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  • Filme

    O Poderoso Chefinho tira a A Bela e a Fera do topo das bilheterias dos EUA

    2 de abril de 2017 /

    As bilheterias da América do Norte não resistiram ao gugu-dada de “O Pequeno Chefinho“. A animação da DreamWorks estreou em 1º lugar, tirando a liderança de “A Bela e a Fera” após duas semanas no topo. Mesmo assim, a diferença entre as duas produções infantis foi pequena. O desenho do bebê espião fez US$ 49 milhões, enquanto o conto de fadas da Disney faturou US$ 47,5 milhões. Os valores ajudaram “A Bela e a Fera” a abrir ainda mais vantagem no ranking doméstico, prestes a ultrapassar a impressionante marca de US$ 400 milhões em ingressos vendidos nos Estados Unidos e no Canadá. Em todo o mundo, o filme já atingiu US$ 876,2 milhões e deve se tornar a primeira produção do ano a entrar no clube do bilhão. “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” acabou rendendo menos que a Paramount esperava, abrindo em 3º lugar com US$ 19 milhões. Em compensação, seu desempenho foi considerado mais que satisfatório no mercado internacional, onde faturou o dobro, chegando a US$ 59,1 milhões em todo o mundo, com direito a liderar o ranking de 11 países. As apostas para uma recuperação do investimento estão na China e no Japão, que receberão a estreia do longa na próxima sexta (7/4). Quem está destruindo tudo atualmente na China é “Kong – A Ilha da Caveira“. A fantasia de monstros gigantes soma US$ 124 milhões apenas no mercado chinês, onde bateu o recorde de bilheteria do estúdio Warner. Em todo o mundo, o filme já rendeu US$ 477,3 milhões. Confira abaixo o ranking das dez maiores bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 49 milhões Total EUA: US$ 49 milhões Total Mundo: US$ 108 milhões 2. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 47,5 milhões Total EUA: US$ US$ 395,4 milhões Total Mundo: US$ 876,2 milhões 3. A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell Fim de semana: US$ 19 milhões Total EUA: US$ 19 milhões Total Mundo: US$ 59,1 milhões 4. Power Rangers Fim de semana: US$ 14,5 milhões Total EUA: US$ 65 milhões Total Mundo: US$ 97,7 milhões 5. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 147,8 milhões Total Mundo: US$ 477,3 milhões 6. Logan Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 211,8 milhões Total Mundo: US$ 585,4 milhões 7. Corra! Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 156,8 milhões Total Mundo: US$ 167,1 milhões 8. Vida Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 22,3 milhões Total Mundo: US$ 50,9 milhões 9. CHiPs Fim de semana: US$ 4 milhão Total EUA: US$ 14 milhões Total Mundo: US$ 18,2 milhões 10. O Zoológico de Varsóvia Fim de semana: US$ 3,3 milhão Total EUA: US$ 3,3 milhões Total Mundo: US$ 3,5 milhões

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    Maior rede pública de cinema do Brasil, Spcine completa um ano com números expressivos

    1 de abril de 2017 /

    Mais bem-sucedida iniciativa do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, o circuito de cinema Spcine recebeu 380 mil espectadores em mais de 7,8 mil sessões realizadas em seu primeiro ano de atividade. Constituída como a maior rede pública de salas de cinema do Brasil, a Spcine conta com 20 telas, todas de pequeno porte e localizadas em CEUs, centros culturais e bibliotecas públicas do estado de São Paulo. Dentro de sua programação, os filmes infantis foram os mais assistidos. “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina” foi a exibição mais lotada, com 24,5 mil espectadores, seguido de “Procurando Dory” (19,4 mil), “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (18,8 mil) e “Moana – Um Mar de Aventuras” (15,7 mil). A comédia “Minha Mãe é uma Peça 2” completa o Top 5, num ranking que não distingue o circuito das salas comerciais de shopping centers, exceto pelo preço do ingresso. De acordo com estudo do Observatório de Turismo e Eventos, da Spturis, realizado em dezembro, o circuito Spcine é avaliado positivamente por 95,3% dos entrevistados. No critério qualidade de projeção na tela, o nível de aprovação entre ótimo e bom é de 98,1%. No item estrutura da sala, 97%. Já a programação atinge 85% de aprovação.

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  • TV

    Audiências de Record e SBT desabam após saída da TV paga

    30 de março de 2017 /

    As audiências das redes Record e SBT desabaram nas primeiras horas após o corte dos sinais das duas emissoras e da RedeTV nas operadoras de TV paga Net, Sky, Claro e Oi na Grande São Paulo. A madrugada desta quinta-feira (30/3) também foi a primeira após o apagão analógico na região metropolitana. A Record, que das três redes é a que tem mais público na TV paga, foi a mais afetada. O “Programa do Porchat”, que vinha registrando média de 4,4 pontos no Ibope, caiu para 3,0 na última madrugada, uma redução de 32%. Já o “Fala que Eu te Escuto”, que vinha com média de 2,3 pontos, despencou para 0,8, ou 65% a menos. No SBT, o “The Noite” teve queda de 15%. Oscilou de 4,8 pontos para 4,1. Exibido em seguida, o primeiro “SBT Notícias” perdeu um ponto, indo de 3,0 para 2,0. Na RedeTV!, curiosamente, quase não houve alteração. O “Leitura Dinâmica” perdeu apenas um décimo (foi de 0,7 para 0,6) e o programa de Amaury Jr. manteve a média regular de 0,6 ponto, mas cresceu 300% em relação à quarta-feira anterior (0,2). Desde os primeiros minutos da madrugada desta quinta, a maioria das operadoras de TV por assinatura de São Paulo não carrega mais os sinais de SBT, Record e RedeTV!. Com o fim da TV analógica, as emissoras ganharam o direito de negociar um valor por seus sinais digitais, mas não houve acordo com as empresas de TV por assinatura, que precisaram tirá-las de suas programação. Apenas a Vivo continua com os sinais das três redes. Segundo pesquisa do Ibope, realizada em março, 35% dos telespectadores da Grande São Paulo só veem televisão por meio de assinatura. Isso quer dizer que cerca de 7 milhões de pessoas estão sem acesso à Record, ao SBT e à RedeTV! no principal mercado publicitário do país. Para enfrentar o problema que elas próprias criaram, as redes têm buscado ensinar aos telespectadores como trocar de operadora ou pedir para cancelar o serviço, após o corte dos canais. Os últimos programas da noite de quarta nas três emissoras dedicaram bastante espaço para reforçar esta mensagem. A Igreja Universal, ligada à Record, também estaria mobilizando seus fiéis para reclamar junto às operadoras. Os canais também estão contando com outros revezes que podem afetar as operadoras. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já notificou as operadoras Net-Claro, Sky e outras a respeito da retirada das redes dos pacotes de seus assinantes, abrindo um Procedimento para Apuração de Descumprimento de Obrigações (Pado) “para apurar indícios de descumprimento de obrigações contidas no Regulamento Geral de Direitos dos Usuários de Serviços de Telecomunicações”. As operadoras notificadas têm agora 15 dias para se explicar, com base no art. 28 da resolução 488/2007 da Anatel, segundo o qual “qualquer alteração no Plano de Serviço deve ser informada ao Assinante no mínimo 30 (trinta) dias antes de sua implementação, e caso o Assinante não se interesse pela continuidade do serviço, poderá rescindir seu contrato sem ônus”. As operadoras dizem não ter descumprido nada e vão se defender, já que a decisão de sair foi das redes e elas não são canais pagos, portanto nunca foram cobrados dos assinantes. A briga vai longe.

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  • Filme

    Pesquisa revela que um terço do público de cinema nos EUA tem mais de 50 anos

    30 de março de 2017 /

    Mais de um terço das pessoas que vão ao cinema nos EUA são maiores de 50 anos, segundo um estudo publicado por ocasião da convenção de exibidores CinemaCon, em Las Vegas. Este estudo, realizado pela firma Movio para a AARP, uma associação de aposentados dos EUA, desmente a ideia de que os jovens frequentam muito mais as salas de cinema que seus pais. E esta constatação pode transformar o público mais velho em um novo alvo para os produtores de Hollywood “Os maiores de 50 anos podem contribuir de maneira significativa para o sucesso dos filmes na bilheteria americana”, afirmou Heather Nawrocki, diretora da AARP, em comunicado sobre o estudo. “O público de mais de 50 anos tem uma renda disponível, mais tempo para o lazer e é mais fiel a certos atores. Por isso é um grupo etário de grande valor”, completou. A pesquisa tabulou 500 mil americanos que vão cinema pelo menos uma vez por ano e ajuda a explicar como atores mais velhos, como Liam Neeson, Kevin Costner e Tom Hanks, seguem lotando cinemas com seus filmes. Um exemplo de sucesso entre o público mais velho é “Sully: o Herói do Rio Hudson” (2016), dirigido por Clint Eastwood, de 86 anos, com Tom Hanks, de 60 anos. O filme atraiu um público composto em 75% de pessoas de mais de 50 anos e rendeu US$ 125 milhões de bilheteria só nos EUA.

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    Operadoras informam aos assinantes sobre a perda dos canais Record, SBT e RedeTV!

    29 de março de 2017 /

    As operadoras de TV paga Net e a Claro estão informando a seus assinantes que perderão os canais Record, SBT e RedeTV! a partir desta quarta-feira (29/3). A interrupção ocorrerá agora em São Paulo, porque a cidade e mais 38 municípios da região metropolitana terão o sinal analógico cortado a partir das 23h59, em cumprimento ao cronograma estabelecido pelo Ministério das Comunicações, e as três emissoras querem cobrar pela transmissão de seus canais digitais. Brasília, que foi a primeira capital a migrar para o serviço digital, já ficou sem os três canais nesta semana. Em um comunicado exibido em seus canais de informação, a NET afirma ter acordo de distribuição com Globo, Gazeta, Rede Gospel, Ideal TV, Mega TV, Rede 21, TV Cultura e Band. A programação dessas emissoras, portanto, continuará a ser exibida. Entretanto, a operadora revela que, até o momento, não há acordo com Record, RedeTV! e SBT. “A fim de atender a uma solicitação das próprias empresas, a NET deixará de transmitir os sinais digitais destes canais a partir de 29 de março”, diz o texto. “É importante esclarecer que estes canais sempre foram distribuídos gratuitamente. A NET quer continuar a transmiti-los e segue negociando para que você volte a receber o sinal aberto na sua TV por assinatura como sempre recebeu: sem ter que pagar a mais por eles”, finaliza o texto. Em nota enviada à imprensa pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), o órgão reforça que a decisão de não permitir a transmissão dos sinais digitais das três emissoras na TV por assinatura em Brasília e São Paulo foi uma iniciativa do grupo Simba, formado por SBT, Record e RedeTV!. Segundo a ABTA, “as operadoras de TV por assinatura sempre estiveram e continuam abertas ao diálogo”. No entanto, diz a associação, “a maior parte delas informa que sequer recebeu uma proposta comercial da Simba”. Segundo apurou o blog Notícias da TV, a estratégia das três redes abertas é fazer com que os assinantes se voltem contra as operadoras de TV paga, protestando e cancelando seus contratos, para só então negociar seus sinais por um bom preço. Bispos da Igreja Universal, ligada à Record, estariam orientando fiéis a liderarem os protestos. SBT, Record e RedeTV! se espelham na Fox, que em uma tensa negociação com a Sky, chegou a cortar os sinais de seus canais da operadora. O assinante de TV paga se voltou contra a Sky e a Fox conseguiu o aumento que queria. Agora, as três redes abertas vão usar a mesma estratégia. Depois de São Paulo, Goiânia será a próxima capital a ter o sinal analógico desligado, no dia 31 de maio. As últimas serão as três capitais da Região Sul: Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, com desligamento previsto para janeiro de 2018. É cliente Vivo? Entre em contato com o número da Vivo e saiba se seu pacote se enquadra.

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  • TV

    Record, SBT e RedeTV já estão fora de três operadoras de TV paga em Brasília

    28 de março de 2017 /

    Seguindo a iniciativa da Sky, a Net e a Claro também tiraram as redes Record, SBT e RedeTV! de suas grades de programação em Brasília. O corte aconteceu por volta da 0h30 desta terça-feira (28/3) e deve se repetir em mais uma região após o apagão analógico previsto para São Paulo, a partir das 23h59 de quarta. A decisão de cortar os sinais foi resultado de uma notificação da Simba, empresa formada pelas três emissoras, lembrando às operadoras que elas precisam de autorização das redes para transmitirem seus sinais digitais nas cidades em que não há mais TV analógica. É o caso de Brasília, onde nenhuma operadora tem essas autorização da Record, SBT e RedeTV!. Segundo levantamentos recentes, as três redes respondem por quase 20% da audiência da TV paga, o que as fez querer compensação financeira para continuar cedendo seus sinais. Elas formaram a Simba para negociar em conjunto e pretendem aproveitar a confusão potencial causada pelo fim da TV analógica para pressionar as operadoras. A iniciativa é inspirada na negociação turbulenta realizada entre o grupo Fox e a Sky, que só foi adiante após os canais do grupo saírem do ar, em janeiro. Desde sexta (24/3), as três redes estão exibindo em seus intervalos e telejornais o anúncio de que deixarão de ter seus conteúdos exibidos na TV paga a partir desta quarta-feira, acusando as operadoras de se recusarem a negociar um “valor justo” por seus sinais. Entretanto, segundo apurou o blog Notícias na TV, até a noite de segunda, nenhuma operadora havia recebido proposta comercial, com uma sugestão de preço pelos sinais. A acusação precede a negociação e é pura arma de pressão, visando mobilizar as massas para fazerem o trabalho de convencimento. A estratégia das três redes abertas é fazer com que os assinantes se voltem contra as operadoras de TV por assinatura, protestando e cancelando seus contratos, para só então negociar seus sinais por um bom preço. Bispos da Igreja Universal, ligada à Record, estariam orientando fiéis a liderarem os protestos. Com o fim da TV analógica, as emissoras de TV aberta podem cobrar por seus sinais, amparadas na lei 12.485, de 2011. A Globo cobra por sua programação desde 2014. A postura das operadoras também tem sido dura. Elas argumentam que, legalmente, não podem reajustar os pacotes de assinaturas já existentes, a não ser pela inflação. A única forma de absorver os novos custos, dizem, seria um crescimento da base de assinantes, mas o setor está em crise desde 2014. Encolheu mais de 1 milhão de assinantes nos últimos anos. Ou seja, nessa briga em que as redes querem mobilizar os telespectadores, só quem tem a perder são os próprios telespectadores, pois ou ficam sem os canais ou terão que amargar para breve uma TV mais bem paga.

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    A Bela e a Fera mantém liderança nas bilheterias do Brasil

    27 de março de 2017 /

    Assim como nos EUA, a nova versão de “Power Rangers” não conseguiu superar “A Bela e a Fera” nas bilheterias do Brasil. Mas a diferença entre os dois filmes foi ainda maior por aqui. O filme dos heróis da TV estreou em 2º lugar no ranking, com R$ 6,8 milhões e 453,9 mil ingressos vendidos de quinta-feira (23/3) a domingo, enquanto “A Bela e a Fera” seguiu em 1º em sua segunda semana de exibição, com faturamento quatro vezes maior: R$ 24,2 milhões e 1,4 milhão de ingressos vendidos. Na verdade, o desempenho de “Power Rangers” ficou muito abaixo da expectativa, quando comparado às demais grandes estreias do ano. Como medida de comparação, “Kong: A Ilha da Caveira”, atualmente em 5º lugar no ranking, também estreou em 2º lugar no Brasil, mas com R$ 10 milhões e 596 mil ingressos. O Top 5 tem ainda “Logan”, em 3º lugar, com R$ 5,5 milhões e 341,3 mil ingressos vendidos, e “Fragmentado”, novo longa do diretor M. Night Shyamalan, que foi a segunda estreia mais bem ranqueada da semana: em 4º lugar, com R$ 4,9 milhões e 302,7 mil ingressos.

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    A Bela e a Fera mantém liderança nos EUA com o dobro da bilheteria de Power Rangers

    26 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” manteve a liderança das bilheterias da América do Norte, faturando mais que o dobro da principal estreia da semana, o filme dos “Power Rangers”. A reciclagem da Disney rendeu US$ 88,3 milhões em sua segunda semana em cartaz, contra US$ 40,5 milhões do reboot da Lionsgate. A venda de ingressos de “A Bela e a Fera” é tão impressionante que está sendo considerada uma dos maiores arrecadações de um blockbuster em sua segunda semana em cartaz. Em dez dias, o filme ultrapassou os US$ 300 milhões no mercado doméstico. Além disso, está perto de deixar para trás a marca dos US$ 700 milhões em todo o mundo, em tempo recorde. A soma já é a maior bilheteria de 2017. O sucesso do filme da Disney, acompanhado pelos bons desempenhos de “Kong – A Ilha da Caveira” e “Logan”, ajudou o mercado dos Estados Unidos e Canadá a superar o recorde de faturamento do mês de março, atingindo US$ 1 bilhão no total, e ainda faltam cinco dias para o fim do mês. Com tanta competição, “Power Rangers” pode até celebrar seu 2º lugar, pois as projeções do mercado apontavam um desempenho pior para o filme da série dos anos 1990. Por coincidência, tanto a estreia de “A Bela e a Fera” quanto a de “Power Rangers” foram precedidas por declarações a respeito de contextos homossexuais de personagens. E embora alguns países muçulmanos tenham achado ruim, sair do armário não causou o fracasso de nenhum dos dois filmes. Já as outras estreias da semana não suportaram a competição da “propaganda gay”. Nem a combinação de Ryan Reynolds e Jake Gyllenhaal conseguiu fazer a sci-fi “Vida” passar do 4º lugar, com faturamento de apenas US$ 12,6 milhões. Pior ainda, a comédia “Chips”, que irritou a crítica com suas piadas de pânico homossexual, abriu em 7º lugar com US$ 7,6 milhões. Vale observar que nem as vistosas semelhanças com “Alien” (1979) impediram “Vida” de ser considerada a melhor estreia da semana pela crítica, com 67% de aprovação no ranking do Rotten Tomatoes. “Power Rangers” foi considerado medíocre (46%) e “CHiPs”, conforme adiantado, simplesmente podre (20%). Apenas dois dos filmes citados ainda não estrearam no Brasil. A sci-fi “Vida” tem lançamento marcado no país em 20 de abril e a versão comédia de “CHiPs” em 4 de maio. Confira abaixo o ranking das dez maiores bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 88,3 milhões Total EUA: US$ 316,9 milhões Total Mundo: US$ 690,2 milhões 2. Power Rangers Fim de semana: US$ 40,5 milhões Total EUA: US$ US$ 40,5 milhões Total Mundo: US$ 59,2 milhões 3. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 14,4 milhões Total EUA: US$ 133,5 milhões Total Mundo: US$ 392,1 milhões 4. Vida Fim de semana: US$ 12,6 milhões Total EUA: US$ 12,6 milhões Total Mundo: US$ 28,7 milhões 5. Logan Fim de semana: US$ 10,1 milhões Total EUA: US$ 201,4 milhões Total Mundo: US$ 547,2 milhões 6. Corra! Fim de semana: US$ 8,6 milhões Total EUA: US$ 147,4 milhões Total Mundo: US$ 154,4 milhões 7. CHiPs Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 7,6 milhões Total Mundo: US$ 9,5 milhões 8. A Cabana Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 49 milhões Total Mundo: US$ 49,8 milhões 9. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 170,8 milhões Total Mundo: US$ 292,5 milhões 10. The Belko Experiment Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 7,5 milhões Total Mundo: US$ 7,5 milhões

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  • Filme

    Brasil é o 10º maior mercado cinematográfico do mundo e o maior da América do Sul

    23 de março de 2017 /

    O relatório da MPA (Associação de Cinema dos EUA), que registrou o faturamento recorde de US$ 38,6 bilhões em bilheteria de cinema em todo o mundo, também documentou o crescimento do mercado cinematográfico brasileiro. Após dois anos ocupando a 11ª posição entre os maiores mercados de cinema do mundo, o Brasil voltou a figurar no Top 10 das bilheterias mundiais, com arrecadação de US$ 700 milhões durante o ano de 2016. O Brasil foi o único país da América Latina a ter crescimento de arrecadação em 2016. E um aumento significativo de 5%, diante do movimento global de 1%. Outro detalhe curioso é que o avanço do Brasil aconteceu num ano em que a América Latina liderou em queda de venda de ingressos, caindo 17,6% em geral, em relação ao período anterior. Mesmo assim, o mercado brasileiro permanece atrás do mexicano, que, com US$ 800 milhões de faturamento, é o 9º maior mercado do mundo. Mas está muito à frente do restante da América do Sul. O segundo país sul-americano mais bem posicionado no ranking é a Argentina, que ocupa a 17ª posição, com US$ 300 milhões.

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    Cinemas bateram recorde de faturamento mundial em 2016

    23 de março de 2017 /

    Já se sabia, mas agora é oficial. A arrecadação das bilheterias de cinema estabeleceu um novo recorde mundial em 2016, ao chegar a US$ 38,6 bilhões. Os números estão no relatório apresentado na quarta-feira (22/3) pela MPA, a Associação do Cinema dos EUA. Embora o faturamento seja recorde, o aumento na venda de ingressos cresceu apenas 1% em 2016, marcando uma notável desaceleração em relação ao crescimento de mais de 5% registrado de 2014 a 2015. O recorde anterior, registrado em 2015, era de US$ 38,4 bilhões. A arrecadação nos Estados Unidos e no Canadá em 2016 se situou em US$ 11,4 bilhões, frente aos US$ 11,1 bilhões de 2015, o que representa uma alta de 2%. Por outro lado, a renda das salas de cinema no resto do mundo caiu levemente, de US$ 27,3 bilhões em 2015 para US$ 27,2 bilhões em 2016. Essa queda foi influenciada pela baixa de 1% da arrecadação na China após uma década de crescimentos consecutivos. Apesar disso, a China continuou sendo o país com maior arrecadação, fora o mercado conjunto dos Estados Unidos e Canadá, que costumam ser considerados como um só. O faturamento chinês foi de US$ 6,6 bilhões. A lista segue com Japão (US$ 2 bilhões), Índia (US$ 1,9 bilhão), Reino Unido (US$ 1,7 bilhão) e França (US$ 1,6 bilhão). Na América do Norte (EUA + Canadá), o faturamento teve crescimento de 2% e também foi recorde: US$ 11.4 milhões. O número de salas de cinema no mundo aumentou em 8%. Agora existem 164 mil telas, sendo a Ásia a região que mais inaugurou cinemas.

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    A Bela e a Fera registra maior estreia do ano no Brasil

    20 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” deu um baile na concorrência no Brasil. A estreia do filme registrou a maior abertura do ano, com R$ 33,6 milhões de arrecadação, bem maior que o recorde de “Logan”, cujos R$ 28 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição representaram a maior estreia da história da Fox no país. Ao todo, a reciclagem do clássico de animação da Disney levou 1,9 milhão de pessoas aos cinemas brasileiros e se consolidou com uma das maiores estreias de todos os tempos no país – a sétima com mais ingressos vendidos desde 2002, segundo dados da Comscore. O filme estrelado por Emma Watson também bateu recordes nos EUA, onde arrecadou US$ 170 milhões e se tornou a maior estreia infantil de todos os tempos (ultrapassando os US$ 135 milhões de “Procurando Dory”) e a maior abertura já registrada no mês de março (recorde que pertencia a “Batman vs Superman”, com US$ 166 milhões). Em todo o mundo, a conta já está em US$ 350 milhões de faturamento. Campeão por duas semanas consecutivas, “Logan” caiu para o 2º lugar, mas continua gerando filas, com R$ 10 milhões de arrecadação. Em três semanas de exibição, o longa teve 5 milhões de ingressos vendidos e arrecadou R$ 73,5 milhões. O Top 3 se completa com outro blockbuster, “Kong: A Ilha da Caveira”, que teve 372 mil ingressos vendidos e arrecadou R$ 6,2 milhões. Em duas semanas, o filme fez US$ 21,5 milhões, visto por 1,3 milhão de espectadores.

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    A Bela e a Fera quebra recorde com bilheteria de US$ 170 milhões na América do Norte

    19 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” rendeu uma fábula nas bilheterias dos cinemas da América do Norte. Com US$ 170 milhões arrecadados em apenas três dias, a produção virou um conto de fadas da vida real para a Disney, que voltou a contabilizar lucro com seu projeto de reciclagem – desenhos antigos transformados em filmes novos com atores reais. O belo lançamento quebrou uma série de recordes. Trata-se da maior estreia já registrada num mês de março nos EUA (superando os US$ 166 milhões de “Batman vs Superman” no ano passado) e a maior abertura de um longa infantil em todos os tempos (ultrapassando os US$ 135 milhões de “Procurando Dory”, também no ano passado). Além disso, contabilizou a segunda maior estreia de um blockbuster fora da temporada americana de verão, atrás apenas dos US$ 247,9 milhões de “Star Wars: O Despertar da Força”, lançado em dezembro de 2015. Animado com o filme, o público americano deu nota “A”, na avaliação do CinemaScore, empolgando-se mais que a crítica, que cravou 70% de aprovação. Mas o desempenho internacional também foi fera. Apesar do mimimi sobre insinuação gay de um personagem enrustido, o filme foi bem aceito na maior parte do mundo, somando mais US$ 180 milhões em diversos países, para chegar a um total impressionante de US$ 350 milhões só no primeiro fim de semana de exibição. Enquanto os russos torceram o nariz para o “momento gay” com uma censura de 16 anos, seus antigos aliados no falido comunismo vibraram com o filminho infantil. Na China, “A Bela e a Fera” fez US$ 44,8 milhões e já superou toda arrecadação local de “Malévola” (2014) e “Alice no País das Maravilhas” (2010). Mas nem as restrições impediram o filme de chegar a US$ 6 milhões na Rússia, o mesmo resultado obtido pelo lançamento de “Cinderela” (2015) com censura livre naquele país. Na Inglaterra, foram US$ 22,8 milhões e a quinta maior abertura de todos os tempos no mercado britânico. Com tanto sucesso, os outros blockbusters em cartaz encolheram no ranking. Campeão na semana passada, “Kong – A Ilha da Caveira” caiu para o 2º lugar, seguido por “Logan” em 3º. Enquanto “Kong” superou as marcas de US$ 100 milhões no mercado doméstico e US$ 250 milhões no mundo inteiro, “Logan” continua liderando ambos os rankings do ano, com US$ 184 milhões na América do Norte e US$ 524 milhões mundialmente. Mas, diante do pique de “A Bela e a Fera”, seu reinado não deve resistir ao próximo fim de semana. A semana americana teve apenas mais uma estreia em mais de mil salas: o terror “The Belko Experiment”, que decepcionou ao arrecadar apenas US$ 4 milhões em 7º lugar. Embora esta “Battle Royale” de burocratas de escritório tenha ocupado um terço do circuito reservado para “A Bela e a Fera”, esperava-se um desempenho melhor, considerando-se os talentos envolvidos: roteiro de James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) e direção de Greg McLean (“Wolf Creek”). Não há previsão para seu lançamento no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 170 milhões Total EUA: US$ 170 milhões Total Mundo: US$ 350 milhões 2. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 28,8 milhões Total EUA: US$ US$ 110 milhões Total Mundo: US$ 259,3 milhões 3. Logan Fim de semana: US$ 17,5 milhões Total EUA: US$ 184 milhões Total Mundo: US$ 524 milhões 4. Corra! Fim de semana: US$ 13,2 milhões Total EUA: US$ 133 milhões Total Mundo: US$ 136 milhões 5. A Cabana Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 42,6 milhões Total Mundo: US$ 43 milhões 6. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 167,4 milhões Total Mundo: US$ 287,4 milhões 7. The Belko Experiment Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 4 milhões Total Mundo: US$ 4 milhões 8. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 165,5 milhões Total Mundo: US$ 214,2 milhões 9. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 89,7 milhões Total Mundo: US$ 158 milhões 10. Antes que Eu Vá Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 11,2 milhões Total Mundo: US$ 11,2 milhões

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    House of Cards chega na TV paga brasileira

    13 de março de 2017 /

    Pela primeira vez, uma série da Netflix será exibida pela TV paga brasileira. “House of Cards”, a segunda produção original do serviço de streaming, vai estrear no canal pago Paramount nesta terça (14/3), às 22h. É uma chance para quem não é assinante da Netflix descobrir do que se trata a produção premiada, cujo sucesso e reconhecimento foram responsáveis por mudar a percepção do que significa uma boa série, ao mostrar que o gênero não depende mais da televisão para existir e até mesmo evoluir. A exibição será semanal e começará com a 1ª temporada. Na estreia, o canal transmitirá os dois primeiros episódios, que foram dirigidos pelo cineasta David Fincher (“Garota Exemplar”), vencedor do Emmy 2013 pelo trabalho. A série retrata os bastidores da política norte-americana numa trama sobre a ambição de um político inescrupuloso, o já icônico Frank Underwood (vivido por Kevin Spacey), capaz até de matar para se tornar presidente dos EUA. Assista abaixo o promo que divulga a versão televisiva da atração, que aparentemente será dublada – evidenciando, novamente, a vantagem da Netflix sobre a TV com horários e vícios marcados.

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