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  • TV

    Sindicato critica Juliano Floss em novela sem registro de ator

    16 de julho de 2026 /

    Dançarino foi aprovado para “Paraíso Perdido”, mas ainda não possui o DRT necessário para atuar profissionalmente

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  • TV

    Juliano Floss é aprovado e vai estrear como ator de novela

    15 de julho de 2026 /

    Ex-BBB viverá filho de Alexandre Nero em “Paraíso Perdido”, produção da Globoplay inspirada em Nelson Rodrigues

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  • TV

    Juliano Floss faz teste para novela da Globoplay após BBB 26

    30 de junho de 2026 /

    Influenciador participou de oficina de atores da Globo antes de disputar vaga em “Paraíso Perdido”

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  • TV

    Globo quer Camila Queiroz em nova novela do streaming

    5 de junho de 2026 /

    Atriz é favorita para estrelar "Paraíso Perdido", mas escalação depende de conciliação com maternidade

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  • TV

    Marina Ruy Barbosa recusa papel e “Paraíso Perdido” perde a protagonista

    30 de maio de 2026 /

    Atriz não entrou em acordo com a Globo e desfalca a nova novela da Globoplay baseada em Nelson Rodrigues

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  • TV

    Globo convida Marina Ruy Barbosa para protagonizar “Paraíso Perdido”

    1 de maio de 2026 /

    Atriz negocia papel central em novela baseada em quatro obras de Nelson Rodrigues para a plataforma Globoplay

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  • TV

    Eduardo Sterblitch será protagonista de “Paraíso Perdido”, nova novela da Globoplay

    24 de abril de 2026 /

    Após recusar convite para novela das nove, ator interpretará Peixoto em trama baseada na obra de Nelson Rodrigues com estreia exclusiva no streaming

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  • TV

    Autores de “Guerreiros do Sol” emplacam nova novela na Globoplay

    17 de abril de 2026 /

    Baseada em obras de Nelson Rodrigues, "Paraíso Perdido" tem texto de George Moura e Sergio Goldenberg, e começa a ser gravada no segundo semestre

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  • Série

    Dupla de “Guerreiros do Sol” prepara nova série para o streaming

    14 de janeiro de 2026 /

    Intitulado "Paraíso", o projeto adapta quatro peças de Nelson Rodrigues e pode ter Marina Ruy Barbosa no papel principal

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  • Etc,  Filme

    Arnaldo Jabor (1940-2022)

    15 de fevereiro de 2022 /

    O cineasta Arnaldo Jabor, um dos diretores brasileiros de maior reconhecimento internacional, morreu na madrugada desta terça-feira (15/2), aos 81 anos. Ele estava internado desde o dia 17 de dezembro no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC). Ele fez parte da geração original do Cinema Novo, que revolucionou a arte cinematográfica brasileira com filmes marcados por críticas sociais, que buscavam levar os problemas do país às telas. Entre seus trabalhos iniciais estão o documentário “A Opinião Pública” (1967), sobre a classe média na época da ditadura militar, e a fantasia “Pindorama” (1970), uma alegoria sobre a alienação da população. Em 1973, enfrentou a censura da ditadura com o lançamento de “Toda Nudez Será Castigada”, adaptação de Nelson Rodrigues que foi considerada escandalosa para a época. O filme sofreu cortes para ser exibido e, ainda assim, teve cópias recolhidas por soldados após a estreia. Só que a obra se consagrou internacionalmente, ao dar a Jabor o Urso de Prata de Melhor Direção no Festival de Berlim. A repercussão fez o filme voltar aos cinemas, ainda que com mais cortes exigidos pela censura. Sem dar o braço a torcer, Jabor filmou outra obra de Rodrigues, “O Casamento”, em 1975, ganhando um prêmio especial no Festival de Gramado. Em seguida, consagrou-se com a vitória no Festival de Brasília com “Tudo Bem” (1978), sobre uma reforma que se transforma um pesadelo para uma família. A produção também rendeu a primeira consagração internacional das atrizes Fernanda Montenegro e Zezé Motta, que compartilharam o prêmio de interpretação feminina no Festival de Taormina, na Itália. Com Sônia Braga em “Eu Te Amo” (1981), Jabor começou uma nova fase em sua carreira, focada no amor, sexo e relacionamentos. O filme “Eu Sei Que Vou Te Amar” (1986) rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Fernanda Torres no Festival de Cannes, e mostrou todo o potencial da guinada sentimental do cineasta. Mas o governo federal novamente interferiu em sua carreira. O sucateamento do cinema nacional na época de Fernando Collor de Mello, que extinguiu a estatal Embrafilme, responsável pelo financiamento dos filmes feitos no país, tolheu Jabor no auge de sua criatividade. Sem conseguir bancar orçamentos de filmes, Jabor foi trabalhar na imprensa. Ele se tornou colunista do jornal O Globo em 1995 e, mais tarde, passou a ser comentarista dos telejornais da rede Globo. Tratando de arte, política, economia e sexualidade, desenvolveu um estilo ácido que marcou época na TV, atraindo críticos e admiradores. Em 2010, após 24 anos sem lançar longas-metragens, ele retornou às telas com “A Suprema Felicidade”. A obra nostálgica, inspirada na família do diretor, foi seu último trabalho em vida, mas ele deixou um filme inédito, “Meu Último Desejo”, baseado num conto de Rubem Fonseca. Jabor também publicou livros como “Pornopolítica” (2006), “Amigos Ouvintes” (2007) e “O Malabarista” (2014). E ainda mantinha sua coluna no Jornal da Globo, em que se posicionava como um crítico ferrenho do governo Bolsonaro. Arnaldo Jabor deixa três filhos: João Pedro, Juliana e Carolina Jabor. A última segue seus passos, como cineasta premiada.

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  • Série

    Claudia Raia vai estrelar série baseada na obra de Nelson Rodrigues

    22 de maio de 2021 /

    A atriz Claudia Raia vai voltar ao universo do dramaturgo Nelson Rodrigues. Vinte e seis anos depois de viver o papel-título da série “Engraçadinha” na Globo, ela fará parte de “Paraíso Perdido” na Globoplay. O novo papel da atriz não foi revelado, mas “Paraíso Perdido” vai juntar quatro textos de Rodrigues, “A Mulher sem Pecado”, “Toda Nudez Será Castigada”, “Bonitinha, mas Ordinária” e “Os Sete Gatinhos”. As tramas vão se juntar numa série de 50 capítulos, escritos pela dupla de roteiristas George Moura e Sergio Goldenberg. Eles assinaram juntos “O Canto da Sereia” (2013), “Amores Roubados” (2014), o remake de “O Rebu” (2014), “Onde Nascem os Fortes” (2018) e a recém-lançada “Onde Está Meu Coração”. Por curiosidade, todos estes trabalhos foram parcerias com o diretor José Luiz Villamarim (“Redemoinho”), que também irá comandar a nova produção Para participar da série, Claudia Raia precisou sair do elenco de “Além da ilusão”, novela das 18h que está sendo reformulada. A atriz, que interpretaria a mãe da protagonista (Larissa Manoela), mudou de projeto porque as gravações das duas produções devem coincidir, e a direção da Globo decidiu que a prioridade é a participação na série, pela relação anterior da atriz com a obra de Nelson Rodrigues. Além de Claudia Raia, Marina Ruy Barbosa também deverá integrar o elenco de “Paraíso Perdido”.

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  • Reality,  TV

    Neville de Almeida quer filmar Fiuk em adaptação de Nelson Rodrigues

    27 de abril de 2021 /

    Mania nacional, o “BBB 21” também chamou a atenção do veterano cineasta Neville de Almeida. Em entrevista à coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo, o diretor contou que, após assistir o reality show, decidiu convidar Fiuk para encerrar a sua trilogia sobre Nelson Rodrigues. Se aceitar, o ator e cantor interpretará o personagem Osvaldinho, playboy canalha de “Anti-Nelson Rodrigues”, penúltima obra do dramaturgo, lançada em 1971 no teatro — e que Neville adaptará para o cinema. Mimado pela mãe e desprezado pelo pai, ele tenta seduzir pelo dinheiro uma funcionária de sua empresa, mas a moça não se deixa levar e faz o rapaz reavaliar a postura. “Fiquei observando o Fiuk no ‘BBB’ e acho ele a cara do Osvaldinho. Estou esperando o ator sair do programa para entregar o roteiro. Com esse espetáculo, encerro a trilogia de Nelson Rodrigues”, contou o cineasta. A trilogia de Neville de Almeida começou em 1978 com o fenômeno “A Dama do Lotação”, com Sonia Braga, uma das maiores bilheterias do cinema brasileiro até hoje, e teve sequência dois anos depois com “Os 7 Gatinhos, com Regina Casé e Antônio Fagundes. Desde então, o diretor fez só mais quatro longas de ficção. O mais recente foi “A Frente Fria que a Chuva Traz”, com Bruna Linzmeyer e Chay Suede, lançado há seis anos.

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  • Filme

    Boca de Ouro é a versão mais violenta de Nelson Rodrigues

    15 de novembro de 2020 /

    Um filme como “Boca de Ouro”, com um elenco estelar, tempos atrás teria ótimas chances de conseguir uma boa bilheteria. Mas está passando em cinemas vazios. Tempos estranhos estes de pandemia. Há vários motivos para ver o filme. Para começar, o texto de Nelson Rodrigues, que é um autor que costuma garantir o sucesso de suas adaptações. Há também a volta de Daniel Filho na direção, depois de um hiato longo – desde a comédia “Sorria, Você Está Sendo Filmado”, de 2014. E há um elenco muito atraente, que traz outra volta, Malu Mader, e destaca nomes como Marcos Palmeira no papel-título, Guilherme Fontes, Fernanda Vasconcellos, Anselmo Vasconcelos, além do próprio Daniel Filho. Apesar disso, o grande atrativo acaba sendo a revelação da jovem Lorena Comparato, no papel de Celeste, a mulher casada que cai nas graças do gângster de dentes de ouro. Outro ator jovem, mais conhecido pelas telenovelas, Thiago Rodrigues, faz o papel de seu marido, Leleco, personagem que, na adaptação de Nelson Pereira dos Santos, exibida em 1963, tinha sido interpretado pelo próprio Daniel Filho. A estrutura, por sinal, é igual à do filme de Nelson Pereira dos Santos, uma espécie de “Rashomon” (1950), com a personagem de Malu Mader contando três histórias diferentes, ao mesmo tempo contraditórias e complementares sobre o temido Boca de Ouro, bicheiro que acabou de ser encontrado morto. A dupla de repórteres que entra na casa de Guigui (Mader) para colher depoimentos, acaba por ouvir essas histórias, mudadas de acordo com o humor ou a vontade da narradora. As narrativas se equilibram em momentos muito bons e outros menos interessantes, mas todas elas são atraentes e poderosas no uso da violência rodrigueana e que agora pode ser vista de maneira mais explícita. Daniel Filho segue um caminho de sangue e nudez, que já era trilhado pelos melhores especialistas em adaptações de Nelson Rodrigues, como Neville D’Almeida e Braz Chediak. Mas em “Boca de Ouro” ela é mais gráfica, derivada do cinema de horror, e mais bonita plasticamente. É uma violência que vai além do visual, já que Boca de Ouro é um personagem extremamente perturbador, seja quando procura estuprar uma mulher e matar seu marido, quando faz concurso de seios mais bonitos e quando planeja a execução de uma mulher em sua casa. Assim, há espaço para fazer bombear fortemente o coração do espectador diversas vezes, com os atos cruéis desse fascinante personagem da literatura brasileira.

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