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    “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” soma US$ 400 milhões de bilheteria

    10 de outubro de 2021 /

    “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” cruzou mais uma marca importante durante a pandemia, ultrapassando neste fim de semana a arrecadação de US$ 400 milhões em todo o mundo. O total inclui US$ 212,5 milhões do mercado norte-americano e US$ 189,1 milhões no internacional. E isto sem contar as bilheterias da China, onde o filme foi barrado. Curiosamente, “Viúva Negra” também não foi exibido no mercado chinês e mesmo assim faturou US$ 379 milhões nos cinemas. As duas produções da Marvel foram os maiores sucessos comerciais da Disney neste ano, seguidas por “Free Guy”, “Cruella” e “Jungle Cruise”. Graças a este desempenho, a Disney está se tornando (oficialmente na segunda-feira) o primeiro estúdio a atingir US$ 2 bilhões em vendas mundiais de ingressos em 2021.

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    “Duna” supera US$ 100 milhões no mercado internacional

    10 de outubro de 2021 /

    A sci-fi “Duna” superou a marca de US$ 100 milhões de arrecadação no mercado internacional, onde começou a ser exibido há quase um mês – desde 15 de setembro. O lançamento antecipado no exterior foi uma estratégia da Warner para apaziguar os ânimos do diretor Denis Villeneuve e da equipe da Legendary, parceira na produção, que reclamaram publicamente dos planos de distribuição do estúdio para o filme nos EUA, onde chegará simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max. A antecedência permitiu que o filme tivesse mais fôlego em mercados que seriam inundados pela pirataria, graças à disponibilização de uma cópia digital em alta resolução na HBO Max americana. Ao todo, a adaptação épica da obra de Frank Herbert chegou neste domingo (10/10) a um total de US$ 117,1 milhões mundiais. O valor é positivo para uma produção com 2h35 minutos de duração, que vende menos ingressos diários, mas não permite especular o que isso representa para o investimento de US$ 165 milhões em sua produção, fora custos de P&A (cópias e publicidade). Por enquanto, tudo bem. Mas até quando? A Warner não tem conseguido boas bilheterias nos EUA devido aos lançamentos híbridos e “Duna” não deve fugir da tendência. Só que o filme vai chegar na China, o que pode compensar qualquer tropeço doméstico. Não é à toa que Villeneuve está nervoso. Ele quer fazer a sequência combinada com a Warner. A história está dividida em dois longas e o segundo ainda não ganhou aval para começar a ser filmado. Neste momento, os contadores do estúdio são os verdadeiros responsáveis pela continuação. “Duna” estreia nos EUA no dia 22 de outubro, um dia depois do lançamento no Brasil.

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    Streaming do Telecine vai migrar para a Globoplay

    7 de outubro de 2021 /

    O Grupo Globo anunciou, por meio de sua assessoria, que o aplicativo do Telecine vai acabar. Todo seu conteúdo migrará para a plataforma Globoplay. A mudança não afetará o Telecine na TV paga, que continuará funcionando com seus canais independentes. Apesar da novidade, o conteúdo em streaming do Telecine continuará separado do conteúdo da Globoplay. Ele vai funcionar em uma área personalizada dentro da plataforma, num modelo conhecido como channel, já utilizado na oferta do Premiere e do Combate. Não será necessário nem ser assinante da Globoplay para consumir as ofertas do Telecine. Como já acontece. Para os assinantes atuais do serviço, nada muda, à exceção do modo de acessar o Telecine pelo aplicativo da Globoplay. Já os assinantes da Globoplay permanecem sem acesso automático ao Telecine, que continuará condicionado a uma assinatura específica. Num texto com jargões do mercado publicitário, a empresa afirma que “a mudança visa concentrar seu extenso portfólio de conteúdo em um único ambiente e aprimorar a experiência dos usuários, além de trazer ganhos de sinergia para as operações. O movimento reforça a estratégia de relacionamento direto com o consumidor da Globo, que posiciona o Globoplay como o principal marketplace de conteúdo no Brasil”. De acordo com o comunicado, a integração será concluída até o final de 2021, mas não há informações sobre se isso será acompanhado por um relançamento promocional. O texto também deixa dúvidas sobre a continuidade dos lançamentos em VOD (video on demand), citando apenas o catálogo já existente de filmes e a inclusão do live streaming dos canais pagos do grupo: Premium, Action, Touch, Pipoca, Cult e Fun. Atualmente, é possível assinar as duas plataformas em conjunto em um pacote que sai por R$ 49,90 ao mês. Separadamente, porém, a Globoplay custa a partir de R$ 22,90 enquanto o streaming do Telecine sai por um valor mensal de R$ 37,90.

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    Sucesso de “Round 6” gera processo contra a Netflix

    4 de outubro de 2021 /

    O sucesso excessivo de “Round 6” motivou uma ação judicial contra a Netflix na Coreia do Sul, país em que a série foi desenvolvida. O interesse pela história das 456 pessoas que participam de um jogo mortal pra ganhar um prêmio bilionário fez com que a internet de alta velocidade do país atingisse picos de uso nunca antes vistos. Por conta disso, uma provedora sul-coreana de internet, a SK Broadband, decidiu cobrar na justiça os custos de manutenção e a quantidade de banda larga utilizados por seus usuários para ver a série. Em comunicado, a plataforma argumentou que os usuários já pagam a internet fora de suas assinatura e irá recorrer do processo, ao mesmo tempo em que buscará um acordo com a empresa de banda larga. “Acreditamos em um relacionamento colaborativo entre provedores de conteúdo e ISPs, com cada um fornecendo a melhor experiência aos nossos consumidores mútuos. Estamos investindo pesadamente em trazer excelente conteúdo coreano para nosso público em todo o mundo”, disse a Netflix em comunicado. “Apesar de não poder entrar em detalhes do processo, continuamos buscando um diálogo aberto com a SK Broadband, para que os consumidores possam continuar a desfrutar de streaming de conteúdo de alta qualidade em velocidades rápidas”, completou. A SK Broadband estima que a Netflix esteja devendo 27,2 bilhões de wons, cerca de R$ 124,5 milhões, de acordo com as informações divulgadas. Por curiosidade, o valor é basicamente metade do prêmio disputado em “Round 6”.

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  • Série

    Sucesso de “Round 6” faz fundador da Amazon elogiar Netflix

    3 de outubro de 2021 /

    O sucesso da série sul-coreana “Round 6” (Squid Game) na Netflix fez até Jeff Bezos, fundador da Amazon, elogiar os executivos do serviço rival. Bezos decidiu comentar no Twitter o impacto da atração, que atualmente lidera o ranking da Netflix em mais de 90 países e ruma para se tornar o programa mais assistido da história da plataforma, apesar de não ser falada em inglês. Parabenizando a “estratégia de internacionalização” dos rivais, o executivo da Amazon considerou o feito “impressionante e inspirador”. “Reed Hastings, Ted Sarandos e a equipe da Netflix acertam com muita frequência. A estratégia de internacionalização deles não é fácil e eles estão fazendo isso funcionar. Impressionante e inspirador. (E mal posso esperar para assistir à série)”, tuitou Sarandos no sábado (2/10), junto de uma imagem de “Round 6”. O tuite gerou alvoroço na rede social com as mais variadas reações, desde memes comparando Bezos aos vilões VIPs de “Round 6” até teorias de conspiração sobre uma suposta aquisição da Netflix pela Amazon, mas principalmente considerações sobre o que o elogio de Bezos à estratégia de conteúdo internacional da Netflix significaria para o projeto do Amazon Studios. Além de “Round 6”, a Netflix contabilizou audiências impressionantes com outras produções internacionais, especialmente as espanholas “La Casa de Papel” e “Elite”, sem esquecer de “Lupin”, que no início deste ano se tornou a primeira atração de língua francesa a liderar o ranking dos conteúdos mais vistos da plataforma nos Estados Unidos. .@ReedHastings and Ted Sarandos and the team at @Netflix get it right so often. Their internationalization strategy isn’t easy, and they’re making it work. Impressive and inspiring. (And I can’t wait to watch the show.) https://t.co/yFw7TGyc1U — Jeff Bezos (@JeffBezos) October 2, 2021

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    Estudo afirma que Disney+ superará assinantes da Netflix em 2025

    1 de outubro de 2021 /

    Pioneira e líder do mercado de streaming, a Netflix é a plataforma a ser superada pela concorrência. E, segundo um novo estudo publicado nesta nesta sexta-feira (1) pela Digital TV Research, a Disney+ será a primeira a conseguir realizar a façanha, ultrapassando o número de assinantes da Netflix no ano de 2025. Segundo análise da respeitada empresa de pesquisas de mídia, a Disney+ chegará a 284 milhões de assinantes em quatro anos, contra 271 milhões da Netflix. A avaliação levou em conta o fato de a Netflix já ter atingido o pico na maioria dos mercados, enquanto o serviço rival ainda está sendo implantado em muitos países. A diferença na velocidade de crescimento dos dois serviços pode ser atestada pelos relatórios trimestrais deste ano. A plataforma de streaming da Disney alcançou 103,6 milhões de clientes em todo o mundo no dia 3 de abril, adicionando 8,7 milhões de assinantes no primeiro trimestre de 2021, enquanto a Netflix conquistou apenas 3,98 milhões de assinantes novos no mesmo período, chegando a 208 milhões. O estudo também prevê que a Amazon Prime Video será a 3ª colocada em 2025, com 243 milhões de assinantes. Além disso, a Digital TV Research aponta que as empresas citadas serão responsáveis por 50% de todo o mercado mundial de streaming. Para completar, a pesquisa afirma que o consumo nos EUA chegará a seu limite com 450 milhões de assinaturas, distribuídas por todas as plataformas, enquanto o mercado chegará a 1,64 bilhão de contas em todo o mundo.

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    Scarlett Johansson encerra processo em acordo com a Disney por “Viúva Negra”

    30 de setembro de 2021 /

    Scarlett Johansson e a Disney entraram em acordo, encerrando o processo aberto em julho passado pela atriz, que alegou quebra de contrato pelo lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e em streaming. “Estou feliz por ter resolvido as diferenças com a Disney”, disse Johansson em um comunicado divulgado na noite de quinta-feira (30/9). “Estou incrivelmente orgulhosa do trabalho que fizemos juntos ao longo dos anos e apreciei muito meu relacionamento criativo com a equipe”, ela continuou, completando: “Estou ansiosa para continuar nossa colaboração nos próximos anos.” A Disney também se manifestou no mesmo tom. “Estou muito satisfeito por termos chegado a um acordo mútuo com Scarlett Johansson em relação a ‘Viúva Negra'”, disse Alan Bergman, presidente do conselho de conteúdo do Disney Studios. “Agradecemos suas contribuições para o Universo Cinematográfico da Marvel e esperamos trabalhar juntos em uma série de projetos futuros, incluindo ‘A Torre do Terror’ da Disney”, finalizou, referindo-se a um projeto encomendado na véspera da disputa judicial. Nenhum dos lados deu qualquer indicação de quem abriu mão da disputa, mas o site Deadline apurou que o negócio teria rendido mais de US$ 40 milhões para Johansson, que interpretou Natasha Romanoff em nove filmes do MCU. A atriz poderia ganhar até mais, caso vencesse o processo na Justiça, mas o valor representa o dobro do que ela recebeu para atuar no filme – o cachê de US$ 20 milhões foi divulgada pela própria Disney. Além desses montantes, Johansson tem direito a uma percentagem da arrecadação global como produtora do filme. Por sinal, foi isso que motivou o processo. A atriz alegou que tinha um acordo com a Disney para que “Viúva Negra” tivesse um lançamento exclusivo nos cinemas. A estreia chegou a ser adiada várias vezes devido à pandemia, até que a Disney decidiu distribuir o longa simultaneamente em streaming, na sessão Premier Access (paga) da Disney+. Como o cachê da atriz era vinculado aos resultados de bilheteria, ela se sentiu prejudicada pela ação e foi à Justiça por seus direitos. A reação inicial da Disney foi adotar uma postura antagônica, que acabou sendo prejudicial à sua imagem em Hollywood. Os advogados do estúdio reagiram afirmando que “não havia mérito” no processo, porque o lançamento online “aumentou significativamente sua capacidade (de Johansson) de ganhar uma remuneração adicional”. Sugeriram que a atriz era insensível à situação da pandemia e de quebra revelaram o cachê que ela recebeu. A reação desagradou colegas, integrantes da Marvel e organizações de Hollywood, levando a causa de Johansson a receber apoio até do Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-Aftra. Ao mesmo tempo, a Disney foi acusada de sexismo pela organização Time’s Up, criada para garantir os direitos femininos em ambientes de trabalhos machistas. Muitos na indústria acreditam que Scarlett tinha razão: “Viúva Negra” poderia ter feito mais como lançamento exclusivo de cinema. Ao todo, o longa faturou US$ 378,8 milhões nos cinemas de todo o mundo, mais US$ 125 milhões em streaming na Disney+. Seja como for, a Disney já anunciou que não pretende repetir a experiência. E o sucesso de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que na semana passada superou “Viúva Negra” como o filme de maior bilheteria na América do Norte em 2021, reforçou a decisão.

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    Lázaro Ramos e Ingrid Guimarães assinam com a Amazon

    22 de setembro de 2021 /

    Revelado o motivo do fim do contrato entre Lázaro Ramos e a Globo. Segundo a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, o astro já teria começado a trabalhar num projeto novo para a plataforma Amazon Prime Video como diretor. O detalhe é que ele não foi o único ator a trocar a Globo pela Amazon nesta semana. A atriz Ingrid Guimarães também deixou a emissora após 28 anos. Os dois assinaram contratos de exclusividade com a Amazon por prazo longo. Por enquanto, Ingrid está desenvolvendo ideias para novos projetos de streaming. Lázaro Ramos estreou na Globo em 2002, na minissérie “Pastores da Noite” e deixa finalizada uma participação na 2ª temporada de “Aruanas”, ainda inédita, para a plataforma Globoplay. Já Ingrid Guimarães apareceu pela primeira vez na emissora numa participação em “Mulheres de areia”, em 1993, e seu último trabalho no grupo Globo foi como apresentadora do programa “Modo Mãe”, no canal pago GNT. Ambos têm carreiras bem-sucedidas no cinema, especialmente Ingrid, que estrelou uma das trilogias de maior bilheteria do Brasil, “De Pernas pro Ar”. Lázaro, por sua vez, além de atuar tem apostado na carreira de diretor. Seu filme de estreia na nova função, “Medida Provisória”, passou com elogios em festivais internacionais, mas ainda não tem previsão de estreia nos cinemas nacionais.

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    Sócio do Espaço Itaú também assume cinema fechado em Salvador

    17 de setembro de 2021 /

    Assim como aconteceu com o complexo do Espaço Itaú Cinema em Porto Alegre, o cinema de Salvador, fechado na quinta-feira (16/9), voltará a ser abertas em breve sem a marca, mas com a mesma equipe de programação. Adhemar Oliveira passará a operar tanto o cinema Glauber Rocha, em Salvador, como o cinema do Bourbon Shopping Country, em Porto Alegre, sob uma nova denominação. Em Salvador, Oliveira trabalhará em sociedade com Claudio Marques, fundador e principal coordenador do Panorama Internacional Coisa de Cinema, que era o responsável pelo Espaço Itaú Cinema local. Já Oliveira, que também é diretor de programação do circuito Cinearte – com uma sala em São Paulo e outra em Belo Horizonte – , foi o mentor do Espaço Banco Nacional de Cinema, fundado em 1993 em São Paulo, que se tornou o embrião do projeto Espaço Itaú Cinema. Os dois cinemas permanecerão fechados para a realização de obras e mudanças necessárias (troca de programação visual, adequação de sistemas digitais, etc) com reabertura prevista para breve. Neste meio tempo, Oliveira também buscará fechar novas parcerias comerciais. Apesar da mudança de denominação, a programação dos novos cinemas pretendem dar continuidade ao “espírito de conjugar todas as cinematografias do mundo, do cinema comercial aos filmes independentes europeus e brasileiros, mantendo os projetos que formam novas plateias (clube do professor, escola no cinema) e difundindo cultura para todas as idades”, de acordo com comunicado. A iniciativa preservará dois dos três complexos fechados pelo Espaço Itaú Cinema. Junto dos cinemas de Porto Alegre e Salvador, o circuito também perdeu salas em Curitiba, numa “reestruturação” que redireciona seus serviços para o streaming Itaú Cultural Play. Apesar dos fechamentos, o circuito Espaço Itaú Cinema continua com cinco complexos em funcionamento, três nas cidades de São Paulo e os demais no Rio de Janeiro e Brasília, totalizando 40 salas.

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    Sócio do Espaço Itaú vai assumir cinema fechado em Porto Alegre

    16 de setembro de 2021 /

    O programador e sócio do Espaço Itaú Cinema, Adhemar Oliveira, vai assumir a operação de um dos cinemas da franquia fechados nesta quinta-feira (16/9). A assessoria de imprensa Trombone informou que ele passará a operar o cinema do Bourbon Shopping Country, em Porto Alegre, com uma nova denominação. O cinema permanecerá fechado para a realização de obras e mudanças necessárias (troca de programação visual, adequação de sistemas digitais, etc) com reabertura prevista para breve. Neste meio tempo, Oliveira também buscará fechar novas parcerias comerciais. Apesar da mudança de denominação, a programação do novo cinema pretende dar continuidade ao “espírito de conjugar todas as cinematografias do mundo, do cinema comercial aos filmes independentes europeus e brasileiros, mantendo os projetos que formam novas plateias (clube do professor, escola no cinema) e difundindo cultura para todas as idades”, de acordo com o comunicado. Adhemar Oliveira também é diretor de programação do circuito Cinearte – com uma sala em São Paulo e outra em Belo Horizonte – e tem vasta experiência cineclubista, como programador do antigo Cineclube Bexiga, em São Paulo, do Cineclube Macunaíma e até do Grupo Estação, no Rio de Janeiro. Além disso, foi o mentor do Espaço Banco Nacional de Cinema, fundado em 1993 em São Paulo, que se tornou o embrião do Espaço Itaú Cinema. Sua iniciativa preservará um dos complexos fechados pelo Espaço Itaú Cinema. Junto do cinema de Porto Alegre, o circuito também perdeu salas em Curitiba e Salvador, numa “reestruturação” que redireciona seus serviços para o streaming Itaú Cultural Play. Apesar dos fechamentos, o circuito Espaço Itaú Cinema continua com cinco complexos em funcionamento, três nas cidades de São Paulo e os demais no Rio de Janeiro e Brasília, totalizando 40 salas.

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    Espaço Itaú de Cinema fecha salas de Curitiba, Porto Alegre e Salvador

    16 de setembro de 2021 /

    O Espaço Itaú de Cinema, responsável por diversas salas de cinema no Brasil, anunciou o fechamento de várias salas nesta quinta (19/6). Responsável por levar cinema de arte aos cinéfilos em seis das maiores capitais do país, o Espaço deixará de atuar em metade deste circuito, saindo de Curitiba, Porto Alegre e Salvador. Por enquanto, seguem funcionando os cinemas de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, mas os atuais fechamentos antecipam uma guinada para os negócios digitais. Chamando o encolhimento do circuito nacional de “reestruturação”, a empresa afirmou em comunicado que intensificará esforços no serviço de streaming Itaú Cultural Play, que, vale lembrar, não é voltado especificamente ao audiovisual. Leia abaixo a íntegra do comunicado: “Queridos cinéfilos, Em tempos de adaptação aos novos formatos de exibição e com o objetivo de ampliarmos e complementarmos o acesso a uma programação diversa de filmes para espectadores de todo o país, temos algumas mudanças para comunicar a vocês. A partir de hoje, 16/09, nos despedimos das nossas unidades de Curitiba, Porto Alegre e Salvador. Nas cidades de São Paulo (Augusta, Frei Caneca e Shopping Bourbon), Rio de Janeiro e Brasília, nossas unidades seguem em funcionamento defendendo e fortalecendo aquilo que mais acreditamos: a experiência única proporcionada pelas salas de cinema. Sabemos que vai levar um tempo para nos acostumarmos a estas mudanças, mas seguiremos sempre juntos. Com a chegada do Espaço Itaú também no streaming, em parceria com a plataforma @itaucultural Play, teremos a possibilidade de levar uma programação variada de filmes a cinéfilos de cidades onde jamais imaginamos chegar. Ao longo dos próximos meses, intensificaremos nossa atuação no digital, com projetos que contam com a curadoria do Itaú Cinemas, a exemplo da #MostraUgoGiorgetti, que celebra os 20 anos de nossa unidade Frei Caneca e segue em cartaz na Itaú Cultural Play até outubro. Nosso mais sincero agradecimento aos cinéfilos de Curitiba, Porto Alegre e Salvador, que sempre frequentaram nossas salas com assiduidade e dedicação, e nos ajudaram a fazer destes cinemas muito mais do que espaços de lazer, mas também de encontros, debates e aprendizado. Sentiremos saudades, mas ainda levaremos muito de nós até vocês. Com carinho, Equipe Itaú Cinemas”

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    Christopher Nolan rompe com a Warner e vai filmar na Universal

    14 de setembro de 2021 /

    O próximo filme de Christopher Nolan (“Tenet”) será lançado pela Universal Pictures. O diretor levou o projeto ao mercado, mostrando sua contrariedade com a Warner, estúdio por onde lançou quase todos os seus longas nos últimos 20 anos – desde “Insônia” em 2002. Seu último filme, “Tenet”, foi lançado exclusivamente nos cinemas em outubro de 2020. Apesar das dificuldades da crise sanitária, o épico de ação arrecadou US$ 363 milhões em bilheterias ao redor do mundo. Mesmo assim, a Warner considerou o valor baixo e optou por lançar todos os seus filmes posteriores num modelo híbrido de distribuição. Nolan ficou irritadíssimo. Após falar mal da estratégia do estúdio de distribuir filmes simultaneamente nos cinemas e no “pior serviço streaming”, a HBO Max, ele decidiu buscar outra parceria. Em seu novo filme, Nolan pretende voltar à época da 2ª Guerra Mundial, mas em vez das batalhes de “Dunkirk” focará nos bastidores burocráticos e científicos da criação da bomba atômica, com destaque para o envolvimento do cientista J. Robert Oppenheimer, gênio por trás do projeto Manhattan e autor da famosa frase: “Agora, eu me tornei a morte, a destruidora de mundos”. Segundo o site Deadline, o ator Cillian Murphy vai participar do projeto. Mais conhecido como protagonista de “Peaky Blinders”, Murphy já trabalhou várias vezes com Nolan, desde os filmes de Batman (onde viveu o vilão Espantalho), além de ter aparecido em “A Origem” e “Dunkirk”. Oppenheimer já foi o tema de filme, o fracasso de bilheteria de 1989 “O Início do Fim” (Fat Man and Little Boy), estrelado por Paul Newman, dirigido por Roland Joffé e apreciado por poucos, com 47% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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    Disney anuncia fim de lançamentos simultâneos em streaming, mas impõe derrota aos cinemas

    11 de setembro de 2021 /

    A Disney anunciou o fim de sua experiência com lançamentos híbridos. Após o processo de Scarlett Johansson contra a estreia simultânea de “Viúva Negra” nos cinemas e no Premier Acess (um PVOD) da Disney+, e do sucesso de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis” nas bilheterias, os próximos filmes do estúdio serão lançados primeiro nos cinemas, antes de estarem disponíveis em streaming. Com isso, o filme de animação “Encanto” estreará nos cinemas no dia 24 de novembro e não aparecerá na plataforma Disney+ até 24 de dezembro. Todos os demais lançamentos previstos para 2021, como “O Último Duelo” de Ridley Scott, “Eternos” de Chloé Zhao e “Amor, Sublime Amor” de Steven Spielberg, terão ao menos 45 dias de exclusividade nas salas de cinema. O circuito exibidor dos EUA considerou a decisão uma vitória. Anteriormente, a Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) chegou a divulgar um comunicado agressivo contra a Disney, apontando que “Viúva Negra” teve uma queda de 67% de arrecadação em sua segunda semana em cartaz por não ser um lançamento exclusivo dos cinemas. Argumentos deste comunicado foram utilizados no processo movido por Johansson contra o estúdio. Mas a verdade é que os donos de cinemas, que se dizem felizes agora, perderam a disputa. E perderam muito. O anúncio da Disney consolida a janela de 45 dias de exibição e se segue à iniciativas anteriores da Warner e da Paramount no mesmo sentido. Antes da pandemia, porém, a exclusividade dos cinemas durava o dobro do tempo: 90 dias. Há anos, Hollywood tentava diminuir o tempo de exclusividade dos filmes nos cinemas, mas os exibidores nunca permitiram, ameaçando boicotar quem ousasse lançar em vídeo qualquer filme antes dos 90 dias tradicionais. No começo da pandemia, quando a Universal tirou “Trolls 2” do circuito cinematográfico norte-americano e celebrou um dos maiores faturamentos de VOD de todos os tempos, as grandes redes peitaram o estúdio com ameaças contra suas futuras produções. O tom mudou muito desde então e agora as redes comemoram cortar pela metade sua janela anteriormente intocável. Trata-se de uma vitória de Hollywood, que em dois anos – e com a ajuda da pandemia – mudou de forma radical sua relação com os donos de cinema. O lançamento de várias plataformas ligadas aos estúdios tirou do circuito cinematográfico seu poder de barganha, consolidando uma alternativa mais viável que as salas de exibição para levar conteúdo ao público. A troca de paradigma fragilizou a posição dos cinemas, que agora comemoram perder “apenas” metade de seu antigo poder.

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