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  • Música

    The Beatles: Trailer de documentário mostra a história dos shows da banda mais popular que Jesus Cristo

    29 de julho de 2016 /

    O Studiocanal divulgou o trailer do documentário “The Beatles — Eight Days a Week — The Touring Years”, dedicado aos shows da banda. A prévia traz imagens conhecidas, mas também registros raros dos bastidores das turnês do quarteto no começo dos anos 1960, com direito a muitas fãs histéricas, correria e caos, numa síntese do frenesi da Beatlemania em seu auge. Dirigido pelo cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”), o filme também inclui novos depoimentos de Paul McCartney e Ringo Starr, que se juntam a imagens de arquivo de John Lennon e George Harrison na recordação do período mais popular da banda. Os Beatles só fizeram shows de 1962 a 1966, quando, numa atitude impensável para os dias de hoje, decidiram parar de tocar ao vivo. “Éramos crianças. Estávamos um pouco assustados”, diz Paul no trailer. A histeria era tanta que era impossível ouvir as músicas durante os shows, apenas os gritos intermináveis das fãs. Na época, isso levou John Lennon a dizer os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo. O que rendeu polêmica e ajudou o grupo a repensar a forma como continuaria a trabalhar. “Começamos a ficar de saco cheio. E procuramos novos caminhos para seguir”, explica Paul. Ao decidirem abandonar os palcos, os Beatles passaram a concentrar seus esforços no estúdio, dedicando-se a aperfeiçoar suas gravações, o que originou uma revolução musical, culminando no disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (1967), marco da psicodelia que levou a técnica da mixagem e efeitos sonoros a um nível nunca antes ouvido – quando os discos ainda eram gravados em apenas quatro canais de som. O documentário estreia em 15 de setembro no Reino Unido, no dia seguinte nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Anitta grava clipe “latino” com diretor de filmes B de ação

    28 de julho de 2016 /

    Anitta troca sua vontade de ser a Beyoncé brasileira pelo desejo de virar Shakira no clipe de “Sim Ou Não”, música que junta levada latina à batidas eletrônicas, e que conta com participação do cantor colombiano Maluma. Apesar de encenado num lugar fechado, que evoca um club dançante qualquer, a gravação foi feita no México, com direção do dominicano Jessy Terrero, que assina produções de Jennifer Lopez, Ricky Martin, Enrique Iglesias, Wisin & Yandel e, claro, Maluma. Ele também já dirigiu filmes B de ação, como “O Rei das Armas” (2010) e “Assassinos de Aluguel” (2012), ambos estrelados pelo rapper 50 Cent – o último, por sinal, com participação de ninguém menos que Robert De Niro. Mas, curiosamente, o resultado do clipe sugere uma versão mais comportada de “Work”, de Rihanna.

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  • Música

    Trolls: Anna Kendrick canta “The Sound of Silence” em cena da animação

    26 de julho de 2016 /

    A DreamWorks Animation divulgou a primeira cena completa da animação “Trolls”. A prévia mostra a dinâmica entre os protagonistas, o mau-humorado Tronco (Branch, em inglês, dublado pelo cantor Justin Timberlake) e a insanamente feliz Poppy (Anna Kendrick, de “A Escolha Perfeita”), que vê o mundo cor-de-rosa como ela própria. Reclamando da cantoria interminável de Poppy e pedindo por silêncio, Tronco é premiado com uma performance particular de “The Sound of Silence”, o clássico folk cinquentão de Simon & Garfunkel. A dupla se vê sozinha após sua vila ser atacada por um gigante e feioso Berguen e precisa superar suas diferenças para derrotar o inimigo e salvar o resto dos trolls. Com roteiro de Erica Rivinoja (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”) e direção da dupla Mike Mitchell (“Alvin e os Esquilos 3”) e Walt Dohrn (roteirista de “Shrek 2”), o filme transforma aqueles bonecos de cabelos arrepiados que foram febre nos anos 1960 e 1990 em criaturinhas animadas. Seu criador, o lenhador dinamarquês Thomas Dam, concebeu os bichos feios como presente para sua filhinha em 1959, batizando-os de Trolls. Concebido como uma animação musical, “Trolls” ainda traz as vozes originais de Zooey Deschanel (série “New Girl”), Gwen Stefani (“O Aviador”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Russell Brand (“Rock of Ages”), Kunal Nayyar (série “The Big Bang Theory”), Ron Funches (“O Durão”) e da dupla Icona Pop. A estreia acontece em 27 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Música

    The Get Down: Série de hip-hop de Baz Luhrman ganha novo trailer empolgante

    25 de julho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou um novo trailer de “The Get Down”, série sobre a origem do hip-hop criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), que tem tudo para ser o que “Vinyl” prometia. A prévia mostra uma reconstituição de época apurada, do figurino ao tom contraditório de miséria e festa dos anos 1970, destacando breakdancers, DJs e a febre da discoteca, mas também uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel e seu pai conservador (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, o trailer empolgante revela a incorporação de fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. A série vai se passar no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, no começo dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54. O elenco ainda inclui Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”), Justice Smith (“Cidades de Papel”) e uma nova geração de atores negros e latinos, entre eles o estreante Mamoudou Athiem, intérprete de Grandmaster Flash. O rapper Nas também foi alistado como produtor da série, que estreia em 12 de agosto.

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    Esquadrão Suicida: Novo trailer destaca a trilha e revela mais sobre a missão dos vilões

    23 de julho de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou uma nova prévia de “Esquadrão Suicida”, repleta de cenas inéditas, com destaque para as músicas da trilha sonora da produção. Concebido para a San Diego Comic-Con, o trailer também revela mais detalhes sobre a missão e as criaturas que os vilões vão enfrentar. O longa acompanha um grupo de supervilões alistados pelo governo para uma missão suicida, em troca da redução de suas sentenças. A lista de personagens inclui Pistoleiro (Will Smith, também de “Golpe Duplo”), Arlequina (Margot Robbie, de “Golpe Duplo”), Coringa (Jared Leto, de “Clube de Compra Dallas”), Rick Flagg (Joel Kinnaman, de “RoboCop”), Capitão Bumerangue (Jai Courteney, de “Divergente”), El Diablo (Jay Hernandez, de “O Albergue”), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje, de “Pompeia”), Katana (a estreante Karen Fukuhara), Amarra (Adam Beach, de “A Conquista da Honra”), Magia (Cara Delevingne, de “Cidades de Papel”) e Amanda Waller (Viola Davis, da série “How to Get Away with Murder”), responsável por juntar essa turma barra-pesada. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    5 Seconds of Summer vira “versão masculina” das Caça-Fantasmas em clipe da trilha sonora

    23 de julho de 2016 /

    A boy band australiana 5 Seconds of Summer divulgou o clipe de “Girls Talk Boys”, que faz parte da trilha do filme “Caça-Fantasmas”. Numa ideia “original”, o clipe mostra uma “versão masculina” do quarteto de caça-fantasmas, interpretados pelos boys da banda, em meio a cenas do filme. “Caça-Fantasmas” estreou na semana passada e não foi muito bem nas bilheterias. Mas a trilha sonora, lançada no começo de julho, teve desempenho pior: simplesmente não emplacou no Top 200 da revista Billboard.

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    Empire: Taye Diggs viverá político “à la Obama” na 3ª temporada da série

    19 de julho de 2016 /

    O ator Taye Diggs (séries “Private Practice” e “Murder in the First”) vai participar da 3ª temporada de “Empire”, no papel de um político “à la Barack Obama”, na comparação do site TV Line. O personagem de Diggs se chama Angelo Dubois, um advogado formado em Harvard que escolheu fugir do setor privado para se dedicar à política. Ele deve estrear no episódio de estreia da nova temporada da série. Criada por Lee Daniels e Danny Strong (respectivamente, diretor e roteirista de “O Mordomo da Casa Branca”), a atração acompanha os bastidores do império musical construído pelo empresário Lucious Lyon (Terrence Howard) na indústria do hip-hop. O executivo faz de tudo para se manter no poder, inclusive enganar a família e matar quem lhe ameaça. A 3ª temporada da série estreia em 21 de setembro, na rede americana Fox. No Brasil, a série é exibida no canal pago FoxLife.

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    De Volta para o Futuro: Michael J. Fox se junta ao Colplay para tocar ao vivo as músicas do filme

    18 de julho de 2016 /

    O ator Michael J. Fox se juntou à banda Coldplay durante um show em Nova Jersey, onde tocou duas músicas da trilha do clássico “De Volta Para o Futuro” (1985). Portando a famosa guitarra Gibson Les Paul vista no filme, o ator tocou “Earth Angel” e “Johnny B. Goode” com a banda de Chris Martin. O encontro foi precedido por um vídeo com um pedido do filho de Martin, Moses, para que o pai cantasse uma música do seu “filme preferido”. A aparição de Michael J. Fox foi uma surpresa para o público que presenciou a performance. Veja abaixo o vídeo do show, seguido pela inesquecível interpretação original de “Johnny B. Goode” no filme.

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    Janis – Little Girl Blue prefere as desgraças da vida à música de Janis Joplin

    18 de julho de 2016 /

    Perturba bastante no documentário “Janis – Little Girl Blue” o modo como a diretora Amy Berg expõe de maneira tão enfática a dor e a solidão de Janis Joplin. Muitas vezes, usando apenas as letras de suas canções, simples, mas que sempre falavam da falta de alguém ou de relacionamentos em geral. Inclusive, há uma cena em que Janis fala, antes de começar a cantar “Cry baby”, sobre o caso do sujeito que ela conheceu no Brasil e que resolveu ir embora porque não aguentava vê-la envolvida com heroína. O fato de ela dizer, pra todo mundo ouvir, é tocante, mas ao mesmo tempo incômodo. As entrevistas que ela dava à imprensa também não ofereciam muita coisa. Demonstravam mais sua insegurança e os repórteres sabiam disso e tocavam na ferida. Assim como iam buscar sua pior fase de escola e faculdade, quando ela sofria bullying por ser diferente e estar fora dos padrões de beleza vigentes naquela cidadezinha do Texas que ela preferiu deixar pra trás, em busca da alegria de ser uma grande cantora em São Francisco e além. E isso ela conseguiu em bem pouco tempo, quando integrou a Big Brother Holding Company. Ela acabou ficando maior do que a banda e logo se lançou em carreira solo. A relação com as drogas passa um certo ar de déjà vu, repetindo o périplo de outros documentários recentes e superiores sobre outras cantoras fantásticas: “Amy”, de Asif Kapadia, e “Cássia Eller”, de Paulo Henrique Fontenelle. Comparado a estas duas obras, o filme sobre Janis fica até pequeno, tanto porque sua história de vida não é tão bem explorada, quanto pelas imagens de arquivo não serem suficientemente ricas. Ao menos, as cartas de Janis, narradas por Cat Power, vez ou outra, funcionam como um elemento pessoal bem-vindo. Ao enfatizar o lado mais pessoal de Janis, acaba faltando espaço para o documentário explorar a força de sua música. As únicas que merecem espaço no documentário – e merecidamente, por serem lindas – são “Summertime”, que tem aquele solo de guitarra maravilhoso e uma interpretação fantástica de Janis, numa reinvenção genial do clássico de George Gershwin, e “Me and Bobby McGee”, composição de Kris Kristofferson e Fred Forster, já da última fase da cantora, quando ela conheceu um produtor que soube ensiná-la a trabalhar melhor o vocal, rendendo uma canção menos gritada e mais sutil. No mais, não há como não ficar comovido com o caso do telegrama ao final do filme, que mostra mais uma dessas histórias de amor prestes a bater à sua porta, mas que a falta de paciência faz se perder. No caso dela, então, é de se lamentar mesmo. Morrer é fácil. Viver é que é difícil.

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    Filme sobre a banda Planet Hemp vai chegar aos cinemas em 2017

    17 de julho de 2016 /

    A história da banda Planet Hemp vai entrar em cartaz nos cinemas em 2017. Atualmente na reta final de suas filmagens, o longa, intitulado “Anjos da Lapa”, tem o ator Renato Góes (minissérie “Ligações Perigosas”) no papel do rapper Marcelo D2, roteiro de Felipe Braga (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”) e direção da dupla Johnny Araújo (“Depois de Tudo”) e Gustavo Bonafé (assistente na série “Destino: São Paulo”). Com a produção, Araújo se consagra como um dos cineastas mais roqueiros do cinema brasileiro, tendo feito muitos clipes (inclusive de Marcelo D2) e estreado no cinema com “O Magnata” (2007), filme escrito por Chorão, o falecido vocalista da banda Charlie Brown Jr. O elenco também destaca Ícaro Silva (“O Inventor de Sonhos”) no papel de Skunk, co-fundador da banda, que morreu de Aids em 1994, antes do lançamento do primeiro disco. A trama terá a reconstituição dos primeiros shows da banda, no Rio e em São Paulo nos anos 1990, mas focará basicamente na história de amizade entre D2 e Skunk, que originou o Planet Hemp, com direito a perseguição policial e melodrama da vida real. A previsão é chegar aos cinemas no primeiro semestre de 2017.

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    Empire: Terrence Howard e Taraji P. Henson ilustram pôster da 3ª temporada

    16 de julho de 2016 /

    A rede americana Fox divulgou o pôster da 3ª temporada de “Empire”, que reúne o casal protagonista, vivido por Terrence Howard (“Homem de Ferro”) e Taraji P. Henson (série “Person or Interest”). “Empire” é o primeiro projeto televisivo do cineasta Lee Daniels (“O Mordomo da Casa Branca”), criado em parceria com o roteirista Danny Strong (também de “O Mordomo da Casa Branca”), e gira em torno de uma família proprietária de uma gravadora de hip-hop. Um dos maiores sucessos recentes da TV americana, a série chega a atingir 21,2 milhões de telespectadores por episódio, quando somadas todas as suas plataformas de exibição. A 3ª temporada estreia em 21 de setembro nos EUA. No Brasil, a série é exibida no canal pago FoxLife.

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    Roadies: Eddie Vedder fará participação na série do diretor Cameron Crowe

    14 de julho de 2016 /

    O cantor Eddie Vedder, da banda Pearl Jam, fará uma participação na série “Roadies”, criada pelo cineasta Cameron Crowe (“Quase Famosos”). Crowe tem ótima relação com o músico, após ter dirigido o documentário “Pearl Jam Twenty” (2011). Além disso, o empresário da banda, Kelly Curtis, serve como produtor de “Roadies”. Segundo a revista Entertainment Weekly, Vedder vai participar do episódio final da 1ª temporada, que irá ao ar em 28 de agosto nos EUA. Além dele, também estão previstas aparições de outros músicos na season finale, como Jackson Browne, Robyn Hitchcock, Jim James (da banda My Morning Jacket), Nicole Atkins, Gary Clark Jr, Jess Wolfe e Holly Laessig (ambos da banda Lucious). Infelizmente, porém, a iniciativa pode ter vindo tarde. Além de críticas negativas (só 33% de aprovação no Rotten Tomatoes), a série tem uma audiência abismal, vista por pouco mais de 300 mil pessoas por episódio, muito pouco até para o canal pago Showtime. Escrita e dirigida por Cameron, a série foca o pouco decantado mundo dos roadies, assistentes de palco que fazem o transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama vai acompanhar uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, num diálogo da própria atração, como a combinação de um filme de Fellini com um episódio da série dos Monkees. A produção de “Roadies” é do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e o elenco inclui Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”), Machine Gun Kelly (“Nos Bastidores da Fama”), Ron White (“Perseguição Implacável”) e Peter Cambor (série “NCIS: Los Angeles”).

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    La La Land: Ryan Gosling se apaixona por Emma Stone em trailer de musical

    13 de julho de 2016 /

    A Lionsgate divulgou o primeiro trailer do filme “La La Land”, dirigido por Damien Chazelle. Como em “Whiplash” (2014), o filme de estreia do cineasta, a trama também é focada num músico de jazz, mas com uma embalagem de musical hollywoodiano. A prévia mostra elementos característicos do gênero, como a dança que se transforma em fantasia com efeitos de animação, além de cenas de interpretação musical, em que é possível ver John Legend, vencedor do Oscar 2015 de Melhor Canção por “Glory” (do filme “Selma”), tocando guitarra com o personagem vivido por Ryan Gosling (“Dois Caras Legais”). Na trama, Gosling vive um pianista que se apaixona por uma atriz aspirante (Emma Stone, de “O Espetacular Homem-Aranha”). Além do casal, que volta a contracenar pela terceira vez, o elenco também conta com participação de J.K. Simmons, vencedor do Oscar 2015 de Melhor Ator Coadjuvante justamente por “Whiplash”. O filme foi selecionado para abrir o Festival de Veneza em 31 de agosto, mas só terá estreia comercial em 16 de dezembro nos EUA, na reta final de qualificação para o Oscar 2017. O lançamento no Brasil está marcado para 12 de janeiro.

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