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    Audiência de The Walking Dead cai ainda mais nos Estados Unidos

    13 de março de 2018 /

    A audiência de “The Walking Dead” segue em queda livre. Segundo a consultoria Nielsen, o episódio do último domingo (11/3) foi visto por 6,6 milhões de pessoas ao vivo nos Estados Unidos, a menor audiência da 8ª e atual temporada. Assim, cristaliza-se a tendência de encolhimento, abaixo da média de público da 2ª temporada, assistida por 6,9 milhões entre 2011 e 2012. Para dar noção da rapidez do vazamento, a temporada anterior, que já tinha preocupado o canal pago pela queda de público, manteve média de 11,3 milhão de telespectadores por episódio. Em um ano, o público caiu praticamente pela metade. Agora, o público só supera a média da 1ª temporada, vista por 5,2 milhões em 2010. Entretanto, em relação ao público-alvo, a medição de 2,8 pontos é a pior desde o quarto episódio da 1ª temporada, que registrou 2,4 pontos na demo, quando a série não era tão conhecida. Ou seja, isto significa que o último episódio supera apenas quatro episódios de todo a série em termos de audiência qualificada. Quando essa tendência começou a ficar clara, acompanhada por comentários negativos, petições e protestos nas redes sociais contra o ritmo e opções narrativas da série, a AMC decidiu “promover” o showrunner Scott M. Gimple, na prática afastando-o do dia-a-dia da produção. Mas isso pode ter acontecido tarde demais. Gimple sai da produção após matar um dos personagens mais queridos do público, o jovem Carl, que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Mais importante que isso, enquanto seu antecessor, Glen Mazzara, tratou da adaptação do arco do Governador de forma rápida, por uma temporada e meia (21 episódios), Gimple esticou o confronto contra Negan além do necessário, com três dezenas de capítulos que pausam mais do que avançam a história, dispersando o foco por diversos personagens irrelevantes. Mais de 10 milhões de pessoas desistiram de seguir a série desde a 6ª temporada e não retornaram. A aposta de que uma morte traumatizante, como a de Carl, interpretado por Chandler Riggs, ajudasse a trazer o público de volta se provou equivocada. Mais pessoas abandonaram o programa. Paralelamente, o canal segue se recusando a negociar o aumento salarial pedido pela intérprete de outra personagem querida. A atriz Lauren Cohan já começar a gravar sua participação no piloto de uma nova série, supostamente recebendo o dobro. Diante do impasse, a intérprete de Maggie já deixou claro que prefere escapar do apocalipse que se abate sobre a série. A dúvida é se “The Walking Dead” sobreviverá a mais uma perda significativa em seu elenco, por decisões suicidas de sua própria equipe. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2.

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    Paul De Meo (1953 – 2018)

    9 de março de 2018 /

    Morreu Paul De Meo, produtor-roteirista ligado ao universo dos quadrinhos, que adaptou “Rocketeer” e criou a primeira série do herói Flash. Ele tinha 64 anos e faleceu inesperadamente em 26 de fevereiro, mas apenas há poucos dias seu amigo e parceiro de longa data Danny Bilson divulgou a notícia nas redes sociais. Paul De Meo e Danny Bilson compartilharam praticamente toda a carreira juntos. Seu primeiro trabalho foi o roteiro da cultuada sci-fi de baixo orçamento “Trancers: O Policial do Futuro”, de 1984. O filme foi dirigido pelo lendário produtor Charles Band e ganhou diversas sequências, abrindo as portas para a dupla na produtora do cineasta, a Empire Pictures. Na Empire, os dois assinaram um punhado de ficções científicas B, como “Patrulheiros do Espaço” (1985), que Bilson dirigiu, “Mandroid, O Exterminador” (1986) e “Arena” (1989). Apesar de derivativas, as produções tinham algumas ideias originais. E o fato de disporem de efeitos visuais razoáveis, diante dos baixos orçamentos da Empire, convenceram a Warner a contratá-los para desenvolver uma série de TV. Em 1990, Bilson e De Meo criaram “The Flash”. Muito antes da rede CW apresentar Grant Gustin como Barry Allen, a dupla escalou John Wesley Shipp no papel do técnico forense que, após sofrer um bizarro acidente elétrico, transformava-se no homem mais rápido do mundo. A série durou apenas uma temporada, mas é lembrada com saudosismo, a ponto de ser referenciada pela encarnação moderna do herói. Os produtores atuais convidaram Amanda Pays e Mark Hamill a reviver seus personagens dos anos 1990 na nova “The Flash”, mas principalmente Shipp, homenageado em papel duplo, como pai de Barry Allen e como Jay Garrick, o Flash de um universo paralelo. A experiência da dupla com personagens quadrinhos teve seu auge na adaptação de “Rocketeer” (1991), a versão da Disney para a criação de Dave Stevens, por sua vez inspirada nos antigos seriados de aventura dos anos 1930 – época de sua trama. Mesmo sem as referências às pin-ups da obra original, o filme dirigido por Joe Johnston (que depois fez “Capitão América: O Primeiro Vingador”) tornou-se cultuadíssimo. Os dois ainda criaram outra série derivada da DC Comics em 1992, “Human Target”, baseada no mestre dos disfarces Alvo Humano. Além disso, emplacaram mais duas criações originais: a sci-fi “Viper” e a série de ação “The Sentinel”, exibidas até 1999. A partir dos anos 2000, De Meo e Bilson se voltaram à produção de videogames, desenvolvendo vários jogos, incluindo quatro lançamentos derivados da franquia cinematográfica 007. Em 2006, a dupla voltou ao Flash, mas em forma de quadrinhos, escrevendo a revista “The Flash: Fastest Man Alive” para DC Comics. Seu último trabalho em conjunto foi um retorno ao filme que começou a parceria. Em 2013, eles assinaram “Trancers: City of Lost Angels”, um curta que conclui a trama do personagem Jack Deth, vivido por Tim Thomerson, e com direção de Charles Band – após a franquia atingir seis continuações. Além de roteirista e produtor, De Meo foi professor na USC School of Cinematic Arts.

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  • Filme

    Atriz de The Americans sofre grave acidente de carro e perde a filha de 4 anos

    7 de março de 2018 /

    A atriz Ruthie Ann Miles, que interpretou a coreana Young Hee Seong na série “The Americans”, perdeu a filha de quatro anos e foi parar no hospital devido a um grave acidente de carro na segunda-feira (5/3), em Nova York. A filha morreu na batida, assim como outra criança, de 1 ano, filho de uma amiga que estava no carro. O carro da atriz foi abalroado em um cruzamento por outro veículo que passou pelo sinal vermelho. Segundo o jornal The Daily News, o motorista de 46 anos que provocou a batida afirma ter sofrido uma convulsão e não se lembra de nada do acidente. Ruthie, que está gravida, está internada e estável, assim como sua amiga. O motorista responsável pela batida também se encontra hospitalizado. A atriz conquistou em 2015 o Tony Award, o Oscar do teatro, pela peça “O Rei e Eu”, na Broadway. Além de aparecer em metade dos episódios da 4ª temporada de “The Americans”, ela também participou da série “Elementary” no ano passado.

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    Tônia Carrero (1922 – 2018)

    4 de março de 2018 /

    Morreu Tônia Carrero, uma das maiores estrelas do cinema, do teatro e da TV brasileira. A atriz havia sido internada na sexta-feira, na Clínica São Vicente, na Gávea, para a realização de um procedimento cirúrgico simples, mas não resistiu, aos 95 anos de idade. Nascida Maria Antonietta de Farias Portocarrero, no Rio de Janeiro, ela já era esposa do artista plástico Carlos Arthur Thiré quando começou sua carreira com um pequeno papel no filme “Querida Susana” (1947), de Alberto Pieralisi. Entusiasmada com a experiência, resolveu se matricular num curso de atuação em Paris, com Jean Louis Barrault, e mudou os rumos de sua vida. Foi fazer teatro, onde conheceu o diretor italiano Adolfo Celi, seu segundo marido. E logo na estreia, em 1949, recebeu o prêmio de atriz revelação pela Associação de Críticos Cariocas. Em 1951, Tônia se mudou para São Paulo e se tornou estrela da Companhia Cinematográfica Vera Cruz, por onde atuou em clássicos do cinema nacional como “Apassionata” (1952), de Fernando de Barros, “Tico-Tico no Fubá” (1952), do marido Adolfo Celi, e “É Proibido Beijar” (1954), de Ugo Lombardi. Dois anos depois, passou a integrar o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), marcando época em montagens teatrais dirigidas por Zbigniew Ziembinski. De volta ao Rio, em 1956, a atriz formou sua própria companhia teatral com o marido e o amigo Paulo Autran, a Companhia Tônia-Celi-Autran (CTCA), que nos anos 1950 e 1960 revolucionou o teatro brasileiro com espetáculos como “Entre Quatro Paredes” (1956), de Jean-Paul Sartre, e “Seis Personagens à Procura de um Autor” (1960), de Luigi Pirandello, pelo qual recebeu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo de melhor atriz. Após se separar de Celi, ela montou sua empresa individual em 1965, a Companhia Tônia Carrero, pela qual montou “A Dama do Maxim’s, de Georges Feydeau, ao lado do parceiro Paulo Autran, e “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos, cuja protagonista, a miserável prostituta Neusa Suely, se torna um dos marcos mais importantes de sua carreira. O papel lhe rendeu dois prêmios: o Molière e o da Associação de Críticos Cariocas. Tônia ainda estrelou duas coproduções internacionais de cinema, “Sócio de Alcova” (1962) e “Copacabana Palace” (1962), que tinham em comum a violência crescente do Rio de Janeiro, tema que ainda a conduziu a “Tempo de Violência” (1969), antes de virar estrela da Globo. Ela estrelou na rede de televisão em “Pigmalião 70”, que adaptava a trama da peça “Pigmalião”, de George Bernard Shaw, para o ano de 1970. Na peça, um professor tentava transformar uma modesta vendedora de flores numa dama da sociedade. Já na novela, os papéis foram invertidos: era uma mulher rica (papel de Tônia) que se propunha a transformar a vida de um vendedor de frutas (Sérgio Cardoso). O sucesso da novela a estabeleceu como estrela da Globo, acumulando uma longa sequência de papéis, geralmente como mulher sofisticada, numa atração atrás da outra. Para se ter ideia, em apenas dois anos na emissora, ela estrelou cinco novelas, algumas quase simultaneamente. Após se afastar para respirar e desenvolver outros trabalhos, ela retornou em 1980 num dos seus personagens mais marcantes, a sofisticada Stella Fraga Simpson em “Água Viva” (1980), de Gilberto Braga. A parceria com Braga voltou a se repetir com outro papel chique de grande sucesso em “Louco Amor” (1983). No auge de sua popularidade, ela resolveu sacudir a imagem televisiva e interpretar um texto moderno no teatro. Virou estrela de “Quartett” (1986), de Heiner Müller, dirigida por Gerald Thomas, demonstrando a mesma vitalidade e ousadia de sua juventude aos 64 anos de idade. Aplaudida pela crítica, conquistou outro prêmio Molière de melhor atriz. Tônia seguiu alternando teatro, TV e cinema por mais duas décadas, mas sem a mesma quantidade exasperante de trabalhos, até a saúde a abandonar. Seus últimos papéis na Globo foram participações na novela “Senhora do Destino” (2004) e na série de comédia “Sob Nova Direção” (em 2005), e ela se despediu do cinema com “Chega de Saudade” (2007), de Laís Bodanzky. Diagnosticada com uma doença chamada de hidrocefalia oculta, ela não se comunicava mais e nem conseguia andar normalmente. Tônia vivia em seu apartamento no Leblon, cercada de familiares e sempre recebia visitas de amigos próximos. Além de mãe do ator Cecil Thiré, ela também era avó de outra geração de atores, Miguel Thiré, Luísa Thiré e Carlos Thiré.

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    The Walking Dead retorna com piores números de recomeço de temporada da série

    27 de fevereiro de 2018 /

    A morte de Carl em “The Walking Dead” pode ter sido muito comentada, mas não ajudou a impedir a tendência de queda de audiência da série. Depois do pior midseason finale de sua trajetória, visto por 7,9 milhões de telespectadores em dezembro, a série voltou com o segundo pior recomeço de temporada já registrado, com 8,3 milhões de telespectadores no domingo (25/2) nos Estados Unidos. O número só é melhor que a primeira midseason da série, que aconteceu na metade da 2ª temporada, vista por 8,1 milhões em 2012. Entretanto, em termos do público da demo, o número atual foi bem pior. Em 2012, o início da midseason rendeu 4,2 pontos, enquanto agora marcou 3,6 entre os adultos de 18 a 49 anos, a faixa mais valorizada pelo mercado publicitário nos Estados Unidos. A partir do terceiro ano e até o final da 7ª temporada, todos os episódios tiveram sintonia de mais de 10 milhões nos Estados Unidos. A queda vista na atual 8ª temporada foi precedida por reclamações do público contra o ritmo lento da série, especialmente à tática de dispersar a trama com episódios consecutivos focados em personagens secundários. A alardada morte de Carl, interpretado pelo jovem Chandler Riggs, também foi motivo de protestos, que levaram à criação de uma petição pedindo a demissão do showrunner Scott M. Gimple. A pressão foi tanta que ele foi afastado da função, embora pareça ter “caído para cima”, promovido para um cargo recém-criado: Diretor de Conteúdo da franquia, com a função de supervisionar o universo compartilhado das séries de zumbis e expandir o mundo de “The Walking Dead” em novos derivados e produtos – ninguém sabe quais. O episódio que marcou a volta da série foi vítima do tipo de narrativa privilegiado por Gimple, com cortes constantes entre cenas importantes e situações secundárias, uma tática que vem matando o suspense e a dramaticidade da série. As audiências do começo e recomeço da temporada costumam ser as mais altas de uma série. Assim, as atenções se voltam para os números do próximo episódio, que definirão exatamente o tamanho do buraco cavado pelo showrunner antes de passar a responsabilidade de comandar a série para seu substituto. Para o lugar de Gimple, a AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Mas ela só assumirá na 9ª temporada, que pode não contar mais com Maggie, a personagem de Lauren Cohan, devido a picuinhas financeiras. A 8ª temporada será exibida até o dia 25 de abril – com transmissão simultânea no Brasil pelos canais Fox e Fox Premium.

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  • Série

    The Walking Dead ganha fotos e cinco vídeos do próximo episódio

    26 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou três fotos, um trailer e quatro cenas do próximo episódio de “The Walking Dead”. Negan (Jeffrey Dean Morgan) é destaque em três vídeos – como alvo da fúria de Rick (Andrew Lincoln), recebendo o “recado” de Maggie (Lauren Cohan) e enquadrando Simon (Steven Ogg). Os demais trazem Rosita (Christian Serratos) e Michonne (Danai Gurira) contra zumbis, enquanto as fotos insinuam um confronto entre Rick e Simon no lixão. Intitulado “The Lost and the Plunderers” (os perdidos e os pilhadores), o próximo episódio da 8ª temporada de “The Walking Dead” será exibido em 4 de março. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.

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  • Filme

    Sridevi Kapoor (1963 – 2018)

    25 de fevereiro de 2018 /

    A estrela Sridevi Kapoor, que protagonizou dezenas de filmes na indústria do cinema indiano e se transformou em um mito de Bollywood nas décadas de 1980 e q990, morreu em decorrência de uma parada cardíaca no sábado (24/2) em Dubai, aos 54 anos. Ela estava na cidade para assistir a um casamento de um parente. Conhecida apenas como Sridevi (feito Madonna), ela estreou em 1978 com o filme “Solva Sawan” e liderou o elenco de diversos blockbusters indianos da década seguinte – “Mawaali” (1983), “Tohfa” (1984), “Mr India” (1987) e “Chandni” (1989), entre outros -, tornando-se a primeira estrela feminina numa indústria dominada por homens. Até decidir se aposentar em 1997, após duas décadas de grandes sucessos, por conta de seu casamento com o produtor Boney Kapoor e a gravidez – o casal teve duas filhas. Apesar disso, em 2012, ela voltou ao cinema com o sucesso de bilheteria “English Vinglish”, sobre uma mulher de meia idade que resolve aprender inglês. Além de filmes em hindi, Sridevi protagonizou um grande número de produções em várias línguas regionais, o que lhe deu grande projeção no continente asiático. A morte da atriz inspirou incontáveis expressões de pêsames de companheiros de profissão e líderes políticos nas redes sociais. “Triste pela prematura morte da notória atriz Sridevi. Era uma veterana da indústria cinematográfica, cuja carreira incluiu diversos papéis e atuações memoráveis”, escreveu no Twitter o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. O líder da oposição, Rahul Gandhi, do Partido do Congresso e herdeiro da dinastia Nehru-Gandhi, também lamentou a morte da “atriz favorita da Índia”, a quem descreveu como “incrivelmente talentosa e versátil”.

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  • Filme

    Emma Chambers (1964 – 2018)

    24 de fevereiro de 2018 /

    A atriz inglesa Emma Chambers, conhecida por seu papel na comédia “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999), morreu aos 53 anos de idade na quarta (21/2), mas a notícia só foi divulgada neste sábado por seu agente. As causas da morte foram descritas como “naturais”. “Emma criou uma grande quantidade de personagens e um imenso currículo de trabalho. Levou sorrisos e alegria a muitas pessoas”, disse John Grant, representante da atriz, que estava afastada das telas há 11 anos. Ela só fez duas aparições no cinema. E no mesmo ano, coadjuvando como Honey, a irmã mais nova do personagem de Hugh Grant em “Um Lugar Chamado Notting Hill”, e na comédia de época “The Clandestine Marriage”. Mas se tornou muito popular no Reino Unido por dar vida a Alice Tinker na série “The Vicar of Dibley”, exibida pela BBC de 1994 a 2007. Chambers fez diversas outras séries desde 1988, mas nenhuma foi tão popular quanto “The Vicar of Dibley”, que acabou marcando seu último papel, ao lado da estrela Dawn French (série “French and Saunders”), e lhe rendeu o British Comedy Award. A atriz era casada com o ator britânico Ian Dunn (série “Girls in Love”) desde 1991.

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    Nanette Fabray (1920 – 2018)

    24 de fevereiro de 2018 /

    Morreu Nanette Fabray, estrela do teatro, do cinema e da TV americana, que venceu o Tony nos anos 1940 e três Emmys nos 1950. Fabray tinha 97 anos e faleceu na quinta (22/2) em sua casa em Palos Verdes, na Califórnia. Californiana criada em Los Angeles, Nanette praticamente saiu da formatura no colegial para sua estreia no cinema, com apenas 19 anos de idade. Seu primeiro papel foi como uma aia da rainha Elizabeth I (Bette Davis) em “Meu Reino Por um Amor” (1939), quando ainda assinava Nanette Fabares. Mas sua carreira acabou tomando o rumo do palco. Quando voltou ao cinema no famoso musical “A Roda da Fortuna”, em 1954, já era uma estrela premiada da Broadway. Por isso mesmo, o filme aproveitou seu talento para incluir uma coreografia memorável, em que ela, Fred Astaire e Jack Buchanan interpretavam bebês, com cabeças e torsos de tamanho adulto, mas pernas curtas de crianças. No mesmo ano, ela estrelou seu primeiro papel fixo na TV, na série “Caesar’s Hour”, do humorista Sid Caesar. E em 1956 venceu dois prêmios Emmy como Melhor Comediante (como a categoria era chamada na época) e Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho. Nanette ainda bisou a segunda categoria no ano seguinte, com um detalhe vexatório para os produtores da atração: a vitória aconteceu após ela ter sido demitida, após seu agente exigir um melhor salário. Não quiseram nem ouvir que ela quase deu sua vida para a série. Em 1955, Nanette ficou hospitalizada duas semanas depois de ter sido nocauteada pela queda de tubos nos bastidores do programa, durante uma transmissão. Ela não emplacou mais nenhum sucesso televisivo, mas fez inúmeras aparições em séries e programas de variedades. Nos anos 1970, teve participações recorrentes como mãe de duas personagens icônicas da TV: de Mary Tyler Moore na série que levava o nome da atriz e de Ann Romano, personagem de Bonnie Franklin na sitcom “One Day at a Time”. Uma década mais tarde, ela ainda viveu outra mãe na série “Coach”, desde vez da personagem Christine Armstrong, vivida por sua sobrinha Shelley Fabares. Foi o último trabalho de Nanette. Os problemas de audição acabaram encurtando sua carreira. Ela deixou de cantar ao vivo aos 30 anos, quando percebeu que não conseguia ouvir direito a orquestra, durante a apresentação de um musical. Foi isso que a fez migrar da Broadway para a TV. A atriz foi diagnosticada com otosclerose, uma doença em que o crescimento excessivo nos ossos da orelha média interfere na transmissão do som. Mas guardou isso em segredo, vendo o problema se agravar a cada ano, até ficar praticamente surda. Quando assumiu a doença, virou porta-voz do Conselho Nacional sobre Deficiência e lutou pelos direitos dos deficientes, o que lhe rendeu inúmeros prêmios humanitários, inclusive do Sindicato dos Atores.

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    Novos pôsteres de The Walking Dead trazem Rick e Negan se jurando de morte

    20 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou dois novos pôsteres de “The Walking Dead”, em que Rick (Andrew Lincoln) e Negan (Jeffrey Dean Morgan) se juram de morte. Os dois lideram seus grupos para uma gerra total na segunda metade da 8ª temporada da atração, que retorna com um episódio especial com “o fim da jornada” de Carl (Chandler Riggs). Intitulado “Honor”, o episódio que marca a volta da série será um dos mais longos, com 82 minutos de duração para a anunciada despedida de Carl. “Honor” vai ao ar em 25 de fevereiro. No Brasil, a série é exibida pelos canais pagos Fox e Fox Premium.

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    Michonne enfrenta zumbis e Carl se despede em novos vídeos e fotos de The Walking Dead

    20 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou 16 fotos, uma cena e um comercial de “Honor”, o próximo episódio de “The Walking Dead”. A cena traz Michonne (Danai Gurira) enfrentando zumbis para fechar o portão de Alexandria. Já o comercial faz uma retrospectiva de momentos vividos por Carl (Chandler Riggs) e anuncia “o fim da jornada” do personagem para o próximo domingo. A segunda metade da 8ª temporada será aberta com um dos episódios mais longos da série, com 82 minutos de duração, para a anunciada despedida de Carl. “Honor” vai ao ar em 25 de fevereiro. No Brasil, a série é exibida pelos canais pagos Fox e Fox Premium.

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    Rose McGowan culpa o “homem mau” pelo suicídio de sua ex-empresária

    11 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Rose McGowan se manifestou nas redes sociais sobre a morte de sua ex-empresária Jill Missick. A atriz, que foi acusada pela família como culpada pelo suicídio de Missick, junto de Harvey Weinstein, resolveu colocar toda a responsabilidade sobre o produtor. “Este único homem poder causar tanto estrago é surpreendente, mas tragicamente verdadeiro. Este homem mau fez isso contra nós duas”, ela escreveu em seu Instagram. Em comunicado publicado na sexta (9/2), ao divulgar o suicídio de Jill, sua família disse que ela lutava há anos contra uma depressão e virou “efeito colateral” do movimento #MeToo, ao ser difamada sobre seu papel no caso Weinstein. Missick virou pivô de uma briga de versões sobre o assédio de Weinstein em McGowan. A atriz teria ido a uma reunião no quarto de hotel de Weinstein durante o Festival de Sundance, em 2007. Em uma mensagem de email divulgada pela defesa de Weinstein, Missick afirma que o sexo ocorrido entre os dois tinha sido “consensual”. McGowan teria mudado sua versão dos fatos mais tarde. Isto fez a atriz atacá-la. O comunicado de sua família detalha o que ela lhes contou sobre o caso. “Em janeiro de 1997, Jill era agente da empresa de talentos Addis Wechsler. Um de seus primeiros clientes foi Rose McGowan, e um dos seus primeiros deveres foi marcar uma reunião de café da manhã com Harvey Weinstein durante o Festival de Sundance. Após a reunião, Rose disse a Jill o que havia acontecido – que tomou a decisão de remover suas roupas e entrar na banheira de hidromassagem com ele – , um erro do qual Rose imediatamente se arrependeu. Rose nunca usou a palavra estupro naquela conversa. Apesar disso, Jill reconheceu que Harvey tinha feito algo indecoroso com Rose, senão ilegal. Ela imediatamente procurou seus patrões, os sócios da Addis Wechsler, para contar a história de Rose e para insistir que eles abordassem imediatamente a situação. Eles disseram a Jill que lidariam com a situação. Arranjos entre Rose e Harvey foram então negociados, completamente sem o conhecimento de Jill. Naquela época, tudo o que Jill sabia era que o assunto estava resolvido e que Rose continuava fazendo filmes com os Weinsteins. Ela nunca conheceu nenhum detalhe até recentemente, quando Rose decidiu torná-los públicos”. Segundo a família, o fato de ver seu nome repetidamente nas notícias sobre o caso ajudou a agravar a depressão da produtora. “O que faz com que as acusações e insinuações imprecisas de Rose contra Jill soem irônicas é que Jill foi a primeira pessoa que defendeu Rose e alertou seus chefes para a horrível experiência que a atriz sofreu”, afirmou a família no comunicado, destacando a culpa de Rose McGowan no suicídio de Jill Missick. For Jill: May your family find some measure of solace during this pain. That one man could cause so much damage is astounding, but tragically true. The bad man did this to us both. May you find peace on the astral plane. May you find serenity with the stars. Uma publicação compartilhada por Rose McGowan (@rosemcgowan) em 10 de Fev, 2018 às 11:22 PST

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    Jóhann Johánnsson (1969 – 2018)

    10 de fevereiro de 2018 /

    O compositor de trilha sonoras Jóhann Johánnsson, duas vezes indicado ao Oscar da categoria, morreu em Berlim na sexta-feira (9/2), de causas ainda desconhecidas, com apenas 48 anos de idade. A informação foi confirmada por seu empresário neste sábado, mas não há maiores detalhes. Nascido em Reykjavík, capital da Islândia, em 1969, Johánnsson começou a trabalhar com trilhas no filme “The Icelandic Dream” (2000), antes de lançar seu primeiro álbum solo, “Englabörn”, em 2002. Sua estreia no cinema norte-americano aconteceu no drama indie “For Ellen” (2012), imediatamente seguida pelo thriller “Os Suspeitos” (2013), que inaugurou uma parceria bem-sucedida com o cineasta canadense Denis Villeneuve. Ele voltou a trabalhar com Villeneuve em “Sicario: Terra de Ninguém” (2015), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, e “A Chegada” (2016), que causou forte impressão pela trilha eletrônica minimalista. Johánnsson também disputou o Oscar pela trilha da cinebiografia britânica “A Teoria de Tudo” (2014), de James Marsh, que lhe rendeu o Globo de Ouro da categoria. Sua experiência cinematográfica não se restringiu à composição. A inclinação para criar música de vanguarda o levou a trabalhar com o diretor Darren Aronofsky na concepção do impactante design de som de “Mãe!” (2017). Ele também dirigiu, roteirizou, fotografou e musicou o curta documental “End of Summer” (2014), em que registrou as semelhanças entre os extremos do mundo, da Islândia e da Antártida. Além disso, musicou a série islandesa “Trapped” (2016), dirigida por seu compatriota Baltazar Kormákur. Seus últimos trabalhos foram as trilhas do drama britânico “The Mercy”, segunda parceria com James Marsh, que estreou no dia de sua morte no Reino Unido, e da produção americana “Maria Madalena”, de Garth Davis, ainda inédita nos cinemas.

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