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    Resident Evil 6 quebra recorde de bilheteria com estreia de US$ 94 milhões na China

    26 de fevereiro de 2017 /

    A estreia chinesa de “Resident Evil 6: O Capítulo Final” superou expectativas. O lançamento do filme em seu último mercado internacional aconteceu na sexta (24/2) e em três dias rendeu impressionantes US$ 94,3 milhões. Trata-se da maior abertura de três dias de um filme americano na China em todos os tempos, e a segunda maior já registrada no país, atrás apenas da produção nacional “Lost In Hong Kong” (2015). Vale observar que “Warcraft” (2016) e “Velozes & Furiosos 7” (2016) fizeram mais em suas estreias chinesas, mas tiveram lançamentos numa quinta, somando seus valores em quatro dias. O recorde de “Resident Evil” é para o novo padrão chinês de estreias nas sextas, como nos EUA. O detalhe é que nos EUA, onde estreou em 27 de janeiro, o filme só faturou US$ 26,5 milhões. E isto somando as bilheterias de um mês inteiro. Graças ao sucesso chinês, a soma total da arrecadação do longa está em US$ 238,5 milhões, impedindo um fiasco apocalíptico. “Resident Evil 6” é o segundo filme americano que o mercado chinês ajudou a tirar do vermelho em 2017. “xXx: Reativado” também teve uma ótima recepção nos cinemas do país, após patinar nos demais mercados. Dos US$ 329 milhões que o thriller estrelado por Vin Diesel soma mundialmente, quase metade, US$ 152 milhões, vêm da China.

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    xXx: Reativado bate recorde de bilheteria em sua estreia na China

    12 de fevereiro de 2017 /

    “xXx: Reativado” foi literalmente reativado neste fim de semana, com sua estreia na China. O filme de ação estrelado por Vin Diesel abriu com US$ 61,9 milhões no país asiático. Ou seja, em três dias na China, o filme rendeu mais que nas quatro semanas em que está em cartaz nos EUA, onde soma um total de US$ 42 milhões. A arrecadação é uma abertura recorde para um filme americano na China. Para se ter noção, é praticamente o dobro do que fez “Rogue One: Uma História Star Wars”, que abriu com US$ 31 milhões em seu lançamento chinês. Vin Diesel tem status de superstar na China, graças à “Velozes & Furiosos 7”, que detém a maior bilheteria de Hollywood no país, com US$ 370 milhões. O sucesso chinês é uma grande vitória para a Paramount, que adquiriu direitos à franquia “xXx” em fevereiro do ano passado. A Sony lançou os dois primeiros filmes da franquia, mas nenhum deles conseguiu um grande lançamento na China. Na fase final de sua campanha de divulgação, o estúdio trouxe o elenco em peso para um tapete vermelho estrelado, digno da importância do mercado chinês. Deu resultado. Com o impulso chinês, a bilheteria mundial de “xXx: Reativado” chegou a US$ 229,5 milhões. E a franquia reviveu.

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    China passa os EUA como o país com mais salas de cinema do mundo

    23 de dezembro de 2016 /

    A China superou os Estados Unidos como o país com mais salas de cinema do mundo. A informação vem de dados oficiais do país, publicados na terça (20/12) pela Administração Estatal de Imprensa, Publicações, Rádio, Cinema e Televisão da China, citada pela agência oficial Xinhua. Segunda economia mundial, a China tinha apenas o dobro de salas do Brasil em 2010: 6.256. Mas uma política arrojada de investimentos no setor fez o número saltar para 31.600 salas em cinco anos. Este total continuou crescendo e chegou ao fim de 2016 com 40.917 salas. Detalhe: 85% destes cinemas tem capacidade para projetar filmes em 3D. De acordo com a Associação Nacional de Proprietários de Cinema dos EUA, o país tem 40.759 salas, 159 a menos que a China alega possuir. Mais um detalhe: empresários chineses são donos de uma das maiores redes de cinema dos EUA, a AMC.

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    Jason Bourne: Versão 3D do filme está deixando o público doente na China

    30 de agosto de 2016 /

    O filme de ação “Jason Bourne” está fazendo o público chinês passar mal. E no pior sentido. É que a produção foi convertida para 3D no país, visando cobrar ingressos mais caros. Mas não foi filmada para este formato. Contendo muita câmera na mão e correria, as imagens tremidas estão fazendo os chineses sentirem enjoos e tontura durante as sessões. Há relatos escatológicos. O problema está gerando uma revolta contra as produções americanas que estão sendo lançadas exclusivamente em 3D na China. O público chinês reclama que está pagando mais caro para ver filmes com imagens de péssima qualidade, que não foram exibidas da mesma forma nos outros países. No Brasil, por exemplo, todas as cópias de “Jason Bourne” foram projetadas em 2D. “A versão em 3D é um truque. Isso tem acontecido com frequência na China e precisa acabar”, reclamou um internauta chinês nas redes sociais, segundo o site Deadline. Diante das reclamações, o braço chinês da Universal emitiu um comunicado afirmando que está trabalhando para aumentar o circuito 2D do filme nos próximos dias. Segundo as contas do Deadline, um filme em 3D pode ter um faturamento 33% maior do que um filme em 2D na China. Em apenas dois dias, “Jason Bourne” faturou US$ 18,7 milhões por lá, o melhor resultado entre os quatro títulos da franquia de ação. Mas a preferência pelo 3D tem outra motivação além da ganância. Vale lembrar que a pirataria é um fenômeno disseminado na China, e os filmes no formato não podem ser pirateados por câmeras de celulares.

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    China “confirma” continuação de Warcraft

    9 de julho de 2016 /

    O perfil oficial do Twitter do filme “Warcraft” na China afirmou que o filme ganhará sequência. “A exibição de Warcraft nos cinemas está chegando ao fim. Mas o capítulo de uma nova década está apenas começando. Este filme foi o ponto de partida, e não um final. Não iremos dizer adeus, pois iremos nos encontrar novamente”, diz o post, em chinês. Apesar de fracassar nas bilheterias norte-americanas, aonde fez apenas US$ 46 milhões, uma das piores bilheterias de superprodução do ano, o filme fez grande sucesso na China, onde rendeu US$ 220 milhões, recorde de maior bilheteria do país. Mas mesmo com o sucesso chinês, o longa dirigido por Duncan Jones (“Contra o Tempo”) não se pagou. Mundialmente, o filme soma US$ 422 milhões para um orçamento de produção de US$ 160 milhões e sabe-se lá quanto de marketing. O valor também é recorde entre as adaptações de games, superando o antigo campeão da categoria, “Príncipe Da Pérsia: As Areias Do Tempo”, que faturou US$ 336 milhões em 2010, quando foi considerado um fracasso e teve seus planos de continuação cancelados. Estimativas do mercado apontavam que “Warcraft” precisaria fazer US$ 600 milhões mundiais para começar a empatar suas despesas.

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    Fracasso de bilheteria não impede Warcraft de virar a adaptação de game mais bem-sucedida do mundo

    20 de junho de 2016 /

    O filme “Warcraft” vive uma situação paradoxal. Lamentado como um dos maiores fracassos do ano nos EUA, teve, ao mesmo tempo, a maior estreia internacional já registrada no mercado chinês e, neste fim de semana, bateu um recorde de faturamento mundial. Segundo apuração do site Box Office Mojo, o filme inspirado no game “World of Warcraft” arrecadou US$ 377 milhões em todo o mundo desde seu lançamento, dos quais US$ 200 milhões vêm da China. Trata-se de um recorde histórico. A soma das bilheterias de todos os países representa o maior valor já registrado para uma adaptação de videogame em todos os tempos. Mas este recorde é puramente figurativo. Na verdade, não há muito o que comemorar. “Warcraft” superou apenas “O Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo”, produção baseada no game da Ubisoft, que havia arrecadado um total de US$ 336 milhões nas bilheterias mundiais em 2010. Mesmo sendo o detentor anterior do recorde, foi considerado um dos maiores fracassos do ano. Tanto que não teve sequência. Apesar do entusiasmo dos estúdios, que seguem programando filmes baseados em games, até hoje nenhuma produção do gênero virou blockbuster, obtendo apenas resultados modestos. “Warcraft” é basicamente um fenômeno chinês. E isto é mais um consolo que uma mostra de sucesso, já que, nos EUA, de onde vem a maior parte da receita dos estúdios, seu desempenho foi pusilânime. Após uma abertura medíocre, com US$ 24,3 milhões, em 2º lugar – e apenas US$ 1 milhão à frente do 3º colocado – , o filme teve uma queda de 76% de arrecadação em sua segunda semana, somando somente mais US$ 6,5 milhões, com queda para o 5º lugar nas bilheterias. Ao custo de US$ 160 milhões, o filme precisaria render mais de US$ 600 milhões para se pagar. Ele segue em cartaz no Brasil, onde estreou em 2 de junho.

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    Fracasso nos EUA, Warcraft vira fenômeno na China

    12 de junho de 2016 /

    O fiasco da estreia de “Warcraft” na América do Norte foi suplantado por um desempenho fenomenal do filme na China. A adaptação do game “World of Warcraft” quebrou o recorde de maior bilheteria de estreia do pais. O longa dirigido por Duncan Jones (“Contra o Tempo”) rendeu US$ 145 milhões em quatro dias e superou a maior arrecadação de estreia já registrada no mercado chinês, que pertencia a “Velozes & Furiosos 7” (US$ 135 milhões). O segredo por trás desse sucesso reside na grande distribuição obtida pelo filme na China, consequência de o estúdio Legendary, responsável pela produção, ter sido comprado por um conglomerado chinês, de modo que seus lançamentos podem ser considerados filmes nacionais no país. Isto livrou “Warcraft” de uma série de barreiras que dificultam o sucesso das produções de Hollywood numa economia que ainda é bastante estatizada. O fenômeno foi notado pelo maior astro do cinema chinês, Jackie Chan, que comentou o desempenho de “Warcraft” durante o Festival de Xangai, no domingo (12/6). “‘Warcraft fez todo esse dinheiro e isso está assustando os americanos”, disse Chan. “Se pudermos fazer um filme que ganhe US$ 1 bilhão, então todos os grandes produtores de cinema terão que aprender chinês, em vez de a gente ter que aprender inglês “, acrescentou. “Warcraft” também teve uma boa estreia no Brasil no fim de semana passado, quando abriu em 1º lugar com R$ 9,5 milhões de bilheteria e 587 mil espectadores. Ao todo, a produção já tem US$ 287 milhões arrecadados ao longo de seus primeiros 11 dias de exibição em todo o mundo. O problema é que o filme fracassou de forma retumbante no maior mercado de cinema do planeta, os EUA, onde abriu neste fim de semana com US$ 24,3 milhões, em 2º lugar – e apenas US$ 1 milhão à frente do 3º colocado. O mau desempenho norte-americano (as bilheterias também incluem os cinemas do Canadá) geraram um paradoxo inédito. Pela primeira vez, a América do Norte representou somente 10% do faturamento total de um filme durante sua estreia mundial. Se a tendência pegar, a profecia de Jackie Chan pode mesmo se realizar, com Hollywood aprendendo a falar chinês mais rápido do que se imagina.

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    Keanu Reeves será piloto de corridas em filme do diretor de Os Instrumentos Mortais

    5 de fevereiro de 2016 /

    O ator Keanu Reeves, que fez sucesso acelerando um ônibus em “Velocidade Máxima” (1994), vai finalmente interpretar um piloto de corridas. Ele estrelará “Rally Car”, com direção de Harald Zwart (“Os Instrumentos Mortais”), informou o site Deadline. O filme é baseado num argumento do produtor Stephen Hamel, que trabalhou com Keanu em “De Volta ao Jogo” (2014), e vai acompanhar um campeão da NASCAR que não aceita ter se tornado veterano para a competição e acaba entrando em crise, ao enfrentar dificuldades também na vida pessoal. Sua “salvação” surge na forma de um disputado rally chinês, no qual ele se inscreve visando reencontrar a glória. A trama, por sinal, permitiu uma coprodução com a China, o que ajudará no lançamento internacional do longa. Dono de uma fábrica de motos personalizadas, Reeves realmente gosta de competições de velocidade e já participou de corridas especias sobre duas e quatro rodas.

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    Kung Fu Panda 3 estreia em 1º lugar nos EUA e na China

    31 de janeiro de 2016 /

    A animação “Kung Fu Panda 3” assumiu a liderança das bilheterias norte-americanas, faturando US$ 41 milhões em seu fim de semana de estreia. A quantia é inferior à arrecadação dos filmes anteriores (o primeiro abriu com US$ 60,2 milhões e o segundo US$ 47,6 milhões), mas bastante positiva em meio à onda de prejuízos que o estúdio DreamWorks Animation vêm acumulando – em três dias, fez quase metade do que “Os Pinguins de Madagascar” arrecadaram nos EUA em 2015. O desempenho é ainda melhor no mercado internacional. “Kung Fu Panda 3” rendeu mais na China, onde seu lançamento bateu o recorde de abertura de animação, com US$ 57 milhões. Foi a primeira vez que um filme estreou simultaneamente nos EUA e no mercado chinês, e o resultado positivo deve estimular novos lançamentos casados. A recepção na Coreia do Sul também foi ótima, rendendo US$ 11 milhões, seguida pela Rússia, com US$ 5,1 milhões. O Top 3 americano foi completado por dois veteranos do ranking, “O Regresso”, que no sábado (30/1) consagrou Leonardo DiCaprio com o SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores), e “Star Wars: O Despertar da Força”, que já está a somente US$ 5 milhões de completar os US$ 900 milhões de arrecadação nos EUA, e a US$ 20 milhões de atingir US$ 2 bilhões mundiais. Os outros dois lançamentos amplos da semana não se deram tão bem. O filme de desastre e heroísmo da Disney, “Horas Decisivas”, abriu em 4º lugar com US$ 10,3 milhões, mas desastre mesmo foi a performance de “Cinquenta Tons de Preto”. A paródia de “Cinquenta Tons de Cinza”, escrita e estrelada por Marlon Wayans, fracassou nas bilheterias, com US$ 6,1 milhões, ficando apenas em 9º lugar. Para completar, levou tomatadas podres, registrando pífios 13% de aprovação na média da crítica, calculada pelo site Rotten Tomatoes. O público brasileiro vai demorar para poder conferir essas estreias. “Horas Decisivas” estreia em 18 de fevereiro, e tanto “Kung Fu Panda 3” quanto “Cinquenta Tons de Preto” chegam aos cinemas nacionais somente em 3 de março. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Kung Fu Panda 3 Fim de semana: US$ 41 milhões Total EUA: US$ 41 milhões Total Mundo: US$ 116 milhões 2. O Regresso Fim de semana: US$ 12,4 milhões Total EUA: US$ 138,1 milhões Total Mundo: US$ 247,6 milhões 3. Star Wars: O Despertar da Força Fim de semana: US$ 10,7 milhões Total EUA: US$ 895,4 milhões Total Mundo: US$ 1,9 bilhão 4. Horas Decisivas Fim de semana: US$ 10,3 milhões Total EUA: US$ 10,3 milhões Total Mundo: US$ 11,9 milhões 5. Policial em Apuros 2 Fim de semana: US$ 8,3 milhões Total EUA: US$ 70,7 milhões Total Mundo: US$ 88,5 milhões 6. Boneco do Mal Fim de semana: US$ 7,8 milhões Total EUA: US$ 21,5 milhões Total Mundo: US$ 21,5 milhões 7. Tirando o Atraso Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 22,8 milhões Total Mundo: US$ 22,8 milhões 8. A 5ª Onda Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 20,1 milhões Total Mundo: US$ 47,5 milhões 9. Cinquenta Tons de Preto Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 6,1 milhões Total Mundo: US$ 6,1 milhões 10. 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 42,5 milhões Total Mundo: US$ 42,5 milhões

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    Deadpool é proibido na China

    18 de janeiro de 2016 /

    O filme “Deadpool” foi proibido na China. Segundo o site The Hollywood Reporter, a produção da 20th Century Fox foi reprovada pelo órgão de censura chinês por ter “excesso de violência, nudez e linguagem imprópria”. O estúdio ainda não se pronunciou sobre o assunto, mas pode efetuar novos cortes e submeter o longa para uma nova avaliação. A decisão pode atingir em cheio a expectativa de bilheterias para o filme, já que a China representa o segundo maior mercado cinematográfico. Nos Estados Unidos, o filme ganhou a classificação de “R-Rated”, ou seja, menores de 17 anos precisam entrar acompanhados dos pais ou de algum adulto responsável. No Brasil, “Deadpool” ganhou censura 18 anos. Embora os fãs do personagem estivessem torcendo por um filme mais violento que o esperado entre as produções de super-heróis, compromisso assumido pelo ator Ryan Reynolds ao ser escalado no papel principal, começa a surgir um movimento entre os leitores mais jovens de quadrinhos a favor de cortes para buscar uma classificação mais branda. Uma petição criada pela Youtubber Grace Randolph pede que o filme, inclusive, fique acessível para adolescentes de 13 anos. O roteiro foi escrito por Rhett Reese e Paul Wernick (ambos de “G.I. Joe: Retaliação” e “Zumbilândia”) e a direção está a cargo de Tim Miller, técnico de efeitos especiais que faz a sua estreia na direção, após convencer a 20th Century Fox com um vídeo teste. A estreia acontece em 11 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Homem mais rico da China compra o estúdio de Godzilla e Jurassic World

    12 de janeiro de 2016 /

    O bilionário Wang Jianlin, considerado o homem mais rico da Ásia, virou o primeiro chinês proprietário de um estúdio de Hollywood. Num negócio irrecusável, ele adquiriu a Legendary Pictures, produtora dos mais recentes filmes de monstros gigantes do cinema americano, “Círculo de Fogo” (2014), “Godzilla” (2014), além de ter coproduzido “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (2015). O valor pago foi US$ 3,5 bilhões, pouco menos que os US$ 4 bilhões que a Disney pagou pela Marvel e, posteriormente, a LucasFilm, que possuem franquias infinitamente mais valiosas. Até para o mercado chinês o negócio foi supervalorizado, representando a maior “aquisição cultural” internacional do todos os tempos por uma empresa do país. A Legendary, sediada na Califórnia, será incorporada pela Dalian Wanda Group Co., estúdio chinês controlado por Wang. Em comunicado, o empresário disse que o negócio abre caminho para a criação da maior empresa cinematográfica do mundo em receita. A compra do estúdio também aumenta a influência internacional da Legendary. A partir de agora, todas as produções do estúdio poderão ser consideradas chinesas, conseguindo assim receber lançamento amplo no segundo maior mercado cinematográfico do mundo, que é regulado com mão de ferro pelo governo. A China tem cotas para a distribuição de filmes estrangeiros, o que mantêm muitos blockbusters americanos fora do país. Além disso, os títulos internacionais aprovados não podem ficar muito tempo em cartaz. O grupo Wanda, por sua vez, garantirá distribuição gigantesca como proprietário da maior rede de cinemas do país, além de explorar os filmes em seus parques temáticos, que são os mais populares da Ásia. Ou seja, é realmente um negócio da China. Em termos criativos, porém, nada deve mudar. O fundador da Legendary, Thomas Tull, continuará como presidente do conselho e CEO do estúdio, cuidando da programação de futuros projetos. Entre eles, já estava aprovado “The Great Wall”, uma fantasia sobrenatural filmada na China, que será estrelada por Matt Damon (“Perdido em Marte”). Em 2012, a Wanda pagou US$ 2,6 bilhões pela rede americana de cinemas AMC, que possui mais de 5 mil salas nos EUA, iniciando seu avanço em Hollywood, e, há dois anos, comprou terrenos em Beverly Hills, prevendo construir um complexo cinematográfico de US$ 1,2 bilhão em plena Los Angeles. A fortuna de seu proprietário é estimada em US$ 31 bilhões pelo Bloomberg Billionaires Index, permitindo que ele tenha planos ainda mais ambiciosos. “Talvez em um futuro não muito distante tenhamos uma cerimônia ainda maior”, disse Wang, ao assinar o contrato de compra. “Talvez compremos alguma grande empresa ou grupo de entretenimento. Certamente algo assim pode vir a acontecer”.

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