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    Sílvio de Abreu vai gerir núcleo de novelas na HBO Max

    29 de outubro de 2021 /

    A HBO Max anunciou a criação de um núcleo de desenvolvimento de “telesséries” para a América Latina, comandado pela chefe de Talentos Artísticos da WarnerMedia Latin America, Mônica Albuquerque, e supervisionado por ninguém menos que Silvio de Abreu, ex-diretor do departamento de Dramaturgia da Globo e autor de filmes e novelas bem-sucedidas. O comunicado também faz uma descrição curiosa do que são essas “telesséries” que Sílvio de Abreu vai ajudar desenvolver. “É um formato que representa muito a criação artística da América Latina”, segundo Tomás Yankelevich, Chief Content Officer da WarnerMedia Latin America, que em seguida diferencia “telesseries” das séries americanas. “Nossa dramaturgia tem muito para compartilhar com o mundo. E nos últimos anos, com o desenvolvimento das séries americanas, assistimos claramente a busca pelo arco longo, tão característico dos folhetins que já habitavam as telas da América Latina há muito tempo”, completou. O que a HBO Max está anunciando, sem assumir, é que vai fazer novelas! Novelas “com cerca de 50 capítulos, trazendo conteúdo de ficção em formato híbrido que combina a base do melodrama com o ritmo de série”, descreve o texto. “As telesséries [leia-se novelas] têm o objetivo de se conectar de forma única à audiência brasileira e de toda região que tanto vibra, torce e se emociona com histórias nesse formato [isto é, com novelas]”. 50 episódios é justamente a duração da primeira novela de streaming da Globo, “Verdades Secretas 2”. Na nova função, descrita em comunicado como “showrunner”, Silvio de Abreu trabalhará em contato com autores e diretores de novos projetos do gênero na plataforma. “Estou muito feliz com esta nova caminhada e já me sinto em casa com um time tão competente, que já tive o prazer de conhecer em outras oportunidades. Criar narrativas e trazer temas relevantes que façam com que a audiência se envolva, se identifique e gere impacto na sociedade são combustíveis para este desafio que, tenho certeza, vai render muitos projetos incríveis”, afirmou o profissional. Dos filmes da pornochanchada dos anos 1970 à carreira televisiva, Sílvio de Abreu trilhou vários estilos, que se refletiram na versatilidade de suas novelas, como “Guerra dos Sexos” (1983), “Rainha da Sucata” (1990) e “A Próxima Vítima” (1995). A carreira executiva, porém, é bem mais recente. Ele se tornou Diretor de Dramaturgia da Globo em 2015, e neste cargo ajudou a revelar mais de 20 novos autores, abrindo espaço para novas ideias e formatos. O lançamento do núcleo de desenvolvimento da HBO Max faz parte de um projeto para lançar 100 novas produções latino-americanas até 2023. Todos esses novos títulos serão disponibilizados com exclusividade pela plataforma sob a marca Max Originals.

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    Continuação de “Duna” é oficializada

    26 de outubro de 2021 /

    A continuação de “Duna” foi oficializada nesta terça-feira (26/10). O estúdio Legendary, parceiro da Warner Bros. na produção, anunciou a sequência nas redes sociais, avisando: “Este é apenas o começo …”, junto com uma arte em que se lê “Duna Parte Dois” e um texto de agradecimento ao público. “Agradecemos à todos que já vivenciaram a experiência de ‘Duna’ e também todos que vão assistir nos próximos dias. Estamos ansiosos para dizer: a jornada continua!”, escreveu o estúdio. A Warner Bros. reproduziu o anúncio em todo o mundo, inclusive no Brasil. Veja abaixo. O diretor Dennis Villeneuve já tinha dito que apenas um desastre financeiro muito grande impediria a produção do segundo filme. Ele deixou claro o apoio do estúdio à sua opção de contar a história em duas partes durante uma entrevista publicada em agosto passado na revista Total Film, ao explicar que a única forma de adaptar o livro de Frank Herbert era dividir a história em dois filmes e assim apresentar a trama completa com cinco horas de duração. “O que ouvimos nas últimas décadas é que não era possível adaptar o livro. Acho que, no fundo, o estúdio ainda acha isso! Mas o que eu precisava era provar a eles que era possível fazer um filme lindo e popular de ‘Duna’, e acho que consegui fazer isso – todo mundo na Warner e na Legendary apoia o filme totalmente. Seria preciso um resultado muito ruim nas bilheterias para que ‘Duna: Parte 2’ fosse cancelado. Eles amam o filme, estão orgulhosos do filme, e querem que o próximo vá adiante”, contou na ocasião. Só que a Warner e a Legendary, embora tenham encomendado o roteiro da continuação em 2019, ainda não tinham autorizado a produção da segunda parte de “Duna”, aguardando para ver se o desastre aconteceria. O filme estreou no fim de semana na América do Norte – e também no Brasil – e o resultado, longe de ser catastrófico, foi o melhor desempenho da Warner no ano, superando com folga o antigo campeão, “Godzilla vs. Kong”, que também era uma coprodução com a Legendary. “Duna” também rendeu a maior abertura norte-americana da carreira do diretor Dennis Villeneuve, deixando para trás os números de “Blade Runner 2049”, apesar de ter sido lançado simultaneamente em streaming, na HBO Max, nos EUA. No exterior, o filme foi exibido apenas nos cinemas. E graças a uma estratégia da Warner para evitar a pirataria das cópias de alta qualidade da HBO Max, começou a ser distribuído com mais de um mês de antecedência em países chaves. Por conta disso, “Duna” já contabiliza uma bilheteria de mais de US$ 220 milhões mundiais. This is only the beginning… Thank you to those who have experienced @dunemovie so far, and those who are going in the days and weeks ahead. We're excited to continue the journey! pic.twitter.com/mZj68Hnm0A — Legendary (@Legendary) October 26, 2021 Repost from @legendary: Esse é só o começo… Agradecemos à todos que já vivenciaram a experiência de #Duna e também todos que vão nos próximos dias. Estamos ansiosos para dizer: a jornada continua! pic.twitter.com/Rkv9I1U0YL — Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) October 26, 2021

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    “Venom – Tempo de Carnificina” supera “Duna” no Brasil

    25 de outubro de 2021 /

    “Venom – Tempo de Carnificina” manteve-se como a maior bilheteria do Brasil pela terceira semana, com 361,5 mil espectadores e R$ 6,3 milhões em ingressos vendidos. Principal lançamento da quinta passada (21/10), “Duna” ficou em 2º lugar ao levar 240 mil pessoas aos cinemas e arrecadar R$ 5 milhões em bilheteria. Um dos principais motivos dessa colocação é que, devido à sua longa duração, “Duna” tem menos sessões diárias que “Venom”, resultando em uma venda menor de ingressos. A diminuição das sessões também fez com que os números deste fim de semana tivessem uma queda de 10% na comparação com a semana anterior. Os cinemas brasileiros registraram um público de 855,8 mil pessoas e arrecadação de R$ 16,2 milhões de quinta a domingo (24/10). Veja abaixo a lista das dez maiores bilheterias do fim de semana, segundo dados da consultoria Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes1. Venom 2. Duna3. Ron Bugado4. Hallloween Kills: O Terror Continua5. 0076. O Ultimo Duelo7. Fátima – A História de Um Milagre8. Patrulha Canina9. Amarração do Amor10. Poderoso Chefinho 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 25, 2021

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    “007 – Sem Tempo para Morrer” supera US$ 500 milhões mundiais

    24 de outubro de 2021 /

    O filme “007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassou uma marca importante de arrecadação global neste fim de semana, ao atingir um total de US$ 525,4 milhões mundiais. O valor torna a nova aventura de James Bond o segundo título de Hollywood a superar US$ 500 milhões desde 2019, situando “007 – Sem Tempo para Morrer” atrás apenas de “Velozes e Furiosos 9” (US$ 716,5 milhões) em toda a pandemia. Ambos os filmes são da Universal Pictures, mas o longa de 007 é uma coprodução com a MGM. Em cartaz há quatro semanas, “007 – Sem Tempo para Morrer” teve bilheteria de US$ 120 milhões na América do Norte e rendeu US$ 405,4 milhões em 72 mercados internacionais. O detalhe é que a estreia na China ainda não aconteceu. O lançamento no segundo maior mercado de cinema do planeta está marcado para a próxima sexta-feira (29/10). Depois disso, o longa ainda chegará na Austrália em 11 de novembro. Atualmente, o mercado europeu é onde a produção tem feito maior sucesso, puxado pelo desempenho no Reino Unido, onde ultrapassou US$ 100 milhões neste fim de semana, seguido pela Alemanha, com US$ 56 milhões. Devido às limitações da pandemia, a expectativa é que o filme deixe para trás a bilheteria de pelo menos um dos longas anteriores estrelados por Daniel Craig. A menor arrecadação do atual James Bond foi “007 – Quantum of Solace”, que em 2008 faturou US$ 589,5 milhões mundiais.

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    Duna bate recorde da Warner e chega a US$ 220 milhões mundiais

    24 de outubro de 2021 /

    “Duna” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá com US$ 40,1 milhões nas bilheterias, apesar de enfrentar a concorrência de si mesmo num lançamento simultâneo na HBO Max. O épico de ficção científica estreou em 4.125 cinemas na América do Norte, além de ser disponibilizado em streaming, uma prática adotada para todos os filmes da Warner Bros. em 2021 nos EUA. Diferente do que vinha acontecendo com outros lançamentos híbridos do estúdio, o resultado superou expectativas. Foi o melhor desempenho de todos os filmes da Warner que seguiram este formato de distribuição – ou seja, teve a melhor estreia da Warner no ano – , superando com folga o antigo campeão, “Godzilla vs. Kong” (US$ 31,7 milhões). O filme também rendeu a maior abertura norte-americana da carreira do diretor Dennis Villeneuve, deixando para trás os números de “Blade Runner 2049” (US$ 32,8 milhões). Além dos EUA e Canadá, “Duna” chegou a outros países, em especial a China, local que rendeu US$ 21,6 milhões neste fim de semana. Juntando as bilheterias de outros mercados, inclusive do Brasil onde também estreou nos últimos dias, o valor internacional foi maior que o desempenho norte-americano, atingindo US$ 47,4 milhões de quinta a este domingo (24/10). No exterior, o filme foi exibido apenas nos cinemas. E graças a uma estratégia da Warner para evitar a pirataria das cópias de alta qualidade da HBO Max, começou a ser distribuído com mais de um mês de antecedência em países chaves. Por conta disso, a produção já tem US$ 180,6 milhões no mercado internacional, que, somada à arrecadação doméstica, eleva o faturamento total a US$ 220,2 milhões mundiais. O problema para a Warner é que agora as tais cópias de alta qualidade já existem e o filme ainda tem um longo caminho a percorrer antes de recuperar seu orçamento de US$ 165 milhões e gastos adicionais com P&A (cópias e publicidade). Para complicar, o longo tempo de projeção do filme, de 155 minutos, reduz o número de sessões diárias nos cinemas e, portanto, sua capacidade de gerar grande faturamento. A favor da continuidade do sucesso estão as avaliações de público e crítica, com notas A- no CinemaScore e 83% de provação no Rotten Tomatoes. Em 2º lugar nas bilheterias da América do Norte, “Halloween Kills” somou mais US$ 14,5 milhões no fim de semana para atingir US$ 73,1 milhões na América do Norte e US$ 90,9 milhões mundiais. Na 3ª posição, “007 – Sem Tempo para Morrer” comemorou a ultrapassagem dos US$ 500 milhões de arrecadação global, ao atingir um total de US$ 525,4 milhões mundiais – dos quais US$ 120 milhões correspondem ao mercado interno. O 4º colocado, “Venom: Tempo de Carnificina”, também comemorou uma marca importante, ao ultrapassar US$ 350 milhões globalmente com uma contabilidade doméstica de US$ 181,8 milhões e US$ 170,6 milhões no exterior. O Top 5 se fecha com a segunda estreia da semana. Ao enfrentar “Duna” e os blockbusters remanescentes nas bilheterias, a animação “Ron Bugado”, produção do 20th Century Studios distribuída pela Disney, fez apenas US$ 7 milhões em sua estreia norte-americana, o que foi considerado decepcionante diante dos elogios da crítica e até mesmo da avaliação positiva do público que assistiu – 81% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore. Para completar, o fim de semana ainda registrou um recorde no circuito limitado norte-americano, graças à estreia de “A Crônica Francesa” (The French Dispatch). O filme de Wes Anderson obteve a maior média de ingressos vendidos da era pandêmica, com uma arrecadação estimada em US$ 25 mil por sala de exibição. Exibido em apenas 52 salas, fez US$ 1,3 milhão e, de forma impressionante para a sua baixa quantidade de telas, conseguiu se posicionar no 9º lugar do ranking.

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    Sony marca dois novos lançamentos da Marvel para 2023

    23 de outubro de 2021 /

    A Sony Pictures incluiu em seu calendário de estreias duas novas produções do universo Marvel para 2023. A reserva de data aconteceu sem o estúdio divulgar os títulos dos filmes. Com isso, abrem-se especulações, que incluem “Homem-Aranha 4”, “Venom 3”, “Morbius 2” ou um novo título. Vale lembrar que o estúdio está desenvolvendo um filme de Kraven, o Caçador, mas este já estava previsto para janeiro de 2023. As novas datas reservadas foram 23 de junho e 6 de outubro de 2023. O final de “Venom: Tempo de Carnificina” indica que as novas produções farão parte do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Por sinal, o primeiro lançamento interconectado será “Morbius”, estrelado por Jared Leto, que estreia em três meses, no dia 20 de janeiro no Brasil.

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    DC FanDome teve 66 milhões de visualizações

    20 de outubro de 2021 /

    A Warner Bros. revelou que o evento virtual DC FanDome, realizado no sábado passado (16/10), acumulou 66 milhões de visualizações em todo o mundo. O número é três vezes maior que a primeira edição, realizada em 2020, que gerou 22 milhões de visualizações. O crescimento se deve a uma tática diferente de divulgação, com a multiplicação de parcerias e locais onde o público pôde acompanhar o programa. Ao contrário do ano passado, quando ficou concentrado num site específico, o DC FanDome foi exibido ao vivo em vários canais diferentes do YouTube em todo o mundo. No Brasil, por exemplo, foi possível assistir ao feed pelos perfis da Warner Bros., Warner Play, HBO Max e até da Ingresso.com, sem contar os diversos sites que usaram a opção embed para incluir o evento em seus próprios endereços eletrônicos. Várias centenas de meios de comunicação retransmitiram o fluxo. O estúdio também relatou que a resposta das redes sociais foi extremamente positiva, levando o DC FanDome a ocupar o 1º lugar dos assuntos mais comentados do Twitter por oito horas nos EUA, além de ter figurado no topo de 53 países diferentes. Com quase quatro horas de duração, o evento apresentou bate-papos, entrevistas e fez revelações sobre futuros projetos ligados à DC Comics, além de apresentar vários conteúdos, como o novo trailer de “Batman”, os primeiros teasers de “The Flash” e “Adão Negro”, bastidores de “Aquaman e Reino Perdido”, “Shazam: Fúria dos Deuses” e do próprio “Batman”, o trailer da série “Pacificador”, os anúncios de renovação de “Titãs” e “Patrulha do Destino”, sem esquecer de um especial de despedida de “Supergirl”, entre muitas outras novidades. “Com o triplo do tráfego de streaming do ano passado, o DC FanDome 2021 superou todas as nossas expectativas”, disse Ann Sarnoff, presidente e CEO da WarnerMedia Studios and Networks, em comunicado. “Continuamos a inovar em toda a empresa a serviço de nossos fãs, e não posso exagerar a criatividade e o trabalho árduo que foram necessários para gerar este evento digital global altamente organizado”, continuou. “Demos aos fãs o que eles queriam – o melhor de todas as coisas da DC – e seu envolvimento e resposta foram fantásticos. Estamos tão entusiasmados quanto eles para entregar agora todo o excelente conteúdo destacado pela DC FanDome”, concluiu Sanoff.

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    “Venom – Tempo de Carnificina” é responsável por 60% da bilheteria do Brasil

    18 de outubro de 2021 /

    Os cinemas brasileiros tiveram público de 955,2 mil pessoas e “Venom – Tempo de Carnificina” foi responsável por mobilizar 60% desse total. O filme do anti-herói da Marvel manteve a liderança das bilheterias nacionais pelo segundo fim de semana, vendendo 580,7 mil ingressos, que lhe renderam uma arrecadação de R$ 10,2 milhões. A diferença para o 2º lugar é brutal. “Halloween Kills: O Terror Continua” levou 148,4 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 2,4 milhões em bilheteria. Ou seja, ficou com 25% do público pagante. Todos os outros filmes disputaram 15% do total de ingressos vendidos. Esta divisão desigual reflete os problemas de distribuição do mercado exibidor, que encolheu com a pandemia e a decisão do governo Bolsonaro de cortar incentivos para o setor, além de não seguir qualquer regulação, encontrando-se em clima de Oeste Selvagem pela paralisação da Ancine. Veja abaixo a lista dos 10 filmes mais visto no país no fim de semana, segundo apuração da consultoria Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 14-17/10:1. Venom 2. Hallloween Kills: O Terror Continua3. 0074. O Ultimo Duelo5. Patrulha Canina6. Fátima – A História de Um Milagre7. Amarração do Amor8. Ainbo – A Guerreira da Amazônia9. Shang Chi10. Poderoso Chefinho 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 18, 2021

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    “Halloween Kills” é maior estreia de terror da pandemia

    17 de outubro de 2021 /

    “Halloween Kills – O Terror Continua” teve uma estreia matadora na América do Norte, com arrecadação de US$ 50,4 milhões em 3.705 cinemas durante o fim de semana. O desempenho acima das expectativas representou dois recordes do período da pandemia. Trata-se da maior estreia de terror do período, desde fevereiro de 2020, e a maior bilheteria doméstica para um filme de lançamento simultâneo nos cinemas e em streaming sem custo extra. A produção foi disponibilizada na plataforma americana Peacock. Anteriormente, “Godzilla vs. Kong” ostentava a maior abertura de distribuição híbrida da pandemia, com US$ 31,6 milhões nos EUA e Canadá. “Viúva Negra” não entra nesta estatística por ter sido lançado em streaming com custo extra. Já o recorde de melhor bilheteria de terror deixou para trás “Um Lugar Silencioso – Parte II”, que tinha feito US$ 47,5 milhões em maio. A performance da continuação de “Halloween” ainda consolidou o terror como um dos gêneros que mais faturou durante a pandemia, perdendo apenas para os filmes de super-heróis. Apesar da elevada venda de ingressos, a crítica odiou a produção, desejando a morte definitiva da franquia para evitar novos constrangimentos – uma nova continuação vai estrear no ano que vem. “Halloween Kills” atingiu apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes, um diferença gritante em relação aos 79% obtidos pelo longa anterior, de 2018. No exterior, houve menos entusiasmo, com um faturamento de apenas US$ 5,5 milhões de 20 países, o que resultou num total global de US$ 55,9 milhões. De todo modo, o serial killer mascarado Michael Myers não teve dificuldades para vencer James Bond nos EUA. “007 – Sem Tempo para Morrer” perdeu 56% de seu público inicial, caindo para o 2º lugar em seu segundo fim de semana de exibição, com uma receita de US$ 24,3 milhões. Em dez dias, o total norte-americano do filme está em US$ 99,5 milhões. Mas, ao contrário de “Halloween Kills”, é um fenômeno global. O thriller de ação e espionagem continua alcançando números cada vez maiores no exterior, rendendo US$ 54 milhões só neste fim de semana. Ao todo, a produção da MGM atingiu US$ 447,5 milhões mundiais neste domingo (17/10), e isso antes de chegar na China, onde estreia em 29 de outubro. “Venom: Tempo de Carnificina” ficou em 3ª lugar com US$ 16,5 milhões em seu terceiro fim de semana na América do Norte. A soma da adaptação de quadrinhos da Sony está em US$ 168,1 milhões no mercado doméstico. Mas o filme acaba de estrear no exterior, onde ocupou o topo do ranking internacional com uma arrecadação de US$ 62,3 milhões em 44 países. Contabilizando o lançamento num punhado de mercados na semana passada, a totalização está em US$ 283,7 milhões em todo o mundo. A animação “A Família Addams 2” ocupou o 4º posto, com US$ 7,2 milhões, chegando a US$ 42,2 milhões domésticos em três semanas. Isto deixou a maior estreia do fim de semana, o épico “O Último Duelo”, de Ridley Scott, na incômoda posição de 5º lugar, com US$ 4,8 milhões no mercado interno. O filme agradou à crítica, com 86% no Rotten Tomatoes, mas foi um fracasso estrondoso de público. A arrecadação também foi pífia no exterior, onde rendeu US$ 4,2 milhões em 37 países. Somando tudo, o longa teve um lançamento global de apenas US$ 9 milhões. Um desastre para a Disney, que herdou a produção orçada em US$ 100 milhões da 20th Century Fox.

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    Veja a DC FanDome na íntegra

    17 de outubro de 2021 /

    Perdeu a DC FanDome? As quase 4 horas de evento podem ser conferidos aqui mesmo. Com uma montagem mais ágil que o evento do ano passado, a convenção só pecou pela falta de sincronia das legendas, exibidas no modo de tradução simultânea e não preparadas com antecedência como no Tudum da Netflix. O evento teve muitos destaques, todos cobertos em notícias individuais no site. Entre os pontos altos, é possível citar o novo trailer de “Batman”, os primeiros teasers de “The Flash” e “Adão Negro”, bastidores de “Aquaman e Reino Perdido”, “Shazam: Fúria dos Deuses” e do próprio “Batman”, além de vários conteúdos de séries, do trailer de “Pacificador” aos anúncios de renovação de “Titãs” e “Patrulha do Destino”, sem esquecer de um especial de despedida de “Supergirl”. Para ver tudo no contexto original e ainda encontrar detalhes que escaparam da cobertura, como a confirmação de que Patty Jenkins vai continuar à frente da franquia “Mulher-Maravilha” no terceiro filme, o desenvolvimento de mais uma série animada de Batman ou o visual das novas botas do Flash na TV, basta dar play abaixo.

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    DC FanDome traz novidades de filmes, séries, games e quadrinhos neste sábado

    15 de outubro de 2021 /

    A DC e a Warner Bros. realizam neste sábado (16/10) a segunda edição do DC FanDome, evento virtual dedicado às atrações do universo de quadrinhos da DC Comics, incluindo filmes, séries e games com os personagens da editora. A primeira edição da DC FanDome foi um dos primeiros eventos online bem-sucedidos da pandemia, representando um grande salto de qualidade em relação à versão virtual da Comic-Con Internacional, de San Diego. Vista ao vivo por nada menos que 22 milhões de fãs de 220 países diferentes, a atração criou um padrão de apresentação com diferentes anfitriões e conteúdos variados, contendo entrevistas, painéis e games com elencos famosos, que acabou inspirando iniciativas similares, como, por exemplo, o recente Tudum da Netflix. A nova edição está expandindo seu alcance com várias parcerias. No Brasil, por exemplo, além de poder ser acompanhada pelo site oficial, também estará disponível nos canais do YouTube da Warner Bros, da WarnerPlay e até da Ingresso.com. Além disso, as apresentações serão abastecidas por ofertas do comércio eletrônico da Loja Oficial da DC Comics (lojadccomics.com.br). Embora a programação não tenha sido completamente anunciada, já se sabe que haverá a apresentação de um novo trailer de “Batman”, o comercial da série “Pacificador”, as primeiras cenas de “Adão Negro” e uma “misteriosa surpresa” de “The Flash”. A Warner tem muitos outros projetos da DC em desenvolvimento, incluindo várias séries e filmes da HBO Max, dos longas de Batgirl e Canário Negro às nova atrações de Constantine e derivados do filme de Batman, que devem ganhar maiores detalhes neste sábado. O evento virtual será transmitido ao vivo, legendado e de forma gratuita, reunindo grande parte dos elencos das produções citadas – e de muitas outras – em painéis exclusivos, a partir das 14h no horário de Brasília. Veja abaixo o comercial legendado do evento.

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    Lázaro Ramos dirige primeiro filme brasileiro da Amazon

    13 de outubro de 2021 /

    O primeiro projeto de Lázaro Ramos para a Amazon Prime Video será a direção de um filme. Trata-se de “Um Ano Inesquecível – Outono”, desenvolvido pela produtora Panorâmica, que adapta uma antologia de contos com o mesmo nome, escritos por Thalita Rebouças, Paula Pimenta, Bruna Vieira e Babi Dewet. A Amazon revelou a novidade nesta quarta (13/10) junto com a primeira foto dos trabalhos, que mostra Lázaro segurando a claquete no set ao lado da jovem atriz Gabz (“Tudo por um Pop Star”). “Um Ano Inesquecível – Outono” será o primeiro longa-metragem brasileiro produzido especificamente para o streaming da Amazon e o segundo longa-metragem dirigido pelo ator, que estreou na função com “Medida Provisória”, ainda inédito nos cinemas brasileiros, mas já premiado em festivais internacionais e com 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. No livro original, os quatro escritores contaram histórias distintas passadas numa estação do ano. O projeto da Amazon é transformar cada uma delas num filme diferente. A trama original de “Outono” foi escrita por Babi Dewet e gira em torno de Anna Júlia e João Paulo, um típico casal improvável. Ela odeia música e tudo que mais quer é um estágio e estabilidade para ajudar o pai em casa. Ele é um jovem músico de rua que sonha em viver da sua arte. Mesmo assim, a paixão entre os dois acontece, e em um dos lugares mais simbólicos de São Paulo: a Avenida Paulista. A movimentada capital é o cenário da desafiadora jornada que ambos enfrentam para ficar juntos. A adaptação conta com roteiro de Keka Reis (“BugiGangue no Espaço”) em colaboração de Thamyra Thâmara e com a consultoria de Marcelo Saback (“Divã”) e Vince Marcello (autor e diretor da franquia “Barraca do Beijo”). Os protagonistas são Gabz e Lucas Leto (“Bom Sucesso”), e o elenco ainda inclui Larissa Luz, Pedro Blanc, Raphael Ghanem, Vittor Fernando e Enrico Cardoso, entre outros. Lázaro Ramos não renovou seu contrato com a Globo no mês passado e fechou com a Amazon por prazo longo para desenvolver diversos projetos, mas deixou trabalhos inéditos como ator na Globo – na atual temporada de “Sob Pressão” e na próxima de “Aruanas”.

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    Netflix fecha contrato de exclusividade com astro de “Lupin”

    12 de outubro de 2021 /

    A Netflix fechou um contrato com o astro francês Omar Sy, estrela da série “Lupin”, para desenvolver novos projetos com exclusividade para a plataforma de streaming. O acordo prevê que a empresa de produção de Sy, sediada em Paris, crie novos filmes originais para a Netflix, que também deverão ser estrelados pelo ator. Antes de fazer sucesso na série “Lupin”, ele já tinha estrelado um fenômeno mundial, o filme “Intocáveis”, de 2011, que ganhou remake em vários países. O negócio é mais uma iniciativa da Netflix para se consolidar como uma plataforma mundial, com produções de conteúdo original e exclusivo de vários países. Só em 2021, os lançamentos franceses do streamer incluíram o thriller “Oxigênio”, de Alexandre Aja, a comédia de ação “O Último Mercenário”, com Jean-Claude Van Damme, a comédia romântica “O Melhor Amigo” e o drama de época “Os Segredos de Madame Claude”. Sy já tem um novo projeto da Netflix no horizonte, retomando a parceria com o diretor de “Lupin”, Louis Leterrier, numa comédia de ação chamada “Tour de Force”, que tem lançamento previsto na plataforma para 2022. “Estou muito feliz por ter a oportunidade de estender o relacionamento com a Netflix e espero ansiosamente por esta próxima etapa de nossa jornada juntos”, disse o ator num comunicado.

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