Revelações mirins ilustram as primeiras fotos do novo filme do diretor de Jurassic World
A Focus Features divulgou as primeiras fotos do novo filme de Colin Trevorrow (“Jurassic World”), o drama “The Book of Henry”, que gira em torno de dois irmãos muito jovens, interpretados por Jacob Tremblay, revelação de “O Quarto de Jack” (2015), e Jaeden Lieberher, revelação de “Um Santo Vizinho” (2015). Na trama escrita por Gregg Hurwitz (série “V: Visitantes”), eles são filhos de uma mãe solteira (Naomi Watts, de “Diana”) e o mais velho da dupla (o Henry do título, vivido por Lieberher) é um pequeno gênio, que decide resgatar sua vizinha (Maddie Ziegler, a bailarina dos clipes de Sia) das mãos de um pai cruel. Os quatro intérpretes principais podem ser vistos nas imagens divulgadas, bem como o cineasta, que aparece conversando, nos bastidores, com Tremblay. O elenco ainda inclui Lee Pace (“Guardiões da Galáxia”), Dean Norris (série “Breaking Bad”) e Bobby Moynihan (“Irmãs”). A estreia está marcada para 16 de junho de 2017 nos EUA.
Daisy Ridley viverá Ofélia em nova versão da tragédia de Hamlet
A atriz Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars: O Despertar da Força”) está negociando para estrelar “Ophelia”, baseado no best-seller homônimo de Lisa Klein, que traz um novo olhar sobre a tragédia de “Hamlet”. Daisy viveria a personagem-título, grafada Ofélia em português, que se apaixona pelo Príncipe Hamlet, da Dinamarca, e acaba se suicidando na obra clássica de William Shakespeare. Além da estrela da franquia “Star Wars”, a produção negocia com Naomi Watts (franquia “Divergente”) para o papel da rainha Gertrude. O roteiro foi escrito por Semi Chellas (série “Mad Men”) e a direção ficará a cargo da australiana Claire McCarthy (“The Waiting City”). Atualmente filmando “Star Wars: Episódio VIII”, Daisy Ridley ainda vai participar dos dramas “Kolma” e “The Lost Wife”.
Twin Peaks: Cantores do Pearl Jam e Nine Inch Nails participarão da volta da série
O canal pago americano Showtime revelou o elenco completo do revival de “Twin Peaks”. E a série, que já teve David Bowie entre seus intérpretes, continua muito rock’n’roll, com participações confirmadas de Eddie Vedder, cantor do Pearl Jam, e Trent Reznor, líder do Nine Inch Nails. Os dois roqueiros vão se juntar a diversos atores do elenco original, como Kyle MacLachlan, Sheryl Lee, Mädchen Amick, Sherilyn Fenn, Lara Flynn Boyle, Piper Laurie, Ray Wise, Dana Ashbrook, Kimmy Robertson, Peggy Lipton, a cantora Julee Cruise e Catherine Coulson. Esta última, que interpretou a enigmática “Mulher do Tronco”, deixou gravada sua participação antes de falecer em setembro de 2015. Até David Duchovny vai retomar seu papel como a agente transgênero do FBI Denise Bryson. A personagem, vista em três episódios da 2ª temporada de 1991, marcou a estreia televisiva de Duchovny, o agente Moulder de “Arquivo X”. Outros atores, que aparecerão pela primeira vez na série, ainda incluem Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Michael Cera (“É o Fim”), Monica Bellucci (“007 Contra Spectre”), Amanda Seyfried (“Ted 2”), Ashley Judd (“Divergente”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Laura Dern (“Livre”), James Belushi (série “O Jim é Assim/According to Jim”) e Balthazar Getty (“O Juiz”). Lançada em 1990, “Twin Peaks” promoveu uma revolução nas séries americanas, incluindo elementos sobrenaturais, mistério e serial killer numa trama altamente serializada de investigação criminal, que durou duas temporadas. A nova trama será situada nos dias atuais e refletirá as mais de duas décadas que se passaram desde então. O retorno se dará em duas novas temporadas, com direção do cineasta David Lynch. Criador da série original, ele também escreveu os novos episódios com seu parceiro de 25 anos atrás, o roteirista Mark Frost. A estreia, porém, ainda vai demorar. A “3ª temporada” só começará a ser exibida em 2017 no Showtime.
Gypsy: Naomi Watts vai estrelar série da diretora de Cinquenta Tons de Cinza
A atriz Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) será protagonista da série dramática “Gypsy”, nova produção do Netflix que terá a diretora Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) a frente de seus primeiros episódios. As informações são do site da Variety. Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, “Gypsy” segue a trajetória de Jean Holloway (papel de Naomi), uma terapeuta que desenvolve uma perigosa e íntima relação com pessoas das vidas de seus pacientes. Além de atuar, Naomi Watts será produtora executiva da série junto com a Universal Television, a produtora Working Title e Lisa Rubin. O lançamento está previsto para acontecer em 2017. Além da série, a atriz também está confirmada em “The Book of Henry”, de Colin Trevorrow (“Jurassic World”), no thriller psicológico “Shut In”, no drama “The Glass Castle”, com Brie Larson (“O Quarto de Jack”), e no final da franquia “Divergente”, “A Série Divergente: Ascendente”.
Naomi Watts e Woody Harrelson serão os pais de Brie Larson em comédia
A atriz Naomi Watts (franquia “Divergente”) e o ator Woody Harrelson (franquia “Jogos Vorazes”) vão viver os pais de Brie Larson, a jovem vencedora do Oscar 2016 (Melhor Atriz por “O Quarto de Jack”), na comédia dramática “The Glass Castle”. A informação é do site da revista Variety. O filme vai marcar o reencontro de Larson com o diretor Destin Daniel Cretton. Os dois fizeram juntos “Temporário 12” (2013), o drama indie que rendeu os primeiros prêmios para a atriz. Baseado nas memórias da escritora Jeannette Walls (“America, The Story of Us”) e com roteiro de Cretton e Marti Noxon (criadora da série “UnReal”), “The Glass Castle” acompanha a história de uma jovem bem-sucedida (Brie Larson) que foi criada por pais disfuncionais. Ao se tornar adulta e ter conseguido se livrar deles, ela precisará voltar a lidar com a mãe excêntrica (Naomi Watts) e o pai alcoólatra (Woody Harrelson) após a dupla se mudar para Nova York. Jennifer Lawrence chegou a ser cotada para o projeto, mas a estrela de “O Quarto de Jack” acabou se tornando a escolha favorita do diretor, pela parceria pregressa. A produção começa a ser filmada em junho, em Montreal, no Canadá.
Convergente assume que Divergente não é grande coisa
Uma das características de “Divergente” é ser a mais regular dessas franquias juvenis contemporâneas. Regular, tanto no sentido de manter o mesmo nível a cada novo filme, mas também no sentido deste nível ser baixo. “A Série Divergente: Convergente”, dirigido pelo mesmo Robert Schwentke do segundo capítulo, não foge à regra, embora exista um consenso tácito de que se trata do pior. Uma das “vantagens” do terceiro filme é que ele funciona quase como se fosse independente de “Divergente” (2014) e “Insurgente” (2015), por não se focar muito no enredo das facções – a separação da população de Chicago em diferentes grupos organizados conforme suas capacidades ou inclinações. O que servia de motivação ao longa inicial é praticamente deixado de lado, assim como o desfecho visto no segundo capítulo. “Convergente” começa em outro ponto, no meio do julgamento e execução daqueles considerados inimigos da nova ordem. Como o irmão de Tris (Shailene Woodley), Caleb, vivido por Ansel Egort, está preso e prestes a ter o mesmo fim dos demais, o roteiro arranja um jeito de libertá-lo e fazê-lo se juntar ao grupo de jovens que atravessarão a muralha inexorável que cerca Chicago, para descobrir o que existe além dela – embora a nova líder, Evelyn (Naomi Watts), tente impedi-los com seus soldados. Nesse sentido, o filme se aproxima de outro produto de distopia juvenil, “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), que, se não evoca melhor a tese da caverna de Platão, é muito mais eficiente na construção de sua ação e no modo intrigante com que apresenta o novo mundo para os personagens – o além do labirinto de lá é o além da muralha daqui. Uma curiosidade: o roteirista Noah Oppenheim escreveu o primeiro “Maze Runner”. Em vez de perigos desconhecidos, o que “Convergente” reserva para Tris, Four (Theo James) e seus aliados é uma civilização de arquitetura moderna e futurista, que atingiu diversos avanços tecnológicos, mas que não chega a causar encantamento ou mesmo temor. Quanto ao fato deste destino não ser exatamente o paraíso, o próprio trailer já antecipou. Desde antes de entrar no cinema, o público sabe que se trata de uma cilada. Mas a maior cilada está mesmo no roteiro, que perde de vista as teorias comportamentais controvertidas que embasaram a concepção utópica da sociedade pós-apocalíptica de “Divergente”, para revelar que, bem, ser Divergente não é grande coisa. É, basicamente, ser normal. Mesmo com essa desconstrução, o novo chefão, David (Jeff Daniels), quase alicia Tris com seu discurso pseudo-metafísico, embora seu objetivo seja o mesmo de qualquer vilão introduzido em fase posterior de videogame: exterminar. Graças à incapacidade da direção em construir eficientes sequências de ação e a opção por diálogos repletos de chavões (“Não separem as pessoas” etc.), o filme parece ter uma duração bem maior do que sua projeção. Arrasta-se na tela. E, claro, não conclui nada. Isto porque o último livro foi dividido em dois longas – como de praxe – , apesar de ser o mais fraco da trilogia de Veronica Roth. A esperança é que, com a mudança de direção – Schwentke saiu depois de uma discussão com os produtores – , aumentem as chances dessa distopia terminar melhor.
Jake Gyllenhaal implode no trailer do novo drama do diretor de Clube de Compras Dallas
A Fox Searchlight Pictures divulgou o pôster e o segundo trailer do drama “Demolition”, do diretor canadense Jean-Marc Vallée (“Clube de Compras Dallas”), que traz Jake Gyllenhaal (“O Abutre”) como um viúvo com dificuldades de expressar a dor de sua perda. A prévia mostra o acidente que matou sua mulher (Heather Lind, da série “Turn”), os problemas de relacionamento com o sogro (Chris Cooper, de “Álbum de Família”), a passividade com que encarava a vida e sua reação emocional, ao decidir demolir a própria casa, atitude que serve como uma metáfora para sua autodestruição, mas também reconstrução – com a ajuda de uma desconhecida vivida por Naomi Watts (“O Impossível”) e seu filho (Judah Lewis, de “Caçadores de Emoção: Além do Limite”). Filme de abertura do Festival de Toronto do ano passado, “Demolition” chega aos cinemas americanos em 8 de abril e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Naomi Watts entra no revival da série Twin Peaks
Com o sucesso do revival de “Arquivo X”, as expectativas se voltam para outro projeto nostálgico dos anos 1990. Atualmente em pré-produção, “Twin Peaks” contratou Naomi Watts (“A Série Divergente: Insurgente”) e Tom Sizemore (“Falcão Negro em Perigo”) para a 3ª temporada da série, informou o site Deadline. A participação de Naomi permitirá um reencontro da atriz com o cineasta David Lynch, que a dirigiu em “Cidade dos Sonhos” (2001). O retorno de “Twin Peaks” terá todos os seus episódios dirigidos por Lynch. O cineasta também assina as tramas, em parceria com o co-criador do seriado, Mark Frost. O elenco também incluirá Laura Dern (“Império dos Sonhos”), Amanda Seyfried (“Ted 2”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Balthazar Getty (“O Juiz”), Robert Knepper (série “Prison Break”) e Bailey Chase (série “Longmire”), além de alguns veteranos da série dos anos 1990, como Kyle MacLachlan, Sherilyn Fenn, Sheryl Lee, Michael Horse e Miguel Ferrer. O canal pago americano Showtime planeja exibir a “3ª temporada” de “Twin Peaks” em 2017.







