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    Playlist: Veja um resumo da carreira de David Bowie em 55 aparições televisivas

    12 de janeiro de 2016 /

    David Bowie foi um astro midiático, que chamava atenção por sua identidade visual marcante. E isto lhe abriu lhe as portas da televisão, rendendo uma profusão de apresentações em programas de entrevistas, premiações e especiais musicais. A seleção abaixo cobre o período de 1969 a 2003, do primeiro hit, “Space Oddity”, ao início de seu afastamento voluntário, em decorrência dos problemas de saúde. Mesmo com alguns buracos significativos nos anos 1980, quando os videoclipes passaram a substituir os shows de estúdio como forma de divulgar artistas na televisão, o apanhado é uma coleção de sucessos, por isso houve o cuidado de evitar repetir canções. Há apenas uma reprise, no último dos 55 vídeos abaixo, por se tratar de um dueto, representando o apelo do cantor para as gerações mais novas. Confira.

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    Trilha Sonora: Veja 15 cenas icônicas de cinema marcadas pelas músicas de David Bowie

    12 de janeiro de 2016 /

    A contribuição de David Bowie ao cinema foi além da atuação. Suas músicas deram vida a inúmeras cenas de filmes, alguns deles bastante cultuados. A popularidade de seu repertório é tanta que, em seu levantamento, o IMDb registrou nada menos que 452 gravações compostas pelo lendário cantor em trilhas de filmes e séries. A mais recente trilha memorável chegou às telas há apenas três meses, tornando-se um dos pontos altos de “Perdido em Marte” (2015). A cena marciana, ao som de “Starman”, ainda não apareceu no YouTube, mas deu para encontrar outras 15 sequências extraídas de filmes diversificados, que realmente foram valorizados pela inclusão de canções de Bowie. A lista inclui belas, divertidas e icônicas cenas de “The Runaways – Garotas do Rock (2010), “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Zoolander” (2001), “Rush: No Limite da Emoção” (2013), “Coração de Cavaleiro” (2001), “Loucamente Apaixonados” (2011), “Eu e Você” (2012), “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída” (1981), “As Vantagens de Ser Invisível” (2012), “Bastardos Inglórios” (2009), “Estrada Perdida” (1997), “Seven: Os Sete Crimes Capitais” (1995), “Sangue Ruim” (1986), “Frances Ha” (2012) e “Boy Meets Girl” (1984). Confira:

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  • Filme,  Música

    David Bowie (1947 – 2016)

    12 de janeiro de 2016 /

    Morreu o cantor David Bowie, um dos artistas mais importantes do século 20, que além de um inestimável legado musical também se destacou no cinema, ao estrelar filmes cultuados como a sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e o terror “Fome de Viver” (1983). Ele faleceu no domingo (10/8) após uma batalha de 18 meses contra um câncer, informou sua assessoria de imprensa. Nascido David Robert Jones em Londres em 8 de janeiro de 1947, Bowie adotou o nome artístico com o qual ficou famoso em 1966, para não ser confundido com Davy Jones, cantor da banda The Monkees. Ele tocou saxofone, trabalhou com mímica e passou por várias bandas até iniciar sua carreira solo. Seu primeiro hit, lançado em 1969, foi a música “Space Oddity”, uma ode ao astronauta perdido no espaço Major Tom, que consagraria sua ligação com a sci-fi. Este elo seria ainda mais fortalecido com o lançamento, em 1972, do álbum “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, em que Bowie concebeu sua persona de rock star alienígena. Foi esta relação que levou o cineasta Nicolas Roeg a convidá-lo a estrelar seu primeiro longa-metragem. Mas Bowie já vinha atuando desde o início da carreira musical, fazendo teatro e mímica, tendo iniciado no cinema com um curta de terror de 1967, “The Image”. Em “O Homem que Caiu na Terra” (1976), Bowie deu vida a um alienígena disfarçado de cientista visionário, que vem à Terra em busca de água para salvar seu planeta natal. Com imagens marcantes, o filme ganhou status de cult e influenciou os próximos passos estéticos da carreira do cantor. Além de se dedicar a uma sonoridade mais “futurista”, que viria a influenciar a new wave, Bowie usou fotos do filme nas capas de dois de seus discos mais célebres, “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Ele teve outro papel marcante em “Apenas um Gigolô” (1978), como um gigolô de mulheres ricas na Berlim dos anos 1920. Na época da produção, Bowie vivia justamente em Berlim, absorvendo influências do kraut rock para seus discos mais inovadores. E apesar da música-tema ter sido gravada por Marlene Dietrich (em seu último longa-metragem), a trilha de “Apenas um Gigolô” registrou a primeira música composta por Bowie para o cinema, “Revolutionary Song”. Sua ligação com Berlim voltou a ser explorada em outro filme cult, “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída” (1981), no qual interpretou a si mesmo, cantando seus sucessos durante um show visto pela jovem protagonista (Natja Brunckhorst). A ênfase em suas músicas dividiu espaço na trama com cenas sórdidas, de consumo de drogas e sexo em banheiros imundos da cidade que, na época, era considerada a capital mais punk do mundo. Bowie voltou a Londres, mas manteve sua ligação com a cultura alemã ao interpretar um texto do grande dramaturgo bávaro Bertolt Brecht no telefilme “Baal” (1982), produção da BBC em que viveu o papel-título. Fã de Brecht, o cantor já havia gravado “Alabama Song” em 1980 e, após “Baal”, lançou um disco com cinco músicas da peça. A paixão pelo teatro também o levou a estrelar uma montagem de “O Homem Elefante” na Broadway. E essa performance acabou convencendo o grande mestre Nagisa Ôshima (“O Império dos Sentidos”) a lhe dar o papel principal, como um prisioneiro de guerra, em “Furyo, Em Nome da Honra” (1983). “Furyo” chegou a causar polêmica por mostrar a tensão homossexual exercida por Bowie sobre seu captor, um oficial japonês vivido por outro músico, Ryuichi Sakamoto – premiado, inclusive, pela trilha sonora do filme. E para evitar censura do estúdio em sua primeira incursão ocidental, Oshima assumiu riscos, recusando-se a fazer cópias para enviar a película original pelo correio, para ser editada no Japão, longe dos executivos da Recorded Picture Company, enquanto conduzia as filmagens. No mesmo ano, Bowie ainda incorporou um vampiro em outro trabalho cult: “Fome de Viver” (1983), primeiro filme do diretor inglês Tony Scott (“Top Gun”). O terror abria com um show underground da banda Bauhaus (que já havia gravado um cover de “Ziggy Stardust”) e, com sua estética próxima dos videoclipes, ajudou a popularizar o som e o visual da juventude gótica. O próprio Bowie tinha antecipado esta tendência com a faixa-título do disco “Scary Monsters”, em 1980, e consolidou sua influência sobre aquela era com a composição da música-tema do terror “A Marca da Pantera” (o hit “Putting Out the Fire”), também lançado em 1983. Com a experiência adquirida no cinema, ele começou a dirigir seus primeiros clipes no começo dos anos 1980, como o célebre “Ashes to Ashes” e “Loving the Alien”. Mas um clipe mais elaborado, para a música “Blue Jean”, o levou a trabalhar com o diretor Julien Temple (do filme dos Sex Pistols, “The Great Rock ‘n’ Roll Swindle”). Os dois ficaram amigos e Bowie topou estrelar o próximo longa do cineasta, o musical “Absolute Beginners” (1986). Adaptação do romance de Colin MacInnes, Absolute Beginners era uma homenagem à juventude londrina do final dos anos 1950, basicamente pré-mod, e trazia Bowie, como um guru motivacional, cantando duas músicas, inclusive a faixa-título. Ambicioso, o filme acabou decepcionou nas bilheterias, mas ganhou sobrevida como artefato dos anos 1980, graças às participações de artistas como Patsy Kensit, Sade, Jerry Dammers e o grupo Style Council. A impressionante lista de cults de sua filmografia ainda inclui outro projeto repleto de celebridades, a comédia “Um Romance Muito Perigoso” (1985), do diretor John Landis (que fez “Um Lobisomem Americano em Londres” e o famoso clipe de “Thriller”, de Michael Jackson). No filme, Bowie vivia um assassino profissional no encalço da ladra de jóias interpretada por Michelle Pfeiffer (“Batman 2”), mas o elenco era praticamente submerso pela quantidade de figurantes notáveis, a maioria deles cineastas, como Roger Vadim, David Cronenberg, Jonatham Demme, Lawrence Kasdan, Don Siegel, Jack Arnold, Paul Mazursky, Jim Henson, etc. O cantor acabou trabalhando com um desses diretores logo em seguida, ao viver o rei duende de “Labirinto – A Magia do Tempo” (1986), clássico infantil de Jim Henson. Último longa do criador dos “Muppets”, o filme trazia Bowie sob a maquiagem de uma criatura mágica, que, ao atender a um desejo da jovem Jennifer Connelly (vencedora do Oscar por “Uma Mente Brilhante”), então com 16 anos de idade, gera consequências terríveis. Infelizmente, nem a atração de novos bonecos fantoches impediu seu fracasso nas bilheterias. Henson ficou tão abatido que nunca mais filmou novamente, mas a passagem do tempo também fez deste mais um cult na filmografia de Bowie. De fato, o artista tinha uma forte intuição a respeito de que papeis deveria interpretar, causando frisson pelo simples fato de aparecer em cena em determinado contexto. Isto o levou a viver desde um tubarão na comédia “O Pirata da Barba Amarela” (1983) até Pôncio Pilatos em “A Última Tentação de Cristo” (1988), o retrato polêmico da crucificação de Jesus dirigido por Martin Scorsese. Também o colocou com um distintivo do FBI no filme derivado da série “Twin Peaks”, “Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992), e até sob a peruca de Andy Warhol na cinebiografia “Basquiat – Traços de Uma Vida” (1996). Nem todos os seus filmes, porém, resistiram para a posteridade. Embora simpático, “Romance por Interesse” (1991) não causou a menor repercussão. E a curiosidade tinha limites, como demonstraram suas participações em alguns filmes B do final de sua carreira: o spaghetti western “Duelo de Forasteiros” (1998), única chance de ver Bowie como cowboy, o policial “Everybody Loves Sunshine” (1999), no qual contracenou com o DJ Goldie, a fantasia “Mr. Rice’s Secret” (2000) e o thriller “Reação Colateral” (2008), grandes desperdícios de seu talento. Ele também serviu de anfitrião para a série de terror “The Hunger”(1997–2000), produção de Tony Scott, que evocava o título original de “Fome de Viver”. E encerrou sua filmografia com dois grandes personagens finais. Além de interpretar o inventor Nikola Tesla na fantasia “O Grande Truque” (2006), de Christopher Nolan, ele se dedicou a seu último e grande papel, como o cantor David Bowie. Bowie viveu Bowie na comédia “Zoolander” (2001), nas séries “Full Stretch” (em episódio de 1993), “Nathan Barley” (em 2005) e “Extras” (em 2006), e no musical adolescente “High School Band”, seu último filme, lançado em 2009, dedicando, desde então, suas interpretações finais aos clipes de seus últimos álbuns, “The Next Day” (2013) e o recém-lançado “Blackstar” (2016). Em seu último vídeo, “Lazarus”, lançado três dias antes de sua morte, ele aparecia numa cama de hospital, saindo de cena num armário escuro, similar a um caixão, vestindo a roupa da contracapa do disco “Station to Station”. O produtor Tony Visconti, responsável por “Blackstar” e parceiro de Bowie desde os anos 1960, disse que o cantor fez de seu último disco uma cerimônia de despedida. Segundo ele, o disco foi concebido para ser uma espécie de adeus aos fãs. “Sua morte não foi diferente da sua vida: uma obra de arte. Ele fez ‘Blackstar’ para nós, foi um presente de despedida. Eu sabia, há um ano, que seria assim. No entanto, não estava preparado”. Distante da mídia nos últimos anos, Bowie já vinha se despedindo dos amigos há tempos. Segundo sua biógrafa Wendy Leigh, ele sofreu seis ataques cardíacos nos últimos anos. “Ele estava muito perto do limite, mas eu acredito que David dirigiu sua vida e sua morte”, disse a escritora em entrevista à BBC. “Acredito que Iman (mulher do músico), por mais trágico que seja para ela, que Duncan (filho do músico), por mais trágico que seja, estavam preparados dia a dia, mês a mês, ano a ano para o dia de sua passagem”. A modelo Iman era a mulher de Bowie desde 1992. Duncan é o filho do primeiro casamento do cantor, com Angela Bowie (que soube da morte de Bowie de forma horrível, pela produção do reality show “Celebrity Big Brother”, onde está confinada). O jovem herdeiro do sobrenome Jones é diretor de cinema e se especializou no gênero que projetou o pai, a ficção científica, tendo dirigido os elogiados filmes “Lunar” (2009) e “Contra o Tempo” (2011). Os fãs, porém, não sabiam a luta que o cantor travava, especialmente diante da qualidade artística de “Blackstar”. “Talentoso. Único. Genial. Inovador. O homem que caiu na Terra. Seu espírito viverá eternamente”, resumiu Madonna, em meio a a onda de comoção mundial, que inundou as redes sociais.

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    Zootopia: Ouça a canção de Shakira para a nova animação da Disney

    9 de janeiro de 2016 /

    A cantora Shakira divulgou o áudio da música-tema da animação “Zootopia – Essa Cidade É Um Bicho”. Chamada “Try Everything”, a música pode ser ouvida abaixo. Além de cantar, Shakira também vai dublar uma personagem, uma gazela que, claro, é cantora. Segundo John Lasseter, diretor do departamento de criação da Pixar e da Disney, o longa será um novo “clássico do estúdio”. A trama acompanha Nick Wilde (Rodrigo Lombardi na versão brasileira), uma raposa falastrona que é acusado de um crime que não cometeu. Para se safar, ele vai ter que contar com a ajuda de Judy Hopps (Monica Iozzi na versão brasileira), uma coelha policial moralista que não larga do seu pé. Na versão em inglês, as vozes dos dois personagens são dubladas por Jason Bateman (“Quero Matar Meu Chefe”) e Ginnifier Goodwin (série “Once Upon A Time”). Além deles, o elenco de dubladores originais inclui Idris Elba (“Círculo de Fogo”) e J.K. Simmons (“Whiplash – Em Busca Da Perfeição”). Dirigido por Byron Howard (“Enrolados”), Rich Moore (“Detona Ralph”) e o estreante Jared Bush (da equipe de “Operação Big Hero”), “Zootopia” estreia em 18 de fevereiro no Brasil, duas semanas antes do lançamento nos EUA.

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    Elenco confirmado: Gwen Stefani é uma troll, assim como Justin Timberlake e Anna Kendrick

    8 de janeiro de 2016 /

    A DreamWorks Animation confirmou o elenco completo da animação dos bonecos Trolls. Pelo Twitter, o estúdio divulgou uma coleção de fotos dos atores e os bonecos que interpretarão no filme. E além do casal vivido por Justin Timberlake (“Aposta Máxima”) e Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), a produção contará com as vozes da cantora Gwen Stefani (“O Aviador”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Russell Brand (“Rock of Ages”), Kunal Nayyar (série “The Big Bang Theory”), Ron Funches (“O Durão”) e dupla musical Icona Pop. A seleção praticamente garante que o filme terá muita música. Timberlake, aliás, é também produtor executivo musical do projeto e está compondo canções inéditas para a trama. Para quem não lembra dos Trolls, eles são aquelas bonecas de cabelos arrepiados, criadas em 1959 pelo pescador e lenhador dinamarquês Thomas Dam como presente para sua filha. Os bichos feios viraram febre nos anos 1960, voltando à moda há 20 anos com lançamento de uma nova linha de produtos. A animação vai acompanhar um casal de trolls, Branch (voz de Timberlake) e a Princesa Poppy (Kendrick), numa aventura descrita como “épica”. Com roteiro de Erica Rivinoja (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”) e direção de Mike Mitchell (“Alvin e os Esquilos 3”) e Walt Dohrn (roteirista de “Shrek 2”), “Trolls” estreia em 27 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos cinemas americanos, previsto para 4 de novembro.

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    Martin Scorsese vai filmar cinebiografia do pianista clássico Byron Janis

    8 de janeiro de 2016 /

    Ao longo da carreira, Martin Scorsese já demonstrou ser apaixonado por música. Mas, até então, esta paixão parecia focada no rock. Portanto, não deixa de ser uma surpresa sua escolha como próximo projeto. Segundo o site da Variety, o cineasta está desenvolvendo junto à Paramount um filme sobre o pianista clássico Byron Janis. Byron Janis foi um dos pianistas mais bem-sucedidos da história com um repertório de compositores clássicos como Beethoven, Mozart, Rachmaninoff and Prokofiev. A especialidade dele, porém, era Frédéric Chopin, de quem, inclusive, acabou descobrindo dois manuscritos inéditos, em 1967. Era tão famoso que, nos anos 1960, tornou-se o primeiro artista americano a fazer uma apresentação na União Soviética – em pleno auge da Guerra Fria. O projeto do filme partiu do roteirista Peter Glanz (“Uma Semana a Três”), que vendeu à Paramount uma adaptação da autobiografia de Janis, “Chopin and Beyond: My Extraordinary Life in Music and the Paranormal”. Scorsese está confirmado como produtor da cinebiografia, mas não ficou claro se também irá dirigir o longa. Ele ainda não definiu qual será seu próximo trabalho como diretor, após finalizar “Silêncio”, adaptação do romance de Shûsaku Endô sobre jesuítas portugueses no Japão do século 17, que rodou com Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”), Liam Neeson (“Busca Implacável”) e Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”). O cineasta também assina a produção e a direção do piloto da série roqueira “Vinyl”, que estreia em 14 de fevereiro no canal pago HBO.

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    David Bowie comemora 69 anos no hospital, em novo clipe tétrico

    7 de janeiro de 2016 /

    O cantor David Bowie comemora 69 anos de idade nesta sexta (8/1) com “drama” e “cicatrizes que não podem ser vistas”, conforme canta em seu novo clipe, “Lazarus”, o segundo extraído do disco “Blackstar”, no qual surge com aparência doentia, num hospital. Como o anterior, o vídeo é dirigido pelo sueco Johan Renc (séries “The Walking Dead” e “The Last Panthers”) e repete a imagem de Bowie como espantalho de filme de terror – com os cabelos arrepiados e uma faixa sobre os olhos, na qual botões ocupam o lugar da íris. Outros elementos tétricos incluem o clima hospitalar, com o cantor confinado numa cama, e um armário de onde sai uma mão e para onde outra versão “sombria” de Bowie se encaminha, ao final da canção. Além disso, o clipe se apresenta num formato diferenciado, similar ao dos vídeos do Instagram, com enquadramento limitado ao centro da tela. Trata-se da mesma opção experimentada pelo filme “Mommy” (2014), do cineasta canadense Xavier Dolan. Com uma letra de título bíblico, referências ao Céu e a correr perigo, não é difícil juntar a locação ao problema de saúde que Bowie enfrentou em 2004, ao passar por uma cirurgia cardíaca, logo após sentir dores durante um show na Alemanha. Desde então, ele decidiu não sair mais em turnês, dando margem a rumores sobre seu estado de saúde. No Novo Testamento, Lázaro morreu e voltou à vida. E Bowie canta que “deste jeito ou do outro” ele estará livre. Confira abaixo.

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    Justin Timberlake vai dublar e cantar na animação baseada nos bonecos trolls

    5 de janeiro de 2016 /

    O cantor e ator Justin Timberlake vai usar sua voz em dobro em “Trolls”, próximo filme animado da DreamWorks Animation. Ele vai dublar um dos personagens e cantar, além de compôr as músicas da trilha sonora. A informação é do site The Hollywood Reporter. Timberlake vai se juntar à atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) na produção, que levará aos cinemas os brinquedos de cabelos arrepiados criados em 1959 pelo pescador e lenhador dinamarquês Thomas Dam, como presente para sua filha. Os bichos feios viraram febre nos anos 1960, voltando à moda há 20 anos com lançamento de uma nova linha de produtos. A trama da animação vai acompanhar dois trolls, Branch (voz de Timberlake) e a Princesa Poppy (Kendrick) numa aventura descrita como “épica”. Com roteiro de Erica Rivinoja (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”) e direção de Mike Mitchell (“Alvin e os Esquilos 3”) e Walt Dohrn (roteirista de “Shrek 2”), “Trolls” estreia em 27 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos cinemas americanos, previsto para 4 de novembro.

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    Coldplay lança o clipe caleidoscópico de Birds

    3 de janeiro de 2016 /

    “Feliz ano novo a todos. Este é o vídeo de ‘Birds’”, assim o Coldplay apresentou seu novo clipe no Twitter no último sábado (2/1). Dirigido por James Marcus Haney, o vídeo foi gravado num cartão postal da Califórnia, a “Salvation Mountain”, uma montanha coberta por pinturas de temática cristã, criada pelo artista local Leonard Knight (1931–2014) em meio ao deserto do Colorado. Não é a primeira vez que uma banda britânica usa o local como locação de vídeo. O clipe de “Somebody to Die For”, da banda Hurts, foi filmado lá em 2013. No cinema, a “Salvation Mountain” pôde ser vista ainda em “Na Natureza Selvagem” (2007). Uma foto da montanha também foi incluída na edição gráfica do disco “A Head Full of Dreams”, do Coldplay, de onde saiu a faixa “Birds”. Por sinal, a estética do clipe, que lembra os filtros do Instagram, reflete a arte caleidoscópica e colorida da capa do álbum. Já a música sugere novos rumos para a banda, combinando ecos de U2 e The Smiths. “Birds” é o segundo clipe do novo álbum do Coldplay, após a macaquice dançante de “Adventure of a Lifetime”. Vale a pena destacar ainda a carreira do diretor James Marcus Haney, que é uma figuraça do circuito dos festivais de rock. Ele entrou no mundo da música pela porta da contravenção, falsificando pulseiras de identificação de grandes eventos, fingindo ser um fotógrafo credenciado para circular nos principais festivais dos EUA de graça. E de tanto ver shows, começou a ser conhecido pelos artistas, o que lhe rendeu um convite da banda Mumford and Sons para acompanhá-los numa turnê e tirar a foto que acabou virando a capa de seu disco “Babel” (2012). Acabou virando fotógrafo de verdade, além de cineasta. Ele filmou suas aventuras no mundo do rock no documentário “No Cameras Allowed” (2014), que obteve reconhecimento em outros tipos de festivais.

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    Taylor Swift enfrenta a natureza no primeiro clipe de 2016

    1 de janeiro de 2016 /

    A cantora Taylor Swift lançou o primeiro videoclipe de 2016 – o sexto de seu álbum “1989”. Que, por sinal, já é também o primeiro grande sucesso do ano. Disponibilizado nas primeiras horas de sexta (1/1), o vídeo de “Out of the Woods” foi visto por mais de 2 milhões de pessoas em menos de 24 horas. Com uma fotografia esmaecida e belíssima, e com direito a muitos efeitos visuais, o clipe, gravado em uma locação na Nova Zelândia, mostra a cantora enfrentando toda a força da natureza, em meio à neve, fogo, água, lama, galhos de árvores, sendo perseguida por lobos ferozes na floresta, caindo num abismo até o fundo do mar, mas sempre levantando, até encontrar a si mesma no último minuto. A direção é de Joseph Kahn, responsável pelos igualmente fantásticos clipes anteriores da cantora, “Blank Space”, “Bad Blood” e “Wildest Dreams”.

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    Cinebiografia do rapper Tupac contrata protagonista

    26 de dezembro de 2015 /

    O filme “All Eyez on Me”, cinebiografia do rapper Tupac Shakur, contratou o seu protagonista. Segundo o jornal The New York Times, o escolhido foi Demetrius Shipp Jr., ator novato, que participou do reality “#unlock’d” e estreará no cinema. O fator decisivo teria sido a semelhança física, que é impressionante. O jovem ator, inclusive, já começou a postar fotos nas redes sociais em que destaca sua semelhança (veja acima). Numa delas, chegou a posar com o ator Jamal Woolard, que interpretou o rival de Tupac, Notorious B.I.G., no filme “Notorious” (2009). Jamal vai voltar a viver B.I.G. em “All Eyez on Me”. A direção do filme está a cargo de Benny Boom, que tem uma carreira destacada como diretor de videoclipes e comerciais. A produção pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas sem esconder as controvérsias, que lhe levaram à prisão e também a uma rivalidade com Notorious B.I.G. Tupac morreu em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio fruto dessa rivalidade. Um ano depois foi a vez de B.I.G. ser assassinado, numa suposta vingança. Desde sua morte, Tupac se tornou um ícone, aparecendo em diversos produtos e inspirando teorias de conspiração sobre ter sobrevivido ao atentado contra sua vida. Assim como Elvis, ele também estaria vivo. “All Eyez on Me” ainda não tem previsão de estreia.

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    Radiohead revela música inédita de 007 Contra Spectre rejeitada pela produção

    26 de dezembro de 2015 /

    A banda Radiohead deu um presente de Natal para os fãs: uma canção inédita, originalmente composta para o último filme de James Bond. O grupo britânico, que não lança músicas novas desde 2011, anunciou ter recebido a encomenda da composição de um tema para “007 Contra Spectre”, mas o resultado acabou sendo preterido pela música de Sam Smith, “Writing’s On The Wall”. “Não funcionou, mas neste processo criamos uma canção muito nossa, de que gostamos muito”, informou a banda em seu site na internet, onde disponibilizou a faixa gratuitamente. “Já que o ano está para acabar, achamos que poderiam gostar de ouvi-la”, escreveu o grupo. Intitulada “Spectre”, a canção já originou diversas montagens dos fãs, que recriaram a abertura do filme, substituindo a balada de Sam Smith pelo pós-rock atmosférico. Confira abaixo como poderia ter sido o começo de “007 Contra Spectre”, ao som do Radiohead:

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    I Saw the Light: Tom Hiddleston vive o lendário cantor Hank Williams em novo trailer da cinebiografia

    25 de dezembro de 2015 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o trailer internacional de “I Saw the Light”, cinebiografia do lendário cantor de música country Hank Williams, que traz Tom Hiddleston (“Thor”) no papel principal. A prévia traz clássicos do country e a trajetória de autodestruição do cantor, numa espiral de alcoolismo e sexo, que cobrou um grande preço sobre seu casamento e sua saúde, levando-o à morte precoce no auge da fama, aos 29 anos de idade, em 1953. O elenco também destaca Elizabeth Olsen (“Vingadores: Era de Ultron”), Maddie Hasson (série “Twister”) e Wrenn Schmidt (série “The Americans”) como as mulheres da vida de Williams. Escrito e dirigido por Marc Abraham (“Jogada de Gênio”), o filme estreia em 23 de março nos EUA e apenas três meses depois, em 30 de junho, no Brasil.

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