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    Criador de La Casa de Papel fecha contrato para produção de novas séries na Netflix

    12 de julho de 2018 /

    A Netflix anunciou um contrato de exclusividade com Álex Pina, o criador, roteirista e produtor da série espanhola “La Casa de Papel”. Com o contrato, ele produzirá novas séries e projetos para a plataforma. “É um grande prazer anunciar o acordo com Álex Pina e poder trabalhar com um criador e uma equipe de produção tão talentosos. Temos certeza de que Álex continuará quebrando barreiras e conquistando o mundo todo com sua visão e histórias tão singulares”, afirmou em comunicado Erik Barmack, vice-presidente de conteúdo original internacional da Netflix. Além de “La Casa de Papel”, que virou febre mundial ao ser exibida na Netflix, Pina também criou a cultuada série apocalíptica “El Barco”, a policial “Vis a Vis” e a comédia “Bienvenidos al Lolita”, demonstrando extrema versatilidade. Um dos primeiros projetos dentro de seu novo acordo é a produção da terceira parte de “La Casa de Papel”, que tem lançamento previsto para 2019. Pina também está desenvolvendo “Sky Rojo”, uma trama de ação com protagonista feminina, que tem seu início de produção previsto para 2019.

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    Fox ganha aval do governo britânico para comprar a Sky

    12 de julho de 2018 /

    O governo da Grã-Bretanha deu nesta quinta-feira (12/7) o sinal verde que a 21st Century Fox, do magnata Rupert Murdoch, aguardava para intensificar a disputa com a Comcast pelo conglomerado televisivo Sky, depois da apresentação de garantias de respeito à pluralidade de informações. Apesar da autorização, anunciada em um comunicado pelo ministro da Cultura e Meios de Comunicação, Jeremy Wright, a Comcast superou o lance da Fox pela aquisição da rede de canais pagos, com uma oferta US$ 34 bilhões na noite de quarta. O governo britânico estava preocupado com as consequências sobre a pluralidade de uma aquisição por parte de Murdoch, que já possui dois jornais de grande tiragem no Reino Unido: The Sun e The Times – e há sete anos teve que fechar o News of the World após um escândalo de espionagem de celebridades. Para superar possíveis barreiras ao negócio, Murdoch aceitou vender o grupo Sky – inclusive a Sky News – para a Disney ou outra empresa que adquirir a 21st Century Fox. A família Murdoch também é proprietária dos canais pagos Fox News e Fox Sports, do The Wall Street Journal e da agência DowJones, que não integram o grupo 21st Century Fox, atualmente disputado pela Disney e a própria Comcast. Além disso, a Fox já detém 39% das ações da Sky.

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    Comcast aumenta seu lance e cobre oferta da Fox pela Sky

    11 de julho de 2018 /

    Durou poucas horas a vantagem da 21st Century Fox sobre a Comcast na disputa pela Sky, gigante da TV paga europeia. Logo após a Fox subir sua oferta para US$ 32,5 bilhões, a Comcast deu novo lance, oferecendo US$ 34 bilhões. A batalha pela Sky está ocorrendo simultaneamente à disputa entre a Comcast e a Disney para adquirir a Fox, incluindo a participação que a empresa já tem na Sky, de 39%. A Disney está vencendo a guerra de lances pelos estúdios, plataformas e canais pagos da Fox com uma oferta de US$ 71 bilhões. Segundo analistas de mercado ouvidos por publicações americanas, a nova oferta pela Sky pode significar que a Comcast finalmente priorizou uma batalha, assumindo que será derrotada na outra. Já a Disney chegou a realizar projeções sobre a aquisição da Fox com e sem a Sky no portfolio de novas propriedades. Presente em 23 milhões de lares em toda a Europa, a Sky se tornou um ativo valioso devido aos programas que cria e à relação direta que mantém com os clientes, com um alcance que nenhuma outra rede possui no continente europeu. Este alcance pode ser minimizado pela Disney com o lançamento de seu serviço de streaming também na Europa. Mas a guerra de lances ainda não pode ser considerada encerrada.

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    Fox aumenta oferta para ficar com os canais pagos da rede britânica Sky

    11 de julho de 2018 /

    A briga pelo controle da Sky esquenta. A Fox fez uma nova proposta pela rede britânica de canais pagos, passando o valor oferecido anteriormente pela Comcast. O novo lance é de US$ 32,5 bilhões, um pouco mais que os US$ 31 bilhões oferecidos pela Comcast em abril. A dona da Universal e da rede NBC se meteu na tentativa da Fox de comprar os 61% da Sky que seu grupo ainda não possui em fevereiro, quando a Fox ainda enfrentava resistências do governo britânico, que teriam sido superadas recentemente graças às negociações de venda para a Disney. Agora, as agências regulatórias do Reino Unido precisam estudar a proposta e o impacto dela, para concretizar ou não o negócio. Nesta quarta, a Fox afirmou em comunicado: “Estamos profundamente comprometidos para fazer com que essas duas organizações se juntem para criar um negócio mundial posicionado para entregar o melhor do entretenimento no futuro. Em maior escala e com nossas capacidades de combinação, a Sky enriquecerá seu potencial de continuar com sua missão nos próximos anos, especialmente num momento de mudanças dinâmicas nesta indústria.” Ao receber a proposta, a Sky afirmou: “A oferta da Fox representa um aumento substancial no valor relativo à oferta da Comcast e à proposta original da Fox”. Especialistas indicam que o valor final desta negociação ainda pode subir, e a venda da Sky pode ficar entre US$ 35 bilhões e US$ 37 bilhões. Com a compra da Fox, a Disney assumiria a Sky e provavelmente a dívida. Presente em 23 milhões de lares em toda a Europa, a Sky se tornou um ativo valioso devido aos programas que cria e à relação direta que mantém com os clientes, com um alcance que nenhuma outra rede possui no continente europeu. Por curiosidade, a Comcast também tenta comprar a Fox, numa disputa que igualmente está perdendo.

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    Netflix testa assinatura mais cara e diminui capacidade de planos existentes

    10 de julho de 2018 /

    A Netflix incluiu o mercado brasileiro em seu teste de um novo plano mais caro do que os existem atualmente. Ele é chamado Ultra e se posiciona acima do Premium, que era o mais caro disponível. A empresa oferece duas opções diferentes de preços para o novo plano: R$ 45,90 e R$ 53,90. A diferença visa descobrir o quanto os usuários estariam dispostos a pagar por melhorias no streaming. No Ultra, os clientes teriam acesso a filmes e séries em resolução 4K com suporte para HDR, uma tecnologia presente nas TVs mais recentes que melhora brilho e contraste das imagens. E para tornar o plano ainda mais atrativo, a Netflix está “piorando” o que já oferece. A assinatura Premium, que já oferece resolução 4k e hoje sai por R$ 37,90 ao mês, passaria a permitir a reprodução simultânea de apenas duas telas, em vez das quatro que são oferecidas atualmente. Assim, quem quiser acessar Netflix por quatro dispositivos, precisará assinar o Ultra. Para aumentar ainda mais diferença, o pacote básico, cujo valor é de R$ 27,90, também sofrerá deterioração, passando a incluir apenas uma transmissão por vez, e não mais duas. Como trata-se de um teste, é possível que a nova política de preços não seja efetivamente aplicada ao mercado. A empresa constantemente realiza testes desse tipo que podem ou não se tornarem realidade, dependendo dos resultados. Em comunicado, a empresa afirmou: “Nós testamos continuamente novas coisas na Netflix e esses testes normalmente variam em duração. Nesse caso, estamos testando preços e recursos ligeiramente diferentes para entender melhor como os consumidores valorizam a Netflix. Nem todo mundo vai ver esse teste e talvez não possamos oferecer os preços ou recursos específicos contemplados”.

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    Acionista minoritário da Fox entra com processo para impedir venda para a Disney

    10 de julho de 2018 /

    Um acionista da 21st Century Fox decidiu travar a venda da empresa para a Disney. Robert Weiss entrou com uma ação na Justiça americana para impedir a negociação, em nome de outros acionistas minoritários da companhia. Segundo o processo, dados financeiros da Fox foram omitidos ou exagerados no relatório enviado para o governo americano a fim de que a compra pela Disney fosse aprovada, o que aconteceu no último dia 27 de junho. Os dados estariam incompletos no que se referem a investimentos ou lucros previstos no serviço de streaming Hulu e no canal pago britânico Sky, por exemplo. O Departamento de Justiça dos EUA deu o aval para a transação e só fez uma exigência: de que a Disney abrisse mão das emissoras regionais esportivas da Fox, o que foi prontamente acatado pela empresa. O processo de Weiss pode atrasar e até bloquear a finalização da compra. Tudo depende da decisão do juiz, que não deve sair tão cedo. Isso também dá mais fôlego para a rival da Disney na aquisição, a Comcast, que já é dona da Universal. O lance final da Disney foi de US$ 71,3 bilhões e precisou ser aumentado após a Comcast oferecer US$ 65 bilhões. Analistas do mercado financeiro acreditam que a Comcast planejava um novo lance, mas foi atropelada pela decisão da Justiça americana. A aprovação da compra da Fox pela Comcast não seria fácil de ser aprovada, pois a empresa já teve grandes dificuldades e sofreu diversas restrições ao comprar a Universal. Isto porque, enquanto o negócio da Fox com a Disney é horizontal, entre empresas iguais, a negociação com a Comcast é vertical, entre uma empresa distribuidora (internet, acesso à cabo) e outra criadora de conteúdo e dona de canais, o que criaria um monopólio de serviços.

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    Netflix pretende gastar US$ 13 bilhões em conteúdo, mais que qualquer estúdio ou TV dos EUA em 2018

    9 de julho de 2018 /

    A Netflix deve gastar até US$ 13 bilhões em programação original ao longo de 2018. Os números impressionantes, que ultrapassam muito os gastos dos maiores estúdios e as principais redes de TV dos Estados Unidos, foram revelados por uma reportagem da revista inglesa The Economist. Os valores são quase o dobro do originalmente anunciado – entre US$ 7 e $8 bilhões – em outubro passado. Na ocasião, já eram números atordoantes, que deixavam na sombra os US$ 4 bilhões previstos pela Amazon para investimento em conteúdo original e o US$ 1 bilhão que a Apple usaria para dar início à produção de séries para seu serviço de streaming. Segundo a publicação, a Netflix pretende gastar este montante em 82 filmes e até 700 programas televisivos – entre séries originais e licenciadas – e especiais de humor e jornalísticos. Este material inclui atrações produzidas em 21 países diferentes. Só os 82 filmes que a Netflix pretende lançar em 2018 equivalem a mais estreias que os grandes estúdios programaram para este ano – todos juntos. Como comparação, o estúdio com mais estreias previstas, a Warner, levará 22 filmes aos cinemas norte-americanos até o fim do ano. A Disney, por sua vez, terá só 10 lançamentos – incluindo títulos da Marvel, Pixar e Lucasfilm. O objetivo da empresa é se preparar para enfrentar a saída anunciada da Disney em 2019 e potencialmente de outros estúdios de seu catálogo, como já fez a Fox, produzindo material suficiente para manter o público disposto a manter suas assinaturas. E de preferência, claro, obter novos assinantes interessados em sua oferta avassaladora de conteúdo original e exclusivo.

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    Os Incríveis 2 bate recorde de bilheteria de animação na América do Norte

    8 de julho de 2018 /

    Além de comemorar o sucesso de mais um filme da Marvel, a Disney também celebrou o feito histórico de uma produção da Pixar neste fim de semana. “Os Incríveis 2” bateu recorde de arrecadação, ao se tornou a primeira animação a render mais de US$ 500m (milhões) nas bilheterias de cinema da América do Norte, em todos os tempos. O longa somou mais US$ 29m no fim de semana para atingir US$ 504,3m no mercado doméstico, deixando muito para trás o antigo recordista “Procurando Dory”, também da Pixar, que fez US$ 486,2m há dois anos. A elogiada sequência já soma mais de US$ 772,7 milhões em todo mundo, enquanto a produção original fez US$ 633 milhões em 2004. Como o longa ainda não foi lançado em 20 países, incluindo Reino Unido, Alemanha, Japão e Coreia do Sul, seu desempenho ainda vai crescer muito no mercado internacional.

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  • Filme

    Homem-Formiga e a Vespa estreia em 1º lugar na América do Norte

    8 de julho de 2018 /

    A Marvel emplacou seu terceiro filme consecutivo em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas em 2018. Embora “Homem-Formiga e a Vespa” tenha arrecado muito menos que “Pantera Negra” e “Vingadores: Guerra Infinita” em sua estreia, o desempenho representou mais um sucesso do estúdio, pois rendeu um significativo avanço em relação ao primeiro “Homem-Formiga”, que é o principal parâmetro para a produção. O filme dos super-heróis diminutos arrecadou US$ 76m (milhões) nos Estados Unidos e no Canadá, quase US$ 20m a mais que o “Homem-Formiga” (US$ 57,2m) em seu lançamento de 2015. E isto com recordes de temperaturas no sul dos Estados Unidos, que ajudaram a prolongar viagens do feriadão do Dia da Independência. “Homem-Formiga e a Vespa” também fez mais sucesso no exterior que o longa original, com US$ 85m no mercado internacional, 45% acima da bilheteria de estreia de 2015. O total mundial é de US$ 161m. “‘Homem-Formiga e a Vespa’ não podem ser comparados as Vingadores ou a um fenômeno cultural como o Pantera Negra, e estamos entusiasmados com o desempenho do filme”, disse Cathleen Taff, chefe de distribuição da Disney, em comunicado. De acordo com a Disney, 45% do público da estreia pertence ao sexo feminino, uma fatia maior do que a habitual para o gênero super-heróis. E isso ganhou destaque na avaliação de Taff. “De uma perspectiva de diversidade, Kevin [Feige] e sua equipe na Marvel continuaram a representar todos os tipos de personagens e todos os diferentes tipos de histórias. A diversidade em seu cinema ressoa com o público”, ela comentou. O império da Disney agora reivindica cinco das sete maiores aberturas do ano até hoje, enquanto os super-heróis em geral mantém sua dominação nas bilheterias de 2018. Por sinal, outro “filme de super-heróis” do estúdio também ocupa o 2º lugar. A animação “Os Incríveis 2” somou mais US$ 29m para atingir US$ 504,3m na América do Norte, novo recorde de arrecadação para um desenho animado no mercado doméstico em todos os tempos. Leia mais sobre este recorde histórico aqui. Em 3º lugar, “Jurassic World: Reino Ameaçado” chegou bem perto, com cerca de US$ 28,5m. Em seu terceiro fim de semana nos Estados Unidos e Canadá, os rendimentos do longa da Universal alcançaram o número primo de 333,3m. Entretanto, os dinossauros já passaram de US$ 1b (bilhão) em todo o mundo. Segunda maior estreia da semana, “A Primeira Noite de Crime”, quarto filme e prólogo da franquia “Purge” (Uma Noite de Crime), abriu em 4º com US$ 18m no fim de semana, mas já soma US$ 31 milhões, uma vez que foi lançado na quarta-feira, o que lhe deu tempo de fazer caixa antes de disputar o público com “Homem-Formiga e a Vespa”. A crítica achou medíocre, com 52% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além disso, “A Primeira Noite de Crime” é o único título da lista inédito no Brasil – e não tem previsão para desembarcar nos cinemas nacionais. O Top 5 se encerra com “Sicario: Dia do Soldado”, que caiu do 3º para o 5º lugar em sua segunda semana em cartaz, num desempenho que deve jogar areia nos planos de uma nova continuação. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 76m Total EUA e Canadá: US$ 76m Total Mundo: US$ 161m 2. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 29m Total EUA e Canadá: US$ 504,3m Total Mundo: US$ 772,7m 3. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 28,5m Total EUA e Canadá: 333,3m Total Mundo: 1b 4. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 17,1m Total EUA e Canadá: US$ 31m Total Mundo: US$ 41,9m 5. Sicário: Dia do Soldado Fim de semana: US$ 7,3m Total EUA e Canadá: US$ 35,3m Total Mundo: US$ 43,5m 6. Tio Drew Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 29,9m Total Mundo: US$ 30,5m 7. Oito Mulheres e um Segredo Fim de semana: US$ 5,2m Total EUA e Canadá: US$ 126,7m Total Mundo: US$ 236,8m 8. Te Peguei! Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 48,3m Total Mundo: US$ 60,8m 9. Won’t You Be My Neighbor? Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 12,3m Total Mundo: US$ 12,3m 10. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 1,6m Total EUA e Canadá: US$ 314,5m Total Mundo: US$ 727,2m

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    Público americano já assiste mais Netflix que TV convencional

    3 de julho de 2018 /

    Pesquisa da empresa de consultoria Cowen & Co., publicada pela revista Variety nesta terça (3/7), revelou que o público americano já vê mais Netflix do que TV. A pesquisa perguntou a 2,5 mil pessoas “qual plataforma você usa mais frequentemente para ver conteúdo de vídeo na TV”. E 27% do público respondeu que usa a Netflix. Na segunda posição, a TV a cabo teve preferência de 20% do público, enquanto apenas 18% disseram preferir a TV aberta. Para completar, a pesquisa ainda assinalou que 11% assistem à maioria do seu conteúdo original no Youtube. A prevalência da Netflix é ainda maior quando a pesquisa considera apenas os entrevistados entre 18 e 34 anos, considerados o público alvo dos anunciantes da TV americana. Entre os jovens adultos, 40% preferem a Netflix, 17% usam mais o Youtube, 12,6% assistem à TV paga básica, 7,6% assinam o serviço Hulu e apenas 7,5% ainda assistem à TV aberta. Por fim, o levantamento também aponta que a Amazon tem um problema sério de conteúdo, já que apenas 3,4% dizem preferir o serviço, quase o mesmo número de pessoas que assinam pacotes premium da TV paga (tipo HBO). A empresa Cowen & Co. conclui que a dominação da Netflix só tende a crescer nos próximos anos, com o investimento cada vez maior do serviço de streaming. Mas a chegada de novos concorrentes de peso, como os serviços da Disney e da Apple, apontam ainda outra tendência: a irreversível obsolescência da TV convencional. Vale observar também que a pesquisa só levou em conta vídeos exibidos no aparelho televisor. Mas a maioria do público da Netflix, segundo estudos da própria plataforma, prefere assistir ao conteúdo da plataforma em aparelhos móveis. Ou seja, a percentagem do domínio da Netflix é muito maior, quando consideradas todas as formas de consumo de conteúdo de vídeo.

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    Jurassic World lidera bilheterias e já devora quase US$ 1 bilhão em todo o mundo

    1 de julho de 2018 /

    Uma semana após sua estreia na América do Norte, “Jurassic World: Reino Ameaçado” já soma quase US$ 1 bilhão em todo o mundo. O fenômeno é explicado pela estratégia do estúdio Universal, que distribuiu o longa primeiro no mercado internacional. Assim, na verdade, o filme está prestes a completar um mês em cartaz em diversos países, embora ainda seja novidade para o público americano, que continua lotando os cinemas para assisti-lo – apesar das críticas negativas. Em seu segundo fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, o longa arrecadou mais US$ 60m (milhões). Com isso, atingiu US$ 264,8m no mercado doméstico e US$ 932,3m mundialmente. A marca do bilhão deve ser ultrapassada no próximo fim de semana, tornando “Jurassic World: Reino Ameaçado” o terceiro a atingir o valor em 2018, após “Pantera Negra” (que fechou sua bilheteria em USS 1,3b) e “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 2b). A animação “Os Incríveis 2” também permaneceu forte em sua terceira semana em cartaz, mantendo o 2º lugar com mais US$ 45,5m. A produção passa dos US$ 439,7m apenas no mercado norte-americano e está com US$ 646,8m em todo o mundo. As principais novidades da semana nos cinemas dos Estados Unidos, o thriller “Sicario: Soldado” e a comédia “Tio Drew”, ficaram na 3ª e 4ª posição, respectivamente com US$ 19 e 15 milhões. No caso da continuação de “Sicario”, o valor foi maior que o da abertura do primeiro filme (US$ 12m em sua abertura ampla em 2015). Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 60m Total EUA e Canadá: US$ 264,7m Total Mundo: US$ 932,3m 2. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 45,5m Total EUA e Canadá: US$ 439,7m Total Mundo: US$ 646,8m 3. Sicário: Dia do Soldado Fim de semana: US$ 19m Total EUA e Canadá: 19m Total Mundo: 27,4m 4. Tio Drew Fim de semana: US$ 15,5m Total EUA e Canadá: US$ 15,5m Total Mundo: US$ 15,5m 5. Oito Mulheres e um Segredo Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 114m Total Mundo: US$ 209,7m 6. Te Peguei! Fim de semana: US$ 5,6m Total EUA e Canadá: US$ 40,81m Total Mundo: US$ 48,2m 7. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 310,3m Total Mundo: US$ 719m 8. Sanju Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 2,5m Total Mundo: US$ 24,7m 9. Han Solo: Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 207,2m Total Mundo: US$ 368,8m 10. Won’t You Be My Neighbor? Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 7,4m Total Mundo: US$ 7,4m

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    Governo chinês decide limitar salário de atores para impedir “culto ao dinheiro”

    30 de junho de 2018 /

    O governo chinês decidiu limitar os salários dos atores e atrizes do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo pretende com essa medida promover o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Segundo a medida, as estrelas de cinema e televisão terão seus salários limitados a 40% de todo o custo da produção e os atores principais não poderão receber mais que 70% do restante do elenco. O governo diz que é preciso acabar com os altos salários na indústria e com os contratos “yin e yang”, em que atores supostamente assinam dois contratos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. Os casos de contratos “yin e yang” e de evasão fiscal vieram à tona na mídia chinesa no mês passado. Em maio, o apresentador Cui Yongyuan revelou nas redes sociais que um contrato da famosa atriz Fan Bingbing supostamente seria de US$ 1,6 milhão e que celebridades utilizavam os contratos “yin e yang” como meio de cometer o crime fiscal. Os estúdios em que Fan trabalha negaram que a atriz realize evasão fiscal e ameaçaram processar o apresentador por ter revelado seu contrato. Em junho, o governo começou a investigar “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegadas em discussões on-line”. “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”, reporta a agência oficial. O governo afirma que as produções cinematográficas chinesas devem reforçar o benefício à sociedade mais que as bilheterias. Embora não seja tão grande quanto Hollywood, nos Estados Unidos, e Bollywood, na Índia, a indústria de filmes chinesa caminha para se tornar uma das maiores do mundo, com filmes que chegam a arrecadar centenas de milhões de dólares.

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    Departamento de Justiça dos EUA aprova a compra da Fox pela Disney

    27 de junho de 2018 /

    A compra da Fox pela Disney avançou nesta quarta-feira (27/6), com o aval positivo do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A única ressalva do Departamento foi a determinação para a Disney vender as emissoras esportivas regionais da Fox, por entender que elas, em conjunto com a ESPN (que já é da Disney), poderiam constituir um monopólio no segmento. A compra estava sob análise da Justiça americana desde dezembro, quando a Disney anunciou a aquisição dos ativos da Fox pelo valor de US$ 52,4 bilhões. Enquanto a aprovação não saía, a Comcast, dona dos estúdios Universal, fez uma oferta maior, de US$ 65 bilhões, para ficar com a Fox. Mas diante da corrência a Disney subiu sua proposta na semana passada, levando-a ao valor de US$ 71,3 bilhões. O novo acordo foi aceito no mesmo dia pela Fox, segundo o jornal Wall Street Journal. Com a efetivação da compra, o império do Mickey crescerá ainda mais, com a incorporação do estúdio de cinema 20th Century Fox, as produtoras indies Fox Searchlight Pictures e Fox 2000, a produtora de TV da Fox e os canais pagos do grupo FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu, a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar reality shows como “Big Brother” e “MasterChef”) e a participação na rede de TV paga europeia Sky. Com o negócio, a Disney passar a reunir a maioria dos heróis da Marvel, juntando os X-Men, Deadpool e Quarteto Fantástico com os Vingadores. A Fox também detinha os direitos de um único filme da saga “Star Wars”: o “Guerra nas Estrelas” original, que agora passa a ser integrado com os demais na LucasFilm (comprada pela Disney em 2012). A empresa também se torna proprietária de outras grandes franquias do cinema, como “Avatar” e “Planeta dos Macacos”, e de produções menores, mas prestigiadas, como “Estrelas da Além do Tempo”, “Garota Exemplar” e “A Forma da Água”, vencedor do Oscar 2018. Já na TV, a Disney adquire séries de sucesso como “This Is Us”, “Modern Family” e “The Simpsons”, além de atrações de super-heróis como “Legion” e “Gifted”, sem esquecer a possibilidade de explorar o catálogo da Fox em novas séries. O objetivo da Disney é se reforçar para lançar seu serviço de streaming próprio e rivalizar com a Netflix e a Amazon a partir de 2019.

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