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  • Música

    BLACKPINK vai ganhar documentário da Netflix. Veja o trailer legendado

    6 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado do documentário “Light Up The Sky”, que conta a história do fenômeno do K-pop BLACKPINK. Entre outros detalhes, a prévia mostra a formação do grupo, que foi reunido pela agência de talentos/produtora/gravadora YG Entertainment quando elas ainda eram pré-adolescentes, a amizade que se formou entre as meninas, que passaram a morar juntas, a pressão pelo sucesso e a conquista do público americano após a aparição no Festival de Coachella. Para quem não sabe, nem todas as integrantes do grupo são sul-coreanas. Lalisa Manoban, a Lisa, é tailandesa, e Roseanne Park, a Rosé, nasceu na Nova Zelândia. O documentário promete trazer muitas outras informações para quem tem interesse em conhecer não apenas a história da banda, mas como funciona a indústria do K-pop, que nos últimos anos tem gerado vários grupos musicais sul-coreanos com apelo internacional. O filme já vai chegar ao streaming na próxima semana, dia 14 de outubro, poucos dias após o lançamento do “The Album”, que por incrível que pareça é apenas o primeiro álbum oficial do grupo. Só agora, quatro anos após o primeiro single e a conquista do sucesso mundial, Lisa, Jennie, Jisoo e Rosé preparam seu primeiro lançamento maior que um EP, trazendo oito faixas – uma compilação de singles lançada há dois anos com exclusividade no Japão não costuma constar da discografia oficial. Vale lembrar que alguns dos clipes extraídos do disco, como “How You Like That” e “Ice Cream” (com Selena Gomez), estão entre os mais vistos do YouTube em 2020.

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  • Música

    Miley Cyrus vai fazer show acústico de quintal na MTV

    5 de outubro de 2020 /

    A cantora e atriz Miley Cyrus será a atração principal de uma nova versão do programa “MTV Unplugged”, conhecido por aqui (nos saudosos tempos da MTV Brasil) como “Acústico MTV”. O canal pago americano fez o anúncio nesta segunda-feira (5/10), revelando que a gravação tem como cenário o quintal da casa da artista em Los Angeles. Por isso, vai se chamar “Miley Cyrus Backyard Sessions”. Nestas condições, fica difícil não considerar que se trata, na verdade, de mais uma live da pandemia, só que transmitida pela TV, em vez da internet. De fato, a MTV reviveu a série “Unplugged” no início deste ano como uma série de lives em seus canais de mídias sociais. JoJo, Alessia Cara, Jewel e a boy band de K-pop Monsta X foram alguns dos artistas que participaram do projeto. “Backyard Sessions” será o segundo “Unplugged” de Cyrus, depois de fazer o show original em 2014 para promover seu álbum “Bangerz”. Além de tocar versões acústicas de seus maiores sucessos, ela pretende apresentar alguns covers, como “Gimme More”, de Britney Spears, além de versões de músicas de Pearl Jam, The Cardigans e outros artistas – há duas semanas, ela tocou “Heart of Glass”, da banda Blondie, no iHeartRadio Music Festival 2020. A live do quintal de Miley Cyrus também ganhou um vídeo no Instagram da cantora, que revela que o programa será superproduzido. Veja abaixo. A estreia está marcada para a semana que vem, no dia 16 de outubro, nos EUA. Ver essa foto no Instagram 🚨 Backyard Sessions on @mtv October 16th 🚨 Uma publicação compartilhada por Miley Cyrus (@mileycyrus) em 5 de Out, 2020 às 12:08 PDT

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  • Filme,  Música

    Narciso em Férias é emocionante e essencial para a democracia

    3 de outubro de 2020 /

    “Eu comecei a achar que a vida era aquilo ali. Só aquilo. E que a lembrança do apartamento, dos shows, da vida lá fora era uma espécie de sonho que eu tinha tido.” Essa é uma das falas de Caetano Veloso em “Narciso em Férias”, ao descrever o seu primeiro momento no cárcere, quando foi colocado, sem a menor explicação, em uma solitária escura. Só de pensar nisso, de ter essa sensação de deslocamento da realidade, já é aterrador. “Narciso em Férias” marca o retorno da dupla de cineastas Ricardo Calil e Renato Terra ao mundo da música popular brasileira, depois do ótimo “Uma Noite em 67” (2010). Desta vez, a opção de entrecortar as falas de Caetano Veloso com imagens de arquivo e depoimentos de outros entrevistados foi deixada de lado, e o filme fica muito mais poderoso apenas com as cenas da entrevista com o cantor, músico e compositor baiano. Há quem diga que apresentar única e exclusivamente a entrevista de uma pessoa à frente de uma câmera não é fazer cinema, mas isso é bobagem. Esquecem da grandeza de Eduardo Coutinho, mestre nesse formato. Em “Narciso em Férias”, os diretores optaram por esconder, sempre que possível, suas próprias vozes na condução da entrevista. E utilizam apenas três enquadramentos básicos: o close-up, um plano que mostra o corpo inteiro do cantor e um plano mais distante, que acentua a parede ao fundo. Tudo que ele conta já está em um capítulo do seu livro “Verdade Tropical”, justamente intitulado “Narciso em Férias”, e que agora se tornará um livro à parte, já em pré-venda. O termo foi tomado de empréstimo de um livro do romancista americano F. Scott Fitzgerald, e que também se refere ao fato de que, durante todo o período em que esteve preso, Caetano não se olhou no espelho – deu férias a seu lado narcisista, por assim dizer. Histórias narradas oralmente são a base da construção de nossa civilização e é bom ver que esse tipo de recurso ainda segue sendo incrivelmente poderoso, especialmente quando encontramos alguém que consegue nos colocar dentro da ação. Há momentos da fala de Caetano que conseguem fazer o público se sentir em seu lugar, com um detalhismo de carga dramática assombrosa. O documentário é cheio de momentos de bastante emoção, especialmente em seu terço final. O próprio Caetano Veloso parece ter se surpreendido com o próprio choro e pede para que os diretores parem a filmagem em determinado momento. E não é um momento em que ele fala de seu sofrimento, mas de quando comenta o sentimento de gratidão, que ele tem por um sargento que ficou com pena de sua situação, de ele ser o único que não podia receber a visita da esposa, e que o ajudou. E ele lamenta não ter procurado saber o nome desse homem. Sem dúvida um dos momentos mais bonitos e tocantes do documentário e que, muito provavelmente, perderia um bocado da força sem a voz e sem o olhar do cantor . Outro acerto de Calil e Terra foi o fato de trazerem canções para o documentário. Já começa com uma canção de Orlando Silva, “Súplica”, cuja importância é exposta ao longo do filme. Além disso, cada vez que “Hey Jude”, dos Beatles, tocava nos rádios – foi um grande sucesso da época, o final dos anos 1960 – trazia esperança para Caetano. Outras duas canções do próprio Caetano, inspiradas pela experiência do cárcere, também são citadas com emoção: “Irene” e “Terra”. Além de enfatizar a importância e a beleza do trabalho de um de nossos mais brilhantes músicos, “Narciso em Férias” também impacta por lembrar como os artistas brasileiros foram presos e exilados durante a ditadura militar, em um momento em que a extrema direita se apresenta como uma ameaça cada vez maior para a democracia do Brasil. E isso o torna um filme essencial.

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  • Música

    Clipe de Shawn Mendes tem dança sobre trem em disparada e à beira do abismo

    2 de outubro de 2020 /

    Shawn Mendes divulgou o clipe de “Wonder”, em que o maior destaque é sua dança no topo de um trem em disparada, no meio de uma floresta e à beira de um abismo, embaixo de uma chuva torrencial. A direção de Matty Peacock (que também assinou “Boyfriend”, de Selena Gomez) dá aparência épica às cenas, mas a verdade é que a balada pop romântica não é tão impactante quanto as imagens. Genérica, poderia tanto ser cantada por um astro sertanejo quanto por uma cantora de R&B sem muita diferença entre as duas versões. A namorada do cantor, Camila Cabello, gostou. Ela elogiou o trabalho nas redes sociais, dizendo-se orgulhosa.

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  • Música

    Dua Lipa lança novo clipe do hit Levitating

    2 de outubro de 2020 /

    Dua Lipa lançou um novo clipe de seu hit “Levitating”, desta vez com a versão quase “original” da gravação. Curiosamente, ela preferiu divulgar primeiro o remix acelerado com participações da rapper Missy Elliott e da diva Madonna. Em sua versão inicial, a faixa do álbum “Future Nostalgia” é claramente inspirada pela banda Chic, com ênfase nas batidas e refrãos da disco music dos anos 1970. Mas o novo clipe também conta com participação do rapper DaBaby, que não acrescenta muito ao resultado final. A direção do vídeo é de Warren Fu, artista de efeitos visuais das franquias “Star Wars” e “Star Trek”, que assinou o clipe “I Feel It Coming”, de The Weeknd, e a parceria de Katy Perry e DJ Zedd, “360”. Veja abaixo o novo clipe de “Levitating” e compare mais abaixo com as versões anteriormente divulgadas da música.

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  • Música

    Clipe animado traz parceria de Gorillaz com Elton John

    1 de outubro de 2020 /

    A banda animada Gorillaz lançou um novo clipe, que conta com participação do cantor Elton John. Dirigido por Jamie Hewlett, o desenhista que criou o visual dos Gorillaz, o vídeo “The Pink Phantom” transforma o famoso músico num personagem de desenho animado. A música, que ainda traz versos do rapper 6lack, faz parte do álbum “Song Machine: Season One – Strange Timez”, dedicado a parcerias do Gorillaz com outros artistas. A lista de convidados é bastante eclética, incluindo St. Vincent, Beck, Schoolboy Q, Peter Hook (ex-New Order) e Robert Smith (da banda The Cure). A colaboração entre Robert Smith e Damon Albarn (do Blur e também líder do Gorillaz), por sinal, também virou clipe no mês passado. O lançamento do álbum com todas as parcerias está marcado para 23 de outubro.

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    Billie EIlish lança clipe sombrio do tema de 007 – Sem Tempo Para Morrer

    1 de outubro de 2020 /

    A cantora Billie EIlish divulgou nesta quinta (1/10) o clipe sombrio de “No Time to Die”, música-tema do filme “007 – Sem Tempo Para Morrer”. A canção se diferencia de outras gravações dos longas de James Bond por ser incrivelmente romântica. Aos 18 anos, Billie é também a mais jovem cantora e compositora de um tema de 007 na história da franquia. Ela canta sobre um relacionamento trágico, com traições e corações partidos, enquanto o vídeo enfatiza os olhares trocados entre o casal protagonista do filme – muito mais que as inevitáveis cenas de ação. O tom melancólico reflete o que os trailers adiantaram sobre a trama de “007 – Sem Tempo Para Morrer”, que envolve um segredo de Madeleine Swann (Léa Seydoux), a paixão do agente secreto James Bond (Daniel Craig), relacionado ao vilão da vez, o deformado Safin (Rami Malek). O último filme de James Bond estrelado por Daniel Craig tem direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) e estreia prevista para 19 novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, após adiamento devido à pandemia de coronavírus.

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    A Voz Suprema do Blues: Veja as fotos do último filme de Chadwick Boseman

    30 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras cinco fotos de “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto em agosto de câncer de cólon aos 43 anos. O filme, que chegou a ser finalizado antes do falecimento do ator, aborda tensões raciais e a história do blues. Passado na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. A estreia está marcada para 18 de dezembro nos EUA.

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    Machine Gun Kelly e Megan Fox se beijam em novo clipe de rock

    30 de setembro de 2020 /

    O roqueiro e ator Machine Gun Kelly (“The Dirt”) lançou um novo clipe em que aparece ao lado da nova e famosa namorada, a atriz Megan Fox (“Tartarugas Ninja”). O vídeo de “Drunk Face” tem até uma cena em que os dois se beijam. Ela também aparece pintando as unhas do cantor, frequentando bastidores de show e andando de jato particular com ele. Antes dessa exposição pública de afeto, Megan Fox tinha estrelado o clipe de “Bloody Valentine”, que foi lançado quando o relacionamento ainda era um rumor – e na mesma semana em que atriz encerrou seu casamento de dez anos com o também ator Brian Austin Green (de “Barrados no Baile”). O novo casal teria se formado durante a filmagem de um longa, intitulado “Midnight in the Switchgrass”, que marca a estreia na direção do produtor Randall Emmett (de “O Irlandês”). O filme ainda está inédito, mas o romance segue dando frutos.

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    Vin Diesel lança carreira musical

    30 de setembro de 2020 /

    O que começou como brincadeira continua não sendo levado à sério, mas Vin Diesel realmente virou cantor com o lançamento de seu primeiro single, “Feel Like I Do”. Quem acompanha a carreira do ator deve lembrar que ele tem o costume de postar vídeos cantando em suas redes sociais. Em 2013, por exemplo, postou um vídeo cantarolando “Stay”, hit de Rihanna, para homenagear a companheira Paloma Jimenez. Mas o passatempo começou a ser levado a sério em 2015, quando fez uma participação vocal no mega-hit “See You Again”, de Wiz Khalifa, faixa de “Velozes e Furiosos 7”, num tributo ao colega Paul Walker durante participação no VMA, da MTV. Entretanto, foi o DJ norueguês Kygo quem decidiu gravar a voz grave e rouca do fortão do cinema, até então mais celebrada por dizer “I’m Groot” nos filmes dos “Guardiões da Galáxia”. Em 2017, Kygo registrou a primeira brincadeira séria de Diesel no microfone, lançando uma versão alternativa de “It Ain’t Me” que juntava o ator e Selena Gomez. O resultado não foi um desastre e deixou Diesel mais a vontade para tentar cantar sozinho, o que aconteceu agora num lançamento da gravadora de Kygo. A faixa foi revelada pela primeira vez durante uma participação do ator no programa da cantora Kelly Clarkson. Assim como as músicas do DJ norueguês, o estilo é uma balada pop eletrônica, com sintetizadores e vocal com afinação alterada. A decisão de gravar e lançar a música foi culpa da pandemia. Sem poder filmar, Diesel foi atrás de Kygo para tirar do armário sua paixão enrustida pela carreira musical. “Em um ano em que normalmente estaria no set de um filme, tive outra saída criativa, outra maneira de compartilhar meu coração com vocês”, ele explicou no “Kelly Clarkson Show”. Veja abaixo.

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    Zendaya vai viver a cantora Ronnie Spector no cinema

    29 de setembro de 2020 /

    A cantora Zendaya está em negociações avançadas para viver a cantora Ronnie Spector, líder do grupo vocal feminino Ronettes, em uma cinebiografia produzida pelos estúdios A24 e New Regency. A própria Spector escolheu pessoalmente a atriz vencedora do Emmy por “Euphoria” para retratá-la. As duas também vão compartilhar a produção do filme, junto com Marc Platt, que atualmente está produzindo as adaptações para o cinema de “A Pequena Sereia” e “Wicked”. O filme será baseado na autobiografia “Be My Baby”, que Spector escreveu com Vince Waldron, e as negociações com Zendaya acontecem antes mesmo do roteiro começar a ser escrito. Segundo o site da revista Variety, também há negociações paralelas com a vencedora do Pulitzer, Jackie Sibblies Drury, para assinar a adaptação. Refletindo a autobiografia, o filme dará ênfase ao início da carreira da cantora, particularmente à formação do grupo Ronettes, o sucesso comercial com o hit “Be My Baby” e o envolvimento com o produtor Phil Spector, com quem Ronnie acabou se casando. Mas também deverá mostrar o divórcio e a batalha da cantora para recuperar os direitos de suas músicas. Zendaya será visto a seguir na superprodução sci-fi “Duna”, com Timothée Chalamet, e “Malcom & Marie”, drama indie que ela filmou ao lado de John David Washington durante a quarentena – e que foi recentemente vendido para a Netflix por US$ 30 milhões. Relembre abaixo dois grandes hits das Ronettes, com Ronnie ao centro.

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    Filme inspirado pela vida de Céline Dion ganha primeiro trailer

    28 de setembro de 2020 /

    A Gaumont divulgou o pôster e o trailer de “Aline”, um drama musical francês inspirado pela vida da cantora Céline Dion. O filme tem roteiro, direção e é estrelado pela estrela francesa Valerie Lemercier (“50 São os Novos 30”). Ela interpreta a Aline do título, uma cantora fictícia que tem uma vida bastante parecida com a de Céline Dion. A trama acompanha a artista desde a infância no Canadá, na região do Quebec durante a década de 1960, passa por sua transformação em cantora nos anos 1980 e segue até seu estrelado, enfatizando seu romance e seu casamento com o empresário bem mais velho que a descobriu. Na vida real, Céline se casou com o homem que a descobriu e apostou tudo no seu sucesso, René Angélil, falecido em 2016. A estreia está marcada para 18 de novembro na França.

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    Billie Eilish vai ganhar documentário na Apple TV+. Veja o teaser

    28 de setembro de 2020 /

    A cantora Billie Eilish vai ganhar um documentário. Intitulado “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” (O mundo está meio borrado), a produção ganhou seu primeiro teaser, que revela que será lançada em fevereiro de 2021 pela plataforma Apple TV+. Não há muitos detalhes sobre o projeto, que terá direção de R.J. Cutler, responsável pelo filme “Se Eu Ficar” (2014) e vencedor do Emmy pelo reality “American High” (2000). O documentário acontece durante a melhor fase da carreira de Billie Eilish, que venceu múltiplos prêmios no Grammy 2020, se apresentou no Oscar e gravou o tema do novo filme de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer”.

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