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    Joel Schumacher (1939 – 2020)

    22 de junho de 2020 /

    O cineasta Joel Schumacher, de “Batman Eternamente” (1995) e “Batman e Robin” (1997), faleceu nesta segunda-feira (22/6) aos 80 anos, enquanto enfrentava um câncer. Schumacher teve uma longa carreira em Hollywood, iniciada como figurinista de “O Destino que Deus Me Deu”, dramédia estrelada por Tuesday Weld em 1972. Ele chegou a Los Angeles após ter trabalhado como desenhista de roupas e vitrinista em Nova York, e se estabeleceu rapidamente na indústria cinematográfica, quebrando o galho até como cenografista em “Abelhas Assassinas” (1974). Após assinar figurinos de filmes de Woody Allen – “O Dorminhoco” (1973) e “Interiores” (1978) – , foi incentivado pelo cineasta a escrever e, eventualmente, tentar a direção. O incentivo rendeu os roteiros da famosa comédia “Car Wash: Onde Acontece de Tudo” (1976) e do musical “O Mágico Inesquecível” (1978), versão de “O Mágico do Oz” com Diana Ross e Michael Jackson, dois sucessos absurdos dos anos 1970. Com essas credenciais, conseguiu aval para sua estreia na direção, que aconteceu na comédia sci-fi “A Incrível Mulher que Encolheu” (1981), logo seguida por “Taxi Especial” (1983), produção centrada na popularidade do ator Mr. T (da série “Esquadrão Classe A”). O trabalho como diretor começou a chamar atenção a partir do terceiro filme, quando Schumacher demonstrou seu raro talento para escalar atores. No drama “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” (1985), ele juntou uma turma jovem que marcou a década de 1980: Demi Moore, Rob Lowe, Emilio Estevez, Judd Nelson, Andrew McCarthy e Ally Sheedy – apelidados de “brat pack” pela mídia. O sucesso comercial veio com dois terrores inventivos, que viraram exemplos da chamada “estética MTV” no cinema. Ele usou elementos de clipes para dar uma aparência juvenil aos temas sobrenaturais. Em “Os Garotos Perdidos” (1987), filmou uma história de vampiros delinquentes, reunindo pela primeira vez os atores Corey Haim e Corey Feldman, que formariam uma dupla inseparável ao longo da década, ao mesmo tempo em que explorou a imagem de Jim Morrison, cantor da banda The Doors, como referência para uma juventude vampírica que se recusava a envelhecer. Em “Linha Mortal” (1990), juntou o então casal Kiefer Sutherland (seu vilão em “Os Garotos Perdidos”) e Julia Roberts num grupo de estudantes de Medicina (com Kevin Bacon, William Baldwin e Oliver Platt) que decide colocar a própria saúde em risco para descobrir se havia vida após a morte. Os dois filmes tornaram-se cultuadíssimos, a ponto de inspirarem continuações/remakes. Entre um e outro, ele ainda explorou o romance em “Um Toque de Infidelidade” (1989), remake do francês “Primo, Prima” (1975), com Isabella Rossellini, e “Tudo por Amor” (1991), com Julia Roberts. E assinou clipes de artistas como INXS, Lenny Kravitz e Seal – a tal “estética MTV”. Já tinha, portanto, uma filmografia variada quando se projetou de vez com o thriller dramático “Um Dia de Fúria” (1993), um dos vários filmes estrelados por Michael Douglas que deram muito o que falar no período – durante sete anos, entre “Atração Fatal” (1987) e “Assédio Sexual” (1994), o ator esteve à frente dos títulos mais controvertidos de Hollywood. O longa mostrava como um cidadão dito de bem era capaz de explodir em violência, após o acúmulo de pequenos incidentes banais. A projeção deste filme lhe rendeu status e o convite para dirigir o terceiro e o quarto longas de Batman. Mas o que deveria ser o ponto alto de sua trajetória quase acabou com ela. O personagem dos quadrinhos vinha de dois filmes muito bem-recebidos por público e crítica, assinados por Tim Burton, que exploraram uma visão sombria do herói. Schumacher, porém, optou por uma abordagem cômica e bem mais colorida, chegando a escalar o comediante Jim Carrey como vilão (o Charada) e introduzindo Robin (Chris O’Donnell) e até Batgirl (Alicia Silverstone). Ele também deu mais músculos ao traje usado por Val Kilmer em “Batman Eternamente” (1995) e mamilos ao uniforme de George Clooney em “Batman e Robin” (1997) – o que até hoje rende piadas. Abertamente homossexual, Joel Schumacher acabou acusado por fanboys de enfatizar aspectos homoeróticos de Batman. Diante do fiasco, a Warner se viu obrigada a suspender a franquia, que só voltou a ser produzida num reboot completo de 2005, pelas mãos de Christopher Nolan. Em meio à batcrise, o diretor também filmou dois dramas de tribunal, “O Cliente” (1994) e “Tempo de Matar” (1996), inspirados por livros de John Grisham, que tampouco fizeram o sucesso imaginado pelo estúdio, aumentando a pressão negativa. Sem desanimar, ele realizou o suspense “8mm: Oito Milímetros” (1999), juntando Nicolas Cage e Joaquin Phoenix, e ainda foi responsável por lançar Colin Ferrell em seu primeiro papel de protagonista no drama “Tigerland – A Caminho da Guerra” (2000). Ambos receberam avaliações positivas. Mas entre cada boa iniciativa, Schumacher continuou intercalando trabalhos mal-vistos, o que fez com que diversos momentos de sua carreira fossem considerados pontos de “retorno” à melhor fase. O elogiadíssimo suspense “Por um Fio” (2002), por exemplo, com Colin Ferrell basicamente sozinho numa cabine telefônica, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e assinalou o momento mais claro de “renascimento”. Só que em seguida veio o fracasso dramático de “O Custo da Coragem” (2003), com Cate Blanchett e – novamente – Ferrell, fazendo com que o trabalho seguinte, a adaptação do espetáculo da Broadway “O Fantasma da Ópera” (2004) fosse visto como mais uma chance de recuperação. Cercado de expectativa, o musical estrelado por Gerard Butler e Emmy Rossum se provou, contudo, um fiasco tão grande quanto as adaptações de quadrinhos, encerrando o ciclo de superproduções do diretor. O terror “Número 23” (2007), com Jim Carrey, foi a tentativa derradeira de recuperar a credibilidade perdida. E acabou-se frustrada. Schumacher nunca superou as críticas negativas a esse filme – 8% de aprovação no Rotten Tomatoes – , que tinha conceitos ousados, mas foi recebido como sinal evidente de fim de linha. Ele ainda fez mais três filmes de baixo orçamento, dois deles para o mercado europeu, abandonando o cinema ao voltar a Hollywood para seu último fracasso, “Reféns” (2011), estrelado por Nicolas Cage e Nicole Kidman. Na TV, ainda comandou dois episódios da 1ª temporada de “House of Cards”, ajudando a lançar o projeto de conteúdo original da Netflix em 2013. De forma notável, dezenas de pessoas que trabalharam com Schumacher, nos sucessos e nos fracassos, mobilizaram-se nas últimas horas para lembrar no Twitter que ele não é só o diretor dos piores filmes de Batman. O cineasta foi “uma força intensa, criativa e apaixonada” nas palavras de Emmy Rossum. “Ele viu coisas mais profundas em mim que nenhum outro diretor viu”, apontou Jim Carrey. “Ele me deu oportunidades e lições de vida”, acrescentou Kiefer Sutherland, concluindo que sua “marca no cinema e na cultura moderna viverão para sempre”. Muitos ainda lembraram dele como mentor e amigo. O roteirista Kevin Williams contou como foi convidado para ir a um set por Schumacher e recebeu conselhos que considera importantes para sua carreira. E Corey Feldman revelou, sem filtro, que “ele me impediu de cair nas drogas aos 16 anos”, citando como foi enquadrado e quase demitido pelo cineasta em “Os Garotos Perdidos”. “Pena que eu não escutei”.

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    Atriz de Anne with an E se assume bissexual “acidentalmente”

    22 de junho de 2020 /

    A atriz Amybeth McNulty, protagonista da série “Anne with an E”, revelou “acidentalmente” que é bissexual. A confirmação ocorreu após ela curtir e republicar em seu Instagram Stories um vídeo feito por um fã, na qual ela própria aparece com uma placa dizendo “Anne Shirley é bi”, referindo-se à sua personagem na série da Netflix. “Bom, eu acho que acidentalmente saí do armário (risos). Feliz Mês do Orgulho LGBTQIA+”, escreveu McNulty em seu perfil no Twitter, após o vídeo e fotos em que aparece enrolada na bandeira do arco-íris viralizarem. “Anne with an E” foi gravada entre 2017 e 2019. A 3ª e última temporada foi lançada na Netflix em janeiro passado. Amybeth McNulty tinha 15 anos quando a série surgiu e está atualmente com 18. Ela será vista a seguir no terror sobrenatural “Maternal”, que tem uma curiosidade para os fãs da personagem Anne Shirley. Amybeth interpretará a filha de Megan Follows, atriz que viveu Anne Shirley em minisséries e telefilmes de 1985 ao ano 2000. Megan Follows também assina a direção do longa, que ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram a legend of bicon 🏳️‍🌈 kinda late but happy pride month cc selenatimothee ac voidgold for everyone✨ ~ –🎵: Drake – Nice for what dt @sweetblythee @blossxm.mills @blythesvsp @shirley.amp @theworld.ofantasy @xqueenofenglandx 💙 AMYBETH LIKED AND REPOSTED I AM DEAD PERSON NOW AND AMYBETH TWITTED ABOUT SHE IS BI I AM SCREAMING Uma publicação compartilhada por 𝒑𝒍𝒖𝒗𝒊𝒂 🦋 (@plxvia) em 17 de Jun, 2020 às 6:44 PDT ❤💛💚💙💜I love you and I'm proud of you, anyway! Congrats! pic.twitter.com/GwI8VPr1ni — sam ⚔ (@schreavebeauty) June 17, 2020 Well, I think I just accidentally came out hahaha happy pride month lovelies🏳️‍🌈❤️ — Amybeth (@AmybethMcnulty) June 17, 2020

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    Cobra Kai: Série derivada de Karatê Kid troca YouTube pela Netflix

    22 de junho de 2020 /

    “Cobra Kai”, série que dá sequência à franquia dos anos 1980 “Karatê Kid”, trocou o YouTube, sua casa original, pela Netflix. O YouTube abandonou completamente seu projeto de criar uma seção premium no portal, com conteúdo pago em streaming, e suspendeu todas as produções que vinha desenvolvendo. A série “On Becoming a God in Central Florida”, por exemplo, foi parar no canal pago Showtime. Com sinal verde para negociar um novo endereço, a Sony, que produz “Cobra Kai”, acertou sua transferência para a Netflix. Para facilitar o negócio, o YouTube até abriu mão da exclusividade dos episódios que financiou. Assim, as duas primeiras temporadas, que foram ao ar no YouTube em 2018 e 2019, estrearão na Netflix ainda neste ano. A 3ª temporada, que já estava sendo produzida, deve chegar na plataforma logo em seguida. A série era o maior sucesso dentre as atrações originais do YouTube. O primeiro episódio, liberado no portal, foi visto mais de 80 milhões de vezes. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). Veja abaixo o trailer oficial da série.

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    O Clube das Babás: Nova série teen da Netflix ganha trailer legendado

    22 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “O Clube das Babás”, nova série que adapta os livros escritos por Ann M. Martin. A atração é a primeira série teen da plataforma sem crimes ou maldades, finalmente refletindo o sucesso de seus filmes de garotas apaixonadas. Curiosamente, a prévia parece um filme, com começo, meio e fim – tem até conclusão ao estilo “moral da história” no vídeo. E, de fato, esta história já foi filme, lançado em 1995 – e com Rachael Leigh Cook entre as jovens. Também já foi uma série fracassada, que durou 13 capítulos em 1990 produzidos pela HBO e reprisados pelo Disney Channel. A nova versão começa com uma 1ª temporada de 10 episódios e tem um elenco muito mais jovem que as adaptações anteriores, com atrizes mais próximas da idade das personagens. A trama gira em torno de um grupo de cinco melhores amigas adolescentes da cidade de Stoneybrook que trabalham como babás. Apesar de iniciarem o negócio visando retorno financeiro, elas logo descobrem que o clube tem outro tipo de impacto em suas vidas, refletindo em autoconfiança, namoros e evolução pessoal, graças à sororidade que promove entre as envolvidas. A adaptação está a cargo de Rachel Shukert (roteirista de “Supergirl”) e inclui a cineasta Lucia Aniello (“A Noite É Delas”) na direção dos episódios. Já o elenco destaca as meninas Shay Rudolph (a Maya de “Máquina Mortífera”), Momona Tamada (a versão mirim de Laura Jean em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”), Malia Baker (“Flash”), Sophie Grace (“Terror in the Woods”) e Xochitl Gomez (“Gentefied”), além de de Alice Silverstone (a eterna Cher de “Patricinhas de Beverly Hills”) e Mark Feuerstein (“Do que as Mulheres Gostam”). A estreia está marcada para 3 de julho.

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    Lucifer: Vídeo com “momentos quentes” anuncia data da 5ª temporada

    22 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo com “os momentos mais quentes” de “Lucifer” para anunciar a data de estreia da 5ª temporada. Depois de mostrar várias cenas do ator Tom Ellis descamisado, envolvido em orgias e exibindo o bumbum, a “prévia” revela que a série retorna no dia 21 de agosto. O vídeo não dá maiores detalhes, mas os planos da Netflix previam dividir a 5ª temporada em duas partes. Só que esses planos já foram alterados, visto que consideravam o lançamento da primeira leva de episódios em maio e o cancelamento da série ao final da segunda parte. Não só maio já passou como “Lucifer” deve ter 6ª temporada – falta apenas o anúncio para oficializar. A reta final de “Lucifer” também teria inicialmente 10 episódios, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada. De fato, o último episódio gravado foi batizado de “Uma Chance de Final Feliz”, e sua sinopse diz: “O último episódio de ‘Lucifer’, a última briga com o pai [Deus]”. Mas a Netflix se arrependeu de encerrar a produçãoe já renegociou com a WBTV (Warner Bros. Television), os produtores e o elenco para a série continuar por pelo menos mais um ano. Os fãs agradecem.

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    Stranger Things: 4ª temporada já está toda escrita

    20 de junho de 2020 /

    A 4ª temporada de “Stranger Things” já está toda escrita. O Twitter da sala de roteiristas da série divulgou uma foto com a pilha completa de scripts. E com um detalhe extra: a imagem revela que a temporada contará com nove episódios inéditos. Veja abaixo. Isto representa um episódio a mais que a 3ª temporada e que os próprios planos originais dos irmãos Duffer para o novo ciclo. Em 2019, eles alegaram que o quarto ano teria oito capítulos. Ter um conjunto completo de scripts também representa uma mudança de ritmo para o programa. “Stranger Things” costuma trazer o produtor Shawn Levy para dirigir episódios no meio da temporada para que os Duffers possam terminar os roteiros da segunda metade. A mudança foi ocasionada pela pandemia de covid-19. A produção chegou a reunir o elenco para a leitura coletiva do primeiro roteiro em março e estava no começo de suas gravações quando houve a suspensão de todos os trabalhos como prevenção contra o coronavírus. Ainda não há previsão para retomada das gravações, nem para a estreia dos novos episódios de “Stranger Things”. Stranger Things 4: the complete season. #ST4 pic.twitter.com/DAjQFnPVGq — stranger writers (@strangerwriters) June 18, 2020

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    Dark: Novo trailer da série relembra como tudo começou

    20 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou um trailer retrospectivo de “Dark”, que relembra como a trama da série começou. A prévia, que recapitula acontecimentos desde a 1ª temporada, serve de aquecimento para o lançamento da 3ª e última parte da produção, que vai acontecer em uma semana. Apesar de não ser falada em inglês, “Dark” se provou uma das produções mais populares da Netflix ao vencer recentemente uma votação entre os usuários do site Rotten Tomatoes como a melhor série da plataforma, batendo “Black Mirror”, “Stranger Things” e “Peaky Blinders”. A criação de Baran bo Odar e da roteirista alemã Jantje Friese (ambos de “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo”) retorna no próximo sábado (27/6) em streaming, data importante na mitologia da série, por ser o dia em que se inicia o evento apocalíptico que acomete a cidade fictícia de Winden.

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  • Série

    Globo vai exibir série documental sobre crimes de João de Deus

    20 de junho de 2020 /

    Enquanto a Netflix prepara sua série documental, a Globo se adiantou e vai exibir já na próxima terça (23/6) o primeiro capítulo de sua produção sobre o fenômeno e os crimes de João de Deus. Intitulada “Em Nome de Deus”, a série tem seis episódios e, após a exibição na TV aberta, estará disponível completa na Globoplay. A produção é a segunda realização da Globoplay em parceria com a equipe de jornalismo da Globo, depois de “Marielle, O Documentário”. Ela foi concebida por Pedro Bial, que foi quem revelou, em dezembro de 2018 em seu programa, “Conversa com Bial”, a entrevista com a coreógrafa holandesa Zahira Lienike Mous, primeira vítima que aceitou mostrar o rosto e denunciar os abusos praticados por mais de 40 anos pelo médium. A partir dali, outras vítimas se sentiram encorajadas, somando dezenas de denúncias, que levaram ao encarceramento do guru e curandeiro da cidade de Abadiânia, no interior de Goiás. Ele foi condenado a mais de 60 anos de prisão por crimes sexuais. “Em Nome de Deus” tem roteiro de Camila Apel e Ricardo Calil. Já a direção é de Calil, Mônica Almeida e Gian Carlo Belotti (que também assina a direção de fotografia). Ricardo Calil (ex-colega do editor da Pipoca Moderna na Folha) é o diretor dos premiados documentários “Uma Noite em 67” (2010), “Eu Sou Carlos Imperial” (2016) e “Cine Marrocos” (2018). Mônica Almeida comanda o “Conversa com Bial”. E Belotti dirigiu comerciais e a série “Eu Me Movo” (2016). Além do caso em si, o documentário vai revelar bastidores da denúncia, que teve início com tentativas de levar o médium ao programa de Bial como entrevistados. O apresentador relata que, após vários contatos, foi convidado a ir a Abadiânia, mas desistiu. “Se eu fosse como repórter, poderia trazer minhas impressões dele e daquele ambiente. Mas ali, de certa forma, eu estaria como uma celebridade, e não queria que ele usasse isso como um aval para seus poderes mediúnicos, como ele fez com outros nomes conhecidos que o visitaram”, revelou Bial ao jornal O Globo. “Quando, num momento seguinte, nos deparamos com as denúncias de abusos, começamos a pensar em como lidar com aquele material dentro do nosso formato, de talk show. Não fazer isso seria nos omitirmos diante de algo tão grave”.

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    Wasp Network, 7500, Aberrações e Aniara são destaques digitais do fim de semana

    19 de junho de 2020 /

    “Wasp Network: Rede de Espiões”, lançamento da Netflix, não é exatamente a melhor estreia digital da semana, mas com certeza é a que chama mais atenção na programação, pela equipe envolvida e por ser uma coprodução brasileira, baseada em livro de autor nacional – “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, de Fernando Morais, lançado em 2011. O elenco é uma verdadeira seleção ibero-americana, com destaque para o brasileiro Wagner Moura (“Narcos”), a espanhola Penélope Cruz (“Dor e Glória”), o mexicano Gael García Bernal (“Museu”), a cubana Ana de Armas (“Entre Facas e Segredos”), o venezuelano Édgar Ramírez (“A Garota no Trem”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (também de “Dor e Glória”). Com direção do premiado cineasta francês Olivier Assayas (Melhor Diretor no Festival de Cannes de 2016 por “Personal Shopper”), o filme é repleto de reviravoltas, que ilustram os esforços da espionagem cubana durante a Guerra Fria. Entretanto, há filmes melhores disponíveis em outras plataformas, como “7500”, “Aberrações” e “Aniara”. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros lançamentos digitais inéditos nos cinemas brasileiros, que valem a conferida nos serviços de VOD (locadoras online) e streaming neste fim de semana. A curadoria não inclui títulos clássicos e produções que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Wasp Network: Rede de Espiões | França, Brasil | 2020 O thriller de espionagem conta a história da Rede Vespa, um grupo de agentes duplos cubanos que se passaram por desertores para se infiltrar em organizações anticastristas de extrema-direita em Miami, entre as décadas de 1980 e 1990. Uma das curiosidades de seu elenco estrelado (veja a lista completa acima) é que volta a juntar Warner Moura e Ana de Armas, que viveram par romântico em “Sergio”, outro lançamento da Netflix, disponibilizado no mês passado. A produção é da RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, em parceria com a francesa CG Cinemas e sua première aconteceu no último Festival de Veneza. Na época, a crítica achou chato (41% no Rotten Tomatoes), mas o filme acabou recebendo um prêmio especial do Festival de Deauville, realizado uma semana depois na França. Netflix 7500 | EUA | 2020 O título 7500 refere-se ao código para sequestro aéreo, alerta transmitido pelo co-piloto de um voo de rotina de Berlim para Paris após ver terroristas tentando tomar o controle do avião e se trancar na cabine. Como os sequestradores não conseguem invadir a cabine, passam a ameaçar de morte todos os passageiros para forçar o co-piloto a abrir a porta. Com Joseph Gordon-Levitt (“Snowden”) no papel principal, o filme explora a tensão psicológica que resulta desse impasse – e tem 65% de aprovação no Rotten Tomatoes Amazon Aberrações (Freaks) | EUA | 2019 Mistura de suspense e sci-fi ao estilo de “Rua Cloverfield, 10”, traz uma menina de sete anos trancada em casa pelo pai perturbado (Emile Hirsch), que a alerta para nunca sair, devido aos graves perigos do lado de fora. Até que um homem misterioso (o veterano Bruce Dern) surge e tenta convencer a garota a se juntar a ele em uma jornada ao mundo exterior. Longe de ser frenético, o filme é para fãs de atmosferas psicológicas e foi premiado nos festivais de cinema fantástico de Paris, Bruxelas e Trieste. Com direção da dupla Zach Lipovsky e Adam B. Stein, que assinou o bem-sucedido telefilme live-action de “Kim Possible”, tem a melhor avaliação crítica desta lista: 87% no Rotten Tomatoes! iTunes, Now, Oi Play e Vivo Play Aniara | Suécia, Dinamarca | 2018 Sci-fi espacial escandinava sobre uma nave repleta de passageiros que, após um acidente num voo para Marte, fica à deriva no espaço. Com clima mais melancólico que catastrófico, explora as diferentes reações à situação de mergulho sem volta na imensidão, que vão da resignação ao desespero, trazendo à tona um retrato cru da humanidade. A obra adapta um poema do vencedor do Noel Harry Martinsson e conquistou prêmios em festivais do gênero, atingindo 70% de aprovação no Rotten Tomatoes – e quase 100% nos gatilhos de depressão. Now, Vivo Play e Sky Play Olhos de Gato (A Whisker Away) | Japão | 2020 Anime sobre uma garota que se transforma em gato para ficar perto do garoto que ama. Escrita por Mari Okada (de “Maquia: Quando a Flor Prometida Floresce”), a história, digamos, peculiar mescla aspectos culturais japoneses com uma trama romântica adolescente. Vale observar que um dos diretores, Jun’ichi Satô, é veterano da animação japonesa, tendo trabalhado em clássicos como “Sailor Moon” e “Neon Genesis Evangelion”. Netflix Feel The Beat | EUA | 2020 Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”) é uma dançarina malvada que vira professara de dança infantil numa comédia de desenvolvimento previsível, mas divertido. Após seu fracasso em um teste para Broadway tornar-se um vídeo viral, ela volta para a cidade onde nasceu e lá é convidada a treinar um grupo de crianças para uma competição. A malvadinha só aceita ao descobrir que a final teria jurados da Broadway, e então decide transformar as meninas inexperientes em bailarinas vencedoras… em duas semanas! Netflix Anton: Laços de Amizade | Ucrânia | 2019 Dois meninos, um católico e um judeu, crescem juntos em 1919, aprendendo sobre amizade e preconceito em meio às tragédias e à revolução bolchevique na Ucrânia. O drama marcou a despedida do diretor georgiano Zaza Urushadze, que disputou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2015 por “Tangerinas”. Ele morreu em dezembro passado, de ataque cardíaco aos 57 anos. Cinema Virtual iTunes Wendy | EUA | 2019 Incluído mais por curiosidade que recomendação, trata-se de um desastre retumbante. O filme tem roteiro e direção de Benh Zeitlin, que em 2012 encantou os cinéfilos de todo o mundo com seu primeiro longa, “Indomável Sonhadora”, vencedor do Festival de Sundance, premiado em Cannes e indicado ao Oscar de Melhor Filme. Ele demorou sete anos para voltar a filmar e “Wendy” têm vários pontos em comum com o trabalho anterior, a começar pelo fato de contar uma história fantástica filtrada pelo olhar de uma menina. Trata-se, na verdade, de uma versão de “Peter Pan”, em que crianças abandonadas embarcam para uma ilha distante, trocando suas vidas duras por um cotidiano de aventuras, com o bônus de o tempo não parecer passar. Até que “piratas” descobrem o local, colocando em risco sua liberdade e os obrigando a crescer. O problema é que qualquer vestígio dessa narrativa é enterrado pela fotografia da paisagem, ainda mais exasperante que nos filmes de Terrence Malick. Seu belo visual não esconde a bela decepção, com pífios 38% no Rotten Tomatoes. iTunes, Now, Google Play e YouTube Filmes Revelação (Disclosure) | EUA | 2020 O documentário sobre a representação de pessoas trans no cinema e na TV mostra como Hollywood ao mesmo tempo reflete e cria ansiedades relacionadas à questão de gênero. No longa, ativistas e artistas trans famosos nos EUA, como Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Lilly Wachowski (“Matrix”), Yance Ford (“Strong Island”), MJ Rodriguez (“Pose”), Jamie Clayton (“Sense8”) e Chaz Bono (“American Horror Story”), explicam suas reações e resistências à forma como a transexualidade é apresentada nas telas, discutindo o contraste entre a ficção, o que pensa a sociedade e a realidade das pessoas trans. Netflix

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  • Série

    Cursed: Série medieval estrelada por Katherine Langford ganha primeiro teaser

    18 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou novas fotos e o teaser legendado de “Cursed: A Lenda do Lago”, série de fantasia medieval criada por Frank Miller (o autor dos quadrinhos de “300”, “Cavaleiro das Trevas” e “Sin City”) sobre a lenda do Rei Arthur. A prévia propõe uma revisão completa da história conhecida, sugerindo a transformação de Nimue na Rainha lendária que Arthur estava destinado a se tornar, ao se tornar guardiã da espada mágica Excalibur. O vídeo também revela a data de estreia da série. Baseada no romance ilustrado homônimo, de autoria de Miller e Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), “Cursed” apresenta uma releitura da lenda sob o ponto de vista de Nimue, apresentada como uma heroína adolescente com um dom misterioso, que irá torná-la a poderosa Dama do Lago. A protagonista é vivida por Katherine Langford (a Hannah de “13 Reasons Why”), enquanto o mago Merlin, que se apaixona por ela nas fábulas, é interpretado por Gustaf Skarsgård (o Floki de “Vikings”). A maior surpresa na escalação, porém, cabe ao papel de Arthur. O lendário herói britânico é encarnado pelo ator Devon Terrell, que foi Barack Obama no drama indie “Barry”. Na série, Arthur é um jovem mercenário que se une a Nimue em sua busca para encontrar Merlin e entregar a antiga espada encantada. Ao longo da jornada, eles se tornam símbolos de coragem e rebelião contra os terríveis paladinos vermelhos do Rei Uther. O elenco também inclui Daniel Sharman (“The Originals”), Peter Mullan (“Westworld”), Sebastian Armesto (“Amor e Tulipas”), Billy Jenkins (“Humans”), Lily Newmark (“Han Solo”) e Catherine Walker (“Versailles”). A 1ª temporada terá 10 episódios e vai estrear em 17 de julho.

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    Atleta A: Trailer de documentário revela abuso sofrido por medalistas olímpicas dos EUA

    17 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Atleta A” (Athlete A), documentário sobre a polêmica que se abateu sobre a ginástica olímpica dos EUA, com o surgimento de denúncias de abuso sexual do médico da seleção feminina, acobertadas pela federação esportiva. Dirigido pelos cineastas Bonni Cohen e Jon Shenk (de “Uma Verdade Mais Inconveniente”), o filme se aprofunda nas denúncias devastadoras das atletas, acompanhando o trabalho dos repórteres do pequeno jornal americano IndyStar, responsáveis pela revelação dos casos e exposição da cultura de abuso a que eram submetidos as estrelas da elite olímpica americana. O longa confronta a pressão dos poderosos para impedir que as denúncias viessem à tona e a coragem das jovens responsáveis pelas acusações, entre elas as medalhistas olímpicas Aly Raisman e Jordyn Wieber, culminando no julgamento do caso, que aconteceu em 2018 e levou à renúncia de todo o comitê olímpico de ginástica feminina dos EUA. “Atleta A” estreia na próxima quarta (24/6) em streaming.

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  • Filme

    Desperados: Comédia feminina da Netflix ganha trailer legendado

    17 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos, pôster e o trailer legendado de “Desperados”, comédia escrita, dirigida e estrelada por mulheres. A trama gira em torno de uma mulher neurótica (Nasim Pedrad, de “Aladdin”), que encontra o “date perfeito” (Robbie Amell, de “The Flash”) por caso, mas pira quando ele fica cinco dias sem retornar suas ligações. Após enviar um email cheio de insultos, ela descobre que ele sofreu um acidente, está no hospital e a ama. Em pânico, ela traça um plano com suas duas melhores amigas (Anna Camp, de “A Escolha Perfeita”, e Sarah Burns, de “Barry”) para pegar o celular antes que ele possa ver as mensagens. O detalhe é que o celular está no México. Ao chegar no hotel, ela se depara com outro ex-date (Lamorne Morris, de “New Girl”), que logo é envolvido no esquema frenético. “Desperados” é o primeiro longa escrito por Ellen Rapoport (“The Jamie Kennedy Experience”) e dirigido por LP (Lauren Palmigiano), que já fez muitas séries de comédia, e também inclui em seu elenco a atriz Heather Graham (“Se Beber, Não Case”). A estreia está marcada para 3 de julho.

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    Ator da série The Ranch é indiciado por suposto estupro de três mulheres

    17 de junho de 2020 /

    A promotora distrital de Los Angeles, Jackie Lacey, anunciou nesta quarta (17/6) que o ator Danny Masterson (das séries “That ’70s Show” e “The Ranch”) foi formalmente indiciado pelo estupro de três mulheres em incidentes separados, acontecidos entre 2001 e 2003. Na verdade, as acusações envolviam cinco casos. A promotoria recusou uma das denúncias de agressão sexual contra Masterson por insuficiência de provas e a outra por já ter prescrito. A prescrição aconteceu devido a problemas na apuração do caso. As primeiras denúncias foram encaminhadas para a polícia no começo da década passada. Segundo o site Huffington Post, as autoridades não puderam agir na época devido à interferência da igreja da Cientologia, da qual o ator é adepto. As mulheres que o acusavam também eram integrantes da igreja, que tem como regra proibir colaboração com a polícia. De acordo com o relato do site, a instituição mobilizou 50 seguidores para darem testemunhos escritos favoráveis a Masterson e contrários às acusadoras. Além disso, o arquivo com os depoimentos e acusações formais desapareceu misteriosamente no começo do processo, fazendo com que a promotoria tivesse que recomeçar todo o caso do zero. Com isso, o caso só foi reaberto em 2017, após “evidências incriminadoras” terem sido recebidas pela promotoria. As mulheres teriam tomado coragem para ir adiante com a denúncia após a atriz Leah Remini (série “King of Queens”) expor na TV abusos supostamente cometidos por integrantes da Igreja da Cientologia. O caso de Masterson apareceu na série que ela apresenta na TV paga americana. Masterson sempre negou veementemente todas as acusações. Mas após as acusações se tornarem públicas, ele foi demitido pela Netflix da série “The Ranch”, que fazia com Ashton Kutcher. O vice-promotor distrital Reinhold Mueller, da Divisão de Crimes Sexuais, que está processando o caso, disse que todos os supostos crimes ocorreram na casa do ator. Se condenado, Masterson pode enfrentar uma possível sentença máxima de 45 anos de prisão. Actor Charged With Raping Three Women https://t.co/vX8fhCn6fD @LAPDHQ #LADAOffice — Jackie Lacey (@LADAOffice) June 17, 2020

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