John Legend e Ariana Grande vão regravar a premiada música tema de A Bela e a Fera
A canção que os cantores John Legend e Ariana Grande vão gravar em parceria para o filme “A Bela e a Fera” foi revelada. A Disney informou que se trata justamente da premiada música-tema da produção. Composta por Alan Menken e Howard Ashman, a música “The Beauty and the Beast” venceu o Oscar de Melhor Canção Original em 1992, assim como o Grammy de Melhor Dueto do ano. Na animação, a canção foi entoada Angela Lansbury. Mas a versão mais conhecida é a que entrou no disco, gravada por Celine Dion e Peabo Byson. Esta versão foi lançada na trilha sonora oficial da animação, que venceu o Grammy. A nova filmagem de “A Bela e a Fera”, agora com atores, contará com regravações das principais canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria de “Aladdin” (1992). Um dos comerciais mais recentes da produção chegou, inclusive, a destacar uma canção entoada pela atriz Emma Watson, intérprete da Bela. A direção de “A Bela e a Fera” é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia do filme está marcada para o dia 16 de março no Brasil e a trilha sonora chegará nas lojas no dia 10 de março. Por sinal, o disco já está em pré-venda nos EUA.
Mais que um musical, La La Land é um milagre que inspira sonhar
Numa das cenas mais belas de “La La Land”, Ryan Gosling vagueia ao longo de um píer, olha para o skyline de Los Angeles e entoa uma canção que começa assim: “Cidade das estrelas, / você está brilhando apenas para mim?”. Leva uns segundos pra gente entrar no clima, mas o entusiasmo do personagem é tão grande, que pouco importa se a voz de Gosling é pequena. O mesmo espírito toma a maravilhosa abertura, num viaduto engarrafado. Primeiro, temos numa panorâmica vertiginosa sob os carros apinhados, a mistura dissonante de ritmos, cada um ouvindo um tipo de música, num arremedo que deveria soar histérico e sufocante. As máquinas gritam, as buzinas ressoam, e de repente uma indiana desce do carro cantando, e todo o operariado em volta (latinos, asiáticos, africanos), e também ciclistas, skatistas e tantos outros “istas”, entram no clima, escalando os capô e os telhados de seus veículos, para entoar “Another Day of Sun”. O número coreográfico é de uma sensibilidade e uma graça quase surreais. Em vez da massacrante rotina de dirigir para o trabalho, é como se todos estivessem rumando contentes para as férias num desbunde cinematográfico grandioso. A câmera alça vôo para mostrar um quilômetro de alegria onde não devia haver. Damien Chazelle, o diretor que antes nos deu “Whiplash”, aquele drama sobre o jovem baterista obcecado em ser maior que a vida, aqui parece o próprio músico ambicioso, só que, no lugar da bateria, seu instrumento é todo um gênero: o musical. E ele não se intimida frente à comparação com os clássicos. Ama tanto os musicais icônicos que lhes extrai toda a seiva possível. De “Sinfonia de Paris” (1951) a “Amor, Sublime Amor” (1961), passando por “Cantando na Chuva” (1952) e “A Roda da Fortuna” (1953), transita pelo vocabulário com maestria, e ainda pisca o olho para as experiências francesas de Jacques Demy, reverenciando “Os Guarda Chuvas do Amor” (1964) e “Duas Garotas Românticas” (1967). Claro, não é preciso conhecer a tradição para entender ou gostar do filme. “La La Land” é uma reinvenção do musical tentando colorir de alegria esse miserável futurismo distópico e corrupto que não larga a mão do cidadão do século 21. Chazelle sabe que são outros tempos, outra indústria, outra mentalidade e ele jamais alcançaria o requinte dos tempos dourados. Naqueles clássicos estrelados por Fred Astaire, Gene Kelly, Debbie Reynolds, Cyd Charisse e tantos outros, cada passo, cada toque de mãos, cada repique de sapateado, buscava uma harmonia, uma classe, que não existe mais, e a sincronicidade falava não só de almas gêmeas, mas de um ideal que transcendia o simples entretenimento. Este era o ideal platônico de Hollywood, sugerindo uma perfeição formal negada ao resto de nós, em nossos desajeitados tropeços. Era uma outra fase, um outro sonho. Nostalgia inocente? Não. “La La Land” não cai nesta armadilha saudosista. Propõe, sim, uma nova suposição: com o que dois artistas, uma aspirante a atriz (vivida por Emma Stone) e um pianista (Ryan Gosling) podem almejar na Los Angeles de hoje? Com muito pouco, já que o significado de arte mudou extremamente do que era há 50 anos. Arte hoje é a celebração do mundo da mercadoria. Jazz, samba, música regional, clássica, de vanguarda não são o que interessam a indústria. Busca-se, sim, a massificação do gosto. E tudo que vai ao contrário do movimento é deglutido ou isolado. Mas no meio das prateleiras e passarelas para o consumo, é possível trombar com resistentes. O casal de protagonistas de “La La Land”, Mia (Stone) e especialmente Sebastian (Gosling) são os desajeitados remanescentes deste grupo. Ambos lutam para não serem contaminados pela rotina da música de supermercado. Sebastian ama o jazz e leva Mia para um bar completamente fora de moda, para que ela sinta como funciona uma jam-session como uma tradicional banda de veteranos. “Observa como os instrumentos dialogam”, ele explica, “o lindo disso tudo é que eles tocam toda noite e cada vez é uma emoção diferente”. Em seguida, o casal sai a rua e, tomado pela poesia do jazz, cantam e dançam entusiasmados. Pouco importa se um canta pequeno e o outro dança melhor. O cativante em “La La Land” reside no fato de que se percebe que os protagonistas não são peritos na arte, e isso, no fundo, é o de menos. Eles humanizam o número musical, olhando para a platéia e convidando-nos para fugir do óbvio e procurar a magia nas emoções simples. A história do filme, aliás convida a observar a essência das coisas. Dos sentimentos, das ideologias, das fragilidades, dos desejos e de suas contradições. Mia persegue o sonho de se tornar atriz, mas, em cada teste, ela sofre um tipo de humilhação ou desdém. O plano de Sebastian é mais ambicioso: ele sonha em ser o dono de um bar de jazz, um lugar onde poderá trazer todos os mestres do riscado, cultivando um gênero que ele não quer que se extingua. Isso funciona num mundo idealizado, mas no real, Sebastian se sujeita a tocar nas piores espeluncas. Enfim, Mia e Sebastian não fazem o que pregam. Os dois vendem-se ao sistema. Ah, mas como isso tudo podia ser diferente. Então os dois são sugados para o escapismo de uma sessão num velho cinema, o lendário Rialto (uma sala que não existe mais) para assistir a uma sessão de “Juventude Transviada” (1955). E, de repente, quando o filme enrosca e a sessão é interrompida, eles se recusam a deixar o reino de faz de conta. Os dois saem do cinema direto para o Observatório de Griffith, uma das locações de “Juventude” para viver, na realidade, o que só se pode viver no cinema. Planetas e galáxias rodam, enquanto eles levitam e dançam no ar. Nesse momento, corre-se o risco do academicismo, do olhar complacente, do encerramento num sistema autista ou pretensioso. Acontece o contrário. Quanto mais Chazelle refaz os caminhos já percorridos pelo cinema, mais cada plano parece novo, inesperado, de um frescor vivo e ainda mais fecundo. É uma espécie de milagre que um filme como “La La Land” ainda exista, e meu conselho seria ignorar os cínicos e os críticos, como eu, que buscam falhas num trabalho como esse. Pegue o filme na maior tela que você puder encontrar, com um sistema de som correspondente. Quem nunca conheceu um musical legitimo no cinema pode se surpreender ao descobrir que emoções podem florescer sem que um filme precise recorrer a explosões e violência.
Ariana Grande e John Legend estão trabalhando numa música para a trilha de A Bela e a Fera
Ariana Grande e John Legend estão trabalhando juntos numa música para a trilha sonora do filme “A Bela e a Fera”. A novidade veio à tona após a cantora divulgar uma foto em estúdio nas redes sociais, e em seguida a mesma imagem aparecer no perfil oficial do filme no Instagram. Clicando na imagem, é possível ler os nomes de John Legend e Beauty and the Beast (o título original do longa em inglês). Veja abaixo. “A Bela e a Fera” será um musical como a animação original dos anos 1990. Um dos comerciais mais recentes da produção chegou, inclusive, a destacar uma canção entoada pela atriz Emma Watson, intérprete da Bela. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). Até o momento, não há outras informações sobre como a parceria de Ariana Grande e John Legend entrará na história, mas, como o filme já se encontra em pós-produção, é bem provável que a canção seja usada na abertura ou apenas durante os créditos finais. A direção de “A Bela e a Fera” é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. ? Uma foto publicada por Ariana Grande (@arianagrande) em Jan 10, 2017 às 2:50 PST #Repost @arianagrande ・・・ ? Uma foto publicada por Beauty and The Beast (@beautyandthebeast) em Jan 10, 2017 às 3:06 PST
Crossover musical das séries The Flash e Supergirl tem vilão revelado
Além de confirmar a aparição do Flash Negro na série “The Flash”, o produtor Andrew Kreisberg adiantou detalhes do crossover musical entre as séries “The Flash” e “Supergirl”, durante o evento semestral de imprensa da TCA (a Associação dos Críticos de TV dos EUA). A principal novidade é que o Mestre da Música será o vilão da história. O personagem apareceu num episódio da série animada “Batman: Os Bravos e Destemidos”, dublado por Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”), e tem a capacidade de hipnotizar as pessoas para fazê-las cantar e dançar. Ainda não foi escalado o intérprete do vilão nem o diretor dos episódios. Por sinal, o produtor não quis comentar os rumores de que Joss Whedon (“Os Vingadores”) poderia dirigir o crossover. O nome de Whedon é aventado desde que a ideia do musical veio à tona, em agosto. Vale lembrar que um dos melhores episódios da série “Buffy: A Caça-Vampiros” – e da história da televisão – foi escrito e dirigido por Whedon em 2001, o especial musical “Once More, With Feeling”, em que os personagens centrais foram amaldiçoados a usar apenas música e dança para se expressar. Outra curiosidade: Whedon também dirigiu Neil Patrick Harris no musical de super-heróis “Dr. Horrible’s Sing-Along Blog” em 2008. Para completar, os atores Grant Gustin e Melissa Benoist, intérpretes de Flash e Supergirl, fizeram parte do elenco de “Glee” antes de viraram super-heróis, e com essa proposta terão a chance de demonstrar novamente seus talentos como cantores. Segundo Kreisberg, o crossover começará na série “Supergirl” e continuará em “The Flash”, e a trama terá grande impacto no futuro de ambas as produções. Os episódios inéditos de “The Flash” e “Supergirl” retornam no fim de janeiro. No Brasil, ambas as séries são exibidas pelo canal pago Warner.
Emma Watson canta no novo comercial legendado de A Bela e a Fera
A Disney divulgou um novo comercial legendado de “A Bela e a Fera”, em que Emma Watson solta sua voz, cantando que quer muito mais que uma vida no interior. Também foi divulgada a versão brasileira do novo pôster da produção, que pode ser conferida abaixo. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novo pôster de A Bela e a Fera destaca o elenco central
A Disney divulgou um novo pôster de “A Bela e a Fera”, que volta a destacar Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, mas pela primeira vez traz o grandioso elenco de coadjuvantes. O filme também traz Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Fotos de bastidores marcam início das filmagens de A Escolha Perfeita 3
A atriz Anna Kendrick postou em seu Instagram uma foto do reencontro das Barden Bellas, com o elenco de “A Escolha Perfeita”, sinalizando o número 3 com os dedos. A imagem marcou o início das filmagens do terceiro longa da franquia e abriu uma série de compartilhamentos pelas demais atrizes nas redes sociais. Além de Kendrick (intérprete de Beca no filme), a foto inicial mostra Rebel Wilson (Fat Amy), Ester Dean (Cynthia Rose), Chrissie Fit (Flo), Shelley Regner (Ashley), Brittany Snow (Chloe), Anna Camp (Aubrey), Hana Mae Lee (Lilly) e Kelley Jakle (Jessica). Kelley Jakle postou a mesma imagem refletida por um espelho, enquanto Anna Camp compartilhou novas fotos, que incluíram Elizabeth Banks (Gail) e até uma briga. Por fim, Brittany Snow tratou de colocar Kenny G na história. Desta vez, a direção está a cargo de Trish Sie (“Ela Dança, Eu Danço 5: Tudo ou Nada”) e a estreia está marcada para 22 de dezembro.
Novo comercial de A Bela e a Fera mostra início do romance
A Disney divulgou um novo comercial de “A Bela e a Fera”, que traz cenas inéditas, focadas no início do romance entre os protagonistas, vividos por Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera. O filme também traz Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Sing Street é bela homenagem ao rock dos anos 1980 do diretor de Apenas uma Vez
É sinal dos tempos que um filme de tão bom nível quanto “Sing Street – Música e Sonho” (2016), que não foi produzido para streaming, vá parar direto na Netflix e similares, longe da tela grande, mesmo concorrendo ao Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia ou Musical e tendo chances de indicação ao Oscar. Trata-se de mais uma deliciosa obra de John Carney, o sujeito que adora musicais e que já juntou o seu amor pelas melodias e pelos relacionamentos nos lindões “Apenas uma Vez” (2007) e “Mesmo se Nada Der Certo” (2013). “Sing Street – Música e Sonho” segue a mesma linha, num retorno à Irlanda de “Apenas uma Vez”, mas com personagens mais jovens e em uma outra época, a década de 1980, destacando o que ela tem de atraente, inocente e saudosista. Trata-se basicamente da história de um rapaz que resolve montar uma banda de rock por causa de uma garota. E o filme conta essa história com uma simplicidade e uma beleza impressionantes. Como a moça, Raphina, é especialmente linda e sonhadora (Lucy Boynton, que estará no remake de “Assassinato no Expresso do Oriente”), é muito fácil para o espectador se colocar no lugar do jovem Conor (Ferdia Walsh-Peelo, que estará na 5ª temporada de “Vikings”). O processo da composição musical, como nos filmes anteriores de Carney, se mostra até mais interessante do que o próprio resultado, até porque as canções refletem o espírito de bandas influentes do período, a partir dos discos que o irmão mais velho (vivido por Jack Reynor, de “Transformer: A Era da Extinção”) apresenta ao roqueiro aspirante. Assim, se no começo sua banda segue uma linha próxima do Duran Duran, depois, quando ele conhece The Cure, a banda vai modificando o som e a imagem, até chegar ao ponto de ter um estilo próprio, ainda que bastante ligado ao espírito daquela época. Como os anos 1980 foram também a década dos videoclipes, a linguagem do gênero faz parte da identidade da banda e do filme, resultando em cenas muito divertidas. Para começar, a desculpa de Connor para atrair Raphina é que ela seja a modelo de um clipe. E para continuar a vê-la, ele segue produzindo clipes caseiros, realizados amadoramente para cada uma de suas canções. As músicas vão surgindo a partir de sentimentos e situações que acontecem na vida de Conor e mesmo na de Raphina, uma garota que sonha em ir embora para Londres e ter uma vida melhor. O que torna “Sing Street” especial é o modo como ele permite ao espectador adentrar esse mundo de sonho, abrindo um leque de possibilidades infinitas diante de obstáculos igualmente grandiosos, para mostrar que é possível realizar algo que tantos querem e muitos não conseguem por um motivo ou outro: fundar uma banda, conquistar a garota dos sonhos e ir embora com ela. A cena final é tão inacreditavelmente bela que a gente custa a acreditar. “Sing Street” corre atrás de seu sonho e deixa o público sem querer acordar.
Ryan Gosling agradece Debbie Reynolds por ter sido inspiração para La La Land
O ator Ryan Gosling homenageou a atriz Debbie Reynolds, falecida na semana passada, ao receber um prêmio de seu novo filme, “La La Land – Cantando Estações”. Durante a cerimônia do Palm Springs Film Festival, na Califórnia, o ator agradeceu a Reynolds “por sua maravilhosa carreira”, e contou que, durante as filmagens de “La La Land”, o elenco buscou inspiração diária nas cenas protagonizadas pela atriz em seus filmes, especialmente “Dançando na Chuva” (1952). Ele classificou Debbie Reynolds como “um talento verdadeiramente incomparável”. “La La Land” é considerado uma carta de amor aos musicais clássicos de Hollywood e é favorito ao Oscar 2017. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Emma tone) que se apaixona por um pianista de bar (Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. Vencedor do Critics Choice Awards e do Festival de Toronto, eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, além de ter rendido à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, “La La Land” ainda concorre a sete prêmios no Globo de Ouro. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.
Veja os primeiros comerciais de A Bela e a Fera
A Disney divulgou os primeiros comerciais de “A Bela e a Fera”. Enquanto os primeiros basicamente condensam o trailer original, que teria batido recorde de visualizações na internet, o terceiro traz cenas inéditas de Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela. O filme também traz Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Disney libera trecho oficial da música de Emma Watson em A Bela e a Fera
Era inevitável. Depois dos fãs registrarem na internet a “versão boneca” da música-tema de Bela, no filme “A Bela e a Fera”, a Disney liberou o trecho oficial de “Something There” com a voz de Emma Watson. O resultado é bem melhor que o som de radinho de pilha, que acompanha as bonecas da personagem, mas resultou ainda mais meloso e, para usar uma palavra da época em que se fazia músicas assim, cafona. Ouça abaixo. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Here's your exclusive first listen of @EmmaWatson singing 'Something There' from Beauty and the Beast. #BeOurGuest pic.twitter.com/AWpcrDmELY — Beauty and the Beast (@beourguest) December 31, 2016
Vídeo legendado de La La Land revela que Ryan Gosling aprendeu a tocar piano para o filme
A Paris Filmes divulgou três um vídeo legendado de bastidores de “La La Land – Cantando Estações”, que destaca o aspecto musical da produção. Os depoimentos abordam a participação do músico John Legend e como Ryan Gosling se dedicou a aprender a tocar piano para o papel. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Emma tone) que se apaixona por um pianista de bar (Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. Vencedor do Critics Choice Awards e do Festival de Toronto, eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, além de ter rendido à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, “La La Land” ainda concorre a sete prêmios no Globo de Ouro. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.











