Sidney Magal tranquiliza fãs após sangramento no cérebro: “Não morri”
O cantor Sidney Magal utilizou as redes sociais na noite desta terça-feira (30/5) para acalmar seus fãs, após a notícia de que foi internado devido a um “pequeno sangramento espontâneo agudo no cérebro”. O artista passou por uma crise de hipertensão arterial durante um show no interior de São Paulo e encontra-se em quadro estável desde a última sexta-feira (26/5), recebendo cuidados médicos no Hospital do Coração (HCor), localizado na Zona Sul da capital. No vídeo publicado, Magal se pronunciou sobre o ocorrido e agradeceu o apoio dos fãs. “Sou eu mesmo que estou falando e nenhum cover, nenhum clone. Sou eu, que sou um ser humano como vocês. Por isso estou dando uma satisfação do que me aconteceu, que foi uma alta, uma subida muito grande de pressão”, esclareceu. “Imediatamente quando fui atendido foi detectado um pequeno acidente vascular, que poderia ter se tornado uma coisa muito grave, caso eu não tivesse sido atendido imediatamente”. Com um tom bem-humorado, o cantor de 72 anos brincou com o público e afirmou estar se recuperando bem, enfatizando que já consegue sentar e levantar. “Pernas tremendo, vocês só vão ver nas músicas que danço, e olhe lá”, disse fazendo uma referência às suas famosas coreografias. Por fim, Magal aproveitou para repreender as pessoas que duvidam da sua força de vida e da medicina brasileira, ressaltando que não faleceu e que está confiante em sua recuperação. “Não morri, não, porque morto não fala”, brincou. De acordo com o boletim médico, o cantor apresenta boas condições clínicas. O incidente não causou sequelas e Magal permaneceu em observação na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) por 72 horas por precaução. A partir de agora, ele continuará recebendo acompanhamento médico na Unidade de Internação do HCor, sem previsão de alta hospitalar. Vídeos registrados durante o show mostram Sidney Magal caminhando com dificuldade no palco, até tropeçar em um banco e se sentar para receber apoio. Logo em seguida, uma ambulância chegou ao local para prestar atendimento médico. Minutos depois, o cantor retornou ao microfone para interagir com o público e acalmá-lo. “Está tudo bem, inclusive com meu sangue. Eu vou mostrar que o meu sangue ferve por vocês”, disse fazendo referência a sua própria música. Em seguida, o público ovacionou o artista com gritos e aplausos. Devido ao incidente, os próximos shows do artista foram cancelados. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sidney Magal (@sidneymagaloficial)
Anitta revela que novos clipes formarão um “filme” de sua carreira
A cantora Anitta revelou que seu novo projeto audiovisual será uma espécie de “filme” com uma compilação de clipes que se interligam e contam história de sua carreira. Os vídeos ilustrarão as músicas de seu próximo álbum, ainda sem título, que mostrará diversas fases da cantora, incluindo polêmicas e momentos mais calmos. “Vou continuar a gravação dos clipes, agora com a gravadora me apoiando e envolvida no projeto. Antes tava fazendo bem mais independente. É muito bom ter uma equipe que apoia a minha ideia de explorar o funk e mostrar isso para o mundo”, revelou ao site. O novo disco será o primeiro lançado com o selo da Republic Records, após uma relação tumultuada da cantora com a Warner. À revista americana Harper’s Bazaar, a cantora falou sobre a ideia de abordar o “baile de favela” em seu novo projeto. Segundo ela, o funk carioca reflete a realidade de quem vive nas periferias do Rio de Janeiro. “Se você nasce em um lugar em que tudo o que você tem acesso são armas, crimes, drogas e sexo, é sobre isso que você vai escrever”, argumentou. “Não podemos cantar sobre coisas belas no Rio se não estamos sequer próximos de ver isso. Não estou dizendo ‘É tão bom cometer um crime’. Não. Só estou afirmando que não existem oportunidades para essas pessoas escolherem outras coisas”, prosseguiu. O novo disco trará faixas em português, inglês e espanhol, além de diversas parcerias com outros artistas. Entre elas, estão Sam Smith, Chloe Bailey e o DJ Gabriel do Borel. Segundo ela, a parceria com Sam Smith será um funk carioca, voltando para o estilo do início da sua carreira. A data de lançamento do álbum ainda não foi divulgada.
“Super Mario Bros” chega em casa. Confira as estreias de streaming
A programação de filmes das plataformas de streaming e das locadoras digitais se renova nesta semana com blockbusters, terrores, dramas premiados no Oscar e no Festival de Cannes, thriller de ação europeu e rock brasileiro. Confira abaixo a seleção das 10 novidades de maior potencial. | SUPER MARIO BROS – O FILME | VOD* Uma das animações mais bem sucedidas de todos os tempos e maior bilheteria de adaptação de videogame da História, o desenho baseado no game clássico da Nintendo traz o encanador Mario e seu irmão Luigi viajando por um labirinto subterrâneo até chegar no Reino dos Cogumelos, onde atendem aos apelos da Princesa Peach para se juntar à luta contra um poderoso invasor chamado Bowser – e aliados como Donkey Kong. A produção é do estúdio Illumination (o mesmo dos “Minions”), tem direção da dupla Aaron Horvath e Michael Jelenic (da série “Jovens Titãs em Ação”) e, em sua versão em inglês, conta com dublagens de Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) como Mario, Charlie Day (“Círculo de Fogo”) como Luigi, Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) como a Princesa Peach, Keegan-Michael Key (“A Festa de Formatura”) como Toad, Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”) como o vilão Bowser e Seth Rogen (“Vizinhos”) como Donkey Kong. | SHAZAM! FÚRIA DOS DEUSES | HBO MAX Menos empolgante que o primeiro, mas ainda divertido, o segundo filme encontra Billy Batson e seus irmãos adotivos aprendendo a conciliar a vida adolescente com seus alter egos de super-heróis adultos. Essa rotina é abalada quando as três Filhas de Atlas chegam à Terra em busca da magia roubada dos deuses, dando início a uma batalha por seus superpoderes, suas vidas e o destino do mundo. Com muitas cenas de ação, lutas e até dragões voadores, a continuação é novamente dirigida por David F. Sandberg e volta a trazer Zachary Levi (“Chuck”) como Shazam, Asher Angel (série “Andi Mack”) como seu alter ego Billy Batson, Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”) como Freddie Freeman, Adam Brody (“Um Caso de Detetive”) como sua versão adulta, o Shazam Jr., Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) como Mary, antigamente conhecida como Mary Marvel, Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”) como Pedro Choi, Ross Butler (“Riverdale”) como sua versão heroica, Jovan Armand (série “The Middle”) como Pedro Peña, DJ Cotrona (“G.I. Joe: Retaliação”) como seu alter-ego poderoso, Faithe Herman (série “This Is Us”) como Darla Dudley e Meagan Good (“Minority Report”) como sua contraparte adulta. Já as Filhas de Atlas, que não existem nos quadrinhos e foram criadas para o filme, são interpretadas por Helen Mirren (“A Rainha”), Lucy Liu (“As Panteras”) e Rachel Zegler (estrela do remake de “Amor, Sublime Amor”). | ENTRE MULHERES | VOD* Vencedor do Oscar de Melhor Filme e Melhor Roteiro Adaptado, o novo drama de Sarah Polley (“Longe Dela”) reúne um espetacular elenco feminino para contar uma história de rebelião. A trama se passa em 2010 numa comunidade religiosa isolada, quando mulheres submissas resolvem conversar entre si sobre os abusos, inclusive sexuais, que sofrem dos maridos e de outros homens. Impedidas de protestar devido à sua fé, elas começam a questionar tudo, divididas entre se submeter ou enfrentar o patriarcado, correndo o risco de perder o único mundo que já conheceram – abrindo mão também, conforme suas crenças, da chance de ir para o Céu. O elenco é encabeçado por Rooney Mara e Claire Foy, que curiosamente já viveram versões diferentes da mesma personagem no cinema, respectivamente em “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011) e “Millennium: A Garota na Teia de Aranha” (2018), além de Jessie Buckley (“A Filha Perdida”), Judith Ivey (“Hospital New Amsterdam”), Ben Whishaw (“007: Sem Tempo para Morrer”) e Frances McDormand (“Nomadland”). | TESLA | VOD* O drama biográfico traz Ethan Hawke (“Cavaleiro da Lua”) como o gênio visionário Nicola Tesla, cientista inventor que já foi vivido por Nicholas Hoult em “A Batalha das Correntes” (2017) e David Bowie em “O Grande Truque” (2006). Cada um desses filmes tomou suas liberdades com a história, mas desta vez a produção acrescenta elementos anacrônicos, como computadores, celulares e microfones modernos para apresentar Tesla como o rockstar elusivo da Era Elétrica. O filme foi escrito e dirigido por Michael Almereyda, cineasta que gosta de experimentos cinematográficos e que já comandou Hawke em duas adaptações shakespeareanas passadas em tempos modernos – “Hamlet: Vingança e Tragédia” (2000) e “Cymbeline” (2014). A produção também destaca Eve Hewson (“Robin Hood”) como Anne Morgan, a filha do famoso financista JP Morgan, que serve como narradora do filme, além de Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”) e o comediante Jim Gaffigan (“Tropa Zero”) como o inventor Thomas Edison e o empresário George Westinghouse, respectivamente. | O EXORCISTA DO PAPA | VOD* O terror traz Russell Crowe (“Thor: Amor e Trovão”) como Gabriele Amorth, um lendário (e verdadeiro) padre italiano que realizou mais de 100 mil exorcismos para o Vaticano. Na história do filme, um demônio possuiu uma criança e exige a presença do padre, num plano premeditado para possuir o exorcista do Papa. Dirigido por Julius Avery (“Operação Overlord”), o filme é baseado nos livros de memórias publicados por Amorth, que morreu em 2016, e seu elenco conta com Franco Nero (“Django”), Laurel Marsden (“Ms. Marvel”), Cornell S. John (“Gangs of London”), Alex Essoe (“Missa da Meia-Noite”) e Daniel Zovatto (“Station Eleven”). | HELLRAISER | PARAMOUNT+ A franquia dos anos 1980 volta repaginada, com uma história inédita sobre incautos que ousam decifrar o segredo do cubo maldito e abrir as portas do inferno para a chegada dos cenobitas. Mas se a premissa é a de sempre, o monstro demoníaco Pinhead, símbolo da franquia, volta bem diferente nesse reboot, aparecendo pela primeira vez com visual andrógino. Quem vive Pinhead na nova versão é a atriz Jamie Clayton, que teve destaque em “Sense8” e atualmente está na série “The L Word: Generation Q”. Ela é a primeira transexual no papel do líder dos cenobitas, que até então tinha sido vivido por Doug Bradley em oito filmes, além de Stephan Smith Collins e Paul T. Taylor nas duas produções mais recentes. No livro de Clive Barker, o personagem não tem sexo definido. A dupla Ben Collins e Luke Piotrowski assina o roteiro, enquanto a direção ficou a cargo de David Bruckner. O trio é o mesmo responsável pelo ótimo terror “A Casa Sombria” (2020), com Rebecca Hall. | LEGALIZE JÁ | NETFLIX O filme narra a história do Planet Hemp por meio da amizade entre os formadores da banda, Marcelo D2 e o falecido rapper Skunk. A produção supera expectativas ao mostrar o encontro dos músicos e as dificuldades da vida de D2 – expulso de casa, sem dinheiro e com a namorada grávida – antes de formarem a banda que se tornaria a mais famosa do Brasil nos anos 1990, ao juntar rock, funk, rap e defender abertamente a legalização da maconha. O filme, porém, não tem final feliz. Logo depois da gravação da primeira demo, Skunk morreu de complicações decorrentes da Aids. Marcelo D2 participou ativamente da produção desde o início do projeto, que durou nove anos. Ele é um dos responsáveis pela trilha sonora do longa, que foi premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que antes fizeram a comédia de boy band da meia-idade “Chocante” (2017), o longa destaca em seu elenco Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como D2, Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk, além de Ernesto Alterio (“Infância Clandestina”), Marina Provenzzano (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Stepan Nercessian (“Os Penetras”) e Rafaela Mandelli (“O Negócio”). | SANGUE E OURO | NETFLIX O thriller de ação alemão se passa no fim da 2ª Guerra Mundial e acompanha um desertor (Robert Maaser, de “Bárbaros”) e uma jovem camponesa (Jördis Triebel, de “A Imperatriz”), que se envolvem em uma batalha sangrenta contra um grupo de nazistas em busca de uma fortuna de barras de ouro escondida. Com violência estilizada, ao estilo das obras de Tarantino, o filme tem direção de Peter Thorwarth, que caiu nas graças na Netflix com o terror “Céu Vermelho-Sangue” (2021), segundo filme em língua não inglesa mais visto da plataforma em todos os tempos. O tom ultrajante tem sido comparado a “Bastardos Inglórios” (2009). | TIN & TINA | NETFLIX O terror espanhol acompanha um jovem casal que, com problemas para ter filhos, resolve adotar crianças abandonadas. Eles optam por dois irmãos mais crescidos, e o fato dos escolhidos terem o visual das crianças de “A Cidade dos Amaldiçoados” (1995) devia servir-lhes de alerta. Bastante alegres e agitados, os jovens logo começam a demonstrar predileção por brincadeiras violentas e comportamento bizarro. Primeiro longa dirigido por Rubin Stein, traz Milena Smit (“A Garota na Fita”) e Jaime Lorente (“La Casa de Papel”) como os adultos da história. | UNCLENCHING THE FISTS | MUBI Vencedor da mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes passado, o drama russo se passa em uma cidade mineradora na Ossétia do Norte. A história segue Ada, uma jovem mulher que vive uma existência controlada e reprimida pelo seu pai doente e possessivo, que decide quando ela e seus irmãos podem sair de casa. Ada sofreu ferimentos durante um sequestro na escola e precisa de uma cirurgia, que o pai se recusa a permitir. Quando o irmão mais velho retorna da cidade, ele promete ajudá-la a obter o tratamento. No entanto, o auxílio tem um matiz perturbador, sugerindo um subtexto incestuoso. O contato físico constante entre os membros da família – carícias, lutas, embates – é habilmente captado pela proximidade da câmera, permitindo ao público sentir a pressão de que Ada deseja escapar. Apesar da natureza tensa e opressiva da trama, a obra da diretora Kira Kovalenko (“Sofichka”) tem cenas de humor sombrio e momentos de ternura, e contém uma atuação impressionante da estreante Milana Aguzarova no papel principal.
Reação de Alcione à samba de Pedro Sampaio viraliza
Pedro Sampaio revelou na quinta-feira (24/5) que fez uma nova versão de “Não Deixe o Samba Morrer”, um dos maiores clássicos de Alcione. No entanto, a cantora reagiu de forma inusitada ao ouvir a releitura de remix funk com eletrônico. O cantor apresentou sua versão num encontro especial, quando estava ensaiando para uma apresentação com a veterana. “Existem dias que são inesquecíveis, hoje foi um deles. Ensaiei com a Alcione e vamos nos apresentar juntos dia 31/5 ao vivo no Prêmio da Música Brasileira. Te amo, marrom”, afirmou ele, que publicou fotos e vídeos do momento. Pedro teria interrompido os ensaios para mostrar a releitura. As imagens mostram que, a princípio, Alcione parece não ter reconhecido sua canção por conta da nova batida. A cena viralizou e, nas redes sociais, os internautas apontaram que a Marrom não teria gostado da homenagem feita por Sampaio, embora ela dê um sorriso tímido para o cantor. “Deixou o samba morrer na frente da velinha, sacanagem”, ironizou um perfil no Twitter. “Coitada da Marrom. Nessa idade, não deveria tá passando por isso, é nossa obrigação proteger os idosos”, brincou outro. “Put* que pariu, você é o artista mais regular da história. Nunca acerta uma. Devia ser preso por fazer isso, ainda mais na frente dela. Ela devia tá pensando que era melhor deixar o samba morrer mesmo”, esbravejou mais um. Apesar das críticas, alguns seguidores se divertiram com o encontro e se dizem ansiosos pelo resultado final: “Agora tudo que eu mais quero é a versão completa da Alcione cantando com o Pedro Sampaio”, escreveu um usuário. “Fantástico isso aqui”, acrescentou outro. “Que noiagem é essa de zombar dele [por] tacar uma batida de funk no samba? Literalmente funk nasceu do samba, caralh*. Não gostou de como ficou? Escuta o original aí, eu ein”, reclamou mais um. coitada da Marrom, nessa idade não devia tá passando por isso. é nossa obrigação proteger os idosos — meteu essa? | joleno | (@_joleno_) May 25, 2023 Kkkkk deixou o samba morrer na frente da veinha powww sacanagem kkk — Humberto Alberto roberto (@Ewerton07059968) May 25, 2023 Pqp, vc é o artista mais regular da história.. nunca acerta uma. Devia ser preso por fazer isso ainda mais na frente dela, ela devia tá pensando que era melhor deixar o samba morrer msm — Gabriel Barros (@mrwhitefring) May 25, 2023 Agora tudo que eu mais quero é a versão completa da Alcione cantando com o Pedro Sampaio. pic.twitter.com/AIFvZrmpss — CONTA DESATIVADA (@artcobat) May 25, 2023 Alcione ouvindo pic.twitter.com/LCpmCXq0zR — Pedro Incertezas (@pedromerat_) May 25, 2023 Não faço ideia de quem é esse mano pra saber se tão falando merda só por ser ele, mas que noiagem é esse de zombar dele tacar uma batida de funk no samba? Literalmente funk nasceu do samba caralho, não gostou de como ficou? Escuta o original aí, eu eihn. https://t.co/EivKRHmmPb — Alek'Apeta (@bumba_meu_boi) May 25, 2023 Quero a marrom cantando com voz robótica @Leo_O_Camelo ☠️ — baco ☭ (@rnndnts) May 25, 2023
Rita Lee revela ataques de pânico e arrependimento por vício em cigarro em última biografia
Falecida no dia 8 de maio, Rita Lee está de volta, ao menos nas livrarias, com o lançamento de “Rita Lee: Outra Biogradia” nesta segunda-feira (22/5). Na obra, a artista aborda seus três últimos anos de vida – período que envolve a pandemia mundial de Covid-19, seu diagnóstico de câncer de pulmão e o tratamento. De forma leve e divertida, Rita contou como foi a sua luta contra a doença. Entre outras revelações, Rita Lee conta que os efeitos colaterais da vacina contra a Covid, que tomou em 2021, a ajudaram a descobrir o câncer. “Foi uma sorte, disseram, eu ter tido reação à vacina, já que, do contrário, não teria ido ao hospital e nem descoberto o câncer rapidamente”, relatou. Ao ir ao hospital para tratar os efeitos, exames identificaram uma “massa” no pulmão, que mais tarde confirmou ser um câncer maligno. Rita também usou a publicação para lamentar seu vício em tabagismo, possivelmente relacionado ao câncer, revelando que chegava a fumar três maços de cigarro por dia. “A noia existencial e as notícias me faziam consumir três maços e meio por dia, daí batia a culpa por não estar me alimentando (…) ‘Amanhã eu como’, mentia pra mim mesma. E nessas virei uma caveira fumante, acendendo um cigarro depois do outro”, escreveu a cantora. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tabagismo está associado a 85% dos casos diagnosticados de câncer no pulmão. Ao longo do tratamento, as sensações desagradáveis da cantora aumentaram cada vez mais. Durante a sua primeira internação, ela teve sua primeira crise de pânico. “Bateu uma crise forte de pânico. Dizem que fiz uma cena digna de ‘One Flew Over The Cuchoo’s Nest’ [Um Estranho no Ninho]. Minha cabeça pirava de cinco em cinco minutos porque era um entra e sai de médicos, enfermeiras, nutricionistas, fisioterapeutas, faxineiras… todos me fazendo perguntas as quais eu respondia, aflita, que só queria voltar para minha casa”, explicou Rita. “Em certo momento, estava com quatro enfermeiras em cima de mim, me segurando na cama para não sair feito louca pelo corredor ou me atirar pela janela. Me senti meio Linda Blair, a menina-atriz possuída de O Exorcista”, descreveu. Para prevenir as crises, seus familiares encontraram um psiquiatra que trocou seus medicamentos por opções que não geravam dependência. “Minha família encontrou um psiquiatra que me pareceu sensível e não invasivo. Falava baixo, era bem jovem e não tinha nada contra a minha espiritualidade. Demorou um pouco pra eu perceber que as crises, a ansiedade e a depressão deram lugar à calmaria”, contou. “E nessas, ao pressentir uma noia invadindo a cabeça que me fazia tremer e hiperventilar, eu conseguia com muito custo lembrar de controlar a respiração e daí não tinha jeito, precisava tomar um benzodiazepínico. Às vezes dava certo, mas o pânico invadia sem aviso, parecendo destruir meus neurônios, já tão assustados pelas idas e vindas do hospital”, continuou. Rita Lee contou ainda que não fazia questão do tratamento. Porém, isso não se devia apenas à sua “relação tranquila” com a morte que, segundo ela, não devia ser vista com “cara de enterro”. Havia também um trauma vivenciado ao ver sua mãe sofrendo com um tratamento contra o câncer. Por isso, ela deixou sua família decidir se faria ou não. Apesar dos desafios, a narrativa de Rita Lee carrega o carisma que a cantora sempre demonstrou durante a vida. Com bom-humor e diversas referências a clássicos da cultura pop, como “O Exorcista” e “Carrie, a Estranha”, a cantora falou sobre tudo o que viveu enquanto passava pelo tratamento. Ao todo, Rita Lee lançou nove livros: três biográficos, cinco infantis e uma coletânea de contos.
Manu Gavassi e Luísa Sonza choram por serem mencionadas no novo livro de Rita Lee
A Editora Globo lançou nesta segunda-feira (22/5) a autobiografia de Rita Lee, intitulada “Rita Lee: Outra Autobiografia”. A publicação era uma das vontades da artista antes de falecer no último 8 de maio. Na obra, a cantora descreve sua batalha na luta contra o câncer, enquanto reflete sobre sua vida e carreira. Em um dos capítulos, Rita cita as cantoras Manu Gavassi e Luísa Sonza como exemplos para a nova geração. Nas redes sociais, ambas as artistas reagiram emocionadas com as menções. Nos stories no Instagram, Manu apareceu em lágrimas e escreveu um recado emotivo. “A arte é muito fod*. Essas palavras da Rita para a nova geração me emocionaram tanto. É sobre se encontrar e não ter medo. Não é nem uma escolha, é uma missão. É sobre palavra, usá-las a favor da verdade, da rebeldia, do amor, do questionamento. Ir contra o que é esperado, aceito e fácil”, disse. Há anos, Manu faz menções a Rita Lee pelo seu trabalho na música nacional. Grande fã, a cantora já havia declarado que Rita era uma grande inspiração para ela. No começo do ano, ela também lançou um especial Acústico MTV em homenagem a cantora, recriando músicas do icônico álbum “Fruto Proibido”, lançado originalmente em 1975. “Cara, que fod* poder ter vivido no mesmo período de alguém tão inspiradora. Que fod* saber que pude te homenagear em vida e que você sabe a sua importância para todas nós”, continuou Manu. “A coragem que nos falta em era de algoritmos te sobrou, transbordou e hoje nos ajuda. Provavelmente não estou nem fazendo sentido, mas não tô nem aí, tô muito honrada de ter meu nome nesse livro, muito honrada de te cantar e te admirar. Viva Rita! Viva a arte e a coragem”. Depois de postar a declaração, ela adicionou um print do story em um carrossel de fotos no feed. Na publicação, ela registrou as citações de Rita. Nos comentários, Luísa Sonza apareceu para expressar gratidão a eterna Rainha do Rock pela menção na obra. “Não tenho palavra alguma, amiga. Que sorte a nossa”, comentou. No Twitter, Luísa apareceu chorando em uma foto ao lado da citação de seu nome no livro da cantora. “Acabei de ver. Não tenho palavra alguma pra falar agora. Rita, mais uma vez, te agradeço”, escreveu emocionada. O trecho em questão, escrito na biografia, também citou as cantoras Liniker e a dupla Anavitória, formada por Ana Caetano e Vitória Fernandes. “Percebo uma curiosidade da meninada da nova geração de artistas por minha figura. Dia desses recebi homenagens de Manu, Luísa, Liniker, Ana, Vitória… Recebo também recadinhos e torpedos, principalmente das meninas. Elas mandam amor e pedem até conselhos”, escreveu Rita na obra. O livro foi escrito pela artista ao descobrir que sua luta contra o câncer não havia terminado. Entre idas e vindas ao Hospital Albert Einstein fazendo exames e sessões de rádio e de quimioterapia, a cantora decidiu colocar no papel suas reflexões sobre o fim da vida. Rita Lee faleceu em 8 de maio, aos 75 anos, deixando um grande legado na cultura brasileira. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Manu Gavassi (@manugavassi) acabei de ver. Não tenho palavra alguma pra falar agora. Rita, mais uma vez, te agradeço. pic.twitter.com/a8rWFh2Rmw — LUÍSA SONZA (@luisasonza) May 22, 2023
Supla lança clipe sobre roubos de celulares no centro de São Paulo
Supla lançou nesta sexta-feira (19/5) o clipe de “Ratazana de iPhone”, música em que denuncia roubos de celulares no centro de São Paulo. A região tem sofrido com os altos índices de furtos feitos pela Gangue da Bicicleta. O novo clipe no estilo “denúncia” foi gravado nos arredores da Praça da República, na zona central de São Paulo, região que acumula casos de celulares furtados. A música faz parte do novo álbum do cantor, que será lançado no dia 30 de junho. Nas imagens, o cantor retrata os assaltantes que circulam de bike com o intuito de cometer furtos. No clipe, eles aparecem usando máscaras de ratos. “Costurando tipo tubarão, montado nas magrelinhas no grau. Sempre na função, queria ver se fosse com a sua tia. Solto na minha área, passa rádio e arrepia”, diz Supla em tom de crítica. Ainda nesta manhã, Supla contou no programa “Os Donos da Bola” que já presenciou diversos assaltos pela região. “Eu vejo isso todo dia, são trabalhadores que estão ali [sendo furtados] todos os dias. Eu fico triste, que os criminosos estão prejudicando as pessoas, principalmente quem tem a vida no celular”, afirmou. Supla ainda revelou ter conversado com um integrante da Gangue da Bicicleta antes de escrever a canção sobre os assaltos. Na ocasião, o cantor teria feito o rapaz refletir sobre as escolhas que estava fazendo. “Nós temos três opções: ser preso, ir para a vala ou ser trabalhador. É uma música para a galera pensar”, ele explicou. “O pessoal pode pensar é que para mim é fácil, mas eu também faço as minhas paradas, eu também faço os shows. Estou querendo dar um toque para essa galera [que comete assaltos no Centro], eu quero que eles pensem em quem estão roubando”, completou. Em 2021, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) analisou que a região central é acometida por assaltos a cada quatro minutos.
Atriz de “Velozes e Furiosos 10” se inspirou em funkeiras brasileiras: “Guerreiras”
A atriz portuguesa Daniela Melchior revelou na quinta-feira (18/5) ter se inspirado em funkeiras brasileiras antes de encarar as filmagens de “Velozes e Furiosos 10”. No filme, ela interpreta a personagem Isabel, uma piloto de corridas de rua do Rio. Ela foi escalada por falar português, mas explicou que, como Isabel “vem das favelas do Rio de Janeiro”, Daniela deixou suas origens de lado e buscou novas referências. “Espero deixar-vos orgulhosos”, disse ela no Twitter. “A cultura brasileira influenciou muito a construção da minha personagem: desde Ludmilla, Tati Quebra Barraco e Anitta até Luísa Sonza e Pocah. Não fazia sentido viver Isabel sem me inspirar nessas guerreiras de sangue quente brasileiro.” Daniela também publicou um vídeo com mais detalhes de Isabel. “O fato de minha personagem ser brasileira me ajudou a construir a confiança, energia e a paixão que ela tem [pelas corridas de carros na rua]”, afirmou. “Isabel conduz um Datsun amarelo, [cor] que está presente na bandeira do Brasil e eu não podia estar mais orgulhosa. Foram cenas muito físicas, foi diferente e desafiante”, acrescentou a atriz portuguesa. Por fim, Daniela Melchior rasgou elogios para o elenco de “Velozes e Furiosos 10”. “Senti logo que estava a criar uma família. O Vin [Diesel] vai ser um amigo para mim, para sempre. Um irmão mais velho. Tivemos muita sorte com as pessoas que foram se aproximando do projeto. Parece que são presentes do universo. Estou super entusiasmada para ver a reação do público e acho que os brasileiros vão adorar”, disse entre risos. Ao descobrir que foi mencionada, Tati Quebra Barraco se disse honrada por ser referência internacional e ainda fez um convite à nova amiga: “Uma honra saber disso, muito obrigada. Vem curtir um show meu”, escreveu ela. Vale lembrar também que Ludmilla faz uma participação e canta na trilha sonora do filme. “Velozes e Furiosos 10” está em cartaz nos cinemas brasileiros. Uma honra saber disso, muito obrigado, vem curtir um show meu!! — Tati Quebra Barraco🏚 (@TatiQBOficial) May 19, 2023 A minha personagem vem das favelas do Rio de Janeiro. — Daniela Melchior (@MelchiorDaniela) May 19, 2023
Globo Filmes anuncia mais de 10 novas produções brasileiras no Festival de Cannes
A Globo Filmes anunciou a produção de mais de 10 longas durante o 76º Festival de Cannes, que iniciou na terça-feira (16/5). Os filmes foram apresentados pela head de conteúdo da produtora, Simone Oliveira, convidada da Cannes Producers Network, que também está no evento para acompanhar a première de “Nelson Pereira dos Santos: Uma Vida de Cinema”. A empresa afirma ter investido R$ 35,6 milhões na produção de longas-metragens brasileiros neste ano. Segundo comunicado à imprensa, sua presença em Cannes “reforça a importância de estabelecer parcerias internacionais para produções atuais e futuras do cinema nacional”. A lista de produções inclui o citado documentário “Nelson Pereira dos Santos: Uma Vida de Cinema”, dirigido por Aída Marques (“Estação Aurora”) e Ivelise Ferreira (“A Música Segundo Tom Jobim”), sobre o cineasta do clássico “Vidas Secas” (1963), “O Amuleto de Ogum” (1974) e “Vidas Secas” (1984). Os diretores das obras, todas co-produções, vão desde o renomado Gabriel Mascaro (“Divino Amor”) até o celebrado documentarista Eryk Rocha (“Cinema Novo”), passando pela atriz premiada Dira Paes (“Pantanal”) em sua estreia atrás das câmeras. Após a distonia evangélica de “Divino Amor”, Mascaro dirigirá “O Outro Lado do Céu”, produzido pela Globo Filmes e Desvía Produções, um drama de fantasia ambientado em um Brasil de realidade alternativa, onde qualquer pessoa com mais de 80 anos é confinada em uma colônia para ajudar na recuperação econômica do Brasil. Já Rocha está preparando “Elza”, retrato documental da cantora Elza Soares, enquanto Dira Paes fará sua estreia na direção com “Pasárgada”, sobre tráfico internacional de animais. Alguns projetos já estão com cronograma de produção fechado e começam a ser filmados no segundo semestre deste ano. Entre eles, destacam-se “Por um Fio” de David Schurmann (“Pequeno Segredo”), sobre um oncologista tratando seu próprio irmão de câncer, e “Colegas 2” de Marcelo Galvão, continuação do filme vencedor do Festival de Gramado de 2012. Os dramas incluem ainda “As Vitrines” de Flavia Castro (“Deslembro”), “Precisamos Falar Sobre Nossos Filhos” de Rebeca Diniz e Pedro Waddington (ambos de “Sob Pressão”), “A Batalha na Rua Maria Antônia” de Vera Egito (“Elis: Viver é melhor que Sonhar”), “Manas” de Marianna Brennan (“O Coco, A Roda, O Pnêu e O Farol”), “Novas Severinas” de Eliza Ribeiro Capai (“Your Turn”), “Dois Verões e uma Eternidade” de Sandra Kogut (“Três Verões”), “O Haiti É Aqui” do trio Fabio Mendonça (“Vale dos Esquecidos”), Teodoro Poppovic (“Rota 66: A Polícia que Mata”) e Maurício Bouzon (“Queime este Corpo”), e “Raoni, Uma Amizade Improvável”, documentário do belga Jean-Pierre Dutilleux sobre sua longa amizade com o cacique Raoni Metuktire – que ele filma desde os anos 1970. Mas além dos títulos dramáticos, a Globo também está investindo em diversas comédias. Entre elas, “Tá Escrito”, estrelada por Larissa Manoela (“Modo Avião”) e com direção de Matheus Souza (“A Última Festa”), “Tô de Graça” de César Rodrigues (“Nada Suspeitos”), baseada na série mais assistida do Multishow, “Os Farofeiros 2”, sequência do filme de 2018 de Roberto Santucci, e “Minha Irmã e Eu”, dirigida por Suzana Garcia (“Foteuses”) e protagonizada por Ingrid Guimarães (“Novo Mundo”) e Tatá Werneck (“Terra e Paixão”). Em entrevista à revista americana Variety, Simone Oliveira revelou que os filmes de humor têm como objetivo recuperar o interesse dos brasileiros pelo cinema. “Vemos as salas de cinema como prioridade. Os filmes são lançados com forte publicidade e cobertura cross-media dos programas de entretenimento e jornalismo da TV Globo, que atingem 100 milhões de pessoas por dia”, afirmou. “Essa visibilidade fortalece o filme para a estreia nos cinemas e, posteriormente, para as demais vitrines, criando um ciclo virtuoso”, acrescentou.
MC Pipokinha acumula polêmicas e é proibida de cantar. Lembre as confusões
Aos 24 anos de idade, a funkeira MC Pipokinha coleciona polêmicas e causa controvérsias por onde passa. A última delas foi na cidade de Curitiba (PR), onde foi proibida de cantar pelo deputado estadual Tito Barrichello (União), que ameaçou prendê-la caso seu show na casa noturna Shed Bar não fosse cancelado. O parlamentar ainda enviou um pedido de cancelamento da apresentação ao Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), da Polícia Civil. No domingo (14/5), a casa noturna anunciou que a apresentação seria cancelada devido aos últimos acontecimentos envolvendo a cantora. No plenário da Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado disparou que “lugar de prostituta é na casa de prostituição”, ao parabenizar o dono da boate que suspendeu o show da cantora. Palavras ofensivas, que se somam a outras recebidas pela funkeira. Em poucos meses de sucesso, a jovem catarinense Doroth Helena de Souza Alves, de 24 anos, vem chamando atenção por letras explícitas e coreografias de simulação sexual violenta. Ela já teve problemas com performances, mas também fora dos palcos, por declarações impensadas que a envolveram em diversas confusões. Os problemas começaram em janeiro, quando uma mulher desmaiou após um acidente em um de seus shows. Ao ser chamada no palco para participar de uma coreografia sensual, ela levou um chute do dançarino Jonas Kaik, que continuou a performance sem perceber o que tinha acontecido. À imprensa, Kaik disse que a fã foi prontamente socorrida. “O pessoal da produção de imediato já foi e pegou ela. Ela levantou de boa, desceu, a gente deixou ela com o pessoal da casa, da emergência”, afirmou. Conhecida por letras explícitas e shows picantes, ela foi vítima de assédio num show em fevereiro, ao apresentar-se seminua, com adesivos nos seios. Na ocasião, diversos homens da plateia tentaram arrancar sua calcinha, além de apalpar seu corpo. No entanto, Pipokinha minimizou a situação, criando uma grande polêmica nas redes sociais. “Assédio todo mundo sofre. Isso é a coisa mais normal que existe. Agora vai saber de você se defender. […] Se você não sabe se defender, evita, não use roupa curta”, argumentou. “Se não sabe lidar com o assédio, se você não tem boca e não tem peito para bater de frente com o cara e falar ‘não é não’, se vai ficar com medo quando ele mexer com você, não use roupa curta”, acrescentou. Em março, ao menos sete de seus shows foram cancelados após debochar do salário de professores. Pipokinha fez o comentário em suas redes ao falar sobre uma fã que disse ter brigado com uma professora para defendê-la. “Coitada, deixa ela. Meu baile tá R$ 70 mil, 30 minutinhos em cima do palco eu ganho R$ 70 mil. Ela não ganha nem R$ 5 mil pra ser professora às vezes. Tem que estudar muito”, disse. Após a repercussão, a artista se desculpou. “Eu estava sofrendo muitos ataques que não chegaram à mídia e, no calor da emoção, acabei falando aquilo mesmo. Mas em nenhum momento quis ofender os professores”, desabafou. No mesmo mês, ela também foi criticada por atendado ao pudor, após um vídeo em que aparece recebendo sexo oral de uma espectadora viralizar nas redes sociais. O caso dividiu opiniões: enquanto uns a criticaram pela cena, outros defenderam que coisas assim são normais no tipo de funk proibidão que a MC simboliza. Nesta semana, teve nova controvérsia nas redes sociais, desta vez com um DJ menor de idade. Um vídeo do DJ Márcio, cantando “Bota na Pipokinha” ao lado da cantora, viralizou por conta do diálogo que se seguiu à apresentação. Pipokinha fez uma pergunta indiscreta para o DJ: “Quando é que você vai fazer 18 para botar em mim?”. Ele respondeu: “18? Ano que vem, Pipokinha”. E ela completou: “Tá bom, me chama”.
Ludmilla revela cena de sua participação em “Velozes e Furiosos 10”
A cantora Ludmilla divulgou um trecho de sua participação de “Velozes e Furiosos 10” em suas redes sociais. Na prévia, ela se encaminha para o centro de uma rua no Rio para dar a largada numa corrida de carros que inclui os personagens de Vin Diesel (protagonista da franquia), Jason Momoa (“Aquaman”) e a portuguesa Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”), e anuncia sua presença com um sonoro “Cheguei”, ao estilo de seu hit homônimo. A participação da cantora – em sua única cena – não é muito maior que isso, e foi gravada separadamente e inserida de forma digital. Apesar disso, ela se encontrou com Diesel, que além de estrelar é produtor do longa. Ludmilla também contribuiu para a trilha sonora do longa, cantando “Vai Sentando”, de Skrillex, junto a King Doudou & DUKI. Convidada para trazer mais cara de Brasil à produção, Ludmilla escreveu, junto do vídeo cena no Twitter: “A mãe tá enjoada no ‘Velozes e Furiosos'”. Apesar da trama ter cenas no Rio, desta vez os astros da franquia não vieram ao Brasil, como aconteceu para as gravações de “Velozes e Furiosos 5”. Mas o personagem de Momoa, Dante, é filho de Hernan Reis (Joaquim de Almeida), traficante brasileiro morto por Dominic Toretto (Diesel) e sua equipe no longa de 2011. Já Melchior interpreta a primeira brasileira veloz e furiosa da franquia, a corredora de rua Isabel. Curiosamente, nenhum desses “brasileiros” é realmente brasileiro, mas a franquia tem sangue brazuca desde o primeiro filme graças à participação de Jordana Brewster, filha de brasileira, que interpreta Mia, a irmã de Dominic Toretto (Diesel). A estreia do novo filme está marcada para quinta-feira (18/5) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo a postagem oficial de Ludmilla, seguida pela versão completa da cena. CHEGUEEEEEI! 🔥 A mãe tá enjoada no Velozes & Furiosos! #FastX pic.twitter.com/Fk5BUr4s5V — LUDMILLA (@Ludmilla) May 12, 2023 Grid Girl! Nova cena de “Velozes & Furiosos 10” destaca Ludmilla dando a partida em uma alucinante corrida. Vai assistir? 🎥 O 10° filme da franquia estreia na próxima sexta-feira (19) nos cinemas. pic.twitter.com/wrlNZmeSrF — Canal PeeWee 🚂 (@canalpeewee) May 13, 2023
Bruna Griphao lança música nova inspirada em relacionamento tóxico
A ex-BBB Bruna Griphao abriu o coração e revelou detalhes íntimos de sua nova música “Queimar”, lançada nas plataformas digitais nesta sexta-feira (12/5). O novo single revela um relacionamento tóxico vivido pela atriz antes de encarar o confinamento do “BBB 23”, onde voltou a experimentar algo parecido com Gabriel Fop. Na letra, Bruna fala sobre perdas, sofrimentos pessoais e decepções amorosas em ritmo de balada romântica. “Queimar é uma música muito pessoal e íntima. Escrevi em um momento muito delicado, em que estava passando por um relacionamento abusivo, sofrendo de várias maneiras e eu decidi transformar em música”, revelou Bruna. Bruna acrescentou que a relação lhe trouxe muito sofrimento, inclusive durante a gravação da música. “No dia em que fizemos a gravação, eu estava chorando muito, por um problema decorrente dessa relação. Dá para perceber pela minha voz que eu estou bem emocionada”, contou ela. Por fim, a cantora reforçou ter escrito “Queimar” com base na sua realidade e em seus sentimentos. “A música é muito forte, intensa e verdadeira. Sempre tive costume de escrever muito meus sentimentos, em diversos formatos, como poemas, mas nunca viraram músicas de fato e dessa vez virou”, contou ela. A música anterior da atriz, “Bandida”, recentemente ultrapassou 1 milhão de streams no Spotify.
Rita Lee dará nome à parque e praças no Brasil
A cantora Rita Lee profetizou antes de morrer que sua despedida mundana se tornaria um marco. Dito e feito, o nome da artista vai ser eternizado em praças, parques públicos e até em festival que ela detestava. “Quando eu morrer, posso imaginar as palavras de carinho de quem me detesta. Algumas rádios tocarão minhas músicas sem cobrar jabá, colegas dirão que farei falta no mundo da música, quem sabe até deem meu nome para uma rua sem saída”, escreveu Rita Lee em sua autobiografia, publicada em 2016. Mas atualizou o desejo em entrevistas da época, dizendo que preferia batizar “uma pracinha”. Nesta quinta-feira (11/5), o prefeito carioca Eduardo Paes anunciou que vai cumprir a profecia ao batizar um bosque arborizado com o nome da cantora. O local terá mais de 970 novas árvores, quadras esportivas, praça infantil, áreas de piquenique, skate parque, entre outros. “O Parque que está sendo implantado no boulevard Olímpico vai se chamar Parque Rita Lee. Como ela queria e com direito a Rock in Rio a cada dois anos. Rita Lee Vive”, escreveu ele no Twitter, sem saber que a artista detestava o festival. Já na quarta (10/5), a vereadora Aava Santiago apresentou um projeto de lei que dar o nome da artista para a Praça do Setor Sul, localizada em frente ao Centro Cultural Martim Cererê, em Goiânia. Aava considerou a iniciativa simbólica por se tratar de um espaço de encontro feminino. “Sem sombra de dúvidas, é ideal porque representa o pioneirismo da mulher na música da brasileira, sendo a primeira a usar guitarra elétrica em um show e por ter músicas censuradas pela ditadura militar. Fora que o centro cultural ainda é um espaço onde diversas meninas iniciam no rock inspiradas por ela”, explicou ao jornal Opção. A decisão parece mais conturbada em São Paulo, justamente a cidade natal de Rita. Acontece que o prefeito Ricardo Nunes estuda as possibilidades de nomear uma praça, mas o governador Tarcísio de Freitas sequer decretou luto oficial, por conta de seu apoio declarado a Jair Bolsonaro, e tampouco parece interessado no projeto. Rita Lee nos deixou na noite de segunda (8/5), vítima de um câncer no pulmão, que ela apelidou de “Jair”.











