Novo filme de Jordan Peele estreia em 1º lugar nos EUA
O mais novo filme do cineasta Jordan Peele, “Não! Não Olhe!” (Nope), estreou em 1º lugar na América do Norte com cerca de US$ 44 milhões de bilheteria no fim de semana. Trata-se da maior abertura de um longa de roteiro original – que não é adaptação, continuação, remake/reboot – desde o filme anterior de Peele, “Nós”, que faturou US$ 71 milhões em seu lançamento em 2019. Chegou, inclusive, a superar os US$ 41 milhões do lançamento de “Era uma Vez… em Hollywood”, de Quentin Tarantino. “Não! Não Olhe!” também é o terceiro sucesso seguido do diretor após redefinir o gênero do terror com “Corra!” – que abriu com US$ 33 milhões em 2017. Desta vez, ele insere sci-fi na mistura, sem perder de vista os temas de raça e cultura, e sem alienar a crítica, que novamente o aplaudiu, resultando numa média de 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil, porém, ainda vai demorar. O lançamento nacional está marcado para daqui a um mês, em 25 de agosto. A produção sci-fi da Universal foi o único novidade nos cinemas norte-americanos neste fim de semana, mantendo vários títulos remanescentes no ranking dos mais vistos nos EUA e Canadá. “Thor: Amor e Trovão” caiu para o 2º lugar depois de duas semanas de liderança. A aventura da Marvel adicionou US$ 22,1 milhões, elevando seu total doméstico para US$ 276,2 milhões. Globalmente, o quarto filme de “Thor” arrecadou US$ 598 milhões e cruzará a marca de US$ 600 milhões na segunda-feira (25/7). Outro filme da Universal, “Minions 2: A Origem de Gru”, ficou em 3º lugar com US$ 17,7 milhões. Após quatro semanas em cartaz, a animação arrecadou US$ 297,8 milhões na América do Norte e US$ 640,2 milhões em todo o mundo. O drama “Um Lugar Bem Longe Daqui” ficou em 4º lugar com US$ 10,33 milhões e acumula US$ 38,3 milhões desde a chegada nos cinemas no fim de semana passado. Ainda inédito no Brasil, o filme da Sony só desembarca por aqui em 1 de setembro. “Top Gun: Maverick” completa o Top 5 com US$ 10 milhões, elevando sua contagem doméstica para US$ 635 milhões. Com esse desempenho, a produção da Paramount estrelada por Tom Cruise ultrapassou “Os Vingadores” (US$ 623,3 milhões) para virar a 9ª maior maior bilheteria na história da América do Norte. Em todo o mundo, já soma US$ 1,28 bilhão.
Netflix perde quase 1 milhão de assinantes e anuncia serviço com anúncios para 2023
A Netflix apresentou seu relatório de desempenho trimestral no fim da tarde desta terça (19/7) em um informe direcionado ao mercado financeiro norte-americano, no qual confirma a tendência de queda no número de suas assinaturas. Segundo o levantamento, a empresa perdeu quase 1 milhão de assinantes durante o segundo trimestre. Foram ao todo 970 mil contas encerradas entre abril e junho de 2022, um aumento significativo em relação às 200 mil canceladas no primeiro trimestre. Mesmo assim, representa um resultado melhor do que suas próprias expectativas, que giravam em torno de 2 milhões, devido ao boicote contra a Rússia e a queda da internet na Ucrânia – os dois maiores países da Europa. A empresa se mostrou otimista, inclusive, ao divulgar projeções de retomada de crescimento para o terceiro trimestre, quando acredita que irá adicionar mais 1 milhão de assinantes. Mas mesmo que esse número se confirme, continuará com menos assinantes do que tinha em 2021. A Netflix tem atualmente um total de 220,67 milhões de assinantes, com uma receita de US$ 7,97 bilhões geradas por essas assinaturas no segundo trimestre. Como houve aumento no valor cobrado e disparada do dólar no mercado internacional, a diminuição de assinantes não afetou o crescimento financeiro, que faturou aproximadamente 8% a mais que no ano passado, de acordo com a carta da Netflix aos acionistas. Já o lucro líquido, sem as despesas, atingiu US$ 1,44 bilhão. A região que sofreu maior queda foi a América do Norte (EUA e Canadá), com perda de 1,3 milhões de assinantes, apesar do lançamento de grandes séries em inglês no trimestre, como a 4ª temporada de “Stranger Things”. A região que compreende a Europa, Oriente Médio e África também registrou declínio, perdendo 770 mil contas. Por outro lado, a América Latina registrou uma adição modesta de mil novos assinantes, enquanto a região da Ásia-Pacífico trouxe 1,08 milhão de assinantes novos durante o trimestre. Vale lembrar que a Netflix fez uma promoção especial de preços na Índia, estabelecendo no país sua assinatura mais barata do mundo. Os números apontam uma estagnação. E serviram de alerta para a empresa, que costumava ser conhecida por grandes investimentos em conteúdo sem muito critério. Atualmente em modo de revisão de seu modelo de negócios, o streamer fez várias rodadas de demissões, com a mais recente resultando no corte de 300 funcionários. Também reavaliou sua estratégia para se concentrar em menos projetos, privilegiando produções mais vistosas, e acelerou a adoção de novos modelos de assinatura. Haverá taxa para compartilhamento de senha e uma opção de assinatura mais barata, incentivada pela implementação de publicidade – numa parceria com a Microsoft. Em sua carta aos acionistas, a Netflix disse que planeja lançar sua versão com anúncios “no início de 2023”. A oferta provavelmente será lançada primeiro em mercados onde “os gastos com publicidade são significativos”. “Embora leve algum tempo para aumentar nossa base de assinantes para a versão de anúncios, a longo prazo achamos que a publicidade pode permitir uma adesão substancial (por meio de preços mais baixos) e maior lucro (pela receita de anúncios)”, diz o documento da empresa. Com o lançamento da versão “mais barata”, a assinatura do modelo atual, sem anúncios, tende a virar “premium”. Mas os detalhes só ficarão claros no ano que vem.
Netflix passa a cobrar por compartilhamento de senhas
A Netflix vai começar a cobrar de assinantes que usarem sua conta em outro endereço que não seja o informado no cadastro da empresa. A cobrança começou a ser aplicada, em fase de testes, em cinco países da América Latina. Por enquanto, o Brasil não entrou na lista, mas consumidores brasileiros já começaram a receber notificações de alerta da Netflix ao utilizarem sua conta em novos aparelhos. A princípio, a taxa extra será cobrada se for verificado que o log in e senha do serviço tiver sido usado por mais de duas semanas em endereços alternativos. A companhia assegura que o uso da Netflix por pessoas em viagens de férias não será afetado. Por isso, a cobrança não será feita se o dispositivo usado pelo assinante for móvel, como smartphone, tablet e laptop. Os países onde a cobrança começa a ser realizada são Argentina, El Salvador, Guatemala, Honduras e República Dominicana. O valor varia de US$ 1,70 a US$ 2,99, dependendo do país. A cobrança pelo compartilhamento de senhas reflete uma tendência de queda no número de assinantes do serviço. A Netflix perdeu 200 mil assinantes no primeiro trimestre do ano e mais 970 mil no segundo trimestre em todo o mundo. Os números oficiais de abril a junho foram anunciados nesta terça (19/7). Ao mesmo tempo, a Netflix estima que mais de 100 milhões de famílias usam contas pagas por outras pessoas e que essa prática é uma das principais causas da perda de assinantes. Cobrar a taxa extra pelo compartilhamento seria uma forma de reverter a perda financeira da diminuição de assinaturas. As ações da empresa já caíram 65% neste ano, com o receio de investidores sobre o futuro do streaming.
“Thor: Amor e Trovão” segue como filme mais visto do Brasil
“Thor: Amor e Trovão” manteve a liderança das bilheterias nos cinemas brasileiros pelo segundo fim de semana consecutivo, ao registrar um público de 825 mil pessoas e uma renda de R$ 17,7 milhões, segundo dados da Comscore. “Minions 2: A Origem de Gru” também repetiu o 2º lugar, com 622 mil espectadores e arrecadação de R$ 12 milhões, apesar da estreia recente de “Elvis”. Com distribuição muito menor, pela monopolização dos cinemas pelos dois títulos anteriores, o musical sobre o Rei do Rock foi apenas o 3º filme mais assistido, com 198 mil pagantes. O ranking também registrou “O Telefone Preto” em 4º lugar. O detalhe é que o terror só será lançado oficialmente na quinta-feira (21/7). Sua presença entre os títulos mais vistos da semana só comprova que as distribuidoras não seguem seus próprios calendários, fazendo “pré-estreias” pagas que, na prática, significam uma estreia convencional antecipada. Ao todo, 1,84 milhão de pessoas compareceram aos cinemas do Brasil entre quinta e domingo (17/7), o que rendeu mais de R$ 39 milhões em bilheteria. Confira o Top 10 abaixo. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 14-17/71. #Thor #LoveAndThunder 2. #MINIONS2 3. #Elvis 4. #OTelefonePreto (pré estreia)5. #TopGunMaverick 6.#JurassicWorldDominio 7. #Lightyear 8. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 9. #CrimesoftheFuture 10.#OAcontecimento — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 18, 2022
Bilheteria: “Thor: Amor e Trovão” mantém liderança e chega a US$ 500 milhões
“Thor: Amor e Trovão” manteve o 1º lugar nas bilheterias pelo segundo fim de semana, faturando US$ 46 milhões em vendas de ingressos nos EUA e Canadá, muito à frente do 2º colocado. O valor representa uma queda de 68% em relação à estreia, replicando o que aconteceu com o lançamento anterior da Marvel, “Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura”, que caiu 67% em seu segundo fim de semana nas bilheterias domésticas. Com isso, o quarto “Thor” atingiu um total de US$ 233 milhões na América do Norte e chegou a quase US$ 500 milhões mundiais – está com US$ 497,8 milhões, segundo o Box Office Mojo, que chegou a informar US$ 720 milhões no domingo (17/7), numa grande discrepância de valores. “Minions 2 – A Origem de Gru” ficou em 2º lugar na América do Norte com US$ 26 milhões. Enorme sucesso, a animação já soma US$ 262,5 milhões no mercado interno e US$ 532,7 milhões mundiais, disparando como a maior bilheteria infantil desde o advento da covid-19. A estreia de “Um Lugar Bem Longe Daqui” ficou em 3º lugar com US$ 17 milhões, abaixo das expectativas do mercado e do próprio estúdio Sony. Um dos maiores problemas para o drama romântico, orçado em US$ 24 milhões e baseado num best-seller de Delia Owens, foram as críticas negativas. A produção teve apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes, que agrega as principais críticas publicadas em inglês. O filme, que inclui uma música inédita de Taylor Swift, só vai estrear em 1 de setembro no Brasil. O fim de semana ainda marcou um segundo lançamento amplo, a animação infantil da Paramount “O Lendário Cão Guerreiro”, que não conseguiu despertar o interesse do grande público, abrindo em 6º lugar com apenas US$ 6,25 milhões. Considerado medíocre pela crítica, teve 54% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia no Brasil em 25 de agosto, com dublagem de Paulo Vieira. Enquanto isso, “Top Gun: Maverick” continua com desempenho impressionante em 4º lugar, arrecadando US$ 12 milhões nos EUA, onde já ultrapassou a marca de US$ 600 milhões. Sua queda no fim de semana foi de apenas 23%. O Top 5 se completa com “Elvis”, que faturou US$ 7,6 milhões entre sexta e domingo (17/7), elevando sua bilheteria doméstica para US$ 106 milhões e o acumulado mundial para US$ 185,6 milhões.
HBO Max some com programas de Sandy, Ivete e Angélica
A HBO Max sumiu com os programas “Jornada Astral”, “Onda Boa com Ivete” e “Sandy + Chef”, produções que foram lançadas com muita fanfarra desde o ano passado. As atrações de variedades apresentadas por Angélica, Ivete Sangalo e Sandy saíram do catálogo do streaming na quarta-feira (13/7). O “Jornada Astral” foi lançado em dezembro de 2021 e foi o primeiro trabalho de Angélica fora da Globo, empresa em que trabalhou durante 24 anos. No programa, ela conversava com entrevistados famosos, tendo o horóscopo como ponto de partida para confissões inesperadas e previsões para os futuros das celebridades. O “Sandy + Chef” acompanhava experiências culinárias da cantora Sandy, nada íntima com a cozinha, com a ajuda de um chef de cozinha renomado por capítulo. Além do passo a passo para elaborar os pratos, a série disponibilizada em novembro de 2021 destacava as trapalhadas de Sandy e suas cobaias, formadas por sua família e amigos. Já o “Onda Boa com Ivete” foi o programa que ficou menos tempo na plataforma. Foi lançado neste ano, no dia 20 de janeiro, e acompanhou o processo criativo da cantora Ivete Sangalo. O motivo alegado para o sumiço foi a fusão da Warner com a Discovery. “Em preparação para a eventual unificação da programação HBO Max e Discovery+ em uma só plataforma, estamos constantemente avaliando nossa oferta para garantir a melhor experiência de entretenimento de qualidade para os nossos consumidores; e parte desse processo inclui a remoção de conteúdos selecionados”, informou a HBO Max em comunicado, sugerindo que esse tipo de atração só entraria na nova plataforma. Mas um produto similar, “Selena + Chef”, produção original em que “Sandy + Chef” se baseia, continua disponível no streaming. De forma curiosa, a explicação oficial toca numa questão de bastidores de que não se tem notícias desde março, quando uma entrevista do CFO do grupo Discovery, Gunnar Wiedenfels, mencionou “um produto combinado ao invés de um pacote”, falando sobre uma possível unificação das plataformas. Na ocasião, ele disse que isso ainda levaria muito tempo. Mas esta declaração aconteceu um mês antes do lançamento oficial da nova empresa, Warner Bros. Discovery, resultado do acordo da AT&T para passar a antiga WarnerMedia para o controle do grupo Discovery. Desde então, os novos donos da Warner passaram a reestruturar a companhia, demitir executivos e cancelar projetos. Por causa dessa dinâmica, a Warner Bros. Discovery barrou conteúdos roteirizados dos canais americanos TNT e TBS, congelou produções locais da HBO Max em quase toda a Europa e suspendeu o projeto de novelas brasileiras para o streaming. Os cancelamentos fazem parte da revisão de conteúdo da Warner Bros. Discovery para atingir uma meta de economia de custos de US$ 3 bilhões neste ano. Vale ressaltar que o conglomerado recém-formado, administrado pelo CEO David Zaslav, herdou uma dívida de US$ 55 bilhões da WarnerMedia, que é o principal motivo para o fim dos investimentos. E a unificação das duas plataformas neste momento compreenderia mais e não menos investimentos.
Globo fecha com a Paramount exibição de “Pantanal” na América do Sul
O Grupo Globo fechou com a Paramount Global um acordo milionário para a transmissão de Pantanal para toda a América do Sul. A notícia chegou à mídia em declaração de Francisco Espinoza, diretor de Programação da Chilevision. Em entrevista para a imprensa chilena na quarta (13/7), ele revelou: “Adquirimos os direitos desta série de televisão, que é um sucesso indiscutível no Brasil, e estamos vendo agora qual será o plano de exibição em cada um de seus canais de exibição”. Cada mercado terá uma forma diferente de exibir a novela. No Chile e na Argentina, “Pantanal” chegará pelos canais Chilevisión e Telefé, emissoras de TV aberta que pertencem à Paramount. No resto do continente, o lançamento será via streaming pela Paramount+. Espinoza também disse à imprensa chilena que o negócio é o primeiro de muitos, já que a Paramount deseja comprar mais novelas da Globo para exibição no resto do continente. De acordo com o site Notícias da TV, o contrato é estimado em US$ 10 milhões (R$ 54,7 milhões) e permite à Paramount distribuir a atração para outros países do continente até 2025. O negócio não afeta o mercado brasileiro, onde a trama é disponibilizada pela rede Globo e em streaming pela Globoplay. Além desse contrato, a Globo espera fechar novas vendas internacionais para Pantanal ainda neste ano. Quatro redes de TV da Europa já conversavam com a área de aquisição da Globo, incluindo a SIC, emissora de Portugal que já exibe novelas brasileiras.
Tudum: Netflix anuncia novo evento para fãs em setembro
Um mês depois de uma Geeked Week de pouca repercussão, a Netflix já prepara outro evento para fãs de sua programação. Nesta quinta (14/7), a plataforma anunciou uma nova edição do Tudum para o dia 24 de setembro. Anteriormente chamado de festival, o evento promocional será virtual e gratuito. Classificado como “uma celebração ao fandom global da Netflix”, trará conteúdo de mais de 100 produções da plataforma, entre séries, filmes e especiais. E em vez de se estender por vários dias como a Geeked Week, o quarto Tudum – ou segundo Tudum mundial – vai promover cinco eventos globais no mesmo dia. Vale lembrar que a primeira edição do evento foi presencial e exclusiva do Brasil. Ela ocorreu em janeiro de 2020 no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, com participação de Lana Condor e Noah Centineo, e atraiu 50 mil visitantes. Já o segundo ano aconteceu de forma virtual devido à pandemia, contando com apresentação de Maisa Silva. Deu tanto certo que a Netflix adotou o nome Tudum para seu primeiro infomercial mundial no ano passado, quando juntou mais de 145 atores convidados para falar de 70 títulos exclusivos de seu catálogo de streaming, A principal novidade do Tudum deste ano é a mudança de estrutura, que dividirá o conteúdo por mercados de quatro continentes diferentes, levando o público a uma viagem pelo mundo. Serão, ao todo, cinco blocos específicos, dedicados às produções da Coreia do Sul, Índia e Japão, um maiorzinho juntando as produções dos Estados Unidos e Europa, e outro dedicado aos títulos originais da América Latina, incluindo os destaques do Brasil. Cada bloco trará anúncios em primeira mão, com imagens inéditas ou trailers dos próximos lançamentos, além de contar com os astros das produções falando de seus projetos. A lista de celebridades e títulos promovidos será divulgada apenas no início de setembro. Batizado oficialmente em português de “Tudum: Um Evento Mundial para Fãs”, o esforço promocional será transmitido em todo o mundo pelos canais da Netflix no YouTube e redes sociais. Veja o anúncio oficial do evento abaixo. 🚨 ATENÇÃO: O #TUDUM TÁ DE VOLTA! O evento virtual com novidades exclusivas das suas séries e filmes favoritos já tem data pra edição desse ano. Anotem e separem o dia todinho pra acompanhar porque são 5 eventos em 24 horas. O TUDUM acontece dia 24 de setembro. 📝 pic.twitter.com/GOqN9kTA99 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 14, 2022
“Thor: Amor e Trovão” leva quase 2 milhões de brasileiros aos cinemas
Em cartaz na maioria dos cinemas do país, “Thor: Amor e Trovão” foi visto por quase 2 milhões de brasileiros em seus primeiros dias de exibição. A todo, foram 1,98 milhões de pessoas, incluindo as sessões de pré-estreia. O desempenho só perde para uma outra abertura da Marvel em 2022: “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que teve 2,8 milhões de espectadores em seu lançamento. A arrecadação do quarto filme de “Thor” atingiu R$ 35,1 milhões, considerando apenas o fim de semana estendido de quinta a domingo (10/7). O resultado desbancou o título mais visto da semana passada, “Minions 2: A Origem de Gru”, que ficou em 2º lugar com 705 mil espectadores e R$ 14,1 milhões em ingressos vendidos. “Top Gun: Maverick” fecha o Top 3 com pouco mais de 102 mil espectadores e renda de R$ 2,66 milhões. Em cartaz há quase dois meses, o filme de Tom Cruise já se aproxima dos R$ 100 milhões nos cinemas brasileiros. Confira abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil, de acordo com dados da Comscore. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 7-10/Julho:1. #ThorLoveAndThunder #thoramoretrovao 2. #MINIONS2 3. #TopGunMaverick 4. #JurassicWorldDominio 5. #Lightyear 6. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 7. #LolaESeusIrmãos8. #AmigoSecreto9. #SonicMovie2 10.#OsPrimeirosSoldados — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 11, 2022
“Amor e Trovão” tem maior estreia de todos os filmes de Thor
“Thor: Amor e Trovão” teve a melhor estreia doméstica da franquia estrelada por Chris Hemsworth, ao abrir com US$ 143 milhões nos EUA e Canadá neste fim de semana. O valor ainda equivale à quarta maior bilheteria de estreia da pandemia, atrás de duas outras produções da Marvel, “Homem-Aranha: Longe de Casa” (US$ 260 milhões) e “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (US$ 187,4 milhões), e de “Jurassic World: Domínio” (US$ 145 milhões). O sucesso se estendeu a todos os países, fazendo trovejar mais US$ 159 milhões nas bilheterias internacionais, o que levou o quarto “Thor” a atingir um início global de US$ 302 milhões. A Coreia do Sul foi o principal mercado do exterior com US$ 15,3 milhões, seguido pelo Reino Unido (US$ 14,8 milhões), Austrália (US$ 13,8 milhões), México (US$ 11,8 milhões) e Índia (US$ 10,3 milhões). Entretanto, como tem sido regra para a Disney desde o fiasco de “Mulan”, os filmes do estúdio seguem vetados na China, país com mais cinemas do mundo. O que mais chama atenção nesses números é que os lançamentos de Thor costumam disputar com os títulos do “Homem-Formiga” as bilheterias mais baixas da Marvel. A exceção tinha sido “Thor: Ragnarok”, que estreou com US$ 122,7 milhões na América do Norte em 2017. O primeiro “Thor” abriu com US$ 65,7 milhões nos EUA em 2011, enquanto o segundo, “Thor: Mundo Sombrio”, fez US$ 85,7 milhões em 2013. Mas o público e os críticos não amaram tanto a nova continuação quanto o filme anterior, dirigido pelo mesmo cineasta, Taika Waititi. “Amor e Trovão” teve aprovação de 68% no Rotten Tomatoes (avaliação da crítica) e nota B+ no CinemaScore (pesquisa com o público), enquanto “Ragnarok” atingiu 93% no Rotten Tomatoes e A- no CinemaScore. Essa diferença poderia ser um entrave no desempenho futuro da produção, mas a concorrência resolveu ajudar a Marvel e programar apenas lançamentos limitados no próximo fim de semana. Dureza mesmo foi a estreia, tirada de letra. O filme chegou aos cinemas num momento em que vários blockbusters estão cartaz, evidenciando uma recuperação definitiva do mercado. “Minions 2: A Origem de Gru” ficou em 2º lugar na América do Norte com US$ 45,6 milhões. Enorme sucesso, a animação já soma US$ 210,1 milhões no mercado interno e praticamente US$ 400 milhões mundiais, consagrando-se em dois fins de semana como a maior bilheteria infantil desde o advento da covid-19. “Top Gun: Maverick” continuou voando perto do topo com US$ 15,5 milhões. Em 3º lugar, o filme estrelado por Tom Cruise está com um total doméstico de US$ 597,4 milhões e US$ 1,1 bilhão mundiais. Em 4º lugar, a cinebiografia “Elvis” somou mais US$ 11 milhões para chegar neste domingo (10/7) a um total doméstico de US$ 91,2 milhões e US$ 155,1 milhões mundiais. O drama musical estreia no Brasil na quinta-feira (14/7). “Jurassic World: Domínio” fecha o Top 5 com US$ 8,1 milhões e outro desempenho vigoroso: US$ 350,3 na América do Norte e US$ 826,5 milhões em todo o mundo. Com tantos sucessos em cartaz, a receita doméstica do fim de semana deve atingir US$ 235 milhões nos EUA e Canadá – um aumento de 217% em relação ao mesmo período do ano passado, quando “Viúva Negra” chegou aos cinemas. Mas a comparação que realmente revela o estado de remissão atual do mercado é com a era pré-pandêmica. E o valor é apenas 12% inferior ao faturamento saudável de 2019, antes de qualquer quarentena.
Elon Musk desiste de comprar o Twitter
O bilionário Elon Musk anunciou nesta sexta-feira (8/7) que desistiu de comprar o Twitter. Ele retirou sua oferta de US$ 44 bilhões, dizendo que a empresa não forneceu informações suficientes sobre o número de spam e contas falsas na plataforma. Em comunicado, o dono da companhia de carros Tesla e de foguetes SpaceX afirmou que o Twitter estava “violando materialmente várias disposições” do acordo de venda e “parece ter feito declarações falsas e enganosas”. No documento, Musk afirma que uma análise preliminar de seus assessores determinou que o número de spam e contas falsas no Twitter é muito maior do que os 5% divulgados pela empresa. Desde que chegou a um acordo financeiro para a aquisição do Twitter em abril, Musk vem questionando as contas falsas da empresa, considerando desistir do acordo para comprar a rede social. Como parte do acordo, ele é obrigado a pagar uma multa de US$ 1 bilhão pela desistência. Além de seu prejuízo pessoal, a aventura de Musk fez as ações do Twitter caíam 6%. Mas a história está longe de acabar. O Twitter informou que entrará com uma ação contra Musk caso a compra da rede social pelo empresário não seja realizada. Bret Taylor, presidente do conselho administrativo do Twitter, se pronunciou na noite desta sexta-feira exigindo que Musk cumpra sua palavra no acordo. “O Conselho do Twitter está comprometido em fechar a transação no preço e nos termos acordados com o sr. Musk, e planeja entrar com uma ação legal para fazer cumprir o acordo. Estamos confiantes que prevaleceremos no tribunal de Delaware”, afirmou.
“Minions 2” domina bilheterias do Brasil
A estreia de “Minions 2: A Origem de Gru” levou 796 mil espectadores aos cinemas brasileiros e rendeu R$ 16,6 millhões para a Universal, segundo dados da Comscore. O valor representa mais da metade da arrecadação total do fim de semana, que chegou a R$ 27,15 milhões. Além disso, todos os demais filmes somados do Top 10 atraíram apenas 464 mil pagantes. A lista dos mais vistos, também destacou “Top Gun: Maverick” e “Jurassic World: Dominion”, cujas rendas foram de R$ 4,75 milhões e R$ 3,12 milhões, respectivamente. Além de “Minions 2”, a única outra estreia a figurar no Top 10 foi o thriller policial brasileiro “As Verdades”, estrelado por Lázaro Ramos, que abriu em 10º lugar, com R$ 14.1 mil arrecadados. Veja abaixo o Top 10 do fim de semana nos cinemas brasileiros. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 30/6-3/7:1. #MINIONS2 2. #TopGunMaverick 3. #JurassicWorldDominio 4. #Lightyear 5. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 6. #VejaPorMim7. #DoutorEstranho #MultiversoDaLoucura 8. #AmigoSecreto9. #AssassinoSemRastro10. #asverdades — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 4, 2022
HBO Max cancela produções originais na Europa
Um porta-voz da Warner Bros. Discovery revelou que a plataforma HBO Max não receberá novos projetos originais em quase toda a Europa. Conforme um comunicado à imprensa nesta segunda-feira (4/7), o cancelamento faz parte da revisão de conteúdo da Warner Bros. Discovery para atingir uma meta de economia de custos de US$ 3 bilhões. No entanto, a decisão de “remover uma quantidade limitada de programação original do HBO Max” não afeta os programas que já estão em produção. Já os projetos aprovados serão avaliados individualmente. O comunicado também afirma que a empresa não produzirá obras nos países nórdicos (como a Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia), Europa Central, Holanda e Turquia. Em contrapartida, a nova Warner pretende conquistar o mercado cinematográfico francês, bem como manterá as atrações espanholas – que são as mais rentáveis de toda a Europa para a HBO Max. A recente fusão dos grupos WarnerMedia e Discovery trouxe como consequência o fim da produção de diversos projetos, como foi o caso do “Expresso do Amanhã”. A empresa também anunciou que os canais TNT e TBS não produziriam mais conteúdos roteirizados. Vale ressaltar que o conglomerado recém-formado, administrado pelo CEO David Zaslav, herdou uma dívida de US$ 55 bilhões da WarnerMedia, que é o principal motivo para o fim dos investimentos.












