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    Disney surpreende e supera Netflix em assinaturas de streaming

    10 de agosto de 2022 /

    O grupo Disney e especialmente a Disney+ impressionaram o mercado com seu relatório de desempenho do segundo trimestre do ano. O balançou mostrou que a plataforma de streaming ganhou 14,4 milhões novos assinantes no mesmo período em que a Netflix registrou perdas e a HBO Max fez contorcionismos para aparentar crescimento. Ao todo, as assinaturas da Disney+ chegaram a 152,1 milhões em 2 de julho, dia que marcou o final do trimestre fiscal do conglomerado. A maioria dos ganhos ocorreu fora dos EUA e Canadá, onde a Disney+ cresceu apenas 100 mil para chegar a 44,5 milhões. Os assinantes internacionais da Disney+ aumentaram 6 milhões no trimestre, para 49,2 milhões, enquanto a Disney+ Hotstar – disponível na Índia e no Sudeste Asiático – somaram mais 8,3 milhões para atingir 58,4 milhões. Mas os números não ficam nisso. Quando se considera todos os seus serviços de streaming – como fez a Warner Bros. Discovery ao somar os assinantes da HBO Max e a Discovery, para apresentar apenas o total ao mercado – , a Walt Disney Company atinge um patamar invejável. Virou na prática a maior empresa de streaming do mundo, superando até a Netflix. Isto porque a soma da Disney+, Disney+ Hotstar, Hulu, Star+ e ESPN+ passou a responder por um total de 221,1 milhões de assinaturas em todo o mundo, ficando à frente da Netflix, que encerrou o segundo trimestre de 2022 com 220,7 milhões. A Hulu é até maior que a Disney+ nos EUA, ganhando mais 600 mil assinantes no trimestre para atingir um total de 46,2 milhões. Já a ESPN+ conquistou novos 500 mil clientes para chegar a 22,8 milhões. Não foram fornecidos dados da Star+, mas é fácil deduzir seu volume pela contabilidade das assinaturas. O avanço veloz da Disney é atordoante. Entretanto, há um senão associado a esse crescimento. Grande parte dos assinantes do conglomerado vêm da Índia, onde a Disney+ Hotstar estabeleceu uma política de preços muito baixos e oferece a cobertura do popular campeonato de críquete. Acontece que a empresa perdeu os direitos da competição esportiva para os próximos meses, o que pode se refletir em debandada de assinantes – a Disney+ Hotstar está se preparando para baixar ainda mais os preços do serviço, visando evitar isso. Em contraste com a situação indiana, a Disney anunciou que vai aumentar os preços das demais assinaturas em todo o mundo. Em relação à Disney+, isso vai começar em dezembro nos EUA com o lançamento de um serviço “mais barato”, que inclui anúncios. A nova opção vai custar o mesmo que o serviço atual e quem quiser continuar a assistir o conteúdo sem anúncios terá que assinar um plano Premium mais caro. Além do crescimento no streaming, a Disney também reportou um aumento de 70% na arrecadação de seus parques temáticos. “Tivemos um trimestre excelente, com nossas equipes criativas e de negócios impulsionando um excelente desempenho em nossos parques temáticos domésticos, grandes aumentos na audiência de esportes ao vivo e um crescimento significativo de assinantes em nossos serviços de streaming”, disse o CEO do conglomerado, Bob Chapek, em comunicado para o mercado. A Disney registrou US$ 21,5 bilhões no faturamento do trimestre encerrado em 2 de julho, um aumento de 26% em relação ao ano passado, enquanto o lucro líquido subiu 53%, para US$ 1,4 bilhão. Todos os dados ficaram acima das previsões de Wall Street, trazendo grande valorização para as ações da Walt Disney Company nesta quarta (10/8). Apesar do crescimento do streaming, o setor é o que contabiliza os maiores prejuízos da companha. A diferença entre investimento em conteúdo e receita de assinaturas foi de US$ 1 bilhão negativo no trimestre. Por outro lado, a receita publicitária com os canais convencionais de TV da Disney aumentou 3%, para US$ 7,2 bilhões. Com a chegada da publicidade no streaming – pra valer a partir de 2023 – , a Disney deve zerar as dívidas do setor e começar a informar lucro para o investimento já no ano que vem, quatro anos após o lançamento da Disney+ e um ano antes do previsto inicialmente. A CFO Christine McCarthy ressaltou a estratégia ao se dizer “confiante de que a Disney+ alcançará lucratividade em 2024”.

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    Versão “mais barata” da Disney+ deixa serviço mais caro a partir de dezembro nos EUA

    10 de agosto de 2022 /

    A Disney+ anunciou a data e o preço do lançamento de sua versão com anúncios nos Estados Unidos, durante uma conferência com o mercado nesta quarta (10/8). A nova versão da plataforma chegará em 8 de dezembro e, como se imaginava, não cumprirá a promessa de um streaming mais barato. Ao contrário, os novos preços confirmam as previsões negativas sobre a novidade. A versão “mais barata” e com anúncios da Disney+ custará o mesmo que a versão atual da Disney+ sem anúncios. Mas quem quiser continuar a acessar o serviço sem comerciais vai ter que se submeter a pagar mais pela assinatura. Em outras palavras, a versão “mais barata” deixará a Disney+ mais cara. O plano com anúncios vai se chamar Disney+ Basic e custará US$ 7,99/mês, o preço a assinatura atual do serviço. Já o plano atual virou, como se apostava, Disney+ Premium, que passará a custar US$ 10,99/mês, um aumento de 38%. O Disney+ Basic será lançado com cerca de quatro minutos de anúncios por hora. Ele começará com anúncios de 15 e 30 segundos, mas se expandirá para um “conjunto completo de produtos publicitários” ao longo do tempo, disse a presidente de vendas de publicidade da Disney, Rita Ferro, em uma conferência de investimentos. Os anúncios não incluirão conteúdos políticos ou de álcool, nem serão exibidos em perfis de crianças ou em programação pré-escolar. A empresa espera que a maioria dos clientes do Disney+ opte pelo plano mais barato e suportado por anúncios ao longo do tempo. Como não alterou o preço, estará lucrando 100% em todos os anúncios exibidos. Além da Disney+, o conglomerado também vai aumentar os preços da Hulu e da ESPN+, bem como do combo que reúne as três plataformas para os assinantes dos EUA. “Com nossa nova oferta Disney+ suportada por anúncios e uma linha expandida de planos em todo o nosso portfólio de streaming, forneceremos mais opções ao consumidor em uma variedade de preços para atender às diversas necessidades de nossos espectadores e atrair um público ainda mais amplo”, disse Kareem Daniel, presidente da Disney Media & Entertainment Distribution, em comunicado. Aparentemente, a Disney acredita que aumentar os preços é uma forma de atrair mais público. A empresa planeja expandir o lançamento do Disney+ com anúncios internacionalmente em 2023, informou a CFO Christine McCarthy durante a conferência.

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    “Minions 2” segue líder das bilheterias no Brasil

    8 de agosto de 2022 /

    “Minions 2: A Origem de Gru” continua como filme mais visto nos cinemas brasileiros pelo terceiro fim de semana consecutivo. A produção da Universal atraiu quase 220 mil pessoas e arrecadou R$ 4,29 milhões entre quinta-feira e domingo (7/8), segundo levantamento da Comscore. Com isso, superou os R$ 100 milhões de arrecadação no Brasil. Desde que estreou no final de junho, a continuação animada foi ultrapassada apenas em duas ocasiões, na época do lançamento de “Thor: Amor e Trovão”. A produção da Marvel, por sinal, também manteve seu 2º lugar pela terceira semana, faturando mais R$ 3,8 milhões com 185 mil espectadores. Em 3º lugar ficou a estreia de “Trem-Bala”, thriller de ação estrelado por Brad Pitt, que arrecadou R$ 3,78 milhões com um público de 168 mil pessoas. A outra produção estreante da semana, a comédia nacional “O Palestrante”, com Fábo Porchat e Dani Calabresa, entrou apenas em 7º lugar. Ao todo, os 10 filmes mais assistidos do fim de semana faturaram R$ 20,6 milhões e levaram 979 mil pessoas aos cinemas brasileiros. Confira abaixo a lista dos títulos mais vistos. 1. “Minions 2: A Origem de Gru” 2. “Thor: Amor e Trovão” 3. “Trem-Bala” 4. “DC Liga dos SuperPets” 5. “O Telefone Preto” 6. “Elvis” 7. “O Palestrante” 8. “Top Gun Maverick” 9. “Boa Sorte, Leo Grande” 10. “Pluft o Fantasminha”

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    “Trem Bala” estreia em 1º lugar, mas não dispara nos EUA

    7 de agosto de 2022 /

    O thriller de ação “Trem Bala”, que transforma Brad Pitt numa espécie de John Wick, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá no fim de semana, com US$ 30,1 milhões. Mas a Sony não está comemorando a vitória, porque o filme custou US$ 90 milhões e teve uma largada de locomotiva a vapor. A performance foi praticamente idêntica no mercado internacional, com US$ 32,4 milhões, que se somou à arrecadação doméstica para atingir US$ 62,5 milhões em todo o mundo. A expectativa era atingir pelo menos o dobro e agora a torcida é não perder impulso nas próximas semanas para evitar prejuízo. O problema é que a crítica não entrou nesse trem, considerando o longa medíocre – teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Trem Bala” foi dirigido por David Leitch, que já atuou como dublê de Pitt antes de passar a comandar filmes como, justamente, o primeiro John Wick e outras produções marcadas por cenas de ação, o que também é o forte da atual produção. O fim de semana trouxe apenas mais uma estreia ampla na América do Norte: “Easter Sunday”, um filme de Páscoa fora de época, que abriu em 8º lugar com US$ 5,3 milhões – mas custou só US$ 17 milhões para a Universal. “DC Liga dos Superpets” ficou em 2º lugar com US$ 11,2 milhões, chegando a US$ 45,1 milhões domésticos e US$ 83,4 milhões mundiais depois de duas semanas – mais um resultado decepcionante diante de um orçamento de produção de US$ 90 milhões. Ainda inédito nos cinemas brasileiros, “Não! Não Olhe!” ficou em 3º com US$ 8,5 milhões. Em seu terceiro fim de semana, o suspense de disco voador de Jordan Peele já tem US$ 97,9 milhões nas bilheterias domésticas, o que é impressionante para um filme 100% original, sem nenhuma ligação com franquia preexistente. Seu lançamento internacional começa nesta semana e a estreia no Brasil está marcada para 25 de agosto. “Thor: Amor e Trovão” e “Minions 2: A Origem de Gru” completam o Top 5, com US$ 7,6 milhões e US$ 7,1 milhões, respectivamente. Isso leva a produção da Marvel a US$ 316,1 milhões nos Estados Unidos, enquanto o spin-off de “Meu Malvado Favorito” chega a US$ 334,6 milhões no mercado interno. No mercado internacional, porém, “Minions 2” abriu uma distância muito grande sobre “Thor 4”. A animação acaba de ultrapassar US$ 900 milhões de faturamento, enquanto o super-herói ainda avança para os US$ 700 milhões. Por falar em marcas, “Top Gun: Maverick” superou “Titanic” neste fim de semana como a 7ª maior bilheteria de cinema da América do Norte em todos os tempos, atingindo US$ 662 milhões em vendas de ingressos. Em todo o mundo, já são US$ 1,35 bilhão. Em sua 11ª semana em cartaz, o filme está em 6º lugar e adicionou mais US$ 7 milhões em sua conta, ampliando seu recorde como maior sucesso da carreira de Tom Cruise. E como o astro também é produtor do longa, ele deve ficar US$ 100 milhões mais rico com essa vendagem surpreendente de ingressos.

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    Starzplay cresce mais que a concorrência no trimestre

    4 de agosto de 2022 /

    A Lionsgate revelou nesta quinta (4/8), durante seu relatório de desempenho trimestral para o mercado, que a plataforma de streaming Starzplay atingiu 26,3 milhões de assinantes globais. Isso representa um crescimento de 1,8 milhão de assinantes em comparação com o último levantamento e um aumento de 57% em relação à média de assinantes do ano passado. Além disso, a Starzplay superou a Discovery+ em assinaturas, demonstrando ter condições de brigar com empresas com muito mais poder de investimento num mercado cada vez mais competitivo como o streaming. E cresceu mais que a HBO Max e a Discovery+ combinadas no trimestre. “Temos o prazer de relatar um forte crescimento global de assinantes de streaming no Starz, outro desempenho de destaque de nosso Grupo de Televisão e as principais métricas financeiras alinhadas às expectativas”, disse Jon Feltheimer, CEO da Lionsgate . “Embora estejamos navegando em um ambiente econômico incerto, continuamos a executar com sucesso nossa missão principal: preencher nossos canais de filmes, televisão e streaming com conteúdo premium que cria valor de longo prazo para nossos consumidores, parceiros e acionistas”. Os analistas viram os bons números como propaganda de venda. Wall Street tem sido informada por “fontes” de que a Lionsgate se prepara para desmembrar a Starz e transformar o canal pago e sua plataforma numa empresa distinta, visando permitir a investidores avaliarem os ativos de TV e de cinema da empresa de forma separada. A receita geral da Lionsgate no trimestre, entretanto, registrou queda. Foi de US$ 893,9 milhões, um pouco abaixo do resultado atingido no mesmo período no ano passado, quando somou US$ 901,2 milhões. O estúdio também ampliou seu prejuízo líquido trimestral, chegando a US$ 119 milhões negativos, mais que o dobro do prejuízo de US$ 45,4 milhões do ano anterior. As fontes de renda de mídia do estúdio, que correspondem principalmente à arrecadação publicitária da Starz, chegou a US$ 381,2 milhões, um pouco abaixo dos US$ 382,3 milhões do ano anterior. Mas isso foi compensado pela arrecadação da Starzplay, que subiu para US$ 31,6 milhões com pagamentos por assinaturas durante o último trimestre, em comparação aos US$ 24,1 milhões do mesmo período em 2022. Além disso, a receita com produção de TV aumentou acentuadamente, atingindo US$ 423,3 milhões contra US$ 386,1 milhões no ano anterior, devido à maior entrega de conteúdo para terceiros, como a Netflix.

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    CEO da Warner Bros. Discovery decreta fim dos filmes exclusivos da HBO Max

    4 de agosto de 2022 /

    O CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, foi duro e firme na apresentação do desempenho trimestral da empresa para o mercado, nesta quinta (4/8), ao abordar a controversa decisão de cancelar os lançamentos de “Batgirl” e da continuação de “Scooby! O Filme”. “Não vamos lançar um filme até que esteja pronto”, disse Zaslav durante a parte de perguntas e respostas da teleconferência. “E não vamos lançar um filme a menos que acreditemos nele.” A decisão de engavetar os dois longas-metragens quase concluídos – em especial um filme da DC com um orçamento de US$ 90 milhões – surpreendeu a indústria em geral nesta semana. Durante a apresentação, Zaslav reforçou que sua visão é oposta a da antiga administração da WarnerMedia. O antigo chefe, Jason Kilar, sacudiu o mercado por lançar blockbusters simultaneamente no cinema e na HBO Max durante a pandemia. Mas o novo chefe é radicalmente contrário a iniciativas do gênero. Vai até mais longe que isso. “Essa ideia de lançar filmes caros direto em streaming… não conseguimos encontrar um argumento econômico para isso, então estamos fazendo uma mudança estratégica”, disse Zaslav. Ao cancelar “Batgirl” ele diz pretender valorizar os super-heróis da DC – incluindo Batman, Superman e Mulher-Maravilha – como peças centrais para a estratégia de conteúdo mais ampla da empresa. “São marcas conhecidas em todo o mundo”, disse. O CEO foi enfático ao elogiar os próximos lançamentos de super-heróis, dizendo que “Adão Negro”, “Shazam! Fúria dos Deuses” e até “The Flash” “são incríveis” e que a Warner Bros. Discovery pode “fazer ainda melhor” no futuro. “Vamos abraçar totalmente o cinema, pois acreditamos que isso cria interesse e demanda, fornece um grande evento de marketing e gera burburinho, boca-a-boca, que acompanha os filmes quando passam para o streaming e além”, acrescentou. “Temos uma visão diferente sobre lançar filmes diretamente em streaming e tomamos algumas medidas agressivas para corrigir a estratégia anterior.” Durante a apresentação, o CFO Gunnar Wiedenfels citou a estratégia impulsionada pela liderança anterior da WarnerMedia – ou seja, Jason Kilar e Ann Sarnoff – para financiar “filmes selecionados direto para HBO Max” como algo que não se sustenta financeiramente. Além dos quase concluídos “Batgirl” e “Scoob!: Holiday Haunt”, ele citou o filme dos “Super Gêmeos”, abortado em fase de desenvolvimento, como “exemplos de filmes de streaming que não se encaixam nessa nova abordagem estratégica”. Wiedenfels afirmou que cancelar esses projetos foi uma “decisão difícil”, mas a empresa está “comprometida em ser disciplinada sobre uma estrutura que oriente nosso investimento para obter o máximo retorno”. Não houve menções a novos cortes, mas todos os projetos caros desenvolvidos exclusivamente para streaming devem ser paralisados. Isto inclui produções anteriormente anunciadas da DC Comics, como filmes de Supergirl e Zatanna. Por ter agradado durante a produção e conquistado uma vaga no calendário de lançamentos cinematográficos, “Besouro Azul”, que marca a estreia de Bruna Marquezine em Hollywood, estaria seguro – ao menos, enquanto Zaslav “acreditar nele”.

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    Warner Bros. Discovery anuncia fusão da HBO Max e Discovery+ para 2023

    4 de agosto de 2022 /

    A apresentação dos primeiros resultados trimestrais da Warner Bros. Discovery ao mercado nesta quinta (4/8) confirmou os planos de unificação dos serviços de streaming HBO Max e Discovery+, refletindo a forma como a nova empresa foi formada no início do ano – a partir da junção da antiga WarnerMedia e da Discovery. O novo serviço unificado entrará em funcionamento daqui a um ano, entre junho e agosto de 2023 (temporada de verão nos EUA), informou JB Perrette, CEO e presidente de streaming global e interativo da Warner Bros. Discovery, falando na teleconferência da empresa. A empresa não anunciou qual será o novo nome da plataforma que juntará HBO Max e Discovery+, mas adiantou que o novo serviço será lançado em duas versões: com e sem anúncios, que terão preços diferentes – ainda não informados. Na projeção apresentada para o novo serviço, a WBD disse esperar ter 130 milhões de assinantes globais até 2025, que gerarão US$ 1 bilhão em lucro para a companhia. Perrette disse que a empresa também espera que as perdas ocasionadas pelo investimento na divisão de streaming atinjam seu pico em 2022, mas que em três anos a tendência se reverterá. Já refletindo o viés de unificação, o conglomerado optou por não revelar números individuais de assinantes conquistados por suas plataformas no trimestre, o primeiro sob a nova administração. Em vez disso, anunciou uma soma geral das duas, que teriam 92,1 milhões de assinantes entre si. O número é enigmático. No trimestre passado, a AT&T, antiga proprietária da WarnerMedia, revelou que a HBO Max tinha 76,8 milhões de assinantes. Já os donos originais da Discovery+ anunciaram 24 milhões de consumidores no mesmo período. Assim, a progressão trimestral aponta que houve uma diminuição de 8,7 milhões entre os dois serviços. A WBD, porém, ressalta que, por decisão própria, decidiu não considerar 10 milhões de assinantes que ganharam acesso a um dos serviços numa parceria promocional com a AT&T. Isto é, que ganharam a assinatura como bônus na aquisição de pacotes de internet com a empresa telefônica. Considerando esses 10 milhões, a empresa teria adicionado mais de 1 milhão de assinantes no segundo trimestre. Entretanto, as duas plataformas perderam 300 mil assinantes nos EUA, caindo de 53,3 milhões no primeiro trimestre para 53,0 milhões no novo levantamento. Vale apontar ainda que os números individuais da Discovery+, divulgados no começo do ano, foram ultrapassados pelos da Starzplay neste trimestre, transformando a plataforma da WBD na menos buscada por assinantes entre os serviços considerados de maior porte. Isto, mesmo sendo uma das assinaturas mais baratas disponíveis. Além da soma de números, a WBD deu início a combinações de conteúdo que já começam a aproximar os dois serviços. Dentro desta iniciativa, houve o anúncio de que a HBO Max começará a contar com alguns programas da Discovery+. Inicialmente, foram confirmadas a inclusão de produções da Magnolia Network – realities como “Do Velho ao Novo” (Fixer Upper) e “The Lost Kitchen”, entre outros – no catálogo da plataforma mais bem-sucedida da empresa. Ao mesmo tempo, a Discovery+ acrescentará as produções do cancelado serviço de streaming CNN+, passando a disponibilizar vários programas jornalísticos da rede de notícias e produções originais em sua programação, incluindo uma variedade de documentários de “true crime” (crimes reais). Em termos financeiros, a WBD revelou ter conquistado uma receita pró-forma de mais de US$ 9,82 bilhões durante o período, uma queda de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Mas reportou um prejuízo líquido de mais de US$ 3,41 bilhões, devido a mais de US$ 2 bilhões em amortização de vários ativos, mais de US$ 1 bilhão em reestruturação e outros encargos e US$ 983 milhões em despesas relacionadas à fusão. O segmento mais lucrativo foi o dos estúdios de cinema e TV, que registrou receita de mais de US$ 2,79 bilhões em bilheteria e pagamentos por produções, um aumento de 3%. Este desempenho foi seguido pelas redes de TV da empresa, que viram a receita subir 1%, para US$ 5,74 bilhões, impulsionadas por um aumento de 2% na publicidade, graças principalmente à exibições de esportes.

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    James Gunn garante que “Pacificador” não foi cancelado

    4 de agosto de 2022 /

    O cineasta James Gunn usou o Twitter para acalmar os fãs e garantir que 2ª temporada de “Pacificador” está garantida. “A segunda temporada de Pacificador está segura?”, perguntou um fã na rede social. “Sim, gente. Calma”, respondeu Gunn. Por se tratar de um produto original da HBO Max, os fãs estão claramente preocupados com o destino da série. Não é uma preocupação à toa, porque produções exclusivas da HBO Max sumiram da plataforma na quarta-feira (3/8), um dia depois do cancelamento da estreia do filme “Batgirl” – que foi engavetado, mesmo já tendo sido todo filmado. Com boatos sobre o fim da plataforma circulando nas redes sociais e o silêncio completo da empresa sobre o assunto, as atenções agora se voltam para a apresentação dos relatórios de desempenho financeiro do primeiro trimestre da Warner Bros. Discovery, que vai acontecer nesta quinta-feira (4/8), quando se espera que o CEO David Zaslav aborde o destino do serviço de streaming. Sabe-se que Zaslav, que veio da Discovery para assumir a Warner Bros. Discovery, pretende unir as plataformas HBO Max e Discovery+ num único serviço, com o objetivo de economizar US$ 3 bilhões em custos com cargos redundantes – ou seja, o anúncio será acompanhado por uma grande leva de demissões. Mas os detalhes estão sendo mantidos em sigilo até o pronunciamento oficial, que já demora a acontecer e leva os assinantes da HBO Max ao desespero. Na ausência de porta-vozes oficiais, está cabendo a cineastas, como Gunn, acalmar o público. Yes, guys, calm down. — James Gunn (@JamesGunn) August 2, 2022

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    HBO Max em crise: Filmes somem e boatos de fim da plataforma se espalham

    3 de agosto de 2022 /

    Além de cancelar “Batgirl” e um novo longa animado do “Scooby-Doo”, a nova diretriz claramente anti-streaming da Warner Bros. Discovery começou a fazer filmes sumirem da HBO Max. Nesta quarta (3/8), seis produções lançadas sob a denominação Max Originals desapareceram do catálogo da plataforma em todo o mundo. Um desses filmes é um título bastante popular: a fantasia infantil “Convenção das Bruxas”, estrelada por Anne Hathaway. Na verdade, a atriz sofreu duplamente, já que sua comédia de ação “Confinamento” também sumiu. Os demais desaparecidos são “Nossos Sonhos de Marte”, um romance adolescente estrelado por Cole Sprouse, de “Riverdale, as comédias “Um Pepino Americano”, dirigida e estrelada por Seth Rogen, e “Superinteligência”, com Melissa McCarhty, além de “Charm City Kings”, do diretor Angel Manuel Soto, responsável pelo vindouro “Besouro Azul”. Os títulos sumiram sem maiores avisos e apontam para o fim da chancela Max Originals, filmes feitos exclusivamente para o streaming da plataforma HBO Max. A plataforma ainda não se manifestou oficialmente para explicar o que está acontecendo, o que aumenta a apreensão do público e a má impressão do mercado. Com isso, rumores ocupam lugares que deveriam ser preenchidos por porta-vozes. O único comunicado oficial expedido nesta quarta foi focado basicamente no cancelamento da estreia de “Batgirl”. “A decisão de não lançar ‘Batgirl’ reflete a mudança estratégica de nossa liderança no que se refere ao universo DC e HBO Max”, disse o comunicado da empresa. O texto não explica qual é a mudança estratégica que levou a esse caos. Mas juntando pedaços de outros comunicados, forma-se uma noção de que, após a fusão da Warner com a Discovery, a nova administração optou por prioridades radicalmente opostas às estratégias vigentes em relação à produção de filmes para streaming. Em outras palavras, acabaram-se os Max Originals. Os únicos filmes que a Warner vai produzir daqui para frente serão para o cinema. Na falta de comunicação clara sobre o assunto, esta iniciativa também parece se estender às séries originais do streaming. Seria um choque ver a HBO Max cancelar “Hacks” após a consagração no Emmy ou “Pacificador” diante do sucesso de público, mas os passos dados pela companhia vão nessa direção. A Warner Bros. Discovery cancelou todas as séries internacionais originais da HBO Max, assim como toda a sua produção de desenhos e atrações infantis. Mais que isso: anunciou que não pretende desenvolver mais qualquer produção infantil nem fazer produções europeias exclusivas para o streaming. Assim, todas as séries da plataforma passariam a vir, supostamente, da HBO tradicional. Não do conglomerado, mas da HBO basicamente, porque a WBD também cortou a produção de séries originais dos canais da Turner, como TNT e TBS. Na prática, o resultado é uma volta aos tempos da HBO Go. Não por acaso, as redes sociais estão fervendo com comentários sobre o fim da HBO Max. Sabe-se que o CEO David Zaslav, que veio da Discovery para assumir a Warner Bros. Discovery, pretende unir as plataformas HBO Max e Discovery+ num único serviço, com o objetivo de economizar US$ 3 bilhões em custos com cargos redundantes – espera-se uma grande leva de demissões. E os movimentos atuais, feitos sem comunicação, ajudam a desvalorizar a marca HBO Max, possibilitando realmente sua extinção. A confirmação dos rumores deve ser abordada apenas nesta quinta-feira (4/8), quando a empresa vai apresentar os relatórios de desempenho financeiro do primeiro trimestre da nova companhia. A estratégia de silêncio até lá tem efeito péssimo, porque afeta o trabalho de milhares de profissionais em todo o mundo. No Brasil, por exemplo, a ordem foi parar o desenvolvimento da primeira novela da plataforma, “Segundas Intenções”, roteirizada por Raphael Montes (“Bom Dia, Verônica”), que já estava com elenco formado. Atores como Camila Pitanga, Antonio Fagundes e Alice Wegmann já estão encaixando novos trabalhos, e futuros projetos da empresa terão dificuldades para atrair nomes destes portes novamente. Há muitos xingamentos e demonstrações de decepção do público no Twitter. “Se a HBO Max realmente estiver abandonando todo o conteúdo programado, essa pode ser a decisão mais idiota tomada por qualquer corporação na era do streaming”, analisou uma usuária. “É deprimente ver o que está acontecendo com a HBO Max, ainda mais porque isso parece ser sem sentido”, mencionou outro. “Quando assinei a HBO Max com a promoção de ‘pra sempre pela metade do preço’ eu não imaginava que o ‘pra sempre’ seria tão curto”, reclamou mais um.

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    “Minions 2” lidera bilheterias de cinema no Brasil

    1 de agosto de 2022 /

    “Minions 2: A Origem de Gru” registrou a maior bilheteria do Brasil no fim de semana, com R$ 8 milhões arrecadados entre quinta e domingo (31/7), segundo dados da Comscore. Maior animação de 2022, a produção da Universal já foi assistida por mais de 5,3 milhões de espectadores e, após cinco semanas em cartaz, acumula um faturamento total de mais R$ 97 milhões nos cinemas brasileiros. Seu sucesso não permitiu espaço para a concorrente “DC Liga dos Superpets”, que estreou com R$ 5,65 milhões diante de um público de cerca de 285 mil pessoas desde quinta-feira (28/7). Com isso, foi apenas o terceiro filme mais assistido nas salas nacionais no período, ficando atrás também de “Thor: Amor e Trovão”, que faturou R$ 7,2 milhões. Desde seu lançamento em 7 de julho, o filme do super-herói da Marvel faturou R$ 107,3 milhões e atraiu 5,4 milhões de espectadores no Brasil. Ao todo, os cinemas venderam 1,38 milhão de ingressos e renderam R$ 29,4 milhões no fim de semana estendido — os menores números das últimas quatro semanas. Confira abaixo o Top 10, que ainda inclui dois filmes já disponíveis em VOD (locadoras online) para ver em casa: “Jurassic World: Domínio” e “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. TOP 10 BRASIL 1. “Minions 2: A Origem de Gru” 2. “Thor: Amor e Trovão” 3. “DC Liga dos SuperPets” 4. “Elvis” 5. “Telefone Preto” 6. “Top Gun: Maverick” 7. “Pluft, o Fantasminha” 8. “Boa Sorte, Leo Grande” 9. “Jurassic World: Domínio” 10. “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”

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    “DC Liga dos Superpets” estreia em 1º lugar nos EUA

    31 de julho de 2022 /

    A animação “DC Liga dos Superpets” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá com US$ 23 milhões arrecadados em 4.313 salas de cinema. Apesar da liderança, trata-se de um início muito modesto para uma produção orçada em US$ 90 milhões. Embora Krypto e os superpets não sejam tão famosos quanto Batman ou Superman, sua abertura ficou muito abaixo da expectativa gerada pela conexão com os quadrinhos da DC Comics. E ainda mais por trazer astros como Dwayne Johnson e Kevin Hart como dubladores dos personagens centrais. O desempenho mediano reflete a irregularidade dos lançamentos infantis nas bilheterias desde o começo da pandemia. “DC Liga dos Superpets” ficou atrás até de “Lightyear”, da Pixar, que foi considerado decepcionante e ainda assim abriu com US$ 51 milhões no mercado doméstico. A única exceção entre as produções infantis da pandemia é “Minions 2: A Origem de Gru”, da Universal, que somou US$ 107 milhões em sua estreia norte-americana. As demais se alinham com a animação da DC: “Os Caras Malvados” (US$ 23,9 milhões), “Sing 2” (US$ 22,3 milhões) e “Encanto” da Disney (US$ 27 milhões). Na soma com outros mercados, o desenho animado chegou a US$ 41,4 milhões globais. A boa notícia é que “DC Liga dos Superpets” agradou a crítica (71% de aprovação no Rotten Tomatoes) e o público (nota “A-” no CinemaScore) e não terá muita concorrência entre as estreias das próximas semanas, o que pode manter uma boa arrecadação ao estender sua permanência em cartaz. Com a liderança da animação, “Não! Não Olhe!” caiu para o 2º lugar com US$ 18,5 milhões arrecadados em 3.807 salas. Até agora, o novo filme fantasioso do diretor Jordan Peele gerou US$ 80,5 milhões na América do Norte, antes de estrear no mercado internacional. O lançamento no Brasil está marcado apenas para 25 de agosto. “Thor: Amor e Trovão” ficou em 3º lugar e, depois de completar seu quarto fim de semana em cartaz, ultrapassou US$ 300 milhões domésticos, além de chegar a US$ 662,4 milhões mundiais. “Minions 2: A Origem de Gru” aparece em 4º em seu quinto fim de semana, superando US$ 320 milhões para se tornar o quinto maior lançamento norte-americano de 2022. Com a soma internacional, atinge US$ 710,3 milhões. Já o maior lançamento do ano nos EUA mantém ótimo desempenho em 5º lugar. Após 10 fins de semana, “Top Gun: Maverick” ainda está no Top 5 do ranking, com uma queda de apenas 17% em relação à semana anterior. Graças à essa continuidade, o longa estrelado por Tom Cruise atingiu impressionantes US$ 650 milhões nos EUA e Canadá – e US$ 1,3 bilhão em todo o mundo. A semana teve apenas mais uma estreia: a comédia de humor sombrio “Vengeance”, dirigida por B.J. Novak, que ao arrecadar somente US$ 1,75 milhão em 998 cinemas ficou em 10º lugar. Em compensação, ganhou aprovação de 77% da crítica no Rotten Tomatoes.

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  • Série

    HBO Max cancela “As Crônicas de Cucu” e encerra produções infantis

    29 de julho de 2022 /

    A HBO Max cancelou a série de comédia “As Crônicas de Cucu” (Gordita Chronicles) após uma temporada. A atração foi lançada há pouco mais de um mês com críticas positivas e 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, e é mais uma vítima das mudanças resultantes da extinção da WarnerMedia e a implementação de uma nova ordem pela Warner Bros. Discovery. A decisão de cancelar a atração produzida pelas estrelas Eva Langoria (“Dora e a Cidade Perdida”) e Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”) e a produtora Brigitte Muñoz-Liebowitz (“One Day at a Time”) foi assumida como parte de um plano maior do conglomerado para o streaming, que não investirá mais em programação infantil com atores “no futuro imediato”, de acordo com comunicado. “A programação infantil e familiar live-action não fará parte do nosso foco de programação no futuro imediato e, como resultado, tivemos que tomar a decisão muito difícil de encerrar ‘As Crônicas de Cucu’ na HBO Max”, diz a nota oficial da empresa. “A série ganhou elogios da crítica e seguidores leais, e estamos orgulhosos de ter trabalhado com a criadora Claudia Forestieri e nossas duas produtoras executivas, Eva Longoria (que também dirigiu o piloto com maestria) e Zoe Saldaña, para trazer a jornada de Cucu para a tela. Agradecemos a elas e ao talentoso elenco e equipe por criarem um show tão sincero e inovador que se conectou profundamente com um grupo demográfico muito importante”. As produtoras Eva Longoria e Zoe Saldana também se manifestaram sobre o cancelamento. “Estamos com o coração partido pelas grandes mudanças de programação na HBO Max que não permitirão que nosso programa especial ‘As Crônicas de Cucu’, apresentado pela potência da comédia LatinX Brigitte Muñoz-Liebowitz, tenha uma 2ª temporada em sua casa original. Como produtores e contadores de histórias que buscam continuamente histórias autênticas e originais que destacam a alegria e o talento de nossa comunidade, estamos muito orgulhosos de ter trabalhado nessa série mágica”, disseram as duas estrelas, em um comunicado conjunto. “Continuamos impressionadas com a resposta crítica extremamente positiva, juntamente com nossos números crescentes de audiência, que provam que os espectadores reconhecem a importância da existência deste programa e o espaço crucial que ele preencheu para o conteúdo LatinX no cenário da mídia.” As duas vão agora tentar encontrar um novo lugar para continuar a série, mas os resgates de atrações canceladas são ainda mais raros quando o cancelamento acontece numa plataforma de streaming. “As Crônicas de Cucu” contava a história de imigrantes da República Dominicana que tentam se estabelecer em Miami nos anos 1980, acompanhando o novo emprego do pai, um executivo em ascensão de uma companhia aérea que atende a Flórida e o Caribe. Tudo é narrado pela filha caçula como um flashback de sua infância, ao estilo de produções da TV aberta como “Anos Incríveis”, “Fresh Off the Boat”, “Todo Mundo Odeia o Chris” e “Os Goldbergs”. Mas se a premissa é conhecida, a produção compensa a falta de inovação com personagens envolventes, especialmente as filhas, que descobrem o intrincado mundo das tribos escolares – onde todos se parecem com Madonna, inclusive os meninos – ao se mudarem para os EUA. Criada por Claudia Forestieri (roteirista de “Selena: A Série”), a atração destaca Juan Javier Cardenas (o Dante de “The Walking Dead”) e Diana Maria Riva (“Disque Amiga para Matar”) como os pais, Savannah Nicole Ruiz (“Gentefied”) como a irmã e a estreante Olivia Gonçalves como a Cucu/Gordita do título. O fim das produções infantis de live-action na HBO Max é uma das muitas mudanças de programação feitas pela equipe do CEO David Zaslav, que assumiu a chefia do conglomerado com o lançamento da Warner Bros. Discovery, concluído em abril passado. O futuro da própria plataforma está em jogo, já que a Warner Bros. Discovery planeja fundir a HBO Max com a Discovery+ num novo serviço de streaming. Ao menos, esta foi a justificativa dada para a paralisação do projeto de novelas brasileiras da empresa. Mas vale observar outro movimento importante do conglomerado: a renovação por mais cinco anos do contrato de Casey Blois, fechada na semana passada. O acordo mantém o executivo à frente da HBO e da HBO Max após duas mudanças radicais na chefia do grupo de mídia, que há quatro anos ainda se chamava Time-Warner, virou WarnerMedia por um breve período e agora é Warner Bros. Discovery.

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  • Filme

    “O Telefone Preto” é maior estreia de terror de 2022 no Brasil

    25 de julho de 2022 /

    A animação “Minions 2: A Origem de Gru” voltou a liderar as bilheterias dos cinemas brasileiros no último fim de semana. A produção da Universal arrecadou mais de R$ 11 milhões com um público de 561 mil pessoas entre quinta-feira e domingo (24/7), segundo levantamento da Comscore. Lançado há 20 dias, a continuação de “Minions” recuperou o 1º lugar após duas semanas em 2º. Mas foi por uma pequena diferença. “Thor: Amor e Trovão”, que vinha sendo o mais assistido, registrou uma bilheteria de R$ 10,9 milhões e quase 510 mil espectadores. O musical “Elvis” ficou em 3º lugar com uma renda de R$ 4,18 milhões, seguido de perto pelo terror “O Telefone Preto”, que fez R$ 4,1 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição. Em termos de público, porém, as crianças fantasmas levaram mais pessoas aos cinemas que o rock de Elvis Presley: foram 203 mil espectadores contra 164 mil. “O Telefone Preto” também comemorou o fato de ser a maior estreia de terror do ano até o momento. Somando suas sessões de “pré-estreias” (na verdade, um lançamento simplesmente antecipado em uma semana), o filme já foi assistido por mais de 360 mil espectadores no Brasil, atingindo uma renda de R$ 6,9 milhões. Ao todo, os 10 filmes mais vistos no fim de semana venderam 1,55 milhão de ingressos e faturaram R$ 32,92 milhões nas bilheterias do país. Confira abaixo a lista com as 10 maiores arrecadações. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 21 a 24/7:1. #MINIONS2 2. #ThorLoveAndThunder #Thor3. #Elvis 4. #OTelefonePreto 5. #TopGunMaverick 5. #PluftOFantasminha 7. #JurassicWorldDominion 8. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 9. #Lightyear10. #BoaSorteLeoGrande (pré estreia) — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 25, 2022

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