Pabllo Vittar dá beijão no americano Diplo em seu novo clipe dançante
Depois de irritar conservadores com sua parceria sensual com Lucas Lucco em “Paraíso” – veja abaixo o clipe estilo “Lagoa Azul” – , Pabllo Vittar foi além das caras e bocas em seu novo vídeo musical. Em “Então Vai”, a drag queen aparece dando um beijão no DJ americano Diplo. O vídeo é uma celebração do amor e da diversidade, com Pabllo usando um maiô com as cores do arco-íris – e da bandeira LGBT+ – , e também inclui beijos de outros casais, inclusive heteros. Diplo não participou da música apenas para beijar. Ele produziu a gravação, que tem na batida e no arranjo dançante o seu maior trunfo. Trata-se da segunda colaboração entre o americano e a brasileira. Vittar cantou com Anitta o hit “Sua Cara”, produzido por Diplo para seu projeto musical Major Lazer (relembre o clipe aqui). O clipe marca a primeira parceria de Pabllo com a C&A. Nos mesmos moldes dos últimos vídeos musicais de Anitta, a rede vai vender os looks da cantora nas lojas. A direção é do fotógrafo de moda Hick Duarte. A música faz parte do primeiro álbum do cantor, “Vai Passar Mal”, lançado no ano passado. Pablo planeja lançar um último clipe do disco após o Carnaval. E já começou a trabalhar no segundo álbum.
Atriz de Ninfomaníaca se junta a Natalie Portman em musical da cantora Sia
A atriz francesa Stacy Martin (“Ninfomaníaca”) se juntou a Natalie Portman (“Jackie”) em “Vox Lux”, um musical com canções inéditas da cantora australiana Sia. O filme gira em torno de Celeste (papel de Portman), uma garota que escapa de uma tragédia para se tornar uma popstar de sucesso internacional. O filme deve se concentrar na história de transformação da vida dela ao longo de 15 anos, desde 1999 até os dias atuais. O longa também inclui em seu elenco Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e as filmagens estão previstas para começar neste mês de fevereiro com roteiro e direção de Brady Corbet, que vai usar câmeras de 65mm para projeções em grandes telas de cinema. Corbet é um jovem ator de 28 anos, de filmes como “Violência Gratuita” (2007) e “Força Maior” (2014), que estreou na direção com o impressionante “The Childhood of a Leader”, vencedor de diversos prêmios, inclusive no Festival de Veneza de 2015. “Vox Lux” ainda não tem previsão de estreia.
Kendrick Lamar revela capa e faixas do disco da trilha de Pantera Negra
O rapper Kendrick Lamar, grande vencedor do Grammy 2018, antecipou as faixas que vão compor a trilha do filme “Pantera Negra”, em uma postagem com a capa do álbum em seu Twitter. Veja abaixo. Das 14 canções, cinco tem Lamar como um dos autores. Ele é responsável pela curadoria da trilha musical do filme O comercial mais recente da produção já adiantou uma das músicas inéditas, a faixa “All the Stars”, em que o rapper divide os vocais com a cantora SZA. O disco também terá uma parceria com de Lamar com o cantor Weeknd. Além disso, o filme contará com uma música exclusiva para o mercado brasileiro, feita pelo rapper paulistano Emicida. O álbum será lançado em 9 de fevereiro, já o longa estreia no Brasil no dia 15 de fevereiro. Black Panther The Album 2/9 pic.twitter.com/MqhsEcj6iF — Kendrick Lamar (@kendricklamar) January 31, 2018
Elisabeth Moss viverá roqueira punk em filme indie
A atriz Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) vai viver uma roqueira punk no filme indie “Her Smell”, sua terceira parceria com o cineasta Alex Ross Perry – após “Cala a Boca Philip” (2014) e “Rainha do Mundo” (2015). No filme, a atriz dará vida à Becky Something, uma estrela de punk rock altamente destrutiva, que leva seus relacionamentos com os companheiros de banda, familiares e fãs até o limite, enquanto trava uma guerra para manter sua sobriedade e resgatar a criatividade que no passado conduziu sua banda a um inesperado sucesso comercial. Além de dirigir, Perry também escreveu o roteiro. E além de estrelar, Moss produzirá o longa-metragem. As filmagens vão começar na primavera (entre março e junho na América do Norte), após Moss terminar de gravar a 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série que lhe rendeu o Emmy 2017 e o Globo de Ouro 2018 de Melhor Atriz. O filme mais recente de Alex Ross Perry, “Golden Exits”, foi exibido no Festival de Sundance 2018 sob aclamação da crítica (70% de aprovação no Rotten Tomatoes) e será lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 9 de fevereiro.
Comercial legendado de Pantera Negra traz música nova de Kendrick Lamar
A Marvel divulgou um novo comercial legendado de “Pantera Negra”. O vídeo não contém cenas inéditas, mas é acompanhado pela nova música de Kendrick Lamar. Grande vencedor do Grammy 2018 na noite de domingo (28/1), o rapper é responsável pela curadoria da trilha musical do filme e também contribuiu com a faixa “All the Stars”, em que divide os vocais com a cantora SZA. O projeto marca a primeira colaboração de Kendrick Lamar para um grande filme de Hollywood. Num comunicado oficial, o rapper comentou: “‘Pantera Negra’ é incrível, do elenco ao diretor. A magnitude deste filme é um exemplo de um ótimo casamento entre arte e cultura. Eu estou verdadeiramente honrado em contribuir meu conhecimento em produção e composição junto com a visão de Ryan [Coogler, diretor] e da Marvel”. Próximo filme de super-heróis da Marvel, “Pantera Negra” estreia em 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Todd Haynes começa a trabalhar em documentário sobre a banda Velvet Underground
O projeto do documentário do cineasta Todd Haynes (“Carol”) sobre a banda Velvet Underground foi oficializado, com a divulgação de comunicado dos produtores e o início da produção. Haynes vai escrever, dirigir e produzir o filme, em parceria com a Polygram Entertainment e as gravadoras Verve e Universal, e pretende cobrir diversos tópicos, desde a formação da banda até seu impacto na música e na cultura global. “Eu não poderia estar mais entusiasmado em embarcar no meu primeiro documentário, tendo como tema uma das bandas de rock mais radicais e influentes do mundo da música: The Velvet Underground”, ele afirmou em comunicado. Danny Bennett, presidente e CEO da Verve Label Group, deu perspectiva histórica para a produção, ao lembrar: “A Verve Records contratou o Velvet Underground nos anos 1960 para expandir sua icônica trajetória no jazz e avançar os rumos da evolução musical, e sem dúvida eles se tornaram um das bandas mais influentes de todos os tempos. Suas gravações não só desafiaram o status quo, eles criaram uma nova geração musical, que continua a ter relevância até hoje. Sempre foi meu sonho produzir o documentário definitivo do Velvet Underground e me sinto orgulhoso de fazer parte desta produção. Esta história ambiciosa, significativa e envolvente só poderia ser contada por Todd Haynes e estou entusiasmado como os fãs para experimentar a história de The Velvet Underground no contexto de sua época”. O filme tem o apoio de um dos últimos membros fundadores sobreviventes do Velvet Underground, o músico John Cale, e de Laurie Anderson, a artista que foi parceira de vida do cantor Lou Reed. Formada em 1966 por Reed, Cale, o guitarrista Sterling Morrison e a baterista Maureen “Moe” Tucker, Velvet Underground foi a antítese das bandas hippies da época. Enquanto os psicodélicos da Califórnia pregavam paz, amor e lisergia, com músicas ensolaradas, a banda nova-iorquina investia em roupas pretas, óculos escuros e microfonia para exaltar o sadomasoquismo e as drogas mais pesadas, como heroína. Eram apadrinhados pelo artista plástico Andy Warhol, que fez a capa de seu primeiro disco, mas que também lhes impôs a cantora-modelo Nico, com quem só gravaram um disco. Após cantar algumas das melhores músicas da banda, ela teve ajuda de Cale e Reed para se lançar em carreira solo. Eventualmente, os próprios Cale e Reed largaram o Velvet Underground, que acabou implodindo. A banda nunca fez sucesso em sua época. Mas sua repercussão a tornou lendária, como fomentadora das décadas seguintes do rock. Ela é citada como influência por David Bowie – que fez questão de produzir Lou Reed em sua tentativa de emplacar como artista solo – The Jesus and Mary Chain, Sonic York e Nirvana, para citar alguns dos roqueiros que impactou. Haynes falou pela primeira vez do projeto em agosto do ano passado, durante participação no Festival de Locarno, onde foi homenageado pelas realizações de sua carreira. Na época, o diretor revelou as dificuldades previstas em sua empreitada, descrevendo o documentário como “desafiador”, diante da escassez de registros visuais sobre o grupo. Ele confirmou que irá usar os filmes experimentais de Andy Warhol, que registrou performances da banda, e se disse ansioso pela “emoção da pesquisa e montagem visual”. Vale lembrar que, duas décadas atrás, o diretor chamou atenção ao lançar “Velvet Goldmine” (1998), filme sobre artistas fictícios do rock glam, gênero influenciado pelo Velvet Underground, que incluía um personagem inspirado em Lou Reed. Ele também dirigiu “Não Estou Lá” (2007), baseado na vida de Bob Dylan, e um curta animado com bonecas sobre a cantora Karen Carpenter, “Superstar: The Karen Carpenter Story” (1988). Atualmente, Haynes está em cartaz nos cinemas com o filme infantil “Sem Fôlego”.
Jennifer Hudson viverá Aretha Franklin no cinema
Vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Dreamgirls”, Jennifer Hudson voltará a cantar no cinema, na cinebiografia da cantora Aretha Franklin. Ela estava sendo sondado para o projeto da MGM desde 2015 e era a favorita da própria Aretha para vivê-la no cinema. De forma apropriada, o anúncio foi feito pelo antigo produtor da diva, Clive Davis, ex-dono da Arista Records, por quem Aretha lançou alguns de seus maiores sucessos. Em uma das festas mais concorridas do fim de semana do Grammy, o anfitrião Clive Davis convidou Jennifer Hudson para cantar algumas músicas, entre elas clássicos da rainha do soul e, após o pequeno show, divulgou a informação do papel no cinema. O filme deverá ser ambientado nos anos 1960 e 1970, quando Aretha se consagra como uma das maiores artistas dos EUA, cantando clássicos imortais como “I Say a Little Prayer”, “Think”, “Respect” e “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman”, além de viver um conturbado relacionamento com seu então marido Ted White. A produção está a cargo de Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e do produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Hudson. O próximo passo é definir roteirista e diretor, por isso ainda não há cronograma de produção ou estreia definida para o filme.
Natalie Portman vai viver pop star em filme com músicas da cantora Sia
A atriz Natalie Portman já dançou em “Cines Negro” e agora vai cantar em “Vox Lux”, um musical com canções inéditas da cantora australiana Sia. Ela vai substituir Rooney Mara (“Carol”), previamente escalada, que teve problemas de agenda. Segundo o site da revista Variety, Portman vai interpretar Celeste, uma garota que escapa de uma tragédia para se tornar uma popstar. O filme deve se concentrar na história de transformação da vida dela ao longo de 15 anos, desde 1999 até os dias atuais. O longa também inclui em seu elenco Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). As filmagens estão previstas para começar em fevereiro com roteiro e direção de Brady Corbet, que vai usar câmeras de 65mm para projeções em grandes telas de cinema. Corbet é um jovem ator de 28 anos, de filmes como “Violência Gratuita” (2007) e “Força Maior” (2014), que estreou na direção com o impressionante “The Childhood of a Leader”, vencedor de diversos prêmios, inclusive no Festival de Veneza de 2015. “Vox Lux” ainda não tem previsão de estreia.
Indicado ao Oscar 2018, Paul Thomas Anderson assina novo clipe da banda Haim
O cineasta Paul Thomas Anderson, que concorre ao Oscar 2018 de Melhor Direção por “Trama Fantasma”, voltou a dirigir um clipe da banda das irmãs Haim. O vídeo de “Night So Long” é seu quarto trabalho para o trio. Gravado ao vivo, registra as irmãs tocando a música no palco ao ar livre do Greek Theatre, em Los Angeles. A maior parte do vídeo é focado no rosto das artistas, e quando a câmera muda de enquadramento, revela que o local está vazio. Até a edição avançar no tempo, trocar o dia pela noite, o ensaio pelo show, e encher os assentos, acomodando os gritos do público nos vazios da música intimista. Anderson conheceu as irmãs socialmente, porque foi estudante da mãe das meninas, que é professora de arte. “Night So Long” é a faixa que encerra o álbum “Something to Tell You”, lançado em julho do ano passado.
Liam Payne e Rita Ora lançam clipe de música de Cinquenta Tons de Liberdade
A Universal revelou o primeiro clipe da trilha sonora de “Cinquenta Tons de Liberdade”. Liam Payne e Rita Ora cantam o dueto de “For You”, que confirma a tendência de eliminação gradativa da sexualidade no marketing da franquia. Não há uma cena sensual sequer em todo o clipe, que mostra o casal, na maior parte do tempo, em locações separadas. Para quem não lembra, “Cinquenta Tons de Liberdade” é o final de uma trilogia supostamente erótica, iniciada por “Cinquenta Tons de Cinza” em 2015. Na época do primeiro filme, a publicidade e os clipes investiam em climas sensuais, a ponto de um gemidão de Beyoncé identificar o material de marketing. Rita Ora faz parte do elenco da franquia. Ela interpreta Mia Grey, a irmã de Christian (Jamie Dornan) que se casa com Anastasia (Dakota Johnson) no final feliz, marcado para 8 de fevereiro nos cinemas brasileiros.
Justin Timberlake lança clipe de take contínuo com cantor country Chris Stapleton
Justin Timberlake lançou um novo clipe, o terceiro de seu novo disco. O vídeo de “Say Something” reúne o cantor com astro country Chris Stapleton, num dueto que cruza fronteiras de gêneros musicais, com direito a coral gospel. Mas a parceria também se estende para o pessoal de La Blogothèque, um site francês especializado em gravar sessões ao vivo e intimistas de músicos da cena indie, que virou produtora. Produzido por La Blogothèque e com direção de Arturo Perez Jr. (do documentário “Where Have All the Flowers Gone?”), o clipe acompanha Timberlake num take contínuo, enquanto ele percorre corredores, elevadores e escadas de um prédio antigo, de violão em punho para se encontrar com Stapleton e um grandioso coral. O trabalho de câmera, em movimento contínuo, daria orgulho em Martin Scorsese. O álbum “Man of the Woods” será lançado no dia 2 de fevereiro.
Guitarrista do Radiohead vai disputar seu primeiro Oscar de Trilha Sonora
O guitarrista Jonny Greenwood, da banda Radiohead, recebeu a sua primeira indicação ao Oscar, pela trilha sonora de “Trama Fantasma”. A produção marca a quarta parceria do músico com o diretor Paul Thomas Anderson, para quem Greenwood compôs as trilhas de “Sangue Negro” (2007), “O Mestre” (2012) e “Vício Inerente” (2014). Além destes filmes, ele também assinou as trilhas do japonês “Como na Canção dos Beatles: Norwegian Wood” (2010) e de dois longas da escocesa Lynne Ramsay, “Precisamos Falar Sobre Kevin” (2011) e “You Were Never Really Here”, que estreia em abril. Ele vai disputar o Oscar 2018 com veteranos de Hollywood: John Williams (por “Star Wars: Os Últimos Jedi”, Hans Zimmer (“Dunkirk”), Alexandre Desplat (“A Forma da Água) e Carter Burwell (“Três Anúncios Para um Crime”). Greenwood também foi indicado ao Globo de Ouro, mas perdeu para Alexandre Desplat. Congratulations Jonny! https://t.co/U0nT5l8ed4 — Radiohead (@radiohead) January 23, 2018
Vilão de Game of Thrones vai viver guitarrista do Mötley Crüe em filme
A cinebiografia da banda Mötley Crüe, intitulada “Dirt”, definiu seus intérpretes principais. E um deles é um famoso vilão televisivo. O ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) negocia o papel do guitarrista Mick Mars. A banda se completa com Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. Produção da Netflix, o filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O livro relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, em situações descontroladas de sexo e drogas, que os tornaram mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, e eventualmente causaram a implosão do grupo. Depois de lotar estádios e protagonizar vídeos escandalosos com mulheres seminuas, os problemas começaram em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee inaugurou o mercado de sex tapes de celebridades, com o vazamento do vídeo de sexo que ele gravou com sua mulher, a atriz Pamela Anderson, em 1998. E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine, diretor dos filmes da franquia “Jackass”. Não há previsão para a estreia na plataforma de streaming.












