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    Estreias: Os filmes mais esperados pra ver em casa no Natal

    23 de dezembro de 2022 /

    A programação de filmes em streaming está especialmente feliz no fim de semana do Natal. Em clima de Papai Noel, as plataformas estão disponibilizando blockbusters, como “Top Gun: Maverick”, e filmes esperadíssimos, casos da continuação de “Entre Facas e Segredos” e a nova versão do clássico infantil “Matilda”. Para marcar a data, não falta sequer o especial de Natal do Porta dos Fundos, que já virou tradição como o peru da ceia natalina. Confira abaixo 10 dicas de lançamentos para assistir com a família ou bem longe dela na sua noite feliz.   | GLASS ONION: UM MISTÉRIO KNIVES OUT | NETFLIX   A continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019) volta a trazer o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) às voltas com um crime sangrento. Desta vez, ele é apenas um dos muitos fãs de mistérios reunidos na ilha de um milionário para resolver um assassinato de brincadeira. Só que tudo se torna sério quando as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Como um dos convidados do evento, Blanc logo toma a frente da investigação, vendo-se às voltas com um grupo diversificado de suspeitos excêntricos e ricos, que mentem e não têm álibis perfeitos. A lista de investigados inclui Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), Madelyn Cline (“Outer Banks”) e Edward Norton (“O Incrível Hulk”), que interpreta o dono da ilha. A primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas pelo diretor-roteirista Rian Johnson para a Netflix teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto, atingindo 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além disso, figurou no Top 10 dos melhores filmes do ano da National Board of Review (NBR), a mais antiga associação de críticos dos EUA.   | TOP GUN: MAVERICK | PARAMOUNT+   A maior bilheteria do ano é também o melhor filme da carreira de Tom Cruise, que chega aos 60 anos no auge de sua trajetória. Aplaudidíssimo no Festival de Cannes, “Top Gun: Maverick” voou alto com 97% de aprovação da crítica contabilizada no Rotten Tomatoes, tornando-se o filme mais bem avaliado da filmografia do ator. E atingiu um feito ainda mais impressionante nas bilheterias, com US$ 1,4 bilhão de arrecadação, recorde da carreira de Tom Cruise e maior faturamento de 2022. O mais interessante é que “Top Gun: Maverick” é um filme-fetiche de Tom Cruise, idolatrando-o sem pudor. Toda a trama gira em torno dele, ao retomar o papel que o projetou no cinema de ação. O longa chega a repetir vários elementos do lançamento original – recriações de cenas e até de música-tema – , mas se prova muito melhor que a velha propaganda de recrutamento militar, lançada em 1986 com trilha pop da MTV. Principalmente porque os tempos mudaram. Pilotos de caça viraram uma espécie em extinção nos conflitos modernos de drones. Não há glamour nos jogos de guerra à distância, e nesse sentido o patriotismo da antiga produção virou um espetáculo anacrônico. Neste contexto, o personagem Maverick retorna mais humilde e tendo uma última chance, após um percurso sem promoções, como instrutor da escola de pilotos em que se graduou. E ele vai precisar lidar com alunos que o acham ultrapassado, entre eles o filho amargurado de Goose (Anthony Edwards), falecido no filme de 1986. O desafio se torna ainda maior quando tem que liderar os pilotos numa situação de batalha real. O filho de Goose é vivido por Miles Teller (“Whiplash”) e os demais intérpretes de pilotos são Monica Barbaro (“Chicago Justice”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Danny Ramirez (“Falcão e o Soldado Invernal”), Jay Ellis (“Insecure”) e Lewis Pullman (filho de Bill Pullman, visto em “A Guerra dos Sexos”). Além deles, o elenco ainda inclui Jennifer Connelly (“Expresso do Amanhã”), Ed Harris (“Westworld”), Jon Hamm (“Mad Men”) e Val Kilmer, que também reprisa seu papel do primeiro “Top Gun” como Iceman. A direção é de Joseph Kosinski, que já tinha dirigido Cruise na sci-fi “Oblivion” (2013) e se consagra de vez no comando das cenas aéreas. Para ver nas maiores Smart TVs e sentir toda a vertigem.   | HOMEM-ARANHA: SEM VOLTA PARA CASA (VERSÃO ESTENDIDA) | HBO MAX   Esta é a segunda versão do maior blockbuster da era pandêmica, com 11 minutos de cenas a mais, que aumentam as participações dos Homens-Aranhas do multiverso. Lançada em setembro nos cinemas, a edição estendida chegou a liderar as bilheterias, repetindo o sucesso da estreia original, tamanha a adoração dos fãs pela produção. Não por acaso, o longa é um grande “fan service”, com tudo o que os fãs sonharam um dia ver na tela. O filme que conclui a trajetória do Peter Parker vivido por Tom Holland também abre o multiverso e infinitas possibilidades no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) com participações especiais – todas que os fãs pediram – e citações envolvendo 20 anos de cronologia do herói, desde o primeiríssimo “Homem-Aranha” de 2002. Nisso, os roteiristas Chris McKenna e Erik Sommers se superaram, conseguindo dar sentido ao excesso e tornando o “fan service” indispensável para a narrativa. Há cenas de muita ação, comédia de rir à toa e tragédia para soluçar de choro. Não é à toa que foi considerado o melhor filme do Homem-Aranha já feito – há quem diga que é o melhor filme do MCU. Com tanto sucesso, nem precisavam anunciar, mas já está oficializado que, apesar de concluir a trilogia dirigida por Jon Watts, este ainda não é o fim da história de Tom Holland e Zendaya na Marvel.   | MATILDA: O MUSICAL | NETFLIX   O clássico infantil do escritor Roald Dahl, que já tinha virado filme em 1996 – um campeão da “Sessão da Tarde” – ganha sua versão musical. É a mesma história, apenas mais caricatural e coreográfica, inspirada nas montagens teatrais do West End londrino e da Broadway – que conquistaram sete Olivier Awards e cinco Tony Awards. Para quem não lembra, a personagem-título é uma jovem prodígio que começa a frequentar a escola, onde seu estilo excêntrico é antagonizado pela diretora cruel da instituição, Sra. Trunchbull. Quando Matilda descobre que tem superpoderes, resolve lutar contra o reinado de terror da reitora. Desta vez, o confronto acontece com muita cantoria e danças, além de exagero teatral. Para se ter ideia, a diretora da escola costumava ser vivida por um homem nos teatros – por isso, Ralph Fiennes (o Voldemort de “Harry Potter”) chegou a ser sondado para o papel. Mas foi Emma Thompson quem acabou ganhando a vaga na produção, numa rara interpretação de vilã após uma carreira repleta de personagens infantis bonzinhos, como Nanny McPhee e a professora Trelawney, da franquia “Harry Potter”. Com a ajuda de efeitos especiais, ela se transforma numa antagonista gigante e brutal. O papel de Matilda ficou com a menina irlandesa Alisha Weir, de 12 anos, que se destacou na série “Darklands” (2019), enquanto Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) foi escalada como a professora boazinha Srta. Honey. Andrea Riseborough (“A Vida Extraordinária de Louis Wain”) e Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) também estão no elenco como os pais da menina superpoderosa. A estreia na Netflix vai acontecer no dia de Natal (25/12).   | MUNDO ESTRANHO | DISNEY+   A animação é um marco de representatividade na filmografia da Disney, ao destacar como protagonista um adolescente gay de pais birraciais. O filme também possui uma forte mensagem de aceitação de diferenças e ressalta a importância do meio ambiente. E essa combinação de temas, capaz de dar urticária em conservadores, é a maior ousadia já vista numa produção infantil da Disney até hoje. Apesar disso, a história em si não se afasta muito do modelo das aventuras familiares tradicionais do estúdio. A trama acompanha a missão de uma família de exploradores espaciais que, anos depois do sumiço de seu velho patriarca, retorna ao mundo estranho em que ele desapareceu, um lugar desconhecido e traiçoeiro, cheio de criaturas fantásticas e prontas para engolir qualquer um. E para a surpresa de todos, eles encontram o velho aventureiro vivendo naquele lugar inóspito como se fosse um paraíso. Mas a grande descoberta da viagem é perceber que a maior ameaça que podem enfrentar são as diferenças entre eles. O filme tem roteiro de Qui Nguyen e direção de Don Hall, dupla responsável por “Raya e o Último Dragão” (2021), e o elenco de dubladores originais é encabeçado por Jake Gyllenhaal e Dennis Quaid, que voltam a viver pai e filho 18 anos depois de “O Dia Depois do Amanhã”, enquanto Jaboukie Young-White (“Only Murders in the Building”) encarna o filho e neto gay dos dois. Outras vozes famosas da versão legendada são Lucy Liu (“Elementary”), Gabrielle Union (“Doze é Demais”) e Alan Tudyk (“Resident Alien”).   | MINÚSCULOS: O FILME | MUBI   A impressionante, brilhante e linda animação franco-belga se passa no mundo dos jardins, onde um grupo de formigas pretas e sua amiga joaninha festejam a descoberta de torrões precisos de açúcar. Entretanto, a posse desse tesouro é contestada por formigas vermelhas violentas, tornando a viagem para o formigueiro, com a carga cobiçada, uma aventura repleta de perigos. Premiado com o César (o Oscar francês) de Melhor Animação de 2013, o longa é baseado numa série infantil dos diretores Thomas Szabo e Hélène Giraud, e fez tanto sucesso que deu origem a uma continuação, lançada cinco anos depois.   | PORTA DOS FUNDOS: O ESPÍRITO DO NATAL | PARAMOUNT+   O novo especial de fim de ano do Porta dos Fundos troca a tradição das piadas religiosas por clima de terror. O filme acompanha seis amigos que odeiam o Natal e decidem passar o fim de ano juntos numa casa de campo isolada. Só que logo começam a ouvir barulhos sinistros e passam a acreditar que são observados. De repente, a tela é respingada de sangue. Um deles mata acidentalmente um invasor misterioso, vestido de vermelho, na noite do dia 24 de dezembro. A partir daí, uma sucessão de situações estranhas começa a ocorrer, como ataques de renas selvagens e o surgimento de anões/elfos assassinos, fazendo o grupo acreditar que matou Papai Noel. A produção reúne Antonio Tabet, Thati Lopes, Rafael Portugal, Evelyn Castro, Fabio Porchat e Raphael Logam sob o comando do diretor Rodrigo Van Der Put, responsável pelos especiais anteriores.   | A QUEDA | VOD*   O thriller de sobrevivência acompanha duas jovens presas no alto de uma torre de metal há 600 metros de altura. As duas amigas estão acostumadas a escalar grande alturas juntas e, após vivenciarem um drama numa de suas experiências recentes, planejavam se reconectar com o que mais amam numa escalada simples ao topo de uma torre de TV remota e abandonada, com mais de 600 metros de altura e localizada no meio do deserto. Elas só não contavam em ficar presas e isoladas naquele lugar sem sinal de celular, água ou pessoas por perto. O elenco destaca Grace Caroline Currey (de “Shazam!”) e Virginia Gardner (de “Fugitivos da Marvel”), além de Jeffrey Dean Morgan (“The Walking Dead”). Já a direção é de Scott Mann (“O Sequestro do Ônibus 657”) e os produtores são os mesmos de “Medo Profundo: O Segundo Ataque”, que também acompanhou garotas em perigo por conta de uma aventura arriscada. Sucesso de crítica, a produção atingiu 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | A CASA SOMBRIA | STAR+   O terror atmosférico traz Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) como uma viúva recente, que começa a desvendar os segredos perturbadores de seu marido recentemente falecido, especialmente os que se referem à arquitetura pouco convencional de sua casa, que parece assombrada. Exibido no Festival de Sundance do ano passado, o filme impressionou a crítica, alcançando 88% de aprovação. A direção é de David Bruckner (“O Ritual”), que comandou o reboot recente de “Hellraiser”.   | A ILHA DE BERGMAN | MUBI   O primeiro longa em inglês da francesa Mia Hansen-Love, premiada como Melhor Diretora no...

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  • Música

    Terry Hall, cantor da banda The Specials, morre aos 63 anos

    20 de dezembro de 2022 /

    O cantor Terry Hall, que marcou época à frente da banda The Specials de 1979 a 1981, morreu na segunda-feira (19/12), no Reino Unido, aos 63 anos. O anúncio foi feito pelo perfil oficial da banda inglesa. “É com grande tristeza que anunciamos o falecimento, após uma breve doença, de Terry, nosso lindo amigo, irmão e um dos mais brilhantes cantores, compositores e letristas que este país já produziu”, anunciou o grupo no Twitter. A causa da morte não foi divulgada. “Terry foi um marido e pai maravilhoso e uma das almas mais gentis, engraçadas e genuínas. A sua música e as suas atuações encapsulavam a própria essência da vida… a alegria, a dor, o humor, a luta pela justiça, mas principalmente o amor”, segue o texto. “Ele fará muita falta para todos que o conheceram e amaram e deixa para trás o dom de sua música notável e profunda humanidade. Terry costumava deixar o palco no final dos shows de afirmação da vida do The Specials com três palavras … ‘Love Love Love’”. Principal vocalista da banda mais famosa da cidade de Coventry, Terry Hall foi um dos líderes do movimento 2 Tone (dois tons), nome dado à geração antirracista do ska inglês dos anos 1980, que acabou concentrada na gravadora da banda, a 2 Tone Records. Sua voz marcou época em clássicos como “A Message to You Rudy”, que virou hino do 2 Tone, os hits “Ghost Town” e “Too Much Too Young”, entre muitas outras faixas dos dois primeiros álbuns dos Specials. Curiosamente, porém, seu maior sucesso comercial foi gravação de uma banda americana, “Our Lips Are Sealed”, lançado pelas Go-Go’s em 1981. A música fazia parte do repertório do segundo projeto musical de Hall, Fun Boy Three, mais voltado para a música pop, que rendeu até parceria com o grupo feminino Bananarama. Ele também flertou com a bossa nova e até o gótico na metade dos anos 1980 em sua terceira banda, The Colourfield. Terry Hall ainda lançou dois discos solos e integrou as bandas Terry, Blair & Anouchka, e Vegas (com Dave Stewart, dos Eurythmics). Recentemente, ele voltou a gravar com os Specials, e alguns vídeos dos shows resultantes chegaram a ser postadas na página oficial do grupo no YouTube em 2019. A história dos Specials e do movimento 2 Tone será contada numa nova série de ficção do prolífico roteirista Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”, “See” e “Taboo”), batizada de “This Town” e atualmente em produção pela rede britânica BBC. Lembre abaixo 10 sucessos do cantor.

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  • Música

    Pabllo Vittar canta com a banda inglesa de metal Bring Me The Horizon

    17 de dezembro de 2022 /

    Pabllo Vittar tem noite de metaleira ao fazer uma participação especial no show da banda britânica Bring Me The Horizon, realizado na sexta (16/12) em São Paulo. A artista brasileira cantou com a banda o rock pesado “Antivist”. Fã assumido, o vocalista Oli Sykes até postou uma foto com Pabllo no Instagram e escreveu, na legenda, parte da letra de “Corpo Sensual”. Em ocasiões anteriores, ele já tinha manifestado sua admiração pelos vocais de Pabllo. Em uma publicação no Instagram, no ano passado, ele elegeu Pabllo como sua artista brasileira favorita. Pabllo também postou um vídeo da parceria musical inusitada em seu Instagram, rendendo diversos comentários dos seguidores. “Agora a Pabllo Vittar foi longe demais”, escreveu um fã, celebrando a novidade. “Roqueiraaaaaa”, gritou outro. A banda Bring Me The Horizon, que é conhecida por misturar acordes de metal pesado com teclados e melodias pop, também se presenta no domingo (18/12) no Knotfest, que acontece em São Paulo no Sambódromo do Anhembi. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pabllo Vittar (@pabllovittar) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pabllo Vittar (@pabllovittar)

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  • Filme

    Estreias: Filmes de David Bowie, Paulo Gustavo e mais opções pra ver em streaming

    16 de dezembro de 2022 /

    A programação da semana destaca documentários, a maioria musicais, entre eles o vencedor do Oscar deste ano, “Summer of Soul”, e uma forte aposta para o Oscar deste ano, “Moonage Daydream”, sobre David Bowie. Além disso, há o registro final de Paulo Gustavo, feito nos bastidores de seu espetáculo derradeiro, “Filho da Mãe”. O Top 10 dos filmes para ver em casa ainda inclui comédias variadas, desde tramas de mistério até humor infantil. Confira abaixo.   | MOONAGE DAYDREAM | VOD*   O documentário musical de maior aprovação crítica (96% no Rotten Tomatoes) deste ano apresenta imagens inéditas da carreira de David Bowie e uma proposta imersiva, com imagens nada menos que espetaculares de shows marcantes, músicas inesquecíveis e as principais fases do artista. Para sua realização, o diretor Brett Morgen passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal de Bowie, com o aval da família do cantor, e o resultado disputa cinco categorias do troféu Critics Choice, principal premiação dos críticos dos EUA. Batizado com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), “Moonage Daydream” é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012) sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones e “Cobain: Montage of Heck” (2015) sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999).   | SUMMER OF SOUL | STAR+   Vencedor do Festival de Sundance, do Critics Choice e do Oscar de Melhor Documentário do ano, o filme dirigido por Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots) resgata a memória do festival de música e cultura do Harlem de 1969, que acabou esquecido, apesar de reunir grandes astros do soul, gospel, jazz e blues em Nova York, no mesmo verão e a apenas 100 milhas de distância do famoso festival de Woodstock. Além de mostrar performances arrepiantes de Nina Simone, Stevie Wonder, Mahalia Jackson, os Staple Singers, BB King e Sly and the Family Stone, guardadas durante cerca de 50 anos sob poeira numa garagem, o filme também conta a história do evento, acrescentando depoimentos dos artistas e de testemunhas do grande festival esquecido de Nova York.   | SE ESTAS PAREDES CANTASSEM | DISNEY+   O documentário musical conta a história do famoso estúdio Abbey Road, de Londres, que entrou para a história do rock ao batizar o 12º álbum dos Beatles, gravado no local. O detalhe é que, na época, o estúdio se chamava EMI Recording Studios. Abbey Road era seu endereço, também eternizado na história do rock pela famosa capa do disco de 1969, em que os Beatles atravessam a rua pela faixa de segurança. Com o sucesso dessas referências, a EMI rebatizou o estúdio como Abbey Road. A direção do filme é de Mary McCartney, filha de Paul McCartney, que nasceu durante a gravação do célebre álbum e engatinhou pelo estúdio em seus primeiros dias de vida, e seu trabalho se foca em entrevistados famosos. Paul, claro, é um dos maiores destaques, acompanhado por Elton John, Jimmy Page (do Led Zeppelin), Roger Waters e David Gilmour (do Pink Floyd), Noel e Liam Gallagher (do Oasis) e até o compositor John Williams (da trilha de “Star Wars”), contando histórias de suas gravações mais famosas no local.   | FILHO DA MÃE | AMAZON PRIME VIDEO   O documentário acompanha o último trabalho do ator e humorista Paulo Gustavo, em registros inéditas nos bastidores e no palco do espetáculo “Filho da Mãe”. Além da participação póstuma do comediante, o filme traz depoimentos de amigos e familiares, como sua mãe Déa Lúcia, o viúvo Thales Bretas e as atrizes Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, que foram gravados após a morte do artista. A produção começou a ser filmada antes de Paulo pegar covid-19. Seria um registro do espetáculo criado pelo comediante para homenagear sua mãe, mas acabou virando homenagem à sua carreira. Paulo Gustavo morreu no dia 4 de maio de 2021, após cerca de dois meses internado devido a complicações causadas pela covid-19. Um dos comediantes de maior sucesso do Brasil, ele concebeu a série “220 Volts” e o filme de maior bilheteria do país, “Minha Mãe É uma Peça 3”. Sua personagem nesse franquia, a Dona Hermínia, era inspirada em sua mãe.   | BARDO FALSA CRÔNICA DE ALGUMAS VERDADES | NETFLIX   O novo filme de Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, tem tom delirante e é o primeiro falado em espanhol do diretor desde “Amores Brutos” (2000). Escrita pelo próprio cineasta em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”), a trama acompanha um jornalista mexicano (Daniel Giménez Cacho, da série “Quem Matou Sara?”), que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde tenta se reconectar com sua família, suas lembranças e sua própria identidade, sem entretanto conseguir se identificar com tudo o que deixou para trás. A história reflete a própria situação de Iñárritu, que fez carreira em Hollywood e tenta voltar às origens latinas com o novo longa. O trabalho, entretanto, não teve a recepção crítica que ele esperava e chegou a ser reeditado após a estreia morna no Festival de Veneza, para diminuir sua duração e se tornar mais ágil. Mesmo assim, continua com mais de 2h30.   | ATÉ QUE A GENTE TE SEPARE | NETFLIX   A comédia ácida neozelandeza gira em torno de duas amigas, que criam um negócio para terminar namoros, aproveitando-se de que muita gente não sabe como lidar com isso. A premissa inspira as mais diferentes ideias para realizar rompimentos, desde telegramas cantados até uma simulação de sequestro armado. Tudo vai bem, até que uma delas se apaixona por um cliente, despertando a ira de uma gangue de garotas maori e chamando atenção da polícia para suas artimanhas. O filme foi escrito, dirigido e estrelado pela dupla Jackie van Beek e Madeleine Sami, e tem produção do cineasta Taika Waititi, o diretor de “Thor: Amor e Trovão”. Ele já tinha trabalhado com as atrizes em sua comédia premiada “O Que Fazemos nas Sombras” (2014). A première mundial aconteceu há quatro anos no Festival SXSW (South by Southwest), um dos principais eventos indies dos Estados Unidos, ocasião em que arrancou elogios rasgados da crítica americana (90% de aprovação no Rotten Tomatoes) e teve os direitos de streaming adquiridos pela Netflix.   | VEJA COMO ELES CORREM | STAR+   A nova comédia de mistério ao melhor estilo “whodunit” (quem matou) se passa nos bastidores do mundo teatral londrino dos anos 1950. Na trama, os planos para uma versão cinematográfica de uma peça de sucesso são interrompidos abruptamente depois que um membro importante da equipe é assassinado. Quando o inspetor Stoppard e sua parceira novata e ansiosa, a policial Stalker, assumem o caso, eles se veem jogados em um enigma em meio ao clima de glamour e sordidez dos palcos e camarins de Londres. E logo percebem que os principais suspeitos não são apenas suspeitos. São também vítimas potenciais de um serial killer à solta. O elenco grandioso destaca Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) e Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”) como os detetives, Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o morto e um monte de suspeitos – entre eles, Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”), Ruth Wilson (“The Affair”) e David Oyelowo (“Selma”). O roteiro é de Mark Chappell (criador da série “Flaked”) e a direção de Tom George (“This Country”), que estreia em longa-metragem.   | PERDIDO EM LONDRES | VOD*   O astro Woody Harrelson (“Venom: Carnificina”) faz sua estreia como diretor nessa comédia maluca, que ele também estrela como uma versão debochada de si mesmo. Espécie de “After Hours” (1985) passado em Londres, o filme acompanha uma noite louca na vida do ator, que passa por diversas desventuras em busca de diversão noturna na capital da Inglaterra, até terminar preso ao amanhecer. O roteiro, que Harrelson também escreveu, é baseado numa experiência real de alguns anos atrás. Enquanto trabalhava em uma peça em Londres, o ator saiu para a balada e a bebedeira virou um escândalo de tabloide que quase acabou com seu casamento. Outro detalhe curiosíssimo desse projeto é que ele foi o primeiro caso de “live cinema” do mundo, transmitido ao vivo na tela. Isto é, sua produção começou às 2h da manhã de uma sexta em Londres, mesmo horário em que também passou a ser projetado num cinema da cidade para uma audiência seleta, que pôde acompanhar de seus assentos tudo que as câmeras registraram, até raiar o dia. O filme inteiro foi registrado em plano sequência (sem cortes) por uma única câmera, mas esse pioneirismo experimental acabou posteriormente editado para o mercado mais amplo, transformando-o num longa convencional de 1h40. O elenco também inclui Owen Wilson (“Loki”), Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) e Eleanor Matsuura (“The Walking Dead”), além dos cantores Willie Nelson e Bono (ele mesmo, do U2).   | O PERDOADO | VOD*   O drama britânico sobre privilégio branco destaca uma ótima performance libertina de Ralph Fiennes (“O Menu”), como um dos convidados ricaços de uma festa de luxo no deserto marroquino. A caminho, porém, ele a esposa (Jessica Chastain, de “O Enfermeiro da Noite”) se envolvem em um trágico acidente com um adolescente local. Chegando tarde no evento de elite, o casal tenta encobrir o incidente em conluio com a polícia local. Até que o pai do menino chega em busca de justiça. Escrito e dirigido por John Michael McDonagh (dos excelentes “O Guarda” e “Calvário”), ainda inclui em seu elenco grandioso Matt Smith (“A Casa do Dragão”), Abbey Lee (“Tempo”) e Caleb Landry Jones (“Os Mortos Não Morrem”).   | LILO LILO CROCODILO | VOD*   A comédia musical infantil, baseada nos livros de Bernard Waber, acompanha a surpresa de uma família, durante sua mudança para Nova York, ao encontrar na banheira de sua casa nova um crocodilo alegre, que não só fala como também canta. Lilo mora no sótão da casa, mas seu parceiro artístico Hector garante que ele é inofensivo. O filho da família se encanta com o crocodilo cantor, mas essa amizade é ameaçada por um vizinho malvado, que quer ver o animal trancado num zoológico. Combinação de crocodilo animado por computação gráfica e atores reais, o filme é estrelado pela voz de Shawn Mendes como Lilo, Javier Bardem (“Apresentando os Ricardos”) como Hector, Constance Wu (“As Golpistas”) e Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”) como os pais, Winslow Fegley (“Noitários de Arrepiar”) como o filho e Brett Gelman (“Stranger Things”) como o vizinho. A adaptação foi escrita por Will Davies (“Carta o Rei”) e a direção está a cargo da dupla Josh Gordon e Will Speck (ambos de “A Última Ressaca do Ano”).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Filme,  Música

    The Weeknd libera música de “Avatar: O Caminho da Água”

    16 de dezembro de 2022 /

    O cantor The Weeknd disponibilizou a música “Nothing Is Lost (You Give Me Strength)” nas plataformas musicais. O novo lançamento integra a trilha sonora do filme “Avatar: O Caminho da Água”, que chegou aos cinemas brasileiros na quinta-feira (15/12). O arranjo eletrônico-progressivo com inclusão de coro de vozes processadas chega a lembrar as produções de Peter Gabriel nos anos 1980. A letra fala sobre “um amor que é mais forte que os poderes e os exércitos de seus inimigos”, refletindo a trama, que traz o casal Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoë Saldaña) tentam proteger sua família da ameaça dos exércitos da Terra. 

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  • Música

    Jennifer Coolidge diz que Ariana Grande foi responsável por seu sucesso atual

    13 de dezembro de 2022 /

    Jennifer Coolidge, que viveu a extravagante bilionária Tanya McQuoid em “The White Lotus”, disse que o sucesso da atual fase de sua carreira se deve à Ariana Grande. Vencedora do Emmy deste ano por seu papel na série da HBO, a atriz afirmou, em um encontro com a cantora para a revista Entertainment Weekly, que sua carreira estava “estagnada”, mas voltou a deslanchar após o convite para participar do clipe de “Thank u, next”, de Ariana, em 2018. “Sim, eu fiz ‘White Lotus’ e minha vida mudou. Mas realmente acredito que esse movimento começou com você me pedindo para participar do vídeo de ‘Thank U, Next'”, disse para Ariana. “Depois dali, participei do filme ‘Bela Vingança’ (2020) e tudo mais. E foi você quem instigou tudo isso. Se você não tivesse me colocado no seu clipe, não acho que estaria aqui onde estou”. Ariana rebateu, rindo: “Essa foi a coisa mais falsa que já ouvi na minha vida”. A cantora é fã declarada de Jennifer Cooligde, e chamou atenção da atriz ao fazer imitações de sua personagem no filme “Legalmente Loira”, a manicure Paulette, amiga da protagonista Elle Woods (interpretada por Reese Witherspoon), numa participação no talk show de Jimmy Fallon em 2018. Pouco depois, Coolidge também foi ao programa de Fallon e contou como aquela imitação a levou a conhecer Ariana. “Eu estava passando por uma ‘zona morta’ na minha carreira e a imitação da Ariana no seu programa foi o começo de tudo. Uma amiga minha que tem a idade dela me disse: ‘Você deveria mandar uma mensagem para Ariana e elogiar a imitação’. Por ela ter milhões de seguidores, pensei que eu fosse ser respondida por robôs”, relatou Coolidge. Mas, para sua surpresa, a própria Ariana respondeu. “Eu fiz isso, a resposta veio, e, em seguida, eu estava indo para a casa dela, me preparando para uma prova de guarda-roupa para ‘Thank u, next’”. No clipe, a atriz reinterpretou Paulette, a manicure de “Legalmente Loira”. Coolidge também é conhecida pelos cinéfilos como a mãe de Stifler (Seann William Scott) de “American Pie” (1999), outro papel marcante de sua carreira. Ela encerrou sua participação em “The White Lotus” no domingo passado (11/12), com o final da 2ª temporada da atração, num desempenho elogiadíssimo que segue rendendo muitos memes nas redes sociais. Lembre abaixo o clipe de “Thank u, next”, em que Ariana Grande referencia vários sucessos do cinema dos anos 2000.

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    Angelo Badalamenti, compositor de “Twin Peaks”, morre aos 85 anos

    12 de dezembro de 2022 /

    O compositor Angelo Badalamenti, que fez parcerias marcantes com o cineasta David Lynch em obras como “Veludo Azul” (1986), “Twin Peaks” (1990-91) e “Cidade dos Sonhos” (2001), morreu no último domingo (11/12) em sua casa em Nova Jersey, EUA, de causas naturais aos 85 anos. Compositor de formação clássica, Badalamenti também colaborou com diversos cantores em praticamente todos os gêneros musicais ao longo da sua carreira. Algumas das suas principais parcerias foram com Julee Cruise, Nina Simone, David Bowie, Paul McCartney, Liza Minnelli, Anthrax, Tim Booth e LL Cool J. Nascido em 22 de março de 1937 no Brooklyn, em Nova York, Badalamenti estudou música na Eastman School of Music e na Manhattan School of Music, onde fez mestrado, antes de iniciar sua carreira profissional como professor de música, pianista e compositor. Seus primeiros trabalhos no cinema foram as trilhas de “A Guerra de um Homem” (1973) e “Law and Disorder” (1974). A colaboração com Lynch começou em 1986, quando o diretor o contratou como treinador vocal da estrela do “Veludo Azul”, Isabella Rossellini, que deveria cantar no filme. A parceria funcionou e Badalamenti acabou fazendo a trilha sonora do longa e escreveu a música “Mysteries of Love” com o diretor. Isso abriu muitas portas na sua carreira, levando Badalamenti a compor temas para obras tão distintas quanto “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos” (1987), “Férias Frustradas de Natal” (1989), “Nu em Nova York” (1993), “Secretária” (2002) e “Cabana do Inferno” (2002) Ele também compôs a música de abertura das Olimpíadas de 1992, em Barcelona. Mesmo com a carreira prolífica, Badalamenti nunca abandonou a parceria com Lynch. Eles trabalharam juntos em “Coração Selvagem” (1990), “Estrada Perdida” (1997), “Uma História Real” (1999), “Cidade dos Sonhos” (2001) e até no curta “Rabbits” (2002). Mas o marco dessa colaboração aconteceu na série “Twin Peaks” (1990-1991), que rendeu um Grammy ao compositor, além de sucesso nas paradas musicais com o hit “Falling”, cantado por Julee Cruise em cena da atração televisiva. “Eu sento com Angelo e converso com ele sobre uma cena e ele começa a tocar essas palavras no piano”, Lynch disse ao The New York Times em 2005, explicando a parceria criativa dos dois. “Às vezes, até nos reuníamos e inventávamos coisas no piano, e antes que você percebesse, isso nos levava à ideia de uma cena ou um personagem.” “Quando começamos a trabalhar juntos, tivemos uma espécie de afinidade instantânea – eu não sabendo nada sobre música, mas muito interessado em clima e efeitos sonoros”, contou o diretor. “Percebi muitas coisas sobre efeitos sonoros e música trabalhando com Angelo, como eles são próximos um do outro.” Badalamenti acrescentou que “os visuais de David são muito influenciados pela música. O andamento da música o ajuda a definir o andamento dos atores e seus diálogos e como eles se movem. Ele se sentava ao meu lado em um teclado, descrevendo o que estava pensando enquanto eu improvisava a partitura. Quase todo ‘Twin Peaks’ foi escrito sem que eu visse um único frame, pelo menos no episódio piloto.” O compositor esteve envolvido tanto na série original, quanto nos seus derivados: o filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e o revival “Twin Peaks: O Retorno” (2017). Ele também firmou relações fortes com outros diretores consagrados, em especial Paul Schrader, com quem trabalhou em quatro filmes (em “Uma Estranha Passagem em Veneza”, “Marcas da Vingança”, “Auto Focus” e “Domínio”), além de Jean-Pierre Jeunet (“Ladrão de Sonhos” e “Eterno Amor”), Jane Campion (“Fogo Sagrado!”), Danny Boyle (“A Praia”) e o brasileiro Walter Salles (“Água Negra”). Em uma entrevista de 2018, Badalamenti explicou como criou o célebre “tema de Laura Palmer” para “Twin Peaks”. “David veio ao meu pequeno escritório em frente ao Carnegie Hall e disse: ‘Tive uma ideia para uma série. Ele se sentou ao meu lado no teclado [do piano] e disse: ‘Eu não gravei nada, mas é como se você estivesse em uma floresta escura com uma coruja ao fundo e uma nuvem sobre a lua e os sicômoros soprando muito suavemente.” “Comecei a pressionar as teclas para o acorde de abertura de ‘Twin Peaks Love Theme’, porque era o som daquela escuridão. Ele disse: ‘Uma linda garota problemática está saindo da floresta, caminhando em direção à câmera…’ Toquei os sons que ele inspirou. ‘E ela se aproxima e chega ao clímax e…’ Continuei com a música enquanto ele continuava a história. ‘E a partir disso, nós a deixamos voltar para a floresta escura.’ “As notas simplesmente saíram. David ficou atordoado, assim como eu. Os cabelos de seus braços estavam arrepiados e ele tinha lágrimas nos olhos: ‘Eu vejo ‘Twin Peaks’. Eu consegui.’ Eu disse: ‘Vou para casa trabalhar nisso.’ ‘Trabalhar nisso?! Não mude uma nota’. E é claro que nunca mudei.” Confira abaixo o tema de Laura Palmer, a música de abertura de “Twin Peaks” e a gravação com vocais de Julee Cruise, cantora que morreu em junho passado. Para completar, o último vídeo traz o arranjo de Badalamenti para a versão de “Blue Velvet” cantada por Isabella Rossellini no filme “Veludo Azul”.

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  • Música

    Confira os 50 melhores clipes indies de novembro

    11 de dezembro de 2022 /

    A seleção com clipes indies de novembro é das mais ecléticas já reunidas por aqui, com uma variedade extensa de tendências – dark wave eletrônica, pós-punk barulhento, balada dreampop, hardcore ultrarrápido e até ska. Entre os destaques, não há como ignorar Black Belt Eagle Scout, o projeto da cantora-guitarrista queer e nativo-americana Katherine Paul, que dá à expressão “som de indie” uma ressignificação e tanto. E para citar outra banda americana, a lista também registra a ascensão do trio feminino Hello Mary, que deixou de ser promessa para virar sensação no circuito indie de Nova York sem ter lançado ainda seu álbum de estreia. Como sempre, os vídeos são organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – para ver na Smart TV, busque Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge. Alguns vídeos são um pouco mais antigos (setembro e outubro) para encaixar na sequência das faixas e ressaltar a impressão de videotecagem. Experimente ouvir sem saltar as faixas na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios).    

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  • Música,  Reality

    Karol Conká e Lucas Penteado esquecem brigas em primeiro encontro pós-“BBB 21”

    11 de dezembro de 2022 /

    A cantora Karol Conká e o ator Lucas Penteado se reencontraram pela primeira vez após as brigas no “BBB 21”, que levaram a desistência do artista do reality show. Em seu perfil do Instagram, Lucas compartilhou um vídeo, no qual aparece no Festival Batekoo em que Karol se apresentou na noite de sábado (11/12), visitando o camarim da cantora e subindo no palco com ela. “Foi simplesmente um dia inesquecível”, ele escreveu na legenda da publicação. Nos comentários, os fãs se surpreenderam com o encontro. “Perdoar é um ato nobre”, afirmou um seguidor. “Queria ter a sua maturidade”, disse outro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lucas Koka Penteado (@lucaskokapenteado)

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  • Música

    Lady Gaga imita dança de “Wandinha” em vídeo viral

    9 de dezembro de 2022 /

    Lady Gaga pegou carona no sucesso de “Wandinha” para lançar um vídeo viral no Tiktok. A cantora aproveitou a fama da plataforma de dancinhas para imitar a dança de Jenna Ortega na série, só que se quebrando ao som de sua música “Bloody Mary”. Longe de ser um psychobilly gótico como “Goo Goo Muck”, a 8ª faixa do disco “Born This Way”, lançado por Gaga em 2011, já tinha sido transformada em viral após ser escolhida aleatoriamente por fãs da cantora para substituir o clássico dos Cramps num vídeo da mesma dança, na semana passada. E graças a essa iniciativa, “Bloody Mary”, que nunca foi single, acabou aparecendo nas paradas do Spotify nos últimos dias. Gaga agora completa o círculo, aparecendo ela mesma fazendo a dança ao som da música. A coreografia original foi criada pela própria Jenna Ortega durante a gravação. E ela também revelou que estava com covid-19 quando fez a cena. Lançada em 23 de novembro na Netflix, “Wandinha” é atualmente a terceira série em inglês mais vista de todos os tempos na Netflix. BLOODY WEDNESDAY @ladygaga pic.twitter.com/oFZPLAGhTq — interscope (@Interscope) December 9, 2022

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  • Filme,  Música

    Filme da banda Bee Gees troca diretor pela terceira vez

    9 de dezembro de 2022 /

    A diretora Lorene Scafaria (“As Golpistas”) foi contratada pelo estúdio Paramount para assumir o comando da cinebiografia da banda Bee Gees. Ela vai substituir John Carney (“Apenas uma Vez”), que citou conflito de agenda para abandonar o projeto. Curiosamente, Carney já era o substituto de Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que também deixou o projeto alegando conflitos de agenda. Boatos de bastidores afirmam que a produção enfrenta dificuldades com os responsáveis pelo espólio da banda, que estaria tentando controlar todos os aspectos da produção. Mas fontes do Deadline refutam essa informação, sem, entretanto, dar outra explicação para tantas mudanças. A equipe de produção, liderada por Graham King, é a mesma do premiado “Bohemian Rhapsody”, que contou com supervisão constante dos músicos da banda Queen. No novo filme, quem acompanha de perto o projeto é Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Scafaria, terceira diretora do filme, vai trabalhar com o roteiro mais recente, escrito por John Logan (“007 – Operação Skyfall”). O longo pretende mostrar o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, acompanhando sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977.

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  • Filme,  Música

    Taylor Swift assina contrato para dirigir seu primeiro filme

    9 de dezembro de 2022 /

    A cantora Taylor Swift fechou contrato para estrear como diretora de cinema. Ela vai comandar um filme para o estúdio Searchlight Pictures, divisão da Disney responsável por vencedores do Oscar como “Nomadland” (2020) e “A Forma da Água” (2017). “Taylor é uma artista e contadora de histórias única. É uma alegria e um privilégio colaborar com ela enquanto embarca em uma nova jornada criativa”, destacou a nota oficial do estúdio, assinada por David Greenbaum e Matthew Greenfield, presidentes da Searchlight. O projeto ainda não título nem previsão de estreia, mas se trata de um roteiro original da própria cantora. Atualmente, Taylor tenta emplacar uma indicação ao Oscar de Melhor Curta para seu videoclipe “All Too Well: The Short Film”, estrelado por Dylan O’Brien (“Maze Runner”) e Sadie Sink (“Stranger Things”). O clipe já lhe rendeu o prêmio de Melhor Direção no MTV Video Music Awards – além de conquistar a estatueta do astronauta de Melhor Vídeo de 2022 e Melhor Vídeo Longo na premiação.

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  • Música

    Céline Dion revela doença que pode transformá-la em “estátua humana”

    8 de dezembro de 2022 /

    A cantora Céline Dion revelou nesta quinta-feira (8/12) que está sofrendo com uma doença neurológica rara, identificada como síndrome da pessoa rígida (SPR). Em vídeo, a artista disse que o estágio da doença é avançado e que está correndo risco de se transformar numa “estátua humana”. Segundo a cantora, a descoberta da doença foi o motivo principal para o cancelamento de sua turnê mundial, que estava prevista para setembro deste ano. A condição autoimune rara da cantora é conhecida pelo impedimento dos movimentos corporais e também da fala. “Venho lidando com problemas de saúde há muito tempo, e tem sido muito difícil para mim enfrentar estes desafios e falar sobre tudo o que tenho passado…”, disse a cantora em vídeo publicado nas suas redes sociais. “Infelizmente, esses espasmos afetam todos os aspectos da minha vida diária, às vezes causando dificuldades quando ando e não me permitindo usar minhas cordas vocais para cantar do jeito que estou acostumada. Dói dizer a vocês hoje que isso significa que não estarei pronta para reiniciar minha turnê na Europa em fevereiro”, lamentou. No comunicado, Céline deu detalhes sobre a doença e os tratamentos, além de agradecer o carinho do público. “Quero agradecer muito por suas mensagens, amor e apoio em minhas redes sociais. Isto significa muito para mim. Cuidem-se. Fiquem bem. Eu amo muito vocês e realmente espero poder vê-los novamente em breve”, concluiu. A artista canadense já vinha relatando problemas de saúde relacionados com a doença desde novembro de 2021. No ano passado, ela adiou um show em Las Vegas devido aos “espasmos musculares severos e persistentes” que sofria. Um parente da cantora contou à revista Here que Céline não conseguia nem mesmo sair da cama. “Ela não consegue mais se levantar da cama, nem se mover, nem andar. Ela sofre de dores nas pernas e pés que a paralisam. Ela está muito fraca e perdeu muito peso”, relatou o parente não identificado. “É uma doença que pode exigir uma longa convalescença. Se as coisas não melhorarem, ela pode ficar afastada por vários meses ou até um ano. Porque seus sintomas são mais preocupantes do que o esperado”, acrescentou. Recentemente, os fãs espalharam teorias de que Céline estivesse doente após aparecer magra em aparições públicas. No vídeo, ela explica que não se sentiu confortável em falar sobre o assunto por um longo tempo. A boa notícia é que a maior parte dos pacientes diagnosticados se recuperam após tratamento com medicamentos ou transfusão de plasma. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Céline Dion (@celinedion)

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