Clipe de Vitão e Rael usa tecnologia similar a “The Mandalorian”
Vitão lançou o clipe de “Chamego”, sua segunda parceria com Rael. Os dois já tinham gravado um dueto na faixa “Saudade”, que integrou o álbum “Ouro” (2020), de Vitão. A música tem letra romântica, mas é um pouco acelerada para servir de acompanhamento para as situações descritas. Tanto que o vídeo não materializa cenas quentes, optando por seguir passeios de motos dos cantores. Detalhe é que os cenários do clipe são todos virtuais. O diretor Leo Ferraz contou que produção de efeitos desenvolvida pela Inmagic Group usou uma tecnologia similar à inovadora série “The Mandolorian”: o LedWall – painéis de LED, que exibem um fundo panorâmico em 3D, mesclado a uma cenografia real em primeiro plano. Confira o resultado abaixo.
Cacatua de Iggy Pop vira sucesso no Instagram e ajuda hospital veterinário
Biggy Pop, a cacatua de Iggy Pop, virou um sucesso no Instagram com seus posts de reação à músicas. Tanto que as próprias bandas estão postando os vídeos em que Iggy Pop registra o pássaro dançando ao som das mais diferentes gravações. O post mais recente do ilustre emplumado foi publicado diretamente pela banda inglesa Sleaford Mods com exclusividade, desfalcando a lista de “reacts” do perfil oficial do bicho. Iggy adotou Biggy há 12 anos, ao encontrá-lo à venda numa estrada da Flórida. Ele não estava saudável. A dedicação que ajudou a curar a ave fez nascer uma nova paixão do cantor pela defesa dos animais silvestres. Graças a isso, Biggy foi convidado a virar patrono do Hospital de Vida Selvagem de Byron Bay, na Austrália, lar original das cacatuas. Desde o ano passado, seu Instagram também tem ajudado a divulgar os esforços dos veterinários, que graças à doações conseguiram montar uma clínica móvel, que funciona num caminhão gigante em viagens pelas estradas australianas para ajudar, tratar e salvar animais ameaçados. Detalhe: a clínica móvel traz um desenho de Biggy Pop em suas portas traseiras. Veja abaixo este e outros vídeos com a cacatua mais roqueira do mundo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sleaford Mods (@sleaford_mods) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop)
Documentário vai celebrar 25 anos de shows lendários do Oasis para 250 mil fãs
Os irmãos Noel e Liam Gallagher vão dar um tempo em sua briga fraternal em prol da banda Oasis. Mas não será para novas gravações ou show da retorno. Eles vão se juntar para produzir um novo documentário sobre os famosos shows do Oasis no Knebworth Park, na Inglaterra. Realizadas em 10 e 11 de agosto de 1996, os shows reuniram 250 mil fãs da banda e são considerados os maiores já realizados no Reino Unido. Realizados após o lançamento do disco “(What’s the Story) Morning Glory?”, que tinha hits como “Wonderwall”, “Don’t Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”, os shows esgotaram rapidamente, com 2,5 milhões de pessoas candidatando-se a comprar os ingressos – a maior procura por um espetáculo na história britânica. Na época, não havia banda mais popular na Inglaterra. Nem mais arrogante. E o sucesso sem precedentes acabou alimentando egos que já eram grandes antes mesmo da fama. As brigas dos irmãos pelo controle da banda levaram à mudanças de integrantes e trocas de farpas públicas, mas o Oasis persistiu até 2009. A celebração do auge do Britpop será dirigida por Jake Scott para a Sony, que está financiando o filme, visando um lançamento para comemorar os 25 anos das apresentações. Veja abaixo um vídeo de “Columbia” gravado durante o evento histórico, que integra outro documentário: “Oasis: Supersonic”, lançado em 2016.
Disco clássico de Belchior vai ganhar documentário
Renato Terra, codiretor de “Uma Noite em 67” (2010), “Eu Sou Carlos Imperial” (2016) e “Narciso em Férias” (2020), encontrou outro tema musical para seu próximo documentário. Ele planeja abordar o disco “Alucinação”, de Belchior (1946-2017). O documentário terá o mesmo nome do álbum lançado em 1976, que registrou um repertório absolutamente clássico, como “Apenas um Rapaz Latino-Americano”, “Velha Roupa Colorida”, “Como Nossos Pais”, “Sujeito de Sorte” e “Como o Diabo Gosta”. E este é só o lado A. O outro lado tem a faixa-título, “Não Leve Flores”, “À Palo Seco”, “Fotografia 3×4” e “Antes do Fim”. Todas as faixas marcaram época. A ideia é explorar as canções como um mergulho na geração que viveu intensamente os anos 1970. As imagens serão costuradas com as canções de Belchior para potencializar lembranças, sensações e sonhos de uma geração que desejou “amar e mudar as coisas”, na definição do comunicado sobre a iniciativa. Terra vai escrever e dirigir o longa, que contará com codireção de Marcos Caetano e Leo Caetano, numa produção da Globo Filmes, GloboNews, Canal Brasil e Inquietude. Relembre abaixo a música que abre o disco.
Karol Conká lava a alma com o clipe de “Dilúvio”
Karol Conká soltou o “Dilúvio”. Uma semana depois de apresentar a música para o público, durante a final do “BBB 12”, a rapper curitibana lançou o clipe no YouTube. E se o tempo andava fechado na sua vida, após as confusões que arrumou no reality show da Globo e a fizeram ser ejetada com recorde de reprovação do público, o “Dilúvio” parece lavar tudo, deixando um arco-íris de criatividade em sua passagem. “Dilúvio” é uma das melhores músicas da carreira da cantora, com baixo pulsante, hipnótico, num arranjo eletrônico absolutamente moderno, que se encaixa à perfeição com o rap veloz e o refrão melódico. Apostas não convencionais, ao estilo do saudoso trip hop da banda inglesa Massive Attack, que permitem um renascimento musical. Já o clipe, com direção de Bruno Trindade, ilustra o turbilhão que é a artista, capaz de encher um rio inteiro só para desaguar “toda essa pressão e tensão” numa piscina vazia e sofrer “delírios vividos” que “ninguém vê”, sozinha entre quatro paredes. “Só mais um dia de luta” para Karol Conká, que enfrenta um dilúvio de críticas com roupas brancas e cabelos ao vento. “Se pra vencer, tem que superar o sofrer/ Supero sem esquecer/ Do real motivo pra viver”, ela canta. E o real motivo pra Carol viver é sua arte. De personalidade forte, ela não se contentaria com menos que um dilúvio para lavar a alma.
20 shows clássicos: Jesus and Mary Chain, Primal Scream, Stone Roses e mais
A nova seleção de shows clássicos apresenta o nascimento da cena indie. Era uma vez os anos 1980, quando o Reino Unido tinha quatro jornais de música (NME, Melody Maker, Music Week e Sounds), que resolveram se juntar na iniciativa de contabilizar os vários lançamentos de discos independentes – que começavam a se multiplicar em meados da década – numa parada de sucessos alternativa. O nome indie veio do diminutivo da tal parada independente. Em 1985, The Jesus and Mary Chain ganhou manchetes por músicas ensurdecedoras e shows destruidores – com tumultos generalizados – , que inspiraram tantas bandas quando os lendários desastres dos Sex Pistols, uma década antes. E no ano seguinte as publicações pareciam só falar em indie. Buscando se destacar, o NME decidiu exemplificar a mudança sonora que a nova cena representava com o lançamento de uma fita cassette, reunindo alguns dos artistas da época em seus primeiros singles. Batizada de “C86”, em homenagem à classe musical de 1986, a fitinha fez História, mostrando ao mundo o nascimento de bandas como Primal Scream, The Pastels, Shop Assistants e muitas outras. Sons de guitarras estridentes de Glasgow e vozes murmurantes do interior inglês depois ganhariam adjetivos como shoegazer e twee nos anos seguintes. Bandas de bubblegum ácido com garotas loiras virariam as guitar heroes daquela geração e um pequeno selo indie fundado pelo cantor do Biff Bang Pow! logo se tornaria a gravadora mais influente do Reino Unido – Creation Records. Essa história pode ser revivida nos 20 vídeos abaixo com as mais diferentes experiências de lives, desde breves aparições em estúdio de TV da época até shows lotados em palcos históricos. De Jesus and Mary Chain tocando seu primeiro single na BBC Two até o show dos Stone Roses no espaço vitoriano Empress Ballroom, na cidade de Blackpoool, quando uma nova classe, vinda do interior industrial – especialmente de Manchester – já começava a ensaiar os anos 1990. Fãs de flashbacks podem encontrar outras mostras nos atalhos abaixo, que cobrem diferentes gerações musicais (mas como são antigas, sujeitas à baixas do YouTube). > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) > Shows dos 1980 – Parte 6 (pop, funk, rap e house) > Shows dos 1980 – Parte 7 (British soul, indie, college rock) The Jesus and Mary Chain | 1985 My Bloody Valentine | 1989 The Pastels | 1988 Biff Bang Pow! | 1987 Ride | 1989 House of Love | 1987 Primal Scream | 1987 The Church | 1988 The Go Betweens | 1987 Felt | 1985 Young Marble Giants | 1980 The Shop Assistants | 1986 Talulah Gosh | 1986 Voice of the Beehive | 1989 The Darling Buds | 1989 The Primitives | 1988 Transvision Vamp | 1989 We’ve Got A Fuzzbox and We’re Gonna Use It | 1987 Sugarcubes | 1988 Stone Roses | 1989
Coldplay toca com hologramas em novo clipe
A banda Coldplay lançou o clipe de seu novo single, “Higher Power”, que traz o quarteto tocando ao ar livre, em meio a um grupo de hologramas “alienígenas” dançarinos. O vídeo também chama atenção pelo visual da banda, meio adolescente, em contraste com os rostos cansados dos artistas quarentões. A nova canção do Coldplay marca o primeiro trabalho inédito do grupo desde 2019, época do álbum “Everyday Life”.
Bebe Rexha lança clipe com baterista do Blink-182
Bebe Rexha lançou o clipe de “Break My Heart Myself”, uma faixa mais roqueira que o costume, com participação de ninguém menos que Travis Barker, baterista da banda Blink-182. O clipe explora uma estética punk, mostrando a cantora e sua “banda” num show encenado num banheiro masculino podre, típico das casas noturnas de rock – e do primeiro “Jogos Mortais”. Aparentemente, a versão roqueira de Miley Cyrus já encontrou discípula. A música faz parte do segundo disco da artista, “Better Mistakes”, lançado nesta sexta (7/5) com 13 faixas, incluindo “Baby I’m Jealous”, que já virou hit em parceria com Doja Cat. Apesar dos rumos do novo single, o álbum mantém a preferência de Rexha por feats de rappers – de Dolla $ign ao veterano Rick Ross.
Carol Biazin e Luísa Sonza trocam carícias e beijos em clipe quente
A “Tentação” de Carol Biazin com Luísa Sonza chegou no YouTube e em poucas horas se tornou um dos vídeos mais vistos no Brasil. O motivo são as cenas quentes protagonizadas pelas duas cantoras, com direito a beijo, carícias e muita pegação. Na música, as cantoras exploram o R&B dos anos 2000, com vozes tratadas por efeitos para afinar toda a miação. São gatas. Curiosamente, Biazin, que é namorada da cantora DAY, já teve clima romântico com Vitão, que é o namorado de Luísa Sonza, num clipe anterior, “Sempre que Der”. DAY, por sinal, fez fotos dos beijos de sua namorada em Sonza, que a cantora divulgou em seu Instagram. São amigas. “Tentação” faz parte do disco de estreia da finalista do “The Voice Brasil”.
Madonna fuma “baseado” em clipe de Snoop Dogg
Madonna fez uma pequena participação especial no novo clipe de Snoop Dogg, “Gang Signs”, que acabou eclipsando o próprio rapper. Ela nem canta. Apenas surge rapidamente – na marca de 3:30 do vídeo – , para fumar um cigarro não identificado, jogando fumaça na tela quando a letra da música faz alusão à maconha. “Enquanto passo um baseado para a Madonna/ Quem quer fumar com o Snoop?/ Vamos dar uma tragada ou duas”, canta o rapper na canção. Em outro trecho da letra, Snoop dá a entender que também já fumou maconha com o ex-presidente dos EUA Barack Obama. “Ainda estou tomando gin com suco enquanto fumo maconha/ Aposto que você nunca fumou um com o Obama”, mencionou. A rainha do pop fez propaganda de Snoop, destacando sua participação no vídeo em seu Instagram. “Foi muito divertido aparecer no clipe”, escreveu. Veja logo abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna)
Pabllo Vittar vira noiva e trai o funk em novo clipe
Pabllo Vittar lançou o clipe de “Ama Sofre Chora”, em que aparece vestida de noiva. Muito marketada, a ideia do vídeo começou a ser divulgada com a declaração de (um falso) noivado da cantora durante apresentação no “BBB 21”. A imprensa fez divulgação espontânea, mas era só teaser da música. “Ama Sofre Chora” é uma das gravações mais bregas de Vittar, que trai o funk para se aproximar da sofrência sertaneja. Mas também é uma música divertida. “Piranha também ama, piranha também chora”, diz o refrão, que inverte a lógica machista das canções de dor de cotovelo dos barbados do sertão. O vídeo, gravado há duas semanas em São Paulo, foi dirigido pela própria artista e por Flávio Verne, e segue a linha gananciosa de Vittar, que costuma incluir publicidade aleatória, com produtos de luxo em extrema evidência, na maioria de seus clipes musicais. Fãs são obrigados a assistir ao comercial, mesmo que só desejem ver e ouvir o trabalho musical. Entretanto, o que barateia os custos também barateia a arte.
Karol Conká destomba com hit novo nas paradas de streaming
Karol Conká já destombou. A estratégia de retomar a carreira musical com um show na final do “BBB 21” provou-se extremamente acertada. Expelida do reality show da Globo com 99% dos votos do público, a rapper conseguiu reverter a rejeição com o lançamento de uma música nova, “Dilúvio”, que despertou o interesse do público e se transformou em hit nas plataformas de streaming musical. Foi mesmo um dilúvio. Segundo os dados divulgados na quinta-feira (6/5), a cantora registrou um aumento de 978% nas reproduções de seu repertório com o lançamento da nova música no Deezer. Ela alcançou o pico nas buscas dos usuários da plataforma, superando o interesse registrado em janeiro, quando foi anunciada como uma das participantes do “BBB 21”. Foi ao comparar os dados de “Dilúvio” com a reprodução de faixas da artista após a sua saída da casa que o streaming observou o crescimento exponencial de 978% nas reproduções. Usuários da cidade de São Paulo foram os que mais escutaram a cantora, seguidos por moradores do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador. “Dilúvio” também entrou na lista das 50 músicas mais tocadas da Spotify no Brasil, na 43° colocação, além de ter atingido o 5° lugar na Apple Music e 2° lugar na Tidal Brasil. A artista divulgou e comemorou os resultados no Instagram. “Muito obrigada por esse apoio, gente!”, escreveu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Karol Conká (@karolconka)
Karol Conká vai lançar música nova na final do BBB 21
A rapper Karol Conká, recordista em rejeição da história do “Big Brother Brasil”, vai aproveitar a participação musical na final do programa, que acontece nesta terça (4/5) na rede Globo, para lançar uma música nova. Chamada de “Dilúvio”, a música é seu primeiro single da artista após sair do “BBB 21″. Trechos da faixa chegaram a ser adiantados no último episódio do documentário “A Vida Depois do Tombo”, exibido pelo Globoplay. A canção já estava pronta antes de Karol entrar no confinamento, mas após a sua saída turbulenta, ela fez alterações na letra para torná-la mais adequada ao momento em que estava vivendo. A capa do single, que mostra a cantora mergulhada num rio, já foi apresentado no Instagram. Na postagem, ela avisa que a música será revelada no badalar da meia-noite. Veja abaixo. Pela primeira vez, o show de despedida do “BBB” irá acontecer no gramado da casa que serve de cenário para o programa. Os shows ficarão a cargo dos ex-integrantes do reality show: além de Karol, o rapper Projota, a funkeira Pocah e o sertanejo Rodolffo (em dupla com seu parceiro musical Israel). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Karol Conká (@karolconka)











