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    Cinemas brasileiros tem pior fim de semana do ano

    5 de setembro de 2022 /

    Os cinemas brasileiros registraram seu pior público de 2022 no último fim de semana, atraindo menos de meio milhão de espectadores. Ao todo, 491 mil pessoas compraram ingressos entre quinta-feira e domingo (4/9), segundo dados da Comscore. O valor arrecadado com os dez filmes mais assistidos foi de apenas R$ 10 milhões. Até então, o pior resultado tinha acontecido entre 24 e 27 de fevereiro, quando o faturamento foi de R$ 10,17 milhões e público chegou a aproximadamente 500 mil pessoas. Abaixo desse patamar, só em setembro do ano passado, há cerca de um ano. A sci-fi/terror “Não! Não Olhe!” foi o filme mais visto pela segunda semana consecutiva, levando quase 118 mil pessoas aos cinemas, para uma renda de R$ 2,49 milhões. Em 2º lugar, ficou a estreia brasileira de “Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz”, assistida por 74 mil pessoas. A animação “Minions 2: A Origem de Gru” completa o Top 3 com 63 mil espectadores. Confira abaixo os 10 filmes mais vistos no Brasil. 1. “Não! Não Olhe!” 2. “Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz” 3. “Minions 2: A Origem de Gru” 4. “Um Lugar Bem Longe Daqui” 5. “O Lendário Cão Guerreiro” 6. “Thor: Amor e Trovão” 7. “Trem-Bala” 8. “After. “Depois da Promessa” 9. “Dragon Ball Super: Super Herói” 10. “O Telefone Preto”

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    Homem-Aranha volta ao topo das bilheterias em relançamento nos EUA

    4 de setembro de 2022 /

    Sem grandes estreias neste fim de semana, o relançamento de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” com cenas inéditas acabou virando o filme mais visto na América do Norte. A Sony relançou o longa com 11 minutos de cenas extras, que provaram ser suficientes para convencer os fãs a pagarem para ver tudo de novo. Exibida em 3.935 cinemas, o filme subtitulado como “A Versão ainda mais Divertida” arrecadou US$ 6 milhões entre sexta e domingo (4/9). Em 2º lugar, apareceu outro blockbuster já antigo, “Top Gun: Maverick”, com US$ 5,5 milhões em seu 15º fim de semana em cartaz. Com isso, chegou aos US$ 700 milhões de bilheteria, virando o 6º longa a atingir a marca no mercado doméstico. Como segunda-feira é feriado nos EUA (Dia do Trabalho), o filme de Tom Cruise já conta as horas para ultrapassar os US$ 700,42 milhões de “Pantera Negra” e se consagrar como a 5ª maior bilheteria de todos os tempos no país. Por sinal, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” é a 3ª maior bilheteria de todos os tempos nos EUA e Canadá, atingindo US$ 812,3 milhões com ajuda do relançamento. Ambos os filmes já estão amplamente disponíveis em plataformas de streaming e VOD, e o fato de ainda dominarem as bilheterias demonstra como o público está encarando a oferta de produtos novos. Até um relançamento de “Tubarão”, de 1975, entrou no Top 10 da semana. Em contraste, a única estreia de conteúdo inédito no fim de semana, a comédia “Honk for Jesus. Save Your Soul”, abriu em 14º lugar, com US$ 1,4 milhões em 1.882 cinemas. O Top 5 teve ainda “DC Liga dos SuperPets” e “Trem-Bala” praticamente empatados com US$ 5,4 milhões e o terror “Convite Maldito”, que liderou as bilheterias no fim de semana passado, caindo para 5º lugar com US$ 4,7 milhões. Único desses filmes que ainda chegou ao Brasil, “Convite Maldito” tem estreia nacional marcada para 15 de setembro – após ter sido empalado pela crítica americana, com apenas 20% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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    Bolsonaro encaminha projeto que pode acabar com cinema brasileiro

    1 de setembro de 2022 /

    O governo Bolsonaro está querendo acabar com o financiamento da atividade cinematográfica do país. O jornal Folha de S. Paulo apurou que o projeto do plano orçamentário de 2023, enviado nesta semana ao Congresso, traz a exclusão da Condecine. A taxa é o que mantém a produção do cinema brasileiro. Cobrada junto à indústria de telefonia e audiovisual, Condecine significa, textualmente, Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional. Pela lei, as empresas audiovisuais têm seu lucro taxado para ajudar a produzir novos conteúdos e assim fazer crescer todo o setor, funcionando tanto como fomento como regulação. A verba arrecada é o que alimenta o FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), operado pela Ancine (Agência Nacional de Cinema) para financiar produções de filmes, séries e games brasileiros. Não é dinheiro de imposto de renda ou de verbas de outros segmentos, como saúde e educação. Trata-se de uma taxa que incide apenas sobre empresas que faturam com o audiovisual, via exibição nos cinemas, TV paga e outros serviços. No FSA, esse dinheiro garante o investimento em novos projetos de diferentes produtores e nichos. “Toda a diversidade da cultura brasileira pode ser registrada no audiovisual justamente porque a gente tem dinheiro no fundo”, disse Vera Zaverucha, especialista no setor e ex-dirigente da Ancine, para a Folha. “Extinguir a Condecine acaba com o cinema no Brasil, principalmente o que é feito pelas produtoras independentes”, acrescentou. O cineasta André Sturm, diretor do cinema Petra Belas Artes, em São Paulo, disse à Folha que ficou “chocado” e espera que seja “um engano, porque significa interromper o funcionamento do audiovisual brasileiro”. O produtor Manoel Rangel, ex-diretor-presidente da Ancine, acrescenta que a proposta “é mais uma irresponsabilidade do governo Bolsonaro com as contas públicas, a cultura brasileira e a produção audiovisual” e “uma insanidade dos tecnocratas a serviço do lobby de determinadas empresas”. Ele acusa: “Um governo que tem apenas mais três meses de exercício de mandato não tem o direito de mudar algo que foi construído em anos de atuação pública do país para o desenvolvimento do audiovisual.” Debora Ivanov, da Gullane, uma das maiores produtoras do país, aponta para o caos que virá com o fim do Condecine. “Ele é responsável por toda a cadeia produtiva, gerando milhares de postos de trabalho, ampliando nossa presença nos canais de TV por assinatura, conquistando prêmios e mercados pelo mundo, além de contribuir com o incremento da economia.” O fim da Condecine pode realmente criar a maior crise já enfrentada pelo cinema nacional, pior até que a implosão associada ao fim da Embrafilme e do Concine decretado por Fernando Collor, outro presidente de direita. Em 1992, último ano do governo Collor, apenas três filmes brasileiros chegaram às telas, em resultado direto de suas ações. Foram iniciativas como a Lei do Audiovisual, o Condecine e o FSA, criados nos governos de Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e Lula, num entendimento em comum sobre as necessidades da indústria audiovisual, que permitiram desde a chamada Retomada do setor até o crescimento do número de cinemas e bilheterias no Brasil. Bolsonaro já havia vetado integralmente o projeto que prorrogava a Lei do Audiovisual. Também vetou o Recine, que incentivava a criação de novos cinemas, além de várias leis de fomento, como a Lei Paulo Gustavo. Também deixou vencer a política de cotas de telas e proibiu apoio de estatais a filmes e eventos do setor. Tudo isto em plena pandemia, num ataque frontal contra a economia. Para justificar seu plano de destruição, Bolsonaro chegou a dizer que o Brasil não faz filmes bons. “Há quanto tempo a gente não faz um bom filme, não é?”, ele disse sobre a indústria nacional numa live de 2019 – ignorando, para variar todas as premiações em festival internacionais que contrariam a distorção. Seus vetos anteriores, porém, foram revertidos no Congresso, onde o orçamento de 2023 será discutido. Artistas e associações do setor devem reagir em peso contra a medida e pressionar por novo veto.

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    Netflix comemora 25 anos de atividade

    29 de agosto de 2022 /

    A Netflix está completando 25 anos. Fundada em 29 de agosto de 1997 por Reed Hastings e Marc Randolph, a Netflix surgiu como um serviço de locação e compras de filmes pelo correio, bem antes de virar a plataforma líder do streaming mundial. Para marcar a data, a empresa divulgou um vídeo em tom nostálgico, que registra sua evolução desde a época em que entregava DVDs pelo correio. O vídeo também destaca a diversidade de suas produções originais, como as séries “Orange Is the New Black”, “Stranger Things” e “Round 6”. Segundo a lenda, a ideia para o serviço surgiu quando Hastings recebeu uma multa de US$ 40 pelo atraso na devolução do filme “Apollo 13” (1995) que ele havia alugado na locadora Blockbuster. Ele passou a imaginar, então, um modelo de negócios em que não haveriam multas por atraso de devolução. Em busca de patrocínio, ele e o sócio conseguiram um capital inicial de US$ 1,9 milhões para lançar o que, a princípio, seria apenas uma loja online para compra e aluguel de filmes. Mas o modelo não gerava lucro. Os DVDs eram caros, os custos com correios muito altos e o retorno era mínimo. Os fundadores chegaram a considerar a possibilidade de vender a Netflix para a Amazon – e para a própria Blockbuster – , mas resolveram insistir com outra ideia: um serviço com mensalidades fixas. Foi o que salvou a empresa, atraindo mais de 200 mil assinantes. Em 2002, o número de assinantes ultrapassou os 600 mil e, com os avanços em velocidade e a queda na instabilidade da internet, o serviço de streaming foi introduzido em 2010. Isso possibilitou um crescimento astronômico. Um ano após virar serviço de streaming, o número de assinantes da Neflix nos EUA chegou aos 20 milhões. Com o lançamento de “Lilyhammer” em 2012, a plataforma deu outro passo, iniciando a exibição de conteúdos exclusivos e originais. Logo aconteceu a expansão para outros países. E, durante uma década, a Netflix dominou sozinha o mercado de streaming, tornando-se sinônimo de filmes vistos na internet. Foi só recentemente que a empresa começou a perder o seu reinado, com perda de quase 1 milhão de usuários no trimestre passado. Confira o vídeo comemorativo.

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    Estreia de “Não! Não Olhe!” lidera bilheterias no Brasil

    29 de agosto de 2022 /

    Assim como aconteceu nos EUA, os cinemas brasileiros tiveram um dos piores públicos do ano no último fim de semana. Entre quinta-feira e domingo (28/8), foram vendidos 556 mil ingressos, que renderam R$ 11,45 milhões nas bilheterias, de acordo com dados da Comscore. O público e a renda só não foram piores que os resultados do fim de semana entre 24 e 27 de fevereiro – 500 mil ingressos e R$ 10,17 milhões. A estreia de “Não! Não Olhe!” foi o filme mais assistido, levando 142 mil pessoas aos cinemas para um faturamento de pouco mais de R$ 3 milhões. A animação “Minions 2: A Origem de Gru” manteve o 2º lugar da semana passada, com metade do público e R$ 1,3 milhão, enquanto outra animação, a estreante “O Lendário Cão Guerreiro”, registrou a terceira maior movimentação, com R$ 1,1 milhão. Outro estreante, “After – Depois da Promessa” ocupou o 4º lugar, apesar de ser visto por menos de 60 mil pessoas. O Top 5 fecha com um tombo. A posição foi ocupada pelo líder da semana passada, “Dragon Ball Super: Super-Herói”, que viu seu público desabar após sete dias. Confira abaixo a lista dos 10 filmes mais vistos no Brasil no fim de semana. 1. “Não! Não Olhe!” 2. “Minions 2: A Origem de Gru” 3. “O Lendário Cão Guerreiro” 4. “After. “Depois da Promessa” 5. “Dragon Ball Super: Super Herói” 6. “Trem-Bala” 7. “Thor: Amor e Trovão” 8. “Elvis” 9. “O Telefone Preto” 10. “DC Liga dos Superpets”

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    Terror lidera bilheterias com cinemas vazios nos EUA

    28 de agosto de 2022 /

    O lançamento em streaming de alguns dos últimos líderes das bilheterias contribuiu para esvaziar os cinemas dos EUA neste fim de semana. Sem blockbusters para ocupar o espaço deixando por títulos que estavam no Top 5 há semanas, o terror “Convite Maldito” (The Invitation) acabou liderando a venda de ingressos com uma arrecadação pífia: US$ 7 milhões nos EUA e Canadá. Desde maio de 2021, quando a Covid-19 mantinha as pessoas em casa, o filme mais visto da semana não rendia tão pouco. Com isso, a bilheteria doméstica desabou. Foram US$ 54 milhões entre todos os títulos exibidos entre sexta e domingo (28/8), o pior resultado em meses. “Convite Maldito” foi um desastre também entre a crítica, que considerou a produção de vampiros da Sony um lixo, com apenas 26% de aprovação na compilação do agregador Rotten Tomatoes. O lançamento no Brasil está marcado para 15 de setembro. “Trem-Bala”, estrelado por Brad Pitt, e “A Fera”, com Idris Elba, completaram o Top 3 norte-americano, com US$ 5,3 milhões e US$ 4,9 milhões respectivamente. Já os outros lançamentos amplos da semana foram vastamente ignorados. “Era uma vez um Gênio” (Three Thousand Years of Longing), fantasia sombria do diretor George Miller (de “Mad Max”), somou apenas US$ 2,8 milhões e abriu em 7º lugar. Lançado com pompa no Festival de Cannes, custou US$ 60 milhões e deve dar prejuízo – apesar dos 70% de aprovação da crítica. O filme chega no Brasil nesta quinta (1/9). Mas teve estreia com desempenho bem pior: o drama de assalto “Breaking”, estrelado por John Boyega, nem entrou no Top 10, abrindo em 15º lugar com US$ 1 milhão. Apesar disso, a produção independente agradou a crítica, atingindo 79% de aprovação. O filme não tem previsão de estreia no Brasil, onde pode chegar direto em VOD. Tradicionalmente, o final de agosto, que marca o final do “verão cinematográfico” dos EUA, é considerado um período fraco nos cinemas. Mas o resultado desta semana abalou o mercado, que ainda não se recuperou dos prejuízos causados pela pandemia. A perspectiva para as próximas semanas é desoladora, tento em vista a falta de atrativos de setembro. Há esperanças tênues de que “Não Se Preocupe Querida” (23 de setembro) e “Halloween Ends” (14 de outubro) surpreendam, mas o próximo blockbuster garantido é esperado apenas para o final de outubro: “Adão Negro” (21 de outubro). A culpa ainda é da covid-19, que paralisou filmagens, esvaziando a agenda de grandes lançamentos. E como o cinema de Hollywood pauta as estreias de todo o mundo, é bom o mercado brasileiro prestar atenção e parar de queimar filmes nacionais com lançamentos limitados de quatro por vez, porque não terá outros atrativos para alimentar seu circuito de exibição por mais de um mês.

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    Bilheteria: “Dragon Ball Super” lidera um dos piores fins de semana do Brasil

    22 de agosto de 2022 /

    Os cinemas brasileiros registraram entre quinta e domingo (21/8) sua pior bilheteria de fim de semana dos últimos cinco meses. Segundo dados do Comscore, a arrecadação foi de R$ 13,4 milhões para um público de aproximadamente 647 mil espectadores. O mercado não tinha números tão ruins desde o último final de semana de março, quando o faturamento foi de R$ 12,63 milhões para pouco mais de 627 mil espectadores. Mas a situação é ainda muito pior para os filmes produzidos no Brasil. Nenhum dos quatro lançamentos nacionais da quinta entraram no Top 10, que só tem filmes estrangeiros. Esta é atual tendência do parque exibidor, que tem limitado as sessões das produções brasileiras e está, no jargão bolsonarista, passando a boiada. Trata-se de aproveitar que o desgoverno atual não renovou a cota de tela e que o Congresso não coloca em votação a proposta de cota aprovada na Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados há praticamente um ano. Assim como fez nos EUA, a estreia do anime “Dragon Ball Super: Super Herói” foi o filme mais visto, liderando as bilheterias com renda de R$ 2,65 milhões. O lançamento desbancou “Minions 2: A Origem de Gru”, que estava há quatro semanas consecutivas na liderança. A animação da Universal ficou em 2º com R$ 2,12 milhões, seguida por “Thor: Amor e Trovão”, que fez R$ 1,70 milhão no Top 3. Confira abaixo a lista dos filmes mais vistos no Brasil no último fim de semana. 1. “Dragon Ball Super: Super Herói” 2. “Minions 2: A Origem de Gru” 3. “Thor: Amor e Trovão” 4. “Trem-Bala” 5. “Elvis” 6. “DC Liga dos SuperPets” 7. “A Fera” 8. “O Telefone Preto” 9. “Top Gun Maverick” 10. “Gêmeo Maligno”

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    Filme da franquia “Dragon Ball Super” libera bilheteria dos EUA

    21 de agosto de 2022 /

    O anime “Dragon Ball Super: Super Hero” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana, superando as expectativas ao arrecadar US$ 21 milhões em vendas de ingressos. Exibido em 3.007 telas, o filme da franquia televisiva “Dragon Ball Super” rendeu o dobro do outro novo lançamento do fim de semana, o thriller de sobrevivência da Universal “A Fera”, que chegou na América do Norte uma semana após a estreia no Brasil. Refletindo críticas mornas, a luta de Idris Elba contra um leão selvagem estreou em 2º lugar com modestos US$ 11,5 milhões em 3.743 cinemas. Dirigido por Tetsuro Kodama, o bem avaliado “Dragon Ball Super: Super Hero” se beneficiou de sua presença em formatos premium, incluindo Imax, 4DX e Dolby Cinemas, que têm os ingressos mais caros. O filme foi exibido em 327 telas Imax, que representaram US$ 3,4 milhões em vendas de ingressos no mercado interno. No circuito Imax, fez história com a maior abertura de um filme de anime em todos os tempos. “Esta é outra excelente abertura de anime da Crunchyroll. Isso se tornou um nicho impressionante de negócios cinematográficos”, disse David A. Gross, da empresa de consultoria cinematográfica Franchise Entertainment Research, em entrevista para a revista Variety. De fato, a Crunchyroll, plataforma que distribuiu o filme e que a Warner praticamente deu de presente para a Sony Pictures em seu ímpeto atual de destruição de patrimônio, já tinha se mostrado uma força no mercado cinematográfico com o lançamento de “Jujutsu Kaisen 0: O Filme”, que rendeu notáveis ​​US$ 17,6 milhões em sua estreia, e com “Demon Slayer – Mugen Train: O Filme”, que gerou US$ 21,2 milhões em seu lançamento em 2021, no auge da pandemia. No exterior, “Dragon Ball Super: Super Hero” fez mais US$ 25 milhões, chegando a uma abertura global de US$ 46,2 milhões, enquanto “A Fera” somou mais US$ 10 milhões internacionais para atingir US$ 21,5 milhões mundiais. Líder na semana passada, “Trem-Bala” caiu para 3º lugar com US$ 8 milhões, seguido por “Top Gun: Maverick” com US$ 5,8 milhões e “DC Liga dos Superpets” com US$ 5,7 milhões no Top 5 norte-americano. Vale lembrar que “Top Gun: Maverick” ultrapassou “Vingadores: Guerra Infinita” na sexta-feira para se tornar a 6ª maior bilheteria de todos os tempos nos EUA e Canadá. Neste domingo (21/8), a bilheteria total do filme de aviação estrelado por Tom Cruise atingiu US$ 683 milhões domésticos. Ou seja, está a apenas US$ 17 milhões de superar também “Pantera Negra” e entrar no Top 5 histórico norte-americano. Mas, para evitar isso, a Disney tem planos de relançar “Pantera Negra” nos cinemas, preparando a estreia de sua continuação em novembro. O detalhe mais interessante é que o sucesso da produção da Paramount não é restrito à América do Norte. “Top Gun: Maverick” continua rendendo boa bilheteria em todo o mundo e neste fim de semana ultrapassou US$ 1,4 bilhão de arrecadação global e virou a 12ª maior bilheteria mundial de todos os tempos.

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    Audiência do streaming em aparelhos de TV ultrapassa canais pagos nos EUA

    18 de agosto de 2022 /

    A audiência dos serviços de streaming superou pela primeira vez o público total dos canais pagos nos aparelhos de televisão dos EUA. Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Nielsen, o consumo de streaming representou 34,8% do total de conteúdos audiovisuais no mês de julho, enquanto a TV paga e a TV aberta ficaram, respectivamente, com 34,4% e 21,6%, respectivamente. As comparações feitas pelo Nielsen incluem apenas programação assistida em aparelhos de TVs e em Smart TVs. Ela não leva em consideração o streaming em dispositivos móveis (como celulares e tablets) ou na web. Caso contabilizasse esses números, a diferença seria muito, mas muito maior. O desempenho de julho não foi o primeiro em que o streaming teve mais público que a TV aberta. Mas, até então, as plataformas nunca tinham vencido a TV paga nos EUA. A Netflix foi o serviço com a maior participação dentre o número geral de visualizações, com um recorde de 8,0%. Parte desse sucesso se deu pelos quase 18 bilhões de minutos de exibição da 4ª temporada de “Stranger Things”, somados aos 11 bilhões de minutos acumulados pelas séries “Virgin River” e “The Umbrella Academy”. Entre os filmes, os mais vistos foram “A Fera do Mar” e “Agente Oculto”, com mais de 5 bilhões de minutos assistidos. A Nielsen tem como base de medição minutos e não horas vislumbradas. A segunda plataforma de maior sucesso foi o YouTube, com 7,3% de todo o público, mais do que o dobro da terceira colocada, a Hulu, com 3,6%. O bom posicionamento da Hulu se deu, em parte, pelas sucessos da 2ª temporada de “Only Murders in the Building” e a estreia de “The Bear”, que juntos tiveram mais de 3 bilhões de minutos assistidos. O Prime Video ficou com 3% das exibições, seguido por 1,8% da Disney+ e 1% da HBO Max. Outros serviços de streaming somados totalizaram mais 10,2% de toda a exibição. Os números reforçam o poder de retenção de público da Netflix, além de demonstrarem que os números de assinantes da Disney+ não se refletem no consumo dos seus conteúdos. Faz sentido, já que é uma das plataformas com menos atrações originais. No geral, o consumo de streaming em julho aumentou 3,2% em comparação ao mês anterior e ganhou 1,1 ponto de participação. O tempo gasto em streaming em julho foi em média de quase 191 bilhões de minutos por semana, e cada uma das cinco medições semanais feitas em julho agora representam cinco das seis semanas de maior audiência de streaming já registradas. A visualização da TV paga, por sua vez, caiu 2% em julho, e os pontos de participação, na comparação com junho, também caíam 0,7. Essa queda é constante. Ano após ano, o consumo de TV paga caiu 8,9% e 3,3 pontos de participação. A exibição de esportes registrou o maior declínio, caindo 15,4% em relação a junho e 34% em relação a um ano atrás, quando os Jogos Olímpicos de Tóquio começaram. Isto coincide com o avanço do streaming sobre os direitos de transmissões esportivas. Enquanto isso, a exibição de TV aberta caiu 3,7% em julho, em relação a junho, e representou uma perda de 0,8 ponto de participação. Mas vale lembrar que a TV aberta americana costuma pausar a produção de novos conteúdos nessa época do ano, retomando-os no início da temporada de outono, que começa em setembro.

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    Novos donos dizem que público do canal de “Riverdale” tem 58 anos de idade!

    15 de agosto de 2022 /

    Os planos do Nexstar Media Group para a recém-adquirida rede The CW precisaram de apenas uma apresentação para virar piada nas redes sociais. Ao relatar seu projeto de ampliar a base de telespectadores, os novos proprietários da emissora afirmaram que a média etária do público da CW é de 58 anos. Entretanto, o canal é conhecido por suas séries adolescentes, cheias de super-heróis e colegiais, como “Riverdale”, “All American”, “Legacies” e “The Flash”. De acordo com o presidente e COO da Nexstar, Tom Carter, a diferença entre a idade elevada do público e o conteúdo é o motivo pelo qual a CW é a rede de menor audiência entre todas as cinco dos EUA. O plano, daqui para frente, seria incluir mais produções que reflitam a “verdadeira idade” da audiência. O mais curioso é que o (ainda) presidente do canal, Mark Pedowitz, não cansa de comentar que o público jovem da emissora é o verdadeiro motivo da baixa audiência, devido ao costume de consumir conteúdo online. Por isso, ele sempre destaca a importância da CW Seed, plataforma da rede, em sua estratégia de audiência geral. Pedowitz, por sinal, não foi referenciado na apresentação, que contou com declarações de executivos da CBS e da Warner, empresas até então sócias no controle da CW (cujo nome é a sigla da junção de CBS e Warner). Mas a expectativa é que ele permanece como CEO do canal. O comentário de Carter acabou viralizando nas redes sociais, no pior sentido. “Eu teria rido se a idade média fosse 40”, escreveu Mike Royce, ex-produtor de “On One Day at a Time”, no Twitter. “58 é uma verdadeira genialidade cômica.” Royce ainda fez a sugestão de sua antiga comédia de cinquentões, “Men of a Certain Age”, fizesse companhia para “Riverdale” na programação da emissora. Foram várias piadas depois disso. “Você ouviu?”, escreveu o jornalista Matt Sibley, do site Newsarama. “Aparentemente, a idade média dos espectadores da CW é de 58 anos. 58 anos! Agora, eu sei que você está pensando que isso é absurdo! Mas pense em quanto tempo ‘Supernatural’ durou.” “Descobrir que a idade média de um telespectador da CW é 58 é a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo”, escreveu a roteirista Caissie St.Onge (“Busy Tonight”). “Talvez seja porque quando você tem 58 anos finalmente tem tempo para assistir TV? Hora de sentar, abrir um White Claw e viver indiretamente através de adolescentes falsos fazendo merda que você sempre ouviu que os adolescentes faziam?” Veja abaixo estes e outros posts (em inglês) sobre a declaração. After Riverdale, stay tuned for an all new pic.twitter.com/EAPeceLF9S — Mike Royce (@MikeRoyce) August 15, 2022 "You hear about this?– Apparently the average age of a CW viewer is 58 years old. 58 years old! Now I know you're thinking, that's absurd! But just think about how long Supernatural was on for." pic.twitter.com/ZbjyKRWyO1 — Matt Sibley (in his Red era) (@Matt_Sibley) August 15, 2022 Finding out the average age of a CW viewer is 58 is THE BEST thing that could have happened to me. Maybe it's that when you're 58 you finally have time to watch TV? Time to sit back, crack a White Claw & live vicariously through fake teens doing shit you always heard teens did? — Caissie (@Caissie) August 15, 2022 So this was the CW the whole time? pic.twitter.com/V6v0aCtTxs — Scott of Rivia (@DerfelMacGuffin) August 15, 2022 the average cw viewers watching organ harvesting cults and supernatural plots playout on riverdale: pic.twitter.com/xSIAiVQZ9P — barchiedaily (@Barchiedaily) August 15, 2022 the average CW viewer tuning in to Riverdale each week https://t.co/wXz4agIe23 pic.twitter.com/8mMhDK1339 — Spencer Althouse (@SpencerAlthouse) August 15, 2022 ***The CW, 2006-2022***– superheroes– supernatural– sexy teens ***The CW, 2022-????***– The Bucket List: The Series– Golden Girls: The Next Generation– Walker — Alex Zalben (@azalben) August 15, 2022

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    Canal americano The CW é vendido

    15 de agosto de 2022 /

    O canal americano The CW foi vendido. A Nexstar Media Group, rede televisiva que já transmite o conteúdo da CW no interior dos EUA, está assumindo o controle de 75% da empresa. A Paramount Global e a Warner Bros. Discovery, atuais donos do CW, vão continuar na sociedade, retendo 12,5% da emissora cada. “Nossa aquisição da The CW é estratégica e operacionalmente atraente, pois nos permitirá alavancar nossa experiência operacional para melhorar o desempenho da rede por meio do gerenciamento desta poderosa plataforma nacional”, disse Perry Sook, presidente e CEO da Nexstar, nesta segunda-feira (15/8). Os termos financeiros do acordo não foram divulgados, mas fontes ligadas às negociações afirmam que a Nexstar não precisou desembolsar nada pela compra. Em vez disso, a empresa vai agregar a maior parte da dívida de mais de US$ 100 milhões acumulados em prejuízo pela operação da emissora, que estavam na contabilidade da Paramount e da WBD. Lar das séries do Arrowverso, de “Riverdale”, “Legacies”, “Walker” e várias outras atrações de fantasia juvenil, o CW foi inaugurado em 2006 como resultado da união dos antigos canais UPN e Warner nos EUA. Muitos apostaram que a experiência não duraria, mas embora nunca tenha se tornado lucrativa de forma tradicional, a joint venture se provou um bom negócio para os estúdios da CBS e Warner (o C e o W do nome do canal). O CW nunca foi lucrativo como canal de TV, mas foi um ótimo negócio para a CBS e a Warner, pois passou a render dinheiro por sinergia, ao comprar apenas séries produzidas pelas duas empresas. Além disso, esse conteúdo depois era negociado por seus estúdios para o mercado internacional e o streaming. Só a Netflix chegou a pagar US$ 1 bilhão pelos direitos de exibição do conteúdo da CW em 2018. Só que este modelo sofreu abalos nos últimos anos, acompanhando mudanças internas nas empresas proprietárias. A Warner foi desastrosamente comprada pela AT&T, que passou a desmontar a empresa, dissolvendo ou vendendo parte de seu patrimônio apenas para “revendê-la” numa fusão inacreditável com a Discovery. Já a CBS sobreviveu a um escândalo sexual de seu chefão, Les Mooves, para se fundir com a Viacom. No ano passado, os dois grupos passaram a priorizar a expansão de seus serviços streaming, HBO Max e Paramount+, sobre todos os outros projetos. Por isso, romperam o acordo bilionário com a Netflix, interrompendo o fluxo de dinheiro para o canal. Foi um tiro de morte. Ao perceberem a falha neste plano, começaram a cortejar a ideia de vender a emissora. Os novos donos reconhecem o trabalho que têm pela frente. “Não é nenhum segredo que a CW não é lucrativa”, disse a diretora financeira da Nexstar, Lee Ann Gliha, que completou: “nenhum outro canal opera com perdas contínuas”. O objetivo da Nexstar é reverter esse cenário e tornar a emissora lucrativa até 2025. Por conta disso, a venda vai afetar o número de atrações da CW. Os cancelamentos que começaram a acontecer em abril refletem este plano. Séries como “Batwoman”, “Legends of Tomorrow”, “Charmed”, “Dynasty”, “Legacies” são apenas algumas das encerradas devido à negociação. Até a finalização da venda, que deve levar alguns meses, a CW vai continuar apenas com algumas das suas séries mais consagradas, como “The Flash”, “Riverdale”, “Superman & Lois” e “Walker”, com planos de encerrar “The Flash” e “Riverdale” na próxima temporada. De novidade, o canal vai lançar apenas três atrações no próximo outono: “Gotham Knights”, nova produção do universo DC, “The Winchesters”, prólogo de “Supernatural”, e “Independence”, série derivada de “Walker”. Segundo Carter, a Paramount e a Warner devem continuar a produzir conteúdos para a CW, mas esse acordo é válido apenas até 2023. Depois disso, a Nexstar tem a opção de manter a parceria criativa, mas não a obrigatoriedade de fazer isso. De todo modo, o investimento em séries será bem mais baixo que o atual. “Esperamos investir um valor baixo de 9 dígitos neste período de 3 anos à medida que implementamos nosso plano”, explicou Gliha. “Vemos esse valor como um proxy para um preço de compra – ou um investimento feito ao longo do tempo – em vez de um obstáculo contínuo no fluxo de caixa. Você nos conhece. Estamos focados no lucro e no fluxo de caixa e esperamos que esse ativo alcance lucratividade.” Mas os investimentos devem aumentar no futuro. “Então, com o tempo, adotaremos uma abordagem diferente para nossa estratégia de programação da CW e alavancaremos nossa experiência em gastar aproximadamente US$ 2 bilhões por ano em programação, atraindo e monetizando espectadores e fazendo a transição da NewsNation, nossa rede nacional de notícias a cabo, da WGN, mantendo um foco estrito no fluxo de caixa”, disse Tom Carter, diretor executivo da Nexstar. George Cheeks, presidente e CEO da CBS da Paramount, acrescentou: “Esta nova estrutura de propriedade nos permite fazer parceria com a Nexstar e a Warner Bros. Discovery no próximo capítulo da The CW, enquanto redistribuímos capital para outras plataformas de conteúdo da Paramount”. Channing Dungey, presidente do Warner Bros. Television Group, demonstrou estar feliz com a venda. “Estamos ansiosos para continuar a colaborar em nossas séries compartilhadas e projetos futuros que ficarão sob a liderança da Nexstar”, disse a executiva.

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    “Minions 2: A Origem de Gru” é o filme mais visto no Brasil desde junho

    15 de agosto de 2022 /

    “Minions 2: A Origem de Gru” segue como filme mais visto nos cinemas brasileiros pelo quarto fim de semana consecutivo, de acordo com levantamento da Comscore. Há um mês e meio em cartaz, o filme teve 126 mil espectadores e arrecadou R$ 2,41 milhões arrecadados entre quinta e domingo (14/8). Desde seu lançamento em 30 de junho só não esteve no topo das bilheterias duas vezes, nos primeiros dias de “Thor: Amor e Trovão”. O Top 3 se manteve totalmente inalterado em relação à semana passada, com “Thor: Amor e Trovão” (107,1 mil espectadores e R$ 2,15 milhões) e “Trem-Bala” (95,5 mil pessoas e R$ 2,12 milhões nas bilheterias) em 2º e 3º lugares, respectivamente. Entre as estreias da semana, o thriller “A Fera”, estrelado por Idris Elba, foi o quarto filme mais visto, com 82 mil espectadores e faturamento de R$ 1,61 milhão. Já a comédia nacional “Papai É Pop”, com Lázaro Ramos, abriu no último lugar do Top 10, tirando “O Palestrante” do ranking já na segunda semana de exibição. Na estreia, a comédia com Fábio Porchat e Dani Calabresa ocupava a sétima posição. Confira abaixo a lista dos 10 filmes mais vistos no Brasil na semana. 1. “Minions 2: A Origem de Gru” 2. “Thor: Amor e Trovão” 3. “Trem-Bala” 4. “A Fera” 5. “DC Liga dos SuperPets” 6. “Elvis” 7. “O Telefone Preto” 8. “Top Gun Maverick” 9. “Gêmeo Maligno” 10. “Papai É Pop”

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    “Trem-Bala” mantém 1º lugar nas bilheterias dos EUA

    14 de agosto de 2022 /

    O “Trem-Bala” de Brad Pitt manteve a liderança das bilheterias nos EUA e Canadá pelo segundo fim de semana consecutivo, graças principalmente à falta de lançamentos de peso, com US$ 13,4 milhões arrecadados em 4.357 cinemas. Com isso, a produção da Sony chegou a US$ 54,2 milhões em 10 dias na América do Norte e a US$ 114,5 milhões em todo o mundo. O filme foi o último grande lançamento de Hollywood no verão norte-americano de 2022 e a falta de blockbusters nas próximas semanas tem preocupado os exibidores. Para complicar, o desempenho de “Trem-Bala” está abaixo do esperado, em parte porque a crítica não entrou à bordo, considerando o longa medíocre – teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. A única estreia ampla do fim de semana foi “A Queda” (Fall), um thriller de aventura sobre um grupo de alpinistas. Mas a produção da Lionsgate, que estreia no Brasil em 29 de setembro, teve um faturamento de apenas US$ 2 milhões em 1.548 locais. Ficou fora do Top 10 e abaixo do terror indie “Morte Morte Morte” (Bodies Bodies Bodies), que entrou em 8º lugar com estimados US$ 3 milhões – apesar de ocupar metade do espaço de “A Queda”. “Morte Morte Morte” chegou em seis salas na semana passada e teve seu circuito ampliado para 928 cinemas neste fim de semana. Dirigido pela atriz e cineasta holandesa Halina Reijn (“Instinto”), o slasher de humor da A24 é estrelado por Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”), Maria Bakalova (“Fita de Cinema Seguinte de Borat”) e Pete Davidson (“O Esquadrão Suicida”), e chega ao Brasil apenas em 6 de outubro. Sem grandes novidades, os exibidores resolveram se voltar novamente para “Top Gun: Maverick”, ampliando seu circuito de 2.760 para 3.181 locais, incluindo salas de projeção premium. Com isso, o filme de Tom Cruise voltou a decolar no ranking, subindo para 3º lugar com US$ 7,1 milhões no fim de semana e praticamente empatando com o 2º colocado, “DC Liga dos Superpets”, que faturou US$ 200 mil a mais. Graças a esse impulso, a produção da Paramount chegou a US$ 673,8 milhões no mercado doméstico e está a um passo de se tornar a 6ª maior bilheteria de cinema de todos os tempos na América do Norte, posição de “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 678,8 milhões). Globalmente, “Top Gun: Maverick” soma US$ 1,35 bilhão. Os filmes “Thor: Amor e Trovão” e “Não! Não Olhe” completam o Top 5.

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