PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Fábula de A Forma da Água é bela, politicamente correta e também convencional

    17 de fevereiro de 2018 /

    Ah, o cinemão clássico norte-americano… Desta vez, conduzido por um cineasta mexicano, “estirpe” que vem dominando – com méritos – Hollywood nesta década. Em 1962, no período da Guerra Fria, uma criatura estranha é capturada na América do Sul e levada por um militar (um vilão caricatural interpretado por Michael Shannon) para estudos em um laboratório ultra-secreto do governo dos EUA. Os norte-americanos desejam utilizar a criatura na corrida espacial, e espiões russos acompanham os estudos, pensando num sequestro. A parte disso tudo, a faxineira (muda) Elisa Esposito (a ótima Sally Hawkins) segue uma rotina diária: ela acorda, coloca alguns ovos para cozinhar, entra no banho, se masturba, toma café, pega o ônibus para o trabalho e chega quase sempre em cima do horário. Elisa trabalha no laboratório e em um momento de faxina se depara com a criatura, iniciando uma história de amor nos moldes do clássico “A Bela e a Fera”. O cineasta Guillermo Del Toro recria com capricho o território de fábula que o tornou conhecido com “O Labirinto do Fauno” (2006) num filme sexy que ora homenageia o “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), ora acena para “La La Land” (2016), e tem todos os elementos politicamente corretos para os tempos modernos: Elisa é latina e seus melhores amigos são uma negra, a também faxineira Zelda (Octavia Spencer sempre excelente e merecidamente indicada ao Oscar como Atriz Coadjuvante), e um gay, o ilustrador Giles (Richard Jenkins eficiente e também indicado no papel de coadjuvante). A criatura é feia, mas também tem um bom coração e se comove com música, tanto quanto se apaixona pelos ovos feitos por Elisa. O romance destes dois perdidos numa banheira suja é delicadamente bonito e a paisagem gótica um dos pontos altos de um filme que recebeu 13 indicações ao Oscar, e deve levar entre três e quatro para casa (o México?), mas falta alguma coisa nesse oceano de citações, recortes, clichês e acusações de plágio que torne o filme… único. O resultado: uma bela e bem-feita fábula tradicional.

    Leia mais
  • Filme

    A Forma da Água: Novo comercial legendado destaca as 13 indicações para o Oscar 2018

    24 de janeiro de 2018 /

    A Fox divulgou um novo comercial do lançamento de “A Forma da Água” no Brasil, que destaca as 13 indicações obtidas pelo filme de Guillermo Del Toro (“Círculo de Fogo”) no Oscar 2018, além de diversos elogios da crítica internacional. O filme se passa em 1963 e acompanha a rotina de trabalho de uma mulher muda e solitária (Sally Hawkins, de “Godzilla”), que faz faxina num laboratório secreto do governo americano, onde uma criatura marinha (Doug Jones, como seu quinto monstro dirigido por Del Toro) é mantida em cativeiro. Não demora e um laço se forma entre aquela não tão bela e sua “fera”, que estabelecem uma comunicação que nenhum cientista é capaz de criar. E quando o chefe da experiência (Michael Shannon, de “O Homem de Aço”) decide que a única forma de estudar a criatura é dissecá-la, a mulher resolve arriscar-se para libertar o monstro. O elenco também inclui Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) e Richard Jenkins (“Kong: A Ilha da Caveira”). A estreia no circuito comercial brasileiro foi várias vezes adiada, mas agora ganhou uma data definitiva: 1 de fevereiro, quase dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Veja três cenas de A Forma da Água, novo filme de monstros de Guillermo Del Toro

    13 de dezembro de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou três cenas de “A Forma da Água”, fantasia do diretor Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”) que venceu o Festival de Veneza e lidera as indicações aos prêmios Critics Choice e Globo de Ouro 2018. O filme se passa em 1963 e acompanha a rotina de trabalho de uma mulher muda e solitária (Sally Hawkins, de “Godzilla”), que faz faxina num laboratório secreto do governo americano, onde uma criatura marinha (Doug Jones, vivendo seu quinto monstro para Del Toro) é mantida em cativeiro. Logo, um laço se forma entre aquela não tão bela e sua “fera”, que estabelecem uma comunicação que nenhum cientista é capaz de formar. E quando o chefe da experiência (Michael Shannon, de “O Homem de Aço”) decide que a única forma de estudar a criatura é dissecá-la, a mulher resolve arriscar-se e soltá-la. O elenco também inclui Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) e Richard Jenkins (“Kong: A Ilha da Caveira”). A estreia no circuito comercial brasileiro está marcada para 11 de janeiro, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer final de A Forma da Água estraga o suspense e conta quase todo o filme de Guillermo del Toro

    12 de novembro de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou o pôster e o trailer finais de “A Forma da Água” (The Shape of Water), novo filme do diretor Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”). Mais sangrento que os anteriores, o vídeo conta praticamente a história inteira, mostrando inclusive como se resolvem cenas de suspense, o que deveria ser considerado uma ofensa grave e render demissão do responsável pelo marketing. Que falta de bom senso! Vencedor do Leão de Ouro no recente Festival de Veneza, o filme se passa em 1963 e acompanha a rotina de trabalho de uma mulher muda e solitária (Sally Hawkins, de “Godzilla”), que faz faxina num laboratório secreto do governo americano, onde uma criatura marinha (Doug Jones, como seu quinto monstro dirigido por Del Toro) é mantida em cativeiro. Logo, um laço se forma entre aquela não tão bela e sua “fera”, que estabelecem uma comunicação que nenhum cientista é capaz de formar. E quando o chefe da experiência (Michael Shannon, de “O Homem de Aço”) decide que a única forma de estudar a criatura é dissecá-la, a mulher resolve arriscar-se e soltá-la. O elenco também inclui Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) e Richard Jenkins (“Kong: A Ilha da Caveira”). A estreia no circuito comercial brasileiro está marcada para 11 de janeiro, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    A Forma da Água: Premiado filme de monstro de Guillermo Del Toro finalmente ganha trailers legendados

    6 de outubro de 2017 /

    A Fox finalmente divulgou os trailers legendados de “A Forma da Água” (The Shape of Water), novo filme do diretor Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”). E dois de uma vez, para compensar o atraso – o primeiro saiu em julho nos Estados Unidos! – e aproveitar que o filme está na programação do Festival do Rio. Vencedor do Leão de Ouro no recente Festival de Veneza, o filme se passa em 1963 e acompanha a rotina de trabalho de uma mulher muda e solitária (Sally Hawkins, de “Godzilla”), que faz faxina num laboratório secreto do governo americano, onde uma criatura marinha (Doug Jones, como seu quinto monstro dirigido por Del Toro) é mantida em cativeiro. Logo, um laço se forma entre aquela não tão bela e sua “fera”, que estabelecem uma comunicação que nenhum cientista foi capaz de formar. E quando o chefe da experiência (Michael Shannon, de “O Homem de Aço”) decide que a única forma de estudar a criatura é dissecá-la, a mulher resolve arriscar-se e soltá-la. O elenco também inclui Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) e Richard Jenkins (“Kong: A Ilha da Caveira”). A estreia no circuito comercial brasileiro está marcada para 11 de janeiro, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    A Forma da Água: Vídeo de bastidores destaca trabalho monstruoso de Doug Jones

    6 de outubro de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou um vídeo de bastidores de “A Forma da Água” (The Shape of Water), novo filme do diretor Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”), que venceu o Leão de Ouro no recente Festival de Veneza. A prévia destaca o trabalho do ator Doug Jones, que interpreta a criatura fantástica da trama, em seu sexto trabalho como monstro para Del Toro. E a criatura até chega a lembrar Abe Sapien, seu personagem em “Hellboy”, originário de um ambiente aquático. Segundo Jones, o diretor lhe descreveu o novo monstro como uma combinação do Surfista Prateado (outro papel do ator) com um toureador. A trama se passa em 1963 e acompanha a rotina de trabalho de uma mulher muda e solitária (Sally Hawkins, de “Godzilla”), que faz faxina num laboratório secreto do governo americano, onde uma criatura marinha (Jones) é mantida em cativeiro. Logo, um laço se forma entre aquela não tão bela e sua “fera”, que estabelecem uma comunicação que nenhum cientista foi capaz de formar. E quando o chefe da experiência (Michael Shannon, de “O Homem de Aço”) decide que a única forma de estudar a criatura é dissecá-la, a mulher resolve arriscar-se e soltá-la. O elenco também inclui Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) e Richard Jenkins (“Kong: A Ilha da Caveira”). O filme está na programação do Festival do Rio e só chega ao circuito comercial brasileiro em 11 de janeiro, um mês após a estreia marcada para 8 de dezembro nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Filme de monstro que venceu o Festival de Veneza ganha novo trailer

    15 de setembro de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou o pôster e o segundo trailer de “A Forma da Água” (The Shape of Water), novo filme do diretor Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”), que venceu o Leão de Ouro no recente Festival de Veneza. Curiosamente, a prévia é voltada para maiores, devido dois palavrões, um deles dito pela protagonista muda na linguagem dos sinais. De resto, apesar dos elementos de terror, notadamente de “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), o filme tem um tom de fábula sobrenatural típico das obras do cineasta, como “O Labirinto do Fauno” (2006) e “Hellboy” (2004). Assim como nesses longas, o ator Doug Jones interpreta uma criatura fantástica, que chega a lembrar Abe Sapien, seu personagem em “Hellboy”, também originário de um ambiente aquático. A trama se passa em 1963 e acompanha a rotina de trabalho de uma mulher muda e solitária (Sally Hawkins, de “Godzilla”), que faz faxina num laboratório secreto do governo americano, onde uma criatura marinha (Jones) é mantida em cativeiro. Logo, um laço se forma entre aquela não tão bela e sua “fera”, que estabelecem uma comunicação que nenhum cientista foi capaz de formar. E quando o chefe da experiência (Michael Shannon, de “O Homem de Aço”) decide que a única forma de estudar a criatura é dissecá-la, a mulher resolve arriscar soltá-la. O elenco também inclui Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) e Richard Jenkins (“Kong: A Ilha da Caveira”). A estreia está marcada para 8 de dezembro nos Estados Unidos e apenas um mês depois, em 11 de janeiro, no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Projeto do universo de monstros da Universal implode e diretor de A Múmia não sabe o que fazer

    5 de agosto de 2017 /

    Depois de Akiva Goldsman nos “Transformers”, outro gênio dos blockbusters balançou. Alex Kurtzman, que responde pelo prejuízo causado por “A Múmia” na Universal, disse não saber o que vai fazer, nem se ainda continua à frente do Dark Universe, o projeto do universo compartilhado de monstros do estúdio, que “A Múmia” supostamente deveria inaugurar. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), do qual participou para falar da série “Star Trek: Discovery”, Kurtzman foi perguntado sobre sua participação nos demais filmes que a Universal estaria planejando. “Sabe, a verdade é que não sei. Ainda não decidi. É a resposta honesta”, ele disse. “A Múmia” foi um dos maiores fracassos do ano. Com uma produção orçada em US$ 125 milhões, chegou aos cinemas no começo de junho e arrecadou apenas US$ 79,8 milhões na bilheteria norte-americana. Os chineses impediram o pior, respondendo pela maior parte do faturamento. Graças ao mercado internacional, o filme atingiu US$ 397,7 milhões em bilheteria mundial. Entretanto, a arrecadação estrangeira é bastante taxada, o que diminui consideravelmente o que de fato retorna para o estúdio – em alguns casos, apenas 25% do total. Projeções avaliam o prejuízo da Universal em US$ 95 milhões. Kurtzman era o arquiteto do projeto, comandando roteiristas e cineastas para criar um universo compartilhado entre os filmes de monstros do catálogo da Universal, como a Marvel realiza em suas produções. Ele até encomendou logotipo para o plano vistoso, revelado em vídeo, com direito a contratação de astros de filmes que pode nem ser rodados – como Johnny Depp, o futuro (?) Homem-Invisível. Cheio de planos grandiosos, Kurtzman queria Angelina Jolie em “A Noiva de Frankenstein”, Scarlett Johansson em “A Criatura da Lagoa Negra”… “Amaria ter Michael Fassbender, trazer também Jennifer Lawrence, Charlize Theron, quem sabe Angelina Jolie”, ele declarou ao site Fandom, antes de enumerar os remakes em andamento. “Nós sabemos que vamos fazer ‘Frankenstein’, ‘A Noiva de Frankenstein’, ‘Drácula’, ‘O Monstro da Lagoa Negra’, ‘O Fantasma da Ópera’, ‘O Corcunda de Notre-Dame’ e ‘O Homem Invisível’”, completou, dois dias antes da estreia de “A Múmia”. Agora, ele não sabe mais nada. Não decidiu. Mas a Warner, sim, decidiu. Está pressionando a Universal, via ameaça de processo, a desistir do nome Dark Universe, que é marca registrada da DC Comics e deverá ser título de um filme planejado pelo estúdio. Antes de dirigir “A Múmia”, Kurtzman escreveu “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014), que encerrou a franquia, “Além da Escuridão: Star Trek” (2013), que balançou a franquia, e “Cowboys & Aliens” (2011), que deveria, mas não virou franquia. Por enquanto, há apenas mais um filme do universo de monstros programado pela Universal: “A Noiva de Frankenstein” tem lançamento previsto para fevereiro de 2019. A nova versão do clássico de 1935 será dirigida por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), que já tem um vínculo com esta história, tendo vencido o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Deuses e Monstros” (1998), sobre os últimos anos da vida de James Whale, o diretor original de “Frankenstein” (1931) e “A Noiva de Frankenstein”. Entretanto, Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) é o único confirmado no elenco, como o monstro de Frankenstein. Ele foi anunciado antes da estreia de “A Múmia”…

    Leia mais
  • Filme

    Imagem da continuação de Godzilla revela Mothra, a mariposa gigante

    25 de julho de 2017 /

    A Legendary divulgou no Twitter da conta Monarch a descoberta arqueológica de uma escultura que retrata Mothra, a mariposa gigante que aparecerá na continuação de “Godzilla” (2014) ao lado de outras criaturas colossais. A imagem inclui ovo (acima) e estágios larvais (nos cantos). Intitulado em inglês “Godzilla – King of the Monsters”, o filme vai seguir, segundo a sinopse oficial, “os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam uma bateria de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco.” Todos os novos inimigos gigantes de Godzilla já tiveram filmes individuais no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. A trama vai trazer de volta os personagens de Sally Hawkins (“Blue Jasmine”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Além deles, o elenco terá uma família vivida por Kyle Chandler (série “Bloodline”, “Manchester à Beira-Mar”), Vera Farmiga (série “Bates Motel”) e Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”). O roteiro é de Zach Shields e direção de Michael Dougherty, ambos de “Krampus: O Terror do Natal” (2015), e a estreia está marcada para março de 2019. Unlocked: Monarch Classified File #63061 – Temple of the Moth, Yucca Province – E. Russell #MonarchSighting pic.twitter.com/bCSAomvpCM — [MONARCH] (@MonarchSciences) July 22, 2017

    Leia mais
  • Filme

    A Forma da Água: Novo filme de monstro de Guillermo Del Toro ganha primeiro trailer

    19 de julho de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou o primeiro trailer de “A Forma da Água” (The Shape of Water), novo filme do diretor Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”). Apesar dos elementos de terror, notadamente de “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), o filme assume o tom de fábula sobrenatural como outras obras do cineasta, casos de “O Labirinto do Fauno” (2006) e “Hellboy” (2004). Assim como nesses longas, o ator Doug Jones interpreta uma criatura fantástica, que chega a lembrar Abe Sapien, seu personagem em “Hellboy”, também originário de um ambiente aquático. A trama se passa em 1963 e acompanha a rotina de trabalho de uma mulher muda e solitária (Sally Hawkins, de “Godzilla”), que faz faxina num laboratório secreto do governo americano, onde uma criatura marinha (Jones) é mantida em cativeiro. Logo, um laço se forma entre aquela não tão bela e sua “fera”, que estabelecem uma comunicação que nenhum cientista foi capaz de formar. E quando o chefe da experiência (Michael Shannon, de “O Homem de Aço”) decide que a única forma de estudar a criatura é dissecá-la, a mulher resolve arriscar soltá-la. O elenco também inclui Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) e Richard Jenkins (“KOng: A Ilha da Caveira”). A estreia está marcada para 8 de dezembro nos Estados Unidos e apenas um mês depois, em 11 de janeiro, no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Okja disfarça de fábula infantil uma aventura com tema adulto e atual

    8 de julho de 2017 /

    Somente um diretor fora do esquema de Hollywood, e com liberdade total para contar sua história como bem entender, seria capaz de fazer um filme como “Okja”. É o caso de Bong Joon-ho, um dos cineastas mais criativos, brilhantes e corajosos do século. Quando você pensa que o filme caminha por um gênero ou uma fórmula, ele distorce expectativas e entrega inúmeras reviravoltas de emoções distintas. Ainda bem. “Okja” seria uma fábula infantil? Bom, começa com a extraordinária Tilda Swinton (que trabalhou com o diretor em seu filme anterior, “Expresso do Amanhã”) pronunciando um palavrão. “Okja” até pode e deve ser visto por crianças sob a supervisão dos responsáveis, mas é um filme para todos e, principalmente, para o nosso tempo, em que um dos assuntos mais discutidos gira em torno da qualidade da carne oferecida ao consumo. Também aborda os maus tratos aos animais e a inexplicável loucura humana que distingue entre os bichos criados como pets e os que nascem para virar alimento, racionalização que, geralmente, é aceita sem debates. Para contar a saga de Okja – uma “superporca” cuidada por uma menina nas belíssimas montanhas sul-coreanas, que vira alvo de uma grande corporação perversa, como a JBS, mas comandada por Tilda Swinton –, o diretor Bong Joon-ho mistura com equilíbrio perfeito o cinema infantil e um tom de sátira, passando por cenas de ação, suspense, crítica social e o mais puro horror em sequências pesadas (como devem ser) em um matadouro. Ou seja, provavelmente estúdio algum em Hollywood deixaria Bong fazer o filme desse jeito – que você nunca viu antes e não tem a mínima ideia de onde vai chegar. O próprio diretor admitiu em entrevistas que sabichões de grandes estúdios queriam mudanças no roteiro para amenizar a aventura e deixá-la com uma pegada mais Disney. Com a Netflix, no entanto, ele pôde fazer o filme como quis. É curioso tocar no nome de Disney, porque o cineasta sul-coreano se aproxima mais de outro mestre do cinema animado, o japonês Hayao Miyazaki, na forma como combina fábula e realismo. Mas suas influências incluem até “Babe: O Porquinho Atrapalhado” (1995), ainda que “Okja” passe longe da inocência do clássico australiano Não só para todas as idades, para para todo o mundo, o cinema de Bong Joon-ho usa referências internacionais e busca numa audiência global, possibilitada pelo lançamento na Netflix. Para isso, combina atores de Hollywood – incluindo um exagerado Jake Gyllenhaal (“Vida”) – e de seu pais, com respeito a suas origens e seus devidos idiomas, sem perder sua identidade própria. Os filmes de Bong Joon-ho costumam apresentar uma consciência social e ambiental, como “O Hospedeiro”, que tinha um monstro gerado pela poluição de um rio urbano, e “Expresso do Amanhã”, passado após uma catástrofe climática. A isto se soma a luta pelos direitos dos animais em “Okja”. O tema se reflete em ações de militantes da causa, mas é simbolizado principalmente pelo afeto entre o bicho do título e a menininha vivida pela excepcional Ahn Seo-Hyun (“A Criada”), de apenas 13 anos de idade. Depois de trabalhar no filme, o próprio diretor ficou dois meses sem comer carne. Talvez ninguém se torne vegano apenas por ver “Okja”, mas poderá vibrar, rir, chorar e até pensar.

    Leia mais
  • Filme

    Colossal transforma monstro gigante em metáfora do feminismo

    8 de julho de 2017 /

    Como um filme com uma premissa tão boba pode render discussões relevantes e profundas? À primeira vista, “Colossal” é sobre uma mulher com uma estranha ligação com um monstro gigantesco que ataca Seul (!) Numa análise superficial, temos mais um filme estranho no mercado, aparentemente sem pé nem cabeça, que vai desagradar muita gente acostumada com o cinema comercial de Hollywood e ganhar status de cult graças aos poucos e bons admiradores sedentos por algo diferente numa indústria que não dá muito espaço para projetos criativos. O diretor espanhol Nacho Vigalondo, por sinal, parece só fazer filmes cults. Ele é especialista em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011). Desta vez, inclusive, optou por escalar um ator fantasiado para atacar a capital da Coreia do Sul, em vez de efeitos visuais de última geração. Não é apenas nisso que o filme se difere dos blockbusters de monstros gigantes tradicionais. Para começar, seu ritmo é lento. Talvez Nacho Vigalondo se preocupe demais em se distanciar do tom ágil da maioria das produções atuais. Mas isso também combina com o momento da protagonista, que está se recuperando de um baque e ninguém supera problemas de uma hora para outra. David Lynch disse certa vez que filmes devem ser sentidos e não entendidos. Enfim, temos mais um caso aqui que comprova a teoria. “Colossal” estabelece suas próprias regras para quem se dispõe a embarcar nessa viagem e, simpatizando com Gloria – e não é difícil se pegar encantado pela personagem de Anne Hathaway (“Interestelar”) –, a tarefa de acreditar nas loucuras vistas na tela torna-se facilmente aceitável, resultando em um filme estranhamente divertido. Por vezes, duro. Até porque nunca será confortável ver homens desrespeitando e batendo em mulheres. Ao mesmo tempo, após reviravoltas muito bem construídas, a catarse gerada pela volta por cima de Gloria recompensa qualquer espectador que tenha o mínimo de juízo. “Colossal” é uma história quase que inteiramente narrada sob o ponto de vista da protagonista. O que também influencia na forma como Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), principal parceiro de Anne Hathaway em cena, é retratado. Ele fala demais, a ponto de alguns de seus diálogos parecerem monólogos, de tão cansativos. Mas é assim que Gloria o vê, num olhar propositalmente patético em relação aos homens dessa história. O filme oferece a oportunidade, a quem enxerga além das entrelinhas, de notar que toda a esquisitice narrativa, incluindo a criatura, é uma metáfora “colossal” da tentativa de Gloria superar seus problemas, originados não pela bebida, como o início sugere, mas sim por relacionamentos com homens frouxos e descontrolados. O “monstro” liberado pela moça pode ser uma consequência da submissão e anos de maus tratos dos machistas, que simplesmente não conseguem compreender ou controlar o bicho. Não é melhor aceitar que essa é a proposta de “Colossal”? Ora, qual seria o sentido da trama se a levássemos ao pé da letra? Uma mulher levanta seu braço esquerdo numa cidadezinha do interior dos EUA e o monstro em Seul repete seu movimento? Fazendo sentido ou não, o importante é “Colossal” ser mais um exemplar da tendência (necessária) de empoderamento feminino na indústria cinematográfica. Graças a sua esquisitice, “Colossal” não agradará a todo mundo, mesmo com uma atuação inspirada de Anne Hathaway, que também assina como produtora executiva. Mas quem se arriscar a enfrentar seu monstro, pode descobrir que criaturas gigantes também refletem a luta do feminismo na sociedade contemporânea atual.

    Leia mais
  • Filme

    Sinopse da continuação de Godzilla confirma luta com três monstros clássicos

    20 de junho de 2017 /

    A Warner divulgou a sinopse oficial de “Godzilla – King of the Monsters”, continuação de “Godzilla” (2014). “A nova história segue os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam uma bateria de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco.” Todos os novos inimigos gigantes de Godzilla já tiveram filmes individuais no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. A trama vai trazer de volta os personagens de Sally Hawkins (“Blue Jasmine”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Além deles, o elenco terá uma família vivida por Kyle Chandler (série “Bloodline”, “Manchester à Beira-Mar”), Vera Farmiga (série “Bates Motel”) e Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”). O roteiro é de Zach Shields e direção de Michael Dougherty, ambos de “Krampus: O Terror do Natal” (2015), e a estreia está marcada para março de 2019.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie