Coringa atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Coringa” se tornou o primeiro filme com classificação “R” nos EUA a tingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. Segundo a Warner Bros., os números de bilheteria desta sexta-feira (15/11) foram os responsáveis por empurrar o filme estrelado por Joaquin Phoenix para além da barreira do US$ 1 bilhão. Com um orçamento relativamente baixo para o gênero de super-heróis (entre US$ 55 e 70 milhões), o longa dirigido por Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”) também é considerado um dos filmes mais lucrativos de todos os tempos, superando neste quesito até o recordista histórico “Vingadores: Ultimato”, que teria rendido lucro menor pelo investimento gigantesco em sua produção. Mas o recorde mundial de maior bilheteria com classificação etária “R” (para maiores nos Estados Unidos) é discutível, uma vez que a classificação “para maiores” não se sustenta em muitos países. Na França, por exemplo, “Coringa” foi exibido para maiores de 12 anos. No Brasil, para maiores de 16 anos. O longa é para maiores apenas nos Estados Unidos e em poucos países mais – nem o Canadá adotou essa classificação. E foi justamente a falta de censura mais elevada que ajudou o filme a virar sucesso internacional. Não por acaso, a maior parte de sua fortuna vem do exterior, onde adolescentes puderam assisti-lo sem restrições. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics também tem feito História com uma trajetória premiada, especialmente ao vencer o Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza. A Warner agora pretende investir em campanha para emplacar “Coringa” na disputa do Oscar 2020.
Netflix anuncia início da produção de nova série do criador de La Casa de Papel
A Netflix anunciou a produção de uma nova série de Álex Pina, criador de “La Casa de Papel”. Intitulada “Sky Rojo”, a trama vai acompanhar três prostitutas em fuga após atacarem seu cafetão. Segundo a sinopse, elas fogem após deixarem o cafetão gravemente ferido e confinado a uma cadeira de rodas. “Uma brasileira, uma colombiana e uma espanhola fazem uma viagem sabendo que têm grandes chances de morrer. Tendo cometido vários crimes graves, sem poder pedir ajuda à polícia e com a máfia em seu encalço, elas têm apenas duas opções: fugir até que sejam pegas ou revidarem antes”, descreve o texto oficial. “Sky Rojo” faz parte de um contrato para produção de novas séries na Netflix, que Álex Pina assinou no ano passado. Ela foi concebida por Pina em parceria com Esther Martínez Lobato, roteirista de “La Casa de Papel”. Os dois também criaram juntos “O Píer” e “Vis a Vis”. O elenco destaca a espanhola Verónica Sánchez (“O Píer”), a cubana Yany Prado (“A Dupla Vida de Estela Carrillo”) e a atriz e cantora argentina Lali Espósito (“Floricienta”) como as três protagonistas, e ainda inclui Asier Etxeandia (“Dor e Glória”), Miguel Ángel Silvestre (“Sense8”) e Enric Auquer (“Barcelona Christmas Night”). As gravações vão começar na segunda-feira (18/11) em Madri, na Espanha, e compreenderão 16 episódios divididos em duas partes, que a Netflix deve apresentar como sendo duas temporadas distintas – na prática, porém, serão gravados como uma temporada inteira. A previsão de estreia é para 2020, em dia não revelado. El año que viene pintamos el cielo de rojo. La nueva serie de Álex Pina, el creador de 'La Casa de Papel', se llama 'Sky Rojo' y está protagonizada por Verónica Sánchez, Miguel Ángel Silvestre, Asier Etxeandia, Lali Espósito, Yany Prado y Enric Auquer. pic.twitter.com/una7cJ2xs6 — Netflix España (@NetflixES) November 14, 2019
Disney bate recorde de valorização na bolsa americana
As ações da Walt Disney Company tiveram um grande salto nesta quarta-feira (13/11) nos Estados Unidos, dia seguinte ao lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A empresa de entretenimento teve aumento de valorização em 6% nas últimas 24 horas, atingindo sua maior cotação na bolsa em todos os tempos. O entusiasmo dos investidores de Wall Street se deve ao sucesso do Disney+ (Disney Plus), que superou expectativas ao atrair 10 milhões de assinaturas em suas primeiras 24 horas, apenas nos Estados Unidos e Canadá. Além disso, as falhas iniciais do serviço, atribuídos à uma procura muito maior que a esperada, diminuíram consideravelmente ao longo do dia da inauguração. Enquanto isso, a Netflix caiu 3% em seu valor para negociações na bolsa.
Netflix fecha contratado para exibir os desenhos da Nickelodeon em streaming
A Netflix fechou contrato com a Nickelodeon para o licenciamento das séries animadas da emissora. Por parte da plataforma, a ideia é suprir as ausências causadas pelo fim dos contratos com Disney e Warner. Já o interesse da Viacom-CBS, proprietária do canal pago infantil, é explorar o mercado abandonado pelas empresas que estão investindo em suas próprias plataformas de streaming. Além das atrações conhecidas do canal, que vão chegar na Netflix, também serão desenvolvidas animações originais e novas séries baseadas nos personagens da Nick. “The Loud House” e “Rise of the Teenage Mutant Ninja Turtles”, série sobre as Tartarugas Ninjas adolescentes, são algumas das atrações que ganharão novas versões para o serviço de streaming.
CADE vai rever compra da Fox pela Disney no Brasil
O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) vai revisar a compra da 21st Century Fox pela Disney. O órgão foi uma das últimas entidades governamentais no mundo a aprovar a transação. O motivo da demora foi a preocupação de concentração no ramo dos canais esportivos, já que a Disney passou a ser dona tanto do ESPN quanto do Fox Sports, tendo apenas o SporTV como concorrente. Entidade equivalente do México também levantou problema similar no país. A solução encontrada em fevereiro de 2019 foi a venda da emissora pertencente à Fox, tanto no Brasil quanto no México. No entanto, a venda ainda não foi concretizada no Brasil até o momento. “A venda do canal Fox Sports foi uma das medidas negociadas entre o Cade e as empresas em um Acordo em Controle de Concentrações (ACC) para afastar preocupações concorrenciais advindas da operação. O objetivo era permitir que a estrutura do mercado permanecesse com a mesma pressão competitiva anterior à fusão, com a continuidade de três opções de canais de esportes para os consumidores no Brasil: SporTV (da GloboSat), ESPN e mais uma nova empresa com os ativos da Fox Sports.” Ainda não há detalhes a respeito das implicações da revisão, mas isso pode explicar porque a Disney optou por lançar o Disney+ (Disney Plus) por último na América Latina, um ano após sua estreia nos EUA e Canadá, que aconteceu na terça (12/11). Por problemas parecidos, a WarnerMedia também anunciou não ter planos para lançar a HBO Max no Brasil. A compra da antiga Time-Warner pela AT&T não foi aprovada pela Anatel, em função das restrições à propriedade cruzada no país. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As leis brasileiras impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Assim, em comunicado sobre sua expansão, a WarnerMedia explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”.
Disney+ (Disney Plus) supera expectativas e registra 10 milhões de assinantes em 24 horas
A Walt Disney Company anunciou que a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) atingiu 10 milhões de assinaturas no dia do lançamento. A procura foi tão intensa que chegou a criar instabilidade no serviço, já que não havia previsão para tamanho sucesso. Ao apresentar o projeto, o CEO da Disney, Bob Iger, revelou que os planos da empresa era atingir 60 milhões de assinantes nos primeiros cinco anos de atividade. Mas este número era mundial. Em 24 horas, 17% da meta foi atingida, com lançamento apenas nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda) na terça-feira (12/11). Diante desse desempenho a estimativa do mercado é que a Disney+ (Disney Plus) atingirá 100 milhões de assinantes em cinco anos. Na próxima semana (17/11), a Disney+ (Disney Plus) será lançada na Austrália e Nova Zelândia, chegando em 31 de março aos mercados da Europa ocidental, incluindo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países da região. Mas os planos para a América Latina sugerem uma estreia apenas no final de 2020. De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto do serviço, um ano após seu lançamento original. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox. A expectativa dos fãs brasileiros é tanta que rendeu até mesmo um movimento nas redes sociais chamado “#BrazilWantsDisneyPlus” (Brasil Quer Disney Plus), chegando até os trending topics do Twitter.
Doutor Sono dá vexame com estreia em 5º lugar no Brasil
O fracasso de “Doutor Sono” se estendeu ao Brasil. A adaptação de Stephen King estreou em 5º lugar entre os filmes mais assistidos de quinta a domingo (10/11) no país, segundo levantamento da auditoria Comscore. A sequência de “O Iluminado” (1980) ficou atrás de “Malévola: Dona do Mal”, “Coringa”, “A Família Adams” e “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Com o excesso de blockbusters em cartaz, o filme foi exibido em apenas 191 salas. Com isso, levou 128 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 2,3 milhões. Nos EUA, a estreia foi a segunda maior bilheteria do fim de semana, mas teve uma arrecadação muito abaixo do esperado. Teorias para o fracasso incluem desde a saturação de adaptações de Stephen King – “Doutor Sono” é a terceira de 2019, sem contar as séries – , o título muito ruim e o fato de remeter a um filme com 39 anos, que a maioria dos frequentadores de cinema não lembra ou nem assistiu. Enquanto isso, “Malévola: Dona do Mal”, exibido há quatro semanas, foi o filme mais visto no Brasil no fim de semana. Em cartaz em mais salas que a concorrência – 411 ao todo – , o filme da Disney teve 410 mil espectadores e faturou R$ 7,1 milhões em ingressos vendidos. Desde a estreia, o longa já foi visto por 4,1 milhões de pessoas e rendeu R$ 66,8 milhões. “Coringa” ficou com o 2º lugar, com exibição em 334 salas, público de 279 mil pessoas e R$ 5,2 milhões em ingressos vendidos. Desde a estreia, há seis semanas, o longa acumula 9 milhões de espectadores e R$ 144 milhões em bilheteria. “A Família Adams” completa o Top 3. Exibido em 343 salas, o longa teve público de 279,2 mil pessoas e vendeu R$ 4,6 milhões em ingressos. Em duas semanas, acumula 784 mil espectadores e R$ 12,6 milhões em bilheteria. Vale reparar o óbvio nesses números: os filmes com maior distribuição arrecadam mais. Teorias à parte, esta é a principal explicação para o fraco desempenho de “Doutor Sono” no Brasil. Confira abaixo a lista dos 10 filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil SEGUNDA 11/NOV:1. Malévola-Dona do Mal2. Coringa3. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio4. A Familia Adams5. Doutor Sono6. Parasita7. Zumbilândia Atire Duas Vezes8. A Odisseia dos Tontos8. Cadê você, Bernadette?9. Downtown Abbey — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 12, 2019
Lançamento da Disney+ (Disney Plus) “quebra a internet” e lidera tópicos mundiais do Twitter
A Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), plataforma de streaming da Disney, foi lançada nas primeiras horas desta terça (12/11) nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda) e virou o assunto mais comentado do dia nas redes sociais. A estreia alcançou o 1º lugar dos trending topics do Twitter no mundo. Com uma série do universo “Star Wars” (“The Mandalorian”), outra de “High School Musical”, uma nova adaptação live-action de seus clássicos (“A Dama e o Vagabundo”), uma comédia natalina inédita com Anna Kendrick (“Noelle”) e todo o arquivo do império Disney, a plataforma recebeu vários elogios dos usuários. Mas também houve reclamações sobre os problemas técnicos que acompanharam sua inauguração. Várias capturas de tela publicadas nas redes sociais mostraram a mensagem “Impossível se conectar à Disney+ (Disney Plus)”, acompanhada de uma imagem do filme de animação “Detona Ralph” e de um convite para tentar a conexão novamente. Veja abaixo. Em comunicado, a Disney transformou as causas do problema num elogio para si mesma. “A demanda dos consumidores pela Disney+ (Disney Plus) superou nossas altas expectativas. Estamos felizes com essa reação incrível e trabalhando para resolver rapidamente o problema”, comunicou a empresa à imprensa. De acordo com o site Downdetector, que permite aos usuários apontar erros em aplicativos e sites, cerca de 8 mil bugs foram relatados na Disney+ (Disney Plus) por volta das 11h (horário de Brasília), dos quais 72% foram relativos à transmissão de vídeos. O serviço iniciou com mais assinaturas que o esperado devido ao preço baixo, de US$ 6,99 por mês, valor inferior à assinatura de US$ 9 do pacote mais barato de seu principal concorrente, a Netflix. Mas a Disney não revelou números oficiais de sua base inaugural de consumidores. Infelizmente, a plataforma ainda vai demorar a chegar ao Brasil. Na próxima semana (17/11), a Disney+ (Disney Plus) será lançada na Austrália e Nova Zelândia, chegando em 31 de março aos mercados da Europa ocidental, incluindo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países da região. Mas os planos para a América Latina sugerem uma estreia apenas no final de 2020. De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto do serviço, um ano após seu lançamento original. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox.
Midway surpreende com estreia à frente de Doutor Sono na América do Norte
“Midway – Uma Batalha em Alto Mar” surpreendeu o mercado, ao abrir em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá com uma bilheteria de US$ 17,5 milhões. Mas os valores baixos da arredação indicam mais um problema de desempenho de “Doutor Sono”, terror que continua “O Iluminado” (1980) e entrou em cartaz cercado de expectativas. Imaginava-se uma vitória tranquila da mais nova adaptação de Stephen King. Entretanto, fez apenas US$ 14,1 milhões, em 2º lugar. Dirigido por Roland Emmerich, “Midway” recria a maior batalha natal da 2ª Guerra Mundial, que já tinha rendido um blockbuster em 1976 e foi considerado um longa à moda antiga (antiquado, em outras palavras), com aprovação de apenas 44% pela crítica cotada pelo site Rotten Tomatoes. Entretanto, o elenco com atores famosos e jovens populares – o cantor Nick Jonas, entre eles – , somada à expectativa de cenas de ação do diretor de “Independence Day” (1996), ajudou-o a vender mais ingressos que o estimado. “Doutor Sono” foi lançado em 500 salas a mais, o que só deve aumentar a incredibilidade da Warner, que imaginava repetir o fenômeno de “It – A Coisa”. Afinal, a produção agradou a crítica, com 74% de aprovação, e também conta com atores conhecidos – Ewan McGregor e Rebecca Ferguson. No entanto, os espectadores ficaram mais entusiasmados com “Midway”, e não apenas na bilheteria, conforme atesta a nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público, enquanto o terror atingiu um B+. Mesmo com a vitória, “Midway” não pode comemorar. US$ 17,5 milhões não é bilheteria de abertura digna para uma superprodução que custou mais de US$ 100 milhões. A Lionsgate não está em posição financeira confortável para somar um novo prejuízo em suas contas. A aposta, agora, é transformar a atenção gerada pela conquista norte-americana em atrativo para o mercado internacional. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima semana, em 20 de novembro. O fim de semana ainda trouxe mais dois lançamentos aos cinemas da América do Norte. A trama infantil de “Brincando com Fogo”, estrelada por John Cena, e a comédia romântica natalina “Uma Segunda Chance para Amar”, com Emilia Clarke, abriram em 3º e 4º lugares, respectivamente. Ambos tiraram notas baixas junto à crítica e parecem produções típicas da Netflix. “Uma Segunda Chance para Amar” chega aos cinemas brasileiros em 28 de novembro, enquanto “Brincando com Fogo” tem previsão de estreia apenas para janeiro de 2020. O Top 5 se completa com “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, que caiu do 1º para o 5º lugar em apenas uma semana. Fracasso nos EUA, onde ainda se arrasta para atingir US$ 50 milhões, a continuação de ficção científica está com praticamente US$ 200 milhões mundiais. Enquanto isso, “Coringa” continua em campanha para ingressar no clube dos bilionários. Se repetir a arrecadação deste fim de semana, a carteirinha de membro exclusivo será emitida já no próximo domingo (17/11). Ao todo, a adaptação dos quadrinhos atingiu com US$ 984,7 milhões mundiais neste fim de semana. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 17,5M Total EUA e Canadá: US$ 17,5M Total Mundo: US$ 17,5M 2. Doutor Sono Fim de semana: US$ 14,1M Total EUA e Canadá: US$ 14,1M Total Mundo: US$ 19,7M 3. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 12,8M Total EUA e Canadá: US$12,8M Total Mundo: US$ 15,3M 4. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 11,6M Total Mundo: US$ 14,7M 5. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio Fim de semana: US$ 10,8M Total EUA e Canadá: US$ 48,4M Total Mundo: US$ 199,3M 6. Coringa Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 313,4M Total Mundo: US$ 984,7M 7. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 97,3M Total Mundo: US$ 430,3M 8. Harriet Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 23,4M Total Mundo: US$ 23,4M 9. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 66,6M Total Mundo: US$ 101,9M 10. Família Addams Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 91,4M Total Mundo: US$ 154,8M
Coringa vira a adaptação de quadrinhos mais lucrativa de Hollywood
De acordo com as contas da revista Forbes, “Coringa” se tornou o filme de quadrinhos mais lucrativo de Hollywood. O longa dirigido por Todd Phillips superou a arrecadação mundial de US$ 950 milhões nesta sexta (8/11), o que representa mais de 15 vezes o seu orçamento de US$ 62,5 milhões. Mas o mais curioso é que “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria em todos os tempos, nem entra no Top 5 de lucratividade apresentado pela publicação. Antes de “Coringa”, a adaptação que mais deu retorno financeiro tinha sido “O Máskara”, que arrecadou US$ 351 milhões com um orçamento de US$ 26 milhões. Ainda segundo a Forbes, o Top 5 do gênero se completa com “Venom” (faturou US$ 854 milhões com um orçamento de US$ 90 milhões), “Batman” (US$ 411 milhões com um orçamento de US$ 35 milhões) e “Deadpool” (US$ 783 milhões com um orçamento de US$ 58 milhões). Este ranking, entretanto, não considera as despesas de marketing e divulgação, nem as variações de impostos e taxas sobre os filmes em diferentes países – na China, por exemplo, o retorno para Hollywood é de apenas 25% da arrecadação. O que torna o termo “lucrativo” impreciso. De todo modo, a Forbes prevê que “Coringa” ultrapassará US$ 1 bilhão nas bilheterias. Quando isso acontecer, a produção da Warner irá bater um recorde mais mensurável, tornando-se o filme mais barato a atingir a marca – até o momento, “Jurassic Park” tem essa honra, por ter custado US$ 63 milhões.
Disney+ (Disney Plus) já tem data para chegar ao Brasil
A Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), plataforma de streaming da Disney, já tem previsão para chegar ao Brasil. O serviço deve começar a funcionar para assinantes brasileiros em novembro de 2020, com um ano de atraso em relação ao lançamento norte-americano, marcado para a próxima terça-feira (12/11), e um ano depois da Apple TV+, disponibilizada no país na sexta-feira passada (1/11). De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto da plataforma, um ano após seu lançamento original. O Disney+ (Disney Plus) vai oferecer em seu catálogo as produções da própria Disney e de suas novas marcas, como Marvel Studios, LucasFilm, Pixar e National Geographic, além de algumas atrações da Fox, como “Os Simpsons” e “Avatar”. Em agosto, a empresa informou que o plano de lançamento da plataforma na América Latina incluía o lançamento de séries exclusivas produzidas nos países da região. Isto é, a Disney iria investir em produção de séries brasileiras, argentinas, etc. Kevin Mayer, executivo da Disney responsável pelos serviços de streaming, afirmou que isso se deve também à existência de países que têm cotas para filmes e séries nacionais. “Há mercados em que é obrigatório ter conteúdo local, então vamos cumprir essa exigência”, disse ele. “Nossa expertise é fazer conteúdo com um apelo global”, completou. Com esse objetivo, a Disney contratou em junho Matt Brodlie, que ocupava o cargo de diretor de filmes originais da Netflix. No Disney+ (Disney Plus), ele será vice-presidente de conteúdo internacional, supervisionando a aquisição e a criação de produções fora dos Estados Unidos. Outro detalhe é que a Disney+ (Disney Plus) não vai seguir o “modelo Netflix” ao lançar suas séries. Em vez de disponibilizar todos os episódios de uma temporada de uma vez, como nas maratonas da Netflix, o novo serviço vai soltar os capítulos semanalmente, como nos canais de televisão. O modelo semanal já é adotado pela Hulu para algumas séries, como “The Handmaid’s Tale” nos EUA. A Disney se tornou acionista majoritária da Hulu ao comprar a Fox. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox.
Novo Exterminador do Futuro perde para Malévola e Coringa em sua estreia no Brasil
“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” repetiu no Brasil o clima de decepção que cerca seu lançamento mundial. A estreia do longa rendeu apenas o 3º lugar no ranking, com R$ 6,7 milhões em ingressos vendidos e público de 373 mil pessoas no fim de semana, segundo levantamento da consultoria Comscore. O desempenho foi pior que filmes que já estão há tempos em cartaz. “Malévola — Dona do Mal” manteve a liderança nas bilheterias nacionais, com público de 517 mil pessoas e faturamento de R$ 9 milhões em ingressos. Após três fins de semana, o conto de fadas sombrio arrecadou R$ 56 milhões e foi visto por 3,4 milhões de brasileiros. “Coringa” foi o segundo filme mais assistido do fim de semana, com 405 mil espectadores e arrecadação de R$ 7,4 milhões. Em cinco semanas no circuito nacional, o longa acumula bilheteria de R$ 136,2 milhões e público de 8,5 milhões de espectadores. Única estreia brasileira a emplacar no Top 10, a comédia “Maria do Caritó” abriu em 8º lugar entre os mais assistidos entre quinta e domingo (3/11). O filme com Lilia Cabral foi exibido em 83 salas, visto por 17 mil pessoas e rendeu R$ 298 mil. Confira abaixo a lista dos dez filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 30/10 a 3/11:1. Malévola – Dona do Mal2. Coringa 3. Exterminador do Futuro4. A Familia Adams5. Zumbilandia – Atire Duas Vezes6. A Odisseia dos Tontos7. Downtown Abbey – O Filme8. Maria do Caritó9. Projeto Gemini10. Angry Birds 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 4, 2019
Novo Exterminador do Futuro pode dar prejuízo de US$ 130 milhões
Com título profético, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” deve representar o final da franquia nos cinemas. O lançamento deste fim de semana conseguiu ficar em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas a arrecadação de US$ 29 milhões foi muito abaixo do esperado. Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões para a a Skydance Media, Paramount Pictures e 20th Century Fox – cada um desses estúdios bancou 30% do orçamento. Além deles, a empresa chinesa Tencent cobriu 10% da produção, orçada em US$ 185 milhões sem incluir P&A (custos de cópias e publicidade). O desempenho internacional é que impede um desastre maior – acima de US$ 200 milhões de prejuízo, o que seria um recorde indesejável. Mas o fracasso é realmente global. Como medida de comparação, o lançamento na China foi similar ao americano, abaixo das expectativas, e ainda assim foi a maior abertura no exterior – US$ 28 milhões. O total do filme em todo o mundo está em US$ 123,6 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger. Sem aliviar, o filme ainda dividiu opiniões entre a crítica. Conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 55% entre os críticos top (da grande imprensa). Falando candidamente sobre os bastidores da produção, Cameron confessou ter entrado em brigas ferozes com o diretor Tim Miller sobre a edição do filme. “O sangue ainda está escorrendo das paredes”, admitiu o produtor e roteirista do novo/último “Exterminador do Futuro”, em tom quase de brincadeira.












