Michael Douglas confirma que participará da continuação de Homem-Formiga
O ator Michael Douglas confirmou em sua página no Facebook que irá reprisar o papel do Dr. Hank Pym em “Homem-Formiga e a Vespa”, sequência de “Homem-Formiga” (2015). Além disso, ele revelou que as filmagens serão iniciadas em julho deste ano. Paul Rudd (Scott Lang) e Evangeline Lilly (Hope Van Dyne) também estão confirmados como os heróis do título, assim como o cineasta Peyton Reed, que retomará a função de diretor. Em entrevista do ano passado, o diretor revelou que a continuação irá mostrar Scott Lang como “um foragido ainda maior”, depois dos eventos mostrados em “Capitão América: Guerra Civil”. “Ele já foge na maior parte do primeiro ‘Homem-Formiga’. Ele só se tornou um fugitivo maior agora”, contou Reed, referindo-se à fuga da prisão liderada pelo Capitão América, ao mesmo em que ressaltou que a conexão entre os filmes é um desafio divertido. “É algo sobre o qual conversamos bastante e definitivamente temos coisa definidas para avançar com o personagem.” Sobre a transformação de Hope (Evangeline Lilly) em Vespa, Reed comentou que o filme é tanto dela quanto do Homem-Formiga. “Como um nerd de quadrinhos, sempre vi os dois como uma dupla, e o filme será sobre como os dois trabalham juntos, sua relação profissional e pessoal. Já apresentamos a personagem, mas ainda não vimos todo o poder dela, então [Hope] não será uma coadjuvante neste filme.” A sequência de “Homem-Formiga” tem estreia marcada para 5 de julho de 2018.
Série baseada em Atração Fatal é descartada pela Fox
A Fox desistiu de realizar uma série baseada no suspense clássico “Atração Fatal”. Apesar dos títulos traduzidos de forma similar, o projeto é bem diferente da adaptação da comédia “Atração Mortal”, que foi aprovada para virar série no canal pago TV Land. O filme de 1987 era uma fábula moderna sobre as consequências extremas da infidelidade conjugal. A trama girava em torno de Dan Gallagher (papel de Michael Douglas), um rico advogado de Manhattan que tem um caso com a lunática Alex Forrest (Glenn Close) enquanto sua boa esposa, Beth (Anne Archer), está viajando. Quando resolve encerrar o relacionamento, ele passa a ser assediado e ameaçado fisicamente, levando o público a refletir sobre os perigos da traição. A versão para a TV pretendia explorar o mesmo conceito, mostrando o que acontece quando um marido bem-sucedido resolve trair sua mulher com a primeira louca da esquina. O roteiro da série foi escrito pelo casal Maria e Andre Jacquemetton, que já assinou episódios de atrações tão fatalmente diferentes quanto “SOS Malibu” (Baywatch) e “Mad Men”, sob produção da divisão televisiva da Paramount, estúdio responsável pelo filme. Curiosamente, o atual diretor de entretenimento da Fox, David Madden, participou do desenvolvimento do longa de 1987. Não se sabe se foi por isso que ele rejeitou o projeto. Após receber o roteiro, a Fox decidiu não investir sequer na produção do piloto.
Catherine Zeta-Jones homenageia Kirk Douglas com vídeo de momentos felizes em seu aniversário de 100 anos
Catherine Zeta-Jones prestou uma bela homenagem a seu sogro, o ator Kirk Douglas, por ocasião de seu 100º aniversário, comemorado na sexta-feira (9/12). A atriz postou um vídeo em sua conta no Instagram, que reúne imagens de filmes clássicos, fotos de álbum de família e gravações recentes do ator em momentos descontraídos, bancando o vovô. “Feliz aniversário Kirk!”, ela desejou na legenda do post. Veja abaixo. As redes sociais também desejaram feliz aniversário para o ator, em mensagens compartilhadas no Twitter por celebridades como o cantor do Kiss Gene Simmons, o jornalista Larry King e atores como Billy Crystal, Josh Gad, Marlee Matlin e Alec Baldwin. Além do vídeo, Catherine Zeta-Jones também ajudou seu marido Michael Douglas a organizar uma festa de aniversário para 200 convidados em Hollywood. Happy Birthday Kirk! Um vídeo publicado por Catherine Zeta-Jones (@catherinezetajones) em Dez 9, 2016 às 7:55 PST
Kirk Douglas completa 100 anos de vida
Issur Danielovitch está completando 100 anos nesta sexta (9/12). Mas o leitor deve conhecê-lo melhor por seu nome artístico, Kirk Douglas. Filho de um imigrante judeu analfabeto, ele se tornou uma lenda de Hollywood desde que estreou em seu primeiro filme, apropriadamente intitulado “O Tempo Não Apaga”, nada menos que há sete décadas atrás. Famoso pelo rosto endurecido, caracterizado por uma covinha profunda no queixo, Kirk Douglas estrelou filmes de todos os gêneros e para alguns dos maiores diretores de todos os tempos, de Billy Wilder a Stanley Kubrick, geralmente interpretando o que ele chamava de filho-da-mãe. Mas também encarnou mocinhos e foi um herói da história real de Hollywood, ao encerrar a vergonhosa Lista Negra dos estúdios, resquício persecutório da era macarthista, ao peitar conservadores para dar créditos de roteirista ao proibido Dalton Trumbo em “Spartacus” (1960), um de seus filmes mais famosos, que ele estrelou e produziu. Esta história está contada no filme “Trumbo”, lançado no Brasil em janeiro passado. Outros filmes de destaque em sua extensa filmografia incluem “O Invencível” (1949), “Êxito Fugaz” (1950), “A Montanha dos 7 Abutres” (1951), “Assim Estava Escrito” (1952), “20.000 Léguas Submarinas” (1954), “Ulysses” (1954), “Homem sem Rumo” (1955), “Sede de Viver” (1956), “Sem Lei e Sem Alma” (1957), “Glória Feita de Sangue” (1957), “Duelo de Titãs” (1959), “O Discípulo do Diabo” (1959), “O Nono Mandamento” (1960), “O Último Por-do-Sol” (1961), “Cidade Sem Compaixão” (1961), “Sete Dias de Maio” (1964), “A Primeira Vitória” (1965), “Os Heróis de Telemark” (1965), “Gigantes em Luta” (1967), “Movidos pelo Ódio” (1969), “Ninho de Cobras” (1970), “O Farol do Fim do Mundo” (1971), “Como Agarrar um Espião” (1971), “A Fúria” (1978), “Cactus Jack, o Vilão” (1979), “Nimitz – De Volta ao Inferno” (1980), “Herança de um Valente” (1982), “Os Últimos Durões” (1986) e “Acontece Nas Melhores Famílias” (2003). Ele credita a sua longevidade à esposa, Anne, que também é bastante idosa. Ela tem 97 anos e os dois estão juntos há 63 anos. A comemoração do centenário está sendo preparada por seu filho, o também ator Michael Douglas, e a nora, a atriz Catherine Zeta Jones, numa festa para 200 convidados em Los Angeles.
Val Kilmer desmente Michael Douglas e diz que não tem câncer
Após Michael Dougles comentar publicamente, num evento em Londres, que Val Kilmer sofria do mesmo câncer que ele enfrentou, o próprio Kilmer tratou de desmentir a notícia em sua página no Facebook. “Eu amo Michael Douglas, mas ele está desinformado. A última vez que falei com ele foi quase dois anos atrás, quando pedi a ele indicação de um especialista para um diagnóstico de um caroço na minha garganta, o que me impediu de continuar o tour de minha peça ‘Citizen Twain’. Eu acabei usando uma equipe na UCLA [Universidade da Califórnia em Los Angeles] e não tenho nenhum tipo de câncer. Eu ainda tenho uma língua inchada e estou melhorando bastante.” Os rumores de que o ator estava doente surgiram no ano passado, quando ele foi visto, em diversas ocasiões, com a boca sangrando e um tubo na garganta. Ele chegou a desmentir a história no ano passado, mas seu recente sumiço das redes sociais alimentou ainda mais os rumores. “Alguns fãs erradamente pensaram que meu silêncio sobre meus problemas pessoais significava que de alguma forma eu não estava sendo responsável por minha saúde, por causa da minha confiança na oração e no amor. Nada poderia estar mais longe da verdade. Estou muito grato por todo o apoio ao redor do mundo, quando as pessoas descobriram que eu tinha um desafio físico. Espero que isso alivie outras preocupações sobre a minha saúde por publicações que não têm respeito pela verdade. Seja qual for o motivo que levou Michael Douglas a especular sobre minha saúde, ele é um amigo amoroso e devotado a um grupo privilegiado de pessoas talentosas em todo o mundo, e tenho certeza que ele não desejou fazer nenhum mal”, ele observou. “Ser saudável e ter o respeito dos meus iguais e amor da minha família, amigos, colegas e fãs é uma fonte DIÁRIA de inspiração, pela qual eu sou tão grato, você não tem ideia. Eu trabalho muito duro no meu ofício, e sendo apreciado desde pequeno por ser capaz de dar este presente, literalmente fez a minha vida. Obrigado a todos”, encerrou. Afastado das produções de cinema e TV desde 2014, Kilmer poderá ser visto em breve num filme que ele completou antes de se resguardar, “Weightless”, de Terrence Malick, que vai estrear em março. De volta aos poucos à ativa, ele também poderá ser visto em breve no suspense “The Snowman”, previsto para outubro de 2017.
Michael Douglas revela que Val Kilmer luta contra um câncer agressivo
Val Kilmer está lutando contra um câncer agressivo, revelou seu colega Michael Douglas durante um painel sobre sua carreira, realizado em Londres. A afirmação foi feita durante uma resposta sobre o filme “A Sombra e a Escuridão” (1996), em que os dois trabalharam juntos. “Val é um cara maravilhoso, que está lidando com exatamente o que eu tive, e as coisas não parecem boas para ele”, disse Douglas, que teve um câncer na língua em 2010. “Minhas orações estão com ele. Por isso você não ouve falar muito dele ultimamente”, disse Douglas. Procurados pela imprensa internacional, os representantes de Kilmer não comentaram as declarações. Rumores sobre seu câncer começaram em 2015, depois que ele foi fotografado com um tubo de traqueostomia no pescoço. Mais tarde, ele negou as alegações no Facebook, dizendo que elas eram totalmente falsas. “Eu não tive um tumor, ou operação de tumor ou qualquer operação”, escreveu Kilmer, na época. O ator não aparece nas telas desde 2015, quando participou de “Tom Sawyer & Huckleberry Finn”, mas tem presença garantida em três filmes previstos para estrearem em 2017: “Weightless”, de Terrence Malick, “The Snowman”, de Tomas Alfredson, e “The Super”, de Stephan Rick.
Curtis Hanson (1945 – 2016)
Morreu o diretor Curtis Hanson, um dos diretores mais interessantes do cinema americano dos últimos anos, embora só tenha sido reconhecido pela Academia com um Oscar, pelo roteiro do brilhante “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997). Ele faleceu na noite de terça-feira (20/9) em sua casa, em Hollywood, aos 71 anos. Autoridades policiais informaram que paramédicos foram chamados até sua residência e ele já estava morto quando chegaram. Aparentemente, a causa da morte do diretor, que há anos sofria com Alzheimer, foi um ataque do coração. Hanson nasceu em Reno, Nevada, mas cresceu em Los Angeles. Apaixonado pela sétima arte desde muito jovem, abandonou o colegial para trabalhar como fotógrafo freelance e, posteriormente, editor de uma revista de cinema. A experiência lhe permitiu estrear como roteirista aos 25 anos, assinando a adaptação de um conto clássico de H.P. Lovecraft no terror barato “O Altar do Diabo” (1970), produzido pelo rei dos filmes B Roger Corman, que acabou cultuado por reunir a ex-surfista e boa moça Sandra Dee com o hippie Dean Stockwell. Corman estimulou Hanson a passar para trás das câmeras, e ele estreou como diretor dois anos depois com outro terror, desta vez uma obra original que ele próprio imaginou. “Sweet Kill” (1972) era a história de um desajustado que descobre ser, na verdade, um psicopata, ao matar acidentalmente uma jovem e gostar. O ex-ídolo juvenil Tab Hunter tinha o papel principal. Ele ainda rodou o trash assumido “Os Pequenos Dragões” (1979), sobre karatê kids que tentam salvar uma jovem sequestrada por uma mãe e seus dois filhos maníacos, antes de subir de degrau e trabalhar com um dos pioneiros do cinema indie americano, o cineasta Samuel Fuller. Hanson escreveu o clássico thriller “Cão Branco” (1982), dirigido por Fuller, sobre uma atriz que resgata um cachorro sem saber que ele foi treinado para ser violento e atacar negros. Comentadíssima, a obra lhe rendeu os primeiros elogios de sua carreira. A boa receptividade a “Cão Branco” abriu-lhe as portas dos grandes estúdios. A Disney lhe encomendou o roteiro de um filme na mesma linha, “Os Lobos Nunca Choram” (1983), em que um pesquisador, enviado pelo governo para verificar a ameaça dos lobos no norte do país, descobre que eles são benéficos para a região. E a MGM lhe entregou a direção de “Porky 3” (1983), que, apesar do título nacional, não tinha relação alguma com a famosa franquia canadense de comédias sexuais passadas nos anos 1950 – “Porky’s 3” (com o detalhe da grafia correta) foi lançado dois anos depois! Mas é fácil entender porque a distribuidora quis passar essa falsa impressão. A trama acontecia no começo dos anos 1960 em torno de quatro adolescentes americanos, entre eles um certo Tom Cruise, que viajam até Tijuana, no México, querendo cair na farra, num pacto para perder a virgindade. Hanson não escreveu “Porky 3”, mas histórias de apelo adolescente se tornaram frequentes em sua filmografia. Tanto que seu trabalho seguinte foi um telefilme teen, “The Children of Times Square” (1986), uma espécie de “Oliver Twist” contemporâneo, sobre jovens sem-teto nas ruas de Nova York. Ele completou sua transição para o cinema comercial especializando-se em suspenses, numa sequência de lançamentos do gênero que fez a crítica compará-lo a Alfred Hitchcock. “Uma Janela Suspeita” (1987), inclusive, devia sua premissa a “Janela Indiscreta” (1954), mostrando um crime testemunhado a distância, por um casal que não deveria estar junto naquele momento. A testemunha era interpretada por ninguém menos que a fabulosa atriz francesa Isabelle Huppert. “Sob a Sombra do Mal” (1990) também tinha premissa hitchockiana, evocando “Pacto Sinistro” (1951), mas ganhou notoriedade pelo timing, lançado logo após o vazamento de sex tapes de seu protagonista, o ator Rob Lowe. Ele aparecia no filme num raro papel de vilão, ironicamente chantageando o futuro astro de “The Blacklist”, James Spader, por conta de gravações sexuais. Foi o melhor papel da carreira de Lowe e o empurrão definitivo para Hanson se tornar conhecido. Seu filme seguinte estabeleceu sua fama como mestre do suspense, num crescendo assustador. “A Mão Que Balança o Berço” (1992) fez bastante sucesso ao explorar um tema que marcaria a década: a mulher simpática, que abusa da confiança de suas vítimas. Poucas psicopatas foram tão temidos quanto a babá vivida por Rebecca De Mornay, que em pouco tempo se viu acompanhada por Jennifer Jason Lee em “Mulher Solteira Procura…” (1992) e Glenn Close em “Atração Fatal” (1987), na lista das mulheres que transformaram intimidade em ameaça. O quarto thriller consecutivo, “O Rio Selvagem” (1994), trouxe Meryl Streep como uma mãe que leva sua família para navegar nas corredeiras de um rio, apenas para ver todos sequestrados por Kevin Bacon, armado. Mas foi o quinto suspense que o transformou definitivamente num cineasta classe A. Obra-prima, “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997) inspirava-se na estética do cinema noir para contar uma história de corrupção policial e brutalidade, repleta de reviravoltas, tensão e estilo, passada entre a prostituição de luxo, disputas mafiosas e os bastidores de Hollywood nos anos 1950. O filme resgatou a carreira de Kim Basinger, sex symbol da década anterior, como uma garota de programa que passou por plástica para ficar parecida com uma estrela de cinema, e ajudou a popularizar seu par de protagonistas, recém-chegados do cinema australiano, Russell Crowe e Guy Pearce, como policiais que precisam superar seu ódio mútuo para não acabar como Kevin Spacey, que mesmo saindo cedo da trama, também já demonstrava o talento que outros cineastas viriam a explorar. Hanson venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme, baseado no livro homônimo de James Ellroy, e Basinger o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Mas “Los Angeles: Cidade Proibida” foi indicado a mais sete prêmios da Academia, inclusive Direção e Melhor Filme do ano, e só não venceu tudo porque havia um “Titanic” em seu caminho. A boa fase seguiu com o drama “Garotos Incríveis” (2000), reconhecido pela ótima atuação de Michael Douglas e por render um Oscar ao cantor Bob Dylan, de Melhor Música Original. E rendeu outro espetáculo cinematográfico contra todas as apostas, quando Hanson decidiu dirigir Eminem no filme “8 Mile – Rua das Ilusões” (2002). Baseada na vida real do rapper, a produção conquistou elogios rasgados e um Oscar (de Melhor Canção) para Eminem, que teve sua carreira impulsionada. Seus filmes finais não foram tão brilhantes. Ele tropeçou ao tentar fazer sua primeira comédia romântica, ainda por cima de temática feminina, “Em Seu Lugar” (2005), que mesmo assim teve bons momentos com Cameron Diaz e Toni Colette. Mas a insistência em emplacar um romance fez de “Bem-Vindo ao Jogo” (2007), em que Eric Bana se dividia entre o poker e Drew Barrymore, o pior desempenho de sua carreira. O telefilme “Grande Demais Para Quebrar” (2011), sobre a depressão financeira de 2008, rebateu a maré baixa com nada menos que 11 indicações ao Emmy. Infelizmente, as ondas foram altas demais em “Tudo por um Sonho” (2012), sua volta ao cinema. Ele não conseguiu completar o filme, que tinha Gerard Butler como surfista, após sofrer um colapso no set. Michael Apted foi chamado às pressas para finalizar o longa e Hanson nunca mais voltou a filmar. O Alzheimer tomou conta e, embora o estúdio não comentasse qual doença tinha levado o diretor ao hospital, aquele foi o fim da sua carreira.
Sharon Stone revela que vai participar de um filme de super-herói da Marvel
A atriz Sharon Stone revelou, em entrevista ao apresentador James Corden neste fim de semana, que participará de um filme do universo cinematográfico da Marvel, mas não quis revelar qual. “Eu vou participar de um filme da Marvel”, disse a atriz, ao aparecer no programa junto com o ator Sebastian Stan, o Bucky Barnes/Soldado Invernal de “Capitão América: Guerra Civil”. Sem dar mais detalhes, alegando termos de confidencialidade do contrato, ela ressaltou, no entanto, que seria uma pequena participação. Porém, como a atriz usou o termo “wee” (pequenina) para se referir ao papel, já surgem especulações de que o uso da palavra seria, na verdade, uma referência bem discreta ao filme “Homem-Formiga e a Vespa”, sobre personagens que diminuem de tamanho. O mais divertido é que Sharon Stone poderia, então, interpretar Janet van Dyne, a Vespa original e esposa do Dr. Hank Pym nos quadrinhos. Vale lembrar que Pym é interpretado por Michael Douglas, que protagonizou cenas quentes com a atriz no suspense “Instinto Selvagem”, de 1992. Será que teremos esse reencontro nos cinemas?
Clássico sci-fi Starman, de John Carpenter, vai ganhar remake do diretor de Uma Noite no Museu
A sci-fi clássica “Starman – O Homem das Estrelas” (1984), de John Carpenter, vai ganhar um remake com direção de Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Espécie de “ET – O Extraterrestre” (1982) para adultos, o filme contava a história de um alienígena (Jeff Bridges) que cai na Terra e, para se esconder entre os humanos, assume a forma do marido falecido de uma mulher (Karen Allen), forçando-a a ajudá-lo a se reencontrar com sua espécie. Mas, durante a viagem até o ponto de encontro, os dois se apaixonam. Enquanto isso, o governo realiza uma caçada para capturar o “ET” adulto, vivo ou morto. Além de dirigir, Levy vai produzir a refilmagem ao lado do produtor original dos anos 1980, o ator Michael Douglas (“Homem-Formiga”). O roteiro da adaptação está a cargo de Arash Amel (“Grace de Mônaco”). A produção marcará o quinto remake oficial da filmografia de John Carpenter, após “Assalto à 13ª Delegacia” (2005), “A Névoa” (2005), “Halloween – O Ínicio” (2007) e “A Coisa” (2011). Também há planos para uma refilmagem de “Os Aventureiros do Bairro Proibido” (1986), que seria estrelada por Dwayne Johnson. E, para completar, recentemente o cineasta venceu uma ação de plágio contra “Sequestro no Espaço” (2012), que seria cópia de seu filme “Fuga de Nova York” (1981). Apesar de alimentar até hoje a indústria cinematográfica, para tristeza de seus fãs Carpenter não filma desde “Aterrorizada” (2010). Ainda não há previsão para as filmagens ou estreia do novo remake.








