sandler e Aniston já tinham vivido um casal anteriormente em “Esposa de Mentirinha” (2011) e a nova parceria foi comemorada pela Netflix como o produção original mais bem-sucedida de seu catálogo. Em texto publicado nas redes sociais, a empresa alegou que o longa foi assistido por mais de 30 milhões de assinantes durante os três primeiros dias – o fim de semana – da sua estreia. “É hit que fala?”, brincou o texto do Twitter da Netflix Brasil. O filme original segue um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, são convidados a embarcar no iate de um milionário e acabam virando suspeitos de um assassinato. A partir daí, eles tentam descobrir o verdadeiro assassino entre diversos candidatos prováveis. A ideia é claramente inspirada na peça de Albert Hackett que virou o clássico “A Ceia dos Acusados” (1934), com William Powell e Myrna Loy. Curiosamente, a famosa comédia sobre um ex-detetive policial e sua esposa que resolviam crimes também virou franquia, ganhando várias sequências até 1947.

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  • Série

    El Camino: Filme derivado de Breaking Bad estreia com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes

    11 de outubro de 2019 /

    A crítica norte-americana adorou “El Camino”, filme derivado da série “Breaking Bad”, que conta o que aconteceu com Jesse Pinkman (personagem de Aaron Paul) após o final da produção televisiva. A obra chegou nesta sexta (11/10) na Netflix sob elogios rasgados da imprensa dos Estados Unidos, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A aprovação praticamente unânime sepultou receios de que o criador da série, Vince Gilligan, pudesse estragar o legado de “Breaking Bad” ao estender a trama com uma continuação. O resultado foi o contrário disso, consagrando ainda mais a história e os personagens da série clássica. “El Camino é um epílogo perfeito para a melhor série de TV de todos os tempos, e um filme incrível por si próprio. A performance de Aaron Paul é uma tour de force, de cair o queixo, provavelmente a melhor de sua carreira”, publicou o site Comic Book Movie. A revista Time ainda notou que o filme “evita as falhas comuns de continuações de séries de TV”, muitas das quais foram lançadas este ano. “Não há, aqui, a vontade insana de agradar os fãs a todo custo, como no filme de ‘Downton Abbey’, ou o sentimentalismo exagerado do final musical de ‘Transparent’. Assim como ‘Better Call Saul’ [série do universo Breaking Bad], ou o recente telefilme de ‘Deadwood’, ‘El Camino’ completa o retrato de um personagem que continua vivo na mente dos espectadores” A Rolling Stone destacou que “Vince Gilligan, no auge de sua capacidade, e tirando um tempo para consertar uma das poucas coisas que a série não deu conta, faz com que ‘El Camino’ seja um presente divertido”. Em tom menos efusivo, The Hollywood Reporter considerou que se tratava de um projeto “desnecessário”, mas ainda assim transbordou elogios. “‘El Camino’ é um filme de suspense e ação de qualidade, carregado pela performance ainda incrível de Aaron Paul como Jesse Pinkman. Tem um visual incrível, som incrível — e, se você é um fã, tem muitas participações especiais e referências que vão te divertir. Também é, contudo — e este não é um problema insignificante — totalmente desnecessário para a narrativa maior de ‘Breaking Bad’. Ao menos é desnecessário de uma forma que entretém. Não machuca ninguém”. Uma das poucas críticas que viu problemas na narrativa foi publicada pela inglesa NME, que afirma que ‘El Camino’ revela a fraqueza do personagem. “Jesse era o cara imprevisível que balanceava Walter White. Ele era o amante de alguém, o filho de alguém, o amigo de alguém, que fazia o seu melhor, mas sempre desapontava todo mundo. A colocar Jesse no centro da história, as rachaduras do personagem começam a aparecer, e ele não é tão convincente sem ninguém ao redor”, justificou. O site IndieWire teve uma das visões mais equilibradas, ao afirmar que o filme “parece mais uma extensão final daquilo que tornou o programa atraente, em vez de algo artificialmente repleto de revelações que mudam tudo e fazem uma reinvenção desnecessária de um projeto vencedor”. “O filme não tem o objetivo de abrir um capítulo novo em ‘Breaking Bad’ e sim de encerrar tudo”, refletiu o Screen Junkies. E o IGN concluiu que “El Camino” e a performance de Aaron Paul vão ajudar a “manter viva e forte a reputação merecida de ‘Breaking Bad’ como fenômeno televisivo pelos próximos anos”.

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  • Etc

    Piada? Scorsese e Jennifer Aniston reclamam que Marvel não é cinema e vão fazer streaming

    10 de outubro de 2019 /

    Depois de Martin Scorsese dizer que a Marvel não faz cinema, a atriz Jennifer Aniston completou o ataque afirmando que a Marvel está acabando com o cinema. Só que os novos trabalhos dos dois é que não são cinema. São produtos desenvolvidos para plataformas de streaming. Martin Scorsese dirigiu “O Irlandês”, que estreia na Netflix no dia 27 de novembro, e Aniston estrela a série “Morning Show”, produção da Apple TV+, com lançamento marcado para o dia 1 de novembro. Antes disso, ela fez “Mistério no Mediterrâneo”, da Netflix, em que atuou ao lado de Adam Sandler. É uma piada pronta. Mas não dá para rir. Afinal, os números da Marvel comprovam que, sem os filmes dos super-heróis da produtora, muitos cinemas fechariam. “Foi no último par de anos, quando esses serviços de streaming começaram a explodir com tanta qualidade, que eu comecei a pensar: ‘Uau, isso é melhor do que o filme que eu acabei de fazer’. E então você está vendo o que está disponível por aí e está diminuindo e diminuindo, até que só restam grandes filmes da Marvel”, disse Aniston à revista Variety, sem fazer o raciocínio completo, mas emendando que quer mais filmes ao estilo dos estrelados por Meg Ryan e menos super-heróis. Sabe quem faz mais filmes ao estilo das comédias românticas que Meg Ryan estrelava há 30 anos? A Netflix. Tem várias. Por outro lado, será que as grandes lotações da Marvel prejudicam o cinema? Seria melhor para o cinema não contar com os filmes da Marvel e ficar com “o que está disponível por aí”, isto é, os filmes que levam menos público para as projeções – “diminuindo e diminuindo”? Os filmes de Aniston e Scorsese para a Netflix não vão ajudar a manter o cinema vivo, mas “Vingadores: Ultimato”, “Capitã Marvel” e a coprodução com a Sony “Homem-Aranha: Longe de Casa” renderam mais de US$ 5 bilhões de arrecadação mundial, para citar apenas os lançamentos de 2019. Estas produções da Marvel também lideraram a arredação do circuito IMAX, que teria dificuldades para se manter sem os blockbusters dos super-heróis. Assim como o circuito de cinemas equipados com 3D. Sem os filmes da Marvel, sabe o que restaria para o mercado cinematográfico? Diminuir e diminuir. A tendência do público é se voltar cada vez mais para o streaming que Scorsese e Aniston adotaram como “antídoto” para os super-heróis. Scorsese comparou pejorativamente os trabalhos da Marvel a parques temáticos. E é exatamente isso, mas no bom sentido. As pessoas saem para se divertir em parques de diversões. Para ver filmes, ficam em casa. Por isso, o tipo de espetáculo grandioso projetado pela Marvel mantém os cinemas lotados.

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  • Reality,  TV

    Série de pegadinhas de astro de Stranger Things ganha trailer legendado

    10 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Grite, Você Está Sendo Filmado”, série de pegadinhas do ator mirim Gaten Matarazzo, que vive Dustin em “Stranger Things”. O programa se chama em inglês “Prank Encounters” – a “tradução” nacional comete um equívoco, já que não há filmagens, apenas gravação com câmeras digitais de TV. Como diferencial, seu foco são exclusivamente pegadinhas de terror. A ideia não é nova e já rendeu o bem-sucedido “Scare Tactics”, que tem apresentação do também ator Tracy Morgan (“30 Rock”) e pode ser visto no Brasil pela própria Netflix. Para completar, pega a deixa favorita das pegadinhas de terror do “Programa Sílvio Santos”, ao atrair as vítimas com uma oferta de emprego, que gradualmente vira um pesadelo. Desenvolvido pela produtora Propagate, de Ben Silverman (criador de “The Biggest Loser”) e Howard Owens (“Você Radical”), com participação do ator de 16 anos, “Prank Encounters” (ou “Grite, Você Está Sendo Mal Traduzido”) terá oito episódios em sua 1ª temporada, que estreia em 25 de outubro.

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  • Série

    Estreia de Superboy em Titãs ganha dois vídeos e fotos

    10 de outubro de 2019 /

    A série “Titãs” vai entrar em nova fase nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos com a introdução de mais um super-herói. Superboy vai fazer sua estreia oficial, após ser visto de relance nas cenas pós-créditos do final da temporada passada. Para incentivar a audiência, a plataforma americana DC Universe divulgou dez fotos e dois vídeos centrados no personagem. Confira abaixo. Intitulado “Conner”, o capítulo marca a metade da 2ª temporada com a entrada do australiano Joshua Orpin na atração, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin), primeiros australianos do elenco. A descrição oficial caracteriza Superboy como “um adolescente de aço revoltado, que procura por seu propósito e pela verdade sobre o seu passado”. Conforme vislumbrado pela cena pós-créditos, a aparição do personagem vai acontecer após sua fuga do laboratório genético Cadmus, refletindo também a forma como sua origem foi apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). O detalhe é que, ao fugir, ele levou um companheiro de experiências, um cachorro, que é nada menos que Krypto, o Super-Cão. Vale lembrar que o Superboy atual não tem nenhuma relação com o personagem clássico dos quadrinhos, o dono do Krypto original, que era a versão adolescente do Superman e até teve série própria nos anos 1980. Ele é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. A nova versão do herói foi introduzida após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Mas bastou a editora e os herdeiros entraram em acordo para o personagem “melhorar” sua saúde e retornar da morte para as páginas da DC. Em contraste com essa bagunça editorial, Superboy teve um desenvolvimento muito consistente na série animada “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a DC Universe, deve dar o tom do personagem em “Titãs”. No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu a data de estreia da 2ª temporada.

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  • Filme

    Martin Scorsese acredita que tecnologia digital vai substituir a maquiagem no cinema

    10 de outubro de 2019 /

    Para Martin Scorsese, o futuro do cinema, cada vez mais avançado em termos de tecnologia, é usar efeitos especiais até como substituto de maquiagens – sejam elas mais leves ou trabalhos pesados, como rejuvenescer ou envelhecer um ator. A declaração foi feita durante uma longa entrevista (de três horas de duração) para a revista Sight and Sound, prestigiosa publicação do British Film Institute, e faz parte da jornada do diretor para promover seu novo filme, “O Irlandês”. No longa, produzido pela Netflix, Scorsese usa efeitos visuais para rejuvenescer os astros veteranos Al Pacino e Robert De Niro. O último, por exemplo, aparece como uma pessoa na faixa dos 40 anos – ele tem 76. “Há uma convenção no cinema do uso da maquiagem. Se você assistir a um filme antigo, há a aceitação por parte do público de que aquele cabelo é uma peruca, ou aquele bigode é falso. Mas as pessoas compravam essa ilusão”, disse ele à publicação. “Sempre me lembro da maquiagem para envelhecer o personagem de Dustin Hoffman em ‘Pequeno Grande Homem’. Ou a maquiagem usada em ‘O Homem Elefante’. Onde está a arte? Onde está a performance. Estão ali, porque John Hurt era ótimo. Mas eu sei que é maquiagem, então o espectador aceita a ilusão”, adicionou Scorsese. Para ele, os efeitos especiais estão chegando a um novo nível de ilusão, que pode ser ainda maior. Mas Scorsese não vê isso negativamente. Para o diretor, isso permite um controle melhor da performance. Por exemplo, os efeitos não limitam as expressões faciais, como uma maquiagem ou prótese. Por fim, ele afirma que efeitos especiais não recriam performances nem as substituem. Ao contrário. Em “O Irlandês”, sua função foi evitar a substituição dos atores que ele tinha em mente por jovens desconhecidos. “O principal era que eu não queria fazer um filme em que atores jovens fingissem que eram De Niro, Pacino e Pesci, e depois fossem substituídos no final. Eu não queria isso. Então tentei achar algo que me permitisse ter os atores interpretando versões deles mais jovens – ou mais velhas”, contou. Questionado se essa opção é mesmo viável, já que encarece muito as produções – “O Irlandês” é um dos filmes mais caros da Netflix – , ele concluiu: “Acho que esta é uma primeira vez e ela tem um custo. Mas, quando mais for usada, mais este custo será razoável”. “O Irlandês” terá lançamento limitado nos cinemas em 14 de novembro, chegando ao streaming logo em seguida, no dia 27 de novembro.

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  • Filme,  Série

    El Camino: Aaron Paul reflete sobre o destino de Jesse Pinkman em vídeo de bastidores

    10 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “El Camino”, filme derivado da série “Breaking Bad”, que traz depoimentos do ator Aaron Paul, do diretor-roteirista Vince Gilligan e de outros membros da equipe, além de cenas das gravações. “Eu sabia que essa história começaria onde nós terminamos ‘Breaking Bad’, mas eu não tinha ideia de onde terminaria”, diz Paul logo no começo no vídeo. O filme vai continuar a trama da série, acompanhando a fuga de Jesse Pinkman, visto pela última disparando pela estrada num El Camino (carro da Chevrolet que batiza o filme), ao ser salvo das mãos de traficantes caipiras por Walter White (Bryan Cranston), enquanto sirenes da polícia se aproximavam do massacre. Aaron Paul, que venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante por viver Jesse Pinkman, retorna ao papel, assim como Matt Jones e Charles Baker como seus capangas Badger e Skinny Pete, além, claro, do criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan, que assina o roteiro e a direção do filme, como fez com o capítulo final da atração televisiva. No vídeo, o protagonista indicou de como será a jornada de seu personagem no longa. “Eu acho que a história desse filme é bem forte. A luta de um homem em fuga para sobreviver e que não medirá esforços para finalmente se tornar livre”, declarou Paul. “El Camino: A Breaking Bad Movie” estreia nesta sexta na Netflix.

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  • Filme

    Pássaro do Oriente: Alicia Vikander é suspeita de assassinato em trailer legendado de suspense

    9 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “Pássaro do Oriente” (Earthquake Bird), suspense estrelado por Alicia Vikander (“Tomb Raider: A Origem”) e Riley Keough (“A Casa que Jack Construiu”). As duas se vêem envolvidas em um triângulo amoroso no Japão, que resulta no desaparecimento de uma delas. A trama é baseada no romance homônimo de Susanna Jones e acompanha Lucy Fly (Vikander), uma estrangeira residente em Tóquio, que em 1989 entra em um intenso relacionamento com Teiji (Naoki Kobayashi, de “Tatara Samurai”), um belo fotógrafo local. O exterior frio, distante e imperturbável de Lucy começa a rachar quando uma recém-chegada ingênua, Lily Bridges (Keough), envolve-se na vida de ambos e acaba desaparecendo, levando a polícia a suspeitar de assassinato. Escrito e dirigido por Wash Westmoreland (“Colette”), o thriller psicológico tem produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”) e também inclui em seu elenco Jack Huston (“Ben-Hur”), Kiki Sukezane (“Perdidos no Espaço”) e Ken Yamamura (“Godzilla”). A estreia está marcada para 15 de novembro em streaming.

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  • Filme

    Atlantique: Aposta internacional da Netflix para o Oscar 2020 ganha trailer legendado

    8 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Atlantique”, sua aposta para o Oscar de Melhor Filme Internacional. O drama senegalês tem direção de Mati Diop, primeira mulher negra a competir em Cannes, e acabou vencendo o Grande Prêmio do Júri do festival francês, considerado o 3ª lugar da premiação. O filme tem temática imigratória, mas também adentra uma abordagem sobrenatural do romance de seus protagonistas. A história acompanha um casal de namorados do Senegal, Ada (Mame Bineta Sane) e Souleiman (Traore), que se separam depois que o rapaz tenta a sorte em uma travessia a barco para a Europa. Misteriosamente, ele começa a ser visto na cidade após sumir no mar e é até acusado de ter causado um grande incêndio, justamente na véspera de casamento de Ada com um homem mais velho. Mas quando ela finalmente começa a vê-lo, a aparição do jovem pode ser sinal de algo muito diferente. A franco-senegalesa Mati Diop é sobrinha de um dos diretores mais importantes do continente africano, Djibril Diop Mambéty (do clássico “Touki Bouki”, de 1973, e “Hienas”, que participou do Festival de Cannes de 1992). Curiosamente, seu filme não foi produzido pela Netflix. Proibida de disputar a competição francesa com os filmes que produz, a empresa de streaming simplesmente esperou para comprar os destaques do festival, minutos após o encerramento oficial da competição. Independente da vontade dos organizadores do evento, vai agora lançar em sua plataforma um dos filmes premiados pelo júri. “Atlantique” vai ganhar lançamento limitado nos cinemas em 21 de novembro e chegará ao streaming uma semana depois, no dia 29 de novembro.

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  • Série

    Helena Bonham Carter pediu benção à falecida Princesa Margaret para estrelar a série The Crown

    8 de outubro de 2019 /

    A atriz Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) revelou um costume inusitado de sua carreira. “A primeira coisa que faço quando interpreto alguém real é pedir a sua bênção, porque existe uma responsabilidade aí”, ela disse para o jornal The Guardian. E o que acontece quando essa pessoa já é falecida, como é o caso da Princesa Margaret, que a atriz vai interpretar na 3ª e 4ª temporadas de “The Crown”? Helena Bonham Carter admitiu que procurou um médium para tentar conversar com a princesa, que morreu em 2002. “Ela disse, aparentemente, que estava feliz por eu ser a sua intérprete”, contou Bonham Carter. “Eu perguntei pra ela: ‘Você concorda que eu te interprete’? E ela disse: ‘Você é melhor do que a outra atriz [que estava concorrendo ao papel, cuja identidade não foi revelada pelos produtores da série]'”, continuou. “Isso me fez pensar que talvez ela realmente estivesse ali, porque é uma coisa clássica de Margaret dizer. Ela era muito boa em te elogiar e te colocar pra baixo ao mesmo tempo”, completou. A atriz conheceu pessoalmente a princesa. Falando com a revista Entertainment Weekly, ela revelou que seu tio era “realmente muito próximo” de Margaret, por isso conversou com ela algumas vezes. “Ela era bem assustadora”, define Bonham Carter. “A certa altura, ela me encontrou no Castelo de Windsor e disse: ‘Você está melhorando, não está?’”, recordou, presumindo que o comentário da princesa era sobre seu talento como atriz – elogiando-a e derrubando simultaneamente. Bonham Carter vai substituir Vanessa Kirby, que interpretou Margaret nas duas primeiras temporadas da série e seguiu direto para grandes produções de Hollywood – como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”. Passada nos anos 1970, a 3ª temporada de “The Crown” também trará Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) como Rainha Elizabeth II, substituindo Claire Foy, e Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip, no lugar de Matt Smith. A estreia está marcada para 17 de novembro na Netflix.

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