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    Estreias: 10 filmes novos pra ver em casa

    16 de setembro de 2022 /

    A programação de estreias da semana marca a chegada da animação blockbuster “DC Liga dos Superpets” às locadoras digitais e duas ótimas comédias adolescentes exclusivas ao streaming. A lista de destaques inclui ainda diversos dramas europeus para cinéfilos e, para quem quiser arriscar, um remake horroroso de terror. Confira abaixo 10 filmes novos para ver em casa.   | DC LIGA DOS SUPERPETS | VOD*   A animação focada em Krypto, o supercão dos quadrinhos da DC, acompanha um grupo de pets que ganham superpoderes e se juntam para salvar o mundo, enquanto Superman está em apuros. A história conta uma origem bem diferente para a maioria dos personagens, mas pouco importa, porque o tom é de comédia escrachada, que faz graça até com a seriedade de Batman – dublado por Keanu Reeves (“Matrix”) em inglês. A vantagem do lançamento em streaming é o opção de assistir no idioma original, já que o elenco de vozes é espetacular, com destaque para Dwayne “The Rock” Johnson (da franquia “Jumanji”) como a voz de Krypto, John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) como Superman, Marc Maron (“GLOW”) como o vilão Lex Luthor, Olivia Wilde (“Tron: O Legado”) como Lois Lane e Kevin Hart (também de “Jumanji”) como a voz de Ace, o cachorro que nos quadrinhos dos anos 1950 foi o bat-cão de Batman. Roteiro e direção são de Jared Stern (roteirista de “Lego Batman: O Filme”) e Sam Levine (da série animada “Penn Zero: Quase Herói”). Detalhe: já disponível nas locadoras digitais, o filme teve o lançamento atrasado na HBO Max, onde só vai chegar em 26 de setembro.   | JUSTICEIRAS | NETFLIX   Maya Hawke (“Stranger Things”) e Camila Mendes (“Riverdale”) se juntam numa vingança nesta comédia, que é basicamente o que aconteceria se John Hughes (“Clube dos Cinco”) refilmasse o clássico “Pacto Sinistro”, adaptação de romance de Patricia Highsmith dirigida por Alfred Hitchcock em 1951. Isto é um baita elogio. O filme acompanha a união inesperada entre a ex-garota mais popular (Mendes) de uma escola particular e uma aluna lésbica (Hawke) para enfrentar quem as humilhou. A estratégia consiste em juntar forças para acabar com os inimigos de cada uma. Para isso, elas trocam os alvos entre si, visando pegá-los desprevenidos. Roteiro e direção são de Jennifer Kaytin Robinson, uma das roteiristas de “Thor: Amor e Trovão”, que estreou como diretora com outra comédia adolescente, “Alguém Especial” (2019), também distribuída pela Netflix. E vale destacar que os coadjuvantes são bem conhecidos de outras séries – Jonathan Daviss (“Outer Banks”), Alisha Boe (“13 Reasons Why”), Rish Shah (“Ms. Marvel”), Maia Refico (“Pretty Little Liars: Um Novo Pecado”), Austin Abrams (“Euphoria”) e Sophie Turner (“Game of Thrones”).   | HONOR SOCIETY | PARAMOUNT+   Mais uma divertida comédia teen com boas influências. A referência aqui é “Eleição” (1999), com Angourie Rice (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) evocando Tracy Flick, a personagem icônica de Reese Witherspoon. Na trama, a atriz australiana vive uma jovem obcecada em entrar na Universidade de Harvard, uma das melhores dos EUA. Disposta a fazer o que for preciso para conseguir uma carta de recomendação do conselheiro da escola (Christopher Mintz-Plasse, de “Kick Ass”) e superar a concorrência, ela elabora um plano para derrubar seus três principais rivais. Tudo começa a dar errado quando ela se apaixona pelo favorito à vaga, ainda que ele não seja exatamente o Príncipe Encantado, mas o Dustin de “Stranger Things” – ou melhor, o ator Gaten Matarazzo.   | DRIFTING HOME | NETFLIX   O belo anime de Hiroyasu Ishida (“Estrada do Pinguim”) conta uma história dramática com elementos de fantasia. Quando um grupo de adolescentes invade um prédio aparentemente abandonado, uma tempestade inunda a região e faz o edifício flutuar, ficando à deriva entre outros prédios-embarcações. Relacionamentos são postos à prova na luta pela sobrevivência.   | OS AMORES DELA | VOD*   O primeiro filme de Charline Bourgeois-Tacquet teve première em Cannes, foi premiado em Melbourne e atingiu 91% de aprovação no Rotten Tomatoes com um triângulo amoroso típico do cinema francês, mas apresentado de forma atípica. A atriz Anaïs Demoustier (“Alice e o Prefeito”) interpreta uma mulher de 30 anos falida e em crise amorosa, que um dia conhece um homem casado que imediatamente se apaixona por ela. O detalhe é que a esposa do novo amante é uma escritora famosa (Valeria Bruni Tedeschi, de “Loucas de Alegria”), de quem Anaïs é fã declarada e por quem se sente totalmente atraída, criando uma confusão conjugal.   | GAROTA INFLAMÁVEL | VOD*   O drama alemão gira em torno de uma garota mimada (Natalia Belitski, da série “Perfume”) que segue duas regras: sempre usar luvas e nunca fazer nada. Não trabalha, não estuda, não tem amigos. Nem se importa. E esse niilismo faz com que também não se importe com os outros, cometendo atos perigosos, que a levam a ser detida e ter acompanhamento médico. Durante seu tratamento, uma enfermeira da sua idade, mãe de uma criança, resolve confrontá-la. Mas, ao mesmo tempo, sofre sua influência, num contato que leva as duas ao limite dos seus respectivos mundos.   | UM PEQUENO GRANDE PLANO | VOD*   O astro Louis Garrel (“O Formidável”) dirige e estrela essa comédia francesa sobre pais de uma criança sensível, que decide vender vários objetos de valor da família para salvar o planeta. Vendo que a determinação do garoto é séria, sua mãe (Laetitia Casta, de “O Que as Mulheres Querem”) resolve acompanhá-lo em sua missão na África.   | PARIS, 13º DISTRITO | MUBI   Filmado em preto e branco pelo premiado cineasta Jacques Audiard (Palma de Ouro em Cannes por “Dheepan: O Refúgio”), a trama se passa no bairro parisiense de Les Olympiades (a maior “Chinatown” da Europa) e é um drama de encontros românticos. Emilie (Lucie Zhang) encontra Camille (Makita Samba), que se sente atraído por Nora (Noémie Merlant, de “Retrato de uma Jovem em Chamas”), que acaba cruzando com Amber (Jehnny Beth, de “Um Amor Impossível”). Três garotas e um garoto do novo milênio, que são amigos e às vezes amantes, e frequentemente as duas coisas. Os dois atores iniciantes do elenco, Zhang e Samba, foram indicados ao César (o Oscar francês) como Revelações do ano, e a trilha sonora do músico eletrônico Rone foi premiada no Festival de Cannes.   | EUROPA | FILMICCA   O filme de Haider Rashid (“Tangled Up in Blue”) é uma correria intensa, que segue Kamal, um imigrante que fugiu do Iraque para tentar entrar na “Fortaleza Europa”, mas se depara com mercenários na fronteira turco-búlgara, que estão caçando implacavelmente famílias de refugiados. Sozinho na floresta, Kamal mal tem chance de respirar. Exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, o filme foi a indicação do Iraque para representar o país na busca de uma vaga no Oscar 2022.   | GOODNIGHT MOMMY | AMAZON PRIME VIDEO   O remake americano de “Boa Noite Mamãe”, terror austríaco lançado em 2014, traz os gêmeos Cameron e Nicholas Crovetti (que enlouqueceram Nicole Kidman em “Big Little Lies”) aterrorizando Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”). O filme gira em torno da reação dos irmãos à volta de sua mãe para casa – uma propriedade rural afastada – , após passar por uma cirurgia estética. O rosto coberto por curativos faz os meninos desconfiarem de que aquela não é realmente sua mãe. Há 20 anos, Naomi Watts estrelou um bom remake de terror, “O Chamado”. Não é o caso dessa refilmagem, bem menos perturbadora que o original – que por coincidência sumiu das locadoras digitais. Trata-se do filme mais fraco da lista.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Filme,  Música

    Cinebiografia de Whitney Houston ganha primeiro trailer

    15 de setembro de 2022 /

    A Sony Pictures divulgou o pôster nacional e o primeiro trailer de “I Wanna Dance With Somebody”, cinebiografia da cantora Whitney Houston, que é interpretada nas telas por Naomi Ackie (a Jannah de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). A prévia prioriza o começo da carreira da estrela e sua relação com o executivo Clive Davis, que a lançou ao estrelato e aparece de forma quase irreconhecível em interpretação de Stanley Tucci (“Convenção das Bruxas”). Apesar das imagens mostrarem um Whitney alegre em sua escalada para o sucesso, a carreira da estrela teve muitos altos e baixo, que entremearam vários sucessos musicais com um casamento tumultuado e um conhecido envolvimento com drogas. O roteiro é de Anthony McCarten, que dividiu opiniões ao tomar inúmeras liberdades com a vida de Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody”. Já a direção está a cargo de Stella Meghie (“A Fotografia”). “I Wanna Dance with Somebody” estreia em 21 de dezembro nos EUA, mas apenas em 2 de fevereiro no Brasil. Veja o trailer abaixo em duas versões: mais curta e legendada em português e mais longa e sem legendas.

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  • Filme

    “Orfã 2” tem estreia mais ampla da semana nos cinemas

    15 de setembro de 2022 /

    Lançamento mais amplo da semana, “Orfã 2 – A Origem” chega em cerca de 800 telas nesta quinta (25/9). Apesar do título, a produção não continua a história do longa original. Em vez disso, conta o que aconteceu com a psicopata mirim Esther antes do primeiro filme. A distribuição ainda favorece “Uma Pitada de Sorte”, nova comédia nacional com Fabiana Karla, e “Moonage Daydream”, um documentário musical com imagens inéditas de shows de David Bowie. Ao todo, a programação apresenta cinco estreias. Confira os trailers e mais informações abaixo.   | ÓRFÃ 2 – A ORIGEM |   Isabelle Fuhrman está de volta ao papel da psicopata mirim Esther. Ela tinha 12 anos quando o filme original foi lançado, agora está com 25 anos, mas na trama se passa por uma criança ainda mais nova que no longa que a projetou em 2009, já que a história é um prólogo. Dirigido por William Brent Bell (“Boneco do Mal”), o filme mostra como Leena Klammer (Fuhrman), que escapou de um manicômio na Rússia, conseguiu se passar pela filha desaparecida de uma família rica, virando Esther. O elenco também destaca Julia Stiles (“Jason Bourne”) e Rossif Sutherland (“Catastrophe”) como os pais de Esther. Politicamente incorreto, o primeiro “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. Mas o novo, enquanto induz o público a esperar uma reprodução da situação original, oferece uma reviravolta.   | MOONAGE DAYDREAM |   Um dos documentários musicais de maior aprovação no Rotten Tomatoes (96%) em todos os tempos, o filme apresenta imagens inéditas da carreira de David Bowie e uma proposta imersiva, com imagens nada menos que espetaculares. Para sua realização, o diretor Brett Morgen passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal do cantor. Batizado com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), “Moonage Daydream” é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012) sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones e “Cobain: Montage of Heck” (2015) sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999).   | AMANTES |   A cineasta francesa Nicole Garcia (“Um Instante de Amor”) apresenta uma história típica de film noir, em que uma mulher encontra um ex-namorado durante uma viagem de férias com o marido. O reencontro inesperado mexe com os dois, mas também cria um triângulo que, como todo noir, tende a resultar em assassinato. O elenco destaca Stacy Martin (“Ninfomaníaca”), Pierre Niney (“Yves Saint-Laurent”) e Benoît Magimel (“A Prima Sofia”).   | UMA PITADA DE SORTE |   Fabiana Karla (“Rensga Hits!”) vive uma animadora atrapalhada de festas infantis que sonha em virar uma grande chef. Tudo começa a mudar em sua vida quando ela é aprovada num teste para ser auxiliar de um renomado chef em um programa de televisão. A comédia tem direção de Pedro Antônio Paes, de “Tô Ryca!”, “Um Tio Quase Perfeito” e “Os Salafrários”.   | CURTAS JORNADAS NOITE ADENTRO |   O filme de Thiago B. Mendonça (“Vozes da Floresta”) tem estética documental, mas é um drama sobre sambistas paulistanos sonhando em ser descobertos na cena musical. Alternando dias entre um cotidiano alienante e madrugadas libertadoras, trilham seus caminhos para não deixar o samba e o sonho morrer.

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  • Música

    Demi Lovato anuncia aposentadoria dos palcos: “Não posso mais fazer isso”

    14 de setembro de 2022 /

    A atriz e cantora Demi Lovato anunciou que sua turnê atual, de divulgação do novo álbum, será a última da carreira. O anúncio foi feito numa série de postagens publicadas na terça (13/9) no Stories do Instagram. “Estou tão doente que não consigo sair da cama. Eu não posso mais fazer isso. Esta próxima turnê será a minha última. Eu amo e agradeço a vocês”, declarou ela em uma das postagens, que depois foram apagadas. Não ficou claro se “esta próxima turnê” é uma referência a uma futura turnê ou à turnê que já está em andamento. Alguns portais e meios comunicação, como a Billboard, entenderam que os shows atuais, do álbum “Holy Fvck”, são os últimos. Pouco tempo depois, a cantora postou outros Stories, falando sobre o show que ela faria naquela noite em Santiago, no Chile. “Vou fazer força para vocês. Vou precisar de ajuda para cantar, então cantem alto para mim!” “Eu mal tenho voz, vou apontar muito o microfone para o público esta noite”, declarou ela em outro Stories. A suposta última turnê de Lovato começou há um mês com um show em Des Moines, no estado americano de Iowa, e depois seguiu para a América do Sul, passando inclusive pelo Rock in Rio. Revelada na série infantil “Barney e Seus Amigos”, a cantora e atriz logo se projetou em sua própria série, “Sunny entre Estrelas”, e no telefilme “Camp Rock” (2008), mas ultimamente tem concentrado a carreira na música. Esta carreira foi abalada por uma overdose que quase a matou em 2018. Mas Demi vinha apontando que enfrentava problemas, como distúrbios alimentar e abuso de substâncias, desde seu livro de memórias, “Demi Lovato: 365 Dias Do Ano”, de 2013. Além disso, também assumiu sofrer de transtorno bipolar no documentário “Demi Lovato: Simply Complicated”, um ano antes de seu problema mais sério com as drogas.

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  • Música

    Netflix revela trailer da animação do rapper Kid Cudi

    12 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Entergalactic”, animação criada pelo rapper Kid Cudi (“Não Olhe para Cima”) em parceria com Kenya Barris (o criador de “Black-ish”). A atração é voltada ao público adulto e vai acompanhar um álbum musical homônimo de Cudi. Com um visual que lembra o estilo de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, mas com mais aquarelas, a prévia revela uma história romântica, em que garoto encontra garota e desperta faíscas. Mas ele é capaz de estragar tudo por ser inconsequente. Já a sinopse oficial descreve outra coisa, dizendo que a animação mostrará “uma explosão de arte, música e moda” em uma “cidade que consegue equilibrar os três: Nova York”. A produção conta com um elenco estrelado de vozes, que inclui o próprio Kid Cudi (ou Scott Mescudi) no papel principal e Jessica Williams (“Fora de Série”) como seu par romântico, além de Timothée Chalamet (“Duna”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Vanessa Hudgens (“Tick, Tick…Boom!”), Christopher Abbott (“Possessor”), Teyana Taylor (“Um Príncipe em Nova York 2”), Jaden Smith (“The Get Down”), Keith David (“Armageddon”), Arturo Castro (“Narcos”), Macaulay Culkin (“American Horror Story”) e os rappers Ty Dolla $ign e 070 Shake. A estreia vai acontecer em 30 de setembro.

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  • Música

    Taylor Swift revela planos de virar diretora de cinema

    11 de setembro de 2022 /

    Depois de vencer o prêmio de Vídeo do Ano e Melhor Direção no MTV Video Music Awards, Taylor Swift pretende dirigir seu primeiro longa-metragem. A novidade foi revelada pela cantora durante sua participação no Festival de Toronto, onde apresentou no fim de semana uma versão estendida do premiado clipe/curta “All Too Well”. “Eu adoraria continuar dando pequenos passos à frente”, disse ela ao público do festival. “E eu acho que estou num lugar agora em que meu próximo passo de bebê não é um passo de bebê. Seria comprometer-me a fazer um filme. Adoraria ter a oportunidade, porque eu absolutamente, absolutamente adoro contar histórias dessa maneira.” Discutindo os tipos de narrativas que ela quer explorar, Swift disse: “Acho que sempre vou querer contar histórias humanas sobre emoções humanas. Eu nunca digo nunca, mas não consigo me imaginar filmando uma sequência de ação. Se isso acontecer um dia, honestamente, será uma evolução engraçada. Mas nem sempre me vejo contando histórias sobre desgostos extremos que debilitam emocionalmente por anos, porque acho que já fiz isso.” Swift também falou sobre os filmes que influenciaram a concepção do clipe “All Too Well”. “Na minha cabeça, há um período nos anos 1970 em que começamos a ver filmes românticos com dois personagens tão lindamente, intimamente entrelaçados, até que eles simplesmente se desmontam na sua frente e você simplesmente não consegue acreditar, como ‘Nosso Amor de Ontem’, ‘Love Story’, ‘Kramer vs. Kramer’. E então foram esses que me inspiraram, porque eu amo esses filmes…” Em termos de influências contemporâneas, Swift revelou-se fã de diretores independentes. “Eu acho que em termos de filmes modernos que eu amei e que provavelmente serviram para fazer esse curta, eu diria que ‘História de um Casamento’ foi realmente perturbador para mim por meses. E ‘The Souvenir’ partes um e dois, de Joanna Hogg. Na verdade, eu fiz o curta-metragem na época em que vi ‘The Souvenir Part II’, e fui inspirada pelo fato de ser sobre essa jovem que experimenta um desgosto extremo e depois faz algo com isso… um filme.” Ela também explicou por que levou 10 anos para fazer um clipe da canção, originalmente lançada no álbum “Red”, de 2012, e refeita na regravação inteira do disco, “Red (Taylor’s Version)”, lançada no ano passado. “A música era muito difícil porque era sobre algo que naquele momento [época da gravação original] era muito atual para mim”, disse ela. “Eu teria muita dificuldade em realizá-lo na época. Eu realmente tive que me forçar a me concentrar em outras coisas para tentar superar seu tema durante a turnê. Então não havia como ter feito um elemento visual para aquela música naquela época. Eu precisava de 10 anos de retrospectiva para saber o que eu faria para contar uma versão visual dessa história. E sou muito grata por ter sido capaz de fazer isso com uma reviravolta maluca do destino.” Vale lembrar que a cantora refez “Red” como parte de um projeto ambicioso de regravar toda a sua discografia, em protesto pelos direitos das fitas masters originais terem sido adquiridos por Scooter Braun, empresário de Justin Bieber e outros astros da música pop, sem que ela pudesse fazer nada. Seu primeiro disco inteiramente regravado foi “Fearless (Taylor’s Version)”, lançado poucos meses antes. Swift também explicou o significado do “cachecol” do vídeo, que se tornou um tópico de discussão favorito dos fãs. “Basicamente, o cachecol é uma metáfora”, disse ela. “E nós o tornamos vermelho porque o vermelho é uma cor muito importante neste álbum, que se chama ‘Red’. E dito isso, não vou me estender.” Swift também descreveu como a interpretação de Dylan O’Brien a impressionou, porque mesmo com ele sufocando Sadie Sink no relacionamento visto na tela, ela se pegou torcendo por ele também. “Eu sei que é problemático, mas eu fico assistindo e pensando ‘Ele é tão carismático’”, disse ela. “Ele é carismático, problemático, e eu ainda fico torcendo para que o casal resolva seus problemas, porque ele traz alguns pontos encantadores.” No clipe, Sink e O’Brien retratam um relacionamento que espelha a letra da música. Considerada uma das melhores composições de Taylor Swift, “All Too Well” teria sido inspirada pelo fim brutal de seu namoro com o ator Jake Gyllenhaal, encerrado por telefone. A música chega a mencionar um cachecol que ficou com o ator após o fim do romance – e ele chegou a usá-lo publicamente após o término. Originalmente, “All Too Well” tinha a duração de 10 minutos e uma letra com mais detalhes – a saga do cachecol é maior – , mas acabou sendo lançada com a metade da duração em 2012. Ela voltou no clipe com sua potência duplicada. E a regravação ficou tão boa que Gyllenhaal acabou massacrado nas redes sociais por fãs da cantora que foram relembrados da história. No clipe, O’Brien supostamente encarna Gyllenhaal enquanto Sink assumidamente vive Swift, com direito a uma discussão capaz de interromper a canção na metade da narrativa. Além de dirigir, Taylor Swift também escreveu o roteiro. O videoclipe viral, juntamente com uma apresentação da versão completa de 10 minutos no “Saturday Night Live”, ajudou Swift a ser registrada no Livro Guinness dos Recordes com a música mais longa a alcançar o 1º lugar na parada de sucessos Billboard Hot 100. A cantora vai lançar um novo álbum de músicas inéditas, “Midnights”, em 21 de outubro. Lembre abaixo o clipe/curta “All Too Well”.

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    Selena Gomez ganha documentário do diretor de “Na Cama com Madonna”

    9 de setembro de 2022 /

    A Apple TV+ anunciou ter adquirido os direitos de “Selena Gomez: My Mind and Me”, documentário sobre a cantora, atriz e produtora Selena Gomez. Dirigido por Alek Keshishian, conhecido por outro famoso documentário musical, “Na Cama com Madonna” (1991), o filme aborda a carreira de Gomez e seus problemas de saúde, tanto física quanto mental, que ela tem abordado publicamente junto aos fãs. A artista aproveitou o anúncio para publicar um teaser do documentário no Twitter – que na verdade revela apenas o logotipo do filme. Veja abaixo. “Selena Gomez: My Mind and Me” ainda não tem previsão de estreia. Wanna hear a part to my story…#MyMindAndMe coming soon to @AppleTvPlus pic.twitter.com/xLwyaVEyWr — Selena Gomez (@selenagomez) September 8, 2022 A uniquely raw and intimate documentary following @SelenaGomez's six-year journey from darkness into a new light. “Selena Gomez: My Mind and Me,” is coming to Apple TV+ #MyMindAndMehttps://t.co/w1PmTQ4nTo pic.twitter.com/6KSnQThZAw — Apple TV+ (@AppleTVPlus) September 8, 2022

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    Estreias: “Thor”, “Pinóquio” e “O Telefone Preto” em streaming

    9 de setembro de 2022 /

    A sessão do sofá destaca lançamentos da Disney+ e opções de VOD. Na semana do Disney+ Day, a plataforma liberou o blockbuster “Thor: Amor e Trovão” e sua produção exclusiva de “Pinóquio”. Os títulos das locadoras digitais também incluem filmes que estiveram recentemente nos cinemas, como o terror “O Telefone Preto”, e produções inéditas e premiadas. Confira abaixo as 10 estreias do streaming que mais se destacam na programação semanal.   | THOR: AMOR E TROVÃO | DISNEY+   O novo filme do diretor Taika Waititi é uma comédia mais descarada que “Thor: Ragnarok”, combinando ação e humor para contar uma história de amadurecimento com muitas reviravoltas, lutas e piadas. Muitas piadas. Nem todas engraçadas, como atesta a recepção da crítica dos EUA – 70% de aprovação com blogueiros geeks, mas apenas 56% entre os críticos top do Rotten Tomatoes. E, apesar das gracinhas, o final é triste. Em seu quarto filme individual, Thor encontra-se na jornada iniciada em “Vingadores: Ultimato”, compartilhando aventuras com os Guardiões da Galáxia e buscando paz interior. Mas esses dias de irresponsabilidade são encurtados pelo surgimento de um assassino espacial conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses, que tem como missão matar todos os deuses. Para impedir um novo massacre de asgardianos, Thor se alia ao Rei Valquíria, seu novo melhor amigo Korg e à ex-namorada Jane Foster – que ressurge loira, poderosa e com o antigo martelo mágico do Deus do Trovão, incorporando a Poderosa Thor – numa luta desesperada contra o Carniceiro dos Deuses. Mas, paralelamente, Jane ainda trava sua própria luta silenciosa. O elenco destaca Chris Hemsworth (Thor), Natalie Portman (Jane), Tessa Thompson (Valquíria), Russell Crowe (Zeus) e Christian Bale (Gorr), sem esquecer da participação dos Guardiões da Galáxia e do diretor Taika Waititi como Korg. Além disso, as cenas pós-créditos incluem a introdução de um novo personagem (com gancho para “Thor 5”) e a volta de um velho conhecido, participações que foram guardadas em “segredo”.   | O TELEFONE PRETO | VOD*   A volta do diretor Scott Derrickson ao terror, após comandar “Doutor Estranho” (2016), é um dos melhores filmes recentes do gênero, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama é baseada no conto de mesmo nome de Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra que inspirou a série “Locke & Key”. A história faz parte do best-seller “Fantasmas do Século XX” e foi adaptada pelo próprio Derrickson em parceria com o roteirista Robert Cargill, com quem o diretor desenvolveu a franquia “A Entidade”. Por sinal, o papel principal é de Ethan Hawke, que estrelou o primeiro “A Entidade” (2012). Ele vive um serial killer sequestrador de crianças que, numa referência distorcida a “It”, usa balões negros e disfarce de palhaço para cometer seus crimes. Só que seus planos são atrapalhados quando seu alvo mais recente recebe uma ajuda inesperada para escapar. Fantasmas de vítimas passadas ligam para o menino recém-sequestrado no telefone preto do título, que não tem fio e não deveria funcionar, ensinando-o a sobreviver, enquanto sua melhor amiga da escola começa a ter visões de seu cativeiro. Os jovens Mason Thames (“For All Mankind”) e Madeleine McGraw (a jovem Hope de “Homem-Formiga e a Vespa”) encabeçam o elenco mirim.   | RED ROCKET | VOD*   Em seu novo filme, o diretor Sean Baker volta a explorar as margens da sociedade com humor sombrio. Depois de acompanhar prostitutas transexuais em “Tangerine” (2015) e o cotidiano da filha pequena de uma prostituta adolescente em “Projeto Flórida” (2017), ele conta a história de fracasso de um ator de filmes adultos, que retorna à sua cidade natal após se tornar veterano no ramo e deixar de ser convidado para novos trabalhos. Enquanto tenta se reaproximar de sua família disfuncional, ele conhece uma jovem chamada Strawberry, trabalhando como caixa em uma loja de donuts local, e acaba retomando antigos hábitos. O papel principal é desempenhado por Simon Rex, que foi modelo nos anos 1990, VJ da MTV e até rapper, além de atuar na franquia de comédias “Todo Mundo em Pânico”, enquanto o resto do elenco é composto por atores iniciantes ou pouco conhecidos, como a estreante Brenda Deiss, que vive Strawberry. “Red Rocket” teve première no Festival de Cannes retrasado, venceu o Prêmio do Júri e da Crítica no Festival de Deauville, o troféu de Melhor Ator do Spirit Awards (o Oscar indie) e mais 10 prêmios internacionais, além de ter atingido 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Ou seja, é mais uma obra de Sean Baker que rende aplausos mundiais.   | MAR EM CHAMAS | VOD*   O diretor norueguês John Andreas Andersen está se especializando em filmes de grandes desastres. Depois do sucesso de “Terremoto” (2018), ele assina essa catástrofe marítima de enormes proporções. A trama envolve o colapso de uma plataforma de petróleo no Mar do Norte, que dá início a uma série de tragédias capazes de transformar o oceano num inferno de fogo. Uma piloto de submarino e pesquisadora (Kristine Kujath Thorp, de “Traídos pela Guerra”) assume a missão de tentar salvar a região de uma hecatombe ambiental. Mas a trama é tão tensa que todos os pequenos salvamentos conduzem a situações de maior perigo e dramaticidade. Venceu o Amanda (o Oscar norueguês) de efeitos visuais e foi aplaudido pela crítica americana, com 73% de aprovação no Rotten Tomatoes. | VEJA POR MIM | VOD*   O suspense canadense acompanha uma esquiadora cega que decide se mudar para uma casa de inverno isolada. Quando a casa é invadida por três assaltantes, sua única ajuda é um aplicativo que conecta cegos a pessoas encarregadas de descrever o ambiente em que se encontram. A produção é barata, mas eficiente, mostrando que o diretor Randall Okita aprendeu os truques do gênero ao ser assistente de Stephen King na série de terror “Kingdom Hospital”. Com 80% no Rotten Tomatoes, o filme também destaca a estreia da atriz Skyler Davenport, uma conhecida dubladora de animes e videogames, em seu primeiro filme live-action.   | BLISS | VOD*   O novo terror visceral de Joe Begos (“Quase Humano”) acompanha uma artista plástica (Dora Madison, de “Chicago Fire”) em crise de criatividade e à beira da falência, que se entrega à drogas pesadas e passa suas noites festejando. Até que uma nova droga a tira de si e a leva a pintar alucinadamente, em tons sangrentos, como se estivesse possuída. A jornada psicótica talvez seja muito intensa para certos gostos, a abordagem artística pode ser muito pretenciosa para outros, mas fãs de terror indie bem hardcore não devem se incomodar com a bad trip e as cenas abundantes de nudez… artística. Mesmo dividindo opiniões – e houve quem odiasse do fundo da alma – atingiu 87% no Rotten Tomatoes. | TANTAS ALMAS | VOD*   O diretor colombiano Nicolás Rincón Gille usou sua experiência como documentarista nesta estreia na ficção, filmada com atores não profissionais e em locações reais, numa intersecção com seus documentários. Na trama, o pescador José atravessa o rio Magdalena, o maior da Colômbia, em busca dos corpos de seus dois filhos, assassinados por paramilitares. Apesar de sua dor, José está determinado a encontrá-los para dar-lhes o enterro que merecem e, assim, impedir que permaneçam como almas errantes. Em sua jornada, ele encontra a magia de um país despedaçado. Gille já tinha filmado a violência rural, o rio e as superstições colombianas em três longas documentais. Ao reunir essas referências numa única narrativa, atingiu uma síntese tão imersiva quanto realista: um retrato da Colômbia profunda não visto em postais, que impressionou a crítica internacional e venceu o Festival de Marrakech.   | O DESTINO DE HAFFMANN | VOD*   O drama francês se passa em Paris durante a invasão nazista. Quando um joalheiro judeu se vê forçado a fugir, faz um falso acordo de venda de sua loja com um funcionário para salvar seu negócio. Mas não consegue escapar do cerco, vendo-se forçado a esconder-se num porão e a trabalhar para o antigo funcionário, que passa a conduzir negócios com os nazistas para produzir novas peças a partir de joias de vítimas de campos de extermínio. A fábula de moral sombria tem direção de Fred Cavayé, indicado ao César (o Oscar francês) por “Tudo por Ela” (2008).   | PINÓQUIO | DISNEY+   O remake live-action de “Pinóquio” é uma recriação visualmente fiel da animação clássica, vencedora de dois Oscars, mas toma ainda mais liberdades que Walt Disney em relação ao livro infantil de Carlo Collodi, publicado em 1883. O menino de madeira agora é ainda mais bobo e bonzinho – o contrário do personagem de Collodi. Depois que o marceneiro Gepeto cria um boneco de madeira e é atendido em seu desejo de vê-lo se transformar num menino, Pinóquio se revela ingênuo e é prontamente enganado por trapaceiros que o vendem como atração de circo. Apesar da familiaridade, a refilmagem não tem a mesma mágica do desenho. Se não falta a música “When You Wish upon a Star”, tema do desenho animado clássico de 1940, há várias outras canções inéditas (e desnecessárias), além de pequenas alterações na história que não acrescentam nada que mude o resultado final. Longe de empolgar a crítica, atingiu apenas 31% no Rotten Tomatoes. A direção é de Robert Zemeckis (de “Forrest Gump”), que combina atores de carne e osso com personagens digitais num híbrido que parece o reverso de “Paddington”, com Tom Hanks (“Elvis”) no papel de Gepeto, perdido num desenho animado feito por computador. O elenco também conta com Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) dando voz ao Grilo Falante, Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) como a Fada Azul, Luke Evans (“A Bela e a Fera”) como Barker, o cocheiro responsável por levar o protagonista à Ilha dos Prazeres, Keegan-Michael Key (“O Predador”) como o pilantra João Honesto e Lorraine Bracco (“Rizzoli & Isles”) como uma gaivota chamada Sofia, que foi criada especialmente para o filme. Para completar, o menino Benjamin Evan Ainsworth (“A Maldição da Mansão Bly”) é a voz original de Pinóquio na dublagem original.   | ALÉM DA LENDA – FILME | VOD*   A série animada pernambucana transmitida pela TV Brasil virou longa-metragem. Criada por Erickson Marinho, Marcos França e Ulisses Brandão, a atração é voltada para crianças de seis a nove anos e tem como premissa reapresentar as principais lendas do folclore nacional, como o Saci, a Cuca, o Curupira e o Boitatá, com uma nova roupagem – e como crianças. A trama do filme explica que um livro sagrado reúne todas essas lendas e é mantido em segredo e escondido na Montanha Coração do Brasil, que só é revelada uma vez por ano, no dia 31 de outubro, dia do Saci. Mas a data está esquecida por muitos brasileiros, que preferem comemorar o Halloween. Aproveitando-se disso, um trio de monstros americanos do Dias das Bruxas resolve vir ao país com a ideia de capturar o livro secreto e assim “dominar” as lendas brasileiras. Só que por descuido o livro acaba caindo nas mãos do garoto Lucas, um fã de super-heróis, quadrinhos e games, que sem saber vira responsável por proteger parte do folclore nacional. Com direção de Marília Mafé e Marcos França, “Além da Lenda” é o primeiro longa de animação pernambucano e conta com dublagens de Gabriel Leone (Lucas) e Hugo Bonemer (Curupira).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Música,  Série

    Trailer de “High School” mostra adolescência das cantoras Tegan e Sara

    8 de setembro de 2022 /

    A plataforma americana Freevee (ex-IMDb TV), que pertence à Amazon, divulgou o pôster e um novo trailer de “High School”, série adolescente inspirada pelo livro de memórias das cantoras Tegan e Sara Quin, dos hits “Nineteen”, “Back In Your Head” e “Now I’m All Messed Up”. A prévia acompanha as irmãs gêmeas em uma nova escola de subúrbio do Canadá, tendo que lidar com as pressões, comparações e competição entre si, até descobrirem o que as aproxima: sua paixão por música e, também, por outras garotas. Vale observar que a trilha do vídeo é um cover de “Today”, do Smashing Pumpkins, que Tegan e Sara gravaram especialmente para a série. “High School” é estrelada pelas gêmeas Railey e Seazynn Gilliland, que estreiam nas telas, além de Cobie Smulders (a agente Maria Hill dos filmes da Marvel) e Kyle Bornheimer (“História de um Casamento”) como os pais das jovens. A adaptação foi produzida pela atriz Clea DuVall (“Heroes”), que dirigiu um clipe das artistas canadenses em 2016 – antes de se consagrar como diretora de “Alguém Avisa?” (2020). DuVall também dirige seis dos oito episódios da 1ª temporada, que vai estrear em 14 de outubro nos EUA. Assim como outras séries do Freevee, “High School” deve chegar ao Brasil pela Prime Video, da Amazon.

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  • Música

    BLACKPINK bate novo recorde do YouTube

    6 de setembro de 2022 /

    O quarteto sul-coreano BLACKPINK bateu um novo recorde no Youtube nesta semana, ao ultrapassar a marca 80 milhões de inscritos em seu canal oficial na plataforma. Foi a primeira vez que um canal de artista atingiu esse número, tornando o grupo de K-Pop o mais seguido do YouTube. Com o canal foi aberto em 28 de junho de 2016, o grupo levou seis anos – e cerca de 300 publicações de vídeos – para atingir a marca. Vale apontar que BLACKPINK já tinha o canal musical com o maior número de assinantes no YouTube quando chegou a 75 milhões de inscritos. Este ano, o grupo também registrou o maior lançamento de um clipe no portal de vídeos com o hit “Pink Venom”, que atingiu 86,2 milhões de views no primeiro dia. Eleito na sexta (19/8) o “maior grupo feminino do mundo” pela revista americana “Time”, o quarteto formado pelas cantoras Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa também participou dos VMAs 2022, premiação da MTV onde venceu na categoria Melhor Performance do Metaverso e onde a cantora Lisa ainda levou o prêmio de Melhor K-pop pelo single solo “LALISA”. “Pink Venom” é o primeiro single do álbum “Born Pink”, com lançamento previsto para 16 de setembro e que já acumulou mais de 2 milhões de pedidos de pré-venda. Ou seja, vem aí outro recorde.

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  • Série

    4ª temporada de “Sintonia” ganha sinopse oficial

    5 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou a sinopse oficial da 4ª temporada de “Sintonia”. A série foi renovada há apenas três semanas, mas a equipe já está trabalhando na produção. Diz a sinopse: “Depois de sofrer um atentado bem quando tentava uma saída do mundo do crime, Nando vai ter que lidar com as graves consequências impostas sobre seus amigos e família. A conta das escolhas feitas chegou cara para o trio da Vila Áurea, mas sempre há um novo caminho para quem não aceita a derrota e acredita na força da amizade.” A plataforma de streaming também compartilhou uma nova imagem que reúne os três protagonistas da série – Christian Malheiros, Bruna Mascarenhas e Jottapê (veja acima). “Sintonia” é produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, e escrita por Guilherme Quintella (também roteirista de “Insânia”). A trama acompanha Nando (Malheiros), Rita (Mascarenhas) e Doni (Jottapê), três amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transformou suas experiências em caminhos muito divergentes, mas nunca distantes demais. A 4ª temporada ainda não tem previsão de estreia.

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  • Música

    Adele e Beatles dominam primeira noite do Emmy

    4 de setembro de 2022 /

    A primeira das duas cerimônias das chamadas Artes Criativas do Emmy 2022 foi dominada por produções musicais. “The Beatles: Get Back”, da Disney+, e “Adele: One Night Only”, da CBS, lideraram a premiação com cinco troféus conquistados, cada um, na noite de sábado (3/9) em Los Angeles. Foram eleitos, respectivamente, a Melhor Série Documental e o Melhor Especial de Variedades, entre outros prêmios. A lista de destaques ainda inclui, com quatro vitórias, “Arcane”, primeira produção de streaming a vencer como Melhor Programa de Animação. Com três vitórias, empataram a também animada “Love, Death + Robots”, o especial musical do intervalo do Super Bowl e o programa “Love on the Spectrum”, uma das surpresas da noite ao vencer Melhor Reality Show Não Estruturado. Além disso, Barack Obama se tornou o segundo presidente dos EUA a ganhar um Emmy – 66 anos após Dwight Eisenhower receber seu prêmio – , ao conquistar a categoria de Narrador por “Our Great National Parks”, da Netflix. A lista destaca ainda o falecido Chadwick Boseman, que ganhou o troféu de Melhor Performance de Voz por seu último trabalho, na série animada “What If…!”, da Disney+, e dois acúmulos: o sétimo Emmy de RuPaul como Melhor Apresentador de Reality Show de Competição e o quinto de “Queer Eye” como Melhor Reality Estruturado. Os prêmios de sábado são apenas a primeira parte de cerca de 90 categorias preliminares do Emmy, antes da entrega dos 27 prêmios principais. Como a premiação da Academia da Televisão soma um total de 119 categorias, o Emmy é dividido em três noites. As duas primeiras noites são dedicadas aos troféus técnicos, animações, documentários, especiais de variedades e reality shows, e acontecem neste fim de semana. Já os Emmys principais serão entregues no dia 12 de setembro, numa cerimônia televisada em Los Angeles. Confira abaixo a lista completa dos premiados na primeira noite do Emmy 2022. Melhor Programa de Animação “Arcane – When These Walls Come Tumbling Down” Melhor Elenco de Reality Show “Love on the Spectrum” Melhor Desempenho de Voz de Personagens Chadwick Boseman (“What If…? – What If… T’Challa Became A Star-Lord?”) Melhor Coreografia de Programação de Variedades ou Reality Show Parris Goebel (“Savage X Fenty Show Vol. 3”) Melhor Fotografia de Programa de Não-Ficção Mike Prickett e Laurent Pujol (“100 Foot Wave – Chapter IV – Dancing With God”) Melhor Fotografia de Reality Show Danny Day, Michael Cheeseman e Simeon Houtman (“Life Below Zero – Fire In The Sky”) Melhor Comercial “Teenage Dream – Sandy Hook Promise” Melhor Figurino de Programação de Variedades, Não-Ficção ou Reality Show “We’re Here – Evansville, Indiana” Melhor Direção de Documentário/Programa de Não-Ficção Peter Jackson (“The Beatles: Get Back – Part 3”) Melhor Direção de Reality Show Nneka Onuorah (“Lizzo’s Watch Out For The Big Grrrls – Naked”) Melhor Direção de Série de Variedades Bridget Stokes (“A Black Lady Sketch Show”) Melhor Direção de Especial de Variedades Paul Dugdale (“Adele: One Night Only”) Melhor Série Documental ou Não-Ficção “The Beatles: Get Back” Melhor Documentário ou Especial de Não-Ficção “George Carlin’s American Dream” Melhor Documentário “When Claude Got Shot” Melhor Penteado em Programa de Variedades, Não-Ficção ou Reality Show “Annie! Live” Melhor Apresentador de Reality Show de Competição RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Programa de Não Ficção ou Especial com Apresentador “Stanley Tucci: Searching For Italy” Melhor Realização Individual em Animação Anne-Laure To, Color Script Artist (“Arcane – The Boy Savior”) Julien Georgel, Art Direction (“Arcane – Happy Progress Day!”) Bruno Couchinho, Background Designer (“Arcane – When These Walls Come Tumbling Down”) Lexy Naut, Storyboard Artist (“The Boys Presents: Diabolical – Boyd In 3D”) Kecy Salangad, Animator (“The House”) Alberto Mielgo, Character Designer (“Love, Death + Robots – Jibaro”) Melhor Iluminação/Direção de Iluminação de Série de Variedades “The Voice – Live Finale” Melhor Design de Iluminação/Direção de Iluminação de Especial de Variedades “Adele: One Night Only” Melhor Maquiagem de Programa de Variedades, Não-Ficção ou Reality Show “Legendary – Whorror House” e “We’re Here – Kona, Hawaii” Melhor Trilha de Série Documental ou Especial David Schwartz (“Lucy and Desi”) Melhor Direção Musical Adam Blackstone (“The Pepsi Super Bowl LVI Halftime Show Starring Dr. Dre, Snoop Dogg, Mary J. Blige, Eminem, Kendrick Lamar and 50 Cent”) Melhor Narração Barack Obama (“Our Great National Parks – A World of Wonder”) Melhor Melhor Edição de Imagem de Programa de Não-Ficção “The Beatles: Get Back – Part 3” Melhor Melhor Edição de Imagem de Reality Show Estruturado ou de Competição “Lizzo’s Watch Out for the Big Grrrls – Naked” Melhor Edição de Imagem de Reality Show Não Estruturado “Love on the Spectrum” Melhor Edição de Imagem de Programação de Variedades “A Black Lady Sketch Show – Save My Edges, I’m A Donor!” Melhor Design de Produção de Especial de Variedades “The Pepsi Super Bowl LVI Halftime Show Starring Dr. Dre, Snoop Dogg, Mary J. Blige, Eminem, Kendrick Lamar and 50 Cent” Melhor Melhor Design de Produção de Série de Variedades, Reality Show ou Competição “RuPaul’s Drag Race – Catwalk” Melhor Melhor Série de Animação Curta “Love, Death + Robots – Jibaro” Melhor Melhor Série Curta de Comédia, Drama ou Variedade “Carpool Karaoke: The Series” Melhor Programa de Não Ficção ou Reality Show Curto “Full Frontal With Samantha Bee Presents: Once Upon A Time In Late Night” Melhor Edição de Som de Programa de Não Ficção ou Reality Show “The Beatles: Get Back – Part 3” Melhor Mixagem de Som de Programa de Não Ficção ou Reality Show “The Beatles: Get Back – Part 3” Melhor Mixagem de Som de Série de Variedades ou Especial “Adele: One Night Only” Melhor Reality Show Estruturado “Queer Eye” Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera, Controle de Vídeo de Série “Last Week Tonight With John Oliver – Union Busting” Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera, Controle de Vídeo de Especial “Adele: One Night Only” Melhor Reality Show Não Estruturado “Love on the Spectrum” Melhor Especial de Variedade Ao Vivo “The Pepsi Super Bowl LVI Halftime Show Starring Dr. Dre, Snoop Dogg, Mary J. Blige, Eminem, Kendrick Lamar and 50 Cent” Melhor Especial de Variedade Pré-Gravado “Adele: One Night Only” Melhor Melhor Roteiro de Programa de Não-Ficção Mark Monroe (“Lucy and Desi”) Melhor Melhor Roteiro de Série de Variedades Daniel O’Brien, Owen Parsons, Charlie Redd, Joanna Rothkopf, Seena Vali e outros (“Last Week Tonight with John Oliver”)

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    Beatles vencem Emmy de Melhor Série Documental

    3 de setembro de 2022 /

    A série “The Beatles: Get Back”, da Disney+, venceu o Emmy de Melhor Série Documental ou Não Ficção na noite deste sábado (3/9) em Los Angeles. O produtor-diretor Peter Jackson (de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”), que também levou para casa o Emmy de Melhor Direção para um Programa de Documentário/Não-ficção por “The Beatles: Get Back”, compartilhou o prêmio da série com os coprodutores Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono Lennon, Olivia Harrison, Clare Olssen e Jonathan Clyde. “Gostaria apenas de agradecer a todos que trabalharam neste filme”, disse Jackson ao receber o troféu. “Isso não poderia ter sido feito sem o apoio infalível de Paul, Ringo, Olivia, Julian [Lennon], Yoko e Sean [Lennon], que sempre estiveram juntos conosco com seu apoio e amor. Finalmente, um grande aplauso para os Beatles. Muito obrigado pelos mais de 60 anos de seu positivismo, exuberância, alegria… Sua música é tão profunda e acho que está realmente incorporada em nosso DNA.” O documentário sobre os bastidores da gravação do álbum “Let It Be” foi um trabalho de amor de Jackson, que ficou anos imerso no material filmado pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969. A filmagem original foi concebida para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970 com destaque para as brigas e disputas internas que teriam levado o quarteto a encerrar a parceria. Intrigado com o resto da filmagem que nunca tinha vindo a luz, Jackson pediu para vasculhar os arquivos – roubados em 1970, mas recuperados quase na totalidade pela Interpol na década de 1990 – e encontrou mais de 56 horas desconhecidas do público. Com a permissão dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison, ele restaurou as imagens e o áudio com tecnologia de ponta e produziu uma reedição completa, que também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última vez que os Beatles tocaram juntos. O resultado joga por terra mitos consagrados pelos fãs dos Beatles. Não há Paul McCartney mandão, Yoko Ono intrigante, nada do que entrou para as lendas em torno do fim da banda. Curiosamente, quem aparece aprontando é George Harrison, que chega a abandonar as gravações e ameaça sair da banda, retornando dias depois – os Beatles esconderam este fato por anos. Mas o ponto alto de “The Beatles: Get Back” é a química da melhor banda de todos os tempos em seu processo criativo. Eles riem e se divertem na maior parte do tempo. O prêmio à série integrou a primeira parte dos Creative Arts Emmys, como são chamadas as categorias mais técnicas do Emmy. Como a premiação da Academia da Televisão soma um total de 119 categorias, o Emmy é dividido em três noites. As duas primeiras noites são dedicadas aos troféus técnicos, animações, documentários, especiais de variedades e reality shows, e acontecem neste fim de semana. Já os Emmys principais serão entregues no dia 12 de setembro, numa cerimônia de gala em Los Angeles.

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