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  • Filme

    Início da pré-venda de Rogue One derruba sites e gera “fila” na internet dos EUA

    28 de novembro de 2016 /

    A blitz arrasadora de marketing da Disney para “Rogue One: Uma História de Star Wars” atiçou tanto o público que as primeiras horas da venda antecipada de ingressos para o filme, nesta segunda (28/11), foi marcada por “filas na internet”. Alguns sites de comercialização de ingresso nos EUA chegaram até a sair do ar, tamanho o tráfico gerado por interessados no filme, e o maior de todos, Fandango, precisou criar uma “sala de espera”, em que o usuário levava até 20 minutos para completar sua compra. O Fandango também avisou ao público sobre o fenômeno no Twitter. Veja o post abaixo. Especialistas em bilheteria já preveem que “Rogue One: Uma História de Star Wars” será uma das maiores abertura do ano nos EUA, com rendimentos entre US$ 100 milhões e US$ 140 milhões, o que o colocaria como a segunda maior bilheteria de dezembro em todos os tempos, atrás apenas de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). A pré-venda de ingressos também começou nesta segunda no Brasil, onde o primeiro spin-off da franquia “Star Wars” estreia em 15 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA. Due to an overwhelming amount of traffic, a wait room has been activated. Get #RogueOne tickets soon, you will. https://t.co/Hw6l2LkDYZ pic.twitter.com/4XiYvTMRhT — Fandango (@Fandango) November 28, 2016

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  • Moana
    Filme

    Moana, nova animação da Disney, estreia em 1º lugar nos EUA

    27 de novembro de 2016 /

    Não durou mais que uma semana a liderança de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” nas bilheterias da América do Norte. A estreia da nova animação da Disney, “Moana – Um Mar de Aventuras”, conquistou o 1º lugar no fim de semana, faturando US$ 55,5 milhões nos últimos três dias. Mas o valor já está em US$ 81,1 milhões, graças ao lançamento antecipado na quarta (23/11), aproveitando o feriadão de Ação de Graças. A quantia é a segunda maior arrecadação contabilizada por um desenho animado na semana de Ação de Graças, atrás apenas de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), que abriu com US$ 93,6 milhões, antes de se tornar a animação mais bem-sucedida de todos os tempos. O êxito não é apenas de público. A crítica também amou o trabalho feito em parceria pelo veterano diretor de “A Pequena Sereia” (1989) e Aladdin” (1992) e pelo jovem responsável por “Operação Big Hero” (2014), Ron Clements e Don Hall. Com 98% de aprovação, apurada no site Rotten Tomatoes, nem parece mais que a produção foi cercada de polêmicas durante o período que antecedeu sua estreia. Estreia que, por sinal, os fãs brasileiros ainda vão demorar muito para ver, pois o desenho só chega por aqui em janeiro. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” desceu um degrau, com US$ 45,1 milhões nos últimos três dias – mas US$ 65 milhões no acumulado do feriadão. Em seus primeiros 10 dias em cartaz nos EUA, o derivado de “Harry Potter” já rendeu US$ 156,2 milhões. O sucesso da fantasia da Warner, na verdade, está sendo maior no mercado internacional. Sua estreia foi uma das maiores contabilizadas pelo estúdio na China, por exemplo. Por conta disso, o faturamento já chegou a US$ 473,7 milhões em todo o mundo. A Disney ainda mantém o 3º lugar com o filme de super-herói “Doutor Estranho”, que, após quatro fins de semana, acaba de cruzar a marca de US$ 200 milhões de arrecadação doméstica. O longa, que é outro grande sucesso internacional, também deixou para trás a marca de US$ 600 milhões em todo o mundo, batendo “Homem de Ferro” (US$ 585,1 milhões) como o filme inaugural de herói da Marvel mais bem-sucedido de todos os tempos. Com tantos blockbusters, as demais estreias da semana tiveram dificuldades para se encaixar no ranking. Bastante comentado em colunas de fofoca, o thriller romântico “Aliados”, que junta Brad Pitt e Marion Cotillard, acabou abrindo apenas em 4º lugar, com US$ 13 milhões. Com 67% de aprovação da crítica americana, o longa também só vai estrear no Brasil em janeiro. Pior foi o desempenho de “Papai Noel às Avessas 2”. A continuação da comédia cultuada do Papai Noel mau-humorado implodiu com US$ 6,1 milhões em 8º lugar. Ficou abaixo até de outra comédia natalina, “Almost Christmas”, que está em cartaz há três semanas. O mais curioso em relação a estes lançamentos é que Hollywood parece imaginar que o público já esteja em clima natalino nos EUA. Mas, ho-ho-ho-ho, ainda é novembro. Para completar, um improvável candidato ao Oscar abandonou sua pretensão abaixo da linha do Top 10. Primeiro filme dirigido por Warren Beatty em 18 anos, “Rules Don’t Apply” abriu em 12º lugar e teve só 57% de aprovação no Rotten Tomatoes. O romance que usa uma cinebiografia de Howard Hughes (interpretado pelo próprio Beatty) como pano de fundo não tem previsão de lançamento no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 55,5 milhões Total EUA: US$ 81,1 milhões Total Mundo: US$ 97,4 milhões 2. Animais Fantásticos e Onde Habitam Fim de semana: US$ 45,1 milhões Total EUA: US$ 156,2 milhões Total Mundo: US$ 473,7 milhões 3. Doutor Estranho Fim de semana: US$ 13,3 milhões Total EUA: US$ 205 milhões Total Mundo: US$ 615,9 milhões 4. Aliados Fim de semana: US$ 13 milhões Total EUA: US$ 18 milhões Total Mundo: US$ 27,4 milhões 5. A Chegada Fim de semana: US$ 11,2 milhões Total EUA: US$ 62,3 milhões Total Mundo: US$ 84,3 milhões 6. Trolls Fim de semana: US$ 10,3 milhões Total EUA: US$ 135,1 milhões Total Mundo: US$ 291 milhões 7. Almost Christmas Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 36,6 milhões Total Mundo: US$ 36,7 milhões 8. Papai Noel às Avessas 2 Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 9 milhões Total Mundo: US$ 9 milhões 9. Até o Último Homem Fim de semana: US$ 5,4 milhões Total EUA: US$ 52,2 milhões Total Mundo: US$ 52,2 milhões 10. The Edge of Seventeen Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 10,2 milhões Total Mundo: US$ 10,2 milhões

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  • Etc

    Grazi Massafera fica mais valorizada após indicação ao Emmy Internacional

    24 de novembro de 2016 /

    A atriz Grazi Massafera venceu sem levar o Emmy. Bastou a indicação ao Emmy Internacional, na categoria de Melhor Atriz por seu papel na novela “Verdades Secretas”, para seu cachê disparar. Pelo menos é o que afirma a coluna Olá, do jornal Agora São Paulo, que apurou um aumento de 30% no preço de participação da atriz em comerciais. Mais valorizada pelo mercado publicitário, ela também deve se tornar disputada por novas novelas da Globo e finalmente ver a carreira deslanchar no cinema. Afinal, ela gostou de estrear no tapete vermelho da premiação, onde arrasou com um vestido da grife Dolce Gabbana.

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  • Filme

    Animais Fantásticos e Onde Habitam estreia em 1º lugar nos EUA

    20 de novembro de 2016 /

    “Animais Fantástico e Onde Habitam” cumpriu a profecia da Warner e se tornou um grande sucesso. O spin-off da franquia “Harry Potter” abriu em 1º lugar com um faturamento de US$ 75 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte. Em todo o mundo, o valor quase triplicou, atingindo US$ 218,3 milhões. Os valores oficializam o começo de uma nova franquia milionária, já prevista pelo estúdio para se estender por cinco filmes. Na disputa pelo encantamento do público, os novos personagens mágicos da Warner tiraram o super-herói mágico da Marvel do topo, fazendo “Doutor Estranho” diminuir seus rendimentos. Após liderar o ranking por duas semanas, o super-herói caiu para o 2º lugar com US$ 17,6 milhões. Mas já são US$ 181,5 milhões de faturamento acumulado nos EUA – e impressionantes US$ 571,5 milhões em todo o mundo. A animação musical “Trolls” fecha o Top 3 com mais magia e lucro. Os US$ 17,5 milhões da semana ajudam a totalizar US$ 116,2 milhões nos EUA e US$ 261,3 milhão na soma mundial. Apesar da fanfarra sobre “Animais Fantástico e Onde Habitam”, a estreia mais incensada pela crítica foi outra: a dramédia teen “The Edge of Seventeen”. Com 95% de aprovação da crítica, a produção indie, estrelada por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”) e Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”), estreou com US$ 4,8 milhões em 7º lugar. Detalhe: o filme custou só US$ 9 milhões, enquanto “Animais Fantástico e Onde Habitam” consumiu US$ 180 milhões para ser filmado. Infelizmente, não há previsão de lançamento deste longa no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Animais Fantásticos e Onde Habitam Fim de semana: US$ 75 milhões Total EUA: US$ 75 milhões Total Mundo: US$ 218,3 milhões 2. Doutor Estranho Fim de semana: US$ 17,6 milhões Total EUA: US$ 181,5 milhões Total Mundo: US$ 571,5 milhões 3. Trolls Fim de semana: US$ 17,5 milhões Total EUA: US$ 116,2 milhões Total Mundo: US$ 261,3 milhão 4. A Chegada Fim de semana: US$ 11,8 milhões Total EUA: US$ 43,3 milhões Total Mundo: US$ 54,2 milhões 5. Almost Christmas Fim de semana: US$ 10,7 milhões Total EUA: US$ 25,4 milhões Total Mundo: US$ 25,4 milhões 6. Até o Último Homem Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 77,7 milhões Total Mundo: US$ 128,6 milhões 7. The Edge of Seventeen Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 4,8 milhões Total Mundo: US$ 4,8 milhões 8. Sangue pela Glória Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 2,3 milhões Total Mundo: US$ 2,3 milhões 9. O Contador Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 81,2 milhões Total Mundo: US$ 138,5 milhões 10. Refém do Medo Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 6 milhões Total Mundo: US$ 6 milhões

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    Doutor Estranho mantém liderança nas bilheterias do Brasil

    14 de novembro de 2016 /

    “Doutor Estranho” repetiu no Brasil seu desempenho internacional, mantendo o 1º lugar nas bilheterias pelo segundo fim de semana consecutivo. Segundo levantamento do comScore, o filme faturou R$ 13 milhões nos últimos quatro dias e já acumula R$ 45 milhões nas bilheterias do país. Em todo o mundo, a nova produção de super-herói da Marvel está cruzando a marca de US$ 500 milhões de arrecadação global nesta segunda (14/11). Por aqui, a diferença foi enorme para o 2º lugar, a animação “Trolls”, que embolsou R$ 3 milhões. A estreia de “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo” ocupou o 3º lugar com praticamente metade deste rendimento, uma bilheteria de R$ 1,6 milhão. Entre as produções brasileiras, o destaque ficou com “Pequeno Segredo”, escolhido como representante do país na disputa por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeiro. O melodrama de David Schürmann, que conta a história de sua irmã adotiva, estreou em 5º lugar, com 52 mil ingressos vendidos e faturamento de R$ 889 mil.

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    Doutor Estranho lidera bilheterias pela segunda semana nos EUA

    13 de novembro de 2016 /

    “Doutor Estranho” não deu chances para as estreias, mantendo-se como o filme mais visto nos cinemas americanos pelo segundo fim de semana consecutivo. A produção da Marvel estrelada por Benedict Cumberbatch arrecadou US$ 43 milhões, ultrapassando a marca de US$ 150 milhões em seus primeiros 10 dias em cartaz. Em todo o mundo, o super-herói já está perto de atingir outra marca impressionante, com quase US$ 500 milhões de faturamento. A animação “Trolls” também se manteve firme na vice-liderança com US$ 35 milhões, chegando a US$ 94 milhões no mercado doméstico e a um total mundial de mais de US$ 220 milhões. É um ótimo desempenho diante da concorrência direta da Marvel. Com isso, a estreia da sci-fi “A Chegada”, um dos filmes mais elogiados do ano, com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, teve que se contentar com o 3º lugar. Mas nem por isso fez feio, arrecadando US$ 24 milhões. O valor é satisfatório para seu orçamento de US$ 47 milhões, especialmente considerando que ainda não “chegou” em vários países. No Brasil, “A Chegada” é esperada em 24 de novembro. Outra estreia ficou em 4º lugar, a comédia “Almost Christimas”, celebrando o Natal em novembro, com US$ 15,5 milhões. Como é típico das comédias americanas estreladas por atores negros – veja-se também no ranking “Boo! A Madea Halloween” – , a produção não tem previsão e nem deve ser lançada nos cinemas do Brasil. Já a terceira estreia ampla da semana fracassou completamente. O terror “Refém do Medo” fez apenas US$ 3,7 milhões, ocupando o 7º lugar com seus clichês de menino fantasma e casa mal-assombrada. A crítica resumiu o potencial da obra, estrelada por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) e Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), com 0% de aprovação. A estreia no Brasil também vai acontecer em 24 de novembro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Doutor Estranho Fim de semana: US$ 43 milhões Total EUA: US$ 153 milhões Total Mundo: US$ 492,6 milhões 2. Trolls Fim de semana: US$ 35 milhões Total EUA: US$ 94 milhões Total Mundo: US$ 222 milhões 3. A Chegada Fim de semana: US$ 24 milhões Total EUA: US$ 24 milhões Total Mundo: US$ 28,6 milhões 4. Almost Christmas Fim de semana: US$ 15,5 milhões Total EUA: US$ 15,5 milhões Total Mundo: US$ 15,5 milhões 5. Até o Último Homem Fim de semana: US$ 10,7 milhões Total EUA: US$ 32,2 milhões Total Mundo: US$ 32,2 milhões 6. O Contador Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 77,7 milhões Total Mundo: US$ 128,6 milhões 7. Refém do Medo Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 3,7 milhões Total Mundo: US$ 3,7 milhões 8. Boo! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 70,4 milhões Total Mundo: US$ 71,4 milhões 9. Jack Reacher: Sem Retorno Fim de semana: US$ 3,3 milhões Total EUA: US$ 54,5 milhões Total Mundo: US$ 127,5 milhões 10. Inferno – O Filme Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 31,5 milhões Total Mundo: US$ 202,5 milhões

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    Ben-Hur deu quase US$ 50 milhões de prejuízo para a MGM

    10 de novembro de 2016 /

    Em seu relatório trimestral de finanças, a MGM assumiu um prejuízo de US$ 47,8 mihões causado pelo fracasso cinematográfico de “Ben-Hur”. O filme fez ridículos US$ 26,4 milhões nos EUA, atingindo um total de US$ 94 milhões em todo o mundo. Como custou US$ 100 milhões apenas de produção, o prejuízo é muito maior que o calculado pelo estúdio. Isto porque parte das despesas correram por conta da Paramount, que também deve sofrer com perdas. “Nossos resultados do terceiro trimestre foram negativimente impactados por uma despesa de desvalorização significativa resultante do mau desempenho substancial de Ben-Hur”, assumiu o CEO da MGM, Gary Barber, na apresentação do balanço trimestral para o mercado. A produção foi o segundo fracasso épico consecutivo do diretor cazaque Timur Bekmambetov em Hollywood. Anteriormente, ele assinou “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” (2012), que rendeu pouca coisa mais – US$ 37,5 milhões nos EUA e US$ 116,4 milhões em todo o mundo. “Ben-Hur” também foi o terceiro fiasco de grande orçamento a tentar explorar a fé religosa em Hollywood. Ao contrário do Brasil, em que “Os Dez Mandamentos” bateram recordes de bilheteria, as produções de “Noé” (US$ 101 milhões de bilheteria doméstica contra despesas de US$ 125 milhões de produção) e “Êxodo: Deuses e Reis” (US$ 65 milhões nos EUA, com orçamento de US$ 140 milhões) deram prejuízo aos estúdios americanos. Os próximos lançamentos da MGM incluem mais um remake, “Desejo de Matar”, o reboot de “Tomb Raider” e as continuações de “Creed”, “Anjos da Lei” e da franquia 007.

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    Disney fatura US$ 6 bilhões anuais pela primeira vez em sua história

    7 de novembro de 2016 /

    Graças à mágica espetacular da Marvel, Pixar e LucasFilm, a Disney não pára de soltar fogos de artifício. “Doutor Estranho”, que faturou mais de US$ 300 milhões nas bilheterias de todo o mundo em seus primeiros dias de exibição, foi o empurrão que faltava para o estúdio ultrapassar pela primeira vez a marca de US$ 6 bilhões em arrecadação mundial num único ano. Em toda a história, a Disney é apenas o segundo estúdio a superar esse montante. Neste ano, a empresa criada por Walt Disney já bateu duas marcas histórias, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e de US$ 5 bilhões em nível internacional. Vale observar que as quatro maiores bilheterias de 2016 são produções da Disney: “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão), “Zootopia” (US$ 1 bilhão) e “Mogli, o Menino Lobo” (US$ 966 milhões). Como acaba de lançar “Doutor Estranho” e ainda tem a animação “Moana” e o spin-off “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu cronograma de fim de ano, é provável que a Disney consiga quebrar o recorde histórico registrado pela Universal em 2016, de US$ 6,9 bilhões, para obter a maior bilheteria anual de um estúdio em todos os tempos. Este valor já poderia ter sido alcançado, caso todas as apostas do estúdio tivessem funcionado. Afinal, apesar do sucesso, a Disney também amargou alguns fracassos grandiosos em 2016. “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo” deram prejuízo. O primeiro, orçado em US$ 170 milhões, arrecadou apenas US$ 299 milhões, enquanto o segundo, que custou US$ 140 milhões, gerou US$ 243 milhões. E os resultados de “Meu Amigo, o Dragão” não chegaram nem perto de satisfatórios. Além disso, o drama “Horas Decisivas” representará uma perda de US$ 75 milhões, segundo a revista Variety.

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    Netflix confirma que passará a oferecer downloads de filmes e séries

    3 de novembro de 2016 /

    A Netflix vai começar a oferecer seus serviços offline em breve. O que vinha sendo especulado há algum tempo virou informação oficial, confirmada por Ted Sarandos, chefe de conteúdo do serviço, em entrevista ao canal pago americano CNBC. “Temos conversado muito sobre isso ao longo dos anos e nossa crença é que a banda larga e o wi-fi tornam-se mais e mais onipresentes, disponível em mais e mais lugares que você está, por mais e mais minutos do dia”, disse Sarandos, antes de fazer uma importante ressalva, responsável pela reavaliação do modelo do serviço. “Agora que lançamos a Netflix em mais territórios… Todos eles têm diferentes níveis de velocidade de banda larga e acesso wi-fi. Assim, nesses países os usuários se adaptaram muito mais a uma cultura de download. Então, nesses territórios emergentes começa a se tornar um pouco mais interessante [os filmes offline]”, completou. E, de fato, um dos maiores inconvenientes da Netflix é justamente o gargalo de velocidade da internet, que resultada em quedas de qualidade e travadas no streaming. Quando perguntado se esse recurso surgirá em breve, Sarandos disse que a empresa está “olhando isso agora, então vamos ver quando”. Mas, pelo que adiantou, a oferta de download do conteúdo da Netflix deve ser antecipada em países em desenvolvimento, como o Brasil. A Netflix era resistente ao recurso offline por achar que isso traria “complexidade” para a experiência do usuário, obrigando-o a gerenciar espaço e conteúdo disponíveis. Mas o público já se acostumou a isso, graças aos DVRs, gravadores digitais que se popularizaram nos últimos anos. Além disso, serviços rivais como o Amazon Prime se adiantaram e já lançaram o recurso. Agora não se trata mais de especular se a plataforma vai oferecer seus filmes e séries para download e sim quando.

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    Estreias: Doutor Estranho tem o maior lançamento, mas há outros destaques na programação

    3 de novembro de 2016 /

    Maior estreia da semana, “Doutor Estranho” ocupa os shoppings com um novo super-herói da Marvel, numa história repleta de efeitos visuais e elenco acima da média do gênero, liderado por Benedict Cumberbatch. O filme conquistou a crítica internacional – 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , mas o mais surpreendente é a forma como incorporou e traduziu a psicodelia dos desenhos originais de Steve Ditko na linguagem dos blockbusters modernos. O fato de a Marvel fazer um filme sobre uma criação da fase hippie da editora também diz muito sobre a confiança, a capacidade e o status de seu estúdio, numa lição de como criar franquias e expandir um universo cinematográfico com personagens considerados “estranhos”. Há dois outros filmes hollywoodianos na programação. “A Luz Entre Oceanos” é um melodrama rasgado, baseado num best-seller. O elenco também é ótimo, e pelo menos para o casal central foi um trabalho prazeroso – Michael Fassbender e Alicia Vikander começaram a namorar durante as filmagens. Eles interpretam um casal num farol isolado, que encontra um bebê num barco à deriva e, depois de cuidar da menina por vários anos, descobre a verdadeira mãe (Rachel Weisz), que acredita ter pedido a filha no mar. Segue-se então o embate entre Fassbender, moralmente compelido a contar a verdade, e Vikander, para quem a criança é sua filha de verdade. A trama é de partir o coração, mas também digna de telenovela. Com 59% de aprovação da crítica americana, naufragou nas bilheterias dos EUA, dando prejuízo com apenas US$ 12 milhões de arrecadação. “Indignação” rendeu ainda menos em circuito bastante restrito. Mas conquistou a crítica, com 81% de aprovação. Drama de época baseado no livro homônimo de Philip Roth (“Revelações”), marca a estreia na direção do roteirista e produtor James Schamus, grande parceiro do cineasta Ang Lee em filmes como “O Tigre e o Dragão” (2000), “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), “Desejo e Perigo” (2007) e “Aconteceu em Woodstock” (2009). O filme também destaca uma interpretação surpreendente de Logan Lerman, como um jovem judeu de Nova Jersey, que sofre preconceito e enfrenta um clima conservador de repressão sexual ao ingressar numa Universidade nos anos 1950. O lançamento antecede outra aguardada adaptação de Philip Roth neste ano – “Pastoral Americana”. O circuito limitado também contempla os fãs de cinema indie com o relançamento de “Estranhos no Paraíso” (1984), hoje cultuadíssimo como pioneiro da revolução estética trazida pelos filmes independentes americanos. Em preto e branco e inspirado na nouvelle vague, venceu a Câmera de Ouro no Festival de Cannes como Melhor Filme de Estreia de 1984, o Leopardo de Ouro do Festival de Locarno, o prêmio de Melhor Filme da Sociedade Nacional dos Críticos dos EUA e o Prêmio Especial do Juri do Festival de Sundance. Clássico absoluto, na época parecia muito moderno. A programação internacional inclui ainda o alemão “13 Minutos”, segundo filme do cineasta Oliver Hirschbiegel (“A Queda! As Últimas Horas de Hitler”) a tratar do nazismo. Baseado em fatos reais, o longa mostra a iniciativa de um trabalhador comum alemão (Christian Friedel, de “A Fita Branca”), que cansado dos absurdos do nazismo decide traçar um plano para assassinar Hitler. Considerado traidor, o carpinteiro Georg Elser foi preso após tentar explodir o Führer, mas só executado quando a Alemanha considerava ter perdido a guerra, por ordem direta do ditador. Apenas em 2011, com a inauguração de uma estátua em sua homenagem em Berlim, ele passou a ser festejado como herói da Alemanha. A outra metade da programação (cinco filmes) é composta por filmes brasileiros – que, entretanto, não ocupam a metade (nem um décimo) das salas destinadas aos lançamentos internacionais. São duas ficções, das quais se destaca “Canção da Volta”, estreia do documentarista Gustavo Rosa de Moura nas narrativas dramáticas. No filme, ele dirige sua esposa, a também cineasta Marina Person – Moura foi um dos produtores de “Califórnia” (2015), dirigido por ela. Alçada pela primeira vez ao posto de protagonista, Marina vive uma mulher depressiva, que, após tentar o suicídio, desperta um sentimento de vigília constante no marido (João Miguel), logo transformado em paranoia e obsessão. Já “Intruso” parece um vídeo amador de terror espírita. Trata-se de um trabalho feito em 2009 por Paulo Fontenele, que chega aos cinemas só depois do diretor ter se “consagrado” no gênero besteirol, assinando “Se Puder… Dirija!” (2013), “Divã a 2” (2015) e “Apaixonados: O Filme” (2016). Pensando bem, estes também podem ser definidos como horrores. Completam a programação três documentários. O menos expressivo é “Cícero Dias, O Compadre de Picasso”, trabalho bastante didático sobre o pintor pernambucano modernista do título. Mas os outros dois tiveram até repercussão internacional. “Curumim” acompanha os últimos dias de Marcos “Curumim” Archer, brasileiro executado na Indonésia por tráfico de drogas. O longa é intenso, com imagens gravadas clandestinamente no corredor da morte pelo próprio Archer, graças ao contrabando de um celular para a prisão. Tudo feito sem nenhum apoio da embaixada do Brasil na Indonésia, que não ajudou o cineasta Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) nem a falar com Marcos. A première mundial aconteceu sob aplausos na mostra Panorama, do Festival de Berlim. Por fim, “Cinema Novo” é um olhar afetivo para o movimento cinematográfico do título, realizado pelo filho de seu maior expoente. Eryck Rocha tinha apenas três anos de idade quando seu pai, Glauber Rocha, morreu em 1981, e a obra permite um reencontro cinematográfico entre os dois. O documentário é um jorro contínuo de imagens, em que se destaca uma montagem vertiginosa, que intercala cenas de filmes, imagens e depoimentos da época. Não chega a contar uma história, mas forma um painel tangível da geração que levou o cinema brasileiro para as ruas, para as praças e descobriu a realidade do país – dos problemas urbanos à crise rural. A experiência é impressionista, mas também pode ser chamada de impressionante. Já em sua première, “Cinema Novo” venceu o prêmio Olho de Ouro (L’Oeil d’Or) como o Melhor Documentário do Festival de Cannes de 2016. O filme também foi escolhido para abrir o Festival de Brasília.

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    Trolls estreia em 1º lugar, mas O Shaolin do Sertão continua surpreendendo no Brasil

    31 de outubro de 2016 /

    A animação “Trolls” estreou em 1º lugar nas bilheterias de cinema do Brasil, rendendo R$ 5,6 milhões, com 354 mil ingressos vendidos entre quinta (27/10) e domingo (30/10). O filme só vai estrear na sexta (4/11) nos EUA, e o começo promissor anima o estúdio DreamWorks, que por lá enfrentará a concorrência direta de “Doutor Estranho”. Não por coincidência, o filme teve a maior distribuição da semana passada no circuito nacional, ocupando 862 salas. O detalhe é que, com menos da metade dessa ocupação, o suspense “A Garota no Trem” teve melhor resultado por salas, numa média de 558 espectadores por tela, o que lhe garantiu o 3° lugar. Entre os dois lançamentos, ficou o campeão das semanas anteriores, “Inferno”. A queda para o 2º lugar coincidiu com sua estreia nos EUA, considerada um grande fracasso de público e crítica. Três comédias brasileiras ainda aparecem no Top 10: “É Fada”, com a youtuber Kéfera, o fenômeno cearense “O Shaolin do Sertão” e “Tô Ryca”, com Samantha Schmutz. As produções ficaram com a 7ª, 8ª e 9ª posições, respectivamente, mas “O Shaolin do Sertão” continua demonstrando como é subestimado, com a melhor média de público entre os filmes brasileiros: 494 espectadores por sala. Na prática, isto significa que, se estivesse em mais cinemas, poderia ter maior bilheteria que “É Fada”.

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    Doutor Estranho estreia em 33 países com US$ 86 milhões de bilheteria mundial

    31 de outubro de 2016 /

    O novo filme de super-heróis da Marvel, “Doutor Estranho”, estreou em 33 países no fim de semana e arrecadou US$ 86 milhões. Em comparação com outras estreias da Marvel nos mesmos mercados, o longa estrelado por Benedict Cumberbatch teve rendimento 49% superior a “Homem-Formiga”, 37% acima de “Guardiões da Galáxia” e 23% melhor que “Capitão América: O Soldado Invernal”. A Coreia do Sul registrou o melhor desempenho, com US$ 18,1 milhões. O valor é tão elevado para o mercado sul-coreano, que o primeiro fim de semana de “Doutor Estranho” já superou o total de “Guardiões da Galáxia”, “Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Esquadrão Suicida” no país. O 2º lugar ficou com o Reino Unido, onde o filme estreou com US$ 11,1 milhões. No Brasil, “Doutor Estranho” estreia na quarta-feira (2/11), dois dias antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Empresa americana de telefonia AT&T compra a Time Warner por US$ 85 bilhões

    23 de outubro de 2016 /

    A gigante de telecomunicação americana AT&T fechou a compra do conglomerado de mídia Time Warner por US$ 85,4 bilhões, de acordo os jornais americanos Wall Street Journal e The New York Times. Após sair na imprensa, AT&T confirmou na noite de sábado (22/10) o acordo para comprar a Time Warner e revelou os valores. Que também incluem a dívida do grupo, o que elevara o valor do negócio para… US$ 108,7 bilhões. Em compensação, a fusão dos negócios das duas companharias formará uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo, avaliada em US$ 300 bilhões. A negociação é muito, mas muito maior que a compra da NBCUniversal pela operadora de TV paga Comcast. Em 2011, a Comcast pagou US$ 30 bilhões pela rede NBC, o estúdio Universal e alguns canais pagos. A operação atual faz parte de um plano de AT&T de avançar na produção de conteúdo. A AT&T é uma das principais empresas de telefonia dos Estados Unidos, que também oferece serviços de assinaturas de TV paga e banda larga móvel e fixa. A companhia faturou US$ 147 bilhões em 2015 e seu valor de mercado atual é de US$ 230 bilhões. A Time Warner, por sua vez, é uma das maiores empresas da indústria de TV e cinema dos Estados Unidos, com valor de mercado em US$ 70 bilhões. A companhia é dona dos canais de TV HBO, CNN, TBS, TNT e Cartoon Network, entre outros, além de sócia na rede CW, no serviço de streaming Hulu, proprietária da editora de quadrinhos DC Comics, além de possuir o famoso estúdio de cinema Warner Bros. Em 2015, o grupo faturou US$ 28 bilhões. A AT&T já vinha avançando no ramo de mídia antes mesmo das negociações com a Time Warner. A empresa comprou no ano passado o provedor de TV por satélite DirecTV por US$ 48,5 bilhões. O objetivo da empresa é fazer frente à expansão da Netflix, aliando sua infraestrutura de telecomunicações e assinatura à exclusividade do conteúdo da Warner, o que lhe permitirá uma vantagem sobre a concorrência. A fusão criará um grupo de mídia e tecnologia com controle sobre um vasto número de empresas de comunicação e de entretenimento, assim como os recursos para sua difusão. “Conteúdo de qualidade sempre vence. Isso é verdade em grandes telas, na TV e agora está se provando verdade nas telas de celular. Nós vamos ter o melhor conteúdo premium adicionado à experiência de entregar isso para cada tela”, disse o presidente-executivo da AT&T, Randall Stephenson, em comunicado a investidores. A Timer Warner também já era alvo de propostas de concorrentes. Em 2014, o presidente da empresa recusou uma oferta de compra do grupo de mídia 21 Century Fox, dono do estúdio 20th Century Fox e da rede Fox. Além da AT&T, a Apple também estava entre os interessados na aquisição da Time Warner, de acordo com reportagem do Wall Street Journal. Como se tratam de empresas gigantes, a incorporação deverá passar pelo crivo dos órgãos reguladores americanos e envolver várias etapas de reestruturação, num processo longo de duração indeterminada.

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