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  • Filme

    Disney encomenda remake da animação clássica Robin Hood

    11 de abril de 2020 /

    A Disney oficializou mais um remake de seu catálogo de suas animações clássicas. Desta vez, é “Robin Hood”, que virou longa animado em 1973 e teve uma canção indicada ao Oscar. Além de animada, essa versão da Disney se diferenciava por ser um musical antropomórfico – isto é, animais falantes viviam os personagens da fábula clássica. O famoso ladrão que roubava dos ricos para dar aos pobres era uma raposa, claro, enquanto João Pequeno tinha o tamanho de um urso e o ardiloso Príncipe João não passava de um leão da montanha com complexo de nobreza. A nova versão vai manter essas características, usando animação computadorizada de ponta para dar vida aos animais – que deverão ser menos realistas que os bichos falantes de “O Rei Leão”, já que no desenho original usavam roupas. Ao contrário dos muitos remakes em desenvolvimento no estúdio, essa adaptação não está será lançada no cinema. A produção foi encomendada para a plataforma Disney+ (Disney Plus), com roteiro de Kari Granlund, que assinou a história da versão live-action de “A Dama e O Vagabundo” (2019), também feita para o Disney+ (Disney Plus). Já a direção está a cargo do mexicano Carlos López Estrada, que, entre outras coisas, comandou o filme “Ponto Cego” (2018) e o clipe da música “When The Party Is Over”, de Billie Eilish. O contrato foi fechado antes da paralisação geral das produções de Hollywood, que aconteceu em março como precaução contra a pandemia do novo coronavírus. Por conta disso, não há previsão para sua estreia.

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  • Filme,  Música

    Novo clipe da trilha de Trolls 2 junta Justin Timberlake e Anna Kendrick

    6 de abril de 2020 /

    Justin Timberlake lançou em sua página no YouTube um novo clipe baseado na trilha da animação “Trolls 2”, disponibilizada nesta semana em serviços de VOD do exterior. A música “Don’t Slack” é uma parceria entre Timberlake e o cantor Anderson Paak, e o clipe traz os dois tentando contagiar com sua alegria a atriz Anna Kendrick, que aparece desanimada em trajes de quarentena (pijamas). Os personagens principais da franquia “Trolls” são dublados por Timberlake e Kendrick. “Don’t Slack” é a segunda música da trilha sonora de “Trolls 2” a ganhar clipe. A primeira foi “The Other Side”, uma parceria de Timberlake com SZA. A animação tinha estreia marcada para 9 de abril no Brasil, mas com os cinemas fechados a Universal decidiu lançar o filme em streaming nos EUA e Europa. Não há previsão para que o mesmo aconteça no Brasil, onde o estúdio planeja retomar o lançamento cinematográfico de “Trolls 2” em outubro.

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  • Filme,  Música

    Cinebiografia de Aretha Franklin tem estreia adiada para dezembro nos EUA

    27 de março de 2020 /

    Em meio à crise sanitária causada pela pandemia de coronavírus, o filme “Respect”, cinebiografia da cantora americana Aretha Franklin (1942-2018), teve sua estreia novamente adiada. Originalmente previsto para agosto e já adiado para outubro nos EUA, o filme foi novamente remanejado para 25 de dezembro pela MGM. O lançamento no Brasil, que aconteceria em setembro e posteriormente novembro, ainda não ganhou nova data, mas só deve acontecer em 2021. Intérprete de Aretha Franklin, a cantora e atriz Jennifer Hudson (“Cats”) revelou que as filmagens terminaram em fevereiro passado. Escolhida pela própria Aretha para interpretá-la, Hudson trabalhou com uma equipe criativa estreante no cinema. O roteiro de “Respect” foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção ficou a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção musical foi assinada por Harvey Mason Jr., que trabalhou tanto com Aretha Franklin quanto com sua intérprete – em “Dreamgirls”, filme que rendeu a Hudson o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. O elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”).

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  • Filme

    A Batida Perfeita: Atriz de Black-ish é cantora famosa em trailer de comédia

    15 de março de 2020 /

    A Universal divulgou o pôster e o trailer nacional legendado de “High Note”, título que foi “traduzido” como “A Batida Perfeita” no Brasil. A prévia da comédia mostra Tracee Ellis Ross (“Black-ish”) como uma cantora famosa de R&B e Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) como sua assistente pessoal, que tenta convencer a patroa a trocar shows sempre iguais de greatest hits por uma volta aos estúdios. O detalhe é que a assistente sem experiência nenhuma quer ser a produtora do disco, o primeiro com músicas inéditas da estrela após dez anos. O elenco também destaca o rapper Ice Cube (“Te Pego na Saída”), Bill Pullman (“The Sinner”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”). Escrito pela estreante Flora Greeson e dirigido por Nisha Ganatra (das séries de comédia “Better Things” e “Brooklyn Nine-Nine”), o filme tem estreia marcada para 6 de agosto no Brasil, três meses depois da data divulgada para a estreia nos EUA.

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  • Série

    The Eddy: Série jazzista do diretor de La La Land ganha primeiras imagens e teaser

    28 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres, 25 fotos e o primeiro teaser de “The Eddy”, aguardada série sobre um clube de jazz criada pelo cineasta Damien Chazelle, premiado com o Oscar por “La La Land” (2016). A prévia mostra o protagonista, Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”), andando pelas ruas de Paris até encontrar Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”) e entrar em seu clube, que tem o nome da série. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg vive a filha, chamada Julie, Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) é o sócio francês, que namora Leïla Bekhti (“Sem Palavras”) e a atriz polonesa Joanna Kulig (que demonstrou dotes vocais em “Guerra Fria”) tem o papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot/Holland. As gravações aconteceram na França, com diálogos em francês, inglês e árabe, muitas vezes misturando os três idiomas. Além de produzir, Chazelle dirige os dois primeiros (de um total de oito) episódios da 1ª temporada. Curiosamente, o diretor entrou no projeto antes do roteirista dos episódios, Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). Mas quem deu o pontapé inicial no conceito foi o músico Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. Ele compôs a trilha sonora da produção. A Netflix exibiu os dois episódios dirigidos por Chazelle na quinta-feira (27/2) no Festival de Berlim, mas o lançamento completo em streaming só vai acontecer em 8 de maio.

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  • Música

    Justin Timberlake lança primeiro clipe da trilha sonora de Trolls 2

    26 de fevereiro de 2020 /

    Justin Timberlake divulgou o clipe de “The Other Side”, que faz parte da trilha de “Trolls 2”, sequência de animação em que o cantor dubla um dos personagens principais. A música é um dueto dançante com a cantora SZA. E o vídeo registra a dupla dançando e cantando em cenários prateados e espelhados, com direção de Daniel Russell (do popular clipe “Motivation”, de Normani). Com apelo pop descarado, a gravação deve repetir o sucesso de “Can’t Stop The Feeling!”, música de Timberlake para o primeiro “Trolls”, que se tornou um grande hit – além de ter recebido indicação ao Oscar de Melhor Canção Original. Timberlake canta várias outras músicas na trilha sonora, sempre em parcerias – com Anderson.Paak, Mary J. Blige, Kelly Clarkson, Gwen Stefani, Zooey Deschanel, James Corden, Icona Pop, Anna Kendrick e até com o veterano funkeiro George Clinton. No novo longa, a rainha Poppy e Branch (ou Tronco, na versão dublada) fazem uma descoberta surpreendente: existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. A continuação traz Justin Timberlake e Anna Kendrick de volta aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente. E entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) e até Ozzy Osbourne (“Um Diabo Diferente”). Nas cópias sem dublagem em português, ao menos. Os roteiristas são os mesmos do primeiro filme, Jonathan Aibel e Glenn Berger, e a direção está a cargo da dupla Walt Dohrn e David P. Smith, que estreiam em longa-metragem após comandarem episódios de séries animadas. A animação tem estreia marcada para 16 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Chris Evans vai estrelar remake musical de A Pequena Loja dos Horrores

    24 de fevereiro de 2020 /

    O ator Chris Evans (“Vigadores: Ultimato”) vai estrelar o remake da comédia musical “A Pequena Loja dos Horrores”, que será dirigida por Greg Berlanti (que dirigiu “Com Amor, Simon” e produz as séries do “Arrowverso”). Ele terá o papel do dentista sádico Orin Scrivello, que foi interpretado por Jack Nicholson no filme original de 1960 e por Steve Martin no remake de 1986. O próprio Evans postou uma notícia de que negociava o papel em suas redes sociais, numa confirmação da escalação com direito a um emoji de dente. Veja abaixo. O filme pode voltar a reunir Evans com sua velha amiga Scarlett Johansson, que também negocia um papel – como a protagonista feminina, Aubrey. Os intérpretes da Viúva Negra e do Capitão América nos filmes da Marvel compartilham cenas no cinema desde 2004, quando estrelaram a comédia “Nota Máxima”. Por enquanto, apenas Billy Porter (“Pose”) tem seu nome confirmado na produção – provavelmente como a voz da planta carnívora Audrey II – , mas o elenco também deve incluir Taron Egerton (“Rocketman”), que negocia o papel principal de Seymour Krelborn. Originalmente um terror barato, filmado em preto e branco ao longo de uma semana de 1960 pelo diretor Roger Corman, a história do funcionário de uma floricultura que cultiva uma planta carnívora acabou adaptada como musical da Broadway e fez enorme sucesso, já tendo ganhado um remake musical em 1986. O terceiro filme desta história será o quarto longa dirigido por Berlanti, que anteriormente comandou dramas modestos, como “O Clube dos Corações Partidos” (2000), “Juntos Pelo Acaso” (2010) e “Com Amor, Simon” (2018). O longa deve começar a ser filmado no meio de 2020 e ainda não tem previsão de estreia. 🦷! https://t.co/onDaTINGwM — Chris Evans (@ChrisEvans) February 24, 2020

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  • Filme,  Música

    Jennifer Hudson anuncia fim das filmagens da cinebiografia de Aretha Franklin

    16 de fevereiro de 2020 /

    A cantora e atriz Jennifer Hudson (“Cats”) anunciou no Instagram que terminou as filmagens da cinebiografia de Aretha Franklin, intitulada “Respect”, em inglês. Dizendo-se “sobrecarregada” de emoção por interpretar Aretha, ela acrescentou que “as palavras não podem expressar o quanto estou agradecida por ter sido escolhido pela própria Rainha e viver mais um sonho! Foi uma honra honrar o pedido da Rainha! A única Rainha do Soul”. Ela também compartilhou imagens da festa de encerramento, que reuniu todo o elenco e a equipe da produção. Como Hudson observou em seu post, ela foi realmente escolhida pessoalmente pela lendária cantora para interpretá-la no cinema. Isto aconteceu bem antes do começo das filmagens, já que a produção precisou adquirir os direitos musicais antes de iniciar a fase de fotografia principal. Hudson também foi convidada a cantar no funeral da estrela, que morreu em 2018, de câncer no pâncreas, aos 76 anos. A atriz trabalhou com uma equipe criativa estreante no cinema. O roteiro de “Respect” foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção ficou a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção musical foi assinada por Harvey Mason Jr., que trabalhou tanto com Aretha Franklin quanto com sua intérprete – em “Dreamgirls”, filme que rendeu a Hudson o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. O elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). A estreia está marcada para 17 de setembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA – e bem depois do lançamento de uma minissérie televisiva sobre a cantora, “Genius: Aretha”, prevista para maio no NatGeo com Cynthia Erivo (“Harriet”) no papel principal. Ver essa foto no Instagram It is officially a wrap on @respectmovie wrap it up , it’s done ! To overwhelmed to get into it right now but words can’t express how grateful I am to be chosen by the queen herself and to live out yet another dream ! It was my honor , to honor the Queens request ! The one and only Queen of soul #ArethaFranklin #respectMovie @liesltommy Uma publicação compartilhada por Jennifer Hudson (@iamjhud) em 15 de Fev, 2020 às 4:14 PST Ver essa foto no Instagram Before I go any further , I have to give credit where credit is due ! To every single cast and crew member who put your heart and soul into this project ! It was beyond a joy and a pleasure to work side by side with each and everyone of u ! Lord knows if I could post every picture , I would but u know who u r !! From the director to the DP , to hair and makeup acting coach and extras too ! To each and every driver and everyone in between ! Much Respect to all of you !!!! @liesltommy @kramorg @hairbylawrencedavis @fancy_pantsss @marlonwayans @skyedakotaturner @mgm_studios @davidjonathansimpson @lelunddurond jhud productions loves you ! Thank u all!! Uma publicação compartilhada por Jennifer Hudson (@iamjhud) em 16 de Fev, 2020 às 9:29 PST

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  • Etc

    Diretora de Mudbound vai filmar nova versão do musical clássico Porgy & Bess

    16 de fevereiro de 2020 /

    A cineasta Dee Rees, indicada ao Oscar por “Mudbound” (2017), vai filmar uma nova versão de “Porgy & Bess”, musical clássico de George Gershwin, levado famosamente ao cinema em 1959 com Sydney Poitier e Dorothy Dandridge nos papéis principais. Rees escreverá e dirigirá a nova versão do musical, que acompanha Porgy, um mendigo negro de rua que vive nas favelas de Charleston, enquanto tenta resgatar Bess de um amor violento e seu traficante de drogas. A ópera moderna de Gershwin já era uma adaptação – da peça “Porgy”, do casal Dorothy e DuBose Heyward, que por sua vez também se baseava em outra obra, o romance homônimo de DuBose Heyward, publicado em 1925. A versão de Gershwin foi apresentada pela primeira vez em 1935 como a primeira ópera jazz dos EUA e representou um marco racial ao levar à Broadway um elenco inteiramente negro. Mesmo assim foi acusada de racismo, por apresentar apenas estereótipos negativos da população negra – drogados, miseráveis e violentos. O aval de Duke Ellington para seu revival nos anos 1950 e várias revisões de ponto de vista, mudaram a percepção do público, para melhor ou pior, conforme a passagem das décadas. A aceitação definitiva só veio após os anos 1970, apaziguando uma fase mais aguda de crítica racial motivada pelo movimento dos direitos civis americanos, e coincidindo com o surgimento do rap, que passou a retratar universo similar em suas letras. A contribuição de Gershwin para a história de Heyward fez História também por render uma das canções mais populares de todos os tempos: “Summertime”, gravada por artistas tão diferentes quanto Sam Cooke, Ella Fitzgerald, Miles Davis, Janis Joplin e a banda Fun Boy Three, entre outros 25 mil intérpretes conhecidos. E este nem foi o único hit eternizado pela produção, como comprova “It Ain’t Necessarily So”, gravado por Aretha Franklyn, Louis Armstrong, Sting e a banda Bronski Beat, numa lista igualmente longa de cantores, ou “My Man’s Gone Now”, em gravações de Nina Simone, Bill Evans, Sinéad O’Connor, a banda The Gun Club, etc. A MGM está por trás da nova adaptação, que pela primeira vez contará com uma diretora e roteirista negra para guiar a história – o filme de 1959 foi comandado pelo famoso diretor Otto Preminger. Ainda não há cronograma de filmagem ou previsão de estreia para o filme, já que Dee Rees está atualmente envolvida com a promoção de seu novo longa, “A Última Coisa que Ele Queria” (2020). O thriller estrelado por Ben Affleck e Anne Hathaway teve première mundial no Festival de Sundance, em janeiro, e chega na Netflix na próxima sexta-feira (21/2).

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  • Etc,  Filme

    Paula Kelly (1943 – 2020)

    11 de fevereiro de 2020 /

    A atriz, cantora e dançarina Paula Kelly, de clássicos como “Charity, Meu Amor” e “Aconteceu num Sábado”, morreu de problemas cardíacos no domingo (9/2) em Inglewood, na Califórnia, aos 76 anos. Filha de um músico de jazz, Kelly nasceu em Jacksonville, Flórida, e cresceu em Nova York, onde frequentou a High School of Music & Art e a prestigiosa academia Juilliard, de onde saiu para se tornar uma bailarina de companhias lideradas pelos célebres Martha Graham e Alvin Ailey. Kelly estreou na Broadway aos 21 anos, no musical “Something More!” (1964), chegou a dançar no Oscar em 1968 e no ano seguinte apareceu dançando nua na revista Playboy, o que a tornou bastante conhecida. Ela já tinha estrelado a montagem de “Sweet Charity” como a dançarina Helene, quando o famoso diretor-coreógrafo Bob Fosse assumiu o projeto de transformar o musical num filme, escalando-a no mesmo papel nas telas. Os dois tinham trabalhado juntos na Broadway e estrearam juntos no cinema. Na adaptação cinematográfica de 1969, batizada no Brasil de “Charity, Meu Amor”, Kelly atuou, cantou e dançou ao lado de Shirley MacLaine e Chita Rivera, brilhando nos números musicais de “Hey, Big Spender” e “There’s Gotta Be Something Better Than This”. O sucesso do filme, indicado a três Oscars, lançou-a ao estrelato e ela aproveitou a fama para se estabelecer como coreógrafa. A partir de 1970, passou a organizar coreografias de especiais de TV de artistas famosos, como Harry Belafonte, Gene Kelly e Sammy Davis Jr, além de coreografar os longas “Um Doido Genial” (1970), “Lost in the Stars” (1974) e “Peter Pan” (1976), dos quais também participou como atriz. Paralelamente, procurou se diversificar como atriz, aparecendo em clássicos da ficção científica, como “O Enigma de Andrômeda” (1971), adaptação de Michael Crichton (o autor de “Jurassic Park” e “Westworld”), e “No Mundo de 2020” (1973), com Charleton Heston, e principalmente em filmes icônicos da era blaxploitation, como “A Essência de um Roubo” (1972), com trilha de Salomon Burke, “O Terrível Mister T” (1972), musicado por Marvin Gaye, “The Spook Who Sat by the Door” (1973), com composições de Herbie Hacock, e “Aconteceu num Sábado” (1974), dirigido e estrelado por Sidney Poitier. O fim do ciclo original do cinema negro em Hollywood a levou para a televisão. Após papéis recorrentes nas séries “San Francisco Urgente” e “Police Woman”, acabou recebendo duas indicações ao Emmy: como Melhor Atriz Coadjuvante de Série de Comédia em 1984, pelo papel da defensora pública Liz Williams em “Night Court”, e Melhor Atriz de Minissérie em 1989, por “The Women of Brewster Place”. Ela ainda estrelou a comédia dramática “Nos Palcos da Vida” (1986), ao lado de Richard Pryor, e “Romance Arriscado” (1993), mas o resto de sua carreira nas telas foram papéis em séries. Alguns se destacaram, como a feroz senhora Ginger Jones em “Santa Barbara” (1984-85) e a governanta que teria lançado um feitiço vodu contra as “Super Gatas”, em um episódio de 1987. Kelly foi casada com o diretor britânico Donald Chaffey (“Meu Amigo, o Dragão”) de 1985 até a morte dele em 1990.

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  • Filme

    Hamilton: Disney anuncia o documentário mais caro de todos os tempos

    3 de fevereiro de 2020 /

    A Disney anunciou o lançamento de uma versão para o cinema do espetáculo da Broadway “Hamilton”, prevista para chegar às telas em outubro de 2021. Mas deixou de fora o detalhe mais importante da notícia. Segundo apurou o site Deadline, a aquisição dos direitos de exibição foi a mais cara de todos os tempos, girando em torno de US$ 75 milhões. Se esse preço for real, será mesmo um negócio nunca visto. Porque o “filme” nada mais é que um registro da peça, feito durante três noites consecutivas no final da temporada do elenco original. Trata-se, sim, de um documentário da montagem teatral no palco do Richard Rodgers Theatre, apenas incrementado por takes alternativos gravados com o teatro vazio – feitos com o objetivo de multiplicar os ângulos e dar uma aparência mais “cinematográfica” à edição de imagens – , de modo a evitar a aparência tediosa de “teatro filmado”. O custo ficou tão elevado porque os direitos foram disputados com concorrentes de peso, inflacionando o valor dos direitos da obra de Lin-Manuel Miranda, vencedora de 11 prêmios Tony em 2016, além do Prêmio Pulitzer de Drama. Entretanto, é justo constatar que, por esse orçamento, seria possível realizar uma adaptação inédita, exclusiva e superproduzida do mesmo musical. Afinal, a Universal recusou produzir a adaptação cinematográfica de “Em um Bairro de Nova York”, outra obra de Miranda, pelo orçamento chegar em US$ 30 milhões. A Warner, que acabou realizando a adaptação, pagou os direitos e a filmagem completa por cerca de US$ 20 milhões, o que incluiu o salário do próprio Miranda como ator. O filme “Em um Bairro de Nova York” – não o registro documental da peça – estreia em junho. O diretor Tommy Kail dirigiu a versão teatral e o filme de “Hamilton”, que será lançado nos cinemas em 15 de outubro de 2021 – antes de encontrar seu inevitável lar na plataforma Disney+ (Disney Plus). Disney presents: Hamilton. With The Original Broadway Cast. Filmed onstage at The Richard Rodgers Theatre. In A Theater Near You.October 15, 2021. #Hamilfilm pic.twitter.com/08YP6CTbF8 — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) February 3, 2020

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  • Série

    Soundtrack: Criador de série cancelada critica divulgação inexistente da Netflix

    1 de fevereiro de 2020 /

    Inconformado com o cancelamento de “Sountrack” poucas semanas após seu lançamento, o criador e produtor executivo da série, Joshua Safran (criador de “Quantico ), desabafou suas frustrações com a Netflix nas redes sociais, reclamando da falta de atenção recebida pela atração. “E se você fizesse uma série e ninguém soubesse?”, ele escreveu, para introduzir o problema de divulgação que enfrentou. Dizendo que ele e a equipe “trabalharam incansavelmente” em “Soundtrack”, sentindo “que tínhamos feito algo único, novo, diferente e ótimo”, ele apontou que a série não teve repercussão alguma. “Ela simplesmente desapareceu. Quase não rendeu críticas. Pessoalmente, sinto que nem sequer estreou”. Safran reparou que, mesmo assim, “a série encontrou fãs. E normalmente eles indagavam: ‘Como é que ninguém conhece essa série?’, o que só aumentava nossa dor”. Apesar do cancelamento, ele ainda incentivou quem não viu a série a conhecê-la, porque os episódios não terminam em gancho para algo que nunca virá. “Embora tenha uma única temporada, ‘Sountrack’ tem começo e fim, e encerra sua jornada. É realmente como aquele termo temido: um filme de 10 horas de duração. E eu espero que você consiga vê-lo algum dia.” O desabafo de Safran revela que não é apenas dinheiro que a Netflix está queimando com sua atual prática de lançar séries sem divulgação em sua plataforma. A empresa também está comprando brigas com criadores de conteúdo e sinalizando para o mercado que trata sua programação com desaso. O romance passado em meio à indústria musical e estrelado por Callie Hernandez (“La La Land”), Paul James (“Greek”), Jenna Dewan (“Ela Dança, Eu Danço”) e Madeline Stowe (série “Revenge”) foi cancelado sem jamais ter rendido trailer para o mercado brasileiro. E, poucos dias depois, a mesma prática foi ensaiada com a série nacional “Onisciente”, gerando polêmica nas redes sociais. De modo significativo, o próximo trabalho de Safran será numa concorrente da Netflix, a vindoura plataforma HBO Max. Ele é cocriador e showrunner do revival de “Gossip Girl” para o serviço de streaming da WarnerMedia, que será inaugurado em maio nos EUA. Some thoughts on today. pic.twitter.com/wbFKpx90tg — Joshua Safran (@Anthologist) February 1, 2020

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  • Série

    Netflix cancela Soundtrack, série sem divulgação no Brasil

    1 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix oficializou o cancelamento de “Soundtrack”. Nunca viu? A plataforma não divulgou no Brasil. A série musical era estrelada pela atriz Jenna Dewan (“Ela Dança, Eu Danço”) e foi desenvolvida originalmente como “Mixtape” para a rede americana Fox. A Netflix entrou no negócio após o projeto ser rejeitado na TV e investiu na produção de 10 episódios. Só que não fez muita questão de divulgar, resultando no óbvio: poucos souberam de seu lançamento em dezembro. Esta prática de gastar fortunas em produções de séries e economizar na divulgação tem sido a característica mais marcante da onda de cancelamentos recentes da plataforma. Nesta semana, a Netflix jogou a série brasileira “Onisciente” em seu catálogo do mesmo jeito, gerando polêmica nas redes sociais. Contraproducente, a estratégia de lançar conteúdo demais com divulgação de menos gera desequilíbrio fiscal, uma vez que representa o que bom-senso popular chama de “queimar dinheiro”. Trata-se de um luxo que a guerra dos streamings vai cobrar caro mais adiante. O fato é que “Soundtrack” não teve muita divulgação nem nos EUA, onde ganhou apenas um trailer e nenhum vídeo de bastidores. Criação de Joshua Safran (criador de “Quantico” e produtor do similar “Smash”), a série acompanhava um grupo variado de pessoas interconectadas pela música em Los Angeles, explorando se o tempo podia curar um coração partido e se o amor podia resistir às tragédias da vida. O par central da história era formado por Callie Hernandez (“La La Land”) e Paul James (“Greek”). Jenna Dewan era coadjuvante, como Madeline Stowe (série “Revenge”), Megan Ferguson (“O Artista do Desastre”) e Jahmil French (série “Degrassi: A Próxima Geração”). A produção foi realizada pelo estúdio Annapurna, mais conhecido por produções de prestígio no cinema – como “Trapaça”, “Joy”, “Foxcatcher”, “Ela”, “Mulheres do Século 20” e “Trama Fantasma”. Veja abaixo o trailer americano da série.

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