Joe E. Tata, ator de “Barrados no Baile”, morre aos 85 anos
O ator Joe E. Tata, conhecido por interpretar Nat Bussichio, o amigável dono do diner Peach Pit em “Barrados no Baile” (Beverly Hills, 90210), morreu na quarta (24/8) aos 85 anos. Ele tinha sido diagnosticado com Alzheimer em 2018. O colega Ian Ziering, que vivia Steve Sanders na série, foi quem anunciou o falecimento do ator. “Nos últimos meses, perdemos Jessica Klein, uma das escritoras e produtoras mais prolíficas de ‘Barrados do Baile’, Denise Douse, que interpretou a Sra. Teasley, e agora estou muito triste em dizer que Joe E. Tata faleceu”, escreveu ele. “Joey era realmente um old-school, lembro-me de vê-lo em ‘Arquivo Confidencial’ com James Garner, anos antes de trabalharmos juntos em ‘Barrados no Baile’. Ele também viveu vilões na série original do Batman. Uma das pessoas mais felizes com quem já trabalhei, ele era tão generoso com sua sabedoria quanto com sua bondade. Embora ele fôssemos um grupo, muitas vezes parecia que éramos o pano de fundo do show de Joe E Tata”, completou Ziering. Tata participou em 238 episódios de “Barrados no Baile”, entre 1990 e 2000, e ainda repetiu seu papel no reeboot de 2008, “90210”, servindo hambúrgueres e oferecendo um ponto de encontro para os adolescentes de ambas as séries. Na trama original, ele também sofreu um ataque cardíaco quase fatal e trocou votos de casamento com Joan Diamond (Julie Parrish) enquanto ela estava no hospital e prestes a dar à luz seu filho, Frankie. O artista começou a carreira em 1960, com uma participação num episódio de “Peter Gunn” e apareceu em inúmeras séries clássicas, vivendo desde um alien em “Quinta Dimensão” (em 1964) até um inspetor de polícia em “Charmed” (em 2001). No citado “Arquivo Confidencial”, ele apareceu em oito episódios e sempre como um personagem diferente, entre 1974 e 1978. E foi, de fato, foi capanga de três vilões diferentes (Charada, Pinguim e Rei Tut) da série clássica de “Batman”, entre 1966 e 1968, além de ter encarnado uma variedade de robôs e aliens em “Perdidos no Espaço” (em 1967). Desde abril passado, ele vivia no retiro de artistas de Hollywood, o Motion Picture & Television Country House and Hospital em Woodland Hills, na Califórnia.
Gerald Potterton, diretor de “Heavy Metal”, morre aos 91 anos
O diretor Gerald Potterton, que comandou a animação cult “Heavy Metal” (1981), morreu na terça (23/8) num hospital em Quebec, no Canadá, aos 91 anos. Nascido em 8 de março de 1931 em Londres, Potterton se formou na Hammersmith Art School e emigrou para o Canadá em 1954 para trabalhar ao lado dos pioneiros da animação do Canadá. “Gerald veio para o Canadá para fazer parte de uma nova e irreverente onda de narrativas, e ele trouxe muita inteligência e criatividade para cada projeto. Ele também foi um construtor, ajudando a estabelecer as bases para a indústria de animação canadense independente de hoje com a Potterton Productions… Era um artista excepcional e um homem realmente legal”, disse Claude Joli-Coeur, presidente da National Film Board do Canadá e secretário de cinema do governo, em um comunicado. Potterman trabalhou em curtas animados com Norman McLaren, Jeff Hale e Grant Munro, que foram indicados ao Oscar da categoria no começo dos anos 1960, retornando em 1968 à Inglaterra para trabalhar em uma sequência para o filme animado dos Beatles, “Submarino Amarelo” (Yellow Submarine). Ao voltar ao Canadá, ele fundou seu próprio estúdio independente, Potterton Productions, para desenvolver projetos de cinema e TV, que incluíram sua adaptação de Oscar Wilde, “The Selfish Giant” (1972), um curta de animação que lhe rendeu sua terceira indicação ao Oscar. Ele também fez filmes live-acton, entre eles um curta com o comediante Buster Keaton e o longa “The Rainbow Boys”, comédia estrelada por Donald Pleasence, antes de assumir a direção do filme baseado na revista em quadrinhos adulta “Heavy Metal”. Repleta de cenas de sexo, drogas e rock’n’roll, além de robôs, naves espaciais, alienígenas, guerreiras seminuas e bárbaros de espada em punho, a fantasia adulta se tornou cultuadíssima. Mas o ponto alto de sua carreira também foi seu último longa. Após “Heavy Metal”, ele criou a série animada infantil “The Smoggies”, que durou quatro anos até 1990. Membro da A Academia Real Canadense de Artes, Potterman foi selecionado na Celebração da Animação Mundial em 1998 como um dos “Dez Homens que Abalaram o Mundo da Animação”.
Gloria Perez e elenco lamentam assassinato do intérprete do bebê de “Barriga de Aluguel”
O carioca Bruno Moreira, que quando nasceu foi o bebê de “Barriga de Aluguel”, foi assassinado no Rio de Janeiro. A escritora Gloria Perez e parte do elenco da novela, exibida pela TV Globo em 1990, usaram as redes sociais para manifestar indignação diante do crime. Moreira, que tinha 31 anos, foi assassinado enquanto trabalhava como motorista de aplicativo no bairro de Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Seu único trabalho na televisão foi em “Barriga de Aluguel”, quando deu vida ao filho recém-nascido do casal de personagens Ana (interpretada por Cássia Kiss) e Zeca (Victor Fasano). Na trama, o bebê foi gerado no ventre de Clara (Claudia Abreu), já que Ana não podia ter filhos. “E chega essa notícia triste. Assalto. Bruno não reagiu, e mesmo assim atiraram nele. Sem palavras”, escreveu Gloria Perez, em post no Instagram. Humberto Martins, que interpretou um papel de destaque na novela, também se manifestou: “Meu Deus… Tive com esse menino tantas vezes no colo”, lamentou. Artistas como Mônica Iozzi, Virginia Cavendish, Claudia Mauro, Silvia Buarque, Duda Nagle, Luciano Camargo (da dupla sertaneja com Zezé) e o escritor e jornalista Edney Silvestre prestaram solidariedade à família de Bruno Moreira em comentários no post feito por Gloria Perez. A mãe do rapaz, Liliana Ferreira Leite disse ao “RJ TV”, da TV Globo, que o filho adorava contar para os amigos que havia estrelado uma produção na televisão ainda bebê. “A novela foi uma das boas recordações, ele tinha orgulho, eu sentia que ele tinha aquele orgulho de ter feito a novela. Meu filho foi muito amado, muito amado, meu filho só tinha amor pra dar”, contou Liliana. “Ele não reagiu ao assalto. Foi maldade. É uma saudade muito grande, é uma dor muito grande”, completou Liliana. Na terça-feira (23/8), a polícia do Rio identificou um dos suspeitos pelo crime, que ocorreu no dia 22 de junho. Após dois meses de investigações, agentes da Delegacia de Homicídios da capital fluminense chegaram à conclusão de que Tiago da Silva Freitas Rosas é o assassino de Bruno, morto com um tiro na cabeça. Tiago tem passagens pela polícia por tráfico de drogas. “O individuo é conhecido como Burgão, atuante no tráfico de drogas dos bairros de Honório Gurgel e Coelho Neto. É um individuo extremamente perigoso”, disse o delegado Alexandre Herdy. O assassino teve a prisão decretada pela Justiça e é considerado foragido. O outro criminoso, que acompanhava Tiago numa moto, ainda não foi identificado. O crime foi registrado por câmeras de segurança em casas da região. O veículo roubado foi encontrado no dia seguinte — queimado — no bairro de Turiaçu, Zona Norte do Rio.
Globo vai reprisar “Sai de Baixo” em homenagem a Claudia Jimenez
A Globo vai reprisar no domingo (21/8) um episódio da série de comédia “Sai de Baixo” para homenagear a atriz e comediante Claudia Jimenez, que morreu neste sábado (20/8) no Rio de Janeiro por insuficiência cardíaca. O programa irá ao ar após o “Fantástico”, horário em que era exibido durante sua produção original. O anúncio foi feito durante o “É de Casa” deste sábado. O episódio que será reprisado não foi informado, mas deverá ser um dos primeiros do humorístico, pois Claudia saiu logo no começo da atração. Será a segunda vez que a Globo programa o humorístico como homenagem. Em setembro de 2021, a emissora exibiu “Sai de Baixo” no mesmo horário após a morte de Luís Gustavo (1934-2021), o intérprete de Vavá. A atração foi idealizada por Daniel Filho e pelo próprio Luís Gustavo, que vivia chefe de uma família disfuncional e síndico de um edifício no Largo do Arouche, na região central de São Paulo. Claudia Jimenez vivia a empregada desbocada Edileuza, que cuidava do apartamento de Vavá e vivia sofrendo com os desmandos de Cassandra (Aracy Balabanian) e Caco Antibes (Miguel Falabella), mas compartilhava as piadas sobre a burrice da esposa dele, Magda (Marisa Orth) e mantinha um jogo de sedução com o zelador Ribamar (Tom Cavalcanti). No entanto, as piadas com o peso de Claudia causaram problemas nos bastidores. Inconformada com o preconceito que sofria por ser gorda e após brigar nos bastidores com os escritores, Claudia foi demitida da atração logo no seu primeiro ano, quando o humorístico estava no auge de popularidade. “Eu acho que o meu grande erro foi tentar modificar as coisas com as quais eu não concordava”, disse a artista em 1997 após a saída. Miguel Falabella a convidou a reprisar na adaptação cinematográfica do programa, intitulada “Sai de Baixo: O Filme”, mas ela desistiu, após o roteiro do filme de 2019 a lembrar de tudo o que passou nos bastidores do programa. Apesar dos problemas com os roteiristas, a atriz manteve bom relacionamento com os colegas da produção. Em 2011, ela participou da novela “Aquele Beijo”, escrita por Falabella, e reprisou a parceria com a série “Sexo e as Negas” em 2014. Além disso, também contracenou com Marisa Orth na novela “Haja Coração”. Em entrevista ao Gshow, as duas relataram como foi o reencontro na telinha. “Essa sequência chegou a me emocionar, porque a gente viveu uma parceria que era muito boa, sabe? Eu adorei fazer essa cena. Já imagino Miguel [Falabella] assistindo e falando: ‘Olha lá as palhaças!’. Eu tô muito feliz”, disse Jimenez. Falabella foi um dos primeiros a fazer uma homenagem à artista na manhã deste sábado. “A nós, resta a saudade e a responsabilidade de manter viva a memória do seu imenso talento! Te amo! Descanse em paz”, ele escreveu no Instagram. Veja abaixo o trailer da sitcom clássica.
Claudia Jimenez teve namoradas famosas e grandes paixões
A atriz e humorista Claudia Jimenez, que faleceu neste sábado (20/8) aos 63 anos, foi sempre muito discreta em sua vida pessoal, mas teve romances agitados. O relacionamento mais duradouro foi com a personal trainer Stella Torreão. Mas esta não foi sua única experiência com mulheres. “A Stella não foi a primeira. Eu já tinha namorado outras. É que são pessoas conhecidas, e não posso falar nomes para não expor. Mas essas eu só namorei”, contou ela para a colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, há quatro anos. Claudia morou com a personal até a morte, mesmo após as duas não serem mais um casal. “Costumo dizer que a nossa separação não deu certo. Ela é tão dentro da minha vida, e eu da dela, que a única parte que a gente não vive é a erótica”, afirmou. Na entrevista, uma das poucas em que falou sobre sua vida pessoal, ela também disse que nunca “escondeu” sua sexualidade. “Nunca escondi nada. Não se falava nesse assunto [homossexualidade], mas as minhas namoradas frequentavam a minha casa e a minha mãe as tratava super bem. Tudo normal. Nunca achei que isso fosse um problema, uma diferença. Isso fazia parte de mim”, esclareceu. Mas ela não namorou só mulheres. “Resolvi experimentar. Transei com muito boy magia. Estava vivendo o que eu não vivi na adolescência”, ressaltou, sobre como aproveitou a fama trazida pelos trabalhos na Globo. Depois de dez anos de casamento discreto com Stella Torreão, Claudia foi parar nas revistas de fofoca pelo namoro com um jovem galã de novelas. Entre abril e outubro de 2008, a atriz viveu um caso com o galã Rodrigo Phavanello, seu parceiro na novela “Sete Pecados”, que deu muito o que falar na imprensa – em grande parte devido ao preconceito generalizado contra Claudia. Ela era 18 anos mais velha, nunca foi beleza padrão e ainda tinha fama de lésbica. “Ela sempre se relacionou com mulher, sempre, a vida dela toda. Eu acho que fui o primeiro homem dela. Fui extremamente apaixonado por ela”, afirmou ele em uma entrevista de 2018. “Joguei tudo pra cima, estava fazendo uma novela das sete, vazou pra mídia o relacionamento e a corda estourou do lado mais fraco. E o lado mais fraco era o meu. Ela já era a Claudia Jimenez e eu estava no começo da minha carreira. Sofri preconceito até dentro da minha família. Era uma coisa que ninguém entendia, mas o importante é que fui até o final, foi uma troca incrível que existiu na minha vida e tenho certeza que na dela também”. Ao fim desse relacionamento, Claudia e Stella voltaram a se aproximar. Os dois amores mais conhecidos da vida da atriz postaram homenagens nas redes sociais. “Gorducha, você veio nessa Terra e virou um dos seres humanos mais incríveis que já conheci! Você cumpriu maravilhosamente sua missão trazendo a sua alegria e nos fazendo rir”, escreveu Rodrigo junto de um vídeo com cenas de “Sete Pecados”, em que Claudia vivia uma anja. “Agora sim você virou uma anja”, ele completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rodrigo Phavanello (@rodrigo.phavanello) Stella Torreão se despediu com um recado sobre a parceria delas ao longo da vida. “Hoje não é aniversário dela. Passo aqui só para dizer que ela me alimenta, de todas as maneiras, me protege, me ama, me valoriza e me salva! Acreditem, não sei o que fiz para merecer essa pessoa tão maravilhosa, em minha vida”, ela escreveu sobre uma seleção de fotos. E na legenda completou: “Claudia, amor da minha vida, faria tudo de novo! Você fez muito mais por mim. ‘Cadê nós, meu amor’”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stella Torreão (@stellatorreao)
Morte de Claudia Jimenez comove artistas: “Comediante referência”
A morte inesperada da atriz Claudia Jimenez gerou comoção entre os colegas artistas. A estrela dos humorísticos “Escolinha do Professor Raimundo” e “Sai de Baixo”, e de muitos filmes e novelas, faleceu na manhã deste sábado (20/8) de insuficiência cardíaca, aos 63 anos. Em publicações nas redes sociais, famosos exaltaram o talento de Cláudia para a comédia, sua paixão pela vida e o bom humor que sempre demonstrava, dentro e fora dos estúdios de gravação. Miguel Falabella, que escreveu novela e série estrelada pela amiga, e atuou ao lado dela no “Sai de Baixo”, foi um dos primeiros a se manifestar, ainda pela manhã. “Fui procurar uma foto para ilustrar essa postagem e me deparei com uma vida. Agora, estou deitado, passando um filme na minha cabeça, tentando me agarrar às tantas gargalhadas que demos, ao prazer de atuar juntos, ao seu único e irreproduzível tempo de comédia. Você estará para sempre usando aquele biquíni selvagem que nos ensolarou a existência, Claudinha. Hoje todas as homenagens são suas e os refletores de todos os teatros do Brasil reluzem para você. Obrigado por ter caminhado a meu lado nesta passagem. Betty Lago e Mercedinha certamente vão recebe-la em festa! A nós, resta a saudade e a responsabilidade de manter viva a memória do seu imenso talento! Te amo! Descanse em paz!”, ele escreveu no Instagram. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) Tom Cavalcanti, outro colega do “Sai do Baixo”, fez um texto emocionado no Instagram. “Minha amada Claudinha, soube agora da sua partida! É sempre assim a indesejável da morte, chega sem avisar. Estou profundamente triste e aqui parado escrevendo meu texto de despedida com lagrimas nos olhos e com aquela vontade enorme de te ligar, ouvir sua voz, rimos juntos como sempre para ao final vermos que tudo não passou de mais uma pegadinha daquelas que o Ribamar aprontava com a sua eterna Edileuza. Sei que não, por isso falo por aqui!”, começou ele. E então exaltou a parceira. “Você é parte da minha vida em valiosos e inesquecíveis momentos. Nossas vidas se cruzaram para meu orgulho e privilegio e tenho isso como sagrado. Tua luz não se apaga aqui, ela simplesmente se move plena em luminosidade infinita. Gratidão amiga pelo impacto profissional de sucesso que causaste em minha vida e na vida de milhares!”, afirmou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Cavalcante (@tomcavalcante) Marisa Orth, também do “Sai de Baixo”, enalteceu a colega, com quem também trabalhou na novela “Haja Coração”. “A melhor comediante de todas. A mais engraçada. Pessoa seríssima, comprometida, jamais imaginariam que dentro daquele espetacular deboche morava uma garota ainda muito sensível e profunda. Claudinha se tornou uma bela amiga, musa da minha vida na comédia (eu sempre tento pensar como aquela frase ficaria na boca dela), e dona do dia em que meu único filho nasceu. ‘Dê limite Marisa!’, dizia ela, sendo nós duas crentes da astrologia. Te Amo Cláudia. Que triste perder você”, escreveu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marisa Orth (@marisaorth) A atriz Maitê Proença lembrou da peça que fizeram juntas. “Sou muito agradecida a quem me faz rir, e você foi insuperável, com seu tempo perfeito, suas frases que não terminavam e deixavam pro ouvinte concluir. Fizemos a peça ‘Na Sauna Juntas’ e foi pra você que contei primeiro que estava grávida da Maria, depois de 10 anos tentando. Vibramos juntas. Claudia… uma menina. Muito fora de hora isso”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maitê Proença (@eumaiteproenca) Tata Werneck reuniu uma série de fotos com Claudia para exaltar a amiga. “Querida amiga, Comediante referência para qualquer pessoa que sonhe em trabalhar com humor. Você é genial. E quando fizemos novela juntas nós tornamos amigas. Você virou uma confidente. Me dava colo. Conselhos. E mostrava seu talento todos os dias. Me apaixonei por você. Viramos sobrinha e tia. Te amo. Grande devota de Santa Terezinha. Mais uma coisa que você me ensinou. Eu te amo demais Claudinha. Obrigada. Um beijo imenso na Stella e em toda sua família”, exaltou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) A atriz Francoise Forton destacou a falta que Jimenez fará no cenário artístico. “Uma gênia do humor: Claudia Jimenez. Uma personalidade forte, uma mega inteligência cênica, talento único. Tudo que ela fazia no palco tinha um olhar diferente, um humor moderno, uma pausa, uma assinatura, uma luz própria. É como se Claudia fosse uma escola de interpretação”, relatou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Françoise Forton (@francoiseforton) O comediante Helio de La Penã agradeceu os risos proporciados. “Uma das maiores comediantes do Brasil agora descansa. Obrigado pelas gargalhadas, Claudia Jimenez”, lamentou. Uma das maiores comediantes do Brasil agora descansa.Obrigado pelas gargalhadas, Claudia Jimenez. pic.twitter.com/dYKtjdKgEj — Helio de La Peña (@lapena) August 20, 2022 O autor de novelas Walcyr Carrasco descreveu o sábado como “um dia muito triste para o humor brasileiro”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Walcyr Carrasco (@walcyrcarrasco) A autora Gloria Perez foi pelo mesmo caminho: “O sábado chegou triste, sem a Claudia”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gloria Perez (@gloriafperez) Fora das redes sociais, o ator Tony Ramos também prestou uma homenagem à amiga, com quem contracenou nas novelas “Torre de Babel” (1998) e “As Filhas da Mãe” (2001). Emocionado, o ator relembrou alguns momentos especiais ao lado da atriz durante a participação no programa “É de Casa”, da Globo. “Quando nos cruzávamos no corredor era uma enorme festa. Sempre que ela encontrava a minha mulher dizia: ‘Linda! Segura esse homem’. Tínhamos papos filosóficos sobre vida, comportamento, projetos teatrais. Era uma querida, a gente conversava e filosofava sobre o teatro, era sempre uma alegria quando nos encontrávamos”, recordou o artista. “O Brasil perde uma grande humorista, mas também uma atriz de profundidade, que não queria fazer rir só pela piada. Isso que é importante”, enfatizou o ator. “Ela vinha dando alguns sustos na gente com a saúde, mas agora foi descansar. Minha querida amiga, descanse em paz. Só posso dizer que estará presente sempre”, concluiu.
Globo revela causa da morte de Claudia Jimenez
Claudia Jimenez morreu pós sofrer uma insuficiência cardíaca. A causa da morte da atriz de 63 anos foi confirmada pela assessoria de imprensa da Globo, emissora na qual a humorista se consagrou, e veiculada no “Jornal Hoje”. Eternizada como intérprete de Dona Cacilda na “Escolinha do Professor Raimundo” e de Edileuza no “Sai de Baixo”, Claudia enfrentou diferentes problemas de saúde desde 1986, quando procurou um médico para curar uma tosse persistente e descobriu que tinha câncer, um tumor maligno no mediastino, atrás do coração. A artista chegou a ser desenganada, mas se curou da doença. Entretanto, as sessões de radioterapia causaram outro problema de saúde. Os médicos acreditam que o tratamento pode ter afetado os tecidos do coração, o que a obrigou a fazer pelo menos três cirurgias nos anos seguintes. Em 1999, ela sofreu um infarto, se submeteu a uma operação e colocou cinco pontes de safena. Em 2012, fez um novo procedimento para a substituição da válvula aórtica. E em 2014 colocou um marca-passo. O último trabalho da atriz nas telas foi na novela “Haja Coração” (2016), como a hilária Lucrécia Abdala. Ela trocou os humorísticos por novelas a partir de “Torre de Babel” (1998), mas continuou divertindo com personagens engraçados nos folhetins. Ela deveria ter trabalhado também em “Deus Salve o Rei” (2018), mas optou por sair do elenco ao ter uma crise de hipertensão durante as gravações. Cláudia faria uma participação especial ao lado da personagem interpretada por Tatá Werneck. Apesar disso, sua performance mais recente continua fresca na memória do público, porque “Haja Coração” foi reprisada na Globo durante a pandemia, entre outubro de 2020 e março de 2021.
Claudia Jimenez, da “Escolinha do Professor Raimundo” e “Sai de Baixo”, morre aos 63 anos
A atriz e humorista Claudia Jimenez morreu no início da manhã deste sábado (20/8), aos 63 anos. A causa da morte não foi informada pela família, mas a artista estava internada no Hospital Samaritano, no Rio. Nos últimos anos, ela passou por uma série de cirurgias cardíacas. Foram cinco pontes de safena no coração em 1999, a substituição de uma válvula aórtica em 2012 e um marca-passo em 2014. Tudo isso depois de ser diagnosticada com um câncer no tórax e fazer radioterapia em 1986. A carioca Cláudia Maria Patitucci Jimenez fez sua estreia como profissional do teatro aos 20 anos, na peça “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque. Na produção de 1978, ela viveu a prostituta Mimi Bibêlo. As primeiras aparições na televisão foram nos anos 1980, quando chegou a Globo para participar do programa “Viva o Gordo”, de Jô Soares, também recentemente falecido. No programa, ela viveu a personagem Pureza. Em 1982, passou a viver a Dona Cacilda no “Chico Anysio Show”, que depois migrou para o spin-off “Escolinha do Professor Raimundo”, de 1990. A personagem imortalizou o bordão “Beijinho, beijinho, pau, pau”, que ironizava a despedida de Xuxa Meneguel. “Foram seis anos de gargalhadas” – assim ela definiu sua participação no programa, numa entrevista de 2014 ao “Fantástico”. Outro personagem marcante foi a Edileuza, empregada doméstica da família do humorístico “Sai de Baixo”, contracenando com Miguel Falabella, Tom Cavalcante, Luís Gustavo, Aracy Balabanian e Marisa Orth. Mas ela ficou no programa apenas nas primeiras temporadas, entre 1996 e 1998, preferindo investir numa nova carreira como atriz de novela. Seu primeiro papel nos folhetins da Globo foi uma participação especial na primeira versão de “Ti-ti-ti”, de 1985. Mas a dedicação só se tornou total a partir da Bina em “Torre de Babel” (1998). Seguiram-se “As Filhas da Mãe” (2001), “Papo de Anjo” (2003), “América” (2005), “Sete Pecados” (2007), “Negócio da China” (2008), “Aquele Beijo” (2012) e, mais recentemente, “Haja Coração” (2016), que foi seu último trabalho nas telas. Ela deveria ter trabalhado também em “Deus Salve o Rei” (2018), mas optou por sair do elenco ao ter uma crise de hipertensão durante as gravações. Cláudia faria uma participação especial ao lado da personagem interpretada por Tatá Werneck. Enquanto trabalhava na Globo, fez ainda oito filmes, incluindo alguns clássicos do cinema brasileiro, como “Gabriela” (1983), de Bruno Barreto, e a versão cinematográfica da “Ópera do Malandro” (1985), de Ruy Guerra, além de “Urubus e Papagaios” (1985), de José Joffily, “A Dança dos Bonecos” (1987), de Helvecio Ratton, “Os Trapalhões no Auto da Compadecida” (1987), de Roberto Farias, “Romance da Empregada” (1988), novamente com Bruno Barreto, “O Corpo” (1991), de José Antonio Garcia, e “Como Ser Solteiro” (1998), de Rosane Svartman. A artista também estrelou séries, como a comédia “Sexo e as Negas” (2014), e foi dubladora, dando a voz para Ellie nos filmes da franquia “A Era do Gelo”. Miguel Falabella, autor da novela “Aquele Beijo”, criador de “Sexo e as Negas” e colega de elenco de “Sai de Baixo”, foi um dos primeiros a prestar homenagem à amiga. “Fui procurar uma foto para ilustrar essa postagem e me deparei com uma vida”, ele escreveu no Instagram, junto de uma foto em que aparece abraçado com a atriz. “Agora, estou deitado, passando um filme na minha cabeça, tentando me agarrar às tantas gargalhadas que demos, ao prazer de atuar juntos, ao seu único e irreproduzível tempo de comédia. Você estará para sempre usando aquele biquíni selvagem que nos ensolarou a existência, Claudinha. Hoje todas as homenagens são suas e os refletores de todos os teatros do Brasil reluzem para você. Obrigado por ter caminhado a meu lado nesta passagem. Betty Lago e Mercedinha certamente vão recebê-la em festa! A nós, resta a saudade e a responsabilidade de manter viva a memória do seu imenso talento! Te amo! Descanse em paz! Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal)
Anne Heche bateu seu carro a 145 km/h e morreu devido ao incêndio
A causa da morte da atriz Anne Heche foi revelada. Segundo o relatório do médico legista do condado de Los Angeles, Heche morreu em decorrência de “inalação de fumaça e lesões térmicas”. Sua morte, portanto, foi considerada um acidente. O relatório médico também cita uma “fratura do esterno devido a um forte trauma” como outro fator contribuinte para a morte. Heche foi hospitalizada no dia 5 de agosto, após o carro que ela dirigia bater em uma casa e pegar fogo na área de Mar Vista, em Los Angeles. Cerca de 60 bombeiros combateram o incêndio causado pela colisão. Outro relatório da perícia revelou que ela dirigia a 145 km/h no momento da colisão. Ela foi levada às pressas para o hospital em estado crítico. A atriz sofreu queimaduras graves e entrou em coma, sem nunca se recuperar. Heche teve a morte cerebral declarada no dia 11 e sua família tomou a decisão de retirá-la do suporte de vida depois que qualquer órgão viável pudesse ser doado. Seu coração parou de bater no domingo à noite (14/8). O escritório do legista listou a data da morte como 11 de agosto, o dia em que foi declarada a morte cerebral. Oito pessoas vão receber seus órgãos, mas as informações são mantidas em sigilo médico. A polícia chegou a investigar o acidente depois que exames de sangue mostraram a presença de “narcóticos” no sistema de Heche. Eles tentavam determinar, entre outras coisas, se as drogas foram introduzidas em seu sistema no hospital, como parte do controle da dor, ou antes. De todo modo, os resultados do teste mostraram que Heche não estava sob a influência de álcool. No domingo, depois da morte da atriz, as autoridades anunciaram que a investigação havia sido encerrada. “Perdemos uma luz brilhante, uma alma bondosa e alegre, uma mãe amorosa e uma amiga leal. Anne fará muita falta, mas ela vive através dos seus lindos filhos, do seu trabalho icônico e do seu apoio apaixonado. Sua bravura por sempre manter a sua verdade, espalhando sua mensagem de amor e aceitação, continuará a ter um impacto duradouro”, disse a família da atriz em comunicado oficial. Lynne Mishele, dona da casa onde o carro de Heche bateu, também se manifestou nas redes sociais. “A notícia da morte de Anne Heche é devastadora. Sua família, seus amigos e especialmente seus filhos sofreram uma grande perda, e meu coração está com eles”, disse ela. “Toda essa situação é trágica e realmente não há palavras. Estou enviando amor para todos os envolvidos”. Um fundo criado para ajudar Mishele com as despesas da sua casa, que foi destruída na colisão, já arrecadou mais de US$ 150 mil.
Diretor de “Força Aérea Um” e “Troia”, Wolfgang Petersen morre aos 81 anos
O diretor alemão Wolfgang Petersen, que marcou época em filmes como “O Barco: Inferno no Mar”, “A História Sem Fim”, “Na Linha de Fogo”, “Força Aérea Um” e “Troia”, morreu na sexta-feira (12/8) em sua residência em Brentwood, na Califórnia, de câncer no pâncreas aos 81 anos de idade. A notícia foi confirmada por sua produtora nesta terça (16/8), que revelou que ele estava ao lado de sua esposa Maria Antoinette, com quem foi casado por 50 anos. Wolfgang Petersen começou a carreira na TV alemã em 1965. Enquanto trabalhava na popular série policial “Tatort”, conheceu o ator Jurgen Prochnow, que se tornaria figura frequente em seus primeiros filmes. Prochnow estrelou todos os três filmes alemães do diretor, incluindo o drama em preto e branco “A Consequência” (1977), que adaptou o romance autobiográfico de Alexander Ziegler sobre amor homossexual e foi considerado tão radical na época que, quando entrou na janela televisiva, as redes de TV da Alemanha Ocidental se recusaram a exibi-lo. O ator também foi o capitão do U-boat no hoje clássico suspense naval “O Barco: Inferno no Mar” (Das Boot, 1981). A trama claustrofóbica, passada a bordo de um submarino durante a 2ª Guerra Mundial, foi indicada a seis Oscars – um número enorme para um filme estrangeiro – incluindo dois para Petersen, nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado e Direção. Graças ao impacto do filme, Petersen passou a ser requisitado por Hollywood, trocando sua carreira no cinema autoral alemão por aventuras com orçamentos de blockbusters. Seu primeiro filme americano foi “A História sem Fim”, uma fantasia infantil sobre o poder da imaginação lançada em 1984 que marcou época e ainda é frequentemente citada em “Stranger Things”. Sucesso de bilheteria, ganhou sequência seis anos depois com direção de George Miller (o pai de “Mad Max”). Em vez de ficar preso à franquia, Petersen buscou variar seu repertório com “Inimigo Meu” (1981), sci-fi passada em outro mundo, que era basicamente uma versão de “Inferno no Pacífico” (1968) com alienígena. Mas seu nicho em Hollywood acabou não sendo o cinema fantasioso. Ele acabou se consagrando como diretor de filmes de ação. Ao longo de uma década, Petersen emplacou cinco hits consecutivos com muita tensão: “Na Linha de Fogo” (1993), em que Clint Eastwood viveu um agente do Serviço Secreto, “Epidemia” (1995), com Dustin Hoffman tentando impedir a propagação de ebola no mundo, “Força Aérea Um” (1997), que trouxe Harrison Ford contra terroristas no avião presidencial, “Mar em Fúria” (2000), onde George Clooney e Mark Wahlberg são vítimas de uma tempestade brutal no oceano, e “Troia” (2004), com Brad Pitt no papel de Aquiles durante a Guerra de Troia. Este período bem-sucedido, que o tornou um dos diretores mais requisitados para filmes com cenas de ação, chegou a um fim súbito com o fracasso de “Poseidon” (2006), remake dispendioso de um dos maiores blockbusters de desastres dos anos 1970. Custou US$ 160 milhões em produção e gerou bilheteria mundial de US$ 182 milhões, resultando em uma enorme perda para a Warner Bros. e encerrou, abruptamente, a carreira de Peterson em Hollywood. O cineasta só voltou para trás das câmeras uma década depois na Alemanha, quando lançou “Quatro Contra o Banco” (2016), uma comédia criminal modesta com elenco alemão que completou sua filmografia. Apesar da má vontade dos estúdios após “Poseidon”, Peterson era muito querido entre seus colegas e admirado pelos atores com quem trabalhou, incluindo Clint Eastwood, Harrison Ford, George Clooney, Brad Pitt, Rene Russo, Glenn Close, Mark Wahlberg, Dustin Hoffman e Morgan Freeman. Seu legado continua a ser explorado até hoje pela TV alemã, que transformou “O Barco: Inferno no Mar” numa série de sucesso lançada em 2018 e que já rendeu três temporadas premiadas – a mais recente em 2022.
Olivia Newton-John volta ao topo das paradas após sua morte
A atriz e cantora Olivia Newton-John (“Grease – Nos Tempos da Brilhantina”) voltou ao todo das paradas uma semana após sua morte. Segundo a revista Variety, o consumo de músicas e vídeos estrelados por Newton-John teve um aumento impressionante de 614%. Ao todo, o número de plays em vídeos e músicas de Newton-John em diferentes serviços de streaming totalizou 11.267.494 em uma semana. Os números se tornam ainda mais impressionantes quando percebemos que o cálculo semanal foi encerrado na quinta-feira (11/8), ou seja, apenas três dias após a morte da atriz. Na semana anterior, Newton-John teve 1.577.978 streams sob demanda. Vale destacar que embora os números atuais sejam exorbitantes, os números anteriores não eram ruins – ainda mais se levarmos em consideração que a última vez que Olivia Newton-John esteve no topo das paradas foi na década de 1980. Seu airplay durante essa semana teve um aumento percentual de 1481%. Subiu de 382.500 execuções de músicas semanais para 6.048.300. Isso também impulsionou o aumento de vendas, que passaram de 241 álbuns vendidos na semana anterior para 5.836 na semana seguinte, contabilizando um aumento de 2135%. Ainda assim, as vendas são pouco importantes na era do streaming. Curiosamente, a venda da trilha sonora de “Grease” aumentou “apenas” 231% (com um total de 8.418.675 plays), um número relativamente menor do que o dos outros álbuns da cantora. Mas isso não é um demérito da trilha sonora do filme, apenas um indicativo de que as pessoas já costumavam ouvir o álbum antes mesmo da morte de Olivia.
Anne Heche tem suporte de vida desligado para transplante de órgãos
Após ter a morte cerebral declarada na sexta-feira (12/8), a atriz Anne Heche teve os aparelhos de suporte de vida desligados na noite de domingo (14/8) para o procedimento de transplante de seus órgãos, anunciou seu representante. Segundo o TMZ, foram encontrados vários pacientes compatíveis para receber a doação e diversos órgãos serão transplantados, mas os médicos não especificaram quais. A atriz de 53 anos ficou com queimaduras e uma lesão no pulmão depois colidir com seu carro numa casa, iniciando um incêndio na área de Mar Vista, em Los Angeles, em 5 de agosto. Ela entrou em coma após a colisão e ficou respirando por aparelhos por uma semana. A polícia de Los Angeles conseguiu um mandado para realizar coleta de sangue após evidências sugerirem que ela poderia estar sob efeito de drogas ou álcool no momento do acidente, e traços de cocaína e fentanil foram encontrados na atriz. Com sua morte, a investigação foi interrompida e não será retomada.
FBI conclui que Alec Baldwin apertou gatilho do revólver que matou Halyna Hutchins
O FBI concluiu que Alec Baldwin apertou o gatilho do revólver que matou acidentalmente a diretoria de fotografia Halyna Hutchins durante as filmagens do longa “Rust”, em outubro passado. A rede de TV americana ABC teve acesso aos documentos da investigação, que contradizem o depoimento do ator. Ele disse, na época, que a arma disparou sem que ele tivesse puxado o gatilho. “A arma não poderia ter disparado sem ter o gatilho puxado enquanto os seus componentes internos estavam intactos e funcionais”, diz o a perícia, que realizou testes de disparos com um modelo do revólver usado no acidente. Numa entrevista concedida à própria ABC em dezembro, o ator foi enfático ao dizer que não havia disparado a arma. “Bem, o gatilho não foi puxado. Eu não puxei o gatilho. Nunca apontaria a arma para alguém e puxaria o gatilho. Nunca”, declarou. Na ocasião do disparo, Alec estava no set ensaiando uma cena com Halyna e o diretor do longa, Joel Souza. Ela morreu na hora e Souza ficou ferido. A investigação ainda está em andamento e os indiciamentos só serão feitos após sua conclusão.












