Stranger Things: Nova série sci-fi com Winona Ryder ganha trailer empolgante
O serviço de streaming Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Stranger Things”, nova série sci-fi, que é passada nos anos 1980 e presta homenagem às produções da época, a começar pelo elenco, liderado por Winona Ryder (estrela de clássicos como “Os Fantasmas se Divertem” e “Edward Mãos de Tesoura”) e Matthew Modine (de “Asas da Liberdade” e “Nascido para Matar”). A prévia revela diversas citações à filmografia clássica de Steven Spielberg, de “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977) a “E.T. – O Extraterrestre” (1982), sem esquecer de “Os Goonies” (1985), ao estilo do que J.J. Abrams realizou no filme “Super 8” (2011). A trama se passa na pacata cidade de Hawkins, Indiana, onde um garotinho desaparece misteriosamente, sem deixar rastro algum. Sua mãe (Ryder) busca ajuda das autoridades para encontrá-lo, mas, à medida que as investigações se aprofundam, eles descobrem uma série de mistérios que envolvem experimentos ultrassecretos do governo, forças sobrenaturais e uma garotinha muito estranha. No elenco, também estão David Harbour (“Aliança do Crime”), Charlie Heaton (“As You Are”), Natalia Dyer (“Hannah Montana: O Filme”), Millie Bobby Brown (série “Intruders”), Cara Buono (“Cidades de Papel”), Ross Partridge (“Olhos da Justiça”) e Rob Morgan (série “Demolidor”). “Stranger Things” foi criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer (série “Wayward Pines”) e tem produção do cineasta Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que ainda assina a direção de dois episódios. A série estreia na Netflix no dia 15 de julho.
Guilt: Série que evoca o caso de Amanda Knox ganha primeiros comerciais
O canal pago americano FreeForm (ex-ABC Family) divulgou o primeiro pôster e três comerciais de “Guilt”, melodrama criminal que gira em torno de uma jovem e bela americana suspeita de matar brutalmente uma colega britânica em Londres. A premissa evoca o conhecido caso real de Amanda Knox, que na verdade aconteceu na Itália e já rendeu até filme (“The Face of an Angel”). A trama gira em torno de Grace Atwood (Daisy Head, da série “The Syndicate”), que retorna da balada noturna para encontrar sua colega de quarto assassinada. Quando ela se torna a principal suspeita, sua irmã mais velha (Emily Tremaine, série “Vinyl”) se muda para Londres para defendê-la, mas logo descobre que ela pode não ser tão inocente quanto parece. Criada pelas roteiristas Kathryn Price e Nichole Millard (ambas de “Treinando o Papai”), a série ainda inclui em seu elenco Billy Zane (“Titanic”), Cristian Solimeno (série “Hollyoaks”), Naomi Ryan (série “Mr. Selfridge”) e Kevin Ryan (série “Copper”). A estreia está marcada para 13 de junho nos EUA.
Stranger Things: Série sobrenatural com Winona Ryder ganha primeiras fotos
O serviço de streaming Netflix divulgou as primeiras fotos de “Stranger Things”, nova série sci-fi, que é passada nos anos 1980 e presta homenagem às produções da época, a começar pelo elenco, liderado por Winona Ryder (estrela de clássicos como “Os Fantasmas se Divertem” e “Edward Mãos de Tesoura”) e Matthew Modine (de “Asas da Liberdade” e “Nascido para Matar”). A trama se passa na pacata cidade de Hawkins, Indiana, onde um garotinho desaparece misteriosamente, sem deixar rastro algum. Sua mãe (Ryder) busca ajuda das autoridades para encontrá-lo, mas, à medida que as investigações se aprofundam, eles descobrem uma série de mistérios que envolvem experimentos ultrassecretos do governo, forças sobrenaturais e um garotinho muito estranho. No elenco, também estão David Harbour (“Aliança do Crime”), Charlie Heaton (“As You Are”), Natalia Dyer (“Hannah Montana: O Filme”), Millie Bobby Brown (série “Intruders”), Cara Buono (“Cidades de Papel”), Ross Partridge (“Olhos da Justiça”) e Rob Morgan (série “Demolidor”). “Stranger Things” foi criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer (série “Wayward Pines”) e tem produção do cineasta Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que ainda assina a direção de dois episódios. A série estreia na Netflix no dia 15 de julho.
Inferno: Terceiro filme do autor de O Código Da Vinci ganha pôsteres e trailers
A Sony Pictures divulgou dois pôsteres e os trailers (americano e internacional) de “Inferno”, terceiro filme da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006), que volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon. As prévias apresentam o novo quebra-cabeças que Langdon precisa desvendar, desta vez com a ajuda de uma assistente com sotaque inglês (Felicity Jones, de “A Teoria de Tudo”), e com consequências mais grandiosas. As pistas que estariam no poema épico “A Divina Comédia” de Dante Alighieri podem levar ao apocalipse, e também envolvem um milionário (Ben Foster, de “Programado para Vencer”) e uma ameaça biológica. Os vídeos também mostram um elenco de coadjuvantes de várias nacionalidades, como o francês Omar Sy (“Intocáveis”), o indiano Irrfan Khan (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (estrela da série “Borgen”). Assim como os dois filmes anteriores, a nova adaptação da obra do escritor Dan Brown será dirigida por Ron Howard. Já o roteiro está a cargo de David Koepp, responsável pela segunda adaptação, “Anjos e Demônios” (2009). A estreia está prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Detalhe: por aqui, o filme ganhou aquele subtítulo ridículo de praxe: “O Filme”. Será que é para que ninguém se confunda, ao entrar no cinema, e achar que vai ler o livro?
Guy Hamilton (1922 – 2016)
Morreu o diretor inglês Guy Hamilton, responsável por alguns dos filmes mais famosos de James Bond e grandes clássicos do cinema britânico. Ele faleceu na quarta (20/4), aos 93 anos, num hospital em Palma de Maiorca, na Espanha, onde residia há quatro décadas. Apesar do passaporte britânico, Hamilton nasceu em Paris, em 16 de setembro de 1922, onde seus pais trabalhavam a serviço da Embaixada do Reino Unido. Ele começou a carreira ainda na França, aos 16 anos, como batedor de claquete de um estúdio de cinema de Nice. Mas precisou fugir quando os nazistas avançaram sobre o país. No barco em que rumava para a África formou amizade com outro “britânico parisiense” em busca de asilo, o escritor Somerset Maugham (“O Fio da Navalha”). O encontro o inspirou a se alistar na Marinha britânica e realizar diversas missões de resgate de compatriotas em fuga da França ocupada. Ele próprio se viu enrascado quando seu barco foi afundado por nazistas, e dizia que devia a vida aos heróis da resistência, especialmente à bela francesa de 18 anos Maria-Therese Calvez, inspiradora, em sua memória, de dezenas de Bond girls. Após a guerra, ele se reuniu com sua família em Londres, onde retomou seus planos de trabalhar com cinema. Logo começou a estagiar na London Film Productions, exercendo a função de diretor assistente sem receber créditos, em clássicos como “Seu Próprio Verdugo” (1947), de Anthony Kimmins, e “Anna Karenina” (1948), de Julien Duvivier, antes de ganhar o respeito de Carol Reed, que lhe deu seus primeiros créditos profissionais e se tornou seu mentor. Hamilton assistiu Reed na criação de grandes clássicos do cinema britânico, como “O Ídolo Caído” (1948), o fabuloso “O 3º Homem” (1949), estrelado por Orson Welles, e “O Pária das Ilhas” (1951), em que conheceu sua futura esposa, a atriz franco-argelina Kerima. A parceria deixou nele uma marca profunda. “Carol era basicamente meu pai”, ele observou, em entrevista ao jornal The Telegraph. “Ele me ensinou tudo o que sei. Eu o adorava.” Outra experiência marcante foi trabalhar como assistente de John Huston no clássico “Uma Aventura na África” (1951), produção estrelada por Humphrey Bogart e Katharine Hepburn, realizada entre bebedeiras e surtos de disenteria na savana africana, que serviu para demonstrar ao jovem tudo o que podia dar errado numa filmagem. Os rigores de “Uma Aventura na África” lhe encheram de confiança para iniciar sua carreira como diretor. Hamilton conseguiu convencer o produtor Alexander Korda que podia completar um filme inteiro em três semanas, e seu mentor Carol Reed aconselhou-o a estrear com um thriller de comédia, pois teria o dobro de chances de acertar, fosse na tensão ou na diversão. O resultado foi a adaptação de “O Sineiro” (1952), considerada um das melhores produções baseadas na literatura de mistério de Edgar Wallace. A boa recepção lhe rendeu convites para dirigir mais filmes do gênero. Vieram “Um Ladrão na Noite” (1953) e “Está Lá Fora um Inspetor” (1954). Mas para se firmar como grande diretor, Hamilton foi buscar inspiração em suas aventuras reais de guerra. “Escapando do Inferno” (1955) narrava a fuga de um grupo de prisioneiros de um campo de concentração nazista e foi rodada no castelo de seu título original, “The Colditz Story”. Baseado no livro de memórias de P.R. Reid (interpretado por John Mills no filme), o longa provou-se tão ressonante que sua trama acabou resgatada numa série de TV, duas décadas depois – “Colditz”, que durou três temporadas entre 1972 e 1974. O sucesso continuou com “A Clandestina” (1957), um filme incomum para a época, sobre o poder destrutivo da paixão sexual, envolvendo um capitão de navio (Trevor Howard) e uma jovem clandestina mestiça (a italiana Elsa Martinelli). E persistiu com a comédia “Quase um Criminoso” (1959), em que James Mason finge deserção para a União Soviética para processar os jornais por calúnia e sustentar seu plano de uma vida de luxo nos EUA. Os acertos sucessivos lhe renderam o convite para assumir sua primeira produção a cores, “O Discípulo do Diabo” (1959), drama de época que havia perdido seu diretor em meio a choques com os egos de seus astros, Burt Lancaster, Kirk Douglas e Laurence Olivier. Ainda que o filme tenha representado seu primeiro fracasso comercial, o fato de Hamilton conseguir trabalhar/domar as feras foi tido como um feito, que lhe abriu o mercado internacional – seguiram-se a produção italiana “O Melhor dos Inimigos” (1961), estrelada por David Niven, e a coprodução americana “As Duas Faces da Lei” (1964), com Robert Mitchum. Quando os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman adquiriram os direitos de James Bond, Hamilton foi sua primeira opção para estrear o personagem nos cinemas. Mas o cineasta tinha a agenda ocupada, e a oportunidade foi agarrada por Terence Young. Dois anos depois, porém, Hamilton não voltou a recusar o convite, que considerou uma oportunidade de superar seu maior desgosto. Ele estava arrasado após filmar “The Party’s Over”, que foi proibido pelo comitê de censura por conter cenas polêmicas, como uma orgia envolvendo necrofilia. Foram meses de trabalho perdido – o longa só veio à tona muito depois e com inúmeros cortes. Com a censura atravessada na garganta, Hamilton resolveu ousar na franquia de espionagem e acabou realizando aquele que até hoje é o longa mais cultuado de James Bond, “007 Contra Goldfinger” (1964). Para começar, decidiu aumentar a temperatura sexual, apresentando, logo de cara, uma mulher nua coberta de ouro – a morte mais brilhante, literalmente, nas cinco décadas da série. A trama também destacava a Bond girl de nome mais chamativo, Pussy Galore (Honor Blackman), e a melhor ameaça a laser, apontada exatamente entre as pernas de um cativo 007. As tiradas do vilão também marcaram época – “Não, Sr. Bond, eu espero que você morra!”. Sem esquecer da música tema de Shirley Bassey, “Goldfinger”, uma das canções mais famosas do cinema, que Hamilton brigou com os produtores para incluir na abertura – “Eu não sei se vai fazer sucesso, Harry, mas dramaticamente funciona”, ele disse a Saltzman. Foi ainda “007 Contra Goldfinger” que estabeleceu os elementos mais icônicos dos filmes de James Bond, ao apresentar Sean Connery dirigindo seu Aston Martin repleto de armas secretas, seduzindo vilãs até torná-las aliadas, tomando martíni para flertar com o perigo e fumando com charme antes de explodir uma bomba. O longa rendeu o dobro de bilheteria dos dois filmes anteriores de 007. O que colocou Hamilton na mira de um rival, o agente secreto Harry Palmer. O cineasta filmou em seguida “Funeral em Berlim” (1966), o segundo filme da trilogia do espião que usava óculos, vivido por Michael Caine. Ele completou sua década vitoriosa com “A Batalha da Grã-Bretanha” (1969), recriação meticulosa e em escala épica do esforço da RAF (força aérea britânica) para impedir a invasão nazista ao Reino Unido. A produção talvez seja seu trabalho mais elogiado pela crítica, que resiste até hoje como um dos grandes clássicos de guerra. A ambiciosa realização de “A Batalha da Grã-Bretanha” confirmou que Hamilton era o diretor mais indicado para comandar a franquia 007, que começava a dar sinais de decadência, com o desastre representado pela falha de George Lazenby em substituir Connery em 1969. Convencidos disto, os produtores o trouxeram de volta para três filmes consecutivos, de modo a garantir uma transição tranquila entre Sean Connery, que voltou à saga oficial para se despedir pela segunda vez com “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), e Roger Moore, o novo James Bond a partir de “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973). Para emplacar Moore, Hamilton contou até com a ajuda de um Beatle, Paul McCartney, que compôs “Live and Let Die” como tema da estreia do ator. Mas foi o filme seguinte, “007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro” (1974), que soube explorar melhor a mudança de intérprete, apresentando um Bond mais divertido, relaxado e simpático. A franquia praticamente renasceu com a adoção de elementos cômicos, que Hamilton já considerava um diferencial em “Goldfinger”, além de se tornar mais extravagante, com carrões, jatos e mulheres sempre lindas. James Bond virou um playboy. Depois de três “007” seguidos, Hamilton voltou à guerra. Foi dirigir Harrison Ford, recém-consagrado pelo sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), em “O Comando 10 de Navarone” (1978), continuação do clássico “Os Canhões de Navarone” (1961). Mas, acostumado a blockbusters, ele entendeu o sucesso moderado obtido pela produção como hora de mudar de estilo. Quis mudar tudo, diminuir o ritmo, e optou por trocar a ação intensa pelas tramas cerebrais de mistério que lançaram sua carreira. Assim, realizou duas adaptações consecutivas de Agatha Chistie. “A Maldição do Espelho” (1980) registrou a última aparição da personagem Miss Marple no cinema, vivida por Angela Lansbury, enquanto “Assassinato num Dia de Sol” (1982) foi o penúltimo filme com Peter Ustinov no papel do detetive Hercule Poirot. Filmada nas ilhas de Maiorca, esta produção acabou tendo impacto na vida pessoal do cineasta, que, impressionado pela locação, convenceu-se a abandonar sua residência na Inglaterra para passar o resto de sua vida no litoral espanhol com sua esposa. Hamilton já fazia planos de aposentadoria e não filmava há três anos quando foi convencido pela MGM a fazer sua tardia estreia em Hollywood. O projeto era basicamente lançar um 007 americano, baseado num personagem igualmente extraído de uma franquia literária de ação. Só que a crítica não perdoou a tentativa apelativa. Estrelado por Fred Ward como um agente secreto a serviço da Casa Branca, “Remo – Desarmado e Perigoso” (1985) foi considerado um James Bond de quinta categoria. E a produção, que ia inaugurar uma franquia, se tornou o maior fracasso da carreira do diretor. Resignado, ele decidiu encerrar a carreira. Mas nos seus termos, lembrando o conselho precioso de Carol Reed. Se tinha começado com um thriller de comédia, também sairia de cena com chances de motivar meio riso ou meia aflição. E deixou a cortina cair com “De Alto Abaixo” (1989). Deu sua missão por comprida, e gentilmente recusou a proposta da Warner para, novamente, ajudar a lançar uma franquia de ação em Hollywood. Guy Hamilton disse não a “Batman” (1989).
A Garota no Trem: Emily Blunt testemunha um crime no primeiro trailer legendado do suspense
A Universal Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do suspense “A Garota no Trem”, que adapta o best-seller homônimo de Paula Hawkins. A prévia revela diversos detalhes da trama, desde o desaparecimento da personagem de Haley Bennett (“O Protetor”), o testemunho de Emily Blunt (“Sicario”) e as suspeitas sobre o crime. O livro é um fenômeno editorial, que foi disputado por vários estúdios interessados em sua adaptação. Por isso, o mercado já compara “A Garota no Trem” com “Garota Exemplar” (2014). A trama acompanha Rachel (Blunt), uma mulher alcoólatra, deprimida e divorciada que tem como única distração usar sua viagem de trem diária para fantasiar histórias sobre as vidas dos outros passageiros e das pessoas que vê do lado de fora. Até que sua atenção acaba se focando no encontro de um casal, antes da mulher desaparecer misteriosamente. Ao se apresentar como testemunha, porém, vários detalhes a tornam suspeita. Entre eles, o fato de a mulher desaparecida trabalhar como babá para seu ex-marido. O elenco também inclui Justin Theroux (série “The Leftovers”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível – Nação Secreta”), Edgar Ramirez (“Livrai-nos do Mal”), Allison Janney (série “Mom”) e Lisa Kudrow (série “The Comeback”) A adaptação foi escrita por Erin Cressida Wilson (“Homens, Mulheres e Filhos”) e dirigida por Tate Taylor (“História Cruzadas”), e a estreia acontece em 27 de outubro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Após O Escaravelho do Diabo, vem aí novos filmes da coleção Vaga-Lume
“O Escaravelho do Diabo” não conseguiu fazer frente ao megalançamento de “Mogli, o Menino Lobo”. Enquanto o filme da Disney, lançado em mais de mil cinemas, abriu em 1º lugar no Brasil no fim de semana, a adaptação do clássico juvenil da Coleção Vaga-Lume chegou a 334 salas e ficou apenas na sétima posição nas bilheterias. Entretanto, o filme abriu as portas do cinema para adaptações da Vaga-Lume. Há pelo menos quatro projetos encaminhados para breve. O produtor Rodrigo Teixeira, da RT Features, responsável pelo thriller brasileiro “Alemão” (2014) e por coproduções estrangeiras, como “Frances Ha” (2012) e “A Bruxa” (2015), adquiriu recentemente os direitos de três obras, inclusive um dos maiores best-sellers da coleção, “O Mistério do Cinco Estrelas”, de Marcos Rey, que vendeu quase 3 milhões de exemplares. A trama se passa em um hotel luxuoso em São Paulo e tem como protagonista Leo, o mensageiro do hotel. O mesmo personagem também aparece em duas outras adaptações cogitadas, “O Rapto do Garoto de Ouro” e “Um Cadáver Ouve o Rádio”. Assim como na versão de cinema de “O Escaravelho do Diabo”, Leo, o protagonista da trilogia, é um adolescente que se vê envolvido em uma trama de mistério. “Tenho interesse em adaptações, em cinema de gênero, não só infanto-juvenil. Ainda não sei se a adaptação será totalmente infanto-juvenil. Não tenho ideia ainda”, afirmou Teixeira ao UOL. Ele promete novidades sobre os projetos para o segundo semestre deste ano. Além da trilogia, o diretor de “O Escaravelho do Diabo”, Carlo Milani, tem planos de desenvolver uma animação baseada na história de “O Caso da Borboleta Atíria”, de Lucia Machado de Almeira.
Julia Roberts vai estrelar e produzir novo thriller de mistério
A atriz Julia Roberts vai estrelar e produzir a adaptação do best-seller “Fool Me Once”, um drama de mistério sobrenatural, informou o site da revista Variety. Escrito por Harlan Coben (“Não Conte à Ninguém”), o livro acompanha a história da piloto militar Maya, que vê uma estranha imagem feita pela webcam enquanto trabalha: a filha de 2 anos brincando com o marido, Joe, brutalmente assassinado duas semanas antes. Julia Roberts vai interpretar a protagonista, Maya, e produzir o filme com suas sócias, Lisa Gillan e Marisa Yeres Gill. O filme ainda não tem cronograma, elenco e equipe definidos.
Elisabeth Moss vai se juntar a Gwendoline Christie na 2ª temporada de Top of the Lake
A atriz Elisabeth Moss foi oficialmente confirmada na 2ª temporada de “Top of the Lake”. A produção era originalmente uma minissérie que ela estrelou em 2013. Na produção, ela vai voltar a trabalhar com a cineasta neozelandesa Jane Campion (“O Brilho de uma Paixão”), criadora da série, e com a primeira novidade anunciada do elenco, a atriz inglesa Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”). “Estou animada de retornar à Austrália para trabalhar com Jane e explorar essa maravilhosa personagem. Mal posso esperar para que o público veja onde levaremos a jornada de Robin”, declarou a atriz, em comunicado. Moss venceu um Globo de Ouro em 2014 por sua performance como a detetive policial Robin Griffin, que investiga o desaparecimento de uma menina de 12 anos numa comunidade do interior da Nova Zelândia. A nova temporada irá mostrar a personagem trabalhando num novo caso, quatro anos após os eventos da trama original. Christie também se manifestou no comunicado sobre a produção da 2ª temporada: “Jane Campion tem sido uma das principais influências criativas da minha vida e eu não poderia me sentir mais privilegiada por estar trabalhando na próxima etapa deste seu drama único e apaixonante, ao lado da brilhante Elisabeth Moss”. A previsão de estreia da atração é apenas para 2017.
Rowan Atkinson vive o Comissário Maigret em trailer e fotos de telefilme britânico
A rede britânica ITV divulgou o trailer e as fotos de “Maigret Sets a Trap”, telefilme em que Rowan Atkinson (o eterno “Mr. Bean”) vive o famoso Comissário Maigret, um dos mais célebres detetives franceses da literatura de mistério. A produção adapta o livro homônimo de Georges Simenon, publicado em 1955 e levado aos cinemas em 1958 com o título nacional de “Assassino de Mulheres”. A história do serial killer também integrou a série britânica “Maigret”, dos anos 1990, na qual o detetive francês era vivido por Michael Gambon (o Dumbledore da franquia “Harry Potter”). Passado em Paris na década de 1950, o telefilme acompanha a artimanha do Comissário Jules Maigret para capturar um assassino que aterroriza a cidade, apelando para a vaidade do criminoso para determinar qual de seus três suspeitos é o verdadeiro culpado. Além desse telefilme, a ITV também adaptou “Maigret’s Dead Man”, livro de 1948 que, até então, só havia sido adaptado pela televisão francesa, na série “Les Enquêtes du Commissaire Maigret”, durante os anos 1970. As duas produções foram escritas por Stewart Harcourt, roteirista da série “Agatha Christie’s Marple”. “Maigret Sets a Trap” estreia em 28 de março e “Maigret’s Dead Man” na semana seguinte, em 3 de abril no Reino Unido. A distribuição internacional é da BBC Worldwide, que já vendeu os direitos de exibição da série para canais da França (France 3), Alemanha (ARD), Suécia (TV4) e Dinamarca (DR). Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Dennis Quaid e Michelle Fairley vão ao ártico para a 2ª temporada de Fortitude
A 2ª temporada do suspense ártico “Fortitude” terá reforços famosos. Entre as novidades do elenco, reveladas pelo site da revista The Hollywood Reporter, estão Dennis Quaid (“O Dia Depois de Amanhã”), Michelle Fairley (série “Game of Thrones”), Parminder Nagra (série “The Blacklist”), Robert Sheehan (série “Misfits”) e Ken Stott (trilogia “O Hobbit”). Eles substituirão os nomes mais famosos do elenco original, Stanley Tucci (franquia “Jogos Vorazes”), Michael Gambon (franquia “Harry Potter”) e Christopher Eccleston (série “The Leftovers”), cujos personagens morreram durante a trama da 1ª temporada. A atração foi uma das surpresas da televisão britânica em 2015, registrando uma média de 1,7 milhão de telespectadores, maior audiência já registrada por uma produção do canal Sky Atlantic, o que gerou interesse internacional e levou à venda da produção para vários países. O fato de o elenco refletir a diversidade europeia, com nórdicos, espanhóis e britânicos em papéis de destaque, ajuda na sua propagação. Criada por Simon Donald (“Wallander” e “Low Winter Sun”), “Fortitude” se passa na pequena cidade que leva seu nome, localizada na região ártica, e acompanha as investigações de um assassinato naquele que, até então, era considerado o lugar mais seguro da Terra. Ao final do arco inicial, as pistas levam a investigação a se deparar com um vírus pré-histórico, que o aquecimento global descongelou junto com carcaças de mamutes, infectando a população local. Os detalhes sobre os novos personagens estão sendo mantidos em sigilo, mas a 2ª temporada também vai trazer de volta Richard Dormer (“Game of Thrones”), Sofie Gråbøl (série “Forbrydelsen”), Verónica Echegui (“Fuga Implacável”), Sienna Guillory (“Resident Evil 5: Retribuição”), Luke Treadaway (“Invencível”), Darren Boyd (“Heróis de Ressaca”), Björn Hlynur Haraldsson (série “The Borgias”), Mia Jexen (“Dual”), Alexandra Moen (série “Strike Back”) e Ramon Tikaram (“O Destino de Júpiter”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Inferno: Vejas as primeiras fotos do terceiro filme da franquia O Código Da Vinci
A Sony Pictures divulgou cinco fotos de “Inferno”, terceiro filme da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006), que volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon. As imagens mostram um elenco de coadjuvantes de várias nacionalidades, como a inglesa Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), o francês Omar Sy (“Intocáveis”), o indiano Irrfan Khan (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (estrela da série “Borgen”). A trama acompanha um mistério baseado no poema épico “A Divina Comédia” de Dante Alighieri, e traz o professor de simbologia Langdon com amnésia na Itália. Com a ajuda de uma médica, ele tentará desvendar o mistério por trás da sua perda de memória. Assim como os dois filmes anteriores, a nova adaptação da obra do escritor Dan Brown será dirigida por Ron Howard. Já o roteiro está a cargo de David Koepp, responsável pela segunda adaptação, “Anjos e Demônios” (2009). A estreia está prevista para 14 de outubro de 2016 nos EUA.
Kenneth Branagh vai dirigir e estrelar nova versão de Assassinato no Expresso Oriente
O diretor Kenneth Branagh (“Cinderela”) vai filmar uma nova versão de um dos livros de mistério mais famosos da escritora Agatha Christie, “Assassinato no Expresso Oriente”. Além disso, também estrelará o longa, no papel do célebre detetive Hercule Poirot. A informação é do site The Hollywood Reporter. O exigente detetive belga Hercule Poirot é um dos personagens mais populares de Agatha Christie, tendo aparecido em 33 livros da escritora — o que transforma o novo filme em uma franquia em potencial. Na primeira filmagem de “Assassinato no Expresso Oriente”, realizada em 1974, Albert Finney ficou com o papel e acabou indicado ao Oscar de Melhor Ator. Na história, o detetive é chamado para desvendar um assassinato a bordo do famoso trem de longa distância. Entre os suspeitos, estavam estrelas de primeira grandeza, como Lauren Bacall, Ingrid Bergman, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. A novo versão tem roteiro de Michael Green (“Lanterna Verde”) e será produzida pelo cineasta Ridley Scott (“O Conselheiro do Crime”). Não foram divulgados o cronograma da produção nem a previsão do lançamento nos cinemas.












