Dwayne Johnson é o ator mais bem-pago do mundo pelo segundo ano consecutivo
O ator Dwayne Johnson bisou o topo da lista dos atores mais bem pagos do mundo, de acordo com uma lista anual publicada na terça (11/8) pela revista Forbes. Também conhecido como The Rock desde seus dias de campeão de luta livre, o astrou ganhou US$ 87,5 milhões (cerca de R$ 470 milhões) entre 1º de junho de 2019 e 1º de junho de 2020, segundo a Forbes, incluindo US$ 23,5 milhões da Netflix para estrelar o ainda inédito thriller “Red Notice”. Fora das telas, ele também faturou com o lançamento de uma linha de vestuário fitness, “Project Rock”, para a empresa Under Armour. Ryan Reynolds, que co-estrela “Red Notice” ao lado de Johnson, ficou com o 2º lugar no ranking. Ele ganhou US$ 20 milhões pelo filme, mais outros US$ 20 milhões por “Esquadrão 6”, também produzido pela Netflix, dentro de um total de US$ 71,5 milhões pelo período de um ano. O ator e produtor Mark Wahlberg, que estrela a comédia de ação “Troco em Dobro”, outro título da Netflix, terminou em 3ª com US$ 58 milhões. Os próximos da lista são os atores Ben Affleck (US$ 55 milhões) e Vin Diesel (US$ 54 milhões). Akshay Kumar, o único astro de Bollywood do Top 10, ficou em 6º lugar, com US$ 48,5 milhões de dólares. A maior parte de sua renda veio de contratos de patrocínio, segundo a Forbes. O criador do musical “Hamilton”, Lin-Manuel Miranda, os atores Will Smith, Adam Sandler e Jackie Chan, único representante chinês no clube dos milionários, fecham a relação.
Hilary Swank viaja à Marte no trailer legendado da série Away
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Away”, série que traz a atriz Hilary Swank, vencedora de dois Oscars (por “Meninos Não Choram” e “Menina de Ouro”) como uma astronauta. A prévia destaca a família e a viagem da protagonista rumo à Marte, num registro mais próximo do melodrama do que de um thriller sci-fi. Criada pelo roteirista Andrew Hinderaker (“Penny Dreadful”), a série é inspirada numa reportagem da revista Esquire sobre o cotidiano na Estação Espacial Internacional que orbita a Terra, mas tem tratamento de obra de ficção, com personagens sem correspondentes na vida real. Na trama, Swank interpreta uma astronauta americana chamada Emma Green, que deixa seu marido e sua filha adolescente para comandar uma tripulação internacional numa missão arriscada: a primeira expedição humana para o planeta Marte. O tema já foi explorado em outras séries, como “The First”, em que Sean Penn era o astronauta rumo à Marte. A produção perdeu impulso na partida e acabou cancelada na 1ª temporada. Há também a híbrida “Mars”, que combina documentário e ficção sobre uma viagem à Marte. E não se pode esquecer da pioneira “Defying Gravity”, que tinha o mesmo tom de novela do trailer de “Away” e, ao tentar chegar a Vênus em 2009, também foi cancelada na 1ª temporada. A equipe de produção de “Away” junta o cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o produtor Jason Katims (“Parenthood”) e a roteirista Jessica Goldberg (criadora de “The Path”), que vai servir como showrunner. A atração será a segunda série consecutiva de Hilary Swank, que em 2018 estrelou “Trust” no canal pago FX. Embora tenha se consagrado no cinema, ela começou a carreira como atriz de TV e chegou até a participar das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Buffy – A Caça-Vampiros”, nos anos 1990. A estreia de “Away” está marcada para 4 de setembro.
Remake de Rebecca, a Mulher Inesquecível ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou a data de estreia e as primeiras fotos do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, estrelado por Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). Eles dão vida aos papéis originados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra clássica de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A nova versão do romance da escritora Daphne du Maurier, que combina história de amor, crime e mistério gótico foi escrita por Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigida por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vive a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dará vida a Maxim de Winter, interpretado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Além do casal central, Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Sam Riley (“Malévola”) têm papéis importantes na trama, respectivamente como a governanta opressora e o primo aproveitador da falecida. Vale lembrar que nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), já refilmada por Riccardo Milani. O novo “Rebecca” estreia em 21 de outubro em streaming.
Hoops: Nova série animada adulta ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o primeiro pôster e o trailer legendado de “Hoops”, nova animação voltada para o público adulto. A atração gira em torno de Ben Hopkins, um treinador de basquete colegial que não consegue vencer e só se destaca pelo mau temperamento e a boca suja – e por ser filho de um antigo astro do basquete. Mas ele acredita que sua vida miserável pode mudar completamente se conseguir fazer seu terrível time do ensino médio se tornar vencedor nas quadras. “Hoops” é uma criação de Ben Hoffman, roteirista do “The Late Late Show with James Corden”, e tem produção-executiva da dupla Chris Miller e Phil Lord, produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. O papel principal é dublado pelo ator Jake Johnson, que volta a trabalhar com mais três atores de “New Girl” na produção, Max Greenfield, Damon Wayans Jr. e Hannah Simone. Além deles, o elenco vocal também inclui Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nick Swardson (“Os 6 Ridículos”), Sam Richardson (“Veep”) e W. Earl Brow (“Deadwood”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 21 de agosto em streaming.
Aggretsuko enfrenta problemas financeiros no trailer da 3ª temporada
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “Aggretsuko”, série animada sobre uma simpática panda vermelha que é estagiária de contabilidade durante o dia, mas à noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal. Na nova temporada, ela finalmente recebe uma promoção, mas percebe que na verdade o que aumentou foi seu trabalho, enquanto se vê cada vez mais endividada. “Aggretsuko” foi concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), como representação de uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Por sinal, a criadora da personagem, conhecida apenas como Yeti, descreveu Aggretsuko para a rede CNN justamente como a “irmã metaleira, cervejeira e raivosa da Hello Kitty”. A 3ª temporada estreia em 27 de agosto em streaming.
Jason Bateman desenvolve mais dois filmes com roteirista de A Noite do Jogo
O ator Jason Bateman e o roteirista Mark Perez vão voltar a juntar forças após o sucesso de “A Noite do Jogo” (2018), uma das melhores comédias recentes de Hollywood. Eles estão desenvolvendo nada menos que dois filmes juntos. Em ambos os casos, Perez é o roteirista e Batman serve como produtor e diretor. Um dos projetos já tinha vindo à tona há alguns meses. Ainda sem título, o longa é uma aventura sobrenatural sobre uma família que fica presa em um antigo estúdio de cinema abandonado. Os sets ganham vida e os membros da família se vêem presos em vários filmes. A produção será lançada pela Netflix com John Cena (“Bumblebee”) no papel principal. O outro é a adaptação de “Superworld”, audio book recém-lançado de Gus Krieger, que vai virar comédia da Warner. A ação acontece em 2038, época em que todos tem superpoderes, exceto por um homem chamado Ignatius Lohman. Ele tem um emprego de colarinho branco, enquanto seu pai é uma das pessoas mais poderosas do planeta e líder da organização de defesa Peerless. Mas Lohman terá sua chance de demonstrar sua capacidade quando for forçado a enfrentar um soberano corporativo cujo poder é neutralizar qualquer um com superpoderes. A história foi descrita pelo site The Hollywood Reporter como tendo o tom de “Os Incríveis”. Após vencer um Emmy no ano passado como diretor da série “Ozark”, que ele também estrela, Bateman resolveu dar mais atenção ao trabalho atrás das câmeras. Além das produções citadas, ele desenvolve outros dois projetos em gêneros diferentes: o terror “Shut In” e o filme de assalto “Here Comes the Flood”. Nenhum dos filmes que serão dirigidos por Bateman tem previsão de estreia, devido à pandemia de coronavírus.
Seis séries da Netflix e Globoplay garantem melhores maratonas do fim de semana
A Netflix e a Globoplay são responsáveis pelas melhores séries para maratonar em streaming neste fim de semana. Cada plataforma trouxe três novidades, que tendem a agradar aos fãs de aventuras, dramas criminais, sci-fis e suspenses. Curiosamente, a Netflix produziu a única atração nacional da lista – que também é a única série documental na seleção da semana. E ainda disponibilizou outra série, espanhola, estrelada por um astro de novelas brasileiras. Já a Globoplay foi ao mercado internacional e saiu-se melhor, comparativamente, com uma seleção de títulos de primeira classe. Não são refugos ou séries antigas, como parte de seu acervo, mas lançamentos recentes de alta qualidade. Deu até para tripudiar com a inclusão de uma produção espanhola estrelada por Álvaro Morte, o Professor de “La Casa de Papel” Confira abaixo a lista dos melhores lançamentos de séries em streaming na semana. Alto Mar | Espanha | 3ª temporada Criado por Ramón Campos e Gema R. Neira (de “As Telefonistas”, um dos primeiros sucessos espanhóis da Netflix), o suspense marítimo de época começou com a investigação de mortes misteriosas numa viagem de navio entre a Espanha e o Brasil nos anos 1940. A 3ª temporada introduz novo mistério e o brasileiro Marco Pigossi (da novela “A Força do Querer”) no elenco central. Falando espanhol, ele se diz agente do serviço britânico e tenta convencer as irmãs protagonistas Eva (Ivana Baquero, de “The Shannara Chronicles”) e Carolina Villanueva (Alejandra Onieva, de “Novatos”) a ajudá-lo a encontrar um homem a bordo do navio, que carrega um vírus mortal capaz de “exterminar milhares de inocentes”. Disponível na Netflix. The Rain | Dinamarca | 3ª temporada A primeira série dinamarquesa da Netflix chega ao final com o conflito entre os irmãos que começaram a trama protegidos num bunker contra um vírus mortal, transmitido pela chuva. O tema acabou se tornando bastante atual, devido ao coronavírus, mas um detalhe já tinha feito muitos assinantes desistirem da série em seu segundo ano. Os roteiristas esqueceram que o título é “The Rain” e abandonaram a premissa do contágio por chuva na 2ª temporada, provocando uma estiagem que se estendeu ao terceiro ano. Em vez da luta contra a natureza, a trama virou um conflito contra supervilões, em que o super-infectado Rasmus (Lucas Lynggaard Tønnesen, de “Departamento Q”) adquire a capacidade de espalhar o vírus e transformar pessoas em portadores da epidemia, criando ameaças mortais à vida no planeta. Disponível na Netflix. Mundo Mistério | Brasil | 1ª temporada Série documental apresentada pelo YouTuber Felipe Castanhari, que usa experimentos científicos, animação e efeitos especiais para explicar diferentes fenômenos científicos – e sobrenaturais… Lembra algumas pautas das revistas Mundo Estranho/Superinteressante combinadas com “O Mundo de Beakman”. A 1ª temporada investiga o Triângulo das Bermudas, o apocalipse zumbi e o aquecimento global, entre outros mistérios. Disponível na Netflix. The Head: Mistério na Antártida | Espanha | 1ª temporada Criada pelos irmãos espanhóis Àlex e David Pastor, responsáveis pelos filmes apocalípticos “Vírus” (2009) e “Os Últimos Dias” (2013), este suspense antártico tem o clima tenso de “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing) e da série “The Terror”. Após uma estação científica parar de responder tentativas de contato, uma expedição de resgate internacional chega ao local para verificar o que aconteceu. Lá, encontra metade dos cientistas mortos, outros desaparecidos e uma sobrevivente tão traumatizada que é incapaz de descrever o que aconteceu. O elenco destaca alguns nomes conhecidos, como Álvaro Morte (o Professor de “La Casa de Papel”) e Richard Sammel (Eichorst em “The Strain”). Disponível na Globoplay. Get Shorty: A Máfia do Cinema | EUA | 1ª, 2ª e 3ª temporadas Verdadeiro tesouro que a Globoplay garimpou para enfrentar a concorrência da Netflix, “Get Shorty” só não é mais conhecida por passar no Epix, um canal novo e ainda pouco visto dos EUA. Trata-se de uma adaptação do best-seller de mesmo nome do escritor Elmore Leonard, que também deu origem ao filme “O Nome do Jogo”. Mas não se trata de uma transposição literal e sim de uma extrapolação, ao estilo de “Fargo”. Na trama, Chris O’Dowd (“A Grande Jogada”) vive Miles Daly, um matador da máfia que, durante um “trabalho”, acaba eliminando um roteirista de cinema e, com um roteiro inédito respingado de sangue, resolve se aventurar por Hollywood. Seu plano é mudar de vida para proteger sua filha, mas suas táticas são as mesmas de sempre, usando dinheiro sujo e extorsão para produzir seu filme, com auxílio de um produtor decadente de longas de baixa qualidade, vivido por Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”). Os papéis são similares, mas não iguais, ao vividos por John Travolta e Gene Hackman no filme de 1995. Disponível na Globoplay. Il Cacciatore – O Caçador | Itália | 1ª e 2ª temporadas Inspirado em fatos reais, a série criminal acompanha a caçada à máfia, promovida pelo jovem e ambicioso promotor Saverio Barone, “O Caçador” do título, que vai atrás de chefões e matadores foragidos após os massacres sangrentos do verão de 1993, quando explodiu a guerra entre as famílias pelo controle da organização criminosa. O personagem é baseado no magistrado Alfonso Sabella, que participou do esforço judiciário anti-máfia do início dos anos 1990. Ele prendeu os principais mafiosos da Itália e tornou pública uma quantidade enorme de histórias de crimes e violências. O intérprete principal da série, Francesco Montanari, foi premiado como Melhor Ator no Festival Canneseries, versão para séries do Festival de Cannes. Disponível na Globoplay.
Terror do autor de Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças ganha trailer legendado
A Netflix divulgou três fotos, o pôster e o trailer legendado de “Eu Estou Pensando em Acabar com Tudo”, novo filme de Charlie Kaufman (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças”). A prévia lembra as situações surreais das obras do cineasta, mas desta vez é baseada num romance, escrito por Iain Reid – já disponível no Brasil. A trama explora a fragilidade da mente e os limites da solidão ao contar a história da namorada de Jake, que o acompanha em uma viagem para o interior para conhecer seus pais. Durante o trajeto, ela pensa em terminar a relação, mas ao chegar em seu destino começa a achar tudo muito estranho e a perceber que talvez seja tarde demais. O trailer evoca um clima de delírio e terror a partir deste momento. O elenco destaca Jessie Buckley (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”) como a namorada, que não tem nome na história, Jesse Plemons (“O Irlandês”) como Jake, e David Thewlis (“Mulher-Maravilha”) e Toni Collette (“Hereditário”) como os pais bizarros de Jake. A estreia está marcada para 4 de setembro em streaming.
Audrie & Daisy: Jovem protagonista de documentário da Netflix se suicida
A jovem Daisy Coleman, de 23 anos, que inspirou o documentário “Audrie & Daisy” da Netflix, cometeu suicídio na terça (4/8), segundo informou sua mãe, Melinda Coleman, em uma rede social. Daisy contou sua história em “Audrie & Daisy”, descrevendo os ataques que recebeu após denunciar um estupro aos 14 anos, tendo sido xingada de “mentirosa”, “vadia” e “idiota” até ter a casa de sua família incendiada. Além de Daisy, o documentário da Netflix, lançado em 2016, também contou a história de Audrie Pott, de 15 anos. As duas relataram ter sido estupradas por adolescentes que consideravam seus amigos e sofreram retaliações parecidas da comunidade em que viviam após denunciar o crime. Ambas também tiveram o mesmo fim. Fotos de Audrie sofrendo a violência foram compartilhadas na internet, o que contribuiu para que ela se enforcasse oito dias depois. “Minha filha, Catherine Daisy Coleman, se suicidou ontem à noite”, escreveu Melinda. “Ela era minha melhor amiga e uma filha incrível. Acho que ela queria mostrar que eu poderia viver sem ela. Queria poder ter curado sua dor. Ela nunca se recuperou daquilo que aqueles garotos fizeram com ela, e não é justo. Minha garotinha se foi.” Daisy relatou ter sido estuprada em 2012 por Matthew Barnett, um adolescente que vivia em sua cidade, no Missouri, Estados Unidos. Ela disse ter sido drogada e abandonada do lado de fora de sua casa, usando apenas uma camiseta, sob temperatura abaixo de zero grau. Barnett, que pertencia a uma família influente, declarou-se culpado, mas de uma acusação mais branda, alegando que o sexo com Daisy foi consensual. Ele não foi preso e atualmente cursa uma universidade no Missouri. Em vez de gerar apoio à vítima, a denúncia desencadeou uma retaliação desproporcional contra a família de Daisy, que se tornou alvo de bullying — físico e virtual. Ela tentou se suicidar outras vezes, antes de conseguir. “Sinto que as pessoas têm certas opiniões e percepções sobre mim e sobre casos como o meu porque não têm educação”, disse Daisy à revista People em 2017, aos 19 anos, após o lançamento do documentário. “É exatamente por isso que estou tentando explicar às pessoas o que está acontecendo em nossa sociedade.” Veja abaixo o trailer de “Audrie & Daisy”, que denunciou tudo o que aconteceu.
Remake de Julie e os Fantasmas ganha clipe musical da Netflix
A Netflix divulgou um clipe do remake americano da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. A prévia mostra os atores escolhidos, após vários testes, interpretando a música “Edge of Great”, um pop adolescente sem um pingo de rebeldia, no estilo pasteurizado que o Disney Channel popularizou na década passada. Vale registrar que o vídeo traz os atores-músicos isolados socialmente, cada um num local diferente, reunidos por telechamada. A escolhida para o papel principal é a estreante Madison Reyes, que só tinha figurado num curta-metragem antes de assumir o papel de Julie, interpretado por Mariana Lessa no Brasil. Já os músicos da banda fantasma têm bastante experiência em produções adolescentes. Charlie Gillespie apareceu em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt” (2020), ao lado de Cameron Boyce. Jeremy Shada trabalha como dublador desde criança – é dele a voz de Finn em “A Hora da Aventura”, por exemplo. E Owen Patrick Joyner estrelou “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”. Os três substituirão os brasileiros Bruno Sigrist, Fabio Rabello e Marcelo Ferrari. Para completar o elenco, Carlos Ponce (“Devious Maids”, “Major Crimes”) foi contratado para o papel de pai de Julie, que nesta versão é viúvo – no Brasil, os pais da jovem foram interpretados por Will Prado e Camila Raffanti. E o menino Sonny Bustamante (visto na série “Law & Order True Crime”) será o irmão mais novo da protagonista – vivido por Vinícius Mazzola por aqui. O diretor e coreógrafo Kenny Ortega, que comandou os fenômenos televisivos “High School Musical” e “Descendentes” do Disney Channel, é o responsável por esta escalação e vai produzir o remake, após assinar contrato para desenvolver projetos exclusivos para a Netflix. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, e teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012. A atração agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A trama gira em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que começa a tocar com uma banda formada por três fantasmas, mortos há 25 anos. Só que o encontro não rende rock gótico – o que renderia série bem diferente… – , mas um popzinho teen. Veja abaixo.
Com 60 milhões de assinantes, Disney+ (Disney Plus) supera meta de 5 anos em 8 meses
O sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) superou todas as expectativas, atingindo 60,5 milhões de assinantes mundiais. Os números foram atualizados pelo CEO da Disney, Bob Chapek, durante uma apresentação para acionistas nesta terça-feira (4/7). O detalhe é que, na ocasião do lançamento da plataforma em novembro do ano passado nos EUA, a Disney estimou que atingiria 60 milhões de assinantes… em 2024. Assim, o streaming já cumpriu sua meta de cinco anos, que nas projeções da empresa seria quando começaria a dar lucro após um período de grande investimento. Além dos números impressionantes da Disney+ (Disney Plus), o relatório trimestral também apontou crescimento da Hulu, que agora possui 35,5 milhões de assinantes de seu serviço. Como a Hulu ainda não foi lançada no mercado internacional (o plano é para 2021), esse número é apenas de assinantes americanos. Já a plataforma esportiva ESPN+ chegou em 8,5 milhões. Os números de streaming são o único motivo de celebração entre os acionistas da Disney, refletindo o impacto da covid-19 nos negócios da empresa. A pandemia fechou cinemas e parques temáticos, que movimentavam a maior parte dos lucros da companhia. Puxadas por sucessos exclusivos como “The Mandalorian”, a primeira série live-action do universo “Star Wars”, e musicais como “Hamilton” e “Black Is King”, de Beyoncé, as assinaturas da Disney+ (Disney Plus) só perdem atualmente para os 193 milhões de clientes da Netflix e os 150 milhões da Amazon Prime. A Disney+ (Disney Plus), entretanto, ainda não chegou em muitos territórios. Depois de seu lançamento na Europa em abril, a empresa pretende trazer o serviço para a América Latina em novembro. Isto deve incluir o Brasil, se não houver surpresas no Congresso ou na Anatel, com mudanças na legislação referente a serviços de vídeo na Internet.
Amy Adams vai estrelar minissérie do diretor de Vice na Netflix
A atriz Amy Adams (“A Chegada”) acrescentou mais um projeto em sua agenda lotada. Ela vai estrelar sua segunda minissérie, juntando-se novamente ao diretor de “Vice”. Depois de “Objetos Cortantes” (Sharp Objects) na HBO, ela será a protagonista de “Kings of America” na Netflix. Na produção de Adam McKay (que dirigiu a atriz no filme “Vice”), Amy viverá uma das três protagonistas que têm a vida modificada pelo envolvimento com uma das maiores empresas do mundo: a Walmart. A trama vai se dividir entre a herdeira da família que administra a rede de supermercados, uma executiva ousada da diretoria da empresa e uma funcionária de longa data, pastora nas horas vagas, que decide processar a companhia. A jornalista e escritora Jess Kimball Leslie criou a série e vai estrear como roteirista nos episódios, enquanto McKay, além de produzir, comprometeu-se a dirigir o primeiro episódio. “Kings of America” será o segundo trabalho de Amy Adams na Netflix. Ela também está em “Hillbilly Elegy”, novo filme do diretor Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), que será lançado pela plataforma. Mas esta conta pode aumentar, porque a Netflix está atualmente negociando outro filme da atriz, interessada na compra dos direitos de distribuição de “A Mulher na Janela”, que a Disney desistiu de lançar nos cinemas.
Netflix tem material inédito para lançar até metade de 2021
A Netflix ainda tem muito material inédito para enfrentar a crise causada pela pandemia de coronavírus, que paralisou as produções de filmes e séries em todo o mundo. Enquanto os cinemas permanecem fechados, canais improvisam com aquisições de streaming e as plataformas concorrentes ficam sem novidades, o maior de todos os serviços de streamings garante ter conteúdo exclusivo para entreter seus assinantes até metade de 2021. “Temos muita coisa para lançar, definitivamente por todo o ano de 2020 e parte de 2021. Nós queremos voltar ao trabalho, como todo mundo, e queremos passar este ano da melhor forma possível, mas ainda estamos em boa forma”, revelou Tendo Nagenda, chefe de originais da Netflix, em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter Por conta disso, a empresa não está preocupada, ao menos por enquanto, com a falta de conteúdo para preencher sua programação durante a pandemia. Esta também é uma das razões pelas quais a Netflix tem aumentado consideravelmente sua quantidade de assinantes. Foram 10 milhões a mais no segundo trimestre de 2020. Além do material inédito que ainda tem para lançar – o que inclui a aguardada 5ª temporada de “Lucifer” – , a plataforma também está buscando aquisições externas – filmes e séries de várias partes do mundo – para adicionar ao seu serviço. Isto inclui produções brasileiras, como “Cidade Pássaro”, lançada na plataforma na quarta (29/7) passada – menos no Brasil, onde ainda tentará chegar aos cinemas.












