“Dahmer: Um Canibal Americano” bate recorde de audiência na Netflix
A série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”), se tornou um dos maiores sucessos na Netflix em todos os tempos. Durante a sua segunda semana, a série acumulou quase 300 milhões de horas assistidas, liderando com folga o Top 10 semanal do serviço de streaming. Os números são impressionantes e classificam a atração como a segunda série em inglês mais assistida da Netflix numa única semana – atrás apenas da 4ª temporada de “Stranger Things”. Ao todo, após 12 dias de disponibilidade, “Dahmer: Um Canibal Americano” já foi visto por um total de 496,1 milhões de horas. A Netflix também revelou que pelo menos 56 milhões de lares já consumiram todos os 10 episódios da série até agora. Com a audiência atual, “Dahmer: Um Canibal Americano” já é a 9ª série mais popular da Netflix. E deve subir mais posições em breve, uma vez que a série tem mais 16 dias para fechar o mês – a Netflix contabiliza somente as horas visualizadas nos primeiros 28 dias de disponibilidade de cada título. “Dahmer: Um Canibal Americano” mostra como Jeffrey Dahmer (Evan Peters, de “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da polícia e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Apesar do sucesso, a atração tem gerado protestos de parentes das vítimas, que reclamam da exploração da história. A produção também não agradou à crítica, sendo considerada mediana pela média das resenhas compiladas no agregador Rotten Tomatoes – 50% de aprovação. Fechando o Top 5 semanal da Netflix, estão ainda – de forma surpreendente, pela audiência pífia na TV – a 5ª temporada de “Dinastia” (que acumulou 44,6 milhões de horas assistidas), a 2ª temporada de “Fate: A Saga Winx” (com 26 milhões de horas assistidas), a 5ª temporada de “Cobra Kai” (20 milhões de horas) e a 1ª temporada de “Heartbreak High: Onde Tudo Acontece” (14 milhões de horas).
Florence Pugh investiga “O Milagre” em trailer da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “O Milagre” (The Wonder), drama sobrenatural estrelado por Florence Pugh (“Viúva Negra”). Baseado no romance homônimo de Emma Donoghue, o filme se passa na Irlanda, no ano de 1859, e acompanha uma enfermeira (personagem de Pugh) e uma freira levadas a uma pequena vila para observar uma menina que supostamente sobrevive há meses sem comer. Elas devem determinar as causas do aparente milagre ou farsa. A menina diz que sua alimentação é fornecida diretamente por Deus e não precisa de outras substâncias da Terra. O filme tem direção do chileno Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”), que também escreveu o roteiro em parceria com Alice Birch (“Normal People”). O elenco ainda conta com Niamh Algar (“Raised by Wolves”), Ciarán Hinds (“Belfast”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Tom Burke (“Mank”), Elaine Cassidy (“A Descoberta das Bruxas”), David Wilmot (“Station Eleven”), Brían F. O’Byrne (“Lincoln Rhyme: A Caçada pelo Colecionador de Ossos”) e Kíla Lord Cassidy (“Viewpoint”). “O Milagre” estreia em 16 de novembro na Netflix.
Trailer de “Big Mouth 6” destaca famílias e monstros
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer legendado da 6ª temporada de “Big Mouth”, que destaca os problemas das famílias da trama. Criada pelos roteiristas Nick Kroll (criador do “Kroll Show”), Andrew Goldberg (“Uma Família da Pesada/Family Guy”), Mark Levin e Jennifer Flackett (ambos de “Viagem ao Centro da Terra – O Filme”), “Big Mouth” é uma série protagonizada por adolescentes e monstros. Mas são monstros simbólicos, hormonais, que se manifestam como vozes da consciência dos personagens centrais, jovens passando pelas mudanças físicas e biológicas da puberdade. A prévia da nova temporada mostra que, desta vez, os dramas de pais e filhos terão destaque equivalente, assim como as crises de um casal de monstros hormonais, em meio ao nascimento de seu primogênito. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A série é um grande sucesso da plataforma e já rendeu até um spin-off, chamado de “Recursos Humanos” (Human Resources).
Óculos e outros materiais de Jeffrey Dahmer são postos à venda
Aproveitando o interesse gerado pela série “Dahmer: Um Canibal Americano”, da Netflix, um colecionador canadense de itens raros pôs à venda os óculos usados pelo serial Jeffrey Dahmer por US$ 150 mil – que na cotação atual dá cerca de R$ 780 mil. Taylor James é dono da loja Cult Collectibles, em Vancouver, no Canadá, e alega ter conseguido o item depois de ter sido procurado por uma ex-funcionária da casa do pai de Dahmer – que tem 86 anos e não aparece em público desde 2020. Dahmer usava os óculos com aro de metal dourado quando praticou seus crimes e quando foi assassinato na prisão. E as relíquias macabras do serial killer não param por aí: há também fotos da família, uma bíblia, cartas e até talheres usados por Dahmer para… bem, vocês sabem. O assassino e canibal, que matou 17 pessoas, foi condenado à prisão perpétua em 1992, mas foi morto por outro detento em novembro de 1994.
Berlin: Vídeo apresenta personagens da série derivada de “La Casa de Papel”
A Netflix divulgou um vídeo para apresentar os personagens de “Berlin”, spin-off da série “La Casa de Papel” que será estrelada pelo ator Pedro Alonso. Além do intérprete do ladrão de joias hedonista Andrés de Fonollosa, também conhecido como Berlim, o elenco inclui Michelle Jenner (“Isabel”) como Keila, especialista em eletrônica, Tristán Ulloa (“Fariña”) como o confidente de Berlim e professor filantrópico Damián, Begoña Vargas (“Bem-vindos ao Éden”) como a instável Cameron, Julio Peña Fernández (“Através da Minha Janela”) como o dedicado Roi e o estreante Joel Sánchez como Bruce, um homem de ação implacável. A trama é um prólogo centrado numa gangue anterior de Andrés de Fonollosa, antes dele se tornar Berlim. A produção foi desenvolvida pelo criador de “La Casa de Papel”, Álex Pina, em parceria com Esther Martínez Lobato, roteirista-produtora da série original. As gravações começaram nesta segunda (3/10) em Paris, na França, mas ainda não há previsão para a estreia.
As 10 melhores séries de setembro
Com cada vez mais séries lançadas todas as semanas nos diversos serviços de streaming em operação no Brasil, nem os campeões das maratonas de sofá conseguem acompanhar o ritmo do mercado. A seleção abaixo é um lembrete para reforçar produções que merecem mais atenção entre a enxurrada de títulos recentes. Um detalhe interessante na seleção é a quantidade de séries épicas e grandiosas foram lançadas em setembro, com muitos efeitos visuais e/ou reconstituições apuradas de época – sejam passadas numa galáxia muito distante ou no Império Romano. Confira abaixo o Top 10 com os trailers de cada destaque. | STAR WARS: ANDOR | DISNEY+ A mais madura e melhor das séries “Star Wars” registra um clima intenso de suspense de espionagem, mais até do que de aventura espacial, e o mérito é do roteiro envolvente de Tony Gilroy, que escreveu “Rogue One”, filme que introduziu o personagem Cassian Andor, e também assinou a franquia de Jason Bourne. A trama é um prólogo que resgata três personagens de “Rogue One” (2016), que também foi o melhor filme de “Star Wars” desde a trilogia original. Além do personagem-título, vivido por Diego Luna, há a líder da resistência Mon Mothma, interpretada por Genevive O’Reilly, e o rebelde Saw Gerrera, vivido por Forest Whitaker. Juntos, eles representam a semente da rebelião contra o Império, após o colapso da República no filme “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). O início da formação da Aliança Rebelde tem direção de Toby Haynes, que assinou o episódio “USS Callister”, de “Black Mirror”, vencedor do Emmy em 2018. E o elenco também inclui Adria Arjona (“Esquadrão 6”), Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”), Kyle Soller (da série “Poldark”), Denise Gough (“Colette”) e Alex Lawther (“The End of the F***ing World”). | O SENHOR DOS ANÉIS: OS ANÉIS DO PODER | AMAZON PRIME VIDEO A série mais cara da história da televisão, que teria custado mais de US$ 750 milhões – fala-se em US$ 1 bilhão – para ser produzida, é um espetáculo visual deslumbrante, que combina locações de tirar o fôlego na Nova Zelândia com efeitos de computação impressionantes para materializar uma fantasia tão envolvente quanto os filmes de Peter Jackson. A trama inédita, concebida pela dupla Patrick McKay e J.D. Payne (de “Star Trek: Discovery”), acompanha um grupo de personagens, novos e familiares, que precisam se unir para confrontar o ressurgimento do mal na Terra Média. Liderando os personagens está a jovem Galadriel (Morfydd Clark), que ao pressentir o perigo inicia uma jornada que apresenta a forja dos Anéis de Poder, o surgimento de Sauron e a aliança entre homens e elfos. Os dois primeiros episódios, dirigidos por J.A. Bayona (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), mapeiam os diferentes povoados, incluindo vilas de anões e pés-peludos, para explicar quem são os novos personagens e suas motivações. Cada núcleo tem seus próprios dramas, conflitos e aventuras, que precisam entrar em rota de convergência. São pelo menos 20 personagens, interpretados por nomes como Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), entre outros. Com uma narrativa de fôlego, materializada com o que existe de mais avançado em efeitos, e uma equipe técnica de dar inveja em muito blockbuster, o resultado é uma fotografia, figurino e cenografia para vencer tudo no Emmy 2023. É realmente o maior épico já feito para a telinha. Mas não veja na telinha. Veja na maior Smart TV possível. | THE OLD MAN | STAR+ A primeira série da carreira de Jeff Bridges, vencedor do Oscar por “Coração Louco” (2009), é baseada no livro homônimo de Thomas Perry e traz Bridges como o velho do título, um ex-agente da CIA chamado Dan Chase, aposentado e em reclusão há décadas, que precisa desenferrujar suas habilidades quando um assassino de aluguel aparece para perturbar sua paz. Obrigado a encarar seu passado e seus erros, ele sai de seu esconderijo para ajustar contas contra aqueles que sabem o que ele fez e que tentam matá-lo. Elogiadíssima, a série estreou com 96% de aprovação da crítica nos EUA, na média do Rotten Tomatoes. A equipe fantástica da produção inclui o diretor Jon Watts (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), os roteiristas Robert Levine e Jonathan E. Steinberg (cocriadores da ótima série de piratas “Black Sails”), e um elenco formado por feras como Bridges, John Lithgow (vencedor do Emmy por “The Crown” e “Dexter”), Amy Brenneman (indicada ao Emmy por “Judging Amy”), Faran Tahir (“Homem de Ferro”) e Alia Shawkat (“Search Party”). Vale lembrar que, antes das gravações, o ator enfrentou um tratamento contra o câncer e durante a produção ainda ficou mal ao pegar covid-19. Mas isso não o impediu de gravar seu trabalho com mais cenas de ação, repleto de tiroteios, colisões de carros e violência ao estilo dos thrillers tradicionais de Liam Neeson. | THE HANDMAID’S TALE 5 | PARAMOUNT+ Baseada no livro homônimo de Margaret Atwood, lançado no Brasil como “O Conto da Aia”, a série mostra um futuro distópico, onde a extrema direita assume o poder e cria um governo, Gilead, que usa a Bíblia como base para retirar todos os direitos das mulheres e executar homossexuais. Mas June (Elisabeth Moss), uma mulher aprisionada e usada como “aia” por um dos líderes do governo para se reproduzir, inicia uma rebelião que ameaça a estabilidade do patriarcado. A 5ª temporada da série premiada explora o acirramento da rivalidade entre June e Serena (Yvonne Strahovski) após o assassinato do Comandante Waterford (Joseph Fiennes). Enquanto a viúva aproveita a tragédia para reunir seguidores em pleno Canadá, a ex-aia faz planos para voltar a Gilead como parte de uma guerrilha, visando derrubar de vez o governo extremista. Só que ela também se torna alvo da vingança dos fundamentalistas. A série foi recentemente renovada para sua 6ª temporada, que também será a última. | COBRA KAI 5 | NETFLIX A 5ª temporada mostra Terry Silver (Thomas Ian Griffith) expandindo o império Cobra Kai para tornar seu estilo impiedoso de artes marciais ainda mais dominante. A trama também traz de volta o vilão Mike Barnes (Sean Kanan), visto em “Karatê Kid III”. E mesmo diante do inimigo comum, os ex-rivais Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) não conseguem sequer fazer seus alunos se entenderem. Alimentada pela nostalgia da década de 1980, “Cobra Kai” foi criada por Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) e segue os personagens clássicos de “Karatê Kid” mais de 30 anos após os eventos da franquia original. Além dos citados, a lista de personagens clássicos inclui ainda Lucille (Randee Heller) e Chozen (Yuji Okumoto), do primeiro e do segundo filme. | THE SERPENT QUEEN | LIONSGATE+ A nova minissérie de Rainhas históricas da Lionsgate+ (ex-Starzplay) traz Samantha Morton, que reinou entre os mortos-vivos como Alpha na série “The Walking Dead”, no papel de Catarina de Médici, uma das mulheres mais influentes – e cruéis – que já usou uma coroa. Casando-se ainda adolescente na corte francesa do século 16, ela logo perde a inocência e, com sua inteligência e determinação, domina o esporte sangrento que é a monarquia melhor do que ninguém, governando a França por 50 anos. “The Serpent Queen” foi desenvolvida pelo roteirista Justin Haythe (“Operação Red Sparrow”), tem direção de Stacie Passon (“Os Segredos do Castelo”) e conta com produção do cineasta Francis Lawrence (da franquia “Jogos Vorazes”). | DOMINA | HBO MAX Quem gosta de épicos históricos precisa acompanhar a série britânica, gravada na Itália, sobre Livia Drusilla, a primeira Imperatriz de Roma. E o bom da produção original da Sky chegar pela HBO Max é que ela pode ser encarada como sequência dos eventos da premiada série “Roma” (2005–2007), da HBO. Criada e escrita por Simon Burke (“Fortitude”) e dirigida pela cineasta australiana Claire McCarthy (“Ophelia”), a história segue o percurso de Livia, dos tempos de jovem ingênua que vê o seu mundo desmoronar após o assassinato de Júlio César, até seu segundo casamento com o sobrinho de César, Caio Otávio – que vai à guerra contra Marco Antônio para inaugurar o Império Romano – , impulsionada por um desejo profundo de vingar a família e assegurar o poder para seus filhos. O elenco central destaca a polonesa Kasia Smutniak (“Devils”) como Livia e o inglês Matthew McNulty (“The Terror”) como Caio, mais conhecido como o futuro imperador Otávio Augusto. O elenco também inclui Liam Cunningham (“Game Of Thrones”), Isabella Rossellini (“Joy: O Nome do Sucesso”), Christine Bottomley (“The End of the F***ing World”), Colette Tchantcho (“The Witcher”), Ben Batt (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Enzo Cilenti (“Free Fire”) e Claire Forlani (“A Cinco Passos de Você”). Detalhe: já está renovada para a 2ª temporada. | DAHMER: UM CANIBAL AMERICANO | NETFLIX A minissérie sobre os crimes do serial killer canibal Jeffrey Dahmer é uma espécie de reprise temática de “The Assassination of Gianni Versace – American Horror Story”. Ambas são produzidas por Ryan Murphy (também de “American Horror Story”), têm a mesma estrutura narrativa e moral da história. Na atração exibida em 2018, um serial killer foi capaz de matar o dono da grife Versace por causa da homofobia da polícia, que não se dedicou a capturar o assassino que “só” matava gays. Na nova produção, o racismo é o componente primordial para a impunidade do Dahmer durar décadas. Baseada na história real do psicopata, a série mostra como Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. O elenco destaca Evan Peters (“American Horror Story”) como Dahmer e Niecy Nash (“Claws”) como a vizinha, além de Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). | PISTOL | STAR+ A minissérie sobre a banda Sex Pistols tem direção de Danny Boyle (“Trainspotting”) e faz uma recriação detalhista da época do nascimento do punk rock. Mas divide opiniões por ser baseada em “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro de Steve Jones, que acaba dando mais destaque para o guitarrista que o incendiário empresário Malcolm McLaren e o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), verdadeiros mentores da banda. A trama destaca a trupe punk original, que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood (então namorada de McClaren), e recria shows históricos e lendas conhecidas, como a substituição do baixista Glen Matlock por Sid Vicious, que não sabia tocar seu instrumento. O roteiro é assinado por Craig Pearce (“Moulin Rouge!”) e Frank Cottrell Boyce (responsável por outra obra deste período: o filme “A Festa Nunca Termina”), e o elenco inclui Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Paul Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock, Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious, Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”) como McLaren e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. | ROTA 66 – A POLÍCIA QUE MATA | GLOBOPLAY A trama de “true crime”...
Ex-BBB Eliezer vai participar de série da Netflix
O ex-BBB Eliezer do Carmo Neto estará na 2ª temporada da comédia “A Sogra Que Te Pariu”, da Netflix. Ele terá um pequeno papel como motorista de aplicativo, que levará Dona Isadir (Rodrigo Sant’Anna) e Fátima (Solange Teixeira) para uma missão divertida. Criador da série, Rodrigo Sant’Anna teria procurado diretamente o Sated (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões) do Rio para pedir uma autorização para Eliezer poder atuar na produção. Primeira produção brasileira da Netflix gravada com plateia, visando registrar a reação do público – a claque dos risinhos – , a série também marca a volta de Sant’anna a um papel feminino, após a Valéria do “Zorra Total” e a Graça do “Tô de Graça”. Na trama, o humorista vive Dona Isadir, que durante a pandemia se muda para a mansão do filho Carlos (Rafael Zulu), na Barra da Tijuca, e cria vários atritos com a nora Alice (Lidi Lisboa), embora tenha bom relacionamento com os netos Jonas e Márcia (Pedro Ottoni e Bárbara Sut) e com a emprega Marinez (Daniela Fontan), que trabalha há anos para a família de seu filho. A atração conta com direção de Alex Cabral (“Escolinha do Professor Raimundo”) e é importante destacar que seu elenco central é todo negro, algo ainda muito raro de se ver numa produção brasileira.
Netflix renova “Kleo” para 2ª temporada
A Netflix renovou a série alemã “Kleo”, produção de espionagem, ação e humor ácido lançada em agosto. Kleo é o nome de uma ex-espiã da Alemanha Oriental, que após a queda do muro de Berlim inicia uma missão pessoal de vingança contra as pessoas que a traíram. Criada por Richard Kropf, Bob Konrad e Hanno Hackfort, trio responsável por “Para – We Are King” na HBO Max e “You Are Wanted” na Amazon Prime Video, a atração destaca a atriz Jella Haase (“Berlin Alexanderplatz”) no papel-título. A produção de “Kleo” fez parte de uma megalista de produções da Netflix Europa, que incluiu quase 20 projetos na Alemanha, Áustria e Suíça e o comprometimento da plataforma de dobrar seu investimento na região para 500 milhões de euros até 2023. Outro programa revelado na ocasião foi o drama histórico “A Imperatriz”, que estreou na sexta (30/9) em streaming. Falando à imprensa, a vice-presidente da Netflix para a Alemanha, Katja Hofem, disse que a renovação de “Kleo” é uma prova de que o streamer está se comprometendo com programas de várias temporadas. Veja abaixo o trailer da temporada inaugural.
Lily Collins anuncia final das gravações de “Emily em Paris 3”
A atriz Lily Collins, protagonista da série “Emily em Paris”, anunciou o final das gravações da 3ª temporada em seu Instagram, publicando uma galeria de imagens inéditas dos bastidores com colegas do elenco, maquiadores e equipe de produção. Na publicação, ela escreveu que “não há palavras para descrever os sentimentos de terminar a gravação de cada temporada e este ano não é diferente”. “Nós realmente temos a melhor e mais dedicada equipe que existe e um elenco que posso chamar de família. Obrigado por apoiar, edificar e encorajar incansavelmente e trabalhar incansavelmente para fazer tudo acontecer. Mal posso esperar para compartilhar o que criamos. Orgulhoso nem sequer faz justiça. Je vous aime tous!…”, completou. As imagens também destacam o novo visual da personagem Emily com franjinha. “Emily em Paris” traz a filha do cantor Phil Collins no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de levar uma “visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. A 3ª temporada vai estrear em dezembro, em dia ainda não divulgado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lily Collins (@lilyjcollins)
2ª temporada de “Young Royals” ganha prévia inédita e data de estreia
A Netflix divulgou a data de estreia, o pôster oficial e um vídeo com os primeiros minutos da 2ª temporada de “Young Royals” em suas redes sociais. O romance sueco adolescente conta a história do jovem príncipe Wilhelm (Edvin Ryding), que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon (Omar Rudberg), um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. A 1ª temporada teve seis episódios de 40 minutos cada, escritos por Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman, e a história vai continuar com mais seis capítulos no dia 1 de novembro. O VIDEO VAZOU! A segunda temporada de Young Royals estreia dia 1 de novembro. 👑 pic.twitter.com/MtBDIRIR8x — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 30, 2022 FELIZ NATAL!!!!!!! A 2ª temporada de Young Royals estreia dia 1º de novembro. 👑❤️ E tá aqui mais um presentinho de Natal pra comemorar a volta às aulas em Hillerska: os primeiros 4 minutos da 2ª temporada. 🎁🎄 pic.twitter.com/626Eu3cuXM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 30, 2022
Série de terror de Guillermo Del Toro ganha trailer sombrio
A Netflix divulgou o pôster e o trailer sombrio de “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro”, nova série de terror em formato de antologia, concebida pelo diretor vencedor do Oscar por “A Forma da Água”. A prévia traz cenas e os títulos dos oito episódios que compõem a 1ª temporada, cada um com elenco e diretores distintos. “Bem a tempo do Halloween, cada um desses oito contos é uma espiada fantástica dentro do armário de delícias existente sob a realidade em que vivemos”, declarou del Toro, que assina o projeto como produtor. Como demonstra a prévia, as histórias seguem tendências diferentes do terror, do gótico clássico à fantasia mística, concebidas por um time especialmente selecionado pelo diretor. A lista dos encarregados a escrever e dirigir os episódios inclui alguns nomes conhecidos dos fãs do gênero, como Panos Cosmatos (“Mandy: Sede de Vingança”), Jennifer Kent (“O Babadook”), Vincenzo Natali (criador da franquia “Cubo”), Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), David Prior (“O Mensageiro dos Últimos Dias”), Keith Thomas (do remake de “Chamas da Vingança”) e até Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), além de Guillermo Navarro, diretor de fotografia dos filmes de Del Toro. Del Toro também ajudou a selecionar pessoalmente o elenco grandioso, formado por Rupert Grint (“Harry Potter” e “Servant”), Andrew Lincoln (“The Walking Dead”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Essie Davis (“O Babadook”), Luke Roberts (“Black Sails”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Glynn Turman (“Fargo”), Ben Barnes (“Sombra e Ossos”), Elpidia Carrillo (“Mayans M.C.”), Hannah Galway (“Sex/Life”), Crispin Glover (“Deuses Americanos/American Gods”), Demetrius Grosse (“Fear the Walking Dead”), David Hewlett (“A Forma da Água”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Sebastian Roché (“The Originals”) e Peter Weller (o RoboCop original). A série ganhou data de estreia em 25 de outubro. Mas, ao contrário da maioria das produções da plataforma, não será lançada inteira de uma vez. A Netflix anunciou que vai liberar dois episódios por noite até 28 de outubro, num modelo diferenciado de distribuição.
Série “Community” vai virar filme após promessa virar piada
A cultuada série de comédia “Community” finalmente vai cumprir a sua promessa de ter “seis temporadas e um filme”. O serviço de streaming Peacock encomentou a produção de “Community: The Movie”, que contará com o retorno de boa parte do elenco original. O roteiro será escrito por Dan Harmon (criador da série) em parceria com Andrew Guest (roteirista da série). E o elenco contará com Joel McHale (no papel de Jeff Winger), Danny Pudi (Abed), Alison Brie (Annie), Gillian Jacobs (Britta), Jim Rash (Craig Pelton) e Ken Jeong (Chang). Quem ficou de fora foram Donald Glover (Troy), cuja carreira explodiu depois da sua participação da série, Yvette Nicole Brown (Shirley), que já tinha se afastado na última temporada, e Chevy Chase (Pierce Hawthorne), cujas brigas com Harmon e com o restante do elenco eram notórias. Lançada em 2009 no canal americano NBC, “Community” acompanhava a rotina de uma universidade comunitária repleta de personagens bizarros e situações hilárias. A série ficou famosa por explorar diferentes estruturas narrativas (que variavam entre episódios de ação, falsos documentários e até animação), fazendo homenagens a filmes e séries clássicas. Embora nunca tenha sido um sucesso estrondoso, “Community” era muito elogiada pela crítica (atualmente, ela tem 88% de aprovação no Rotten Tomatoes) e tinha uma legião de fãs. E quando a série foi cancelada na 5ª temporada, foi esse fanatismo que levou o Yahoo a resgatar a atração, na tentativa alavancar o seu próprio serviço de streaming. “Community” só teve uma temporada no Yahoo – e o streaming do portal nunca foi adiante. Mas desde então os fãs vinham esperando pelo filme. A ideia de “seis temporadas e um filme” surgiu como uma piada durante a série, mas ganhou força por conta das constantes ameaças de cancelamento que ela recebia. “‘Seis temporadas e um filme’ começou como uma frase atrevida das primeiras temporadas de ‘Community’ e rapidamente acendeu um movimento de fãs apaixonados por essa comédia icônica, hilária e divertida da NBC”, disse Susan Rovner, presidente de conteúdo da NBCUniversal, em comunicado. “Estamos incrivelmente gratos que, depois de 15 anos, podemos entregar aos fãs este filme prometido e mal podemos esperar para trabalhar com Dan Harmon, Andrew Guest, Joel McHale, Sony e nossos parceiros da UTV para continuar essa comédia épica para o público Peacock.” No mês passado, Harmon havia sugerido que o filme de “Community” não era “uma questão de ‘se’, mas de ‘quando'”. Esse “quando” ainda não foi definido, mas agora é possível afirmar que o filme de “Community” sairá “em breve”. A notícia foi comemorada pelo elenco nas suas redes sociais. Ken Jeong postou um vídeo contendo a cena que deu início ao movimento “seis temporadas e um filme”. E Joel McHale fez um post marcando boa parte do elenco da série, inclusive Donald Glover. Ironicamente, como Gillian Jacobs não tem conta no Twitter, ele marcou a atriz Gillian Anderson (“Arquivo X”) no seu lugar. As seis temporadas de “Community” podem ser vistas – por enquanto – na Netflix. pic.twitter.com/L1EALuQtGB — Ken Jeong (@kenjeong) September 30, 2022 .@alisonbrie @kenjeong @dannypudi @YNB @donaldglover @GillianA @peacock @SonyTV @CommunityTV pic.twitter.com/ynVqgaPuQD — Joel McHale (@joelmchale) September 30, 2022
“Blonde” recebe enxurrada de críticas e acusações de misoginia
“Blonde”, cinebiografia de Marilyn Monroe estrelada por Ana de Armas (“Entre Facas e Segredos”), está coletando críticas negativas e acusações de misoginia. Desde que estreou em 1ª lugar no ranking americano da Netflix na última quarta (28/9), o filme tem sido caracterizado como “sexista”, “cruel” e “não recomendável” pelos críticos e pelo público. Em sua análise publicada no jornal The New York Times, a crítica Manohla Dargis afirmou que “dadas todas as indignidades e horrores que Marilyn Monroe suportou durante seus 36 anos, é um alívio que ela não tenha que sofrer com as vulgaridades de ‘Blonde’, o mais recente entretenimento necrófilo a explorá-la.” Dirigido por Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”), “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. O filme recebeu a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming, devido ao seu extenso conteúdo sexual (incluindo cenas de violência sexual) e também pela maneira como apresenta uma cena de aborto em close-up. Foi essa cena que levou Steph Herold, uma pesquisadora sobre aborto na Universidade da Califórnia, a se manifestar negativamente a respeito do filme nas suas redes sociais. “Tive a extrema infelicidade de assistir ‘Blonde’ na Netflix ontem à noite e deixe-me dizer que o filme é muito anti-aborto, muito sexista, muito explorador. Não posso recomendar MENOS. Não assista.” “As cenas de aborto em particular são terríveis, mas o filme inteiro também é”, continuou ela. “O filme retrata Marilyn sendo coagida a fazer seu primeiro aborto, gritando que mudou de ideia na mesa de operação, e então ela alucina ao encontrar um bebê chorando em sua casa de infância, que está envolta em chamas.” Embora a atuação de Ana de Armas no papel de Monroe seja um destaque em praticamente todas as análises, muitos apontam que o filme não trata da personagem em si. “O filme não é realmente sobre Marilyn Monroe. É sobre fazê-la sofrer”, disse o crítico Justin Chang, do jornal Los Angeles Times. O público também tem se manifestado a respeito do filme, definindo-o como “um dos filmes mais detestáveis que já vi” ou afirmando que “talvez devêssemos parar de deixar homens misóginos tentar fazer filmes inovadores sobre mulheres das quais eles não sabem nada.” Andrew Dominik chegou a revelar anteriormente que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por ter mantido tudo o que quis. Ele também já esperava uma reação negativa do público. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Atualmente, “Blonde” está com apenas 44% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes. A nota entre o público é ainda menor: só 34%. Assista ao trailer.












