Pais por Acidente: Conheça a série infantil da Disney+
A Disney+ divulgou o pôster, o trailer e um vídeo musical da série mexicana “Pais por Acidente” (Papás por Encargo), que traz em seu elenco atores conhecidos de produções da Disney. A prévia sugere uma combinação de “Três Solteirões e uma Pequena Dama” (1990) com “Não Aceitamos Devoluções” (2013), mas numa versão de road movie musical. Protagonizada por Jorge Blanco (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”) e Lalo Brito (“Buscando a Timbiriche: La Nueva Banda”), junto com a jovem Farah Justiniani (“La Voz Kids”), a nova série apresenta a viagem de uma garota de 13 anos (Justianini) junto com seus três pais adotivos, após sua mãe lhe enviar as chaves de uma antiga van. A jornada tem o objetivo de encontrar a mãe, que desapareceu misteriosamente há muito tempo no interior do México. Os pais adotivos não estão muito convencidos da ideia, mas ela sente que essa viagem os levará à felicidade: ela finalmente poderá ver sua mãe e por fim eles estarão todos juntos para sempre. Mas até chegar a seu destino, eles enfrentarão muitas aventuras e cantarão muitas canções. Gravada em várias cidades mexicanas, como Zacatecas, Mazatlán, Pátzcuaro, La Paz e Durango, a produção pretende celebrar a família em toda a sua diversidade, além de destacar o valor da identidade cultural. Com dez episódios escritos por Ana Sofia Clerici (“El Jeremías”) e dirigidos por Javier Colinas (“Procura-se um Pai”) e Anwar Safa (também de “El Jeremías”), “Pais por Acidente” vai estrear no Brasil em 24 de agosto. Confira abaixo o trailer em duas versões (dublada em português e no idioma espanhol original) e um vídeo musical, com umas canções que acompanham a viagem da série.
Lembre os 12 maiores hits de Olivia Newton-John
A cantora e atriz Olivia Newton-John, falecida nesta segunda-feira (8/8), marcou a música pop com vários sucessos desde seus dias de folk, em que cantava cover de Bob Dylan, e do estouro de “Grease”, quando gravou duetos com John Travolta. Ela também foi um das maiores estrelas da geração MTV original. O clipe de “Physical”, que tinha uma historinha engraçada com homens fora de forma numa academia de ginástica, foi um dos primeiros hits do canal em 1981 e chegou a vencer o Grammy de Vídeo do Ano. Além de popularizar a moda/visual das academia e exibir uma representação pioneira da cultura LGBTQIAP+, “Physical” relançou a carreira da cantora ao liderar as paradas por mais tempo que qualquer outra canção durante a década de 1980. A junção de música e vídeo representou uma reinvenção completa da identidade da artista, ao abandonar as baladas adocicadas pelas quais Olivia era mais conhecidas e mostrá-la com cabelos curtos, atitude roqueira e banda new wave com sintetizadores (ao estilo de Pat Benatar e Sheena Easton). A fase rendeu hit atrás de hit, mas durou pouco, só até seus cabelos loiros voltarem a crescer. Extraído de outro filme (“Embalos a Dois”) que coestrelou com John Travolta, “Twist of Fate” foi o último fenômeno musical. Lançada em 1983, a música foi a mais eletrônica de sua carreira e voltou à tona recentemente nos episódios da 4ª temporada de “Stranger Things”. Confira abaixo os hits mais marcantes da carreira da cantora, em 10 gravações solo e dois duetos famosos. | IF NOT FOR YOU | 1971 | SUMMER NIGHTS | 1978 | YOU’RE THE ONE THAT I WANT | 1978 | HOPELESSLY DEVOTED TO YOU | 1978 | DEEPER THAN NIGHT | 1978 | XANADU | 1980 | MAGIC | 1981 | A LITTLE MORE LOVE | 1981 | MAKE A MOVE ON ME | 1981 | PHYSICAL | 1981 | HEART ATTACK | 1982 | TWISTED OF FATE | 1983
Olivia Newton-John, estrela de “Grease”, morre aos 73 anos
A atriz e cantora Olivia Newton-John, que marcou gerações em “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978), morreu na manhã desta segunda-feira (8/8) em seu rancho no sul da Califórnia, aos 73 anos, após uma longa luta contra o câncer de mama. Ela foi diagnosticada pela primeira vez em 1992 e anunciou em maio de 2017 que, após 25 anos em remissão, a doença havia voltado e se espalhado para a região lombar. Em agosto de 2018, ela cancelou uma turnê devido à progressão dos sintomas. Nascida na Inglaterra e criada em Melbourne, na Austrália, Olivia Newton-John foi um talento precoce. Ela começou a cantar aos 15 anos, quando integrou um grupo só de garotas, Sol Four, que venceu um concurso de talentos na TV. O prêmio foi uma viagem a Londres, mas a exposição também lhe rendeu sua estreia nos cinemas, cantando uma música natalina no filme infantil “Funny Things Happen Down Under” (1965). Depois de aproveitar seu prêmio para encaixar alguns shows na Inglaterra, ela assinou seu primeiro contrato com a gravadora Decca Records, fazendo sua primeira gravação internacional aos 17 anos: um cover de “Till You Say You’ll Be Mine” de Jackie DeShannon. No final da década, o produtor Don Krishner, responsável pela supervisão musical das séries dos Monkees e da Turma do Archie, a contratou para ser a única integrante feminina de uma nova banda de bubblegum (pop chiclete) chamada Toomorrow. A ideia era lançar os Monkees britânicos, com direito a um filme sci-fi, “Toomorrow” (1970), escrito e dirigido por Val Guest (“Cassino Royale”). Mas o fenômeno americano não se repetiu no Reino Unido. A experiência serviu para Olivia Newton-John decidir se focar em sua carreira solo. Ela abriu uma turnê de Cliff Richard e apareceu em seu programa de TV britânico, antes de gravar seu primeiro álbum, “If Not for You”, em 1971. A faixa-título foi o hit mais surpreendente da carreira da artista, por ser um cover de Bob Dylan. Em 1973, ela recebeu o primeiro de seus quatro prêmios Grammy, como – acreditem – Melhor Cantora Country por seu álbum de estreia nos Estados Unidos, “Let Me Be There”. Em seguida, vieram seus primeiros hits no topo da parada de sucessos: “I Honestly Love You” em 1974 e “Have You Never Been Mellow” em 1975. Ela já era uma cantora popular, mas sua fama foi para outro patamar após assinar com a Paramount Pictures e estrelar em 1978 a adaptação do musical “Grease”, sucesso da Broadway, numa versão de cinema ao lado de John Travolta, o ator mais quente do momento após estourar com “Embalos de Sábado à Noite” um ano antes. Hoje é difícil imaginar outra atriz como Sandy Olsson, a boa moça da Rydell High School que se envolve com Danny Zuko, o rebelde sem causa de topete engomado, que é seu oposto em tudo. Mas Olivia Newton-John não foi a primeira opção dos produtores, que consideraram Carrie Fisher (de “Star Wars”), Susan Dey (da série musical “Família Dó-Ré-Mi”) e Marie Osmond (do programa musical “Donny and Marie”) antes de optarem por ela. Um dos motivos: Olivia já estava com 29 anos e interpretaria uma adolescente. A estrela também estava receosa, devido ao fracasso de “Toomorrow” (1970). “Eu estava muito nervosa, porque minha carreira musical estava indo bem e eu não queria estragar tudo fazendo outro filme que não fosse bom”, disse Newton-John à Vanity Fair em 2016. Para convencê-la a assumir o papel, o produtor Allan Carr prometeu transformar Sandy em australiana e o próprio Travolta buscou tranquilizá-la. “Ela tinha uma voz brilhante, e eu não achava que poderia haver uma pessoa mais correta para Sandy no universo”, disse o astro. Projetando uma inocência e vulnerabilidade juvenil que renderam comparações a Debbie Reynolds, Doris Day e Sandra Dee (que é citada nominalmente numa das canções do filme), Olivia Newton-John ajudou “Grease” a virar o musical americano de maior bilheteria do século 20. Feito por apenas US$ 6 milhões, o longa dirigido pelo estreante Randal Kleiser arrecadou US$ 395 milhões nas bilheterias, que corrigidos pela inflação dariam US$ 1,7 bilhão nos dias de hoje. A trilha sonora também foi um fenômeno de vendas. E suas músicas mais populares foram “Hopelessly Devoted to You”, gravação solo de Newton-John, e dois duetos da cantora com Travolta, “You’re the One That I Want” e “Summer Nights”. “Hopelessly Devoted to You” e “You’re the One That I Want” eram, inclusive, composições de John Farrar, parceiro musical de longa data da cantora. Viraram clássicos instantâneos. Newton-John deu sequência à carreira com outro musical, “Xanadu” (1980), criado no embalo das discotecas, que a colocou para dançar com o ícone Gene Kelly (“Cantando na Chuva”) em seu último filme. A produção fracassou nas bilheterias, mas a trilha foi um enorme sucesso, que incluiu, além da faixa-título, o hit “Magic”, campeão de vendas e por quatro semanas líder das paradas de sucesso dos EUA. Em 1981, ela lançou seu maior sucesso musical, inspirada na febre das academias de exercícios aeróbicos que viraram obsessão nos anos 1980. “Physical” passou 10 semanas consecutivas em 1º lugar – até o início de 1982 – e nenhuma outra música durou tanto tempo no topo durante o década inteira. O título virou gíria, inspirou filmes e permanece na cultura pop até hoje, referenciado na nova série homônima da Apple TV+ e numa música recente de Dua Lipa (“Let’s Get Physical”). A artista voltou a trabalhar com Travolta na comédia de fantasia “Embalos a Dois” (1983) e isso gerou “Twist of Fate”, outro hit para ela. A cantora se manteve nas paradas por boa parte dos anos 1980, com gravações como “Let Me Be There”, “If You Love Me (Let Me Know)”, “Make a Move on Me” e “Heart Attack”, entre muitas outras. Ao todo, vendeu mais de 100 milhões de álbuns e teve quase 40 gravações incluídas nas paradas da Billboard durante suas cinco décadas na música. Em 1992, sua gravadora planejou o lançamento de uma coletânea para dar novo fôlego à sua carreira, mas a tour promocional foi cancelada quando ela foi diagnosticada com câncer. Ao se recuperar, sua prioridade passou a ser o ativismo para a pesquisa e tratamento do câncer. Olivia usou sua remissão para se tornar uma inspiração para as pessoas afetadas pela doença, lançando o Olivia Newton-John Cancer and Wellness Center em Melbourne e dedicando-se a atividades beneficentes. Ela também apoiou muitas outras instituições de caridade e ONGs ambientais. Por conta disso, só foi ressurgir nas telas na comédia “A Última Festa” (1996), num reencontro com o diretor de “Grease”, Randal Kleiser, e fez papéis cada vez menores desde então. Por sinal, os últimos filmes de sua carreira foram marcados por hiatos longos. A comédia “Uma Família e Tanto” chegou em 2000, mesmo ano em que cantou na abertura dos Jogos Olímpicos de Sydney, e só foi seguida dez anos depois por “Score: A Hockey Musical” (2010) e “Depois dos 30” (2011). Ela deixou passar mais sete anos para atuar em “Sharknado 5: Voracidade Global” (2018). E se despediu das telas em 2020 com “The Very Excellent Mr. Dundee”. Paralelamente, a estrela brilhou em “Sordid Lives: The Series” (2008), série inspirada em “Uma Família e Tanto”, e ainda interpretou a si mesma em dois episódios de “Glee”, chegando a cantar “Physical” com Jane Lynch em 2010. Várias estrelas da música e do cinema se manifestaram nas redes sociais com mensagens emocionadas pela perda de seu talento. Entre eles, seu parceiro favorito. “Minha querida Olivia, você fez todas as nossas vidas muito melhores. Seu impacto foi incrível. Eu te amo muito. Nos veremos na estrada e estaremos todos juntos novamente. Seu desde o primeiro momento em que te vi e para sempre! Seu Danny, seu John!”, escreveu Travolta.
Lashana Lynch será esposa de Bob Marley em cinebiografia
A atriz Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo para Morrer”) foi escolhida para interpretar Rita Marley, a esposa de Bob Marley, na cinebiografia do cantor em desenvolvimento na Paramount. Ela formará par com o ator Kingsley Ben-Adir, que viveu o ativista Malcolm X no filme “Uma Noite em Miami”. A direção é de Reinaldo Marcus Green, que assinou outra cinebiografia recente, “King Richard – Criando Campeãs”, sobre o pai das tenistas Venus e Serena Williams. Apesar de nascida na Inglaterra, Lynch tem descendência jamaicana e ganhou as benções da própria Rita e de seus filhos para desempenhar o papel. Rita, Ziggy e Cedella Marley estão entre os produtores do filme, que tem roteiro assinado por Green e Zach Baylin (também de “King Richard”). Responsável pela popularização do reggae em todo o mundo, o cantor jamaicano morreu em 1981, aos 36 anos, vítima de câncer. Mas apesar da juventude, deixou clássicos como “Get Up, Stand Up”, “One Love”, “No Woman, No Cry” e “Could You Be Loved” eternizados na história da música pop mundial.
Jennifer Grey revela premissa da continuação de “Dirty Dancing”
A atriz Jennifer Grey contou os primeiros detalhes da sequência de “Dirty Dancing: Ritmo Quente”, produção ventilada em 2020 e oficializada em maio passado, que vai encontrar sua personagem, Baby Houseman, três décadas depois dos eventos vistos no filme de 1987. Vale lembrar que o longa original se passava em 1963. Assim, a trama da continuação vai encontrar Baby nos anos 1990. Em entrevista ao jornal Los Angeles Times, a atriz se disse animada pela premissa e explicou sua motivação para retomar seu papel mais popular. “Estou animada pelo desafio de voltar para a história de um ponto de vista do que acontece, 30 anos depois, quando são os anos 1990. O que acontece com a pessoa que teve essa experiência — o que aconteceu com ela e o que agora é relevante sobre a história original em um momento diferente”, ela disse. Jennifer Grey aponta que será impossível recriar a magia do filme original, entre outras coisas porque seu par no musical, Patrick Swayze, morreu em 2009. “Não há como voltar atrás, não há como recriar isso de novo”. Mas vai se esforçar para que a continuação emocione os fãs. E acrescentou: “Eu não tenho o desejo de tentar refazer o primeiro filme, competir com ele ou tornar a continuação melhor que o original. A motivação é mais sobre: qual é a nova história que será contada?”. Ela completou dizendo que aceitou participar do projeto não porque havia um roteiro perfeito. O roteiro não está sequer pronto. Ela se empolgou com a abordagem e a equipe envolvida. “Uma hora você simplesmente pula. Jonathan Levine (‘Meu Namorado É um Zumbi’) é um bom diretor e roteirista. Eu apenas pensei: ‘Essas são boas pessoas e parecem entender [o original]'”. Atualmente em fase de roteiro, o filme deve começar sua produção no último trimestre do ano. Vale lembrar que “Dirty Dancing – Ritmo Quente” já teve uma continuação, mas sem os personagens originais. Em 2004, a Lionsgate lançou “Dirty Dancing 2: Noites de Havana”, que trazia novos protagonistas (Diego Luna e Romola Garai) e uma versão atualizada da história da jovem que se apaixona por seu instrutor de dança, para o desgosto dos pais. Foi um fracasso retumbante. Em 2017, o estúdio ainda tentou explorar a franquia num remake televisivo, “Dirty Dancing – o Musical”, com Abigail Breslin no papel de Baby. E o resultado foi pior que a continuação. Ao contrário dos dois fracassos deste século, o “Dirty Dancing” original foi um fenômeno de bilheteria (US$ 218 milhões de arrecadação mundial, com um orçamento de apenas US$ 5 milhões) e o primeiro filme a vender mais de 1 milhão de cópias em vídeo – ainda na época do VHS. O filme também é lembrado por sua trilha sonora, que liderou as paradas de sucesso da época. A canção “(I’ve Had) The Time of My Life”, que embala a dança final entre Johnny (Swayze) e Baby (Grey), venceu o Oscar e o Globo de Ouro. Lembre abaixo o trailer do filme original.
Trailer apresenta romance musical de Sofia Carson na Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Continência ao Amor”, título nacional da adaptação do romance “Purple Hearts”, de Tess Wakefield. A prévia conta uma história de amor entre uma garota, vivida por Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”), e um fuzileiro interpretado por Nicholas Galitzine (o príncipe de “Cinderela”), convocado a lutar numa guerra. A troca de cartas entre os dois chega a lembrar outra produção do gênero, “Querido John” (2010), baseado num romance best-seller de Nicholas Sparks. Só que o trailer apresenta uma reviravolta: o romance do casal é totalmente fake. Os dois se casaram por interesse – ela, por exemplo, em troca de um plano de saúde da Marinha, que lhe permite acesso aos remédios que precisa para sobreviver – , mas uma tragédia acaba acontecendo, que faz com que a personagem de Carson perceba que entrou numa roubada. A produção também é um musical, já que a protagonista feminina é uma cantora. Por sinal, o trailer destaca uma faixa da trilha cantada por Carson, “Come Back Home”, que já está disponível nas plataformas musicais. O roteiro foi escrito pela dupla Liz W. Garcia (criadora de “O Ritmo de Memphis”) e Kyle Jarrow (criador de “Valor”), e a direção está a cargo de Elizabeth Allen Rosenbaum (“Os Tênis Encantados”). “Continência ao Amor” chega à Netflix em 29 de julho. Estrelado por Sofia Carson e Nicholas Galitzine, meu novo filme conta uma história de amor que era de mentira, até que uma tragédia fez com que tudo ficasse confuso. Continência ao Amor estreia dia 29 de julho. 💜 pic.twitter.com/fX3Y62OwUn — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 12, 2022
Lea Michele realiza sonho de “Glee” com papel na Broadway
A atriz Lea Michele vai realizar o sonho de Rachel Berry, sua personagem na série “Glee”. Ela foi escalada para interpretar Fanny Brice no nova montagem de “Funny Girl”, na Broadway, justamente o papel que Rachel sonhava em viver na série musical. Em “Glee”, Michele cantou várias músicas da peça, entre elas a famosa “Don’t Rain on My Parade”, e na reta final da atração chegou a assumir o papel no musical. Michele substituirá Beanie Feldstein, que anunciou no último domingo (10/7) sua saída em razão do desejo da produção “de levar a peça para outra direção”. O elenco de “Funny Girl” já incluía uma atriz de “Glee”: Jane Lynch, a intérprete de Sue Sylvester. Mas as duas atrizes não vão contracenar. Lynch também está de partida e será substituída por Tovah Feldshuh (“Crazy Ex-Girlfriend”) no papel da Sra. Brice a partir de 6 de setembro, mesma data em que Michele fará sua estreia como protagonista. Além de ser um musical de sucesso há 48 anos na Broadway, a peça também virou um filme: “Funny Girl: A Garota Genial”, lançado em 1968 com a então jovem Barbra Streisand no papel principal. Lembre abaixo a interpretação de Lea Michele para a música “Don’t Rain on My Parade” em “Glee”.
“High School Musical: A Série” entra em clima de “Camp Rock” no trailer da nova temporada
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “High School Musical: A Série: O Musical”, que leva os personagens para um acampamento de verão ao estilo de “Camp Rock”. A prévia também destaca a participação especial de Corbin Bleu, que viveu Chad nos filmes originais da franquia. Além dele, o trailer ainda mostra Jesse Tyler Ferguson (o Mitchell de “Modern Family”) interpretando um amigo da família de Nini (Olivia Rodrigo) e o tema da temporada, que vai acompanhar os Wildcats tentando produzir um musical baseado na animação “Frozen”. A 3ª temporada também marcará a despedida de Olivia Rodrigo da série. Ela terá papel bem pequeno – quase não é vista na prévia. O resto do elenco inclui Joshua Bassett, Sofia Wylie, Matt Cornett, Julia Lester, Dara Reneé, Frankie Rodriguez, Saylor Bell Curda e Adrian Lyles, além das estrelas recorrentes Aria Brooks, Liamani Segura e Ben Stillwell. A estreia dos novos episódios está marcada para 27 de julho, e a série já se encontra renovada para o quarto ano de produção.
Shawn Mendes é crocodilo cantor em trailer de comédia infantil
Sony Pictures divulgou o trailer de “Lilo, Lilo Crocodilo” (Lyle, Lyle Crocodile), que traz o cantor Shawn Mendes como a voz do personagem-título. Adaptação dos livros infantis de Bernard Waber, o filme mostra a surpresa de uma família ao encontrar na banheira de sua casa nova um crocodilo alegre, que não só fala como canta. Lilo mora no sótão da casa e seu parceiro artístico, Hector, garante que ele é inofensivo. O filho da família se encanta com o crocodilo cantor, mas essa amizade é ameaçada por um vizinho malvado, que quer ver o animal trancado num zoológico. Além da voz de Shawn Mendes como o crocodilo criado por computação gráfica, o elenco de atores inclui Javier Bardem (“Apresentando os Ricardos”) como Hector, Constance Wu (“As Golpistas”) e Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”) como os pais, Winslow Fegley (“Noitários de Arrepiar”) como o filho e Brett Gelman (“Stranger Things”) como o vizinho. A adaptação foi escrita por Will Davies (“Carta o Rei”) e a direção está a cargo da dupla Josh Gordon e Will Speck (ambos de “A Última Ressaca do Ano”). “Lilo, Lilo Crocodilo” tem estreia marcada para 27 de outubro no Brasil, 20 dias após o lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer em duas versões: com legendas e dublado em português.
Netflix apresenta a versão musical de “Matilda”
A Netflix divulgou o pôster e o teaser legendado da nova versão de “Matilda”, adaptação do clássico infantil do escritor Roald Dahl, que já tinha sido transformado em filme por Danny DeVito em 1996 – um campeão da “Sessão da Tarde”. Para quem não lembra da história original, a personagem-título é uma jovem prodígio que começa a frequentar a escola, onde seu estilo excêntrico é antagonizado pela diretora cruel da instituição, Sra. Trunchbull. Quando Matilda descobre que tem superpoderes, resolve lutar contra o reinado de terror da reitora. Mas apesar da trama ser igual, o novo filme será completamente diferente da versão dos anos 1990. Isto porque é inspirado na versão musical de “Matilda”, lançada no West End londrino em 2011 e na Broadway em 2013, conquistando sete Olivier Awards e cinco Tony Awards. A produção inclui muita cantoria e dança, além de exagerar ainda mais as situações. Para se ter ideia, a diretora da escola costumava ser vivida por um homem nos teatros – por isso, Ralph Fiennes (o Voldemort de “Harry Potter”) chegou a ser sondado para o papel. Mas foi Emma Thompson quem acabou ganhando a vaga na produção, numa rara interpretação de vilã após uma carreira repleta de personagens infantis bonzinhos, como Nanny McPhee e a professora Trelawney, da franquia “Harry Potter”. Com a ajuda de efeitos especiais, ela se transforma numa antagonista gigante e poderosa. O papel de Matilda ficou com a menina irlandesa Alisha Weir, de 12 anos, que se destacou na série “Darklands” (2019), enquanto Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) foi escalada como a professora boazinha Srta. Honey. Andrea Riseborough (“A Vida Extraordinária de Louis Wain”) e Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) também estão no elenco como os pais da menina superpoderosa. Com direção de Matthew Warchus (“Orgulho e Esperança”), “Matilda: O Musical” vai estrear “neste fim de ano” em streaming.
“Schmigadoon!” é renovada para 2ª temporada
A Apple TV+ anunciou que vai retornar a “Schmigadoon!”. Quase um ano após a estreia da 1ª temporada, a atração musical recebeu encomenda oficial de novos episódios. Primeira série de Cinco Paul e Ken Daurio, roteiristas-criadores de “Meu Malvado Favorito” (2010) e “Pets: A Vida Secreta dos Bichos” (2016), a série acompanha um casal em crise vivido por Keegan-Michael Key (“A Festa de Formatura”) e Cecily Strong (“Saturday Night Live”), que, durante uma caminhada na floresta, vai parar num lugar mágico em que todos cantam, dançam e agem como se estivessem num musical clássico. Incomodados, eles percebem que não conseguem escapar e logo se veem discutindo como viver naquele combo de Shangri-La e Brigadoon, chamado de Schmigadoon, onde todos são felizes o tempo inteiro. Na 2ª temporada, Key e Strong serão transportados para um novo lugar místico, “Schmicago”, um mundo de musicais dos anos 1960 e 1970. Além deles, o elenco de cantores-dançarinos vai voltar a contar com Ariana DeBose (que venceu o Oscar por “Amor, Sublime Amor”), Dove Cameron (“Descendentes”), Jaime Camil (“Jane the Virgin”), Kristin Chenoweth (“Pushing Daisies”), Alan Cumming (“Instinct”), Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Ann Harada (“Smash”), Martin Short (“Only Murders in the Building”) e Aaron Tveit (“Segredos do Paraíso”/Graceland). E ainda há novidades. Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e Patrick Page (“Em um Bairro de Nova York”) também farão parte da 2ª temporada, que novamente contará com produção de Lorne Michaels, o criador do longevo humorístico “Saturday Night Live”.
Anitta diz ter recusado convite para o filme “Amor, Sublime Amor”
A cantora Anitta quase cantou no filme “Amor, Sublime Amor”, musical dirigido por Steven Spielberg. Ela revelou que foi convidada para fazer um teste para participar do elenco da produção, em entrevista exibida no “Fantástico” de domingo (5/6). Entretanto, ela recusou a oportunidade porque não se sentia preparada. “Fui chamada para fazer uma audição e não fui. Estava muito focada na minha carreira de cantora, em fazer minha carreira internacional acontecer”, contou. “Eu acho que, na vida, não dá pra gente agarrar tudo ao mesmo tempo. (…) E eu achava que eu não tinha talento o suficiente para isso”. Mas isso foi em 2019. Agora, Anitta agiria diferente. “Hoje em dia, se me chamarem de novo, eu vou, tá bom? Já estou me preparando, fazendo aula. Já tenho capacidade para fazer vários filmes”, explicou, acrescentando que Spielberg já pode chamá-la de novo, se quiser. Anitta não especificou para qual papel seria testada. Estrelado por Rachel Zegler, Ansel Elgort, Ariana DeBose e Rita Moreno, entre outros, “Amor, Sublime Amor” foi indicado a sete Oscars e levou o de Melhor Atriz Coadjuvante, vencido por DeBose. O filme está disponível em streaming na plataforma Disney+.
Série “High School Musical” é renovada para 4ª temporada
A Disney+ renovou “High School Musical: A Série: O Musical” por mais um ano. O anúncio antecipado da 4ª temporada veio antes mesmo da estreia do terceiro ano da produção, que só vai acontecer daqui a dois meses, em 27 de julho. “Esta série continua a oferecer o melhor em drama, humor e emoção”, disse Ayo Davis, presidente da Disney Branded Television, em comunicado. “A visão e interpretação do [criador e produtor executivo] Tim Federle deste legado continua evoluindo temporada após temporada, e mal podemos esperar para ver o que está reservado para os Wildcats a seguir”. “Esta série tem sido uma aventura épica desde o início, e estou muito agradecido por continuarmos fazendo música, contando essas histórias e apresentando essas estrelas excepcionais”, acrescentou o produtor Federle. Além de ser um sucesso de audiência, as primeiras temporadas da série (mais um especial de férias) geraram trilhas sonoras que renderam mais de 2 bilhões de streams de áudio até o momento. A série também ajudou a catapultar a carreira de Olivia Rodrigo, que foi integrante fixa das duas primeiras temporadas e será uma estrela convidada (com menor participação) nos capítulos do terceiro ano. Por sinal, a 3ª temporada vai ser um pouco diferente do que os fãs estão acostumados. Desta vez, a trama não se passa em East High, mas num acampamento de férias na Califórnia, onde os estudantes e outros campistas experimentam “um verão inesquecível repleto de romance, noites sem toque de recolher e um gostinho do ar livre”. Ou seja, como o enredo de “High School Musical 2”, o telefilme, o musical. Os personagens ainda farão uma encenação musical de “Frozen” durante as férias, enquanto uma equipe de documentaristas cobre a produção do musical. O elenco da 3ª temporada vai trazer de volta Joshua Bassett, Sofia Wylie, Matt Cornett, Julia Lester, Dara Reneé, Frankie Rodriguez, Saylor Bell Curda e Adrian Lyles, além das estrelas recorrentes Aria Brooks, Liamani Segura e Ben Stillwell. Olivia Rodrigo fará participações especiais, assim como um integrante do elenco do “High School Musical” original, Corbin Bleu, entre outros atores convidados.












