Lady Gaga revela ter chorado muito ao se ver pela primeira vez no filme Nasce uma Estrela
A agora atriz Lady Gaga revelou não ter conseguido parar de chorar ao se ver na tela em “Nasce uma Estrela”. A primeira sessão que presenciou do filme foi uma cachoeira do começo ao fim, ela assumiu em entrevista para a revista Entertainment Weekly, que dedicou a capa de sua edição dessa semana para o remake estrelado por Gaga e Bradley Cooper. O ator, por sinal, também assina a direção, fazendo sua estreia na função. “Bradley Cooper mostrou o filme para mim e para alguns amigos meus. Eu só lembro que comecei a chorar a partir da primeira cena. Eu literalmente chorei assistindo o filme inteiro. Eu tive que assistir o filme várias vezes antes que eu sentisse que conseguiria assisti-lo como alguém do público geral”, disse Lady Gaga. Ela também afirmou que este projeto é uma de suas principais realizações. “Eu me sinto muito, muito grata por fazer parte deste filme, e por ter sido a primeira atriz de um filme dirigido por Bradley Cooper”, concluiu. Em sua estreia como diretor, Bradley Cooper conta a história de Jackson Maine, renomado músico cuja carreira está em decadência quando encontra Ally, uma cantora em busca de uma grande chance, que logo se torna uma grande estrela. Esta é a quarta vez que esta história é levada às telas, mas a apenas segunda passada no mundo da música. Nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. Apenas a versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand, mostrava o casal como cantores de country rock. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. A première mundial do filme vai acontecer no Festival de Veneza 2018, no dia 31 de agosto. Já o lançamento comercial está marcado para 11 de outubro no Brasil, uma semana após os Estados Unidos.
Musicais dão o tom das estreias da semana nos cinemas
Dois musicais, a sequência de “Mamma Mia! e o nacional “Ana e Vitória” são as estreia mais amplas desta quinta (2/8), com abertura em 448 e 170 cinemas, respectivamente. “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” volta a trazer hits da banda Abba e coreografias contagiantes, bem como o elenco original, mas acrescenta algumas novidades, em especial Lily James (a “Cinderela”) e a cantora Cher (“Minha Mãe É uma Sereia”). Enquanto o primeiro filme mostrou a personagem de Amanda Seyfried tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe (Meryl Streep) era seu verdadeiro pai, o novo revela como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, acompanhando seu envolvimento com os três galãs de seu passado. As cenas passadas nos anos 1970 também acrescentam um visual retrô que combina melhor com as canções, além de permitirem o destaque de Lily James (a versão jovem de Meryl Streep). A maior surpresa, porém, é que o novo “Mamma Mia!” conta com um bom roteiro inédito e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”) que superam o musical da Broadway adaptado no filme de dez anos atras. “Ana e Vitória” transforma a parceria musical das artistas de Tocantins Ana Caetano e Vitória Falcão, a dupla Anavitória, numa comédia romântica. Na trama, as duas vivem cantoras que se conhecem em uma festa e decidem se arriscar no mundo da música. Apesar de ser um trabalho de ficção, a obra tem paralelos com a realidade, já que o filme é “uma ideia” de Felipe Simas, o empresário que as “descobriu”, e mostra como um empresário carioca as leva ao estrelato. O longa ainda apresenta Clarissa Müller, “influenciadora digital” que, além de atuar, também canta no longa – considere como uma nova “descoberta”. Com roteiro e direção de Matheus Souza (“Tamo Junto”), produção musical do cantor Tiago Iorc e canções da dupla, o resultado fica entre a picaretagem e o filme adolescente inofensivo, ao mesmo tempo em que resgata um filão sumido do cinema nacional desde a morte de Lael Rodrigues (1951–1989) – e com viés inclusivo LGBTQIA+. Outro destaque nacional, “O Nome da Morte” marca a estreia de Marco Pigossi (novela “A Força do Querer”) no cinema, no papel do maior matador do Brasil. A trama até começa como uma novela romântica, mas muda de tom abruptamente, ao virar thriller criminal com longa contagem de corpos. Baseado na história real de um pistoleiro que matou quase 500 pessoas, o filme mostra como um jovem ingênuo do interior se projeta em seu ofício macabro, apesar de religioso e com a consciência atormentada. Adaptado (do livro do jornalista Klester Cavalcanti) e dirigido por Henrique Goldman (de “Jean Charles”), traz cenas de ação ousadas, incluindo um plano-sequência pouco comum nas produções brasileiras, mas é menos efetivo ao explorar a vida em família do profissional da morte, que se casou e teve um filho que ignoravam os esqueletos literais de seu armário. Bom entretenimento, a história também oferece reflexão sobre inúmeros problemas do Brasil. No circuito limitado, a dica é “A Outra História do Mundo”, filme uruguaio estrelado pelo conhecido César Trancoso (“Faroeste Caboclo”), que recria a época da ditadura em tom de fábula cômica, com rapto de anões de jardim e aulas de História inventada. Imagine o encontro de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001) e “Rebobine, Por Favor” (2008), mas passado numa republiqueta sub-tropical. Escolhido para representar o Uruguai no Oscar passado, a comédia tem direção de Guillermo Casanova (“El Viaje Hacia el Mar”), um dos mais premiados cineastas do país, que entretanto ainda não tinha sido “descoberto” no Brasil. Este é seu primeiro filme lançado nos cinemas brasileiros. Vale também, pelo inusitado, arrepiar-se com o documentário nacional “Hilda Hilst Pede Contato”, que usa gravações da voz da poeta Hilda Hilst para explorar, em clima de terror, sua obsessão em buscar contato com os mortos. A direção de Gabriela Greeb (“A Mochila do Mascate”), auxiliada por belíssima fotografia e edição, conseguem evocar uma atmosfera de dar inveja nos “Invocações do Mal” que chegam de Hollywood. Mas se trata mesmo de um obra artística, que usa a premissa como metáfora para discutir o desaparecimento da carne vs. a permanência da arte. Só não se deve confundir o trabalho, por ser documentário, com um registro sobre a vida da famosa escritora. A falta de didatismo é muito bem-vinda num gênero dominado por fórmulas de reportagem televisiva e narrativas educativas – basta vez a chatice do docudrama “Querido Embaixador”, que integra a programação da semana. Confira abaixo mais detalhes dos lançamentos e outros filmes menos, digamos, recomendados, com sinopses oficiais e trailers, para acompanhar as estreias da semana nos cinemas. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo | EUA | Musical Sequência do famoso musical de 2008, “Mamma Mia!”. Ao descobrir que está grávida, Sophie (Amanda Seyfried) busca inspiração para a maternidade lembrando do passado da mãe (Meryl Streep), no final dos anos 70, quando ela resolveu se estabelecer na Grécia. Ana e Vitória | Brasil | Musical Ana e Vitória se encontram em uma festa, marcando o início da dupla musical. Logo, as duas precisam aprender a lidar com a fama, ao mesmo tempo que ainda estão tentando descobrir quem elas realmente são. O Nome da Morte | Brasil | Drama Júlio Santana (Marco Pigossi) é um pai dedicado, um homem caridoso, um exemplo para sua família e um orgulho para os seus pais. No entanto, ele esconde outra identidade sob essa fachada: na verdade, ele é um assassino profissional responsável por 492 mortes. Entre a cruz e a espada, entre a lei e o crime, Júlio precisa descobrir uma forma de enfrentar os seus demônios. A Outra História do Mundo | Uruguai | Comédia Os amigos Milo (Roberto Suárez) e Esnal (César Troncoso) resolvem se rebelar contra as regras rígidas instauradas pelo novo coronel de seu vilarejo, sequestrando seu bem mais precioso: uma coleção de anões de jardim. A ação acontece em plena ditadura, o que faz Milo ser capturado pelos militares e Esnal se tornar recluso. Reanimado pelas filhas do amigo, no entanto, ele deixa a solidão de seu quartinho com um plano mirabolante. Hilda Hilst Pede Contato | Brasil | Documentário Documentário sobre a escritora, poeta e dramaturga Hilda Hilst, considerada uma das mais importantes vozes da língua portuguesa do século 20. Com arquivos pessoais inéditos de som e imagem, depoimentos, encontros e intervenções, o filme revela sua memória e presença na Casa do Sol, chácara onde vivia em Campinas, e sua obsessão em buscar contato com os mortos. Café | Bélgica, China, Itália | Drama Baristas dizem que o café tem três sabores: amargo, azedo e perfumado. Em três cantos diferentes do mundo, histórias são conectadas por esse elemento. Na Bélgica, durante um tumulto, a loja de Iraqi Hamed (Hichem Yacoubi) é saqueada. Seu precioso pote de café é roubado e ao descobrir o responsável ele decide fazer justiça com as próprias mãos. Na Itália, Renzo (Dario Aita), apaixonado barista, se envolve no roubo de uma fábrica e as coisas saem do controle. Na China, Ren Fei (Fangsheng Lu), gerente bem-sucedido, é designado para cuidar de fábrica que ameaça poluir um vale em Yunnan, bela região na fronteira com o Laos. De Carona para o Amor | França | Comédia Jocelyn (Franck Dubosc) é um empresário muito bem-sucedido, extremamente egocêntrico e egoísta, sempre disposto a inventar mentiras para tirar vantagem em qualquer situação promissora. Um dia, ele resolve seduzir uma bela mulher fingindo sofrer de uma deficiência. No entanto, fica mais difícil desfazer a farsa quando ele é apresentado à nova cunhada, que é realmente deficiente. Acrimônia | EUA | Suspense Melinda (Taraji P. Henson) sempre foi uma esposa fiel, porém, cansada de ficar ao lado de seu marido preguiçoso, Robert (Lyriq Bent), se divorcia quando ele faz com que ela perca a casa de sua família. Meses depois, Melinda descobre que seu ex-marido ficou rico e está noivo de outra mulher. Sentindo que ele deve a ela todo o tempo e dinheiro que ela investiu quando estavam juntos, ela perde o controle e vai atrás de vingança. Querido Embaixador | Brasil | Docudrama O filme conta a história de Luiz Martins de Souza Dantas (Norival Rizzo), embaixador brasileiro que na 2ª Guerra Mundial desobedeceu às ordens de Getúlio Vargas de proibir vistos para o Brasil a “judeus e outros indesejáveis”. Ele enfrentou Vargas, o governo francês e o nazismo.
Crítica americana acha Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo melhor que o primeiro filme
O musical “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”, que chega aos cinemas dez anos depois do primeiro “Mamma Mia”, ganhou suas primeiras críticas. E elas são afinadinhas, com um refrão elogioso, numa média de 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes – bem superior aos 54% obtidos pelo longa de 2008. A revista Entertainment Weekly chamou o filme de “um musical karaokê com um coração de ouro e uma trama que é puro poliéster”. A resenha destacou a participação de Cher, que “se não existisse, teria que ser inventada para o final”. “O desempenho dela é como o filme: cintilante, bobo, ao mesmo tempo exagerado e sincero – e filmado, em cada quadro, como um sonho”. A revista Variety também exaltou o tom exagerado do longa ao elogiá-lo: “’Lá Vamos Nós de Novo’ é uma colcha de retalhos brega, como se você estivesse assistindo a um manual de como fazer um filme pra chorar, mas embalado por algumas das músicas pop mais deliciosas já gravadas. E esse sentimento vem, especialmente no fim – um poema de amor dedicado ao laço primordial entre mães e filhas”. Já a revista The Hollywood Reporter apontou que o roteiro do novo filme é “bem melhor” do que o do original, mas o primeiro filme ficou com as músicas mais conhecidas do Abba, o que tornou o segundo um “equivalente cinematográfico de um Lado B: adequado, abençoado por alguns bons refrões e propenso a ter fãs fervorosos. Mas ninguém prestaria muita atenção se o outro não tivesse sido tão grande”. O jornal britânico The Guardian definiu o novo “Mamma Mia” como “estranhamente irresistível”. “Há algo na tolice e no ridículo avassaladores que, combinado com uma comédia autoconsciente, me fez rir apesar de mim mesmo: há performances divertidas e exageradas de Cher, Christine Baranski, Julie Walter e Alexa Davies, e algumas falas muito boas”. Por fim, o site IndieWire notou que participação de Meryl Streep foi bastante reduzida na continuação, mas isso permitiu que Lily James brilhasse. “’Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’ é uma sequência agradável e enérgica do hit de 2008. Mas está sem sua maior estrela, Meryl Streep como Donna Sheridan, e sua ausência é muito sentida. Graças a Deus existe Lily James, cuja performance como uma versão jovem da heroína irrepreensível de Meryl Streep parece uma daquelas que leva uma atriz a outro nível em sua carreira”. A sequência do sucesso de 2008 trama continua visitando o repertório do Abba, agora não mais relacionado ao musical da Broadway que foi adaptado no filme de dez anos atras, mas com um roteiro inédito e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”). A produção ainda inclui as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) como o Fernando cantado por Cher. Os jovens surgem por meio de flashbacks, inspirados pela gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth, e por Irvine, Dylan e Skinner nos anos 1970. “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!” estreia na sexta (20/7) nos Estados Unidos, mas apenas em duas semanas (2/8) no Brasil.
Continuação de Mamma Mia! inspira Cher a gravar um disco inteiro de covers do Abba
A cantora Cher vai aproveitar sua participação em “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” para lançar um álbum inteiro só com covers do grupo sueco Abba. Assim como no primeiro “Mamma Mia!”, lançado em 2008, o novo filme é um musical que apresenta coreografias ao som de covers de grandes sucessos do Abba. Em sua aparição no longa, Cher canta “Fernando”, um single lançado pelo grupo em 1976. “Depois que eu cantei ‘Fernando’, pensei que seria divertido fazer um álbum com músicas do Abba, então eu fiz. Não tem nada a ver com o que você pensa do Abba, porque eu fiz do meu próprio jeito”, afirmou a cantora, em entrevista ao programa “Today”, dando a notícia do lançamento. Veja abaixo. O novo Mamma Mia! estreia no dia 2 de agosto no Brasil. Já o disco de Cher ainda não possui previsão de estreia.
Continuação de Mamma Mia ganha quatro vídeos animados de bastidores
A Universal divulgou quatro vídeos bastante animados de bastidores “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”, que destacam coreografias, figurinos e músicas da produção, além de elogios de Meryl Streep para a atriz escolhida para viver sua versão jovem na produção, a inglesa Lily James (“Em Ritmo de Fuga”). A sequência do sucesso de 2008, inspirado pelas músicas da banda Abba, volta a reunir os atores do primeiro filme e ainda dobra o elenco, graças a uma trama paralela de flashback que mostra como os personagens eram na juventude. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth, e por Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e o citado Hugh Skinner nos anos 1970 – , todos prestes a virar avôs. Além deles, o elenco destaca Alexa Davies (também da série “Harlots”), Jessica Keenan Wynn (vista na série “Billions”), Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) e a cantora Cher, que vive a mãe de Meryl Streep e vó de Amanda Seyfeld na trama. Com roteiro e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”), “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!” tem estreia marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Netflix resgata Mixtape, série musical que teve piloto rejeitado pela Fox
A Netflix decidiu resgatar “Mixtape”, série musical que foi originalmente encomendada pela Fox, mas acabou sem aprovação para ganhar temporada, após seu piloto ser rejeitado. A foto acima já é da produção. A série terá 10 episódios estrelados por Callie Hernandez (“Alien: Covenant”), Jenna Dewan (série “Supergirl”) e Madeleine Stowe (série “Revenge”), mas o piloto será regravado para mudar o protagonista masculino, que seria vivido por Raul Castillo (série “Seven Seconds”). Com a recusa da Fox, ele acertou uma participação recorrente na 3ª temporada de “One Day at a Time” na própria Netflix. “Mixtape” é uma criação de Joshua Safran (criador de “Quantico” e produtor do similar “Smash”) e vai acompanhar um grupo variado de pessoas interconectadas pela música em Los Angeles. A trama mostrará também suas relações com o romance, explorando se o tempo pode curar um coração partido e se o amor pode resistir às tragédias da vida. Essa é a segunda série rejeitada pela Fox que a Netflix “salva” nos últimos dois meses. A primeira foi a cancelada “Lucifer”, que terá uma 4ª temporada no serviço de streaming.
Edgar Wright sugere planos para continuação de Em Ritmo de Fuga
O diretor Edgar Wright sugeriu que está considerando fazer uma continuação de “Em Ritmo de Fuga”. Em uma mensagem no Twitter, para comemorar um ano de lançamento do longa, o diretor escreveu que “talvez a gente voltar para a estrada em breve”. “‘Em Ritmo de Fuga’ foi lançado há um ano. Tive uma jornada louca com ele nos últimos 365 dias. Então agradeço a todos vocês pelas belas respostas, significa tudo. E, quem sabe, talvez a gente possa voltar para a estrada em breve”, diz o texto, que pode ser conferido na íntegra abaixo. A revelação do projeto de uma continuação veio à tona em dezembro e foi feita por Eric Fellner, um dos proprietários do estúdio Working Title, responsável pela produção. “Edgar definitivamente tem mais idéias e acho que, no Ano Novo, ele vai se sentar e decidir se vai escrever esse roteiro”, disse o produtor. “Eu certamente acho que seria ótimo ver Ansel Elgort e Lily James de volta. Eles foram brilhantes juntos”, completou. Orçado em US$ 34 milhões, “Em Ritmo de Fuga” acabou faturando mais de US$ 100 milhões só nos Estados Unidos, atingindo US$ 226 milhões em todo o mundo. 'Baby Driver' was released one year ago today. Had a wild ride with it in the last 365 days. so I thank you for all your beautiful responses, it means everything. And who knows, maybe he could get back on the road soon… pic.twitter.com/MgtRlPACau — edgarwright (@edgarwright) June 28, 2018
Vídeo destaca a participação de Cher na continuação de Mamma Mia!
A Universal divulgou um vídeo de bastidores da continuação do musical “Mamma Mia!”, que destaca a participação da cantora Cher. Ela interpreta a mãe de Meryl Streep e vó de Amanda Seyfeld na trama, e aparece na prévia cantando “Fernando”, hit do Abba. O curioso é que, além dos comentários de elenco e equipe técnica, até os integrantes do Abba se deliciam com sua participação na produção. “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!” volta a reunir o elenco do primeiro filme, mas acrescenta várias novidades, graças a uma trama paralela de flashback – que revela que Meryl Streep costumava ser Lily James nos anos 1970. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez na adolescência, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth. O roteiro e a direção estão a cargo de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”) e as novidades do elenco incluem as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) como o Fernando cantado por Cher. A estreia está marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Filme musical estrelado pela dupla Anavitória ganha primeiro trailer
A Galeria Distribuidora, braço da Vitrine Filmes dedicado ao lançamento de filmes com maior apelo comercial, divulgou o pôster, três fotos e o primeiro trailer de “Ana e Vitória”, comédia romântica musical estrelada por Ana Caetano e Vitória Falcão, da dupla Anavitória. O filme leva a parceria musical das artistas de Tocantins ao cinema. Na trama, as duas vivem cantoras que se conhecem em uma festa e decidem se arriscar no mundo da música. Apesar de ser um trabalho de ficção, a obra tem paralelos com a realidade, já que o filme é “uma ideia” de Felipe Simas, o empresário que as “descobriu”, e mostra como um empresário carioca as leva a atingir o estrelato. O elenco conta ainda com Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal – A Lei É para Todos”), Erika Mader (“Somos Tão Jovens”), Thati Lopes (“Porta dos Fundos”) e apresenta Clarissa Müller, “influenciadora digital” que, além de atuar, também canta no longa – considere como uma nova “descoberta”. Com roteiro e direção de Matheus Souza (“Tamo Junto”), produção musical do cantor Tiago Iorc e canções da dupla, o filme tem estreia marcada para 2 de agosto.
Will Ferrell vai estrelar comédia musical na Netflix
O comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) vai estrelar seu primeiro filme para a Netflix. Intitulada “Eurovision”, a comédia vai girar em torno do famoso festival musical que lhe dá nome, uma competição anual de músicas inéditas da Europa. O Eurovision foi realizado pela primeira vez na Suíça em 1956 e já teve entre seus participantes astros célebres, como a cantora Céline Dion (em 1988) e o grupo ABBA (em 1974). Além de estrelar, Ferrell também vai coproduzir com seu sócio Adam McKay (diretor de “A Grande Aposta”) e escrever o roteiro em parceria com Andrew Steele, com quem já trabalhou na minissérie “The Spoils of Babylon” (2014) e na comédia em espanhol “Casa de mi Padre” (2012). A produção vai se juntar a filmes com Adam Sandler, Chris Rock e Kevin James no arsenal de comédias exclusivas da plataforma de streaming. Mas ainda não possui data de estreia.
Vídeos destacam número musical de Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!
A Universal divulgou dois vídeos de “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”, que destacam o mesmo número musical: um cover de “Waterloo” cantado pelo ator Hugh Skinner (da série “Harlots”) num restaurante francês. Um dos vídeos registra os bastidores das filmagens e o outro é uma versão da coreografia criada em 360 graus. A sequência do sucesso de 2008, inspirado pelas músicas da banda Abba, volta a reunir os atores do primeiro filme e ainda dobra o elenco, graças a uma trama paralela de flashback que mostra como os personagens eram na juventude. Por exemplo, Meryl Streep costumava ser Lily James (“Cinderela”) nos anos 1970. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth, e por Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e o citado Hugh Skinner nos anos 1970 – , todos prestes a virar avôs. Além deles, o elenco destaca Alexa Davies (também da série “Harlots”), Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) e a cantora Cher, que vive a mãe de Meryl Streep e vó de Amanda Seyfeld na trama. Com roteiro e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”), “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!” tem estreia marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Versão estendida do clássico Nasce uma Estrela revela cena inédita com Barbra Streisand
A Netflix divulgou dois vídeos relacionados à versão estendida de “Nasce uma Estrela” (1976), que será disponibilizada com exclusividade pelo serviço de streaming, em sua primeira iniciativa para restaurar e relançar um filme clássico. Um dos vídeos revela uma cena inédita nos cinemas e o outro traz a estrela do título, a atriz e cantora Barbra Streisand, comentando porque o trecho foi cortado na época, e como ela aprendeu a tocar violão especialmente para filmar naquele momento uma versão acústica do hit “Evergreen”. O relançamento aproveita a publicidade gerada pelo novo remake de “Nasce Uma Estrela” com Lady Gaga, para relembrar o clássico estrelado por Streisand em 1976, A versão dos anos 1970 foi a primeira do romance entre um astro decadente e uma estrela em ascensão passada no universo musical – as anteriores, dos anos 1930 e 1950, tinham Hollywood como bastidores. Por isso, é a mais próxima do remake atual. Na época, Streisand contracenou com o cantor country Kris Kristofferson, e agora Lady Gaga atuará ao lado de Bradley Cooper, que tem o papel de um cantor country. “Nasce Uma Estrela” rendeu a Streisand o Globo de Ouro de Melhor Atriz e o Oscar de Melhor Canção por “Evergreen (Love Theme from A Star Is Born)”. A versão estendida do clássico foi disponibilizada nesta sexta (15/6) na Netflix americana, acompanhada por seis especiais de TV da cantora.
Versão de Nasce uma Estrela com Barbra Streisand ganhará versão estendida na Netflix
Aproveitando a publicidade gerada pelo novo remake de “Nasce Uma Estrela” com Lady Gaga, a Netflix vai relançar a versão estrelada por Barbra Streisand em 1976, totalmente remasterizada e com cenas inéditas, exclusivamente em seu serviço de streaming. Streisand revelou a novidade durante um evento da Netflix no fim de semana e confirmou pelo Twitter o lançamento de “uma versão estendida” do filme, que, segundo ela, terá “imagens nunca antes vistas”. De acordo com a revista Entertainment Weekly, a nova versão irá mostrar uma cena de Barbra Streisand tocando violão (foto acima). Ela aprendeu a tocar o instrumento para o filme, mas a sequência foi cortada. A versão dos anos 1970 foi a primeira do romance entre um astro decadente e uma estrela em ascensão passada no universo musical – as anteriores, dos anos 1930 e 1950, tinham Hollywood como bastidores. Por isso, é a mais próxima do remake atual. Na época, Streisand contracenou com o cantor country Kris Kristofferson, e agora Lady Gaga atuará ao lado de Bradley Cooper, que tem o papel de um cantor country. “Nasce Uma Estrela” rendeu a Streisand o Globo de Ouro de Melhor Atriz e o Oscar de Melhor Canção por “Evergreen (Love Theme from A Star Is Born)”. Além desse lançamento, a Netflix irá disponibilizar seis especiais de TV da cantora, além de ter produzido um documentário sobre sua mais recente turnê, intitulado “The Music… The Mem’ries… The Magic!”. Ainda não há previsão para a disponibilização deste material. Six of my TV Specials… and an extended version of A Star Is Born, coming to #Netflix! More soon. — Barbra Streisand (@BarbraStreisand) June 11, 2018 BARBRA STREISAND ANNOUNCES NETFLIX DEAL TO BRING SIX AWARD-WINNING TV SPECIALS AND A NEW EDITION OF A STAR IS BORN (1976) WITH NEVER BEFORE SEEN FOOTAGE. https://t.co/OXmMXX52Iq — Barbra Streisand (@BarbraStreisand) June 11, 2018












