Cantora Cyva, do Quarteto em Cy, morre aos 85 anos
A cantora Cyva Ribeiro de Sá Leite, integrante do pioneiro grupo vocal feminino Quarteto em Cy, morreu no domingo (22/10) aos 85 anos. A cantora estava internada há um mês no Hospital Casa Rio Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, e não resistiu a um quadro de septicemia. Formado em 1964 por Cyva e suas irmãs Cynara, Cybele e Cylene, o Quarteto em Cy foi o mais antigo e principal quarteto vocal feminino do Brasil. A estreia oficial ocorreu em 30 de junho de 1964, com um show no lendário Beco das Garrafas, um circuito musical de boates em Copacabana, Rio de Janeiro. No mesmo ano, o grupo lançou seu primeiro LP, “Quarteto em Cy”, e no ano seguinte participou do álbum “Afro-sambas com Vinícius de Moraes e Baden Powell”, um marco da discografia brasileira. Em 1966, Cylene foi substituída por Regina Werneck, quando o Quarteto viajou para os Estados Unidos e, rebatizado como Girls From Bahia, gravou discos, fez shows e participou de programas da TV americana. Seu repertório incluía versões de músicas americanas para o português e canções de Tom Jobim com letras vertidas para o inglês Dois anos depois, Cynara e Cybele deixaram o grupo, e, juntando-se a Chico Buarque e Tom Jobim, encararam uma das maiores vaias da história dos festivais da canção, ao defenderem na final “Sabiá”, que concorria com a engajada “Para não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré, a favorita do público universitário. Vaiada do começo ao fim, “Sabiá” foi considerada a vencedora do Festival da Música Brasileira de 1968. Depois disso, elas lançaram dois álbuns, mas sem o mesmo sucesso do grupo com as outras irmãs. Cynara voltou a se juntar com Cyva em 1972, quando o quarteto foi retomado com nova formação, incluindo Sônia Ferreira e Dorinha Tapajós. A partir desse novo núcleo, vieram álbuns notáveis como “Antologia do Samba Canção” (1975), “Resistindo ao Vivo” (1977), e “Querelas do Brasil” (1978), onde continuaram a explorar e a homenagear a riqueza musical brasileira através de diferentes colaborações. Nessa época, o grupo começou também uma longa parceria de trabalhos com sua contraparte masculina, o grupo vocal MPB4. Foram três álbuns colaborativos só nos 1970, com direito a participação no Fantástico, numa amizade musical que se estendeu por décadas. Em 1980, Cybele se juntou novamente às irmãs, substituindo Dorinha, e esta formação se manteve ativa até a morte dela, em 2014. Com a perda da irmã, Cyva e Cynara passaram a formar o grupo com Sônia e Corina. As duas irmãs remanescentes continuaram à frente do Quarteto em Cy até recentemente, chegando a assinar os textos do resgate histórico da caixa “Quarteto em Cy – Anos 60 / 70 ao Vivo”, lançada em 2018 com três CDs, contendo registros inéditos de três shows gravados entre 1965 e 1975. Foi o último lançamento do grupo, que ainda seguiu em shows com Joyce Moreno e MPB4. Cynara morreu em 11 de abril deste ano. Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, Cyva esteve presente em todos os lançamentos do grupo, mais de 30 discos tanto no Brasil quanto no exterior, acompanhando a evolução da música brasileira – da bossa nova à transformação do samba na chamada MPB. Sua importância e legado são sem paralelos. Além de sua contribuição ao Quarteto em Cy, ela também era formada em Letras pela FFCH (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas) da Universidade Federal da Bahia.
Celso Vecchione, fundador da banda Made in Brazil, morre aos 74 anos
Celso Vecchione, que fundou a banda Made in Brazil ao lado do irmão Oswaldo Vecchione, faleceu no sábado (21/10) de mal súbito, aos 74 anos. “O Brasil perdeu um grande músico e eu o melhor irmão que poderia ter”, desabafou Oswaldo nas redes sociais. Criada em 1967 no bairro Pompeia, em São Paulo, a banda era a mais antiga em atividade no país. Inicialmente influenciado pelo rhythm’n’blues britânico de bandas como Rolling Stones e The Animals, o grupo se reposicionou nos anos 1970 como precursor do heavy metal nacional. Uma carreira pioneira Made in Brazil inovou na cena rock brasileira já em 1969 ao utilizar maquiagem artística em shows, pintando o rosto e partes do corpo. Em 1974, com o lançamento de seu álbum de estreia, também chamado “Made in Brazil”, conhecido como “disco da banana” devido à imagem da capa, o grupo solidificou seu lugar no cenário rock nacional. O primeiro grande hit, “Anjo da Guarda”, é deste álbum. Em 1975, lançaram o álbum “Jack, o Estripador”. Mas enfrentaram dificuldades extras nessa época, quando praticamente apenas Rita Lee fazia sucesso com rock no país, sofrendo censura da ditadura militar ao álbum “Massacre” em 1977, que teve nove músicas vetadas e acabou arquivado, só ressurgindo em 2005. A banda reagiu com a consagração em “Paulicéia Desvairada” (1978), que rendeu alguns de seus maiores sucessos com faixas como “Gasolina” e “Uma Banda Made in Brazil”. Três anos depois, com “Minha Vida é Rock ‘n’ Roll”, o baixista Oswaldo Vecchione assumiu a função de vocalista principal, que exerceu pelos discos seguintes de banda. Luta contra esclerose múltipla Além da censura, outro baque veio na virada dos anos 1970, quando Celso foi diagnosticado com esclerose múltipla. Descrito pelos colegas de banda como “tímido e cerebral”, ele era o maestro do grupo, e mesmo o diagnóstico não o afastou dos palcos. Segundo Guilherme Ziggy Mendonça, guitarrista da banda há 11 anos, “Celso conviveu com essa condição a vida inteira de uma forma meio que milagrosa, porque é uma doença severa”. Entretanto, a dificuldade para tocar no rádio acabou jogando a banda no underground. Sua continuidade ao longo das décadas se provou um ato de resistência. Meio século de rock Ao todo, o Made in Brazil lançou nada menos que 14 álbuns oficiais, mas da formação original apenas os irmãos Vecchione se mantiveram. De fato, foram tantas mudanças ao longo dos anos que a banda entrou no livro Guinness dos recordes, por ter passado por 203 formações diferentes, com a participação de 126 músicos. Mas as mudanças e a passagem do tempo não alteraram a essência da banda, que comemorou 50 anos em 2017 com uma exposição e shows no Centro Cultural São Paulo. Antes de morrer, Celso gravou participação num documentário dedicada à carreira do grupo. O filme “Uma Banda – Made in Brazil” será lançado em novembro. Veja abaixo um especial da TV Cultura de 1987, dedicada aos 20 anos da banda.
Felipe Poeta, filho de Patrícia Poeta, prepara parceria musical com Tati Quebra Barraco
Após ser destaque no Tomorrowland Brasil, o DJ Felipe Poeta, filho da apresentadora Patrícia Poeta e do diretor da Globo Amauri Soares, prepara um novo disco, previsto para março, que inclui uma colaboração musical com Tati Quebra Barraco. O DJ revelou que, além da música, será lançado um documentário mostrando mais sobre suas influências e bastidores de produções. “Até março do próximo ano vai sair um filme do álbum que a gente tá fazendo. São crônicas do Rio de Janeiro, com participação da Tati Quebra Barraco, MC Gorila e outras pessoas do Rio de Janeiro. Serão vários lançamentos voltados para a música eletrônica, misturando com a cultura brasileira”, disse ele à revista Caras. Carreira e família Formado em produção musical no Los Angeles College of Music, Felipe Poeta estreou com o EP “Creation”, no começo de 2021, com cinco faixas que misturam rap, samba e batidas eletrônicas. Ele também tem trabalho como produtor de diferentes artistas e de trilhas sonoras como a da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, do Globoplay. Mas além de ser artista de festival internacional, ele também é o DJ das festas da família, e marcou presença no aniversário de 47 anos de sua mãe, Patrícia, na última sexta-feira (20/10), assumindo as pickups para um setlist especial para os cerca de 500 convidados. Mesmo se dizendo muito tímido para aparecer na TV, ele também surpreendeu a mãe ao surgir no programa “Encontro”, celebrando a data especial com ela e os telespectadores.
Ana Carolina faz versão lésbica de “Chico” e enlouquece Luísa Sonza
Ana Carolina fez uma surpresa na noite da última sexta-feira (20/10), durante um show em São Paulo. Ela apresentou uma nova interpretação da música “Chico”, originalmente composta por Luísa Sonza, com incentivo para a cantora explorar amores lésbicos. O detalhe é que Luísa estava na plateia e enlouqueceu com a homenagem. Luísa, se tu quiseres A performance de Ana Carolina alterou a letra original, propondo apresentar suas amigas a Luísa Sonza. “Luísa, se tu queiseres, tenho umas amigas que são maravilhosas, vou te apresentar. Com o Chico foi cachaça, mas com uma ‘sapata’ vai ser um quentão”, cantou a artista, arrancando aplausos e gritos da plateia, inclusive de Luísa. O momento foi capturado em vídeos que rapidamente viralizaram no Twitter. Neles, Luísa Sonza aparece vibrando com a versão da canção. Contexto da canção “Chico” é um hit recente de Luísa Sonza, composto em homenagem ao então namorado Chico “Moedas” Veiga. A música se tornou um enorme sucesso, mas o relacionamento entre Luísa e Chico chegou ao fim há cerca de um mês, após a revelação de uma traição. Em um evento recente no Rio de Janeiro, a música serviu de trilha sonora para um beijo de Chico com outra mulher, momento também capturado e compartilhado nas redes sociais. Para completar o contexto, no último domingo (15/10), Luísa, que já se assumiu bissexual, foi flagrada beijando sua bailarina Mariana Maciel em uma festa em São Paulo. Ana Carolina cantou uma versão de “Chico” para Luísa Sonza no seu último show. pic.twitter.com/xNTYVODCR3 — POPTime (@siteptbr) October 21, 2023
Anitta lança clipe caliente com cantor do Måneskin
Anitta divulgou o clipe de “Mil Veces”, em que aparece em cenas para lá de “calientes” com o italiano Damiano David, vocalista do Måneskin. O vídeo traz os dois em beijos, amassos e muita pegação, rolando na cama, em cadeiras e no chuveiro. Também há cenas desconectadas da cantora num carrão vermelho, com o bumbum quase de fora, no limite de uma calça jeans. Dirigido por Jackson Tisi, o clipe ainda insinua brigas do casal, supostamente para retratar o final de uma relação tóxica, mas a letra da música não fala em nada disso, apenas em “darte” e “darte” mil vezes, “duro” e “duro”. Cantando em espanhol, ela encerra celebrando sexo, não separação: “Nós não vamos sair do meu quarto/ Não vamos colocar condições nisso/ E se mudarmos de posição/ Temos más intenções” (na versão livremente traduzida). Ele topou tudo A cantora conheceu Damiano David no VMA deste ano. Na ocasião, o cantor italiano foi flagrado trocando olhares sensuais com Anitta em diversas situações. Agora, Anitta esclareceu que sua empresária, Rebeca Léon, foi quem teve a ideia do convite, no after da premiação. “A gente nem achou que ele fosse topar, mas ele super topou!”, explicou em entrevista coletiva. E o affair? Após apimentar a situação, confidenciando à revista Quem que estava vivendo um novo affair com um italiano, após o final tumultuado com o ator Simone Susinna, ela diz que o relacionamento foi só profissional. “Não rolou nada. As pessoas estão achando isso, mas não. Não sei se a gente tem muito a ver, conhecendo ele na vida real… Acho que eu combino com a persona dele de palco, temos muita coisa parecida no jeito dele de cantar e performar, mas por trás das câmeras, não”, disse, afirmando ainda que o rockeiro agiu de forma “muito profissional e solícita”. “Ele é um fofo e se tornou um amigo, foi incrível. Adorei o resultado final e espero que todos amem”, complementou. Anitta gravou o clipe “Mil Veces” no Canadá para acomodar a agenda do cantor. Ela se deslocou ao país apenas para incluir sua participação no vídeo, já que voltou 48 horas depois aos EUA. A gravação aconteceu em 27 de setembro em Toronto, mesmo dia em que o Måneskin tocou na cidade.
Juliette se desculpa com Emicida, mas nega plágio: “Imputação de crime”
A cantora Juliette Freire se viu no olho do furacão na quarta-feira (18~10), quando acusações de plágio acompanharam a divulgação de seu trabalho na canção “Magia Amarela”, lançada na noite anterior, em parceria com Duda Beat. O cerne da controvérsia era a similaridade visual entre o projeto e o álbum “AmarElo” (2019) de Emicida, o que gerou críticas fervorosas e levou ao cancelamento do projeto. Por conta da proporção tomada pelo caso, Juliette publicou duas notas de esclarecimento em seu Instagram e, nesta quinta (19/10), postou vídeos em que tratou pessoalmente do assunto. Neles, reforça que sua participação se limitou à interpretação musical, desvinculando-se da criação visual. Ela também compartilhou que teve uma conversa com Emicida e seu irmão produtor, Evandro Fióti. Conversa com Emicida “Quero reforçar que tudo foi entendido, conversado”, declarou Juliette, aparando as arestas com Emicida. “Conversei pessoalmente e com todo o respeito do mundo com Emicida e Fióti. Não há lados opostos, intenção nenhuma de que pessoas saiam machucadas, enfim, está tudo bem e tranquilo”, continuou. Tribunal da internet Juliette também rebateu outras acusações que vem enfrentando desde que se lançou como cantora, após vencer o “BBB 21”. “Depois de tudo esclarecido, começou o tribunal da internet”, ela desabafou. “Tem alguns poucos juízes que se auto intitulam juízes e eles determinam quem é artista e quem não é, o que é arte e o que não é, quem é bom e quem não é. Escolhem a cabeça da vez e fazem acusações”. “Já que vocês sabem de tudo, espero que entendam as características de um plágio e que isso é crime, e que imputação de crime também é crime”, continuou. A cantora também pediu aos fãs que não acreditassem nas acusações: “Dito isso, não acreditem no que veem na internet. São tantos interesses, há tanta manipulação, vocês não têm noção. Uma coisa é repetida várias vezes para que você coloque isso na sua cabeça”. Em seguida, ela se dispôs a falar individualmente de cada caso citado como suposto plágio, ressaltando que “há uma diferença entre referências e inspirações – que está aí para todo mundo, é de domínio público – e plágio”. Em seguida, a cantora expôs as inspirações para os projetos, para detalhar como se deu o processo criativo de cada um. Explicações Em relação às semelhanças visuais entre seu vídeo de “Não Sou De Falar De Amor” e clipes de Iza, Juliette explicou a inspiração nordestina, compartilhando sua visão: “Pensei naquelas casas de interior, que têm parede de cal azul e uma foto das pessoas como se fossem pinturas, na casa de nossos avós tem”. Ela também citou a inspiração do filme “Ghost” em “Quase Não Namoro”, colaboração com Marina Sena, e defendeu a originalidade dos títulos de suas canções “Doce”, “Sei Lá” e “Benzin” que coincidem com músicas da banda Boogarins, afirmando: “Óbvio, qualquer palavra que você colocar, é muito raro não ter uma música com o mesmo nome. Ainda que seja uma inspiração, a música é completamente diferente”. Conspiração Além de defender sua integridade artística, Juliette fez um apelo ao respeito e ao cessar das tentativas de descredibilização. “Parem de tentar descredibilizar o outro. Por favor, parem, vocês não ficarão maiores ou melhores com isso”, solicitou a cantora, reforçando a necessidade de um ambiente musical mais respeitoso e menos acusatório. Vale observar que Manu Gavassi, no caso da estética de “Quase Não Namoro”, e os Bugarins também notaram as coincidências. Além disso, não há uma conspiração ou tendência disseminada na mídia de procurar plágios no trabalho de artistas para “descredibilizar”. Há cobertura pontual de denúncias e comentários, assim como da defesa e de seus argumentos.
Acusações de “plágio” marcam carreira musical de Juliette
A cantora e influenciadora digital Juliette Freire voltou a ser alvo de controvérsia com a recente acusação de plágio envolvendo a faixa “Magia Amarela”, lançada em parceria com Duda Beat na madrugada desta quarta-feira (18/10). Não foi a primeira vez que a vencedora do “BBB 21” se encontra em meio a debates sobre originalidade em sua carreira musical que, desde a estreia, tem sido marcada por questionamentos e comparações. Capa de disco As acusações vem desde a repercussão em torno da capa de seu primeiro EP em setembro de 2021, que, segundo internautas, tinha as mesmas referências estéticas de um lançamento de Pabllo Vittar, o single “Indestrutível”. Na ocasião, fãs de Juliette saíram em defesa da artista dizendo que as mesmas referências também podiam ser vistas em obras de outros artistas como Pink Floyd e Demi Lovato. Em resposta, a equipe de Juliette manifestou gratidão aos artistas referenciados e optou por modificar a arte original para “evitar mais polêmicas”. Títulos de músicas Depois disso, a banda Boogarins suscitou dúvidas sobre possíveis semelhanças nos títulos de suas músicas e as gravações da paraibana, como nas músicas “Doce”, “Sei Lá” e “Sei Lá”. Um fã chegou a expressar descontentamento nas redes sociais, aguardando um posicionamento oficial da equipe de Juliette, que se limitou a ressaltar o carinho e respeito pela música brasileira presente no EP. Estética de clipe As acusações se aprofundaram com Manu Gavassi apontando similaridades de referências no clipe da música “Quase Não Namoro” com seu projeto “Gracinha”. Manu declarou ter ficado “extremamente triste” com a equipe de Juliette, mas não responsabilizou a cantora diretamente. O debate ainda incluiu a música “Un Ratito”, uma colaboração entre Juliette, Alok e Luis Fonsi, levando à remoção do single do YouTube após acusações de violação de direitos autorais feitas pelo duo Sevenn. O problema dos americanos, entretanto, era com Alok. Acusação formal As coincidências sempre foram tratadas justamente como coincidências, mas o acúmulo atingiu o ápice com a polêmica envolvendo a faixa “Magia Amarela”, lançada em parceria com Duda Beat, ser comparada ao projeto musical “AmarElo” de Emicida. Evandro Fióti, irmão e parceiro de Emicida, endossou as acusações, revelando que a faixa de Juliette e Duda foi lançada para uma campanha publicitária de um produto que os tinha procurado antes. Ele afirmou que tomaria medidas judiciais contra os responsáveis, isentando Juliette e Duda Beat. A equipe de Juliette confirmou na manhã desta quarta-feira (18/10) que a música integra uma campanha e que estão em contato com os responsáveis pela criação e produção da mesma para mais esclarecimentos. Entretanto, o estrago foi feito. o EP também prestava uma homenagem ao querido Boogarins, trazendo exatamente o nome de 3 músicas deles. mas claro, uma grande coincidência. pic.twitter.com/x345HVAO61 — matheus (@matheusdevdd) October 18, 2023 Agora o mais recente e também + polêmico envolve o projeto premiado do Emicida, do conceito estético à letra, fazendo a separação "amar é o elo". e pior: o da Ju faz parte de uma campanha da Bauducco, que antes teria mandado proposta p/ o Emicida, mas sem fechar por motivos de $ pic.twitter.com/x8bDZZx5x1 — matheus (@matheusdevdd) October 18, 2023
Gretchen estreia no funk com parceria ousada de WZ Beat
Gretchen fez sua estreia triunfal no funk nesta sexta-feira (13/10) com o clipe de “Bumbum”, single feito em parceria com o produtor WZ Beat. A faixa está disponível nas plataformas digitais desde a madrugada de quinta-feira (12/10). A cantora se arriscou no gênero para tentar atrair ainda mais seu público jovem. “A expectativa é imensa, até porque nunca gravei esse tipo de ritmo. Mas em razão do grande público jovem que hoje eu tenho, teria que acontecer. De qualquer forma, é mais uma quebra de paradigma e de tabus na minha carreira”, explicou à Band. A letra de “Bumbum” foi desenvolvida por WZ Beat para falar sobre o momento das pessoas estarem se sentindo confiantes com a criação de novas coreografias, algo típico do público alvo de Gretchen que está presente na plataforma do TikTok. “Essa flauta muito louca mexe com a mente e com a popa”, sugere a letra. Já o clipe confirma os dizeres e provoca coreografias com rebolados que honram as origens de Gretchen, enquanto jogos de luzes tomam conta do cenário sensual junto com a batida eletrônica, mencionada como “beat envolvente” pelos artistas. Vem mais por aí! Vale dizer que a parceria entre Gretchen e WZ Beat não se encerra no clipe de “Bumbum”, pois eles já estão no processo criativo de uma nova faixa em outro gênero musical popular entre a nova geração: o reggaeton. “Essa será em ritmo ‘Kizomba’, uma espécie de derivação do Reggaeton que é muito forte na Europa. Para isso, chamei um produtor muito bom e especializado no ritmo, o ‘DJ Hunter’. Ele tem mais conhecimento nisso e, junto comigo e a Gretchen, tenho certeza que podemos fazer um hit internacional’, antecipou WZ Beat.
Anitta elogia Melody e recebe corte: “O jogo virou”
Anitta expressou sua admiração por Melody em entrevista ao programa “De Frente com Blogueirinha”, sugerindo até uma colaboração musical. Mas Melody recusou o convite em suas redes sociais. “Muito obrigada pelos elogios, mas sinceramente, estou em outra fase da minha carreira. O jogo virou. Tô afim não”, respondeu a jovem cantora. Os elogios Na entrevista, Anitta foi questionado sobre sua briga com Melody e não poupou elogios à adolescente. “Super empresariaria a Melody. Ela tem uma presença, cara de pau, faz e fala o que quer, faz o marketing dela. Ela lembra muito eu. A irmã compõe as músicas, tem um talento surreal”, afirmou Anitta. A cantora também revelou que preferiu a versão de Melody de sua música “Faking Love”, que foi retirada das plataformas digitais por questões de direitos autorais. A briga As relações entre as duas cantoras são marcadas por tensões. Após se envolver em uma discussão nas últimas eleições presidenciais, Anitta citou Melody como exemplo, o que não foi bem recebido pela jovem. “Feio mesmo é uma senhora de quase 40 anos colocar uma adolescente de 15 anos em discussão de cunho político para engajar”, respondeu Melody. Depois de Melody divulgar sua música “Assalto Perigoso” nos comentários de uma live de Anitta com Felipe Ret e ainda criticá-la, Anitta ameaçou: “Conheço os compositores da música que tu bateu top 1, mana. Acho que você não conhece eles porque a música é da Ariana Grande no caso, né. Mas fica tranquila que não mostrei para eles, se não…”. Só que Ninja Charles, a compositora de “Positions”, viu publicações sobre o assunto e a música de Melody foi removida das plataformas digitais até se acertarem os direitos autorais. Quando soube da versão de Melody para “Faking Love”, Anitta também se manifestou nas redes sociais. “É automático o algoritmo da minha gravadora derrubar automaticamente qualquer conteúdo postado que tenha a minha voz ou imagem e não seja autorizado previamente”, explicou. Ela ainda acrescentou que os onze “donos” da música deveriam ter sido contatados para ceder os direitos para a versão de Melody. A regravação não autorizada foi a gota d’água para as duas cantoras romperem de vez. Mas, segundo Anitta, não partiu dela o pedido para tirar a música do ar. Agora, Anitta até diz: “Gostei mais da versão dela”. “Os desentendimentos engajam. Eu ficava escutando ‘Fake Amor’, eu amo, acho um máximo. E ela é linda”, acrescentou. A virada de jogo Melody recentemente comemorou o sucesso de seu novo hit “Love Love”, em parceria com Naldo Benny, que ultrapassou “Funk Rave”, um dos lançamentos recentes de Anitta, nas paradas do Spotify Brasil. “Quando você sente que venceu”, escreveu Melody em suas redes sociais. Melody NEGA pedido de Anitta para gravar versão da música “Mil Veces”: “Sinceramente, eu tô em outra fase da minha carreira. O jogo virou, tô afim não”. pic.twitter.com/L2j3Zbiq4W — poponze (@poponze) October 12, 2023
Estreias | Gal Costa, Xuxa, Trolls e Exorcista movimentam a programação de cinema
Três estreias vão disputar as bilheterias do fim de semana, duas delas nacionais: a cinebiografia “Meu Nome É Gal”, sobre o começo da carreira de Gal Costa, e “Uma Fada Veio Me Visitar”, que marca a volta de Xuxa ao cinema. O terceiro título é “O Exorcista: O Devoto”, continuação do clássico de terror dos anos 1970, que liderou as bilheterias dos EUA no fim de semana passado, mas recebeu críticas muito negativas da imprensa norte-americana. Além desses lançamentos, a Universal resolveu adiantar a exibição de “Trolls 3: Juntos Novamente”, com pré-estreias a partir desta quinta (12/10). Assim, a animação se junta ao filme da Xuxa como opção para os baixinhos no Dia das Crianças. Confira abaixo mais detalhes e outras novidades em cartaz. MEU NOME É GAL A cinebiografia aborda a vida da icônica cantora Gal Costa, focando os anos de 1966 a 1971, que marcam a transformação da tímida Gracinha, que se muda de Salvador para o Rio de Janeiro, na renomada tropicalista. Dirigido por Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), a produção abre com uma cena do show “Fa-Tal” em 12 de outubro de 1971 e, a partir daí, retrocede para mostrar a chegada de Gal ao Rio de Janeiro e seu reencontro com figuras importantes como Caetano Veloso (Rodrigo Lelis), Gilberto Gil (Dan Ferreira) e o empresário Guilherme Araújo (Luis Lobianco). Dando um show verdadeiro no papel principal, Sophie Charlotte não apenas atua, mas também canta as canções no longa. Para fãs de Gal e da geração da Tropicália, a obra oferece cenas antológicas, que recriam a fase mais rebelde da cantora. Entretanto, a apresentação desconexa de eventos prejudica a narrativa, contexto e até a compreensão da história para quem não é iniciado. A relação de Gal com sua mãe, interpretada por Chica Carelli, e com outros personagens importantes, como Caetano Veloso e Gilberto Gil, é pouquíssimo desenvolvida. Além disso, a participação de Maria Bethânia, interpretada pela codiretora Dandara Ferreira, é tão breve que nada acrescenta à trama. Na comparação com outras cinebiografias musicais brasileiras, o longa se destaca por evitar os clichês mais comuns, focando-se em um período específico e crucial na carreira de artista, em vez de passar correndo por toda a sua vida. Embora nem assim consiga aprofundar questões importantes, a luta por autonomia da cantora ganha destaque, explorando suas relações e desafios em um período turbulento da história brasileira. Além disso, o filme confirma Sophie Charlotte como uma das melhores atrizes brasileiras da atualidade. Podem esperá-la nas premiações de melhores do ano. UMA FADA VEIO ME VISITAR A comédia adolescente marca o retorno de Xuxa Meneghel ao cinema após 14 anos de ausência. O filme é uma adaptação do best-seller de Thalita Rebouças, que também co-escreveu o roteiro. Na trama, Luna (Tontom Périssé, a filha de caçula de Heloisa Périssé) é uma adolescente que enfrenta desafios como notas baixas e bullying na escola. Sua vida toma um rumo inesperado quando ela recebe a visita da fada Tatu, interpretada por Xuxa, que tem uma missão especial a cumprir. A fada foi escolhida para transformar Luna e sua nemesis Lara, que se odeiam, em melhores amigas. Só que ela estava congelada desde os anos 1980 e também precisará lidar com as mudanças do século 21. Com direção de Viviane Jundi (“Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano”), o longa faz uma aposta na nostalgia ao substituir as referências aos anos 1960 do livro original por citações aos anos 1980, era em que Xuxa estourou. Por conta disso, a eterna Rainha dos baixinhos aparece em diversas caracterizações, homenageando figuras icônicas daquela década, como She-Ra e a amiga Angélica. O resultado é bem diferente da primeira adaptação da obra, “É Fada” (2016), e embora tenha momentos de humor forçado e caricatural, especialmente no tratamento do bullying, a presença carismática de Xuxa supera as limitações. Vale apontar que a parceria entre a estrela e Thalita Rebouças agradou tanto a ambas que elas já planejam novas produções conjuntas para o futuro. O EXORCISTA – O DEVOTO Depois de reviver a franquia “Halloween”, o diretor David Gordon Green aplica a mesma premissa ao revival de “O Exorcista”, filmado como uma sequência direta do primeiro filme como se as sequências anteriores não tivessem existido. Para isso, ele traz de volta Ellen Burstyn no papel de Chris MacNeil, a mãe da menina possuída no filme original de 1973. Ela entra em cena para ajudar um pai desesperado. A trama segue Victor Fielding (Leslie Odom Jr.), um fotógrafo viúvo e pai superprotetor, cuja filha Angela (Lidya Jewett) e amiga Katherine (Olivia Marcum) desaparecem após uma tentativa de realizar um ritual para contatar a mãe falecida de Angela. Três dias depois, as meninas são encontradas em uma fazenda distante, sem memória do que aconteceu. Logo, sinais de possessão demoníaca começam a aparecer em ambas. O que começa como um mistério sobrenatural meticulosamente construído, levantando questões sobre o que realmente aconteceu com as meninas, sofre uma queda abrupta quando Victor, inicialmente cético, aceita rapidamente a ideia de possessão demoníaca e busca a ajuda de Chris MacNeil. A partir deste ponto, “O Exorcista: Believer” abandona a ambiguidade e o ritmo cuidadoso que estabeleceu, optando por sustos fáceis, efeitos digitais e discursos inspiradores. Enquanto o terror icônico de 1973, dirigido por William Friedkin, foi um sucesso de bilheteria e recebeu 10 indicações ao Oscar, esta continuação falha miseravelmente em agradar o público do gênero e a crítica de cinema. Para dar ideia, o clímax apressado e pouco assustador vê Victor montando uma equipe de “caçadores de demônios” de várias religiões, reduzindo o que poderia ter sido uma homenagem inteligente e respeitosa a “O Exorcista” a um pastiche superficial. A crítica americana vomitou, resultando em apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes. TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE Em sua volta aos cinemas, Poppy e Tronco, os personagens dublados em inglês por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e Justin Timberlake (“O Preço do Amanhã”), são oficialmente um casal, apelidado de Troppy. Mas conforme ficam mais íntimos, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto: ele já fez parte da boyband favorita dela, BroZone, com seus quatro irmãos Floyd, John Dory, Spruce e Clay. Eles se separaram quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não vê seus irmãos desde então. Mas quando Floyd, é sequestrado, Tronco e Poppy embarcam em uma jornada emocionante para reunir os outros irmãos e resgatá-lo de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop. O detalhe é que essa historia é embalada por uma música do ‘N Sync, a boyband nada secreta do passado de Justin Timberlake, que voltou a gravar junta, 20 anos após sua separação, especialmente para a trilha sonora do filme. A animação também conta com a volta do diretor Walt Dohrn e com um elenco de dubladores que combina cantores e atores, como Camila Cabello (“Cinderella”), Eric André (“The Righteous Gemstones”), Amy Schumer (“Descompensada”), Andrew Rannells (“Um Pequeno Favor”), Troye Sivan (“The Idol”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Zooey Deschanel (“New Girl”), Kid Cudi (“Não Olhe para Cima”) e Anderson Paak (“Grown-ish”). BLACKBERRY A comédia baseada em fatos reais aborda a ascensão e queda da BlackBerry, a empresa canadense de tecnologia que revolucionou o mercado de smartphones no início dos anos 2000. O enredo foca nos co-fundadores Mike Lazaridis, interpretado por Jay Baruchel (“Fubar”), e Doug Fregin, interpretado pelo diretor e co-roteirista do filme, Matt Johnson (“Nirvanna the Band the Show”). A dupla, inicialmente focada em pagers e modems, vê sua inovação ganhar forma e mercado com a entrada de Jim Balsillie, interpretado por Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), um investidor que traz uma abordagem empresarial agressiva à empresa. O filme explora a dinâmica entre esses três personagens principais, cada um com sua própria visão e abordagem para o negócio. Lazaridis é o visionário tímido, Fregin o extrovertido peculiar e Balsillie o alfa agressivo e focado. Essa mistura de personalidades inicialmente impulsiona o sucesso da BlackBerry, mas também semeia as sementes de sua eventual queda, especialmente diante do lançamento do iPhone pela Apple em 2007, um evento que a equipe da BlackBerry subestima. Baseado num livro de não ficção, o longa captura o rápido crescimento e declínio da empresa, que em seu auge chegou a ocupar cerca de 45% do mercado de telefonia móvel nos Estados Unidos, de forma debochada. A narrativa se desenrola em um estilo de falso documentário, que adiciona comédia à situações reais – exibidas praticamente como surreais. Ou seja, seu tom está mais para “A Grande Aposta” (2015) do que para “A Rede Social” (2010). E agradou em cheio a crítica americana, que rasgou elogios e deu uma aprovação de 98% no Rotten Tomatoes. BONS COMPANHEIROS O drama chinês traz o veterano astro de ação Jackie Chan (“O Estrangeiro”) no papel de Luo, um dublê desempregado, que busca redenção e um retorno à indústria do cinema com a ajuda de seu cavalo Red Hare. O filme também explora a tentativa de reconciliação de Luo com sua filha afastada, Bao, interpretada por Liu Haocun (“Luta pela Liberdade”), enquanto ele enfrenta desafios financeiros e tenta uma segunda chance em sua carreira. A trama ganha um novo fôlego quando um vídeo de Luo e Red Hare humilhando cobradores de dívidas se torna viral, despertando interesse em suas habilidades como dublê. A produção também faz várias referências à carreira de dublê de Chan, incluindo cenas de arquivo de seus trabalhos anteriores, o que adiciona uma camada meta-textual à história. Por conta disso, o filme gerou discussões sobre o legado de Jackie Chan e a evolução da indústria cinematográfica, especialmente no que diz respeito ao trabalho de dublês. A obra do diretor Larry Yang (“My Other Home”) é tanto uma homenagem ao tipo de cinema que fez Chan famoso quanto uma crítica ao estado atual da indústria, que tem se afastado das acrobacias e dublês “reais” em favor de efeitos gerados por computador. VIVER MAL O filme do português João Canijo (“Fátima”) explora as complexidades humanas por meio da perspectiva dos hóspedes de um hotel em declínio. Por sua estrutura episódica, tem sido descrito como uma versão melancólica e melodramática da série “The White Lotus”, da HBO Max, mas sem o tom cômico. A trama é dividida em três capítulos, cada um focando em um grupo de hóspedes com suas próprias tensões e conflitos. Entre os personagens estão uma influenciadora que confessa uma traição ao namorado fotógrafo, uma mãe mais velha que manipula sua filha e genro, e uma jovem atriz dividida entre sua mãe controladora e sua namorada. O filme se passa durante um fim de semana e apresenta o hotel como um tipo de “casa assombrada” psicológica, onde os problemas preexistentes dos hóspedes se exacerbam. Embora funcione como uma obra independente, “Viver Mal” foi originalmente concebido como parte de um projeto de duas partes, juntamente com “Mal Viver”, inédito no Brasil. Este último foca na equipe do hotel e nas suas próprias complexidades e desafios. As duas obras foram exibidas juntas no Festival IndieLisboa, onde conquistaram o prêmio de Melhor Filme Nacional.
Intérprete de Gal Costa no cinema, Sophie Charlotte impressiona ao cantar no “Altas Horas”
Como diria Faustão, quem sabe faz ao vivo. E Sophie Charlotte, que vive Gal Costa no filme “Meu Nome É Gal”, mostrou que dispensa dublagem para cantar como a diva. Ela participou do programa “Altas Horas” de sábado (7/10), onde chamou atenção por cantar a música “Divino Maravilhoso”, clássico de Gal, de forma divina e maravilhosa. Após a apresentação, Serginho Groisman celebrou: “Sophie Charlote! Viva Gal!”. “Viva Gal, pra sempre! Viva Gal, no lugar mais bonito, sempre! Obrigada, gente!”, retribuiu a atriz. A performance da atriz arrancou vários elogios nas redes sociais. “Não existe absolutamente nada que essa mulher não faça bem, né?”, reagiu um internauta, enquanto outro foi além: “Podia ter colocado ela no lugar da Marina Sena pra cantar essa no The Thown”. E teve comentários ainda mais emocionados: “A sensação que tenho depois de assistir a pré-estreia do filme, é que ela nasceu pra ser Gal, que trabalho magnífico, esplendoroso, arrepiante, meu Deus!” O filme de Gal Costa “Meu Nome É Gal” foca o começo da carreira da cantora, que faleceu em novembro passado aos 77 anos, mostrando a escolha de seu nome artístico, a convivência com os colegas baianos durante Tropicália, a época do desbunde e o enfrentamento da repressão durante a ditadura militar. Tudo isso com vários visuais marcantes incorporados por Sophie. Dirigido por Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), o filme também traz o baiano Rodrigo Lelis (“A Matriarca”) como Caetano Veloso, Dan Ferreira (“Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”) como Gilberto Gil e a própria Dandara Ferreira como Maria Bethânia. A estreia acontece na quinta-feira (12/10) nos cinemas. Linda — Jo (@Jo54627863) October 8, 2023 Podia ter colocado ela no lugar da Marina Sena pra cantar essa no The Thown. — Sr. Pac (@Paczin_) October 8, 2023 Longe de mim desmerecer qualquer parte da carreira da Sophie, até porque a admiro demais! Mas olha, a sensação que tenho depois de assistir a pré estreia do filme, é que ela nasceu pra ser Gal, que trabalho magnífico, explendoroso, arrepiante, meu Deus 👏👏👏 — DSBH 🍭🌵🌪 (@DivulgaSophiaBH) October 8, 2023 não existe absolutamente nada que essa mulher não faça bem né — gabuzinho 🩸 (@gabuzinhoof) October 8, 2023
Pitty relança primeiro disco com gravações de Pabllo Vittar, Sandy, Emicida e Planet Hemp
A cantora Pitty lançou nesta sexta-feira (6/10) o disco “Admirável Chip Novo Re (Ativado)”, regravação de seu primeiro álbum, que celebra os 20 anos do lançamento original. A nova versão é um projeto cantado por artistas convidados e conta com a participações de Sandy, Planet Hemp, Emicida, Pabllo Vittar, Ney Matogrosso, MC Carol, Criollo, Supercombo, Céu, Tropkillaz, Tuyo, Marina Peralta e Rockers Control. Além de chegar nas plataformas musicais, a regravação ganhou lançamento em vinil, numa caixa com três LPs e um livro sobre a história do disco. Pitty postou uma foto do material em seu Instagram, chamando, orgulhosa, de “lindeza”. O admirável chip original O disco responsável por alçar Pitty ao estrelato conta com alguns dos maiores sucessos da cantora, como “Equalize”, “Teto de Vidro” e “Máscara”. Lançado pela gravadora independente Deckdisc (hoje Deck) em 2003, “Admirável Chip Novo” rendeu à artista um disco de platina (250 mil cópias vendidas) e o troféu de Revelação no Prêmio Multishow de Música Brasileira. Pitty está atualmente em turnê para celebrar os 20 anos do disco clássico, responsável por manter o rock brasileiro na mídia numa época em que o estilo sofria com a falta de espaço, diante dos avanços do sertanejo e pagode. Confira abaixo o playlist das faixas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ⚡️PITTY⚡️ (@pitty)
Luísa Sonza nega ter feito marketing com término de Chico
A cantora Luísa Sonza abordou as especulações em torno do término de seu relacionamento com Chico “Moedas” Veiga numa entrevista com a influenciadora Foquinha nesta quinta-feira (5/10). Após enfrentar acusações de colunistas, ela negou que a exposição do fim da relação com o muso da música “Chico” fosse uma estratégia de marketing para promover seu novo álbum “Escândalo Íntimo”. “Eu fico abismada com a capacidade das pessoas de achar que isso possa ser algo que eu planejei ou que eu gostaria pra mim. Jamais seria algo planejado”, afirmou Sonza. A cantora também destacou que seu álbum já alcançava números expressivos antes do anúncio do término. “Estava tudo lindo, estava tudo bem, já era o álbum mais escutado da história. Já estava com 200 [milhões de streams], já era nº 1, já era tudo.” Ela acrescentou: “A última coisa que eu gostaria era que alguma coisa, principalmente alguma coisa da minha vida pessoal, me tirasse do que eu estou focada agora que é divulgar meu álbum, voltar pra turnê.” Saída das redes sociais Luísa Sonza também explicou sua decisão de se afastar das redes sociais, após sofrer ataques em diversos momentos de sua carreira, o mais recente em setembro deste ano por conta do clipe de “Campo de Morango”. Ela temia que as acusações de marketing, sua separação e um acordo num caso de suposto racismo jogasse o público novamente contra ela. A artista já havia enfrentado uma onda de violenta ataques virtuais em 2020, quando surgiram rumores de que ela teria traído seu ex-marido, o humorista Whindersson Nunes. O humorista, posteriormente, desmentiu as acusações e confirmou que foi ele quem decidiu terminar o relacionamento. “Eu fiquei muitos dias sem saber o que fazer. Meu maior medo era de novo ser colocada como culpada de alguma coisa. As pessoas já falam sobre mim e eu fico quieta”, disse a cantora. Ela também lamentou a tendência de culpar a mulher em situações de término. “É muito triste. As pessoas sempre dão um jeito de culpar a mulher. A gente sempre é muito colocada em dúvida. Isso é uma coisa que me entristece sim”, lamentou Sonza. A escolha de falar da traição na TV Ela ainda explicou por que resolveu fazer o comunicado sobre o término e a traição de Chico Moedas no programa da Ana Maria Braga. “Eu estava muito frágil naquele momento, eu não estava em condição de fazer nada, tanto que eu cancelei todas as outras coisas. Eu só fui na Ana Maria porque era um sonho muito grande meu estar lá”, explicou Sonza. “Foi muito demorado pra gente conseguir. Era dia do gaúcho, já estava marcado há muito tempo isso”, explicou. “Eu queria cancelar de início, não queria ir, mas aí todo mundo me convenceu e falou que eu tinha que falar sobre, que não ia adiantar eu esconder.” A entrevista durou quase duas horas. Veja abaixo a íntegra.












