Scorsese diz que não fará mais cinebiografia de Sinatra por causa da família do cantor
O diretor Martin Scorsese revelou ter desistido de filmar a cinebiografia de Frank Sinatra, que ele vinha desenvolvendo há muitos anos. E a culpa seria dos herdeiros do cantor. “Não podemos fazê-la”, disse Scorsese, em entrevista ao jornal canadense The Toronto Sun. “Acho que finalmente acabou. [Os herdeiros de Sinatra] Não vão concordar.” “Algumas coisas são muito difíceis para uma família e eu entendo completamente”, disse o diretor. “Mas se eles esperam que eu faça o filme, não podem exigir certas coisas. O problema é que o homem era muito complexo. Todas as pessoas são complexas – mas Sinatra era particularmente complexo.” O diretor começou a trabalhar na cinebiografia em 2009, envolvendo os roteiristas Phil Alden Robinson (“Campo dos Sonhos”) e Billy Ray (“Jogos Vorazes”) no roteiro da produção. Quando o projeto pareceu que ia sair do papel, após a estreia de “A Invenção de Hugo Cabret” (2011), Leonardo DiCaprio chegou a ser cotado como possível protagonista.
Comercial legendado de Cinquenta Tons Mais Escuros anuncia a pré-venda de ingressos
A Universal divulgou um novo comercial da continuação de “Cinquenta Tons de Cinza”, que anuncia o início da pré-venda de ingressos, entre cenas do reencontro romântico entre Anastasia Steele (Dakota Johnson) e Christian Grey (Jamie Dornan). Dirigido por James Foley (série “House of Cards”), “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia em 10 de fevereiro de 2017, às vésperas do Dia dos Namorados no hemisfério norte. No Brasil, o lançamento acontece seis dias depois, em 16 de fevereiro.
Clipe junta Anitta, Simone & Simaria para dançar de shortinho e camiseta molhada
A união do sertanejo de Simone & Simaria com o funk de Anitta evoca o axé de outros carnavais – um reggaeton baiano, se preferir. E se o som de “Loka” não é exatamente inovador, o clipe dirigido por Anselmo Trancoso é ainda mais elementar, com direito a fogo, chuva, shortinhos e meias rendadas. O trio elétrico canta e dança num cenário de ferro-velho, entre carros em chamas e um climão de vídeos apocalípticos dos anos 1990, época, por sinal, em que os clipes não tinham vergonha de parecer sexistas por terminarem com mulheres rebolando de camiseta molhada por chuva artificial. Como a letra fala de mulher que supera uma traição indo curtir uma balada, vale avisar aos fãs que é mais fácil um ferro-velho parecer sinistro para mulheres de camiseta molhada do que virar cena de balada esfuziante. Como registro, a gravação ainda marca a segunda incursão de Anitta pelo universo sertanejo, após parceria com Luan Santana.
Documentário afirma que David Bowie só soube que seu câncer era terminal três meses antes de morrer
Um novo documentário sobre David Bowie, produzido pela rede BBC, afirma que o cantor britânico só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário “David Bowie: The Last Five Years”, o cantor descobriu que morreria em poucos meses enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. “Soube no fim de semana da gravação que ele tinha se inteirado de que tudo havia terminado”, diz o diretor do clipe, Johan Renck, em entrevista para o documentário. Bowie veio a morrer logo em seguida à gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado o 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte. “David Bowie: The Last Five Years” é dirigido por Francis Whately (que também fez “David Bowie: Five Years” sobre o auge do cantor nos anos 1970) será exibido no sábado (7/1) pela BBC, em homenagem aos 70 anos de nascimento do artista e ao primeiro aniversário de sua morte.
Cinebiografia do guitarrista Django Reinhardt vai abrir Festival de Berlim
A organização do Festival de Berlim anunciou que sua edição de 2017 será aberta por “Django”, cinebiografia francesa sobre o lendário guitarrista de jazz Django Reinhardt. O filme também integrará a competição oficial do Urso de Ouro. “Django” é o primeiro longa-metragem dirigido por Etienne Comar, roteirista e produtor de obras como “Homens e Deuses” (2010), “Os Sabores do Palácio” (2012) e “Meu Rei” (2015). O ator francês de origem argelina Reda Kateb (“A Hora Mais Escura”) interpreta o papel principal, numa trama centrada na fuga de Reinhardt da Paris ocupada pelos nazistas, em 1943. Segundo o diretor do Festival de Berlim, Dieter Kosslick, o “perigo constante, a fuga e as atrocidades cometidas contra sua família não foram capazes de fazê-lo parar de tocar.” Reinhardt foi perseguido pelos nazistas por sua origem cigana. O presidente do júri deste ano será o cineasta holandês Paul Verhoeven, atualmente em cartaz nos cinemas com “Elle”, que concorre ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e foi um dos 15 melhores filmes lançados em circuito limitado no Brasil em 2016. O Festival de Berlim ocorrerá entre 9 e 19 de fevereiro de 2017 na capital da Alemanha, e contará com a exibição de quatro longa-metragens brasileiros.
James Van Der Beek vai viver o DJ Diplo em série de comédia
O ator James Van Der Beek, que encarnou o protagonista da série clássica “Dawson’s Creek” e, mais recentemente, esteve em “Don’t Trust the B—- in Apartament 23” e “CSI: Cyber”, vai voltar às séries para interpretar ninguém menos que o DJ e produtor musical Diplo. Intitulada “What Would Diplo Do?”, a comédia será a primeira série original do canal Viceland e terá seis episódios em sua 1ª temporada. A atração é baseada num vídeo promocional feito para o YouTube, intitulado “A Day in the Life”, que traz Van Der Beek interpretando Diplo, ao anunciar um evento organizado pelo DJ. O vídeo mostra uma versão exagerada da vida do produtor, que acorda ao som de uma harpista, conta com elfos para mixar suas produções e treina contra ninjas para evitar haters. Veja abaixo. Para quem não conhece Diplo, cujo nome real é Thomas Wesley Pentz, ele é parte das duplas eletrônicas Major Lazer e Jack Ü, além de ter uma bem-sucedida carreira solo e ser um produtor renomado, que já trabalhou com Madonna, Britney Spears, Justin Bieber, Beyoncé, Usher, Ellie Goulding e muitos mais. Ele também é fã do funk carioca e dirigiu um documentário, “Favela on Blast” (2008), sobre a cena. “What Would Diplo Do?” terá produção executiva de Van Der Beek e Diplo, que dividirão o trabalho de showrunners. O cineasta Spike Jonze (“Ela”), que é co-presidente da Viceland, também vai supervisionar o projeto. Já a direção ficou a cargo de Brandon Dermer, responsável pelo clipe “A New Beginning”, de Wolfie’s Just Fine, um dos 15 melhores de 2016 na lista da Pipoca Moderna.
Novo trailer de Cinquenta Tons Mais Escuros destaca a música de Taylor Swift
A Universal divulgou o novo trailer da continuação de “Cinquenta Tons de Cinza”, que tem como principal destaque sua trilha sonora: um dueto entre Taylor Swift e Zayn Malik, ex-One Direction. Ainda sem legendas, a prévia acompanha “I Don’t Wanna Live Forever” com cenas divulgadas em trailers anteriores, reeditadas e estendidas para render a duração da música. Mas há algumas novidades breves, especialmente no clímax, onde se dá o confronto entre Anastasia Steele (Dakota Johnson) e uma ex-namorada psicótica (Bella Heathcote, de “Demônio de Neon”) de Christian Grey (Jamie Dornan). Dirigido por James Foley (série “House of Cards”), “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia em 10 de fevereiro de 2017, às vésperas do Dia dos Namorados no hemisfério norte. No Brasil, o lançamento acontece seis dias depois, em 16 de fevereiro.
Ryan Gosling agradece Debbie Reynolds por ter sido inspiração para La La Land
O ator Ryan Gosling homenageou a atriz Debbie Reynolds, falecida na semana passada, ao receber um prêmio de seu novo filme, “La La Land – Cantando Estações”. Durante a cerimônia do Palm Springs Film Festival, na Califórnia, o ator agradeceu a Reynolds “por sua maravilhosa carreira”, e contou que, durante as filmagens de “La La Land”, o elenco buscou inspiração diária nas cenas protagonizadas pela atriz em seus filmes, especialmente “Dançando na Chuva” (1952). Ele classificou Debbie Reynolds como “um talento verdadeiramente incomparável”. “La La Land” é considerado uma carta de amor aos musicais clássicos de Hollywood e é favorito ao Oscar 2017. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Emma tone) que se apaixona por um pianista de bar (Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. Vencedor do Critics Choice Awards e do Festival de Toronto, eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, além de ter rendido à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, “La La Land” ainda concorre a sete prêmios no Globo de Ouro. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.
Retrospectiva: Os 15 melhores clipes brasileiros de 2016
O visual colorido de Anitta se tornou referência entre os clipes nacionais, mas o que realmente marcou a produção do gênero em 2016 foi o fato de os melhores vídeos musicais virem da cena indie. E sem dever nada ao mercado internacional, como comprovam as bandas O Terno, Baleia e Racionais MCs. O que não falta na seleção abaixo são boas ideias, execução caprichada e originalidade. Confira. Alencastro: No Mo’ Bitches Anitta Part. Jhama: Essa Mina É Louca Antonia Morais: A Santa Maquina Atalhos: Sozinho Contra Todos Baleia: Volta Boogarins: Cuerdo Céu: Perfume do Invisível Golden Duck Orchestra: On Sale Juliana Cortes: O Mal Kalouv: Peixe Voador O Terno: Ai, Ai, Como Eu Me Iludo Racionais MCs: Um Preto Zica Samuca e a Selva: Madurar The Drone Lovers: Chemical Reaction Vanguart: Eu Sei Onde Você Está
Retrospectiva: Os 15 melhores clipes musicais de 2016
A lista de melhores clipes de 2016 não poderia deixar destacar o “disco visual” “Lemonade”, de Beyoncé, obra que marcou o ano pela ousadia e qualidade. Igualmente impactante foi a despedida sombria de David Bowie, que saiu de cena com um clipe sobre sua própria morte. Mas a seleção não se limita aos medalhões, buscando equilibrar gêneros com o melhor do indie, da música eletrônica e do rap. Entre as cenas, também surgem alguns rostos conhecidos do cinema e das séries, como Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) e Rosamund Pike (“Garota Exemplar”). Confira abaixo. Beyoncé: Formation David Bowie: Lazarus DJ Shadow feat. Run The Jewels: Nobody Speak Grimes: Kill V. Maim Hinds: Warts Jamie xx: Gosh Massive Attack: Voodoo In My Blood Miike Snow: Genghis Khan Mitski: Happy OK Go: Upside Down & Inside Out Poliça: Wedding Pup: Sleep in the Heat ScHoolboy Q: JoHn Muir The Avalanches: Because I’m Me Wolfie’s Just Fine: A New Beginning
Disney libera trecho oficial da música de Emma Watson em A Bela e a Fera
Era inevitável. Depois dos fãs registrarem na internet a “versão boneca” da música-tema de Bela, no filme “A Bela e a Fera”, a Disney liberou o trecho oficial de “Something There” com a voz de Emma Watson. O resultado é bem melhor que o som de radinho de pilha, que acompanha as bonecas da personagem, mas resultou ainda mais meloso e, para usar uma palavra da época em que se fazia músicas assim, cafona. Ouça abaixo. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Here's your exclusive first listen of @EmmaWatson singing 'Something There' from Beauty and the Beast. #BeOurGuest pic.twitter.com/AWpcrDmELY — Beauty and the Beast (@beourguest) December 31, 2016
Vídeo legendado de La La Land revela que Ryan Gosling aprendeu a tocar piano para o filme
A Paris Filmes divulgou três um vídeo legendado de bastidores de “La La Land – Cantando Estações”, que destaca o aspecto musical da produção. Os depoimentos abordam a participação do músico John Legend e como Ryan Gosling se dedicou a aprender a tocar piano para o papel. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Emma tone) que se apaixona por um pianista de bar (Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. Vencedor do Critics Choice Awards e do Festival de Toronto, eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, além de ter rendido à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, “La La Land” ainda concorre a sete prêmios no Globo de Ouro. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.
Seu Jorge vai viver Pixinguinha no cinema
O cantor Seu Jorge vai encarnar Pixinguinha (1897-1973), o lendário compositor de “Carinhoso”, numa cinebiografia. Ele assinou contrato para protagonizar “Pixinguinha — Um Homem Carinhoso”, cujas filmagens estão previstas para acontecer entre janeiro e fevereiro no Rio. O elenco também inclui Taís Araújo (“O Roubo da Taça”) como Beti, mulher do músico, e deve contar com Lázaro Ramos (“Mundo Cão”), atualmente em negociação para interpretar o também flautista Alfredo da Rocha Vianna, pai do protagonista. O longa vai priorizar o período dos anos 1940 e trará Seu Jorge tocando de verdade a flauta — uma das especialidades de Pixinguinha — para conferir credibilidade à representação do maestro, músico e compositor carioca. Seu Jorge já tem bastante experiência no cinema, tendo aparecido em clássicos modernos como “Cidade de Deus” (2002) e “Tropa de Elite 2” (2010), além de ter se destacado até em produções internacionais, como “A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004), de Wes Anderson, e no thriller “O Escapista” (2008), de Rupert Wyatt. Com lançamento previsto para outubro de 2017, a biografia de Pixinguinha vai marcar a estreia nos cinemas de Denise Saraceni, conhecida pela direção de novelas e séries da Globo. O roteiro foi escrito por Manuela Dias (“A Floresta Que Se Move”), com quem Saraceni trabalhou na minissérie “Ligações Perigosas”.












