“Viúva Negra” quebra recordes e faz História como primeiro blockbuster do streaming
“Viúva Negra” entrou para a História do mercado cinematográfico neste domingo (11/7). Para começar, o filme quebrou todos os recordes da pandemia com uma bilheteria de US$ 80,3 milhões em seu primeiro fim de semana nos cinemas dos EUA. Trata-se da estreia cinematográfica mais bem-sucedida da América do Norte desde “Star Wars: A Ascenção de Skywalker” em dezembro de 2019 – três meses antes da crise sanitária. Mas não foi só isso. A Disney surpreendeu o mercado ao abrir a caixa preta de sua plataforma online e anunciar que “Viúva Negra” contabilizou mais US$ 60 milhões no Disney+ Premier Access – o valor seria mundial – , tornando-se o primeiro blockbuster do streaming. A iniciativa de anunciar os rendimentos de VOD não tem precedentes e pode prenunciar uma nova prática, capaz de redefinir a forma como o mercado contabiliza “bilheterias”. A TV americana já anuncia, há anos, o desempenho de seus conteúdos em “outras plataformas” para revelar o verdadeiro alcance de seus sucessos. “Viúva Negra” ainda faturou mais US$ 79 milhões no mercado internacional, apesar de não ter sido lançada na China – que só tem filmes patrióticos em cartaz para celebrar os 100 anos do Partido Comunista do país. Assim, são US$ 149 milhões de arrecadação mundial exclusiva dos cinemas. Mas, incluindo o streaming, a conta já está em US$ 219 milhões. São números impressionantes, que respaldam a iniciativa da Disney de lançar o filme simultaneamente nos cinemas e na Disney+. “O forte desempenho da ‘Viúva Negra’ neste fim de semana confirma nossa estratégia de distribuição flexível, de disponibilizar filmes de franquia nos cinemas para uma verdadeira experiência cinematográfica e, como as preocupações da covid globalmente, oferecendo opções aos consumidores que prefiram assistir em casa no Disney Plus”, ponderou o presidente de distribuição de mídia e entretenimento da Disney, Kareem Daniel, em comunicado.
Criadora de “Lovecraft Country” assina contrato com Apple TV+
Uma semana depois de a HBO anunciar que não faria uma 2ª temporada de “Lovecraft Country”, a criadora da série, Misha Green, abandonou o canal da Warner em troca de um contrato milionário com a Apple. Ela fechou um acordo global para desenvolver séries e filmes para a plataforma Apple TV+. É o primeiro acordo do gênero da carreira da produtora, que também criou a aclamada série “Underground”, sobre escravos foragidos. Mas os primeiros projetos devem demorar a sair do papel, porque ela está com a agenda cheia. Entre seus diversos trabalhos em andamento estão a continuação de “Tomb Raider”, que ela vai escrever e dirigir, o remake do clássico de blaxploitation “Cleopatra Jones” e um filme de ação chamado “Fuel”, em que voltará a se juntar com Jurnee Smollett (estrela de “Lovecraft Contry”).
“Viúva Negra” tem maior estreia da pandemia nos EUA
“Viúva Negra” teve a maior de estreia de cinema dos EUA desde o começo da pandemia em março passado. Em seu primeiro dia de exibição, na sexta-feira (9/7), o filme arrecadou US$ 39,5 milhões, ultrapassando com folga as marcas de “Velozes e Furiosos 9” (US$ 29,8 milhões) e “Um Lugar Silencioso 2” (US$ 19,3 milhões). O começo foi tão forte que superou até mesmo o desempenho da grande maioria dos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) antes da pandemia, como “Thor” (US$ 25 milhões), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 31,8 milhões), “O Incrível Hulk” (US$ 21,4 milhões), “Capitão América: O Primeiro Vingador” (US$ 25,7 milhões), “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 36,9 milhões), “Homem de Ferro” (US$ 35,2 milhões), “Homem-Formiga” (US$ 22,6 milhões), “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 33,7 milhões), “Doutor Estranho” (US$ 32,5 milhões), “Guardiões da Galáxia” (US$ 37,8 milhões) e até o recente “Homem-Aranha: Longe de Casa” (US$ 39,2 milhões). Por sinal, bateu até mesmo a estreia de “Mulher-Maravilha” (US$ 38,2 milhões) da rival DC Comics – sem contar a continuação lançada durante o pico da covid-19 (US$ 7,4 milhões). Os números são ainda mais impressionantes porque, ao contrário dos filmes citados acima, “Viúva Negra” foi lançado simultaneamente nos cinemas e em streaming, disponibilizada pela plataforma Disney+ por uma taxa adicional. Além disso, nem todas as salas de exibição estão abertas nos EUA, e as que estão funcionando ainda sofrem restrições de lotação devido à covid-19. Os resultados indicam que o público estava sentido falta de filmes de super-heróis da Marvel nos cinemas. O último lançamento do estúdio antes de “Viúva Negra” já tinha dois anos (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). Além disso, os fãs pediam um longa solo da personagem de Scarlett Johansson desde a época do primeiro “Os Vingadores” de 2012. E o fato de abrir com arrecadação recorde em plena pandemia demonstra como a demora em produzir “Viúva Negra” foi o maior erro estratégico do Marvel Studios até o momento, levando-o a entrar em cartaz “postumamente” – após a morte da heroína em “Vingadores: Ultimato”. As projeções para domingo (11/7) indicam que “Viúva Negra” vai bater mais um recorde: maior bilheteria de fim de semana da pandemia com uma arrecadação entre US$ 80 e 90 milhões. A expectativa para o mercado internacional é que o longa chegue, de cara, a US$ 150 milhões de arrecadação mundial. E isto sem a China, maior polo consumidor do cinema atual, que bloqueou estreias estrangeiras durante o mês de julho para promover apenas filmes patrióticos em comemoração ao centenário do Partido Comunista no país. Os resultados devem pressionar Kevin Feige, o chefão da Marvel, a produzir uma continuação. Os fãs, claro, vão querer que Johansson faça parte deste projeto. Mas seja qual for a decisão, Feige deve manter segredo – como de praxe – sobre os próximos passos da franquia.
“Viúva Negra” estreia em 75% dos cinemas do Brasil
“Viúva Negra” é a grande estreia dos cinemas neste fim de semana, ocupando 1,4 mil salas – ou cerca de 75% do parque exibidor atualmente em funcionamento no país. O circuito claramente aposta nos fãs da Marvel para retomar as lotações esgotadas. Só que vai enfrentar a concorrência direta do próprio filme em streaming. A produção está sendo disponibilizada na plataforma Disney+ a partir de sexta-feira (9/7) por um preço extra. Quanto a mais? A bagatela de R$ 69,90, além da assinatura mensal do serviço. O valor elevado, inclusive, tende a fazer muitos darem preferência à sessão de cinema, apesar da pandemia. O filme tem recebido críticas entusiasmadas e está com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. É considerado mais um acerto do Marvel Studios e confirmação da grande capacidade de Kevin Feige, o chefão do estúdio, para encontrar cineastas independentes capazes de surpreender ao trabalhar com blockbusters. Dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), a trama é um flashback passado entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”, e acompanha Natasha (Scarlett Johansson) após fugir dos EUA por ter ajudado o Capitão América. Além de cenas intensas de ação, o filme ainda transforma Yelena Belova, a personagem de Florence Pugh (“Midsommar”), em nova favorita dos fãs. À margem das grande redes, a programação exibe mais seis filmes. Os destaques são o premiado drama europeu “O Charlatão”, da renomada cineasta polonesa Agnieszka Holland (“Filhos da Guerra”), sobre a história verídica de um curandeiro gay em conflito com o regime soviético, o romance português “Pedro e Inês”, que atravessa séculos e vai da era medieval ao futuro, e um documentário brasileiro sobre o falecido ator Flávio Migliaccio. Confira abaixo os trailers de todas as estreias. Viúva Negra | EUA | Aventura O Charlatão | República Tcheca, Polônia | Drama Pedro e Inês | Portugal | Romance Knives and Skin | EUA | Drama Chico Ventana Também Queria Ter um Submarino | Uruguai | Fantasia Hava, Maryam, Ayesha | Afeganistão | Drama Migliaccio – O Brasileiro em Cena | Brasil | Documentário
Criador do “Arrowverso” assina contrato com a Netflix
Greg Berlanti, criador do “Arrowverso” e produtor com mais séries no ar simultaneamente em todos os tempos, fechou um contrato de exclusividade com a Netflix, centrado na divisão de filmes de sua produtora. Berlanti e sua sócia Sarah Schechter vão desenvolver novos longas com exclusividade para a plataforma de streaming. O acordo não afeta os negócios do produtor com a Warner Bros. Television, avaliados em mais de US$ 400 milhões, mas mostra que a Netflix quer Berlanti em seus quadros. Seu contrato televisivo com a Warner se encerra em dois anos e meio. Ele tem atualmente 14 séries em exibição simultânea nos EUA. O produtor começou a carreira como roteirista de “Dawson’s Creek” em 1999 e fez sua estreia como diretor de cinema no ano seguinte, com “O Clube dos Corações Partidos”. Recentemente, ele voltou ao cinema como diretor de “Com Amor, Simon” (2018), que acabou virando uma série da plataforma Hulu. Após se consolidar como produtor de séries, Berlanti promoveu sua ex-funcionária Sarah Schechter a sócia, aproveitando a experiência cinematográfica prévia dela na Warner Bros., para passar a priorizar novos projetos de filmes. A iniciativa se provou muito bem-sucedida. A produtora Berlanti-Schechter acrescentou rapidamente um portfolio impressionante de projetos, incluindo a comédia “Free Guy – Assumindo o Controle”, como Ryan Reynolds, e o drama “My Policeman”, com Harry Styles, já filmados. A lista inclui ainda mais de uma dezena de produções em andamento para a HBO Max, Fox, New Line, Warner Bros., Focus, Amazon, Netflix, Skydance e Village Roadshow. “Adoramos contar histórias e, nos últimos anos, passamos momentos incríveis contando-as com a equipe televisiva da Netflix e não poderíamos estar mais animados por ter a chance de começar nosso relacionamento com Scott Stuber e sua equipe da divisão de filmes”, disseram Berlanti e Schechter em comunicado. “Mal podemos esperar para arregaçar as mangas e começar a trabalhar criando uma ampla gama de histórias emocionantes, divertidas e impactantes para o grande público global da Netflix”, completaram.
Quentin Tarantino compra cinema centenário de Los Angeles
O diretor Quentin Tarantino comprou um cinema de quase 100 anos em Los Angeles. Ele revelou nesta segunda (5/7), durante participação no podcast “Armchair Expert”, que comprou o histórico Vista Theatre na Sunset Drive e pretende reabrir a sala de tela única ainda neste ano. “Comprei o Vista na Sunset”, anunciou Tarantino com orgulho no podcast, sem entrar em detalhes do negócio. “Provavelmente vamos abri-lo na época do Natal”. O Vista Theatre foi inaugurado em 9 de outubro de 1923, com capacidade para 400 pessoas, e fechado em março do ano passado, no começo da pandemia de covid-19. Ele não chegou a reabrir como os demais cinemas de Los Angeles, exibindo atualmente em sua marquise apenas a mensagem “To be Continued” (continua). Tarantino já tem um cinema na cidade. Ele é dono do New Beverly desde 2007, onde exibe exclusivamente filmes de 35 mm e 16 mm, a maioria de sua própria coleção pessoal. Este cinema reabriu em meados de junho e tem esgotado todos os ingressos desde que passou a receber o público de volta. Explicando que a decisão de comprar estes cinemas se deve a ligações pessoais, Tarantino surpreendeu ao não fazer uma defesa intransigente do circuito cinematográfico como muitos poderiam imaginar. Ao contrário, disse que alguns dos cinemas que estão falindo em meio a pandemia já vão tarde. “Eu não gosto de ver nenhum cinema fechando, mas alguns desses que se vão, eles merecem mesmo ir”, disse Tarantino no podcast. “Eles já tinham tirado todo o prazer especial dos filmes. São redes de cinema que exibem só filmes comerciais, não apagam as luzes, usam assentos de estádio de m*rda de plástico”, reclamou. “Tem sido uma loucura ao longo da minha carreira ver como a experiência cinematográfica piora para os espectadores a cada cinco anos. No entanto, acho que os cinemas boutique realmente devem prosperar. E não estou falando de pedir nachos e margaritas durante um filme…”, acrescentou, diferenciando entre salas elitistas, que são basicamente restaurantes com filmes, das exibições que respeitam o público e enfatizam os prazeres puramente cinematográficos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael Idov (@michaelidov) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andrew Farmer (@thatsajellyfish)
“Velozes e Furiosos 9” chega a US$ 500 milhões mundiais
“Velozes e Furiosos 9” está prestes a se tornar o primeiro filme americano a atingir US$ 500 milhões de bilheteria mundial desde 2019. Segundo projeções do mercado, a marca será alcançada na segunda-feira (5/7), quando os US$ 491 milhões somados até este domingo receberem os resultados adicionais do feriadão da Independência dos EUA – como o 4 de julho caiu no domingo, o feriado comercial será na segunda. O filme é atualmente o mais visto do mundo em vários países, incluindo na Espanha, onde bateu recorde de arrecadação da pandemia. Nos EUA, faturou mais US$ 24 milhões entre sexta e domingo, ficando à frente de duas estreias do fim de semana, a animação “O Poderoso Chefinho 2 – Negócios da Família” (US$ 17,36 milhões) e “Uma Noite de Crime – A Fronteira” (US$ 15,86 milhões). Os dois filmes só serão lançados em agosto, respectivamente nos dias 12 e 19. Um detalhe curioso desse Top 3 norte-americano é que todos os títulos são produções da Universal Pictures, um feito e tanto para um dos estúdios – junto com a Warner Bros. – que teve melhor desempenho nos cinemas durante a crise sanitária. Vale observar que, apesar da vacinação avançada, 20% das salas de exibição ainda estão fechadas nos EUA. Outra marca mundial importante foi atingida por “Cruella”, da Disney, que ultrapassou os US$ 200 milhões globais em seu sexto fim de semana em cartaz. Do total mundial de US$ 204,4 milhões, US$ 127,8 milhões são provenientes de 43 mercados estrangeiros.
Star+ apresenta fotos de suas primeiras séries brasileiras
A plataforma Star+, serviço de streaming da Disney que chega ao Brasil em agosto, divulgou as fotos de três destaques nacionais de sua programação original. Os programas destacados são minissérie biográfica “O Rei da TV”, sobre Sílvio Santos, a série de terror “Insânia” e a 3ª temporada de “Impuros”. Protagonizada por José Rubens Chachá, “O Rei da TV” narra a vida de Silvio Santos desde a infância, passando por seus dias de camelô nas ruas do Rio de Janeiro, até se tornar um dos principais empresários da televisão brasileira. A produção é da Gullane. “Insânia” acompanha a policial científica Paula (Carol Castro) em uma misteriosa clínica psiquiátrica. Lá, sua mente vagueia por caminhos sombrios e duvidosos, chegando à beira da insanidade, enquanto investiga o verdadeiro motivo de sua hospitalização e desvenda uma conspiração aterrorizante. A produção é da Intro Pictures. “Impuros”, que chega à sua 3ª temporada após ser lançada no antigo canal Fox (hoje Star), é ambientada nos anos 1990 e acompanha a escalada de Evandro do Dendê (Raphael Logam, indicado ao Emmy Internacional pelo papel) ao comando do narcotráfico do Rio. A produção é da Barry Company. Ao todo, a Star+ anunciou a produção de 66 novos programas criados na América Latina, a maioria deles falados em espanhol, que complementarão o conteúdo em inglês da plataforma (produções de estúdios como 20th Century Studios, 20th Television, Searchlight, FX, Touchstone e outras empresas do conglomerado Disney, além dos esportes da ESPN). Veja abaixo as fotos das primeiras séries brasileiras da plataforma. O Rei da TV Insânia Impuros
“Velozes e Furiosos 9” confirma recorde de bilheteria no Brasil
Confirmando projeções internacionais, “Velozes e Furiosos 9” bateu o recorde de bilheteria da pandemia no Brasil. O filme de ação estrelado por Vin Diesel levou 679,7 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 12,5 milhões entre quinta e domingo (27/6). Com isso, os cinemas brasileiros tiveram público total de 821,4 mil espectadores e arrecadação de R$ 15 milhões no final de semana passado, segundo levantamento da Comscore. Trata-se da maior bilheteria desde o começo das restrições causadas pelo avanço do coronavírus no Brasil, em março de 2020. Até então, o final de semana com maior público, o feriadão de Corpus Christi passado, levou 667,2 mil pessoas aos cinemas, menos gente que o público de “Velozes e Furiosos 9” sozinho. Já no ano passado, a maior mobilização da pandemia foi a estreia de “Mulher Maravilha 1984”, entre os dias 17 e 20 de dezembro, que levou 529,8 mil pessoas aos cinemas. “Velozes e Furiosos 9” também bateu o recorde de arrecadação da pandemia nos EUA, com US$ 70 milhões entre sexta e domingo.
Vin Diesel celebra sucesso de “Velozes e Furiosos 9”: “O cinema está de volta!”
Os astros Vin Diesel, Charlize Theron e Jordana Brewster comemoram o sucesso de “Velozes e Furiosos 9”, que bateu o recorde de arrecadação das bilheterias dos EUA durante a pandemia neste fim de semana. Os três se encontraram neste domingo (27/6) num evento beneficente de Theron, dedicado a ajudar jovens africanos, e se pronunciaram sobre o feito para a revista Variety. “Acho que o que melhor do resultado é a ideia de que as pessoas estão retornando à experiência cinematográfica”, Diesel apontou. “É bom dizer: ‘O cinema está de volta!’” O astro elogiou a Universal Pictures por apostar numa estreia exclusiva nos cinemas, enquanto outros estúdios tem feito lançamentos simultâneos em streaming. “Você não pode culpar os outros estúdios por quererem colocar filmes em streaming, mas o pessoal da Universal foi ousado o suficiente para dizer: ‘Ei, vamos apoiar o lançamento exclusivo nos cinemas’”, disse Diesel. “Eu tiro meu chapéu para eles.” Theron, que retorna em “Velozes e Furiosos 9″ após fazer sua estreia na franquia no filme anterior, assumiu-se impressionada com o sucesso da produção. “É incrível. Só de pensar no fato de que eles estão em seu nono filme, isso é bastante impressionante. É um filme perfeito para nos ajudar a voltar aos cinemas”, ponderou. Jordana Brewster ecoou os dois: “É muito bom estar de volta aos cinemas – ponto final!”.
“Velozes e Furiosos 9” atropela recordes da pandemia nos EUA, Brasil e mundo
Depois de quebrar o recorde de melhor dia de estreia da pandemia nos EUA, com US$ 30 milhões na sexta-feira (25/6), “Velozes e Furiosos 9” somou US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana. Com isso, tornou-se o maior lançamento da América do Norte desde dezembro de 2019, época de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e três meses antes da covid-19 afetar os rendimentos cinematográficos. A abertura superou até mesmo a estreia do título anterior da franquia, o spin-off “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, que abriu com US$ 60 milhões em 2019. E deixou na poeira o recorde de faturamento da pandemia, que pertencia a “Um Lugar Silencioso – Parte II” – US$ 48 milhões há um mês atrás. O filme está sendo exibido em 4.179 salas nos EUA e Canadá, o que representa outro recorde: a maior contagem de telas desde março de 2020, quando os cinemas fecharam pela primeira vez. E a lista de feitos prossegue. Graças ao sucesso na América do Norte, a produção da Universal realizou outra façanha. “Velozes e Furiosos 9” virou o segundo lançamento da pandemia a superar US$ 400 milhões de arrecadação mundial, mas em tempo muito mais veloz e furioso que “Godzilla vs. Kong”. Somando tudo, já são US$ 405 milhões em todo o mundo, e a marca de US$ 442 milhões dos monstros gigantes deve ficar pelo caminho nos próximos dias. Foram mais US$ 38 milhões contabilizados no mercado internacional nos últimos três dias, com destaque para as estreias do filme no México (US$ 10.7 milhões) e no Reino Unido (US$ 8,3 milhões), que representaram as melhores bilheterias da pandemia nestes países. O longa estrelado por Vin Diesel também foi lançado no Brasil na quinta-feira, onde o fenômeno se repetiu, com o melhor dia de estreia e a maior arrecadação desde março de 2019, atingindo estimados US$ 2,6 milhões, segundo projeções da Universal. Os números oficiais dos cinemas brasileiros serão divulgados na segunda-feira (28/6). Na América do Norte, o Top 3 se completou com “Um Lugar Silencioso – Parte II” (US$ 6,2 milhões), elevando os rendimentos do terror para US$ 136 milhões no mercado doméstico, e “Dupla Explosiva 2 – E a Primeira-Dama do Crime” (US$ 4,8 milhões), que após dois fins de semana está com um total de US$ 25,8 milhões.
“Velozes e Furiosos 9” bate recorde de estreia da pandemia nos EUA
“Velozes e Furiosos 9” estreou na sexta-feira (25/6) nos EUA com a maior bilheteria de primeiro dia de exibição desde o começo da pandemia de covid-19, em março do ano passado. A produção da Universal Pictures faturou US$ 30 milhões em suas primeiras 24 horas no mercado doméstico. O valor é surpreendente, porque supera a arrecadação dos últimos títulos com lançamento “normal”, antes da pandemia na América do Norte, como “Bad Boys Para Sempre” (US$ 23,6 milhões no primeiro dia) e até mesmo seu próprio spin-off, “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” (os mesmos US$ 23,6 milhões de abertura). O simples fato de que “Velozes e Furiosos 9” está vendendo mais ingressos que “Hobbs & Shaw” é impressionante o suficiente. Um dos motivos desse sucesso se deve ao fato de o lançamento do filme estar ocupando 79% dos 5,88 mil cinemas abertos nos EUA. A crítica, porém, ficou menos empolgado que o mercado, registrando apenas 60% de aprovação na média do Rotten Tomatoes, a nota mais baixa desde o quarto filme, de 2009. A verdade é que até o público achou que podia haver menos exageros, dando nota B+ no CinemaScore, inferior aos filmes mais recentes da franquia – “Velozes Furiosos 8” (A) de 2017 e “Hobbs & Shaw” (A-) de 2019. A expectativa é que filmes mais esperados tenham desempenho ainda melhor, especialmente “Viúva Negra”, primeiro longa da Marvel desde “Homem-Aranha: Longe de Casa”, previsto para 9 de julho, e “O Esquadrão Suicida”, reinvenção dos quadrinhos da DC Comics, marcado para 6 de agosto. O detalhe é que, ao contrário de “Velozes e Furiosos 9”, as duas adaptações de quadrinhos dividirão o público do cinema com os assinantes de streaming, recebendo estreias simultâneas, respectivamente, na Disney+ (por um custo extra em todo o mundo) e HBO Max (sem custos extras, mas apenas nos EUA).
Telecine vai abrir sinal por dez dias
O canal pago Telecine vai abrir seu sinal para quem quiser assistir sua programação nas operadoras de TV paga por dez dias consecutivos, a partir desta sexta (25/6). A iniciativa também se estende para a plataforma de streaming do Telecine, que liberará os mais de 2 mil filmes disponíveis em seu aplicativo e no site do serviço para os assinantes dos pacotes básicos das operadoras. A promoção vai durar até o dia 4 de julho, coincidindo com o lançamento da HBO Max no Brasil, marcado para terça que vem, dia 29 de junho. Entre as estreias previstas para este período, estão o thriller “Na Mira do Perigo” com Liam Neeson e o terrir “Freaky: No Corpo de um Assassino” com Vince Vaughn.











