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    Ex-atriz mirim de A Malandrinha vence a 10ª temporada do programa The Voice

    25 de maio de 2016 /

    25 anos após encantar crianças e adultos no filme “A Malandrinha” (1991), dirigido pelo mestre John Hughes, a ex-atriz mirim Alisan Porter voltou a fazer sucesso no mundo do entretenimento. Ela foi a vencedora, na noite de terça (24/5), da 10ª temporada do programa americano de calouros “The Voice”. “Eu aposentei a Malandrinha, ela está morta! Eu agora sou a garota que ganhou o ‘The Voice'”, comemorou Alisan, que hoje tem 34 anos, em sua primeira entrevista após o prêmio. “Eu queria que vocês soubessem que esperei 30 anos ou algo para isso. Ela morreu”, disse. Alisan Porter teve uma carreira precoce. Aos cinco anos de idade, ela concorreu em outro programa de calouros, o “Star Search”, já tentando virar cantora. Aos seis apareceu na primeira série, a infantil “Pee-wee’s Playhouse”, e aos sete filmou seu primeiro filme, a comédia “O Tiro que Não Saiu pela Culatra” (1989). Crescer, porém, provou-se um problema. Repetindo a trajetória de diversas estrelinhas mirins, ela não conseguiu mais trabalho ao entrar na adolescência e, após “A Malandrinha”, que estrelou com 10 anos, só foi voltar a filmar nos anos 2000. Seu último longa foi “O Grande Dave” (2008). Ela enfrentou problemas com drogas, se casou e afirma ter dado a volta por cima. Com a vitória em “The Voice”, ela agora vai se dedicar à nova carreira como cantora, e já lançou o primeiro clipe, que pode ser conferido abaixo.

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  • Música

    Selena Gomez fará shows no Brasil em dezembro

    25 de maio de 2016 /

    A cantora e atriz Selena Gomez (“Spring Breakers”) vai trazer a turnê de seu novo disco ao Brasil. Os shows vão acontecer em dezembro, por ocasião da chegada da “Revival Tour” à América Latina. As informações foram confirmadas pela revista Vogue Brasil, que divulgou a notícia junto com a capa de sua próxima edição, em que Selena posa ao lado do estilista Nicolas Ghesquière, da Louis Vuitton (veja abaixo). Após a notícia, não demorou muito para os fãs da cantora enlouqueceram nas redes sociais, tornando a hashtag “#RevivalTour” um dos assuntos mais comentados, a ponto de entrar nos Trending Topics do Twitter. Apesar da notícia, ainda não há data ou locais confirmados para os shows da turnê em solo brasileiro. O frenesi dos fãs não é de se espantar. Selena é um fenômeno nas redes sociais. Ela lidera em número de seguidores – mais de 80 milhões – o ranking de popularidade Instagram, à frente, inclusive, de Taylor Swift, uma de suas melhores amigas. Foi, por sinal, pelo Instagram que ela sugeriu pela primeira vez que viria este ano ao Brasil. Em março, ela respondeu o comentário de um fã numa de suas fotos com a seguinte frase: “Eu amo vocês, meus bebês brasileiros. Vejo vocês em breve na turnê”. Não será a primeira vez que Selena virá ao país. Em 2012, ela se apresentou no Rio de Janeiro e em São Paulo.

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  • Música

    Novo clipe do Coldplay é uma apoteose surreal

    19 de maio de 2016 /

    A banda Colplay lançou seu novo clipe, “Up&Up”, povoado de gigantes e miniaturas vivas. O vídeo é uma apoteose surreal, onde é possível mergulhar num prato de massa, fazer pipoca num vulcão e dirigir sobre os anéis de saturno. Composto inteiramente de justaposições de imagens, a obra mistura cenas de filmes, imagens históricas e gravações inéditas de forma única, bela e atordoante, que subvertem dimensões para criar cenas de poesia sci-fi. É o melhor clipe de toda a carreira da banda inglesa. O surpreendente clipe da Terra de Gigantes é o quarto vídeo extraído do disco “A Head Full of Dreams” e reforça a proposta da banda de trabalhar com diferentes e inovadores artistas visuais em cada canção. Desta vez, a obra foi criada por dois israelenses de 30 anos, Vania Heymann e Gal Muggia. Ambos trabalham em publicidade e já dirigiram clipes. Heymann, por sinal, assinou um bem famoso, a nova versão de “Like A Rolling Stone”, de Bob Dylan, em 2013. Já Muggia vinha trabalhando com artistas do pop israelense, como Ester Rada e Adi Ulmansky.

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  • Música

    Justin Timberlake canta e dança em seu novo clipe, da trilha do filme Trolls

    19 de maio de 2016 /

    O cantor Justin Timberlake divulgou o clipe oficial da música “Can’t Stop the Feeling”, que faz parte da trilha da animação “Trolls”. Ao contrário do vídeo anterior, que tinha clima improvisado, mas reunia todo o elenco do filme, o clipe não faz uma relação tão clara com a produção, mostrando apenas pessoas dançando em situações do cotidiano – a maioria, relacionada a lugares de trabalho. O próprio Justin canta numa lanchonete, num supermercado e na rua. Mas a participação do cantor em “Trolls” não se resume à esta música. Ele também é um dos dubladores principais do filme, além de produtor musical e autor de três canções inéditas da trilha. A animação é, na verdade, um musical sobre os bonecos trolls de cabelos arrepiados, que foram febre nos anos 1960 e tiveram um grande revival há 20 anos. Timberlake protagonizará o longa ao lado de Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”). Os dois viverão o casal de trolls Branch e Princesa Poppy, numa aventura descrita como “épica”. Com roteiro de Erica Rivinoja (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”) e direção de Mike Mitchell (“Alvin e os Esquilos 3”) e Walt Dohrn (roteirista de “Shrek 2”), “Trolls” estreia em 27 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Música

    Cauby Peixoto (1931 – 2016)

    16 de maio de 2016 /

    Uma das vozes mais famosas do Brasil se calou na noite de domingo (15/5). O cantor Cauby Peixoto faleceu aos 85 anos de idade. Ele estava internado no hospital Sancta Maggiore, em São Paulo, desde o último dia 9, com um quadro de pneumonia. A notícia de sua morte foi confirmada na página oficial do artista no Facebook, que publicou: “Foi em paz e nos deixa com eterna saudades.” Com quase 70 anos de carreira, Cauby passou por diversas fases, tornando-se icônico já na era do rádio, quando arrastava multidões de fãs apaixonadas. Foi nessa época que se tornou também ator, virando estrela do ciclo cinematográfica da chanchada. Ela apareceu em diversos musicais dos anos 1950, como “Carnaval em Marte” (1955), “De Pernas Pro Ar” (1956), “Com Água na Boca” (1956), “Chico Fumaça” (1956), “Com Jeito Vai” (1957) e “Metido a Bacana” (1957), ao lado de ícones do humor brasileiro – Grande Otelo, Ankito, Renata Fronzi, Zezé Macedo, Ilka Soares, o palhaço Carequinha, Mazzaropi, o jovem Jô Soares etc. Foi em “Água na Boca” que Cauby imortalizou seu maior sucesso, “Conceição”. Além disso, os filmes o aproximaram da cantora Ângela Maria, uma de suas amizades mais duradouras. E, curiosamente, registraram seu curto mas significativo flerte com o rock. Cauby foi o primeiro cantor brasileiro a gravar um rock em português, a música “Rock and Roll”, em 1957 – composta por Miguel Gustavo, também autor da marchinha “Pra Frente, Brasil”, hino da ditadura. E apareceu cantando “That’s Rock” (composta por Carlos Imperial) na comédia “Minha Sogra É da Policia” (1958). No filme, ele era acompanhado pelo grupo The Snakes, que tinha, entre seus integrantes, Erasmo Carlos. Mais significativa ainda foi sua estreia em Hollywood, como integrante do musical americano “Jamboree” (1957), que incluía performances das lendas do blues Fats Domino e Joe Williams e do roqueiro Jerry Lee Lewis. No filme, ele assumia o nome de Ron Coby e cantava “Toreador”, canção de temática mexicana. Cauby chegou a lançar discos com este nome nos EUA. Ao comentar seu talento, a revista Time o chamou de “Elvis Presley brasileiro”. Mas seu ídolo, na verdade, era outro, o cantor romântico Nat King Cole, com quem compartilhava o tom grave e aveludado. Em 1958, ele teve a chance de cantar com o mestre e nunca se esqueceu da experiência, dedicando um disco a Cole em 2015. Uma de suas maiores transformações aconteceu nos anos 1970, quando mudou radicalmente o visual em conseqüência do encontro com Ney Matogrosso, tornando-se um personagem extravagante. Foi quando começou a relaxar sobre sua preferência sexual, até então resguardada sob uma aparência de elegância séria e estudada. O período também incluiu uma participação em “O Donzelo” (1974), comédia escrita e estrelada por Flávio Migliaccio, que ainda destacava no elenco a saudosa Leila Diniz e Grande Otelo. Sua última aparição no cinema foi em outra comédia, “Ed Mort” (1997), vivendo um dos muitos personagens chamados Silva que o detetive do título, vivido por Paulo Betti, esbarra ao procurar um Silva desaparecido. No ano passado, o cantor foi tema de documentário, “Cauby – Começaria Tudo Outra Vez” (2015), de Nelson Hoineff, que já o havia incluído em outra obra, “Alô, Alô Teresinha” (2009), documentário sobre o Chacrinha. Ainda em plena atividade, Cauby estava em turnê pelo Brasil com o show “120 Anos de Música”, ao lado de Ângela Maria. Sua última apresentação foi no dia 3 de maio, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

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    Série Nashville é cancelada

    13 de maio de 2016 /

    A rede americana ABC puxou o plugue em “Nashville”, que foi cancelada ao final de quatro temporadas e 86 episódios produzidos. Ainda em exibição, a 4ª temporada registra a média de 4,2 milhões de telespectadores. Mesmo com a inclusão das plataformas digitais, que fez seu público crescer para 6,7 milhões de telespectadores, trata-se de uma audiência abaixo da média da ABC – 8 milhões na temporada passada. Criada por Callie Khouri (roteirista do clássico “Thelma & Louise”), a série acompanhava a vida de duas estrelas rivais da música country, a diva Rayna Jaymes (Connie Britton, da série “Friday Night Lights”) e a jovem Juliette Barnes (Hayden Panettiere, da série “Heroes”). No Brasil, a série era exibida pelo canal pago Sony.

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  • Música

    Playlist (Vapour Trail): 10 clipes do “guitar pop” dos anos 1980

    9 de maio de 2016 /

    Três anos após apontar o caminho para a cena indie com seus primeiros singles de microfonia exasperante, The Jesus and Mary Chain lançou novo par de canções que renderam outra mudança na paisagem musical britânica. Domando o feedback, a ponto de torná-lo melódico, e acrescentando batidas eletrônicas, que podiam ser dançadas, Jesus inventou uma nova religião. Se “Psychocandy” (1985) era radical demais para o mainstream, “Darklands” (1987) apontou o caminho para o surgimento de uma espécie de “guitar pop”, um pop de guitarras saturadas e vocal meloso, que tomou as paradas e ainda lançou modinhas, como o “Blonde movement”, um cruzamento de Jesus and Mary Chain com Go-Go’s que multiplicou as bandas de cantoras loiras na música britânica do final dos anos 1980. Para fechar a década, Jesus lançou “Automatic” (1989), cujo sucesso finalmente fez a banda estourar nos EUA. A esta altura, as batidas tornaram-se ainda mais dançantes, influenciadas pela acid house e pela cena que florescia entre o contato dos roqueiros com as primeiras raves. Logo, o grupo de seu primeiro baterista, Primal Scream, ganharia remixes de um DJ, dando início a um novo capítulo.

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    Roadies: Série roqueira do diretor de Quase Famosos ganha pôster e comercial

    8 de maio de 2016 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e um novo comercial de “Roadies”, série criada pelo cineasta Cameron Crowe, que volta ao universo dos bastidores do rock visto em seu melhor filme, “Quase Famosos” (2000). Escrita e dirigida por Cameron, a série será centrada nos roadies, assistentes de palco que são responsáveis pelo transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama vai acompanhar uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, na prévia, como uma combinação de filme de Fellini com episódio da série dos Monkees. O elenco é cinematográfico e inclui Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”), Machine Gun Kelly (“Nos Bastidores da Fama”), Ron White (“Perseguição Implacável”) e Peter Cambor (série “NCIS: Los Angeles”). “Roadies” é a primeira série de Crowe, mas a temática é a mesma que o acompanha desde que começou sua carreira como repórter da revista de música Rolling Stone, fato que inspirou “Quase Famosos” (2000). Mais recentemente, ele dirigiu o documentário “Pearl Jam Twenty” (2011), que narrou os 20 anos de trajetória da banda Pearl Jam. Kelly Curtis, empresário do Pearl Jam, também faz parte da equipe de produção da série, assim como o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). Com uma temporada inicial de 10 episódios, a estreia de “Roadies” está marcada para 26 de junho nos EUA.

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    Gravadora Creation, que lançou Jesus and Mary Chain, Primal Scream e Oasis, vai virar filme do autor de Trainspotting

    7 de maio de 2016 /

    O escritor Irvine Welsh, autor do livro que virou o cultuado filme “Trainspotting” (1996), está escrevendo um roteiro de cinema sobre a lendária Creation Records, principal gravadora indie dos anos 1980, que lançou as bandas The Jesus and Mary Chain, My Bloody Valentine, Primal Scream, House of Love, Teenage Fanclub, Ride e Oasis, entre muitas outras. O filme vai se chamar “Creation Stories” e será baseado na autobiografia de seu fundador, o escocês Alan McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. McGee também foi cantor da banda Biff Bang Pow! e montou um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). A reverência às suas realizações era tanta que, após The Jesus and Mary Chain assinar com a Warner em 1985, ele continuou trabalhando com a banda na função de empresário. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também é crítico musical e blogueiro, e atualmente escreve na versão britânica do site Huffington Post. Welsh, que também é escocês e amigo próximo de McGee, testemunhou boa parte dessa história. Ele vai dividir o roteiro com Dean Cavanagh, com quem já trabalhou na comédia britânica “Good Arrows” (2009). A distribuição está a cargo da Kaleidoscope Films e ainda não há previsão de estreia.

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    Jennifer Lopez rebela-se através das décadas com ótimo clipe feminista

    7 de maio de 2016 /

    A cantora e atriz Jennifer Lopez (série “Shades of Blue”) divulgou seu novo e surpreendente clipe “Ain’t Your Mama”, em que vive diversas mulheres, em diferentes épocas, proclamando que não vai cozinhar, lavar ou fazer o trabalho de nenhum marmanjo, porque não é mãe de homem feito. Estruturado como um curta, o ótimo vídeo começa com um discurso feminista, em que uma versão telejornalista da cantora, com visual de guerrilheira, conclama todas as mulheres a se rebelarem. Para servir de exemplo, ela vive uma dona de casa dos anos 1950, uma secretária dos anos 1960, uma empregada de fábrica dos anos 1970 e uma funcionária da uma grande corporação dos anos 1980, sempre aludindo ao tratamento abusivo de maridos, patrões e colegas que querem colocá-la “em seu lugar”, fazendo todo o trabalho. No final, várias mulheres de jeans se juntam para dançar na rua com a cantora, numa alusão às coreografias dos anos 1990. A mensagem clara, o refrão fácil e a batida dançante são contagiantes. Uma boa forma de retomar a carreira musical, após dois anos sem lançar músicas. Composta em parceria com a também cantora Meghan Trainor, que tem metade da idade de J-Lo, “Ain’t Your Mama” é o primeiro single do novo álbum da diva, que só deve chegar às lojas no final do ano. Entretanto, ele embute uma contradição, na figura do produtor Dr. Luke, acusado por Keisha de ser abusivo, manipulador e outras coisas que nenhuma feminista defenderia. O vídeo, por sua vez, foi dirigido por Cameron Duddy, editor do filme “Antes Só do Que Mal Casado” (2007) e especialista em clipes de artistas populares, como Bruno Marz, Fifth Harmony, Rita Ora e Britney Spears. “Ain’t Your Mama”, porém, é disparado o seu melhor trabalho.

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    Justin Timberlake lança clipe com música da trilha de Trolls

    7 de maio de 2016 /

    Justin Timberlake divulgou o vídeo da música “Can’t Stop the Feeling”, que faz parte da trilha da animação “Trolls”. A participação do cantor no filme não se resume à esta música. Ele também é um dos dubladores principais, além de produtor musical e autor de três canções inéditas da trilha. A animação será um musical e levará para os cinemas aqueles bonecos de cabelos arrepiados que viraram febre nos anos 1960 e tiveram um grande revival há 20 anos. Timberlake protagonizará o longa ao lado de Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”). Os dois viverão o casal de trolls Branch e Princesa Poppy, numa aventura descrita como “épica”. Além deles, a produção terá as vozes originais da cantora Gwen Stefani (“O Aviador”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Russell Brand (“Rock of Ages”), Kunal Nayyar (série “The Big Bang Theory”), Ron Funches (“O Durão”) e da dupla musical Icona Pop. A maioria deles aparece dançando e cantando no vídeo de “Can’t Stop the Feeling”. No filme, a música também será acompanhada pelo elenco completo. E é mesmo uma canção contagiante, que pode repetir sucesso de “Happy”, de Pharrell Williams, criada para o desenho “Meu Malvado Favorito 2” e indicada ao Oscar em 2014. A trilha da produção também contará com dois covers: “Sounds of Silence”, de Simon & Garfunkel, e “True Colors”, de Cyndi Lauper (cantada em dueto por Timberlake e Kendrick). Com roteiro de Erica Rivinoja (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”) e direção de Mike Mitchell (“Alvin e os Esquilos 3”) e Walt Dohrn (roteirista de “Shrek 2”), “Trolls” estreia em 27 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos cinemas americanos.

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    Radiohead divulga novo clipe com direção de Paul Thomas Anderson

    6 de maio de 2016 /

    A banda britânica Radiohead divulgou seu segundo clipe em menos de uma semana semana, “Daydreaming”, três dias após surpreender os fãs com “Burn the Witch”. O novo vídeo tem direção do cineasta americano Paul Thomas Anderson, que costuma trabalhar com o guitarrista Jonny Greenwood nas trilhas de seus filmes – os dois colaboraram em “Sangue Negro” (2007), “O Mestre” (2012) e “Vício Inerente” (2014). “Daydreaming”, por sinal, tem clima de trilha cinematográfica. Trata-se de um pós-rock melancólico, com arranjo de cordas e piano, marcado por progressão minimalista e dissonâncias. Mas, ao receber o vocal abissal de Thom Yorke, ela possibilita uma definição mais sintética: chata. Se Greenwood parece monopolizar os bastidores da canção, quem põe sua cara torta no vídeo é o cantor. Ele recebe diversos closes enquanto caminha, de moleton e cabelo ensebado, acompanhado de perto pela câmera de Anderson. O traveling é uma coleção de portas abertas para diferentes ambientes, que levam Yorke por estacionamentos, lojas, casas, praia, floresta e neve, até revelar seu destino numa caverna primordial, enquanto a melodia se torna gutural e hibernante – com direito a “roncos” de cordas. Literalmente coloca o ouvinte para dormir. A música faz parte do próximo álbum da banda, ainda sem título, que deverá receber lançamento digital no domingo (8/5).

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    Lenda urbana sobre a banda The Smiths vai virar filme

    6 de maio de 2016 /

    A banda inglesa The Smiths lançou o hit “Panic” em 1986, conclamando seus fãs a enforcarem os DJs das rádios que não tocavam músicas que tinham a ver com suas vidas. Poucos meses depois, a letra inspirou um fã incondicional a tentar invadir uma rádio americana, em Denver, para manter o DJ como refém, obrigando-o a tocar repetidamente as músicas dos Smiths. Com o passar dos anos, a história ganhou status de lenda urbana e o sequestro radiofônico até inspirou a trama de uma comédia, “Os Cabeça-de-Vento” (1994). Mas, agora, a “lenda real” de 1987 vai virar um filme dramático, segundo o jornal inglês The Guardian. A produção terá o título de outra música dos Smiths, “Shoplifters of the World”, e será estrelada e produzida por Joe Manganiello (“Magic Mike”). Direção e roteiro estão a cargo de Stephen Kijak, responsável por documentários musicais sobre os Rolling Stones, Scott Walker e Jaco Pastorius. E o projeto conta com a benção de Morrissey, que facilitou a negociação dos direitos das músicas da banda para a produção. “Kijak e Morrisey já se conheciam há algum tempo e o vocalista concordou em oferecer o catálogo de músicas para o filme. Não saiu barato, mas temos a bênção de Morrissey para avançar com o projeto sobre Smiths. Eu sou um grande fã da banda. Estou animado e apaixonado pelo projeto”, declarou Manganiello. O cantor dos Smiths foi, por sinal, quem mais atuou para divulgar essa lenda, contando a história em entrevistas e em sua biografia. Mas a verdade é que, segundo a imprensa de Denver da época, o jovem fã de 18 anos se arrependeu em cima da hora e se entregou para a polícia, armado com um rifle, um LP e sete fitas K7 dos Smiths, no estacionamento da rádio. Ele nunca entrou na emissora, sendo recolhido pela polícia para uma avaliação psiquiátrica. Para a polícia de Denver em 1987, só mesmo um louco adoraria aquela banda inglesa obscura, com letras depravadas e um cantor de inclinação sexual suspeitíssima. O filme ainda não tem data de lançamento prevista. Além dele, há outro longa sobre os Smiths em desenvolvimento: uma cinebiografia de Morrissey intitulada “Steven”, com roteiro e direção de Mark Gill, indicado ao Oscar pelo curta “The Voorman Problem” (2011).

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