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    Debbie Reynolds (1932 – 2016)

    29 de dezembro de 2016 /

    Morreu a atriz Debbie Reynolds, estrela do clássico “Cantando na Chuva” (1952) e uma das atrizes mais famosas da era de ouro de Hollywood. Ela era mãe da também atriz Carrie Fisher (1956-2016), a Princesa Leia da franquia “Star Wars”, que faleceu um dia antes. “Ela agora está com a Carrie e estamos todos de coração partido”, afirmou seu filho, Todd Fisher, à agência Associated Press. De acordo com ele, a morte de sua irmã foi “demais” para a mãe. Reynolds foi hospitalizada às pressas na quarta (28/12) após sofrer uma emergência médica na casa do filho, em Beverly Hills, onde discutia detalhes do funeral de Carrie Fisher. Seus familiares ligaram para os paramédicos, que a levaram para o hospital Cedars-Sinai, onde ficou internada na UTI, após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral). Ela não estaria passando bem desde a última sexta-feira (23/12), quando Carrie Fisher sofreu uma parada cardíaca durante um voo de Londres para Los Angeles, que a levou ao hospital e ao falecimento na terça. Nascida Marie Frances Reynolds em El Paso, Texas, a atriz foi descoberta por um caçador de talentos aos 16 anos, enquanto disputava o concurso de Miss Burbank. A contragosto, recebeu seu nome artístico do chefe dos estúdios Warner, Jack Warner, com quem assinou contrato para aparecer em seus primeiros filmes, “Noiva da Primavera” (1948), como figurante, e “Vocação Proibida” (1950), como coadjuvante. Vendo-se sem espaço para crescer no estúdio, ela migrou para a MGM e logo se tornou um dos principais nomes da era de ouro de Hollywood. Foram 20 anos de MGM, mas seu auge se deu logo no início, ao protagonizar, com Gene Kelly, o clássico “Cantando na Chuva” (1952). Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o filme a catapultou ao estrelato, colocando seu nome na fachada dos cinemas. A jovem logo se tornou a rainha das comédias românticas, fazendo par com os principais astros da época e até com cantores famosos, como Frank Sinatra em “Armadilha Amorosa” (1955), Bing Crosby em “Prece para um Pecador” (1959) e Eddie Fisher em “Uma Esperança Nasceu em Minha Vida” (1956). Ela acabou se casando com Fisher, o pai de Carrie e Todd. Os dois chegaram a formar um dos casais mais famosos de Hollywood, batizados de “namoradinhos da América”. Mas não durou muito. A separação aconteceu em 1959, em meio a um escândalo midiático: Debbie foi trocada por Elizabeth Taylor. À margem ao escândalo, a carreira de Debbie Reynolds continuou de vento em popa, rendendo clássicos como “Flor do Pântano” (1957), “Como Fisgar um Marido” (1959), “A Taberna das Ilusões Perdidas” (1960) e até a obra-prima western de John Ford, “A Conquista do Oeste” (1961). Pelo desempenho em “A Inconquistável Molly” (1964), em que viveu Molly Brown, sobrevivente de uma inundação e do naufrágio do Titanic, ela recebeu sua única indicação ao Oscar de Melhor Atriz – acabou perdendo para Julie Andrews, por “Mary Poppins”. No mesmo ano, fez um de seus filmes mais divertidos, “Um Amor do Outro Mundo” (1964), que influenciou dezenas de produções sobre trocas mágicas de sexo. A comédia dirigida por Vincent Minelli girava em torno de um homem conquistador que era assassinado por um marido ciumento e tinha uma volta kármica como uma loira, sexy, mas atrapalhada Debbie Reynolds, que não conseguia lidar bem com o fato de ter virado mulher e ser cantada pelo melhor amigo (Tony Curtis). Ela ainda estrelou outras comédias marcantes, como “Divórcio à Americana” (1967) e “Lua de Mel com Papai” (1968), sobre casamentos em crise, antes de se dedicar a fazer números musicais em Las Vegas. Foi trabalhando em Las Vegas que Reynolds quitou uma dívida de US$ 3 milhões decorrente do vício de seu segundo marido, o empresário Harry Karl, em jogos de azar. Os dois foram casados de 1960 a 1973. Mas sua relacionamento com Vegas foi bem mais duradoura. Ela chegou a ter um cassino na cidade, onde passou a expor relíquias de filmes hollywoodianos, que colecionou ao longo de sua vida. Durante muitos anos, a atriz teve uma das maiores coleções de memorabilia da era de ouro do cinema americano, que, devido à dificuldade de preservação, acabou vendendo e doando em tempos recentes. Reconhecida pela boa voz de cantora, ela iniciou uma bem-sucedida carreira de dubladora com a animação “A Menina e o Porquinho” (1973), que levou adiante na versão americana de “O Serviço de Entregas da Kiki” (1989), “Rudolph – A Rena do Nariz Vermelho” (1998) e nas séries animadas “Rugrats – Os Anjinhos” e “Kim Possible”, onde tinha papéis recorrentes. A atriz também apareceu de forma recorrente na série “Will & Grace” e entre seus últimos papéis estão participações na comédia “Como Agarrar Meu Ex-Namorado” (2012) e no premiado telefilme “Minha Vida com Liberace” (2013). Em 2015, ela foi homenageada pelo Sindicato dos Atores dos EUA por sua filmografia de 65 anos e, no começo deste ano, recebeu um prêmio humanitário da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas por seu trabalho em prol da conscientização e tratamento de doenças mentais. Ela é uma das fundadoras da instituição de caridade The Thalians. Debbie Reynolds deixa o filho, Todd Fisher, e a neta, a atriz Billie Lourd, filha de Carrie Fisher.

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    Mãe de Carrie Fisher, a atriz Debbie Reynolds passa mal e é hospitalizada de emergência

    28 de dezembro de 2016 /

    Um dia após a morte de Carrie Fisher, sua mãe, a também atriz Debbie Reynolds (estrela de “Cantando na Chuva”) foi hospitalizada. De acordo com o site TMZ, a atriz de 84 anos foi socorrida por uma ambulância que a levou para o hospital após sua família pedir ajuda pelo número de emergência. Debbie estava na casa do filho, Todd Fisher, em Beverly Hills, quando passou mal. Segundo o Washington Times, ela discutia os planos do funeral da filha. O TMZ publicou a gravação da chamada de emergência, no qual atendente identificou os sinais como um quadro de AVC (acidente vascular cerebral). Na terça-feira, quando Carrie morreu, Debbie se manifestou em sua conta do Facebook. “Obrigado a todos que abraçaram os dons e talentos da minha amada e incrível filha”, escreveu ela. “Eu sou grata por seus pensamentos e orações, que agora estão guiando-a para sua próxima parada”, ela postou.

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  • Filme

    Morte de Carrie Fisher atrasará filmagens de Star Wars: Episódio IX

    28 de dezembro de 2016 /

    A morte da atriz Carrie Fisher vai afetar as filmagens de “Star Wars: Episódio IX”. De acordo com uma reportagem do canal AOL e fontes do site Deadline, a Princesa/General Leia Organa teria bastante destaque na conclusão da trilogia e a morte de sua intérprete fará com que os roteiristas tenham que adaptar a trama. Com isso, as filmagens que estariam previstas para o começo de 2017 só devem acontecer agora no fim do ano. De todo modo, a LucasFilm ainda não tinha confirmado a data para o início da produção, que só chegará aos cinemas em 2019, após o spin-off centrado no jovem Han Solo. Carrie Fisher filmou todas as suas cenas de “Star Wars: Episódio VIII”, que chegará aos cinemas no final de 2017.

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  • Filme

    Fãs homenageiam Carrie Fisher com estrela extraoficial na Calçada da Fama

    28 de dezembro de 2016 /

    Os fãs criaram uma “estrela extraoficial” para Carrie Fisher na Calçada da Fama de Hollywood após sua morte. A atriz que interpretou a Princesa Leia em “Star Wars” não recebeu a homenagem que até Uggie, o cachorro do filme “O Artista” (2011), teve em vida. Para homenageá-la, os fãs escreveram seu nome em uma das estrelas que ainda estão vazias no espaço e deixaram flores e objetos que remetem à saga “Star Wars”. Um representante da Câmara do Comércio de Hollywood, responsável pela calçada, disse ao site TMZ que vai deixar a estrela ser “ocupada” pelos fãs com lembranças por alguns dias, mas que a atriz só poderá ter uma homenagem oficial daqui a 5 anos – de acordo com as regras da entidade, há um período de espera após a morte de artistas para que seus nomes entrem na calçada.

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  • Série

    Carrie Fisher deixou gravadas participações inéditas na série Uma Família da Pesada

    28 de dezembro de 2016 /

    A atriz Carrie Fisher, que morreu na terça-feira (28/12), não deixou gravada somente sua participação em “Star Wars: Episódio VIII” e em episódios da série “Catastrophe”. De acordo com o site da revista Variety, ela também já havia gravado participações para dois episódios da animação “Uma Família da Pesada” (Family Guy). Na série animada da Fox, Carrie dublava Angela, supervisora de Peter Griffin. Ao todo, ela participou de 20 episódios da série desde 2005, sendo que o mais recente foi ao ar em janeiro de 2016 nos Estados Unidos. Os dois capítulos inéditos, que contarão com a voz da atriz, ainda não tiveram as datas de exibição definidas. Seth MacFarlane, dublador de Peter e criador da série, deixou uma mensagem em seu Twitter em homenagem à atriz. “Carrie Fisher era inteligente, engraçada, talentosa, surpreendente e era sempre divertido estar perto dela. ‘Uma Família da Pesada’ vai sentir uma falta imensa dela.”

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    Mark Hamill presta homenagem a Carrie Fisher, sua “amada gêmea do espaço”

    28 de dezembro de 2016 /

    O ator Mark Hamill postou um texto emocionante em homenagem a Carrie Fisher no Facebook. A atriz, que faleceu na terça-feira (27/12), interpretava a Princesa Leia na saga “Star Wars”, irmã de Luke Skywalker, o personagem eternizado por Hamill. “Nunca é fácil perder um membro vital e insubstituível da família, mas isso é de partir o coração. Carrie era única e pertencia a todos nós – quer ela gostasse ou não. Ela era NOSSA princesa, poxa, e a atriz se transformou em uma linda, ferozmente independente e engraçada mulher que tomava as rédeas e tirou o fôlego de todos nós. Determinada e forte, mas com vulnerabilidade que fazia você torcer por ela e torcer para que ela alcançasse o sucesso e fosse feliz. Ela interpretou um papel crucial na minha vida profissional e pessoal, e ambas seriam muito mais vazias sem ela. Eu sou grato pelo seu sorriso, sabedoria, bondade e até pelas coisas malcriadas e egocêntricas que minha amada gêmea do espaço me deu ao longo dos anos. Obrigado Carrie. Eu te amo”, escreveu o ator. Os dois poderão ser vistos juntos pela última vez nos cinemas em “Star Wars: Episódio VIII”, que estreia em 17 de dezembro de 2017. Veja a íntegra do post abaixo:

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    Carrie Fisher terá maior destaque em seu último filme da saga Star Wars

    28 de dezembro de 2016 /

    Antes de morrer, Carrie Fisher finalizou sua última aparição na saga “Star Wars”. Ela voltará a aparecer como General Leia Organa em “Star Wars: Episódio VIII”, ainda sem título oficial definido. Segundo apurou o site Deadline, seu papel será maior do que ela teve em “Star Wars: O Despertar da Força”. Além dela, sua filha, Billie Lourd (que também esteve no “Episódio VII”) terá mais destaque na trama. Rumores ainda apontavam que Leia deveria participar do “Episódio IX”, mas como este filme ainda está em estágios iniciais, sem um roteiro finalizado, muita coisa deve mudar. “Star Wars: Episódio VIII”, com a última aparição de Carrie Fisher no cinema, estreia em 15 de dezembro de 2017.

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    Mark Hamill “devastado” e a repercussão da morte de Carrie Fisher nas redes sociais

    27 de dezembro de 2016 /

    Amigos e colegas de Carrie Fisher lamentaram a morte da atriz, compartilhando sua dor com os fãs da eterna Princesa Leia nas redes sociais. Alguns incluíram fotos pessoais da atriz, como Mark Hamill, o Luke Skywalker, que postou no Twitter um registro dos “irmãos” na franquia “Star Wars”. Foi a forma com que conseguiu se expressar, já que ele próprio se disse “”Sem palavras. Devastado” na rede social. Outro que compartilhou imagens dos bastidores de “Star Wars” foi Peter Mayhew, o Chewbacca. “Não há palavras para essa perda. Carrie foi a estrelha mais brilhante em cada sala em que entrou. Eu vou sentir sua falta”. Já Harrison Ford usou um comunicado para se dirigir à imprensa. “Carrie foi única… brilhante, original. Engraçada e destemida emocionalmente. Ela viveu sua vida de forma brava”. Até Darth Vader ficou triste. Seu intérprete, David Prowse, escreveu: “Estou extremamente triste em saber da morte de Carrie. Ela era maravilhosa para se trabalhar junto. Condolências para seus amigos, família e fãs pelo mundo”. Anthony Daniels, intérprete do robô C-3PO, fez coro: “Estou muito triste”. E Billy Dee Williams, que interpretou Lando Calrissian, completou: “Estou profundamente triste com a notícia da morte de Carrie. Ela era uma querida amiga, que eu respeitava e admirava muito. A força está negra hoje” Rival de franquia, mas amigo querido, o ator William Shatner, que interpretou o Capitão Kirk em “Star Trek”, juntou-se aos colegas da Princesa no Twitter. “Eu estou profundamente triste em saber da morte de Carrie Fisher. Vou sentir falta das nossas brincadeiras. Uma luz e um maravilhoso talento foram apagados”. Entre inúmeras outras celebridades, também reagiram à sua morte a comediante Whoopi Goldberg (“Ela era mais engraçada e esperta do que qualquer pessoa tem o direito de ser”), a apresentadora Ellen DeGeneres (“Não acredito que ela se foi”), a atriz Anna Kendrick (“Não, não… Carrie Fisher é uma lenda”), a atriz e diretora Elizabeth Banks (“Carrie Fisher era tão inteligente, provocante e incansavelmente interessante. Nossa, eu a amava. Todos a amavam”) e o diretor Jon Favreau (“Um dia tão triste para sua família, amigos e milhões de fãs. A falta de Carrie Fisher será profundamente sentida”). A frase mais bonita foi registrada pelo cineasta Steven Spielberg, que a dirigiu em “Hook: A Volta do Capitão Gancho” (1991): “Ela não precisava da Força. Era era uma força da natureza, de lealdade e de amizade”. A presidente da LucasFilm, Kathleen Kennedy, soltou um comunicado oficial: “Carrie tem um lugar muito especial no coração de todos na LucasFilm. É difícil imaginar o mundo sem ela. Ela foi a Princesa Leia para o mundo, mas também uma amiga muito especial para todos nós. Ela tinha um espírito indomável, uma sagacidade incrível e um grande coração. Carrie também definiu a heroína feminina da nossa época, há mais de uma geração. Seu revolucionário papel como Princesa Leia inspirou o poder e confiança em mulheres do mundo todo. Sentiremos muito sua falta.” no words #Devastated pic.twitter.com/R9Xo7IBKmh — Mark Hamill (@HamillHimself) December 27, 2016 There are no words for this loss. Carrie was the brightest light in every room she entered. I will miss her dearly. pic.twitter.com/GgIeYGeMt9 — Peter Mayhew (@TheWookieeRoars) December 27, 2016

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    Carrie Fisher (1956 – 2016)

    27 de dezembro de 2016 /

    Morreu a atriz Carrie Fisher, que será sempre lembrada como a Princesa Leia Organa da saga “Star Wars”. Ela sofreu um ataque cardíaco na sexta-feira (23/12), durante um voo que ia de Londres para Los Angeles, e chegou a ser levada para um hospital. Mas não resistiu. Na manhã desta terça (27/12), veio a falecer. Filha do cantor Eddie Fisher e da atriz Debbie Reynolds (estrela de “Cantando na Chuva”), que se separaram quando ela era bebê, Carrie estreou como atriz num telefilme de sua mãe, “Debbie Reynolds and the Sound of Children” (1969), com 13 anos de idade. Já nesta época, mãe e filha viviam uma relação conturbada, que Carrie detalhou no livro “Postcards from the Edge”. A obra virou filme em 1990, com o título “Lembranças de Hollywood”, estrelado por Meryl Streep. Disposta a virar atriz, ela estreou no cinema como uma adolescente precoce que seduzia Warren Beatty na comédia “Shampoo” (1975). Em busca de maior destaque, candidatou-se ao teste de uma produção que procurava por atores desconhecidos para lançar uma saga espacial. Como ela conta em sua biografia, foi há muito tempo, praticamente numa galáxia distante. O vídeo, inclusive, pode ser conferido aqui. Carrie tinha 20 anos e precisou emagrecer cinco quilos para conseguir o papel, condição exigida pelo diretor George Lucas. E apesar de viver uma Princesa, recebeu o salário mínimo da categoria, cerca de 500 libras por semana. Mesmo assim, jamais se arrependeu de atuar em “Guerra nas Estrelas” (1977), que a tornou mundialmente famosa da noite para o dia. Ela chegou até a ficar surpresa quando percebeu que virara um símbolo sexual, pois se considerava feia. A fama de atriz sexy foi consequência direta do figurino do terceiro filme da trilogia original, “O Retorno de Jedi” (1983), que em seus minutos iniciais a mostrou com “visual de escreva”, num biquíni metálico. A fantasia se tornou tão popular que a revista Rolling Stone a convidou para fazer um ensaio fotográfico na praia com o biquíni de Leia. O resultado foi uma das capas mais famosas da publicação. E desde então os nerds do mundo inteiro sonham com a Princesa de biquíni. Trinta e dois anos depois, ela voltou a reviver seu papel icônico na continuação da saga. Em “Star Wars: O Despertar da Força”, Carrie ressurgiu não mais como Princesa, mas como a General Organa, heroína da República que ajudou a derrotar o Império. “Foi como se estivéssemos num acampamento. Harrison e eu ficamos um pouco derretidos no set”, disse a atriz na época do lançamento. A atriz não teve outros papéis que atingissem a mesma repercussão, mas apareceu em alguns filmes importantes, como “Os Irmãos Cara de Pau” (1980), no qual viveu a mulher misteriosa que perseguia os Blues Brothers para matar Jake Blues (John Belushi), “Hannah e Suas Irmãs” (1986), um dos melhores filmes da carreira de Woody Allen, e “Harry & Sally: Feitos um para o Outro” (1989), comédia romântica que se tornou cultuada. Ela fez diversas outras comédias nos anos 1980, incluindo duas com Tom Hanks, “O Homem do Sapato Vermelho” (1985) e “Meus Vizinhos São um Terror” (1989). Também apareceu na comédia sci-fi “As Amazonas na Lua”, de Joe Dante, e no mistério “Encontro Marcado com a Morte” (1988), adaptação de Agatha Christie, antes de sumir em papéis cada vez menos importantes a partir dos anos 1990. Acabou virando uma figurante de luxo, vista em produções tão diferentes quanto “Hook: A Volta do Capitão Gancho” (1991), “Austin Powers” (1997), “Pânico 3” (2000) e “As Panteras: Detonando” (2003), e logo se especializou em viver a si mesmo, surgindo como Carrie Fisher nos filmes “Gente Famosa” (2000) e “Mapas para as Estrelas” (2014), além das séries “Sex and the City” e “The Big Bang Theory”, entre outras. Enquanto desaparecia de vista, Carrie passou a acumular outras funções nos bastidores, trabalhando como roteirista de diversas produções, da série “O Jovem Indiana Jones” às cerimônias de entrega do Oscar. Ela também ficou conhecida por debater publicamente seus problemas pessoais, como o transtorno bipolar e o alcoolismo, que transformou numa peça/livro/especial da HBO “Wishful Drinking”, indicado ao Emmy em 2011. Entre seus últimos trabalhos, destacava-se um papel recorrente na série britânica “Catastrophe”. Ela vinha justamente da gravação de dois episódios da 2ª temporada da atração, viajando de Londres para sua casa em Los Angeles, quando sofreu o ataque cardíaco que a matou. Ela ainda deixou finalizada sua participação no filme “Star Wars: Episódio VIII”, sua derradeira aparição numa galáxia distante. E, mais importante, deixa uma filha, Billie Lourd, fruto de seu relacionamento com o empresário Bryan Lourd, que também virou atriz e segue seu legado, como parte do elenco da nova trilogia “Star Wars”.

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    Liz Smith (1921 – 2016)

    27 de dezembro de 2016 /

    Morreu a atriz Liz Smith, que participou do remake de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005). Ela faleceu no sábado (24/12), mas os familiares preferiram comunicar o ocorrido depois. A atriz tinha 95 anos e a causa da morte não foi divulgada. Liz ficou conhecida pela série de TV britânica “The Royle Family” (1998-2012). O filme de Tim Burton foi seu principal papel no cinema. Ela interpretou a avó de Charlie, o protagonista, vivido por (Freddie Highmore”). A atriz foi nomeada membro da Ordem do Império Britânico em 2009, mesmo ano que anunciou a aposentadoria após sofrer três derrames. Mesmo assim, reapareceu em dois episódios da série britânica “The Tunnel” em 2013.

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    Ricky Harris (1962 – 2016)

    27 de dezembro de 2016 /

    Morreu o ator e comediante Ricky Harris, que viveu o personagem Malvo na série “Todo Mundo Odeia o Chris”. Ele tinha 54 anos e faleceu na segunda-feira (26/12). Segundo relato de sua mulher, Cindy Ambers, ao jornal The Los Angeles Times, o ator teve um infarto há dois anos. Ricky Harris nasceu em 1962 e atuou também no cinema, em filmes como “Fogo Contra Fogo” (1995), “Tempestade” (1998) e, mais recentemente, “Dope – Um Deslize Perigoso” (2015). Filho de pastor, Harris cresceu em Long Beach. Durante a infância, cantava no coro da igreja ao lado do amigo Calvin Cordozar Broadus Jr., que mais tarde viria se tornar o rapper Snoop Dogg. O músico publicou um vídeo no Instagram em que diz que Harris era seu “grande irmão”. Outro a comentar a morte de Harris foi Tyler James Williams, que interpretava o Chris em “Todo Mundo Odeia…”. “2016 tem sido difícil, cara, e com certeza desferiu outro golpe. Este homem foi um dos caras mais engraçados com quem eu já trabalhei e um dos poucos a entrar em um programa e tratar com respeito um elenco cheio de crianças como atores de talento”, ele escreveu no Instagram, ao lado de uma foto de Harris.

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    Michèle Morgan (1920 – 2016)

    25 de dezembro de 2016 /

    Morreu Michèle Morgan, uma das maiores atrizes francesas do século 20, que deixava os homens de quatro com “os mais belos olhos” do cinema, conforme descreviam inúmeros elogios. Ela tinha 96 anos e faleceu na terça (20/12). Nascida Simone Renée Roussel na data bissexta de 29 de fevereiro de 1920, ela acreditava que era por causa disso que teve carreira tão longa. “Este privilégio de envelhecer quatro vezes mais devagar do que os outros foi o primeiro da longa série de golpes de sorte que tive ao longo da minha existência”, chegou a dizer numa entrevista. Ela começou a filmar aos 16 anos, fazendo figuração em “Vida Parisiense” (1936), de Robert Siodmak, mas após ficar nas sombras em quatro filmes foi surpreendentemente promovida a protagonista em “Mulher Fatal” (1937), sob direção de Marc Allegret, vivendo logo o papel-título, uma bad girl de 17 anos, levada a julgamento por acidentalmente matar seu amante, após já ter tido – escândalo! – quatro amantes antes dele. Sua carreira decolou rapidamente. Allegret aproveitou o sucesso e voltou a dar-lhe um papel precoce em “Veneno” (1938), como amante de Charles Boyer, intérprete de um engenheiro casado, cuja mulher estava grávida. Mas foi o mestre Marcel Carné que a colocou definitivamente no imaginário popular ao escalá-la ao lado de Jean Gabin em “Cais das Sombras” (1938). Considerado uma obra-prima do cinema francês, “Cais das Sombras” girava em torno de um desertor do exército, que encontrava problemas numa cidadezinha. A censura, porém, proibiu Gabin de ser chamado de desertor, e Carné precisou ser criativo para explicar seu estado de fuga. O importante é que todos a quem encontra são moralmente corruptos, exceto um cachorro, que se torna seu amigo, e Nelly, a personagem de Morgan, namorada maltratada de um gângster e vítima de um padrasto abusivo. Depressivo como as neblinas de seu título francês, o filme passa longe do final feliz e mesmo assim se tornou popular, a ponto de ser citado como principal influência de “Casablanca” (1942). É nesse filme que Jean Gabin lhe murmura: “Você têm os olhos mais lindos…” e ela lhe responde: “Me Beija”. A intensidade do olhar cristalino e os cabelos loiros deixaram o mundo inteiro apaixonados. O sucesso de “Cais das Sombras” gerou novas parcerias entre Gabin e Morgan, como “Recife de Coral” (1939) e “Águas Tempestuosas” (1941), mas logo a atriz foi para Hollywood, que naquela época via prestígio em contratar intérpretes europeias, como Greta Garbo, Marlene Dietrich, Ingrid Bergman e Viveca Lindfors. Em Hollywood, ela participou de “E as Luzes Brilharão Outra Vez” (1942), ao lado de Paul Henreid, “O Encontro em Londres (1943), com Alan Curtis, “A Lua a Seu Alcance” (1943), contracenando com ninguém menos que Frank Sinatra, e o clássico absoluto “Passagem Para Marselha” (1944), em que filmou com o astro e o diretor de “Casablanca”, respectivamente Humphrey Bogart e Michael Curtiz. Alguns desses filmes se passavam na França. De modo que ela não chegou necessariamente a “voltar” em 1946, quando Jean Delannoy a escalou na adaptação de André Gide “A Sinfonia Pastoral”, como uma mulher que encanta pai e filho. Por seu desempenho, Michéle Morgan se tornou a primeira intérprete vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes. Ainda mais célebre do que em sua primeira passagem por Hollywood, ela foi entronizada de vez no imaginário como uma femme fatale ao ser escalada em alguns filmes noir, particularmente “O Ídolo Caído” (1948), do mestre do gênero Carol Reed. Na trama, escrita por outro mestre, o escritor Graham Greene, adaptando seu próprio conto original, ela vive a amante que precipita o ciúmes mortal de uma esposa, fazendo-a arriscar a própria vida para conferir a traição do marido, um funcionário da embaixada em Londres, o que conduz a um acidente fatal e desperta a suspeita de assassinato na polícia. Ela retomou a parceria com Delannoy em seus filmes seguintes, todos com grande impacto de público e crítica, como “Encontro com o Destino” (1948), “Amar-te É Meu Destino” (1952), “Falsa Obsessão” (1954) e a antologia “Destino de Mulher” (1954), no qual viveu Joana D’Arc. Além de Joana D’Arc, Michéle Morgan também encarnou Josefina em “Napoleão” (1955) e Maria Antonieta em “O Calvário de uma Rainha” (1956), novamente sob direção de Delannoy, uma trilogia de mulheres que marcaram a História da França. Entre os grandes filmes desta fase ainda incluem a parceria com o diretor Jean Renoir em “As Grandes Manobras” (1955), o astro Yves Montand em “O Homem que Vendeu a Alma” (1955) e o cineasta André Cayatte em “O Espelho de Duas Faces” (1958) – que seria refeito por Barbra Streisand em 1996. Sua filmografia, porém, sofreu grande impacto com a mudança radical de gostos trazida pela nouvelle vague, cujos cineastas desprezavam o cinema comercial francês. Mesmo assim, ela trabalhou com Claude Chabrol em “A Verdadeira História do Barba Azul” (1963). Seu último grande sucesso foi “Benjamin, o Despertar de um Jovem Inocente” (1968), como um condessa que treina um jovem (Pierre Clémenti) nas artes da sedução, e o faz praticar com Catherine Deneuve e com ela própria. Aparecendo cada vez menos, Morgan ainda fez dois filmes de Claude Lelouch, “O Gato e a Rainha” (1975), seu derradeiro papel de protagonista, e “Um Homem, Uma Mulher: 20 Anos Depois” (1986), até se despedir do cinema com “Estamos Todos Bem” (1990), de Giuseppe Tornatore, num desfecho realizado na companhia de Marcello Mastroianni. Michèle Morgan participou de aproximadamente 70 filmes e foi eleita pelo público como a “atriz francesa mais popular” de sua época, em dez ocasiões distintas. Os fãs não podiam se desviar de seu olhar. Mas, de forma irônica pela quantidade de mulheres arrebatadoras que interpretou, sua beleza era considerada fria, melancólica até, o que a tornou pouco vista em comédias e a fez reconhecer, a certa altura: “A tristeza é o meu elemento”. Ao comunicar seu falecimento, a família da atriz resumiu de forma singela: “Os mais belos olhos do cinema fecharam-se definitivamente”.

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    Zsa Zsa Gabor (1917 – 2016)

    19 de dezembro de 2016 /

    Morreu a atriz Zsa Zsa Gabor, uma das primeiras estrelas a se tornar mais conhecida como celebridade do que por seus papéis. Ela faleceu no domingo (18/12) em sua casa em Los Angeles, aos 99 anos, de uma parada cardíaca, após quase uma década de luta contra diversas doenças. Gabor tinha piorado muito nos últimos dias e seu marido – o nono – convidou seus parentes para que comemorassem com ela seu centenário antecipadamente. A atriz sofreu um infarto e foi levada ao hospital onde os médicos não puderam fazer nada para salvar sua vida. Ela estava com um delicado estado de saúde desde que sofreu um acidente de trânsito em 2002, situação agravada por uma embolia e um derrame em 2005, além de uma fratura de quadril em 2011. A atriz, que ia completar 100 anos em fevereiro, nasceu em 1917 na Hungria e chegou a Hollywood seguindo os passos de sua irmã Eva. Ela começou a carreira com 35 anos, o que não era comum na indústria cinematográfica dos anos 1950. Mas depois de figurar em “O Amor Nasceu em Paris” (1952) conseguiu coadjuvar em mais dois musicais, “Moulin Rouge” (1952), de John Huston, no qual interpretou uma modelo do pintor Toulouse Lautrec, e “Lili” (1953), de Charles Walters. O sucesso destes filmes a levou ironicamente de volta à Europa, rendendo convites para estrelar filmes franceses num grande upgrade em sua carreira: como protagonista. Ela virou a cabeça de um bandido em “O Inimigo Público Nº 1” (1953) e de um toureador em “Luz e Sangue” (1954). Mas o nome nos cartazes franceses não saciaram seu desejo por fama e Zsa Zsa preferiu voltar a coadjuvar em Hollywood, aparecendo em “O Rei do Circo” (1954), ao lado de Jerry Lewis e Dean Martin, e “Destruí Minha Própria Vida”(1956), um drama noir em que disputou com Yvonne de Carlo (a futura Lili Monstro da série “Os Monstros”) quem era a mulher mais fatal. Por esta época, Zsa Zsa começou a aparecer em programas de variedade na TV, arrancando risos do público com seu sotaque, personalidade e carisma marcantes. Daí para fazer rir em sitcoms foi um pulo. Ela foi convidada a participar de um episódio de “The Red Skelton Show” para representar uma “estrela de cinema” e, um ano depois, contratada para interpretar, pela primeira vez, a si mesma num programa de ficção. Não só isso, o título do episódio da série de comédia “The Bob Cummings Show” tinha seu nome: “Vovô encontra Zsa Zsa Gabor”. A exposição fez bem para sua carreira, rendendo-lhe o papel de dona de um clube de strip-tease no clássico “A Marca da Maldade” (1958), de Orson Welles, mas principalmente transformando-a em chamariz de bilheterias de filmes de baixo orçamento. Ela virou a rainha dos filmes B, estrelando produções sensacionalistas como “A Prisioneira do Kremlin” (1957) e principalmente “Rebelião dos Planetas” (1958). Este filme ruim se tornou cultuadíssimo pela trama fetichista, que acompanhava o pouso da primeira espaçonave americana em Vênus, um planeta habitado apenas por mulheres belíssimas e governado por uma rainha despótica (Zsa Zsa). Ela voltou a viver Zsa Zsa Gabor em “Pepe” (1960), comédia estrelada por Cantinflas, e basicamente seguiu sendo um clichê de si mesma, aparecendo também como Zsa Zsa, a “rainha de Vênus”, em “Dois Errados no Espaço” (1962), e Zsa Zsa, a celebridade que sua diamantes, no filme de assalto “Valete de Ouros” (1967). Nos anos 1960, ainda participou de diversas séries de impacto popular, como “Mister Ed”, “A Ilha dos Birutas”, “Bonanza” e até “Batman”, na qual viveu a vilã Minerva. “Famosa por ser famosa”, como chegou a se definir, fazia de tudo para aparecer, investindo na excentricidade. Sua origem estrangeira ajudou a popularizar seu bordão: “querido” com um forte sotaque – porque, como ela dizia, “não lembrava do nome de ninguém”. Mas a personagem Zsa Zsa tinha frases inteiras prontas para o close-up. Sempre com colar de diamantes, ela fazia questão de avisar para quem elogiasse: “Querido, estes são só meus diamantes de trabalho”. Ou: “Nunca odiei um homem o suficiente como para devolver-lhe suas joias”. Suas frases espirituosas eram mais engraçadas e sua vida privada mais cheia de ação que seus filmes e isso a ajudou a permanecer na mídia. Não por acaso, seus romances também tiveram mais astros que suas produções, envolvendo de Frank Sinatra a Howard Hughes. Ela jamais escondeu sua preferência por ricos e famosos. Foram nove maridos ao todo, entre eles Conrad Hilton, dono dos hotéis Hilton, com quem teve sua única filha, Francesca. Hilton nunca acreditou que a menina fosse sua e a deixou fora de sua herança. Graças à voracidade sexual e a ostentação que os tabloides transformaram em lenda, a atriz acabou quebrando barreiras em Hollywood ao continuar vivendo personagens glamourosas com 60 anos de idade – como na comédia “O Que Toda Mulher Tem” (1978). Zsa Zsa transcendeu a idade e qualquer papel para se dedicar a viver Zsa Zsa Gabor em tempo integral a partir dos anos 1980. Interpretou variações dela mesma em séries tão diferentes quanto “O Barco do Amor”, “Knots Landing”, “Pee Wee’s Playhouse”, “Um Maluco no Pedaço” e “Cybill”, além de aparecer em filmes de sucesso como “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos” (1987), “Corra Que a Polícia Vem Aí 2 1/2” (1991), “A Família Buscapé” (1993) e “A Volta da Família Sol Lá Si Dó” (1996), seu último trabalho, aos 79 anos. Sua vida pessoal continuou rendendo notícias por anos, principalmente por conta de seu último casamento em 1986, com Frederick von Anhalt, 30 anos mais novo, que se apresentava como príncipe alemão, mas que tinha uma ficha corrida de pelo menos 15 problemas judiciais. Ainda assim, ficaram juntos até a morte dela. A atriz manteve o mesmo temperamento e atitude inabalável até o fim. Mas os tempos mudaram enquanto ela permaneceu Zsa Zsa. E, infelizmente, isso acabou levando-a para a cadeia. Detida por dirigir embriagada em alta velocidade, ela esbofeteou o policial que teve a audácia de pará-la em 1989. Afinal, ela era uma estrela, como sua carteira de motorista vencida poderia facilmente comprovar. Ou o simples fato de estar dirigindo um Rolls-Royce – com um porta-bebidas cheio de whisky. Passou três dias presa e prestou 120 horas de trabalho comunitário. Mas adorou a atenção da mídia durante todo o período e pôde até estrelar um novo filme – um documentário sobre o incidente. Em 1992, publicou suas memórias, “Uma Vida Não É Suficiente”, com revelações sobre seus maridos e amantes. Sobre sua preferência por maridos bem-sucedidos, afirmou: “Eu quero um homem que seja bondoso e compreensivo. É demais pedir um milionário?”. Outra: “Um homem apaixonado está incompleto até que esteja casado. Então, está acabado”. No livro, ela também se definiu como uma ótima dona de casa. “Toda vez que me divorcio, eu fico com a casa”.

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