Vídeo de bastidores de Bohemian Rhapsody traz recriação de show do Queen
O diretor Bryan Singer compartilhou um vídeo dos bastidores de “Bohemian Rhapsody”, que registra a recriação de um show da banda Queen – ao som do hit “We Will Rock You”. O mais interessante é que em primeiro plano aparece o próprio guitarrista Bryan May, misturando-se à plateia para gravar detalhes com o celular. O filme traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos. I know I posted this as a still, but it was such a cool moment. #brianmay taking #3D pics on set. #queen #bohemianrhapsody #guitar Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Out 22, 2017 às 2:39 PDT
Gabriel o Pensador lança clipe-manifesto e celebra 25 anos de carreira com protesto político
O rapper Gabriel o Pensador lançou o clipe de “Tô Feliz (Matei o Presidente) 2”, cujo título faz referência à sua primeira música e celebra 25 anos de carreira, ao mesmo tempo em que demonstra que o país só piorou, desde então, em relação à corrupção política. A letra é um verdadeiro manifesto e captura como nenhuma outra o zeitgeist, o sentimento coletivo da repulsa da população brasileira nestes tempos sinistros. O tema parte do primeiro rap lançado por Gabriel o Pensador, que em 1992 criticava o governo Collor. “Tô Feliz (Matei o Presidente)” chegou a ser censurado na época, e a controvérsia ajudou a torná-lo conhecido, especialmente por sua mãe ter trabalhado na campanha de marketing que elegeu Fernando Collor – o que demonstra sua independência de opinião. O próprio clipe se encarrega de ilustrar a história, mostrando imagens das reportagens de 25 anos atrás, enquanto Gabriel canta que era menino na época, mas agora é um adulto sofrendo com os mesmos pesadelos. O vídeo traz inúmeros brasileiros cantando o refrão, numa caixa de ressonância da indignação nacional contra a impunidade. “Mata mesmo esse vampiro. Mas um tiro é muito pouco, Gabriel”, diz a letra, ecoando o sentimento geral. Diferente de 1992, o alvo não é apenas o representante do poder executivo. Afinal, a podridão é disseminada. “Invade a Câmara e pega os sacanas distraídos com veneno na zarabatana, bem no pé do ouvido. Em nome da Amazônia desmatada. Leva um arco e muitas flechas e finca uma no coração de cada”, pede o coral grego da tragédia que é anunciada. Mas Gabriel é inteligente e salienta para os apressados que não matou ninguém, nem prega a violência, e sua exaltação metafórica resulta do saco cheio diante de tanta desfaçatez. “Eu não matei nem vou matar literalmente um presidente. Mas se todos corruptos morressem de repente, ia ser tudo diferente, ia sobrar tanto dinheiro que andaríamos nas ruas sem temer o tempo inteiro. Seu pai não ia ser assaltado, seu filho não ia virar ladrão, sua mãe não ia morrer na fila do hospital”, ele conclui, apontando quem paga pelos crimes de Brasília. “O Pensador é contra violência, mas aqui a gente peca por excesso de paciência com o rouba, mas faz dos verdadeiros marginais”, conclui a letra precisa. O clipe foi dirigido por PH Stelzer da Ganja Filmes e gravado em vários estados do Brasil.
Viva – A Vida É uma Festa: Vídeos revelam os bastidores da nova animação da Pixar
A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” nos EUA e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, ganhou três novos vídeos – dublados em inglês e sem legendas. O mais interessante revela o trabalho de pesquisa para a criação da animação, com depoimentos da equipe e dos dubladores e imagens de bastidores. Os demais são uma cena do filme e um novo comercial. A história acompanha um menino e seu cachorro numa jornada pelo plano espiritual. Proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso, a criança vai atrás de respostas. E ao segurar o violão de seu ancestral, acaba sendo “puxada” para a Terra dos Mortos. A partir daí, seus parentes falecidos tentam ajudá-lo a voltar ao mundo dos vivos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A previsão de estreia é para 4 de janeiro no Brasil, quase dois meses depois do lançamento nos EUA (em 22 de novembro).
Black Sabbath toca Paranoid em clipe do documentário do show de despedida
O Black Sabbath divulgou um clipe da performance de “Paranoid”, extraído do documentário “The End of the End”. A música é literalmente o fim do fim, a última música tocada em seu último show, que aconteceu em fevereiro na cidade inglesa de Birmingham, onde a banda se formou em 1968. O filme tem direção de Dick Carruthers, que anteriormente fez “Celabration Day”, sobre o show de reencontro do Led Zeppelin em 2007 (com Jason Bonham no lugar de seu pai falecido). “Black Sabbath: The End of the End” foi exibido simultaneamente em diversos cinemas ao redor do mundo no dia 28 de setembro. O DVD e o Blu-ray serão lançados em 17 de novembro e contém cinco apresentações extras, que foram gravadas no Angelic Studios.
Ator de Mr. Robot vira Freddie Mercury em nova foto de bastidores do filme do Queen
O diretor Bryan Singer publicou em seu Instagram uma nova foto dos bastidores de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, que destaca o ator Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, na gravação de uma cena de show. Além dele, o elenco traz Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon, sem esquecer de Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda entre 1975 e 1978, Tom Hollander (o Primeiro Ministro britânico de “Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.
Cinebiografia de Roberto Carlos vai mostrar o acidente em que o cantor perdeu a perna
A cinebiografia de Roberto Carlos vai abordar um dos maiores tabus da vida do cantor. Segundo o diretor Breno Silveira, o filme vai começar mostrando o acidente em que, aos seis anos de idade, ele perdeu parte de sua perna direita. A revelação foi feita durante o programa “Conversa com Bial”. “É o filme contado por ele, na primeira pessoa. Está partindo muito do que ele está contando da história dele. É muito bonito. O convite partiu dele. Ele se abriu, contou histórias que muita gente não sabe. O tamanho que é Roberto Carlos nesse país me deixa muito impressionado. O que mais me deixa emocionado é ver que, de certa forma, ele cantou a vida dele”, revelou o diretor no programa de TV. O episódio nunca foi abordado pelo cantor em entrevistas e costumava ser negado – e até mesmo rendido ameaças da equipe jurídica do artista. Meticuloso, Roberto Carlos sempre exerceu grande controle sobre sua imagem e chegou a processar o escritor Paulo Cesar de Araújo, que escreveu uma biografia não autorizada, “Roberto Carlos em Detalhes”, retirada das livrarias por ordem judicial em 2007. Mas, para Silveira, Roberto está em outro momento de sua vida. “Ele está num ponto bonito da vida. Chegou com uma vontade surpreendente de contar essa história. Ele está parando praticamente toda a sua agenda para conversar com a gente, se concentrar. Está tratando como se fosse um legado”, ele contou ao jornalista Pedro Bial. “Várias vezes, tem uma música que você não entende como foi feita e quando se revela a forma como ele criou, como ele viveu, como botou para fora, você vai às lágrimas… É uma responsabilidade”. O filme de Roberto Carlos será a terceira cinebiografia musical de Breno Silveira, que já filmou “2 Filhos de Francisco” (2005), sobre a vida de Zezé Di Camargo e Luciano, e “Gonzaga: de Pai para Filho” (2012), sobre Luiz Gonzaga e Gonzaguinha. Entre um e outro, ele filmou “À Beira do Caminho” (2012), drama de caminhoneiro inspirado pela música homônima de Roberto Carlos. Foi este filme que aproximou diretor e cantor. Ainda sem previsão de lançamento, o longa será narrado pelo próprio Roberto Carlos, em uma estrutura semelhante à de “2 Filhos de Francisco”. O cantor também trabalhará na produção e supervisão do projeto, terá total controle sobre a obra, escolhendo elenco e aprovando o roteiro, que é escrito por Nelson Motta e Patrícia Andrade.
Anitta canta em inglês e dança na Amazônia em clipe do DJ sueco Alesso
Anitta estrelou mais uma parceria internacional no YouTube. Após brilhar ao lado da australiana Iggy Azalea e do americano DJ Diplo (aka Major Lazer), ela aparece cantando e dançando no vídeo de “Is That For Me”, música do DJ sueco Alesso. O vídeo foi gravado no meio da Floresta Amazônica e traz Anitta entre vitórias régias, à frente de uma procissão de barcos, no coração da selva e em figurinos mesclados da C&A com um toque de “heavy tropical” faroca, que incluem sutiã de metal, bugigangas variadas e maiô de oncinha. A música integra o projeto Xeque Mate da cantora, que pretende lançar um novo clipe a cada mês.
Despacito se torna primeiro clipe a atingir 4 bilhões de visualizações no YouTube
O clipe de “Despacito”, hit dos porto-riquenhos Luis Fonsi e Daddy Yankee, tornou-se o primeiro vídeo musical a ultrapassar 4 bilhões de visualizações no YouTube. O vídeo também já tinha sido o primeiro na história do portal a chegar a 3 bilhões de visualizações, em agosto. Foram necessários apenas 200 dias, desde o lançamento em janeiro, para o clipe atingir 3 bilhões de visualizações no YouTube, e somente mais 100 dias para chegar às 4 bilhões. “Despacito” é atualmente o vídeo mais visto em 45 países, entre eles Espanha, México, Alemanha, Grécia, Portugal e Argentina, transformando o ritmo do reggaeton porto-riquenho numa febre mundial. A gravação é assistida, em média, 14 milhões de vezes por dia, com pico de 25 milhões em um só dia. Também é o vídeo com mais likes da história do YouTube: 22 milhões. Por outro lado, seus 2 milhões de dislikes também impressionam pelo tamanho da rejeição. O clipe tem direção de Carlos Perez, que já produziu vídeos para outros artistas do gênero, como Yandel (“Encantadora”) e Bomba Estéreo (“Fiesta”). As imagens foram gravadas em diferentes locações de Porto Rico, incluindo La Perla e o popular clube La Factoría na velha San Juan. A atriz, modelo e Miss Universo 2006 Zuleyka Rivera também participou de sua produção.
Beyoncé lança clipe para campanha contra a exploração de meninas
Beyoncé lançou um novo clipe. Mas “Freedom” é diferente. O vídeo da música, que faz parte do álbum “Lemonade”, lançado no ano passado pela cantora, foi produzido para marcar uma campanha mundial contra a exploração de meninas. “As meninas ao redor do mundo lutam pela sua liberdade todos os dias”, escreveu a cantora no Facebook, ao divulgar o lançamento. Estrelado por diversas garotas de diferentes países, o vídeo foi realizado em parceria com a organização The Global Goals, que pretende conscientizar o mundo para a necessidade de mudanças. E, enquanto as crianças dublam a música com poses indignadas, dados exibidos na tela chamam atenção para os problemas que elas enfrentam, como violência contra a mulher, mutilação genital, escravidão sexual e casamentos infantis.
Tyrese Gibson revela vídeo em que Dwayne Johnson xinga seu disco mais bem-sucedido
A rixa entre Tyrese Gibson e Dwayne Johnson saiu dos bastidores da franquia “Velozes e Furiosos” para se tornar bastante público. Dava para fazer um filme derivado da franquia com a briga dos dois. Após chamar Johnson de egoísta por supostamente ter atrasado o lançamento de “Velozes e Furiosos 9” para estrelar um spin-off centrado no seu personagem, o ator Tyrese Gibson resolveu revelar um vídeo em que Dwayne Johnson ataca seu disco de 2015, “Black Rose”, chamando-o de excremento negro. “Os haters vêm em muitas formas”, Gibson escreveu no post, acrescentando: “Na minha voz de Kanye West, ‘Black Rose’ é um dos melhores álbuns de R&B de todos os tempos”. No vídeo, que parece ter sido feito na época do lançamento do álbum, Johnson fala com um grupo de pessoas sobre o que achou. “Eu tenho que dizer com toda a honestidade, é o maior pedaço de bosta canina que eu já ouvi. Não deveria ser chamado de Black Rose, mas de grande pedaço de bosta preta de cachorro. Não é nem mesmo uma bosta seca, mas macia, como cocô de bebê. É assim que é o álbum. Eu nunca mais quero ouvi-lo novamente e nunca vou perdoá-lo por me fazer perder meu tempo. É como se o cachorro estivesse no meu ouvido. Filhadamãe”. O disco foi um enorme sucesso comercial, tornando-se o primeiro lançamento de R&B a estrear no 1º lugar da parada de álbuns de música pop da Billboard. Além disso, a música “Shame”, que liderou a parada de singles de R&B, foi indicada a dois prêmios Grammy (o “Oscar da música”). A divulgação do vídeo se segue às críticas de Tyrese no Instagram contra “o egoísmo” de Dwayne Johnson, após a Universal marcar o lançamento do filme derivado que ele vai estrelar para julho de 2019, fazendo com que “Velozes e Furiosos 9”, originalmente previsto para abril de 2019, fosse deslocado para abril de 2020, durante uma reformulação do calendário de lançamentos do estúdio. “Diversidade, amor, multi-étnico e multi-geracional… Família Velozes… Até Dwayne aparecer. Acho que, durante todo esse tempo, ele teve um problema porque não era o único nos cartazes dos filmes. Acho que os sonhos se tornam realidade, parabéns para Hiram Garcia e The Rock. Vocês são simplesmente incríveis, você realmente acabaram com a Família Velozes”, escreveu anteriormente Tyrese. “Parabéns para The Rock e seu cunhado e parceiro na 7 Bucks produções, Hiram Garcia, por fazer a franquia ‘Velozes e Furiosos’ ser sobre vocês – e como você, Dwayne, mesmo que me ligue eu não vou tirar esse post do ar. Fãs, vejo vocês em 2020, família Velozes, ok? Não.. É tudo sobre Dwayne, egoísta. Três anos de espera ainda vai valer a pena?”, ele questionou. Haters come in many forms…… In my Kanye voice #BlackRose is one of the greatest R&B Soul Albums of all time my single SHAME was #1 on Billboard for 16 weeks my album came in #1 on the TOP 200!!! Real R&B music lovers know….. This album is in a league of its own #BlackRose Uma publicação compartilhada por TYRESE (@tyrese) em Out 11, 2017 às 9:25 PDT
Johnny Depp é deus no novo clipe de Marilyn Manson, repleto de cenas impróprias
O cantor Marilyn Manson lançou o clipe de “Say10”, segundo single de seu novo álbum, “Heaven Upside Down”. O vídeo é bastante impróprio, com participação do ator Johnny Depp em meio a mulheres nuas, numa simulação de orgia, muito sangue e uma masturbação feminina que parece saída de webcam adulta – e impressiona ter passado pela censura do Google. O que a encenação parece sugerir é que Depp é deus e Manson say10 (a pronúncia é similar a satã, em inglês). Enquanto um aponta o dedo para o outro, as mulheres apontam para si mesmas, lá embaixo. Há também Bíblias voadoras e uma presença demoníaca tentando atravessar paredes. A direção é de Bill Yukich, que antes assinou os vídeos dos hits “Sorry”, de Beyoncé”, “Hands to Myself”, de Selena Gomez, e “See You Again”, de Wiz Khalifa – um dos clipes mais vistos da história do YouTube. “Heaven Upside Down” é o primeiro álbum de Manson desde “The Pale Emperor” de 2015. O cantor, que sofreu uma acidente de palco em 30 de setembro, quando o cenário desabou durante um show, está em fase final de recuperação e deve retomar a turnê do disco nesta semana. A expectativa é que ele venha ao Brasil em 2018.
Bryan Singer divulga fotos dos bastidores do filme da banda Queen
O diretor Bryan Singer publicou em seu Instagram as primeiras fotos dos bastidores de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen. As imagens revelam preparações fara filmagens de shows, inclusive o famoso Live Aid em 1985, além de sua interação com os músicos reais do grupo, Brian May e Roger Taylor, que são produtores do filme e se certificam que os instrumentos e as apresentações sejam fiéis. O elenco destaca Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam do filme Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (o Primeiro Ministro britânico de “Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele se assumir, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos. "you've given me a fame and fortune and everything that goes with it, and I thank you all! But it's been no bed of roses…no pleasure cruise…" #freddiemercury Actually it's been some great first weeks!!! Thanks all! #queen #bohemianrhapsody Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Out 6, 2017 às 1:29 PDT Backstage this week. Thank you #brianmay #rogertaylor #jimbeach for all the help and support! #queen #grahamking #liveaid May's original #fender #telecaster from the day:) #crazylittlethingcalledlove Thank you cast and crew for an amazing birthday surprise that I wish I could post! 😉 Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Set 16, 2017 às 12:39 PDT Pretending between set-ups #liveaid #queen #1985 Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Set 13, 2017 às 2:32 PDT
Tove Lo seduz um muppet em clipe impróprio para menores
A cantora sueca Tove Lo lançou um novo clipe provocante. Intitulado “Disco Tits”, a música é o primeiro single de seu próximo álbum, “Blue Lips”. E inicia de forma singular, com a artista entrevistada por um fantoche que parece e soa como um muppet da Vila Sésamo. Apesar do começo fofinho, o vídeo é definitivamente impróprio para crianças. Sem papas na língua, ela aproveita para criticar a forma como os americanos falam seu nome e explica o significado sexual do título de seu álbum anterior, “Lady Wood”, o que leva os produtores do programa a suspenderem a gravação. É quando ela aproveita para seduzir o muppet, convidando-o a conhecer outros sabores, além do baunilha da atração infantil. O que acontece a seguir é uma escapada com direito a muita sensualização, que destaca os “Disco Tits” da cantora e contextualiza o título do novo álbum, “Blue Lips”, resultado de excesso de sexo oral. A direção é de Tim Erem, que dirigiu o semi-explícito “Fairy Dust” e o cinematográfico “Fire Fade” da cantora, além de “Close”, de Nick Jonas, do qual ela participa, e “Work”, de Rihanna. Já o terceiro álbum de Tove Lo, “Blue Lips”, tem lançamento previsto para novembro.











