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    Venom e Hotel Transilvânia 3 ajudam Sony a atingir US$ 1 bilhão de bilheteria mundial em tempo recorde

    14 de outubro de 2018 /

    A Sony atingiu um faturamento de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais em tempo recorde em 2018. Graças ao sucesso de “Venom”, que já rendeu quase US$ 400 milhões de arrecadação global, e à popularidade animação “Hotel Transilvânia 3”, que responde por mais da metade do total, o estúdio atingiu a marca dois meses mais cedo do que no ano passado. O estúdio atingiu a marca após três concorrentes neste ano, a Disney (que já superou US$ 2 bilhões), a Warner e a Universal. Mas a conquista é bastante comemorada porque, antes de 2017, a última vez que a Sony conseguiu chegar em US$ 1 bilhão foi em 2014. Para aumentar sua expectativa, a Sony ainda contará esse ano com o lançamento de “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”, que chega em novembro, e outra animação promissora, “Homem-Aranha: no Aranhaverso”, com estreia marcada para dezembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Venom e Nasce uma Estrela não dão chances a Primeiro Homem nas bilheterias da América do Norte

    14 de outubro de 2018 /

    “Venom” e “Nasce uma Estrela” mantiveram suas posições de domínio nas bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz na América do Norte. Mesmo com grande queda de faturamento, acima dos 56%, o filme do anti-herói da Marvel faturou bem, US$ 35,7 milhões, para se manter no 1º lugar. Mas “Nasce uma Estrela” mostrou-se mais resistente. Seus US$ 28 milhões representaram uma queda de apenas 35% em relação à semana de estreia. O sucesso dos dois filmes prejudicou o principal lançamento da sexta (12/10), o drama de época “Primeiro Homem”, sobre a conquista da Lua nos anos 1960, que abriu em 3º lugar com uma bilheteria considerada fraca, US$ 16,5 milhões. O desempenho abaixo das projeções veio, ao menos, acompanhado por elogios da crítica, que deram ao novo filme do diretor Damien Chazelle (“La La Land”) 88% de aprovação. Em 4º lugar e com arrecadação próxima, “Goosebumps 2 – Halloween Assombrado” não teve esta compensação. Foi destruído pela crítica, com 43% no Rotten Tomatoes. Já a terceira estreia ampla da semana, “Maus Momentos no Hotel Royale”, ficou apenas em 7º lugar. Nem as críticas positivas (72%) animaram o público a prestigiar o novo filme do ator Chris Hemsworth (“Vingadores: Guerra Infinita”), escrito e dirigido por Drew Goddard (indicado ao Oscar pelo roteiro de “Perdido em Marte”), que rendeu US$ 7,2 milhões. Neste caso, a nota de consolação é seu baixo orçamento. Custou menos que todos os demais, US$ 32 milhões. Mas precisaria faturar uns US$ 100 milhões para sair do vermelho, o que parece difícil. De todo modo, ainda há todo o mercado internacional para equilibrar os fracassos americanos. Mercado, por sinal, que também está dominado por “Venom” e “Nasce uma Estrela”, ajudando os dois a se pagarem com sobras em apenas duas semanas. “O Primeiro Homem” já chega ao Brasil na próxima quinta (18/10). Já “Maus Momentos no Hotel Royale” está previsto somente para janeiro, uma data tão distante que pode até virar lançamento direto em VOD. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Venom Fim de semana: US$ 35,7m Total EUA e Canadá: 142,8m Total Mundo: US$ 378,1m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 28m Total EUA e Canadá: US$ 94,1m Total Mundo: US$ 135,3m 3. O Primeiro Homem Fim de semana: US$ 16,5m Total EUA e Canadá: US$ 16,5m Total Mundo: US$ 25,1m 4. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado Fim de semana: US$ 16,2m Total EUA e Canadá: US$ 16,2m Total Mundo: US$ 19,9m 5. PéPequeno Fim de semana: US$ 9,3m Total EUA e Canadá: US$ 57,6m Total Mundo: US$ 110,2m 6. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 59,8m Total Mundo: US$ 75,2m 7. Maus Momentos no Hotel Royale Fim de semana: US$ 7,2m Total EUA e Canadá: US$ 7,2m Total Mundo: US$ 11,2m 8. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 3,9m Total EUA e Canadá: US$ 62,2m Total Mundo: US$ 101,8m 9. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 1,7m Total EUA e Canadá: US$ 2,4m Total Mundo: US$ 2,4m 10. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 1,3m Total EUA e Canadá: US$ 52m Total Mundo: US$ 83m

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    Venom libera bilheterias brasileiras, visto por mais de 1 milhão de pessoas

    8 de outubro de 2018 /

    Conforme esperado, a bilheteria de “Venom” refletiu a distribuição e transformou o quase monopólio da oferta em procura. Lançado em 1,4 mil telas, quase metade do circuito brasileiro, o filme da Sony Pictures arrecadou R$ 18,8 milhões no ultimo final de semana, segundo a comScore. Em termos de público, isto representou um pouco mais de 1 milhão de espectadores entre quinta-feira e domingo (7/10). O filme também abriu em 1º lugar na América do Norte, onde faturou US$ 80 milhões no fim de semana. Em 2º lugar, ficou a animação “PéPequeno”, que no mesmo período fez R$ 3,5 milhões e foi assistido por cerca de 280 mil pessoas. “A Freira” fechou o Top 3, arrecadando mais R$ 2 milhões e visto por 120 mil espectadores, mesmo com cinco semanas em cartaz. Nenhum filme brasileiro ficou entre os 10 com maior bilheteria.

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    Venom bate recorde de bilheteria em sua estreia na América do Norte

    7 de outubro de 2018 /

    Mantendo a tradição de sucesso das adaptações da Marvel, a estreia de “Venom” bateu o recorde de maior arrecadação do mês de outubro na América do Norte com US$ 80 milhões no fim de semana. O ótimo desempenho comprovou o acerto da estratégia da Sony, que embargou as críticas do filme até a véspera da exibição, impulsionando a pré-venda de seus ingressos. Com isso, “Venom” nem sentiu o impacto das avaliações negativas, que oscilaram de 28% a 31% no Rotten Tomatoes, entre quinta e domingo (7/10), e chegou a superar a abertura deste ano de “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 75 milhões), da própria Marvel. O mercado internacional também deu ótimo retorno, elevando o total mundial para US$ 205,2 milhões. São valores que incentivam o investimento na criação de um universo cinematográfico com os coadjuvantes dos quadrinhos do Homem-Aranha. Mas a cautela sugere esperar um pouco mais, pelo resultado da segunda semana, após o boca-a-boca se encontrar com as críticas duras, para avaliar se o entusiasmo do público persiste e o que se faz necessário para avançar nos planos. Em 2ª lugar, “Nasce uma Estrela” vendeu mais ingressos que o esperado, faturando US$ 41,2 milhões. O filme custou só US$ 40 milhões para ser produzido (40% do investimento em “Venom”) e tinha censura elevada (“R”, para maiores de 17 anos), por isso seu desempenho foi considerado um enorme sucesso e comemorado pela Warner como se tivesse aberto no topo das bilheterias. Primeiro longa dirigido por Bradley Cooper e estrelado por Lady Gaga, “Nasce uma Estrela” também conquistou a crítica, com 91% de aprovação. A estreia no Brasil está marcada para a próxima quinta-feira (11/10). Entre os lançamentos limitados, ainda chamou atenção o interesse gerado por “O Ódio que Você Semeia”, cuja roteirista morreu na quinta-feira (4/10). Lançado em apenas 36 salas, fez US$ 500 mil e abriu em 13º lugar, faturando mais por sala que “Nasce uma Estrela”. O filme também se tornou o mais bem-avaliado da semana, com 96% no Rotten Tomatoes. Chega no Brasil em 6 de dezembro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Venom Fim de semana: US$ 80m Total EUA e Canadá: 80m Total Mundo: US$ 205,2m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 41,2m Total EUA e Canadá: US$ 41,2m Total Mundo: US$ 56,6m 3. PéPequeno Fim de semana: US$ 14,9m Total EUA e Canadá: US$ 42,7m Total Mundo: US$ 75,2m 4. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 12,2m Total EUA e Canadá: US$ 46,7m Total Mundo: US$ 58,7m 5. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 7,2m Total EUA e Canadá: US$ 55m Total Mundo: US$ 79,3m 6. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 49m Total Mundo: US$ 76,4m 7. A Freira Fim de semana: US$ 2,6m Total EUA e Canadá: US$ 113,3m Total Mundo: US$ 346,6m 8. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 9,5m 9. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 169,1m Total Mundo: US$ 225,9m 10. O Predador Fim de semana: US$ 900 mil Total EUA e Canadá: US$ 49,9m Total Mundo: US$ 123,3m

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    Fan Bingbing teria sido libertada após passar quatro meses sem contato com família e advogados

    6 de outubro de 2018 /

    A atriz chinesa Fan Bingbing já teria sido libertada pela polícia chinesa, depois de ficar “desaparecida” por quase quatro meses, de acordo com a revista americana The Hollywood Reporter. Ela voltou a usar as redes sociais na quarta-feira (3/10) para fazer um pedido de desculpas ao governo de seu país e elogiar o Partido Comunista, após ser divulgado que ela devia cerca de US$ 129 milhões em impostos e multas. “Ela recuperou a sua liberdade e está, relativamente, de bom humor”, declarou um executivo próximo a Bingbing para a revista. Pela primeira vez, um jornal chinês, o South China Morning Post, assumiu que atriz tinha sido presa durante o período em que era tratada apenas como “desaparecida” pelos fãs e mau exemplo pelo governo. Presa, não. Ficou sob “vigilância residencial em um local designado”. A nomenclatura oficial usa eufemismo para não falar em prisão, mas a prática é bem pior que a prisão convencional, e similar à política de sequestro de Estado levada adiante pelos Estados Unidos durante a guerra ao terror do governo de George W. Bush. Estar em “vigilância residencial em um local designado” significa ser levado a um lugar desconhecido, isolado, sem direito a advogado nem contato com qualquer pessoa que não sejam autoridades designadas pelo governo. O sistema chinês permite que a polícia detenha suspeitos que são investigados por colocar a segurança do Estado em risco, como em casos de terrorismo ou corrupção expressiva, em locais desconhecidos, sem acesso a advogados ou contato com a família. Bingbing teria sido levada para um hotel usado por oficiais para investigar suspeitos de corrupção no subúrbio da cidade de Wuxi, na província de Jiangsu. A atriz de 36 anos é uma das maiores celebridades chinesas, conhecida internacionalmente graças à participações em blockbusters como “Homem de Ferro 3” (2013) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), além de ter integrado o júri do Festival de Cannes em 2017. Muito ativa nas redes sociais, ela estava sem postar no Weibo, o Twitter chinês, desde julho, após sofrer acusações de fraude fiscal. Na ocasião, a produtora de Fan Bingbing a defendeu e denunciou “calúnias”. Os problemas de Fan Bingbing começaram em maio, quando um ex-apresentador da TV pública compartilhou documentos na internet, que segundo ele eram contratos da atriz. De acordo com os documentos, Fan teria sido paga oficialmente com 10 milhões de yuans (US$ 1,4 milhão) por quatro dias de trabalho, mas na realidade teria recebido outros 50 milhões de yuans. O escândalo deixou em evidência um sistema suspeito de “contratos duplos”, conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. Pouco após esta denúncia, no fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Ao anunciar a investigação de “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”, a Xinhua afirmou: “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”. No mês passado, o nome de Fan Bingbing apareceu em último lugar numa lista oficial do governo sobre responsabilidade social dos 100 artistas mais famosos da TV e do cinema da China. Sua percentagem de responsabilidade social seria de 0%. O governo afirma que as produções chinesas de cinema devem render mais benefícios à sociedade que bilheterias. De forma significativa, a primeira mensagem que ela postou no Weibo, ao ser libertada, lembra o teor dos vídeos de prisioneiros de terroristas, torturados para denunciar os equívocos de seu modo de vida, influenciado pela decadência ocidental, e elogiar seus captores benevolentes. “Peço perdão aos fãs e à sociedade, a meus amigos que se preocupam, ao público e à administração fiscal nacional”, ela escreveu, acrescentando: “Sem as boas políticas do Partido e do país, sem a atenção repleta de amor das massas, não existiria Fan Bingbing”. Como se tornou “inimiga” do Estado, não se sabe se, mesmo solta, a atriz poderá continuar sua carreira internacional. Seu próximo trabalho seria o thriller “355”, em que apareceria ao lado da francesa Marion Cotillard e da espanhola Penélope Cruz.

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  • Etc

    Ainda desaparecida, Fan Bingbing usa rede social para pedir perdão e elogiar Partido Comunista Chinês

    3 de outubro de 2018 /

    A estrela de cinema chinesa Fan Bingbing teria “reaparecido” nas redes sociais, três meses após sumir misteriosamente, para pedir desculpas aos fãs, logo após o governo anunciar que ela deve mais de US$ 129 milhões em impostos e multas por sonegação fiscal. Num texto de tom artificial, a atriz ou alguém com acesso à sua conta na Weibo, o equivalente chinês do Twitter, pediu perdão “aos fãs e à sociedade, a meus amigos que se preocupam, ao público e à administração fiscal nacional”, acrescentando: “Sem as boas políticas do Partido e do país, sem a atenção repleta de amor das massas, não existiria Fan Bingbing”. A atriz de 36 anos é uma das maiores celebridades chinesas, conhecida internacionalmente graças à participações em blockbusters como “Homem de Ferro 3” (2013) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), além de ter integrado o júri do Festival de Cannes em 2017. Muito ativa nas redes sociais, ela estava desaparecida do Weibo desde julho, depois que sofreu acusações de fraude fiscal. Na ocasião, a produtora de Fan Bingbing a defendeu e denunciou “calúnias”. Desde então, ninguém mais a viu. E, apesar dos pedidos de desculpas e elogios que soam forçados ao Partido Comunista, a atriz continua fisicamente desaparecida, gerando boatos de que estaria presa pelo governo, num momento que a China aperta o cerco contra personalidades do mundo do entretenimento que teriam enriquecido. De acordo com a agência oficial Xinhua, Fan Bingbing e as empresas da atriz teriam deixado de pagar dezenas de milhões de dólares em impostos, e pelo menos uma pessoa foi detida por ter escondido e “deliberadamente destruído” documentos contábeis, indicou o anúncio do governo, sem revelar a identidade dessa pessoa. Essa informação se soma ao anúncio anterior, que veio a público em setembro, de que a atriz tinha sido colocada “sob controle e aceitará a decisão legal” das autoridades. A publicação estatal Securities Daily também informou na ocasião que a alegada evasão fiscal de Bingbing era “apenas a ponta do iceberg”. “Ela também é suspeita de participar de empréstimos ilegais e outras formas de corrupção. No pior dos casos, ela enfrenta punição legal”. A história foi removida algumas horas após a publicação, aumentando o clima sombrio que acompanha o desaparecimento da estrela. Os problemas de Fan Bingbing começaram em maio, quando um ex-apresentador da TV pública compartilhou documentos na internet, que segundo ele eram contratos da atriz. De acordo com os documentos, Fan teria sido paga oficialmente com 10 milhões de yuans (US$ 1,4 milhão) por quatro dias de trabalho, mas na realidade teria recebido outros 50 milhões de yuans. O escândalo deixou em evidência um sistema suspeito de “contratos duplos”, conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. Pouco após esta denúncia, no fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Ao anunciar a investigação de “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”, a Xinhua afirmou: “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”. No mês passado, o nome de Fan Bingbing apareceu em último lugar numa lista oficial do governo sobre responsabilidade social dos 100 artistas mais famosos da TV e do cinema da China. Sua percentagem de responsabilidade social seria de 0%. O governo afirma que as produções chinesas de cinema devem render mais benefícios à sociedade que bilheterias.

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  • Filme

    Nova comédia de Kevin Hart estreia em 1ª lugar na América do Norte

    30 de setembro de 2018 /

    A comédia “Night School”, que o estúdio Universal batizou de “Operação Supletivo – Agora Vai!” para o lançamento no Brasil, estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e no Canadá, superando a concorrência da animação “PéPequeno” e a permanência dos demais títulos em cartaz, com US$ 28 milhões. Não é uma estreia de blockbuster, mas é recorde. Trata-se da maior abertura de uma comédia em 2018, superando “Podres de Ricos” (US$ 26,5 milhões), que foi considerada um “fenômeno”. Mas sua popularidade não encontrou respaldo da crítica. Negativado pela imprensa, atingiu uma média de 33% no Rotten Tomatoes. Menos mal, já que o título nacional não é a pior notícia em relação ao seu lançamento no Brasil. Apesar da “tradução”, o longa não tem previsão de estreia no país. Deve sair direto em vídeo ou streaming. O que perpetua o preconceito racial das distribuidoras nacionais, já que se trata de mais uma comédia com atores e diretor afro-americanos barrada no parque exibidor brasileiro. Vale destacar que a comédia é estrelada por dois dos atores mais populares do momento nos Estados Unidos, Kevin Hart (“Jumanji”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). Mesmo assim, Kevin Hart só chega aos cinemas nacionais quando atua ao lado de um comediante branco. Já Tiffany Haddish é uma ilustre desconhecida do público brasileiro que paga ingressos de cinema. Nenhum dos seus filmes jamais foi lançado nas telas grandes do país. Nem mesmo o blockbuster “Viagem das Garotas”, uma das comédias mais bem-sucedidas e mais bem-avaliadas do ano passado nos Estados Unidos – abriu com US$ 31,2 milhões e tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. O diretor de “Operação Supletivo – Agora Vai!” é o mesmo do outro filme, Malcolm D. Lee. Se a Universal comemora localmente o sucesso de “Operação Supletivo”, a Warner já busca a calculadora para ver se dá para recuperar o investimento em seu longa animado. Com exibição em 1,1 mil salas a mais, “PéPequeno” levou um tombo com a estreia de US$ 23 milhões. As avaliações da crítica foram razoáveis, com 69% de aprovação. Mas animações costumam arrastar multidões ao cinema, o que não foi o caso. Por sua vez, a Lionsgate não precisa fazer conta nenhuma. O terror “O Parque do Inferno” abriu em 6º lugar com apenas US$ 5 milhões de arrecadação, maior fiasco da semana. O estúdio tentou esconder a produção da crítica, mas sua ausência na imprensa também reduziu a capacidade do público saber que o filme existia, rendendo salas vazias. Só após chegar nas telas é que as resenhas começaram a vir à tona. Todas negativas, rendendo-lhe 39% no Rotten Tomatoes. Literalmente um horror, que chega ao Brasil em novembro. Para completar a relação de lançamentos, “Little Women” abriu em 14º lugar, com uma distribuição limitada em 643 salas e vaias da crítica – 35%. A inclusão deste título no texto é só para lembrar que esta história, uma das mais filmadas de todos os tempos, baseada no romance bicentenário de Louisa May Alcott, também virou minissérie britânica no fim do ano passado e vai ter outra versão de cinema no ano que vem, com grande elenco e direção de Greta Gerwig (“Lady Bird”), sabe-se lá por quê. Entre os filmes em cartaz, “A Freira” bateu um novo recorde de faturamento – confira aqui. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 28m Total EUA e Canadá: 28m Total Mundo: US$ 33,5m 2. PéPequeno Fim de semana: US$ 23m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 38,6m 3. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 12,5m Total EUA e Canadá: US$ 44,7m Total Mundo: US$ 53,8m 4. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 43m Total Mundo: US$ 62,8m 5. A Freira Fim de semana: US$ 5,4m Total EUA e Canadá: US$ 109m Total Mundo: US$ 330m 6. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 5m Total Mundo: US$ 5m 7. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 4,1m Total EUA e Canadá: US$ 165,6m Total Mundo: US$ 218,8m 8. O Predador Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 47,6m Total Mundo: US$ 115,8m 9. White Boy Rick Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 21,7m Total Mundo: US$ 21,7m 10. A Justiceira Fim de semana: US$ 1,7m Total EUA e Canadá: US$ 33,5m Total Mundo: US$ 39,5m

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  • Filme

    O Mistério do Relógio na Parede estreia em 1º lugar na América do Norte

    23 de setembro de 2018 /

    A estreia de “O Mistério do Relógio na Parede” faturou US$ 26,8 milhões nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, suficiente para abrir em 1º lugar e se destacar numa semana péssima para novidades. Dos outros três lançamentos amplos na sexta (21/9), quem se deu melhor foi um documentário, o que dá a dimensão do desastre. O desempenho do terror infantil dirigido pelo ex-sanguinário Eli Roth (“O Albergue”) também sacramentou a transformação de Jack Black em astro de filmes fantasiosos para crianças, seguindo seu sucesso no gênero com “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” (2017) e “Goosebumps – Monstros e Arrepios” (2015). A bilheteria de “O Mistério do Relógio na Parede” ficou, por sinal, entre as arrecadações de estreia dos outros dois longas, que fizeram, respectivamente, US$ 36,1 milhões e US$ 23,6 milhões em seus fins de semana inaugurais. Mas a crítica considerou o novo título o mais fraco da trinca, com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes – contra 76% de “Jumanji” e 77% de “Goosebumps”. O Top 3 se completou com a comédia de suspense “Um Pequeno Favor”, atualmente com US$ 32,6 milhões em duas semanas de arrecadação, e “A Freira”, que atingiu a marca de US$ 100 milhões no seu terceiro final de semana. Com a soma das bilheterias de outros 80 mercados, o terror já está prestes a totalizar US$ 300 milhões em todo o mundo – um fenômeno. Entre as estreias, o novo documentário de Michael Moore, “Fahrenheit 11/9”, foi a que se deu melhor, em 8º lugar e com US$ 3,1 milhões de faturamento. A crítica gostou: 78%. Mas é um filme para convertidos, que não vai convencer ninguém que já não acredita que Donald Trump é o anticristo. Com exibição em quase mil salas a mais, o resultado do drama “A Vida em Si” (Life Itself), de Dan Fogelman, sugere que o criador da série “This Is Us” deve continuar na televisão. Chamar de desastre é subestimar o tamanho da tragédia. Feito para fazer chorar, “Life Itself” irritou a crítica, com apenas 13% de aprovação. Fogelman retrucou como se fosse mulher, afirmando que a maioria dos críticos são homens, e homens não gostam de filmes com sentimentos. A pior recepção, porém, foi do próprio público, que deixou “A Vida em Si” fora do Top 10 – em 11º lugar, com 2,1 milhões. A última estreia ampla da lista é o thriller de humor negro “Assassination Nation”. Um dos filmes mais falados do último Festival de Sundance, desapontou ao não conseguir capitalizar o hype nas bilheterias. Fez só US$ 1 milhão e abriu em 15º lugar. Mas teve a menor distribuição de todas, em 1,4 mil salas – 1,2 mil a menos que “A Vida em Si”. Atualização dos julgamentos das bruxas de Salém para os tempos das redes sociais, “Assassination Nation” atingiu 65% de aprovação no Rotten Tomatoes e não tem previsão para chegar ao Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 26,8m Total EUA e Canadá: 26,8m Total Mundo: US$ 29,9m 2. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 10,4m Total EUA e Canadá: US$ 32,5m Total Mundo: US$ 42,5m 3. A Freira Fim de semana: US$ 10,2m Total EUA e Canadá: US$ 100,8m Total Mundo: US$ 292,5m 4. O Predador Fim de semana: US$ 8,7m Total EUA e Canadá: US$ 40,4m Total Mundo: US$ 94,9m 5. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 6,5m Total EUA e Canadá: US$ 159,4m Total Mundo: US$ 206,4m 6. White Boy Rick Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 17,4m Total Mundo: US$ 17,4m 7. A Justiceira Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 30,3m Total Mundo: US$ 36,3m 8. Fahrenheit 11/9 Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 3,1m Total Mundo: US$ 3,1m 9. Megatubarão Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 140,5m Total Mundo: US$ 516,4m 10. Buscando… Fim de semana: US$ 2,1m Total EUA e Canadá: US$ 23,1m Total Mundo: US$ 54,2m

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  • Etc

    Empresa que criou os games de Walking Dead e Game of Thrones fecha as portas

    23 de setembro de 2018 /

    A comunidade dos games ficou desolada nesta semana, quando veio à tona a implosão da Telltale Games, desenvolvedora dos jogos de aventura em episódios baseados nas séries “The Walking Dead” e “Game of Thrones”, entre outras. Inúmeros relatos de demissões em massa se espalharam pelas mídias sociais, antes que a própria Telltale confirmasse a notícia com uma mensagem do CEO Pete Hawley. “Tem sido um ano incrivelmente difícil para a Telltale, em que trabalhamos para colocar a empresa em um novo caminho. Infelizmente, nosso tempo acabou para chegar onde queríamos. Lançamos alguns dos nossos melhores conteúdos neste ano e recebemos muitos feedbacks positivos, mas, no fim das contas, isso não se refletiu em vendas. Com o coração pesado, acompanhamos a saída de nossos amigos hoje, que vão espalhar o estilo da nossas narrativas ao redor da indústria de games.” A empresa vai terminar seus últimos compromissos e fechar as portas, antes de começar a desenvolver um novo jogo de “Stranger Things” para a Netflix. Em uma declaração à Variety, a Netflix confirmou que está procurando outras maneiras de trazer o universo de “Stranger Things” para o espaço interativo. pic.twitter.com/evqg5X98WZ — Telltale Games (@telltalegames) September 21, 2018

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  • Etc,  TV

    Comcast vence a Fox e compra a rede britânica de TV paga Sky

    22 de setembro de 2018 /

    A Comcast superou a oferta da Fox e venceu o leilão para a compra da Sky, rede europeia de canais pagos sediada no Reino Unido. A aquisição será feita por cerca de US$ 39 milhões. Este é o resultado de uma longa disputa entre as duas maiores empresas de mídia dos Estados Unidos. Dona dos estúdios Universal, da rede NBC e de diversos canais americanos, a Comcast ofereceu 17,28 libras por ação para controlar a Sky durante o leilão, vencendo as 15,67 libras oferecidas pela Fox neste sábado (22/9), data marcada para a definição do comprador em dois lances únicos e finais. A Fox, que já possuía 39% das ações da empresa, tentava comprar as demais para assumir o controle da Sky, líder no segmento de televisão paga no Reino Unido, mas foi surpreendida em fevereiro com o interesse da rival Comcast, que originou uma disputa até o último minuto. Caso a Fox vencesse a disputa, a Sky seria absorvida pela Disney, que comprou a 21st Century Fox em junho, por US$ 71 bilhões. A Comcast também atravessou esse negócio, tentando comprar a Fox, mas acabou derrotada pela empresa comandada por Robert Iger. Agora, a Disney assumirá os 39% da Sky que pertenciam à Fox, mas não terá controle sobre a empresa, que será tocada por sua concorrente direta. A situação é inversa ao que acontece com a plataforma de streaming Hulu. Ao adquirir os 30% da Fox naquele negócio, a Disney se tornou a sócio majoritária da joint venture, com 60% de capital e poder de decisão, enquanto a Comcast permanece com 30% – os 10% que fecham a conta pertencem à Warner. “Este é um ótimo dia para a Comcast”, disse o CEO Brian Roberts, em comunicado. “A Sky é uma empresa maravilhosa, com uma ótima plataforma, uma marca incrível e uma equipe de gerenciamento talentosa. Esta aquisição nos permitirá aumentar de maneira rápida, eficiente e significativa nossa base de clientes e expandir internacionalmente. Não poderíamos estar mais empolgados com as oportunidades à nossa frente ”. A Fox também divulgou um comunicado, dizendo que está considerando suas opções em relação à sua participação de 39% na Sky. “A Sky é uma história notável e estamos orgulhosos por termos desempenhado um papel tão importante na construção do incrível valor refletido hoje na oferta da Comcast”, disse a empresa de Rupert Murdoch. A aquisição agora aguarda aprovação dos acionistas. Se a maioria dos detentores da Sky aceitar a oferta da Comcast, Roberts disse que antecipa o fechamento do negócio antes do final de outubro.

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  • Filme

    O Predador tem estreia anêmica, mas supera A Freira na América do Norte

    16 de setembro de 2018 /

    Quem estava esfregando as mãos para escrever que “O Predador” massacrou a concorrência em sua estreia na América do Norte ficou com câimbras. O filme abriu em 1º lugar, mas sem mostrar os dentes. Fez anêmicos US$ 24m (milhões), bilheteria de terror barato, que não corresponde ao investimento de US$ 88m da Fox em sua produção nem à distribuição em mais de 4 mil salas. Para se ter ideia, o valor é US$ 700 mil mais baixo que a abertura do filme anterior da franquia, “Predadores”, há oito anos. O lançamento teve que lidar, na véspera da estreia, com a publicidade negativa trazida à tona pela atriz Olivia Munn, que denunciou ter contracenado com um pedófilo condenado numa cena, posteriormente cortada pelo estúdio. O amigo obscuro do diretor Shane Black apareceu até em “Homem de Ferro 3” sem que ninguém percebesse de quem se tratava. Isto também pode ter influenciado o tom negativo nas críticas da imprensa norte-americanas. Conforme a história de pânico nos bastidores foi crescendo, pior foi se tornando a avaliação registrada no site Rotten Tomatoes. De 41% de aprovação na quinta, o filme fechou o domingo com apenas 34%. E não passou de mediano na opinião do público, com uma nota C+ na pesquisa do CinemaScore, compilada com os espectadores da estreia. Mas Chris Aronson, diretor de distribuição doméstica da Fox, disse à revista Variety que o escândalo não teria influenciado os números de bilheteria do fim de semana. “Eu não acho que isso dissuadiu quem estava pensando em ir. Acho que teve um impacto mínimo, se é que teve algum”, afirmou. E talvez ele tenha razão. Mais distante das notícias de Hollywood, o mercado internacional poderia representar uma salvação para a contabilidade do estúdio, mas qualquer esperança se desfez diante dos US$ 30,7m arrecadados em 72 mercados diferentes. O fraco desempenho evidencia que o fiasco foi global. Ao todo, o filme atingiu US$ 54,7m de bilheteria mundial, e como seu break even é de cerca de US$ 300m, já projeta prejuízo. O horroroso “A Freira” caiu para o 2º lugar com US$ 18m em seu segundo fim de semana em cartaz, mas fez mais que “O Predador” no exterior, US$ 33,1m em 62 países. O total mundial do longa, que foi filmado por US$ 22m, já está em US$ 228,6m, marcando um novo sucesso do universo barato de “Invocação do Mal”. O detalhe é que se “O Predador” teve desempenho abaixo das expectativas, as demais estreias da semana beiraram o abismo. A comédia de suspense “Um Pequeno Favor”, estrelada por Anna Kendrick e Blake Lively, estreou com apenas US$ 16m, a 3ª maior arrecadação, num lançamento em 3,1 mil salas. E “White Boy Rick”, com Matthew McConaughey, fez pouco mais da metade disso, US$ 8,8m, em 4º lugar. Os críticos também valorizaram mais o suspense de humor feminino, com 86% de aprovação, contra o drama criminal masculino, cotado em 64%. Mas “Um Pequeno Favor” assinalou uma marca negativa na carreira do diretor Paul Feig, como a segunda pior bilheteria de estreia ampla de sua carreira, superada apenas pelos US$ 5m de “Menores Desacompanhados” em 2005, antes dele virar um cineasta de comédias bem-sucedidas estreladas por Melissa McCarthy. “Um Pequeno Favor” também é seu primeiro filme sem a atriz desde “Missão Madrinha de Casamento” em 2011. O filme chega ao Brasil em 27 de setembro, enquanto “White Boy Rick” tem lançamento nacional marcado apenas para janeiro de 2019. Por fim, “Unbroken: Path to Redemption”, produção do estúdio de filmes evangélicos Pureflix, abriu em 9º com US$ 2,3m. O filme é uma continuação não oficial e de baixo orçamento do épico “Invencível” (2014), dirigido por Angelina Jolie, que conta o que aconteceu com Louis Zamperini após sair do campo de concentração japonês. Sem guerra, olimpíada e história edificante de superação, o filme narra apenas sua conversão cristã e recebeu a pior nota da semana, 25% de “aprovação” no Rotten Tomatoes. Sem previsão para o Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Predador Fim de semana: US$ 24m Total EUA e Canadá: 24m Total Mundo: US$ 54,7m 2. A Freira Fim de semana: US$ 18,2m Total EUA e Canadá: US$ 85m Total Mundo: US$ 228,6m 3. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 16m Total EUA e Canadá: US$ 16m Total Mundo: US$ 19,5m 4. White Boy Rick Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 8,8m 5. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 8,7m Total EUA e Canadá: US$ 149,5m Total Mundo: US$ 187,4m 6. A Justiceira Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 24,2m Total Mundo: US$ 25,6m 7. Megatubarão Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 137m Total Mundo: US$ 505,2m 8. Buscando… Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 19,6m Total Mundo: US$ 45,8m 9. Unbroken: Path to Redemption Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 216,1m Total Mundo: US$ 760,9m

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    Atriz mais popular da China, Fan Bingbing completa dois meses sumida e pode estar presa

    15 de setembro de 2018 /

    Fan Bingbing, uma das atrizes chinesas mais conhecidas do mundo, estrela de “Homem de Ferro 3” e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, completou dois meses sumida. De acordo com a emissora britânica BBC, ela não é vista em público desde o dia 1º de julho, depois de visitar um hospital infantil, e não se manisfesta nas redes sociais, onde tem um dos maiores números de seguidores da China. Usuária assídua da rede de microblog chinesa Sina Weibo, com mais de 62 milhões de seguidores, Fan Bingbing não usa a plataforma desde o dia 23 de julho. Na ocasião, não postou nada, mas rompeu um hiato já notável para curtir algumas publicações. Três dias depois, o jornal chinês The Economic Observer noticiou que diversas pessoas da equipe de Fan estavam sendo questionadas pela polícia e que o irmão da atriz havia sido impedido de deixar o país. A matéria foi retirada do ar e a família da atriz não comentou o caso. Por conta disso, diversos rumores sobre seu destino vem alimentando fã-clubes e redes sociais. Mas agora vários indícios sugerem que ela está presa. O desaparecimento aconteceu após a atriz ser acusada, em maio, de evasão fiscal pelo apresentador de TV Cui Yongyuan. Ela teria assinado contratos de filmes conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. O contrato que ela foi acusada de embolsar seria de US$ 1,6 milhão. Pouco após seu sumiço, no fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Em junho, o governo começou a investigar “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”. “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”, afirmou a agência oficial do país. Na semana passada, a publicação estatal Securities Daily informou que a atriz tinha sido colocada “sob controle e aceitará a decisão legal” das autoridades. O artigo também afirmava que a alegada evasão fiscal de Bingbing era “apenas a ponta do iceberg”, acrescentando: “Ela também é suspeita de participar de empréstimos ilegais e outras formas de corrupção. No pior dos casos, ela enfrenta punição legal”. A história foi removida algumas horas após a publicação. E nesta semana, o nome de Fan Bingbing apareceu em último lugar numa lista oficial do governo sobre responsabilidade social dos 100 artistas mais famosos da TV e do cinema da China. Sua percentagem de responsabilidade social seria de 0%. O governo afirma que as produções chinesas devem reforçar o benefício à sociedade mais que as bilheterias. Fãs continuam pedindo nas redes sociais para Fan Bingbing comentar se está bem, mas, até agora, nem a atriz nem os estúdios responsáveis pelos seus filmes se manifestaram.

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  • Filme

    A Freira bate recorde de estreia da franquia Invocação do Mal nas bilheterias

    9 de setembro de 2018 /

    O horroroso “A Freira” aterrorizou os cinemas da América do Norte em seu fim de semana de estreia, arrecadando US$ 53,5m (milhões) nas bilheterias. Os números representam a segunda maior estreia já registrada em setembro no mercado doméstico e a melhor abertura de um filme da franquia “Conjuring” (“Invocação do Mal”). Mas o sucesso foi ainda maior no exterior, onde o longa somou US$ 77,5m, para um lançamento mundial de US$ 131m, recorde absoluto de estreia para o universo mal-assombrado de James Wan. O longa também arrebentou bilheterias no Brasil, onde estimativas internacionais apontam uma arrecadação de US$ 6,8 milhões entre quinta a domingo. Caso estes números sejam confirmados, será a maior bilheteria de estreia de um filme de terror no país. A Warner está comemorando o sucesso. Mas o filme foi arrasado pela crítica, que lhe deu a pior avaliação da franquia, 28% de aprovação, abaixo dos 29% do péssimo “Annabelle” (2014). E o público concorda. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. “Podres de Ricos” continuou acumulando fortuna, mesmo caindo para o 2º lugar em sua quarta semana em cartaz. A comédia estrelada por atores de descendência asiática já soma US$ 136,2m no período apenas nos Estados Unidos e Canadá. A outra estreia ampla da semana ocupou o 3º lugar. “A Justiceira”, em que Jennifer Garner sente “desejo de matar”, fez US$ 13,2m e sofreu com críticas ainda mais negativas – apenas 14% de aprovação. Mas o público preferiu “A Justiceira” sobre “A Freira”, dando nota B+ na pesquisa do CinemaScore. A estreia no Brasil está marcada para 18 de outubro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Freira Fim de semana: US$ 53,5m Total EUA e Canadá: 53,5m Total Mundo: US$ 131m 2. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 136,2m Total Mundo: US$ 164,7m 3. A Justiceira Fim de semana: US$ 13,2m Total EUA e Canadá: US$ 13,2m Total Mundo: US$ 14,6m 4. Megatubarão Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 131,5m Total Mundo: US$ 491,9m 5. Buscando… Fim de semana: US$ 4,5m Total EUA e Canadá: US$ 14,3m Total Mundo: US$ 32m 6. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 212,1m Total Mundo: US$ 726,6m 7. Christopher Robin Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 91,7m Total Mundo: US$ 142,9m 8. Operation Finale Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 14,1m Total Mundo: US$ 14,1m 9. Alfa Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 32,4m Total Mundo: US$ 59,9m 10. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 1,5m Total EUA e Canadá: US$ 43,4m Total Mundo: US$ 65,5m

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