Jisoo, do BLACKPINK, lança primeiro clipe solo
A primeira música solo de Jisoo, “Flower”, ganhou um clipe com muitas trocas de figurino e coreografias florais, em que a cantora do BLACKPINK e suas bailarinas usam as mãos para evocar formas de flores. Jisso foi a última das quatro integrantes do BLACKPINK a lançar material solo. Jennie abriu a fila em 2018, com o (apropriadamente intitulado) single “Solo”, enquanto Rosé e Lisa fizeram suas estreias em 2021. De todas, Jennie foi a mais bem-sucedida, com 904 milhões de visualizações de “Solo”, seguida por Lisa com 595 milhões de visualizações do single “Lalisa” e Rosé com 315 milhões de “On the Ground”. Vale apontar que, em poucas horas, “Flower” somou 85 milhões de views. Como grupo, o BLACKPINK está na ativa desde 2016, colecionando hits como “How You Like That” e “Kill This Love”, que ultrapassam a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube. O álbum mais recente do grupo, “Born Pink”, foi lançado no ano passado com os hits “Pink Venom” e “Shut Down”.
Filmes novos: “Tetris”, “Mistério em Paris 2” e as estreias de streaming da semana
Os 10 melhores filmes que chegam ao streaming nesta semana se dividem entre metade de destaques de serviços de assinatura e metade de lançamentos de VOD, nas locadoras digitais. Desta vez, os títulos mais esperados são de plataformas tradicionais, Apple TV+ e Netflix. Confira abaixo o Top 10 dos lançamentos para ver no cinema de casa. | TETRIS | APPLE TV+ A história da origem do famoso jogo Tetris é transformada numa comédia de ação muito divertida, com direito a perseguições e conspirações políticas. Escrito por Noah Pink (criador da série “Genious”) e dirigido por Jon S. Baird (“Stan & Ollie”), o filme conta a história real de Henk Rogers (Taron Egerton, de “Rocketman”), o sujeito responsável por colocar o “Tetris” dentro do console Game Boy e transformar o combo num fenômeno de vendas. Com 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a trama mostra Rogers envolvido em negociações com oficiais da União Soviética, batalhas legais e até espionagem, enquanto tenta trazer o criador do jogo, o russo Alexey Pajitnov (Nikita Efremov, de “Syostry”), para os Estados Unidos. O elenco ainda conta com Toby Jones (“O Pálido Olho Azul”), Roger Allam (“Endeavour”), Anthony Boyle (“The Plot Against America”), Togo Igawa (“Invasão”), Ken Yamamura (“Pássaro do Oriente”), Ben Miles (“The Crown”) e Matthew Marsh (“Knightfall: A Guerra do Santo Graal”). | MISTÉRIO EM PARIS | NETFLIX A continuação mediana da comédia “Mistério no Mediterrâneo” (2019) volta a juntar Adam Sandler e Jennifer Aniston, que desta vez se transformam em verdadeiros heróis de ação, envolvidos em tiroteios, perseguições e explosões. A trama se passa quatro anos após o primeiro filme, e acompanha o casal Nick e Audrey Spitz (Sandler e Aniston), que agora são detetives em tempo integral, mas lutam para fazer sua agência decolar. Certo dia, eles são convidados para celebrar o casamento do amigo Maharaja (Adeel Akhtar) em sua ilha particular. Porém, o noivo é sequestrado durante a cerimônia, transformando cada convidado, membro da família e até a própria noiva em suspeitos, num mistério que conduz até a capital francesa. Mistério em Paris” foi mais uma vez escrito por James Vanderbilt, mas a direção agora é de Jeremy Garelick (“Padrinhos Ltda.”). Já o elenco conta ainda com Mark Strong (“Shazam!”), Mélanie Laurent (“Oxigênio”), Jodie Turner-Smith (“Queen & Slim”) e John Kani (“Pantera Negra”). Ainda assim, a crítica norte-americana achou medíocre (51%). | KILL BOKSOON | NETFLIX O thriller de ação sul-coreano apresenta elementos similares à franquias como “John Wick” e “Nikita”, ao mostrar uma sociedade secreta de assassinos em luta contra um ex-colega, além de cenas de lutas muito bem coreografadas. No filme dirigido por Byun Sung-hyun (“O Impiedoso”), Gil Boksoon (Jeon Do-yeon, de “Golpe de Sorte”) leva uma vida dupla como mãe solteira e lendária assassina de aluguel numa renomada agência de matadores. Mas embora seja experiente na arte de matar, Boksoon ainda tem muito o que aprender como mãe. Para melhorar seu relacionamento com a filha, ela decide não renovar o contrato de trabalho e se aposentar. Mas, em sua última missão, a assassina descobre um segredo que a leva a quebrar sua maior regra: sempre terminar o serviço. Agora, ela precisará fugir não apenas da agência onde trabalhava, mas também de toda a máfia de assassinos de aluguel. Fãs de “John Wick” vão adorar. | RYE LANE: UM AMOR INESPERADO | STAR+ A comédia romântica da estreante Raine Allen-Miller é uma simpaticíssima história de girl meets boy (garota encontra garoto) com sotaque, ambientação e o melhor estilo britânico, além de impressionantes 99% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. O enredo acompanha Yas (Vivian Oparah) e Dom (David Jonsson), dois jovens de 20 e poucos anos, que estão se recuperando de fins amargos de relacionamentos e se conectam ao longo de um dia agitado no sul de Londres – ajudando um ao outro a lidar com seus ex-pesadelos e potencialmente restaurando a fé de ambos no amor. | PLEASE BABY PLEASE | MUBI O primeiro longa de Amanda Kramer (diretora de clipes da atriz Maya Hawke) é um musical underground com abordagem e estilo similar aos filmes de John Waters (“Hairspray”) e videoclipes. Os protagonistas são os recém-casados Suse e Arthur, que se tornam a perigosa obsessão de uma gangue que desperta um dilema adormecido sobre a identidade sexual do casal. Divisivo, o filme não é para todos, mas cinéfilos adoram e chegou a ser premiado no L.A. Outfest, um dos festivais de cinema LGBTQIAP+ mais influentes do mundo. Apesar de ser uma produção bastante indie, atraiu nomes conhecidos para seu elenco, como Andrea Riseborough (indicada ao Oscar 2023 por “To Leslie”), Harry Melling (da franquia “Harry Potter”) e Demi Moore (“Striptease”). | DESAPEGA! | VOD* A comédia brasileira destaca as atrizes Gloria Pires e Maisa como mãe e filha. Após sete anos de luta contra seu vício em compras, a personagem de Gloria lidera um grupo de apoio a compradores compulsivos, é bem sucedida como organizadora pessoal e está começando um novo romance com o personagem de Marcos Pasquim (“Malhação”). Nada parece ser capaz de abalá-la, até ela receber a notícia de que sua filha única (papel de Maisa) tem planos de sair de casa para estudar no exterior, fazendo tudo que parecia superado voltar com força. O elenco conta ainda com Malu Valle, Wagner Santisteban, Polly Marinho, Carol Bresolin e Rodrigo Fagundes. E é exatamente esse núcleo de compradores compulsivos que alimenta as principais piadas do longa dirigido por Hsu Chien (“Quem Vai Ficar com Mário?”). | AS HISTÓRIAS DE MEU PAI | VOD* A nova comédia francesa que volta a juntar o diretor Jean-Pierre Améris com o ator Benoît Poelvoorde após “Aluga-se uma Família” (2015) e “Românticos Anônimos” (2010) é um pouco mais dramática que o costume. A história se passa nos anos 1960 e acompanha uma criança de 11 anos que idolatra o pai e suas histórias mirabolantes de guerra. Até o dia em que o pai o recruta para uma missão crucial para o futuro da França: assassinar o presidente Charles De Gaulle. | TRALALA | VOD* A comédia musical francesa acompanha Tralala, um cantor das ruas de Paris que leva a sério a mensagem “Acima de tudo, não seja você mesmo”, deixada por um jovem desconhecida. Quando uma senhora de 60 anos o confunde com seu próprio filho, desaparecido há 20 anos nos Estados Unidos, ele decide assumir o papel. O filme tem direção de Arnaud Larrieu e Jean-Marie Larrieu, e marca a terceira colaboração da dupla com Mathieu Amalric. A anterior tinha sido há nove anos, em “O Amor é um Crime Perfeito”, que também contou com Maïwenn em seu elenco. Além dos dois, a produção traz Mélanie Thierry (“O Teorema Zero”), Denis Lavant (“Holy Motors”) e Josiane Balasko (“Tá Tudo Incluído!”). | ANGÉLICA | VOD* O drama argentino gira em torno da mulher do título, que aos 40 anos não consegue encarar as mudanças em sua vida causadas pela perda da mãe, de quem cuidava. Escondida de sua irmã, ela decide permanecer morando na sua casa de infância, que está prestes a ser demolida, escondendo-se armada no sótão, enquanto a equipe de demolição derruba as paredes. O segundo longa de Delfina Castagnino (“Lo que Más Quero”) venceu o Festival de Mar Del Plata e traz em seu elenco Cecilia Rainero (“Um Crime em Comum”), Andrea Garrote (“Relatos Selvagens”), Antonio Grimau (“Barra Bravas”) e Diego Cremonesi (“Vermelho Sol”). | DEMON SLAYER: MUGEN TRAIN | VOD* O primeiro longa da franquia animada japonesa virou um blockbuster recordista de bilheteria. A trama é baseada em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge desde 2016 e transformado num anime três anos depois, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, em sua estreia em longa-metragem. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, que mataram quase toda sua família e contaminaram sua irmã para transformá-la numa criatura maligna. Por coincidência, o segundo longa da saga também foi lançado no Brasil nesta semana nos cinemas. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
Ex-Rebelde revela trauma profundo por mortes no Brasil
O ator Alfonso Herrera, que ficou conhecido por seu papel na novela “Rebelde” e no grupo musical RBD, revelou recentemente que carrega consigo um grande trauma devido às mortes de três fãs brasileiros em um acidente ocorrido durante uma sessão de autógrafos em São Paulo, em fevereiro de 2006, que o marca profundamente até hoje. Em uma entrevista reveladora ao jornal espanhol El País, ele contou que não consegue ir a lugares que reúnem muita gente junta. “Até hoje sinto um pouco de medo quando vou a um lugar onde há muita gente. Nos apoiávamos porque não tivemos apoio psicológico para lidar com essa situação. Foi muito duro. Anos depois, voltamos ao Brasil, conhecemos os familiares e o pai de uma das meninas que perderam a vida. Este evento me marcou de uma maneira muito profunda e, por mais que tente dar a volta por cima, ele está lá”, confessou. Herrera indicou que este é um dos motivos de estar fora da turnê mundial de reencontro do RBD. Ele explicou que sua ausência também se deve à sua satisfação com a carreira, mas enfatizou que o grupo foi explorado financeiramente durante seu auge pela Televisa, alegando que a empresa de TV explorava sua imagem para vender produtos e fazer shows sem pagar o que era devido. Segundo ele, seu trabalho no RBD foi subvalorizado e injusto, mesmo após ter realizado apresentações para milhares de pessoas, como a que ocorreu em Los Angeles, na qual recebeu uma quantia muito baixa em relação ao que foi gerado financeiramente. “Fizemos um show em Los Angeles para 63 mil pessoas, por exemplo, e me pagaram 18 mil pesos (R$ 5 mil, na cotação atual)”, desabafou. Ele finaliza dizendo que, apesar das críticas, ainda mantém uma relação positiva com “Rebelde”.
Lula ganha violão autografado de Chris Martin, vocalista do Coldplay
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontrou com Chis Martin, vocalista do Coldplay, na tarde desta quinta-feira (23/3). Ele e a Primeira-Dama Janja da Silva ganharam um violão autografado por todos os integrantes da banda. No Twitter, o político compartilhou uma foto ao lado do cantor. Segundo o presidente, eles conversaram sobre o meio ambiente, proteção da Amazônia, combate à fome, sustentabilidade e outros assuntos. O Coldplay é engajado na pauta ambiental, fazendo turnês da maneira mais sustentável possível. Eles chegaram a distribuir ingressos para os fãs que inventassem formas de ir aos shows que tivesse menos emissão de carbono Lula também brincou falando que ganhou “um violão e não uma pulseira”. Em vídeo publicado por Janja, também no Twitter, o presidente aparece ‘dando uma palhinha’ no violão. A banda utiliza milhares de pulseiras eletrônicas em seus shows, que brilham e formam um verdadeiro show de luzes. Entretanto, a produção e os próprios artistas precisaram pedir que os brasileiros devolvessem os objetos após os shows. Em um “ranking de devolução e reciclagem”, São Paulo foi a pior colocada. A reunião aconteceu no Rio de Janeiro, onde Lula está para assinar um decreto que altera a Lei Rouanet. Chris Martin foi ao encontro acompanhado por representantes da ONG Global Citizen, dedicada a acabar com a pobreza extrema. Ele e a banda Coldplay fazem shows na capital carioca nos dias 25, 26 e 28 deste mês. E esse encontro com direito até a uma palhinha do meu amor @LulaOficial? #Coldplay pic.twitter.com/CFJCjI7PZE — Janja Lula Silva (@JanjaLula) March 23, 2023 Encontro com Chris Martin e representantes da ONG Global Citizen. Falamos sobre Meio Ambiente e proteção da Amazônia. Ganhei um violão e não uma pulseira. 📸: @ricardostuckert pic.twitter.com/X751SmlkLD — Lula (@LulaOficial) March 23, 2023
“BBB 23” vira palco para volta do NX Zero
Após a expulsão de MC Guimê e Cara de Sapato por importunação sexual, o “BBB 23” teve outro tipo de surpresa na noite de sexta (17/3): um show da banda de rock NX Zero. Os músicos estavam parados há seis anos e fizeram seu show de retorno no palco do reality show da Globo. Para os brothers e o público que acompanhou pela Globoplay, Di Ferrero, vocalista da banda, cantou os maiores sucessos do grupo, como “Razões e Emoções”, primeiro hit, e “Aonde Estiver”, que ele fez para a ex Mariana Rios. “Enquanto vocês estavam confinados, a gente resolveu voltar para uma turnê”, anunciou o cantor. “A gente está muito feliz, que depois de seis anos sem tocar, esse é o nosso primeiro show!”, completou. Nas redes sociais, os fãs da banda surtaram, lançaram memes e encheram as timelines de comentários nostálgicos sobre a época do rock emo. A turnê anunciada vai começar em 28 de maio pelo Rio de Janeiro e já tem shows esgotados em Porto Alegre, Curitiba e Ribeirão Preto (SP). Confira a agenda abaixo. DIZER… O QUE POSSO DIZER? 🤩 É noite de @nxzerooficial no #BBB23! 🎸#RedeBBB pic.twitter.com/wo319I8jOa — Big Brother Brasil (@bbb) March 18, 2023 E ESSE HINO AQUI, @nxzerooficial? 😭🫶 #BBB23 #RedeBBB #NXZERONOBBB pic.twitter.com/A6T2Z9nuUf — Big Brother Brasil (@bbb) March 18, 2023 Os brothers emocionados cantando 'Cedo ou Tarde' 🫶🥹🎤 @nxzerooficial #BBB23 #RedeBBB #NXZERONOBBB pic.twitter.com/RxR0OThcp8 — Big Brother Brasil (@bbb) March 18, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por NX Zero (@nxzerooficial)
Hugh Grant diz que Drew Barrymore não sabe cantar e ela rebate
O ator Hugh Grant (“Esquema de Risco – Operação Fortune”), conhecido por não ter papas na língua, deu uma entrevista ácida para a revista Wired, em que afirmou ter sido um suplício contracenar com Drew Barrymore (“Santa Clarita Diet”) durante as cenas musicais do filme “Letra e Música” (2007), que os dois estrelaram. Ele disse a atriz é completamente desafinada, mas que o resultado soou “muito afinado no pós-produção”. “Eu fui um pouco afinado no pós-produção, mas não tanto quanto alguns”, continuou ele. “Drew Barrymore estava naquele filme comigo, e eu não acho que ela se importaria se eu dissesse que seu canto é simplesmente horrível. Já ouvi cachorros latindo melhor do que ela canta. Mas, tendo dito isso, uma vez que eles a afinaram, ela soou muito melhor do que eu, porque ela tem coração e voz e rock and roll. Enquanto eu parecia Julie Andrews”. A atriz viu que o comentário viralizou e sua resposta veio, é claro, na forma de uma canção. Drew publicou um vídeo no seu Instagram, apropriadamente intitulado: “Minha resposta para Hugh Grant”, em que aparece usando uma escova de cabelo no lugar de um microfone e cantando um trecho desafinado da canção “Way Back Into Love”, que ela cantou com o ator em “Letra e Música”. “Ah, Hugh … bert. Hubert. Isso é para você!”, diz ela, ao final do vídeo, disponível abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Drew Barrymore (@drewbarrymore)
Sandy canta com Coldplay em São Paulo
O quarto show da banda britânica Coldplay apresentou uma surpresa para os fãs brasileiros. Durante a apresentação da noite de terça-feira (14/3), em São Paulo, a cantora Sandy se juntou à anda no palco do estádio do Morumbi. Ela foi acompanhada por Chris Martin ao piano para cantar “Quando Você Passa”, que ganhou coro da plateia do estádio, entoando a plenos pulmões os versos de “Turu Turu”. Além disso, Sandy também cantou “Magic” com Martin, um dos principais sucessos da banda, lançado há nove anos no álbum “Ghost Stories”. Martin acertou a participação de Sandy no domingo (12/3), durante um encontro num restaurante, que também teve ONGs como convidadas. A cantora comemorou a apresentação nos stories do Instagram, publicando um retrato de sua felicidade, legendado com: “Mãe, eu cantei com Coldplay!!! Zerei a vidaaaaa!!!” Nos primeiros shows paulistas, o convidado foi Seu Jorge, que se juntou à banda para cantar “Amiga da Minha Mulher”, de Jorge Ben. Os shows no Morumbi continuam na sexta (17/3) e no sábado (18/3), e depois a banda ainda vai se apresentar em Curitiba, no estádio Couto Pereira, nos dias 21 e 22 de março, e no Rio de Janeiro, no Engenhão, nos dias 25 e 26 de março.
Canisso, baixista dos Raimundos, morre aos 57 anos
Canisso, baixista da banda de rock Raimundos, morreu nessa segunda-feira (13/3) aos 57 anos. De acordo com informações divulgadas na sua conta do Facebook, o músico sofreu uma queda após desmaiar na manhã dessa segunda. Porém, a causa da morte ainda não foi divulgada. “É triste anunciar a morte do nosso grande mestre Canisso, ele é um ídolo para muitos e deixou um imenso legado para os fãs e aqueles que o querem bem, descanse em paz Mestre, você vive em nossos corações”, dizia a legenda de uma postagem feita no seu Instagram. José Henrique Campos Pereira (seu verdadeiro nome) nasceu em 9 de dezembro de 1965, em São Paulo. Ele se interessou por música desde a infância e sua estreia no segmento foi trabalhando como roadie em Brasília, onde foi morar na sua adolescência. Durante um festival de música organizado por sua escola, ele conheceu Digão e, em seguida, foi apresentado a Rodolfo. Os três se juntaram para formar os Raimundos no final da década de 1980. Influenciados pelo som da banda Ramones, eles começaram a se apresentar em bares e festas em Brasília. Na década de 1990, a banda encontrou o sucesso e reconhecimento merecidos, emplacando hits como “Eu Quero Ver o Oco”, “Mulher de Fases” e “A Mais Pedida” . Ao todo, os Raimundos lançaram nove álbuns de estúdio, mas seu auge foi mesmo nos anos 1990, quando se tornou uma das principais bandas de uma geração que ainda tinha Charlie Brown Jr. e Chico Science & Nação Zumbi, entre outros. Apesar do sucesso, Canisso e Rodolfo deixaram a banda em 2002, alegando que houve um “desgaste natural”. Porém, o baixista retornou em 2007. Embora continuasse na banda, Canisso nem sempre se entendia com Digão, principalmente por causa da visão política do colega. Em junho, o baixista respondeu a um comentário no Twitter que chamava os membros da banda de fascistas. “Eu e resto não somos, isso só acometeu os vocalistas”, rebateu na sua postagem. Pouco antes da sua morte, Canisso e os Raimundos fizeram uma apresentação na cidade de Rio de Sul, em Santa Catarina, no último no sábado (11/3). Eles estavam se preparando para entrar em nova turnê. vai no oculista. Eu e resto não somos, isso só acometeu os vocalistas. https://t.co/3EcOZN9Psz — CANISSO (@Khanisson) June 11, 2022
Lady Gaga faz participação surpresa e surpreendente no Oscar 2023
Lady Gaga foi responsável pela grande surpresa do Oscar 2023. A participação da cantora não estava confirmada na premiação, devido às filmagens da continuação de “Coringa”. Ela não teria tempo para ensaiar sua música, “Hold My Hand”, da trilha de “Top Gun: Maverick”, que concorre ao Oscar de Melhor Canção Original. Entretanto, ela apareceu no palco, sem introdução, usando camiseta preta e jeans rasgados, e com a cara limpa de quem acabara de jogar água sobre a maquiagem. Sentada num banquinho, ela fez um breve discurso sobre a composição e a importância de ser seu próprio herói. E acompanhado primeiro apenas por piano, e posteriormente por guitarra, baixo e bateria, fez uma apresentação intimista, direto ao ponto, que impressionou pela simplicidade, mas principalmente pela potência vocal da artista, que chamou todas as câmeras para si. Sem distração de coreografia, arranjo orquestral, iluminação mirabolante e cenário especial (o fundo era preto e a luz foi apenas uma iluminação básica de palco), Lady Gaga deixou claro que era uma apresentação de improviso, e isso tornou ainda mais evidente seu talento cru. Ao final, ainda houve uma homenagem a Tony Scott, o falecido diretor do primeiro “Top Gun”, que ajudou a emocionar o público de estrelas presente no Dolby Theatre. Ela foi aplaudida de pé por Hollywood. Lady Gaga performs a stripped-down version of "Hold My Hand" at the #Oscars. https://t.co/ndiKiHeOT5 pic.twitter.com/dLlahLTjht — Variety (@Variety) March 13, 2023
Coldplay canta com Seu Jorge no primeiro show no Brasil
A banda Coldplay surpreendeu o público do Morumbi, em São Paulo, no primeiro show de sua estadia brasileira. Durante a apresentação na noite de sábado (11/3), eles convidaram Seu Jorge para cantar “Amiga da Minha Mulher”, de Jorge Ben, e fizeram o acompanhamento acústico da canção. Um vídeo do momento foi publicado pela apresentadora Fernanda Paes Leme em seu Instagram. “Que momento”, ela legendou. A banda também abriu o microfone para uma fã cantar a música “Let Somebody To Go”, do mais recente álbum, “Music of the Spheres”. A escolhida não decepcionou. Chamada Anália, ela é uma cantora profissional com música lançada no Spotify. “Melhor noite da minha vida”, escreveu ela nas redes sociais. “Eu sempre vou amar vocês, Coldplay. Chris, obrigada por tanto. Você sempre será o maioral”. Apesar de receber ainda mais cinco shows, nos dias 11, 13, 14, 17 e 18 de março, o Morumbi ficou lotado. E iluminado. Afinal, o show contou com as pulseiras de luzes que se tornaram características da nova turnê da banda. Diversos fãs compartilharam vídeos do momento em que elas iluminaram todo o estádio. Depois dos shows paulistas, a banda ainda vai se apresentar em Curitiba, no estádio Couto Pereira, nos dias 21 e 22 de março, e no Rio de Janeiro, no Engenhão, nos dias 25 e 26 de março. Os shows do Coldplay estavam marcados para acontecer em outubro do ano passado, mas foram adiados em decorrência de uma infecção pulmonar do Chris Martin.
Miley Cyrus dança cercada por um mar de homens em novo clipe
Miley Cyrus divulgou o clipe de “River”. Gravado em preto e branco pelo diretor Jacob Bixenman (o mesmo de “Flowers”), começa com Miley sozinha em estúdio, dançando/desfilando numa plataforma iluminada, e termina com a cantora cercada por figurantes descamisados e molhados por um jorro de água. A cena é uma transposição comportada da letra, em que Miley usa uma metáfora sexual para dizer que seu parceiro é como um rio. Com arranjo eletrônico e dançante, “River” é o segundo single do oitavo álbum de estúdio da cantora, “Endless Summer Vacation”, lançado na sexta (10/3).
“M3GAN” chega nas locadoras digitais. Confira 10 estreias da semana
A nova boneca assassina do cinema chegou nas locadoras digitais, junto com outros filmes que estavam até recentemente em cartaz. Enquanto “M3GAN” se destaca nas plataformas de locação, os serviços de assinatura oferecem o elogiado “Holy Spider”, sobre um psicopata assassino de mulheres no Irã, e o longa que encerra a série “Luther”, estrelada por Idris Elba. Confira abaixo as 10 melhores estreias pra ver em casa no fim de semana. | M3GAN | VOD* A nova franquia do terror acompanha uma cientista especialista em robótica (Allison Williams, de “Corra!”), que dá um protótipo de boneca robô realista para sua sobrinha (Violet McGraw, de “Doutor Sono”), para confortá-la no luto pela morte de seus pais. Só que a boneca ultrapassa expectativas e se apega. Basta alguém ameaçar a criança para que M3gan saia em sua caçada. Para completar, o robô humanoide também começa a desobedecer comandos quando deixa de ser tratada como alguém da família. Realizado por apenas US$ 12 milhões, o terror tecnológico impressionou nas bilheterias internacionais, faturando US$ 100 milhões em duas semanas em todo o mundo. Também agradou a critica, com 95% de aprovação na crítica no Rotten Tomatoes. Vale apontar que os elogios destacam a superioridade da produção da Universal no subgênero dos terrores com “brinquedos assassinos”, como Chucky e Annabelle, elegendo “M3GAN” como a criatura definitiva dos dias atuais, por ecoar a era das dancinhas de TikTok – detalhe: um dos produtores, James Wan (“Invocação do Mal”), é o criador de Annabelle. Wan também escreveu o roteiro com Akela Cooper (“Maligno”). Já a direção é do neozelandês Gerard Johnstone (“Housebound”). E a sequência já foi confirmada. | HOLY SPIDER | MUBI O cineasta Ali Abbasi, que há cinco anos impressionou a crítica mundial com a fantasia “Border” – mistura de romance e trama policial com trolls! – , além de dirigir episódios de “The Last of Us”, voltou a ser reverenciado com seu novo suspense. A história foca um serial killer que encontra terreno fértil e até simpatia no Irã por mirar em trabalhadoras sexuais e mulheres pecadoras. Diante da sucessão de crimes, uma jornalista resolve investigar o chamado “Assassino Aranha” e sua “missão divina”. A crítica internacional amou o contexto da produção (da Dinamarca), que transforma em terror a atual situação do Irã, onde a repressão violenta contra mulheres “mau comportadas” (isto é, com o hijab desarrumado) inspira protestos por todo o país. Essa relação ganha ainda mais relevo porque a história do filme é real. O assassino responsável, um trabalhador da construção civil chamado Saeed Hanaei, iniciou uma matança de um ano que começou no verão de 2000 e visava profissionais do sexo, especialmente aquelas que usavam drogas. Hanaei foi tema de um documentário lançado em 2002, ano em que foi executado por enforcamento, e também inspirou “Killer Spider” (2020), de Ebrahim Irajzad, filmado no Irã com a aprovação do governo. “Holy Spider”, por sua vez, foi filmado na Jordânia com as liberdades adicionais que isso permite, incluindo o protagonismo de Zar Amir Ebrahimi (intérprete da jornalista), que fugiu do Irã em 2008, além de uma abordagem que liga explicitamente os assassinatos à misoginia social e religiosa do país. O filme conquistou o troféu de Melhor Atriz para Zar Amir-Ebrahimi no último Festival de Cannes e tem 19 prêmios internacionais. | ELA DISSE | VOD* O drama jornalístico recria os bastidores da primeira publicação de denúncias de assédio, abuso e estupro contra Harvey Weinstein, um dos produtores mais poderosos de Hollywood. Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) vivem as repórteres do New York Times que realizaram a reportagem, que foi responsável por dar início ao movimento #MeToo. O filme é baseado no livro de mesmo nome, lançado em 2019, que conta os detalhes da investigação sobre os boatos que circulavam há anos a respeito da conduta sexual de Weinstein. A história acompanha os meses de investigações e obstáculos legais que as jornalistas enfrentaram para publicar suas descobertas, lutando contra a fortuna e o poder de um homem que ganhou mais agradecimentos que Deus na História do Oscar. Apesar da dificuldade inicial para conseguir quem assumisse as denúncias, uma vez publicada a reportagem inspirou uma centena de mulheres, inclusive estrelas de primeira grandeza de Hollywood, a revelar as tentativas de abusos e até mesmo estupros praticados impunemente pelo produtor – e dono de estúdio de cinema – por mais de três décadas. A sucessão de acusações fez ruir um esquema de proteção que incluía pagamentos por baixo dos panos, acordos de confidencialidade, ameaças de retaliação profissional e até serviços de vigilância e intimidação profissional, levando o magnata à julgamento e para a cadeia, além de render o prêmio Pulitzer para as jornalistas. Ao vir à tona, os crimes de Weinstein também tiveram um efeito dominó, inspirando novas denúncias contra poderosos chefões que abalaram os alicerces da indústria do entretenimento e as relações trabalhistas em todo o mundo – com ecos até na queda do presidente da CBF e da Caixa Econômica Federal no Brasil. A dramatização tem roteiro da inglesa Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) e direção de Maria Schrader (da minissérie “Nada Ortodoxa”). | O PIOR VIZINHO DO MUNDO | VOD* O remake da premiada comédia sueca “Um Homem Chamado Ove” traz Tom Hanks como um viúvo mal-humorado, que não vê nenhum prazer na vida e odeia a humanidade. Além de ter perdido seu grande amor, sua infelicidade é exacerbada por estar aposentado e não ter alegria em fazer nada, a não ser criticar os vizinhos. Quando seus pensamentos se tornam mais sombrios, sua existência sobre uma abalo com a chegada de novos vizinhos, uma família disposta a inclui-lo em suas vidas. Ignorando sua vontade de ser deixado em paz, eles começam a tirá-lo da letargia, até conseguir fazê-lo rir. Com roteiro de David Magee (“A Escola do Bem e do Mal”) e direção de Marc Foster (“Guerra Mundial Z”), a refilmagem também destaca Mariana Treviño (“A Casa das Flores”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Rachel Keller (“Legião”) em seu elenco, e chega no domingo (12/3) às locadoras digitais. | QUERIDA ALICE | VOD* Anna Kendrick (“Um Simples Favor”) é a Alice do título, uma mulher presa num relacionamento abusivo com Simon, que se junta a amigas numa viagem/intervenção de fim-de-semana. Enquanto as amigas tentam forçar Alice a enfrentar a realidade de sua relação abusiva, Simon descobre o paradeiro dela. O suspense dramático é o primeiro longa dirigido por Mary Nighy (da série “Industry”) e atingiu 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco também inclui Kaniehtiio Horn (“Letterkenny”), Wunmi Mosaku (“Loki”) e Charlie Carrick (“Departure”). | LUTHER: O CAIR DA NOITE | NETFLIX O filme traz Idris Elba (“A Fera”) de volta ao papel do detetive John Luther, que ele desempenhou em cinco temporadas da série “Luther”, exibidas entre 2010 e 2019 na rede britânica BBC. A série projetou a carreira de Elba. Mas terminou de forma sombria, com o personagem arruinado e preso. O filme tem a missão de dar uma conclusão melhor para a história. Para quem não conhece, Luther é um policial dedicado, obsessivo, possuído e às vezes violento, que sempre paga um alto preço por sua dedicação, sendo consumido pela escuridão dos crimes com os quais lida. Sua dedicação é uma maldição e uma bênção, tanto para ele quanto para as pessoas próximas. E isso fica evidente logo em seu primeiro caso, quando ele investigou a brilhante psicopata e assassina Alice Morgan. Por não conseguir prendê-la devido à falta de evidências, a vilã passou a assombrá-lo, tornando-se sua inimiga e, numa reviravolta, companheira improvável. Essa relação tóxica acaba se provando sua desgraça. Mas agora, com o filme, ele tem uma última chance de redenção. Só que, para isso, precisa fugir da prisão, escapar da perseguição policial e encontrar as pistas para resolver um último caso. O filme foi escrito por Neil Cross (criador da série) e o elenco ainda conta com Cynthia Erivo (“Harriet”), Andy Serkis (“Batman”) e Dermot Crowley, que retorna ao papel de Martin Schenk, desempenhado na série original. Já a direção ficou a cargo de Jamie Payne, que comandou quatro episódios de “Luther”, além de ter dirigido episódios de séries como “O Alienista”, “Invasão” e “Outlander”. | FORASTEIROS MALDITOS | VOD* O terrir britânico acompanha um açougueiro tímido e sua irmã gêmea fatalista, que deixam os confins hostis do Reino Unido pós-Brexit para se aventurar no interior ainda mais hostil da Austrália em busca de sua mãe biológica desconhecida. Mas assim que chegam a seu destino, uma cidadezinha congelada nos anos 1970, eles descobrem que a aparente cortesia dos habitantes locais esconde um segredo sombrio e carnudo. O filme tem direção de Jesse O’Brien, responsável pelos efeitos visuais do recém-lançado “65 – Ameaça Pré-Histórica”, que entrou em cartaz nos cinemas na quinta-feira (9/3). Já o elenco destaca Jordan Waller (“O Destino de uma Nação”) e Kathryn Wilder (“Anatomia de um Escândalo”). | NO FIM DO TÚNEL | HBO MAX O suspense argentino é daqueles que mantém tensão permanente. A trama acontece na casa de um cadeirante, enquanto um grupo de bandidos constrói um túnel para realizar um grande roubo a banco, passando por baixo do lugar sem despertar suspeitas. Longe de ser limitado, o cadeirante tem talento especial para lidar com elementos tecnológicos, como aparelhos de som e equipamentos de escuta e gravação. E movido pela curiosidade em torno dos barulhos que começa a ouvir, ele descobre os planos dos criminosos. Com roteiro e direção de Rodrigo Grande (“Historias Breves 2”), o filme destaca Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”) como protagonista. Mas o enredo ainda entrelaça sua história com a de novas inquilinas, a quem ele aluga um quarto: uma stripper vivida por Clara Lago (“Fim dos Tempos”) e sua filhinha muda, culminando no perigo que sua curiosidade causa, ao colocar a vida de todos em risco. | O MENINO E O TIGRE | VOD* O filme infantil acompanha um pequeno órfão indiano que resgata um filhote de tigre de caçadores cruéis e, juntos, partem em uma aventura para encontrar um lar seguro. Mas para isso precisam fugir dos caçadores que estão determinados a recapturar o filhote, e terão que sobreviver a desafios da natureza, enquanto desenvolvem um forte vínculo de confiança e afeto. Curiosamente, antes de fazer esse filme, o diretor argentino Brando Quilici trabalhou em outro longa de temática similar: “O Menino e o Urso”, passado no Canadá. | UM BROTO LEGAL | VOD* O filme conta a história da primeira estrela do rock brasileiro: Celly Campello, responsável por hits como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido” em 1959. O papel da jovem Célia, que começou a cantar na adolescência em Taubaté, interior de São Paulo, à sombra do irmão Tony – antes de estourar e ter seu próprio programa na TV Record -, marca a estreia no cinema da atriz Marianna Alexandre, de trajetória no teatro musical. Ela está ótima, mas o filme dirigido por Luís Alberto Pereira (“Tapete Vermelho”) não aprofunda as dificuldades enfrentadas por Celly ao cantar rock num período muito conservador – e tão bem retratado por figurinos e cenografia – , dando à cinebiografia a aparência de uma novela de época juvenil.
Confinada no “BBB 23”, Marvvila lança parceria com Alexandre Pires
Confinada na casa do “BBB 23”, a cantora Marvvila lançou o single “Primeiro Encontro”, uma parceria com Alexandre Pires. A canção já está disponível em todas as plataformas musicais e com lyric vídeo liberado no canal da artista no YouTube. Com a reunião de duas vozes de gerações distintas, reveladas com quase três décadas de diferença, a música aborda a conexão e sintonia que algumas pessoas sentem logo no primeiro encontro. “A gente começou do final/ Que conexão surreal/ Quando eu vi, já tava te amando/ E a gente fazendo planos/ De um lance tão casual/ Olha quem virou um casal” são versos da letra do pagode romântico. Alexandre Pires comemorou o lançamento da música e o trabalho ao lado da cantora. “Estou muito feliz em ter aceitado o convite da Marvvila para essa parceria. É um prazer apoiar novos talentos do pagode que conversam com a essência desse gênero que é tão vibrante, dançante, romântico e que há tantos anos conquista o público brasileiro. Tenho certeza que nosso povo vai receber muito bem esse trabalho”. Vale lembrar que, com apenas 16 anos, Marvvila ganhou fama ao participar de outro reality da Globo, “The Voice Brasil”. Depois dali, a cantora assinou um contrato com a Warner Music e hoje é um dos grandes nomes femininos do pagode no Brasil.












