Continuação de Coringa com Joaquin Phoenix já estaria em desenvolvimento
A Warner Bros. já estaria preparando uma sequência de Coringa, que contaria com a volta o astro Joaquin Phoenix ao papel, além do diretor Todd Phillips e do roteirista Scott Silver. As informações foram apuradas pelo site The Hollywood Reporter e não encontraram confirmação nos sites concorrentes. A notícia vem pouco depois de o filme atingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial, tornando-se o primeiro lançamento com classificação “para maiores” nos EUA a alcançar o feito. Phoenix e Phillips afirmaram, em entrevistas durante a divulgação de “Coringa”, que conversaram sobre possíveis sequências. O ator disse que havia “muito para explorar” no personagem, mas que não faria uma continuação “apenas por causa do sucesso do filme”. Mas o THR apurou que o contrato assinado pelo intérprete já previa retorno para pelo menos uma continuação. Outras informações da reportagem do THR foram refutadas pela concorrência, como o projeto de desenvolvimento de outros filmes de origem para os personagens dos quadrinhos da DC, que seriam realizados por Phillips. A Variety confirma que o presidente da Warner, Toby Emmerich, reuniu-se com Phillips sobre a continuação de “Coringa”, mas garante que nenhum contrato ainda foi firmado para a produção. Já o Deadline contesta a reportagem inteira, do início ao fim. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics tem dado o que falar mesmo antes de sua estreia comercial, graças à trajetória iniciada com a vitória do Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza. O que está realmente confirmado em relação ao futuro de “Coringa” é que a Warner pretende investir alto para emplacar o filme na disputa do Oscar 2020.
Málevola — Dona do Mal lidera bilheterias do Brasil pela quinta semana
Contrariando tendência mundial, “Málevola — Dona do Mal” é um enorme sucesso no Brasil. O filme arrecadou R$ 75 milhões em ingressos vendidos durante suas cinco semanas de exibição no país e lidera até hoje as bilheterias nacionais, segundo levantamento da consultoria Comscore. A produção da Disney também se mantém como o filme com maior distribuição entre os cinemas brasileiros, o que ajuda a explicar seu sucesso local. Exibida em 446 salas, a produção foi assistida por 339 mil pessoas e obteve R$ 5,9 milhões entre quinta e domingo (17/11). Na América do Norte, “Málevola — Dona do Mal” teve desempenho bem diverso. Após as mesmas cinco semanas, ocupa atualmente o 9º lugar na bilheteria, tendo recém-cruzado os US$ 100 milhões de arrecadação doméstica. O ranking da Comscore ainda registra uma anomalia típica do parque exibidor nacional, ao qualificar um filme que ainda não estreou oficialmente em 2º lugar. A comédia brasileira “Os Parças 2” tem lançamento marcado apenas para a próxima semana, no dia 28 de novembro, mas já está entre os longas mais vistos. Fenômeno paranormal? Viagem no tempo? Brecha interdimensional? Apenas o velho truque de marcar uma data e lançar bem antes, com ampla distribuição, e chamar a venda de ingressos aberta a todo o público e em todos os horários de “pré-estreia”. “Coringa” completa o Top 3 com a comemoração de um recorde. Desde a estreia, há sete semanas, o filme acumula renda de R$ 149,7 milhões e público de 4,6 milhões de pessoas. Neste fim de semana em que o longa alcançou US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornou-se o filme de maior arrecadação no Brasil com classificação etária para maiores de 16 anos. Para completar, o principal lançamento do fim de semana passado, “As Panteras”, fez fiasco maior no Brasil que nos Estados Unidos, abrindo apenas em 6º lugar. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 14 – 17/Nov:1. Malévola-Dona do Mal2. Os Parças 2 ( Pré Estreia) 3. Coringa4. A Família Adams5. Dora e a Cidade Perdida 6. As Panteras7. Invasão ao Serviço Secreto8. Ford vs Ferrari9. Exterminador do Futuro9. Doutor Sono — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 18, 2019
Coringa atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Coringa” se tornou o primeiro filme com classificação “R” nos EUA a tingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. Segundo a Warner Bros., os números de bilheteria desta sexta-feira (15/11) foram os responsáveis por empurrar o filme estrelado por Joaquin Phoenix para além da barreira do US$ 1 bilhão. Com um orçamento relativamente baixo para o gênero de super-heróis (entre US$ 55 e 70 milhões), o longa dirigido por Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”) também é considerado um dos filmes mais lucrativos de todos os tempos, superando neste quesito até o recordista histórico “Vingadores: Ultimato”, que teria rendido lucro menor pelo investimento gigantesco em sua produção. Mas o recorde mundial de maior bilheteria com classificação etária “R” (para maiores nos Estados Unidos) é discutível, uma vez que a classificação “para maiores” não se sustenta em muitos países. Na França, por exemplo, “Coringa” foi exibido para maiores de 12 anos. No Brasil, para maiores de 16 anos. O longa é para maiores apenas nos Estados Unidos e em poucos países mais – nem o Canadá adotou essa classificação. E foi justamente a falta de censura mais elevada que ajudou o filme a virar sucesso internacional. Não por acaso, a maior parte de sua fortuna vem do exterior, onde adolescentes puderam assisti-lo sem restrições. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics também tem feito História com uma trajetória premiada, especialmente ao vencer o Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza. A Warner agora pretende investir em campanha para emplacar “Coringa” na disputa do Oscar 2020.
Comic Con Experience esgota todos os ingressos para a edição de 2019
Os ingressos para a CCXP (Comic Con Experience) 2019 estão esgotados. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do evento nesta quinta-feira (14/11). Esta é a primeira vez que o festival de consumo pop atinge a capacidade máxima, desde a estreia em 2014. Ao todo, 280 mil ingressos foram disponibilizados para a CCXP 2019, que acontece entre os dias 5 e 8 de dezembro, na São Paulo Expo, na capital paulista. Os ingressos foram vendidos a preços que variavam de R$ 90 a R$ 8 mil, com pacotes que ofereciam produtos exclusivos, além da entrada. Entre as muitas atrações anunciadas no evento, as presenças das atrizes Gal Gadot, que interpreta a Mulher-Maravilha, e Margot Robbie, a Arlequina nos filmes da DC Comics, podem ser consideradas os maiores destaques. A última edição do evento recebeu 262 mil visitantes e teve como atrações principais Brie Larson (a “Capitão Marvel”), Sandra Bullock (“Bird Box”), Maisie Williams (“Game of Thrones”), Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e os atores mirins de “Stranger Things”.
Netflix anuncia início da produção de nova série do criador de La Casa de Papel
A Netflix anunciou a produção de uma nova série de Álex Pina, criador de “La Casa de Papel”. Intitulada “Sky Rojo”, a trama vai acompanhar três prostitutas em fuga após atacarem seu cafetão. Segundo a sinopse, elas fogem após deixarem o cafetão gravemente ferido e confinado a uma cadeira de rodas. “Uma brasileira, uma colombiana e uma espanhola fazem uma viagem sabendo que têm grandes chances de morrer. Tendo cometido vários crimes graves, sem poder pedir ajuda à polícia e com a máfia em seu encalço, elas têm apenas duas opções: fugir até que sejam pegas ou revidarem antes”, descreve o texto oficial. “Sky Rojo” faz parte de um contrato para produção de novas séries na Netflix, que Álex Pina assinou no ano passado. Ela foi concebida por Pina em parceria com Esther Martínez Lobato, roteirista de “La Casa de Papel”. Os dois também criaram juntos “O Píer” e “Vis a Vis”. O elenco destaca a espanhola Verónica Sánchez (“O Píer”), a cubana Yany Prado (“A Dupla Vida de Estela Carrillo”) e a atriz e cantora argentina Lali Espósito (“Floricienta”) como as três protagonistas, e ainda inclui Asier Etxeandia (“Dor e Glória”), Miguel Ángel Silvestre (“Sense8”) e Enric Auquer (“Barcelona Christmas Night”). As gravações vão começar na segunda-feira (18/11) em Madri, na Espanha, e compreenderão 16 episódios divididos em duas partes, que a Netflix deve apresentar como sendo duas temporadas distintas – na prática, porém, serão gravados como uma temporada inteira. A previsão de estreia é para 2020, em dia não revelado. El año que viene pintamos el cielo de rojo. La nueva serie de Álex Pina, el creador de 'La Casa de Papel', se llama 'Sky Rojo' y está protagonizada por Verónica Sánchez, Miguel Ángel Silvestre, Asier Etxeandia, Lali Espósito, Yany Prado y Enric Auquer. pic.twitter.com/una7cJ2xs6 — Netflix España (@NetflixES) November 14, 2019
Disney bate recorde de valorização na bolsa americana
As ações da Walt Disney Company tiveram um grande salto nesta quarta-feira (13/11) nos Estados Unidos, dia seguinte ao lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A empresa de entretenimento teve aumento de valorização em 6% nas últimas 24 horas, atingindo sua maior cotação na bolsa em todos os tempos. O entusiasmo dos investidores de Wall Street se deve ao sucesso do Disney+ (Disney Plus), que superou expectativas ao atrair 10 milhões de assinaturas em suas primeiras 24 horas, apenas nos Estados Unidos e Canadá. Além disso, as falhas iniciais do serviço, atribuídos à uma procura muito maior que a esperada, diminuíram consideravelmente ao longo do dia da inauguração. Enquanto isso, a Netflix caiu 3% em seu valor para negociações na bolsa.
Netflix fecha contratado para exibir os desenhos da Nickelodeon em streaming
A Netflix fechou contrato com a Nickelodeon para o licenciamento das séries animadas da emissora. Por parte da plataforma, a ideia é suprir as ausências causadas pelo fim dos contratos com Disney e Warner. Já o interesse da Viacom-CBS, proprietária do canal pago infantil, é explorar o mercado abandonado pelas empresas que estão investindo em suas próprias plataformas de streaming. Além das atrações conhecidas do canal, que vão chegar na Netflix, também serão desenvolvidas animações originais e novas séries baseadas nos personagens da Nick. “The Loud House” e “Rise of the Teenage Mutant Ninja Turtles”, série sobre as Tartarugas Ninjas adolescentes, são algumas das atrações que ganharão novas versões para o serviço de streaming.
CADE vai rever compra da Fox pela Disney no Brasil
O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) vai revisar a compra da 21st Century Fox pela Disney. O órgão foi uma das últimas entidades governamentais no mundo a aprovar a transação. O motivo da demora foi a preocupação de concentração no ramo dos canais esportivos, já que a Disney passou a ser dona tanto do ESPN quanto do Fox Sports, tendo apenas o SporTV como concorrente. Entidade equivalente do México também levantou problema similar no país. A solução encontrada em fevereiro de 2019 foi a venda da emissora pertencente à Fox, tanto no Brasil quanto no México. No entanto, a venda ainda não foi concretizada no Brasil até o momento. “A venda do canal Fox Sports foi uma das medidas negociadas entre o Cade e as empresas em um Acordo em Controle de Concentrações (ACC) para afastar preocupações concorrenciais advindas da operação. O objetivo era permitir que a estrutura do mercado permanecesse com a mesma pressão competitiva anterior à fusão, com a continuidade de três opções de canais de esportes para os consumidores no Brasil: SporTV (da GloboSat), ESPN e mais uma nova empresa com os ativos da Fox Sports.” Ainda não há detalhes a respeito das implicações da revisão, mas isso pode explicar porque a Disney optou por lançar o Disney+ (Disney Plus) por último na América Latina, um ano após sua estreia nos EUA e Canadá, que aconteceu na terça (12/11). Por problemas parecidos, a WarnerMedia também anunciou não ter planos para lançar a HBO Max no Brasil. A compra da antiga Time-Warner pela AT&T não foi aprovada pela Anatel, em função das restrições à propriedade cruzada no país. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As leis brasileiras impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Assim, em comunicado sobre sua expansão, a WarnerMedia explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”.
Disney+ (Disney Plus) supera expectativas e registra 10 milhões de assinantes em 24 horas
A Walt Disney Company anunciou que a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) atingiu 10 milhões de assinaturas no dia do lançamento. A procura foi tão intensa que chegou a criar instabilidade no serviço, já que não havia previsão para tamanho sucesso. Ao apresentar o projeto, o CEO da Disney, Bob Iger, revelou que os planos da empresa era atingir 60 milhões de assinantes nos primeiros cinco anos de atividade. Mas este número era mundial. Em 24 horas, 17% da meta foi atingida, com lançamento apenas nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda) na terça-feira (12/11). Diante desse desempenho a estimativa do mercado é que a Disney+ (Disney Plus) atingirá 100 milhões de assinantes em cinco anos. Na próxima semana (17/11), a Disney+ (Disney Plus) será lançada na Austrália e Nova Zelândia, chegando em 31 de março aos mercados da Europa ocidental, incluindo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países da região. Mas os planos para a América Latina sugerem uma estreia apenas no final de 2020. De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto do serviço, um ano após seu lançamento original. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox. A expectativa dos fãs brasileiros é tanta que rendeu até mesmo um movimento nas redes sociais chamado “#BrazilWantsDisneyPlus” (Brasil Quer Disney Plus), chegando até os trending topics do Twitter.
Doutor Sono dá vexame com estreia em 5º lugar no Brasil
O fracasso de “Doutor Sono” se estendeu ao Brasil. A adaptação de Stephen King estreou em 5º lugar entre os filmes mais assistidos de quinta a domingo (10/11) no país, segundo levantamento da auditoria Comscore. A sequência de “O Iluminado” (1980) ficou atrás de “Malévola: Dona do Mal”, “Coringa”, “A Família Adams” e “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Com o excesso de blockbusters em cartaz, o filme foi exibido em apenas 191 salas. Com isso, levou 128 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 2,3 milhões. Nos EUA, a estreia foi a segunda maior bilheteria do fim de semana, mas teve uma arrecadação muito abaixo do esperado. Teorias para o fracasso incluem desde a saturação de adaptações de Stephen King – “Doutor Sono” é a terceira de 2019, sem contar as séries – , o título muito ruim e o fato de remeter a um filme com 39 anos, que a maioria dos frequentadores de cinema não lembra ou nem assistiu. Enquanto isso, “Malévola: Dona do Mal”, exibido há quatro semanas, foi o filme mais visto no Brasil no fim de semana. Em cartaz em mais salas que a concorrência – 411 ao todo – , o filme da Disney teve 410 mil espectadores e faturou R$ 7,1 milhões em ingressos vendidos. Desde a estreia, o longa já foi visto por 4,1 milhões de pessoas e rendeu R$ 66,8 milhões. “Coringa” ficou com o 2º lugar, com exibição em 334 salas, público de 279 mil pessoas e R$ 5,2 milhões em ingressos vendidos. Desde a estreia, há seis semanas, o longa acumula 9 milhões de espectadores e R$ 144 milhões em bilheteria. “A Família Adams” completa o Top 3. Exibido em 343 salas, o longa teve público de 279,2 mil pessoas e vendeu R$ 4,6 milhões em ingressos. Em duas semanas, acumula 784 mil espectadores e R$ 12,6 milhões em bilheteria. Vale reparar o óbvio nesses números: os filmes com maior distribuição arrecadam mais. Teorias à parte, esta é a principal explicação para o fraco desempenho de “Doutor Sono” no Brasil. Confira abaixo a lista dos 10 filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil SEGUNDA 11/NOV:1. Malévola-Dona do Mal2. Coringa3. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio4. A Familia Adams5. Doutor Sono6. Parasita7. Zumbilândia Atire Duas Vezes8. A Odisseia dos Tontos8. Cadê você, Bernadette?9. Downtown Abbey — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 12, 2019
Lançamento da Disney+ (Disney Plus) “quebra a internet” e lidera tópicos mundiais do Twitter
A Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), plataforma de streaming da Disney, foi lançada nas primeiras horas desta terça (12/11) nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda) e virou o assunto mais comentado do dia nas redes sociais. A estreia alcançou o 1º lugar dos trending topics do Twitter no mundo. Com uma série do universo “Star Wars” (“The Mandalorian”), outra de “High School Musical”, uma nova adaptação live-action de seus clássicos (“A Dama e o Vagabundo”), uma comédia natalina inédita com Anna Kendrick (“Noelle”) e todo o arquivo do império Disney, a plataforma recebeu vários elogios dos usuários. Mas também houve reclamações sobre os problemas técnicos que acompanharam sua inauguração. Várias capturas de tela publicadas nas redes sociais mostraram a mensagem “Impossível se conectar à Disney+ (Disney Plus)”, acompanhada de uma imagem do filme de animação “Detona Ralph” e de um convite para tentar a conexão novamente. Veja abaixo. Em comunicado, a Disney transformou as causas do problema num elogio para si mesma. “A demanda dos consumidores pela Disney+ (Disney Plus) superou nossas altas expectativas. Estamos felizes com essa reação incrível e trabalhando para resolver rapidamente o problema”, comunicou a empresa à imprensa. De acordo com o site Downdetector, que permite aos usuários apontar erros em aplicativos e sites, cerca de 8 mil bugs foram relatados na Disney+ (Disney Plus) por volta das 11h (horário de Brasília), dos quais 72% foram relativos à transmissão de vídeos. O serviço iniciou com mais assinaturas que o esperado devido ao preço baixo, de US$ 6,99 por mês, valor inferior à assinatura de US$ 9 do pacote mais barato de seu principal concorrente, a Netflix. Mas a Disney não revelou números oficiais de sua base inaugural de consumidores. Infelizmente, a plataforma ainda vai demorar a chegar ao Brasil. Na próxima semana (17/11), a Disney+ (Disney Plus) será lançada na Austrália e Nova Zelândia, chegando em 31 de março aos mercados da Europa ocidental, incluindo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países da região. Mas os planos para a América Latina sugerem uma estreia apenas no final de 2020. De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto do serviço, um ano após seu lançamento original. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox.
Coringa vira a adaptação de quadrinhos mais lucrativa de Hollywood
De acordo com as contas da revista Forbes, “Coringa” se tornou o filme de quadrinhos mais lucrativo de Hollywood. O longa dirigido por Todd Phillips superou a arrecadação mundial de US$ 950 milhões nesta sexta (8/11), o que representa mais de 15 vezes o seu orçamento de US$ 62,5 milhões. Mas o mais curioso é que “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria em todos os tempos, nem entra no Top 5 de lucratividade apresentado pela publicação. Antes de “Coringa”, a adaptação que mais deu retorno financeiro tinha sido “O Máskara”, que arrecadou US$ 351 milhões com um orçamento de US$ 26 milhões. Ainda segundo a Forbes, o Top 5 do gênero se completa com “Venom” (faturou US$ 854 milhões com um orçamento de US$ 90 milhões), “Batman” (US$ 411 milhões com um orçamento de US$ 35 milhões) e “Deadpool” (US$ 783 milhões com um orçamento de US$ 58 milhões). Este ranking, entretanto, não considera as despesas de marketing e divulgação, nem as variações de impostos e taxas sobre os filmes em diferentes países – na China, por exemplo, o retorno para Hollywood é de apenas 25% da arrecadação. O que torna o termo “lucrativo” impreciso. De todo modo, a Forbes prevê que “Coringa” ultrapassará US$ 1 bilhão nas bilheterias. Quando isso acontecer, a produção da Warner irá bater um recorde mais mensurável, tornando-se o filme mais barato a atingir a marca – até o momento, “Jurassic Park” tem essa honra, por ter custado US$ 63 milhões.
O Homem Invisível: Trailer legendado impressiona com reinvenção completa e muita tensão
A Universal divulgou os primeiros pôster, fotos e trailer legendado da nova versão de “O Homem Invisível”. E é surpreendente e impressionante. O diretor-roteirista Leigh Whannell, que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, não só conseguiu reinventar a velha história do cientista que consegue se tornar invisível, como criou as bases para um suspense original extremamente tenso. Em seu filme, Whannell aproveitou apenas o conceito de invisibilidade imaginado por H.G. Wells no romance de 1897 para criar um contexto de filme de casa mal-assombrada de mentirinha, em que um homem abusivo finge a própria morte para se vingar da ex-esposa. Para isso, deixa-lhe uma fortuna com a condição de que ela mantenha a saúde mental, ao mesmo tempo em que passa a assombrá-la como “fantasma” invisível. Nisto, entra a inspiração de dois clássicos estrelados por Simone Signoret, “As Diabólicas” (1955) e “O Terceiro Tiro (1967). A situação ainda evolui: a prévia revela que a tortura psicológico logo escala para violência física, com paralelos ao comportamento agressivo masculino que dispara casos de violência doméstica e feminicídio. O trailer faz citações ao visual de bandagens, que marcou a aparição de Claude Rains na primeira adaptação da obra de Wells em 1933, e ao uso de água para enfrentar a versão de Kevin Bacon em “O Homem sem Sombra” (2000), mas num contexto que sugere apenas homenagens, já que a nova trama é 100% original e muito criativa. Vale lembrar que Johnny Depp esteve cotado para estrelar este filme. E seria um prato cheio, já que o ator foi acusado de agressão física por sua ex, Amber Heard. O Homem Invisível do título é vivido por Oliver Jackson-Cohen (da série “A Maldição da Residência Hill”), mas suas “aparições” se dão mais por meio de efeitos. Por conta disso, a verdadeira estrela da produção é sua vítima, encarnada pela atriz Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”). O resto do elenco inclui Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Storm Reid (“Euphoria”), Harriet Dyer (“The InBetween”) e Benedict Hardie (“Secret City”). A estreia está marcada para 27 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.











