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    A Fazenda | Jaque acusa gesto de Nadja de incentivar crime, mas gravou clipe fazendo igual

    6 de dezembro de 2023 /

    Durante a formação da 11ª Roça de “A Fazenda 15”, na noite de terça (5/11), Jaquelline Grohalski atacou Nadja Pessoa dizendo que seus gestos de fazer arminhas com os dedos – metralhadoras da verdade, como diz a peoa – incitam a violência. Ela fez um discurso: “Isso daí [imita o gesto] é incentivar o crime, porque isso daqui é arma, isso daqui é facção. Se você não sabe, vai aprender sobre a cultura do Brasil e se informar sobre a violência”. “Continuarei com meu bordão”, retrucou Nadja, dizendo que Jaque não iria distorcer um gesto que ela faz em todas as suas participações em reality shows. “O Brasil sabe, quem me conhece sabe do meu bordão. Você é que é maldosa”. Para quem não sabe, o tal bordão de Nadja foi tirado de uma música da Banda Vingadora, “Metralhadora”, que fez sucesso no verão de 2016. Jaque sabe, porque inclusive cantou com ela quando as duas eram aliadas. O detalhe é que Jaque também gravou um clipe de funk em 2020 fazendo os mesmos gestos que, segundo ela própria, incentivam o crime. “O meu bumbum tem munição tipo revólver”, canta a peoa no momento em que faz o tal gesto de arminha no vídeo de “Dancinha Do Tik Tok”. O gestual ainda se repete em outra passagem da gravação. Vejam abaixo o bordão de Nadja, a treta da Roça e a cena do clipe de Jaque. Jaque cantando a música da metralhadora com a Nadja Elas vão voltar a se falar ainda, tenho fé #AFazenda pic.twitter.com/xc8U0wEaJi — gael (@uaigael) November 3, 2023 🔥 A treta entre Nadja x Jaquelline segue! A ex-BBB aponta que Nadja se incomodou com o brilho de Rachel e também pontuou sobre a reação da pernambucana durante a briga de Black e Lucas. Nadja, por sua vez, diz que não vai distorcer o seu bordão da "metralhadora". Jaquelline,… pic.twitter.com/RRSNL9TZaw — Antenados (@canalantenados) December 6, 2023 O bordão "metralhadora" a Nadja usa desde 2018, que foi retirado de uma música, sem intenção alguma de incentivar o uso de armas e violência. Mas já que a Jaqueline tira tudo do contexto original, isso aqui também seria apologia a armas? #AFazenda pic.twitter.com/ssubhYnxop — Nadja Pessoa 💋 (@nadjapessoa_) December 6, 2023

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  • Música

    Pocah se inspirou em Joelma para nova música: “Diva do nosso país”

    5 de dezembro de 2023 /

    Pocah buscou inspiração na cantora Joelma antes de lançar um dos quatro singles do EP “A Braba é Ela 2”. A cantora contou à revista Quem detalhes do novo projeto que resgata funk clássico e outros gêneros, como o piseiro. Na entrevista publicada nesta terça-feira (5/12), Pocah explicou que suas raízes musicais são variadas e a experiência trouxe parte de sua origem: “Foi incrível. Eu sou muito eclética musicalmente”, ela comentou. “Já tive uma banda de rock na adolescência, mas também ficava escutando Joelma. Sempre fui assim. Poder mostrar isso para o público de uma forma mais concreta, com ‘Loba’, um piseiro bem gostoso, é algo que eu já estava com vontade e pretendo me aprofundar no futuro. Mostrar cada vez mais essa versatilidade, mas sem deixar o funk de lado, é claro.” A cantora ainda acrescentou que Joelma foi uma das fortes influências para a faixa “Loba”, onde ela canta sobre ser sensual e faz fortes provocações. No entanto, as referências parecem se limitar somente às batidas. “Eu me inspirei nela, que é uma grande diva no nosso país, e nos principais artistas do Norte e Nordeste, uma galera super talentosa que eu escutei esse ano como Matheus Fernandes e Calcinha Preta”, ela afirmou.   A Braba é Ela O álbum de cinco faixas também destaca “A Braba é Ela”, que foi escrita pela cantora em 2017, quando ainda era conhecida como MC Pocahontas. A música-título conta um pouco mais sobre a vida da funkeira. “Essa música me lembra quando eu comecei a cantar nos bailes, me lembra aquela época, a paixão pela música e a sensação de um sonho ter se tornado realidade”, Pocah explicou ao Metrópoles. Confira a faixa “Loba”.

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  • Música

    MC Cabelinho se afasta das redes sociais após lançamento de música

    4 de dezembro de 2023 /

    MC Cabelinho anunciou no domingo (3/12) que se afastará das redes sociais para “cuidar da saúde física e mental”. Na semana passada, o funkeiro lançou a faixa “Carta Aberta”, onde ele reflete sobre desafios do passado e foco na própria vida. O comunicado foi publicado nos Stories de seu perfil no Instagram, onde o artista também citou seu último trabalho na música. “To feliz de ter entregado esse trabalho pra vocês (‘Carta Aberta’), eu confesso que tava muito ansioso pra colocar esse sentimento nas ruas. Ano que vem eu lanço mais um disco e quero fazer isso com calma, pois o quanto isso é importante e requer atenção”. O funkeiro ainda mencionou sua participação na televisão: “Acabei de entregar uma temporada linda no programa ‘TVZ’ no canal do Multishow, e tô me sentindo muito honrado pela oportunidade que tive e orgulhoso demais do trabalho que fiz. Obrigado a todos envolvidos.” Em outro trecho, MC Cabelinho esclareceu que vai se cuidar nesse período para cumprir a agenda de shows. O funkeiro também garantiu que manterá seus fãs informados sobre seus trabalhos futuros. “Agora é hora de tirar um tempo pra mim, cuidar da minha saúde física e mental”, ele explicou. “Graças a Deus, minha agenda de shows está lotada, mas vou fazer de tudo para me cuidar bastante diante dessa correria. Mantenho vocês informados por aqui com a minha agenda de shows e lançamentos futuros. Fiquem com Deus, amo meus fãs”, completou MC Cabelinho.

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  • Reality

    BBB 24 vai ter quarto extra, câmera do líder e trilha de Alok

    3 de dezembro de 2023 /

    Teve BBB na CCXP. Durante painel da Globoplay no evento deste domingo (3/12), J. B. Oliveira, o Boninho, anunciou diversas novidades do “BBB 24”. Segundo o diretor do programa, a casa mais vigiada do Brasil terá mais um quarto, cuja finalidade não foi revelada. Haverá ainda um novo canal no Globoplay que seguirá o líder onde ele estiver e uma nova vinheta de abertura, com parceria entre Paulo Ricardo e Alok. O painel da Globoplay teve apresentação de Sabrina Sato, ao lado de Paulo Vieira, e a ex-BBB aproveitou para afirmar que Boninho mudou sua vida. Foi a deixa para o executivo revelar a primeira mudança. “Na sua edição tinha quantos quartos?”, perguntou ele. “Dois, mais o líder”, respondeu Sabrina, que participou do BBB3 (2003). “Agora serão três quartos mais o do líder”, disse Boninho, sem dar mais detalhes. Em seguida, ele anunciou a segunda novidade, exclusiva para o público que acompanha o reality na Globoplay. “Vai ter uma câmera que vai seguir o líder o tempo todo. Um canal só pra seguir o líder. Uma inteligência artificial vai seguir”, explicou. Vale lembrar que, ao contrário das câmeras aleatórias da PlayPlus em “A Fazenda”, as câmeras do “BBB” são identificadas por cômodos na Globoplay. O diretor também adiantou que o BBB 24 vai gerar videocasts. “A gente vai ter um videocast todo dia, se segunda a domingo, de 19h a 21h da noite, com a galera assistindo ao que tá acontecendo e repercutindo”, afirmou. Os nomes dos apresentadores não foram divulgados. Ao final da apresentação, o DJ Alok anunciou sua participação na nova vinheta de abertura do programa. “O Boninho me convidou pra fazer um novo beat deste clássico”, disse ele, revelando uma nova transformação da música-tema, “Vida Real”, que segue cantada por Paulo Ricardo. No ano passado, a música da vinheta de abertura já tinha sofrido uma repaginada em ritmo funk por Dennis DJ. Neste ano, seria uma versão eletrônica de Alok. O “BBB 24” estreia na Globo em 8 de janeiro.

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  • Filme

    Trailer de comédia faz Fábio Porchat viajar no tempo toda vez que ouve “Evidências”

    30 de novembro de 2023 /

    A Warner divulgou o divertido trailer de “Evidências do Amor”, longa estrelado por Fábio Porchat (“O Palestrante”) e a cantora Sandy Leah (“Quando Eu Era Vivo”), e inspirado no maior sucesso da dupla Chitãozinho & Xororó. A prévia apresenta a premissa fantasiosa, com Porchat voltando no tempo sempre que ouve a música “Evidências”. Com isso, ele tem a chance de reviver momentos de seu fracassado casamento com Sandy – que, como todos sabem, é filha de Xororó – e descobrir onde errou. Escrito e dirigido por Pedro Antônio Paes (“Tô Ryca! 2”), o filme gira em torno do casal Marco Antônio (Porchat) e Laura (Sandy), que se conhecem em um karaokê, mas terminam o relacionamento após uma reviravolta. Um ano depois, Marco Antônio percebe que a música “Evidências” sempre o remete às discussões do passado, só que em que vez de trazer lembranças, os acordes o levam literalmente ao passado. A estreia está marcada para 22 de fevereiro de 2024.

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  • Filme

    Jesuíta Barbosa será Ney Matogrosso no cinema

    29 de novembro de 2023 /

    A Paris Filmes oficializou nesta quarta (29/11) a participação de Jesuíta Barbosa (“Pantanal”) na cinebiografia “Homem com H”, onde o ator interpretará Ney Matogrosso, um dos maiores artistas da música brasileira. “Jesuíta foi o grande destaque e nos pareceu a escolha certa, não só pelo ator maravilhoso que é, mas também por ser um artista performático como Ney”, disse o diretor Esmir Filho (“Os Famosos e Os Duentes da Morte”) em comunicado. Para criar expectativa, Jesuíta participará de um painel na CCXP23 na quinta-feira (30/11), às 16h, para falar sobre a produção. Em nota, ele já adiantou sua avaliação do papel. “Ney é o ícone maior da cena transgressora artística brasileira, uma grande voz na música mundial. Minha felicidade não tem tamanho, é uma alegria quase sacra quando penso que vou olhar e poder experienciar as vivências deste homem incrivelmente delicado, tão importante para este país”, diz o ator. “Homem com H” transitará entre diferentes fases da carreira do cantor passando por sua infância, adolescência, vida adulta e maturidade, incluindo sua participação à frente do pioneiro grupo glam brasileiro “Secos e Molhados” nos anos 1970, além de detalhar seus amores e sua longa carreira solo. Com início de filmagens marcado para fevereiro de 2024, o projeto tem apoio de Ney Matogrosso, que participou do desenvolvimento e das decisões referentes ao roteiro.

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  • Música

    Spotify Brasil | Ana Castela é a artista mais ouvida de 2023

    29 de novembro de 2023 /

    O serviço de streaming Spotify divulgou nesta quarta (29/11) uma retrospectiva do ano, revelando que a cantora sertaneja Ana Castela foi a artista mais ouvida no país em 2023 na plataforma, além de também ser a dona da música com mais streamings. Dois anos após sua morte, Marilia Mendonça também aparece na seleção com a segunda música mais tocada (“Leão”), além de integrar o Top 5 dos artistas mais ouvidos do país. Por sinal, esta lista é dominada por artistas sertanejos com apenas uma exceção: MC Ryan representando o funk. Líderes em plays, a dupla Israel e Rodolffo emplacaram duas músicas na lista das 5 com mais streamings: “Bombonzinho”, em parceria com Ana Castela, e “Seu Brilho Sumiu”, com Mari Fernandez. A maior surpresa é que, entre os brasileiros mais ouvidos no exterior, Alok superou Anitta. Já a relação internacional é dominada por Taylor Swift, apesar de a cantora não ter emplacado músicas no Top 5. E há um detalhe curioso na listagem dos álbuns mais ouvidos: a inclusão de um disco de 2016 de The Weekend. Confira abaixo as listas do Spotify Brasil Artistas mais escutados no Brasil Ana Castela Henrique & Juliano MC Ryan SP Marília Mendonça Jorge & Mateus Músicas mais escutadas no Brasil “Nosso Quadro”, Ana Castela “Leão”, Marília Mendonça “Erro Gostoso”, Simone Mendes “Bombonzinho”, Israel e Rodolffo e Ana Castela “Seu Brilho Sumiu”, Israel e Rodolffo e Mari Fernandez Álbuns mais escutados no Brasil “Escolhas, Vol. 2”, Zé Neto e Cristiano “Let’s Bora, Vol. 2”, Israel e Rodolffo “Dos Prédios Deluxe”, Veigh “Manifesto Musical”, Henrique & Juliano “Dos Prédios”, Veigh Podcasts mais populares Podpah Mano a Mano Café da Manhã Psicologia na Prática Não Inviabilize Artistas brasileiros mais escutados no exterior Alok Anitta Crazy Mano Mc GW Mc Menor do Alvorada Artistas mais escutados no mundo Taylor Swift Bad Bunny The Weeknd Drake Peso Pluma Músicas mais escutadas no mundo “Flowers”, Miley Cyrus “Kill Bill”, SZA “As It Was”, Harry Styles “Seven (feat. Latto)”, Jung Kook “Ella Baila Sola”, Eslabon Armado e Peso Pluma Álbuns mais escutados no mundo “Un Verano Sin Ti”, Bad Bunny “Midnights”, Taylor Swift “SOS”, SZA “Starboy”,The Weeknd “MAÑANA SERÁ BONITO”, KAROL G

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  • Música

    Juliette rebate nova acusação de plágio: “Inspiração para o visual”

    28 de novembro de 2023 /

    A cantora Juliette, vencedora do “BBB 21”, voltou ao centro das polêmicas com nova acusação de suposto plágio nas redes sociais. O motivo da controvérsia foi novamente uma referência visual. Páginas de fofoca acusaram Juliette de copiar o vídeo “Ainda É Tempo”, da dupla Anavitória, no recém-lançado “Falta de Atenção”. Entretanto, as duas obras referenciam uma terceira, “Rest Energy”, um trabalho do casal Marina Abramović e Ulay. A equipe de Juliette divulgou um comunicado sobre o caso, refutando as acusações de plágio e confirmando “a inspiração para o visual” na “obra ‘Rest Energy’ dos artistas Marina Abramović e Ulay, criada em 1980, em Amsterdã – dos quais a cantora tem profunda admiração”. “Ressaltamos que as acusações de plágio são infundadas e estão sendo analisadas uma a uma pelo jurídico. O processo criativo buscou referenciar e homenagear a obra original sem reproduzi-la. A imagem, que se tornou referência na cultura pop, também influenciou outros artistas mundo afora, incluindo Juliette, que incorporou esses elementos em sua expressão artística”, esclarece o texto. Em 1980, Marina Abramović e o marido Ulay apresentaram uma performance de 4 minutos em que eles equilibravam uma flecha apontada para o coração da artista. A imagem da obra entrou na cultura pop, mas Juliette inverteu seu sentido, ao reproduzi-la de forma a ser ela quem aponta a flecha para um modelo masculino, como sinal de empoderamento. Juliette foi envolvida em várias acusações semelhantes desde que lançou sua carreira musical, o que, inclusive, teria levado ao rompimento com a Rodamoinho Records, de Anitta. Foi logo no primeiro trabalho, o EP “Juliette” (2021), que as redes sociais começaram a apontar coincidências, como a semelhança da arte com a capa do single “Indestrutível” (2017), de Pabllo Vittar. A milionária também foi acusada de plagiar visuais de Manu Gavassi e IZA nos clipes de “Quase Não Namoro” e “Não Sou de Falar de Amor”. Ela ainda se envolveu numa polêmica com Duda Beat no projeto comercial “Magia Amarela”, que seria uma cópia temática do sucesso “Amar-Elo”, de Emicida. Após essa última polêmica, ela deu um basta na parceria comercial. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Juliette (@juliette)

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  • Música

    Guitarrista Lanny Gordin, o “Hendrix brasileiro”, morre aos 72 anos

    28 de novembro de 2023 /

    O guitarrista Lanny Gordin, que marcou época na era da Tropicália, morreu nesta terça (28/11) aos 72 anos, após um mês de internação devido a uma pneumonia no Hospital Ignácio Proença de Gouveia, em São Paulo. Nascido Alexander Gordin em Xangai, filho de um russo e de uma polonesa, e criado entre Israel e Brasil, ele deixou um legado inigualável na música brasileira. Desde jovem, Lanny demonstrava um talento incomum. Aos 16 anos, ele já se destacava na casa noturna Stardust, na Praça Roosevelt, em São Paulo. Com um estilo inovador e audacioso, que o fazia ser comparado a Jimi Hendrix, foi logo convidado a integrar a Jovem Guarda, gravando com Eduardo Araújo a música “Nem Sim, Nem Não” em 1968. No ano seguinte, formou o grupo Brazilian Octopus, ao lado de Hermeto Pascoal e Olmir Stocker. O grupo lançou um LP que se tornou cultuado por sua fusão inovadora de jazz, rock, bossa nova e música clássica, evidenciando a versatilidade e o experimentalismo que acompanhariam a carreira de Gordin. Lanny Gordin rapidamente atraiu a atenção dos artistas da Tropicália, participando em álbuns icônicos como “Gal Costa” (1969), “Gal” (1969), “LeGal” (1970) e “Fatal – A Todo Vapor” (1971), “Caetano Veloso” (o álbum branco de 1969), “Gilberto Gil” (1969) e “Expresso 2222” (1972). Sua habilidade em mesclar estilos e inovar na guitarra foi fundamental para a sonoridade dessas obras, incorporando elementos do rock psicodélico em canções que se tornaram clássicos da música brasileira. Sua contribuição marcou faixas como “Divino, Maravilhoso”, “Baby”, “Não Identificado”, ajudando a moldar o som da Tropicália. Ele também foi peça-chave no álbum de estreia de Jards Macalé, no primeiro disco solo de Rita Lee, “Build Up” (1970), e em “Carlos, Erasmo” (1971), de Erasmo Carlos, além de ter trabalhado com Tim Maia, Elis Regina e muitos outros. Durante o auge da carreira, Lanny foi para Londres, onde descobriu o LSD. O uso contínuo da droga fez um estrago irreversível. Diagnosticado com esquizofrenia, ele acabou internado numa clínica psiquiátrica, com tratamento a base de eletrochoques, e se afastou dos palcos. O retorno à música foi tímido, participando nos anos 1980 da Banda Performática do pintor José Roberto Aguilar, de trabalhos do cantores Itamar Assumpção e Vange Leonel, além do disco “Aos Vivos” (1995) do cantor Chico César. Seu primeiro disco solo só saiu em 2001, o auto-intitulado “Lanny Gordin”, que foi seguido por “Projeto Alfa” (2004), ambos da gravadora independente Baratos Afins, e os aclamado álbuns “Duos” (2005) e “Lanny Duos” (2007), que contou com a participação de várias estrelas da música brasileira. Esses trabalhos reafirmaram sua posição como um dos maiores guitarristas do Brasil. Nos últimos anos, ele enfrentou desafios de saúde significativos, incluindo a síndrome de Guillain-Barré e uma inflamação nas articulações da coluna, mas continuou tocando sua guitarra, registrando sua história no documentário “Inaudito”, lançado em 2020.

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  • Série

    Trailer de documentário de Luísa Sonza volta a gerar ódio à cantora nas redes sociais

    27 de novembro de 2023 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Se Eu Fosse Luísa Sonza”, série documental sobre a cantora, e a prévia provocou reações nas redes sociais. Numa criação irônica de metalinguagem, o vídeo que denuncia o ódio que ela sofre foi recebido com mais ódio. Os ataques variam de acusações de racismo – Luísa confundiu uma mulher negra com uma serviçal – até investimento em “limpeza de imagem”. Vale lembrar que ela se encontra supostamente longe das redes sociais devido ao massacre de ataques similares, que a acompanham desde o início de sua carreira por motivos menos nobres, como sua simples separação do humorista Whindersson Nunes. O vídeo, por sinal, revela participação de Whindersson na série. Os dois foram casados por cinco anos e, após a turbulência da separação, voltaram a ficar amigos. Além disso, em entrevista feita para o “Fantástico”, mas arquivada pela Globo, a artista disse que o episódio de racismo seria abordado pelo documentário. Com três episódios dirigidos por Isabel Nascimento Silva (“Primavera das Mulheres”), a produção mescla bastidores da vida pessoal e da carreira da artista. Mas não tem só fofocas. A atração também vai acompanhar detalhes do processo criativo do álbum “Escândalo Íntimo”, que deu o que falar e colocou todas as suas faixas no ranking do Spotify Brasil. “Se Eu Fosse Luísa Sonza” estreia no catálogo do streaming no dia 13 de dezembro de 2023. Veja abaixo o trailer, o pôster e um pouquinho da repercussão no X (antigo Twitter). seja racista, coloque a culpa na sociedade, chore ao vivo por uma traição armada e ganhe uma série na netflix KKKKKKKKK pqp vai se fuder — rasta (@rasta_ffc) November 11, 2023 Seja racista e ganhe uma série na Netflix, o Brasil realmente é uma merda — Maurício Fernandes (@maumauballo) November 10, 2023 E a série nova, aparentemente contando a história da Luisa Sonza na Netflix. Será que vai passar aquela parte q ela é racista? Minha fav pprt!! — 𝕮𝖍𝖎𝖓𝖎 (@Schinyi) November 11, 2023 É em comemoração ao mês da consciência negra, Netflix ? pic.twitter.com/87ZqHcqT6m — Madame Vastra ♍ (@maionese_verde) November 10, 2023 No mês da consciência negra é no mínimo um deboche. Se tocar no assunto certeza que vai ser claramente a Netflix patrocinado limpeza de imagem. Mau gosto de lançamento. Timming deselegante. — 🇵🇸 PALESTINA LIVRE! (@ap3n4sss) November 9, 2023 Tem muita grana investida nessa Luísa sonza né? Impressionante a estrutura de PR que movimentaram pra limpar a barra da gata e ela lançar um documentário na Netflix. Uma grana violenta gasta em pura mediocridade — chacal de mamy tchesca (@abruxaradpass) November 10, 2023

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  • Reality

    A Fazenda | Ex-namorado manda indireta para Kally com música de Tonzão

    25 de novembro de 2023 /

    O ex-namorado de Kally Fonseca, Alencar William, mandou uma indireta para a peoa de “A Fazenda 15” em seu Instagram. O cantor fez um post muito específico após Kally se envolver em uma treta generalizada na manhã deste sábado (25/11). Num vídeo publicado no Stories, ele apareceu dançando com a filha a coreografia de “Desenrola, Bate, Joga de Ladin”, da banda Os Hawaianos, que destaca a voz de Tonzão Chagas, integrante do reality da Record TV. O conteúdo foi publicado logo após Tonzão discutir com Kally e Cezar Black, acusando o ex-BBB teria agido com “falta de respeito” ao deitar com Kally embaixo do mesmo edredom quando a peoa ainda tinha um relacionamento fora do programa. “Uma mulher comprometida ficar debaixo do edredom contigo é maneiro? É papo reto, pô!”, disse Tonzão. Junto do vídeo, Alencar escreveu: “Minha filha gosta muito dessa música do Tonzão e, agora, eu também”. O cantor foi dispensado por Kally durante o reality show, por meio de uma gravação no Kwai. Durante o programa, a cantora assumiu ter sentimentos por Cezar Black e expôs incômodo pela forma com que era tratada pelo ex. 🚨DEBOCHE: Após a briga de Tonzão Chagas com Cézar Black e Kally Fonseca, o Alencar, ex-namorado de Kally, publicou um vídeo e internautas especulam como um deboche. #AFazenda pic.twitter.com/fvz8STA43L — COXIXADA (@coxixada) November 25, 2023

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  • Música

    Erasmo Carlos lança música póstuma com Gaby Amarantos

    24 de novembro de 2023 /

    Um ano após sua morte, o cantor Erasmo Carlos teve uma música nova revelada. A faixa lançada nesta sexta (24/11) é uma parceria com Gaby Amarantos, chamada “A Menina da Felicidade”, e lembra a fase samba rock do cantor. A gravação faz parte de um disco que Erasmo começou a gravar no ano passado e que será finalmente editado em abril de 2024. A gravadora Som Livre deu mais detalhes do projeto no Instagram oficial de Erasmo. “Em 2024, o álbum que Erasmo planejou chega ao mundo pela Som Livre e ‘A Menina da Felicidade’ é a primeira amostra desse trabalho, feito apenas de canções inéditas. A jovem guarda da nossa música é muito bem representada aqui pela estrela Gaby Amarantos, uma das mais importantes vozes do Brasil dos novos tempos. Gaby se veste de natureza em um lindo dueto com Erasmo”. Em seguida, o texto explica que o disco mirava as novas tendências da música e um público mais jovem. “A ideia era chegar justamente no futuro da Jovem Guarda, ou seja, nas meninas e nos meninos que fazem hoje a nova história da música. Erasmo registrou ideias, rabiscou letras, esboçou melodias, gravou ‘demos’ e fez canções inteiras”, acrescenta o texto. O disco póstumo conta produção de Marcus Preto e o filho de Erasmo, Leo Esteves, e contará com outra faixa com vocais de Erasmo. O resto do álbum trará participações de convidados, como Tim Bernardes (um dos últimos parceiros do cantor) e Russo Passapusso, do BaianaSystem. O material cobre descobertas do filho de Erasmo, a partir de cadernos de letras que o artista deixou, com rabiscos diversos, bilhetes e poemas – material que vai de 1973 até pouco antes da morte do cantor e fará parte da arte gráfica do álbum – , além de fitas demos com material inédito e raro.

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    Estreias | 10 novidades da semana para ver no streaming

    24 de novembro de 2023 /

    A seleção de novidades do streaming destaca cinco séries e cinco filmes. A lista passa por “Rio Connection”, coprodução internacional da Globoplay, e a biografia de Brigitte Bardot entre as séries, além da animação Leo e a comédia candidata a cult “Bottoms”, sem esquecer do blockbuster “O Protedor: Capítulo Final” e do documentário musical “Elis e Tom, Só Tinha que Ser com Você” em VOD. Confira abaixo lista completa dos melhores lançamentos da semana.   SÉRIES   RIO CONNECTION | GLOBOPLAY   Ambientada nos anos 1970, a série nacional explora a intricada rede de tráfico de heroína estabelecida no Brasil, formando uma rota estratégica para os Estados Unidos. A obra é dirigida por Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny”), destacando-se por sua alta qualidade de produção e um elenco que combina talentos estrangeiros e brasileiros. A trama se aprofunda na vida de três criminosos europeus – Tommaso Buscetta (Valerio Morigi), Fernand Legros (Raphael Kahn) e Lucien Sarti (Aksel Ustun), com a presença marcante da atriz Marina Ruy Barbosa no papel de Ana Barbosa, uma cantora de boate que navega entre o glamour e os perigos associados ao submundo do crime. Inspirada em eventos reais, a trama desenrola-se em torno do plano do famoso mafioso Tommaso Buscetta e seus comparsas para usar o Rio como conexão do tráfico internacional. A trama mergulha nos detalhes da operação criminosa, destacando a compra da droga a preços baixos e a revenda por valores elevados. A série também explora a complexidade dos personagens, evitando retratá-los como criminosos unidimensionais e oferecendo uma visão mais humana e empática de suas vidas, apesar de suas ações sombrias. Coprodução internacional com a Sony, apesar de brasileira a série é falada em inglês. Conta com oito episódios e também inclui no elenco Nicolas Prattes, Gustavo Pace e Alexandre David, interpretando policiais brasileiros, além de Maria Casadevall, Carla Salle, Felipe Rocha e Rômulo Arantes Neto.   COMPANHEIROS DE VIAGEM | PARAMOUNT+   A minissérie adapta o romance homônimo de Thomas Mallon, ambientado em Washington, D.C., durante os anos 1950 – a era McCarthy, auge do conservadorismo americano – , mas também avança no tempo para os anos 1980, período de intensa homofobia. Distribuída em oito episódios, a história acompanha a longa e apaixonada relação entre dois homens, Tim (interpretado por Jonathan Bailey), um jovem idealista e católico, e Hawk (Matt Bomer), um charmoso operador político. Os dois personagens, vindos de mundos distintos, se envolvem em um romance intenso e condenado à tragédia. A adaptação foi criada pelo escritor Ron Nyswaner, conhecido por seu trabalho em filmes e séries de temas LGBTQIA+, com destaque para o premiado longa “Philadelphia” de 1993, que foi um marco na representação do HIV/AIDS no cinema. Sua história combina política, romance queer e suspense de espionagem, utilizando dois períodos sombrios da história dos Estados Unidos como pano de fundo. Apesar de se desenrolar em torno de eventos reais, como a caça às bruxas de McCarthy (anticomunismo como fobia social) e a crise da AIDS nos anos 1980, a atração não se limita a ser apenas uma reconstituição histórica ou uma peça moral sobre a crueldade do governo em relação à comunidade LGBTQIA+. Em seu âmago, está um romance verdadeiro e cativante, reforçado pelas atuações de Bailey e Bomer, com direito a cenas de sexo bastante gráficas. De fato, a dinâmica de poder na relação sexual entre Hawk e Tim é explorada sem suavizar as arestas para o público heterossexual, o que faz da série uma das representações menos comedidas do amor gay, destacando-se por abordar o assunto de forma ousada.   BRIGITTE BARDOT | FESTIVAL VARILUX DO CINEMA FRANCÊS   Trazida ao Brasil pelo Festival Varilux do Cinema Francês, a minissérie é uma homenagem à emblemática atriz Brigitte Bardot, destacando os primeiros dez anos de sua carreira. Criada pela veterana cineasta Danièle Thompson (roteirista dos clássicos “Rainha Margot” e “Prima, Primo”) e seu filho Christopher Thompson, traz a argentina Julia de Nunez no papel icônico. E em alguns momentos, é possível confundir as duas, ainda que o carisma único da verdadeira Bardot seja inimitável. O elenco também destaca Victor Belmondo, neto do lendário ator Jean-Paul Belmondo, como o cineasta Roger Vadim, primeiro marido e responsável por revelar a estrela ao mundo. “Bardot” aborda os aspectos cruciais e desafios enfrentados pela atriz na França dos anos 1950, uma época marcada pelo sexismo e a dominação patriarcal, e culmina na sua transformação em sex symbol internacional nos anos 1960. Além de recriar diversos papéis antológicos em clássicos como “E Deus Criou a Mulher” (1956), de Roger Vadim, “A Verdade” (1960), de Henri-Georges Clouzot, e “Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard, o enredo também explora a vida privada, relações amorosas e a maneira como Bardot lidou com a atenção intensa da mídia, destacando sua luta contra a objetificação e a busca por sua identidade em meio à fama avassaladora. A cinematografia e as atuações são pontos fortes da produção, que, apesar de uma abordagem tradicional, oferece uma perspectiva renovada sobre a jornada da estrela. Com seis episódios, a produção pode ser vista na íntegra e de graça no site do Festival Varilux do Cinema Francês (https://variluxcinefrances.com/) até o dia 22 de dezembro.   DOCTOR WHO: THE STAR BEAST | DISNEY+   O primeiro dos três especiais de 60 anos de “Doctor Who” marca a estreia da franquia na Disney+ e o retorno triunfante de David Tennant como o Doutor, acompanhado por Catherine Tate como sua companheira Donna Noble. O episódio também é o primeiro de uma nova fase sob comando do renomado Russell T Davies, de volta para ditar os rumos da série clássica, que ele relançou em 2005. A trama baseia-se em uma história em quadrinhos de 1980 do Doutor, que foi atualizada para incorporar a versão de Tennant, considerado o melhor intérprete do protagonista (à frente da série de 2005 a 2010). A trama começa com o reencontro do Doutor e Donna, que não se veem há 15 anos, para resolver o mistério do acidente de uma nave espacial em Londres, e embora o episódio mantenha elementos clássicos de “Doctor Who”, como viagens no tempo e encontros com alienígenas, ele também aborda temas mais profundos relacionados à identidade e à humanidade. A história de Donna, que teve as memórias de suas aventuras apagadas e agora é casada e mãe, adiciona complexidade à personagem, enquanto Tennant traz uma nova profundidade a seu papel, mesclando traços dos Doutores que vieram após sua versão original. O episódio também introduz uma série de novos personagens, incluindo Yasmin Finney como Rose Noble, filha de Donna. E prepara terreno para mais dois especiais como parte das celebrações do 60º aniversário da série: “Wild Blue Yonder” e “The Giggle”. Este último traz Neil Patrick Harris como um vilão clássico, o Fabricante de Brinquedos (The Toymaker), visto pela última vez em 1966, e serve de passagem para um novo protagonista. O ator Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) será o Doutor a partir da 14ª temporada, prevista para ir ao ar em 2024. Para quem não sabe, o artifício narrativo que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que o Doutor é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro astro de Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966).   ROUND 6: O DESAFIO | NETFLIX   O reality de competição é baseado em “Round 6”, série de maior audiência da Netflix em todos os tempos, e acompanha 456 competidores em uma disputa por um prêmio de US$ 4,56 milhões, o maior já entregue numa disputa televisiva. A competição é realizada em um cenário que replica a estética da série, incluindo os uniformes e os designs dos ambientes, mas sem a natureza sinistra do torneio sangrento. Em “O Desafio”, a violência letal é substituída por tintas que simulam a morte dos competidores eliminados. O programa tenta encontrar um meio-termo entre as competições convencionais e o conceito distópico de “Round 6”, introduzindo elementos de drama e táticas psicológicas. As dinâmicas sociais e as estratégias de jogo são elementos-chave nos episódios, com alianças e habilidades interpessoais se mostrando tão importantes quanto a habilidade nos jogos. Entretanto, a produção também é uma contradição, pois indica que a Netflix não compreendeu a mensagem crítica da trama de Hwang Dong-hyuk. A obra sul-coreana foi aclamada por sua representação intensa e brutal de pessoas desesperadas, que participam de jogos mortais por uma chance de escapar de dívidas esmagadoras, servindo como uma alegoria do capitalismo e da desigualdade socioeconômica, onde a dignidade humana e a vida são sacrificadas por entretenimento. A trama critica a exploração dos desfavorecidos e a indiferença dos milionários, usando a violência extrema e as situações desesperadoras dos personagens para enfatizar seu ponto. Quando a Netflix transforma o conceito em uma competição real, em vez de um comentário sobre a desumanização e a exploração, “Round 6” se materializa como a mesma forma de entretenimento que, ironicamente, procurava condenar. FILMES   BOTTOMS | PRIME VIDEO   A nova comédia juvenil de Emma Seligman, que ganhou destaque com “Shiva Baby” em 2020, se passa no ensino médio, onde duas melhores amigas lésbicas, desajeitadas e desesperadas para perder a virgindade, tem a ideia de ensinar aulas de autodefesa para impressionar as líderes de torcida, mas logo viram catalisadoras de uma revolta feminista. Os papéis principais são vividos por Rachel Sennott, que foi a protagonista de “Shiva Baby”, e Ayo Edebiri, uma das estrelas da premiada série “O Urso” (The Bear), da Star+. Ao desenvolver a narrativa, a diretora quis explorar um gênero do qual os personagens LGBTQIA+ são historicamente excluídos, oferecendo uma visão crua e cheia de piadas sexuais explícitas, que contrasta com a inocência dos filmes de high school. A trama é centrada na busca de PJ e Josie pela atenção de Isabel e Brittany, as estrelas da equipe de torcida. Ao perceberem que as tentativas convencionais de aproximação resultam em fracasso, elas decidem criar uma aula de autodefesa, que rapidamente se transforma em um clube de luta. Logo, o projeto começa a ganhar vida própria, como um espaço para as personagens explorarem e expressarem sua raiva e frustrações, criando uma atmosfera de empoderamento feminino, ainda que sob pretextos questionáveis. Divertidíssimo e politicamente ousado, o filme caiu nas graças da crítica americana, atingindo 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Sua abordagem subversiva remete ao cultuado “Heathers” (ou “Atração Mortal”), lançado em 1989. Ambos abusam do humor negro para desafiar as convenções dos filmes sobre adolescente, apresentando uma narrativa cínica, personagens de moral ambígua e uma crítica mordaz à cultura do ensino médio americano.   LEO | NETFLIX   A animação produzida e estrelada (na dublagem em inglês) por Adam Sandler segue um lagarto de 74 anos que vive em um aquário na sala de aula de uma escola primária. Compartilhando o espaço com uma tartaruga chamada Squirtle (voz de Bill Burr), Leo tem passado seus dias observando gerações de alunos enfrentarem seus desafios juvenis. Tudo muda quando ele se dá conta de sua própria mortalidade e decide que precisa ver o mundo fora do aquário. Só que, na tentativa de fuga, Leo vacila e permite que as crianças descubram seu maior segredo: ele pode falar. Assim, o pequeno lagarto transforma-se em uma espécie de conselheiro para os estudantes que cuidam dele. O filme, dirigido por Robert Marianetti, Robert Smigel e David Wachtenheim, conhecidos por seus trabalhos no humorístico “Saturday Night Live” (SNL), especialmente nos segmentos animados, é moldado por uma série de vinhetas onde Leo ajuda os estudantes com seus problemas pessoais, variando de ansiedade a dificuldades de socialização. Cada criança que leva Leo para casa descobre que ele pode falar, mas é persuadida a acreditar que só ela pode ouvi-lo. Através dessas interações, Leo oferece conselhos e apoio, encontrando um novo propósito em ajudar...

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