Supergirl tenta impedir o fim do mundo no trailer e fotos do final da temporada
O canal pago CW divulgou 15 fotos e o trailer de “Battles Lost and Won”, episódio final da 3ª temporada de “Supergirl”. Em clima apocalíptico, com direito a abalos sísmicos e ajuda da Legião dos Super-Heróis, a heroína vivida por Melissa Benoist é vista em sua luta definitiva contra Régia e a Sacerdotisa Negra de Krypton. A prévia deixa claro que o confronto testará suas convicções, especialmente sua opção por não matar, diante da ameaça às vidas de todas as pessoas que ela ama. Este dilema remete a uma história clássica do Superman, escrita e desenhada por John Byrne em 1988, que se tornou a mais controversa dos quadrinhos do personagem. Nela, o herói decide matar inimigos kryptonianos após eles cometerem genocídio em escala global e destruírem completamente uma Terra paralela. Dois detalhes: a história foi a conclusão da chamada “Saga da Supergirl”, que reintroduziu a personagem nos quadrinhos como única sobrevivente daquele universo. E, sim, a série “Supergirl” se passa num universo paralelo em relação aos programas dos demais heróis da DC. Não é a primeira vez que os roteiristas de “Supergirl” aludem à tramas clássicas, mas eles geralmente tomam decisões diferentes das apresentadas nos quadrinhos. O capítulo foi escrito por Jesse Warn, que foi o responsável pelo episódio que introduziu a Legião dos Super-Heróis na série, além do explosivo “Lian Yu”, que encerrou a 5ª temporada de “Arrow” há um ano. A 3ª temporada se encerra na próxima segunda (18/6) nos Estados Unidos. “Supergirl” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Supergirl ganha novo pôster e trailer estendido da volta da série
A rede CW divulgou o trailer estendido e o pôster da volta de “Supergirl”. A imagem traz a heroína em meio à fumaça e pergunta se o público sentiu saudades dela, enquanto a prévia fúnebre se encarrega das explosões, que acontece no enterro do Homem-Brinquedo, pai de Winn Schott (Jeremy Jordan), o melhor amigo de Kara (Melissa Benoist). O episódio inclui participação da atriz Laurie Mecalf (indicada ao Oscar por “Lady Bird”) como mãe de Winn e vai mostrar como o legado do vilão se torna uma ameaça para a heroína. Atualmente em hiato, “Supergirl” retorna na próxima segunda (16/4) com o episódio intitulado “Schott Through The Heart” – sim, um trocadilho com o famoso hit do Bon Jovi – para a reta final de sua 3ª temporada. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Legado do vilão Homem-Brinquedo ameaça Supergirl no trailer da volta da série
A rede CW divulgou o primeiro trailer da volta de “Supergirl”. A prévia fúnebre mostra o enterro explosivo do Homem-Brinquedo, pai de Winn Schott (Jeremy Jordan), o melhor amigo de Kara (Melissa Benoist), e como o legado do vilão se torna uma ameaça para a heroína. Atualmente em hiato, “Supergirl” retorna em 16 de abril com o episódio intitulado “Schott Through The Heart” – sim, um trocadilho com o famoso hit do Bon Jovi – para a reta final de sua 3ª temporada. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Supergirl forma equipe de supermulheres em vídeos e fotos do novo episódio
A rede CW divulgou fotos, o trailer e uma cena do próximo episódio da 3ª temporada de “Supergirl”, em que a personagem-título vivida por Melissa Benoist forma um time de supermulheres para enfrentar a ameaça de Régia (Odette Annable). Além da nova aliada Satúrnia (Amy Jackson), ela alista duas supervilãs poderosas, Curto-Circuito (Debbie Pelt) e Psi (Yael Grobglas). Uma curiosidade: nos quadrinhos, Psi tem os mesmos poderes de Satúrnia, mas a série parece ter confundido a integrante da Legião dos Super-Heróis com outra personagem, já que ela ainda não demonstrou sua famosa telepatia. Intitulado “Fort Rozz”, nome da prisão kryptoniana para supercriminosos, o episódio vai ao ar nesta segunda (22/1) nos Estados Unidos. A 3ª temporada de “Supergirl” está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
The 100 e The Originals só exibirão novos episódios em abril
A rede CW divulgou as datas de estreias de sua midseason, durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). E quem está ansioso por saber o que acontecerá nos próximos episódios de “The 100” e “The Originals” terá que esperar um pouco mais que o costume. As séries, que foram exibidas durante fevereiro e março em 2017, só voltarão à TV em abril de 2018. “The Originals” estreia sua 5ª temporada, que será a última da atração, em 20 de abril. A trama terá um salto temporal para mostrar a pequena Hope, filha de Klaus (Joseph Morgan) e Hayley (Phoebe Tonkin) já adolescente. Vivida por Summer Fontana, de apenas 9 anos, na temporada passada, ela agora será interpretada por Danielle Rose Russell (que estreou no filme “Caçada Mortal”), de 16 anos de idade. Crescendo longe da família e sob os cuidados da vampira Caroline (Candice King), da série “The Vampire Diaries”, Hope aprende a dominar seus poderes com o objetivo de derrotar o espírito maligno Hollow, que impede sua família de viver junta. As gravações já terminaram e o elenco já se despediu com mensagens no Instagram. “The 100” também chega a sua 5ª temporada, que estreia em 24 de abril, com um salto no tempo, prometendo um cenário ainda mais pós-apocalíptico que a premissa original, após a radiação de um novo holocausto nuclear varrer o planeta. Uma das novidades da nova fase é a promoção de Tasya Teles, filha de brasileiro, ao elenco fixo. Ela interpreta a terra-firme Echo, última sobrevivente da Nação do Gelo. A rede CW ainda marcou a estreia de sua nova série “Life Sentence”, estrelada por Lucy Hale (série “Pretty Little Liars”), para 7 de março, e a 4ª temporada de “iZombie” para 26 de fevereiro. Além disso, “Supergirl” entrará em hiato em fevereiro e só voltará para terminar sua 3ª temporada em 16 de abril. Segundo o presidente do CW, Mark Pedowitz, a decisão foi motivada por “problemas da produção” – que tanto podem ser efeitos visuais mais elaborados quanto os assédios que resultaram na demissão do produtor Andrew Kreisberg – , e não se trata de sinal de cancelamento. “Os fãs de ‘Supergirl’ não devem ficar preocupados. Nós acreditamos muito na série, em Melissa [Benoist] e na direção do programa”, disse o executivo.
Após crossover, criador das séries dos heróis da DC é demitido por assédio sexual
Enquanto as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” comemoram o sucesso do crossover deste ano, “Crisis on Earth-X”, a Warner Bros. Television (WBTV) transformou a festa em despedida, anunciando que o roteirista e produtor dos episódios não fará mais parte do Arrowverse. Co-criador das quatro séries, Andrew Kreisberg foi oficialmente demitido, após amargar suspensão por denúncias de má conduta nos sets. O produtor foi acusado por 19 pessoas, que relataram casos de toques inapropriados, pedidos de massagens, comentários de teor sexual sobre a aparência de mulheres, além de beijos sem permissão. Quando as denúncias vieram à tona, os protagonistas das séries se juntaram num crossover diferente, usando as redes sociais para compartilharem mensagens contra o assédio sexual. A declaração mais forte foi a de Melissa Benoist. A intérprete de Supergirl foi a primeira a se manifestar, lembrando que a personagem representa “igualdade, feminismo, empoderamento e a luta pelo que é certo”, mas, “infelizmente, a série e a minha carreira fazem parte de uma indústria que nem sempre reflete esses sentimentos”. “Isto é de partir o coração e às vezes me faz sentir sem esperanças”, acrescentou, afirmando que as vítimas de assédio “deveriam sempre ser ouvidas”. “Quando as pessoas tem crises ou assediam os outros, elas devem sempre ser responsabilizadas — independentemente da indústria em que trabalhem ou quanto poder eles exercem”, disse ela, acrescentando que voltaria às gravações de “Supergirl” ainda mais comprometida a ser “uma parte da mudança de norma, escutando quando as pessoas falam, e recusando a aceitar um ambiente que seja menos do que um espaço seguro, respeitoso e colaborativo”. A WBTV promoveu uma “investigação completa” sobre as múltiplas alegações e constatou suas veracidades, antes de decidir pela demissão. Com isso, Greg Berlanti, principal produtor e também cocriador das quatro séries, assumirá responsabilidades adicionais no dia-a-dia de “The Flash” e “Supergirl”. Berlanti e sua parceira de produção, Sarah Schechter, divulgaram seu próprio comunicado, apoiando a demissão de Kreisberg. Diz o texto: “O Warner Bros. Television Group concluiu recentemente sua investigação sobre as alegações contra Andrew Kreisberg. Encorajamos e apoiamos esta investigação, acreditamos e apoiamos as pessoas que se apresentaram e concordamos com a decisão do estúdio. Nada é mais importante para nós do que a segurança e o bem-estar de todos os nossos colegas – colegas de trabalho, equipe e funcionários”.
Supergirl enfrenta Régia no trailer do último episódio do ano
A rede CW divulgou o trailer do midseason finale da 3ª temporada de “Supergirl”. A prévia se concentra no enfrentamento entre Supergirl (Melissa Benoist) e a recém-transformada Régia (Odette Annable, vestida com o uniforme da supervilã na foto acima). A revelação do passado kryptoniano de Régia (Reign, em inglês), até então vista como uma simpática mãe solteira, foi vislumbrado no capítulo que antecedeu o crossover “Crisis on Earth-X”. Mas a personagem também é relativamente nova nos quadrinhos, criada por Michael Green (hoje roteirista de cinema, responsável por “Logan” e “Alien: Covenant”) em 2012 como líder de uma raça de kryptonianos modificados geneticamente por Zor-El, o pai cientista de Kara. Nas publicações da DC Comics, cinco integrantes de sua espécie, denominada de Arrasa-Mundos (Worldkillers), tentam destruir a Terra e são impedidos por Supergirl, num combate que testa os limites da heroína. Como a ameaça de Régia vai monopolizar o episódio, a revelação da Legião dos Super-Heróis deve ficar para o ano que vem, servindo de chamariz para a segunda metade da temporada. Até o momento, apenas Satúrnia (antigamente conhecida como Moça de Saturno) foi vista na série. Ao contrário dos quadrinhos, ela não surgiu loira, mas com interpretação da estrela de Bollywood Amy Jackson (“Freaky Ali”). Mas esta nem foi a maior diferença. Imra Ardeen, a garota de Saturno, apareceu casada com Mon-El (Chris Wood) – eliminando décadas de histórias sobre seu casamento e filhos com Relâmpago (antigamente conhecido como Rapaz Relâmpago). Intitulado, apropriadamente, “Reign”, o último episódio do ano de “Supergirl” vai ao ar na próxima segunda-feira (4/12) nos Estados Unidos. Após o hiato de fim de ano, a série tem retorno previsto para 15 de janeiro. No Brasil, “Supergirl” é exibida com duas semanas de diferença no canal pago Warner.
Veja 100 fotos do novo crossover das séries Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow
A rede CW divulgou mais de uma centena de fotos do próximo crossover das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. Intitulado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X), o crossover registra um ataque interdimensional de supervilões da Terra-X durante o casamento do Flash. As imagens disponibilizadas incluem todos os quatro episódios da história, revelando inúmeros spoilers, como a cena da interrupção do casamento de Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West (Candice Patton), o rapto da noiva e da madrinha Felicity (Emily Bett Rickards), a identidade dos supervilões (versões malvadas dos protagonistas, vindos de uma Terra paralela), a participação do “Cidadão” Frio (Wentworth Miller), a estreia do super-herói Ray (Russell Tovey, da série inglesa “Being Human”) e o final feliz, com o resgate das mocinhas e a reunião do supertime campeão na famigerada pose enfileirada de final de campeonato. Nos quadrinhos da DC, Terra-X existe numa dimensão em que a 2ª Guerra Mundial durou décadas e onde um grupo de heróis, conhecidos como Combatentes da Liberdade, lutou para derrotar o 3º Reich até os anos 1970. O novo herói Ray é um desses personagens. O crossover vai acontecer em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, com a exibição dos episódios de “Supergirl” e “Arrow”, e terminando na terça-feira, 28 de novembro, com os capítulos de “The Flash” e “Legends of Tomorrow”. No Brasil, as séries são exibidas com duas semanas de diferença no canal pago Warner. Supergirl: “Crisis On Earth-X, Part One” Arrow: “Crisis On Earth-X, Part Two” The Flash: “Crisis On Earth-X, Part Three” Legends of Tomorrow: “Crisis On Earth-X, Part Four”
Supergirl tem crossover inesperado com Smallville
A série “Supergirl” teve um crossover inesperado em seu episódio desta semana, que contou com a “participação” de uma personagem sumida desde o final de “Smallville” (2001–2011), primeira atração do universo televisivo da DC Comics exibida pela rede CW nos Estados Unidos. Intitulado “Midvale”, nome da cidade natal das irmãs adotivas Kara (Melissa Benoist) e Alex (Chyler Leigh), o episódio é um longo flashback sobre as adolescências das protagonistas, com direito à trilha da época – Gwen Stefani e The Eames Era. O que inicia em clima de comédia de John Hughes não demora para virar um suspense ao estilo de “Riverdale”, com as irmãs resolvendo seu primeiro caso juntas, o assassinato do colega de aula favorito, enquanto criam laços de família. O detalhe é que a investigação precisa de um hacker capaz de quebrar a encriptação de imagens de um laptop. E Chloe Sullivan, amiga do “primo” Clark Kent, é citada nominalmente. Embora não apareça em cena, ela envia emails e é graças à sua habilidade com o computador que a identidade do assassino vem à tona na hora certa, impedindo que Alex se tornasse a próxima vítima. Para azar dos produtores, o timing foi um pouco infeliz, já que Allison Mack, a intérprete de Chloe, foi acusada recentemente de liderar uma seita de escravas sexuais. Mas esta não foi a única ligação do episódio com “Smallville”. A atriz Erica Durance, intérprete de Lois Lane na série clássica, fez uma aparição física na história. Importante registrar que a participação de Durance em “Supergirl” é um pouco confusa, já que ela entrou na atual temporada como substituta da atriz que interpretava a mãe biológica da heroína e isto nunca ficou muito claro nos episódios. Para complicar ainda mais, sua presença em “Midvale” se deu com outra identidade, assumida pelo Caçador de Marte (David Harewood) para convencer a adolescente Kara (Izabela Vidovic) a não usar seus poderes na escola. Na trama, o marciano é contatado pela mãe adotiva de Kara (vivida por Helen Slater, a Supergirl dos anos 1980) e assume a aparência da mãe biológica da jovem, num encontro-surpresa, em que diz ser uma agente do FBI. O detalhe final de confusão referencial fica por conta do nome que Durance usa na cena: Noel Neill, primeira atriz a interpretar Lois Lane no cinema. Assim, Erica Durance acabou referenciando Lois Lane no episódio de “Smallville” de “Supergirl”. Há também uma citação de humor negro à “South Park”. Escrito por Caitlin Parrish (do drama indie “The View from Town”), “Midvale” foi ao ar na segunda-feira (13/11) e está sendo considerado um dos melhores episódios de toda a série “Supergirl”. Ele chega ao Brasil em duas semanas, pelo canal pago Warner. Confira abaixo o trailer e um vídeo dos bastidores de “Midvale”, comentado pelos produtores da atração.
“Super-heróis” de The Flash e Legends of Tomorrow se juntam a Supergirl e Arrow contra o assédio sexual
Os super-heróis das séries da DC Comics se uniram contra o assédio sexual, num crossover que a rede CW não precisou divulgar. Além das manifestações de Melissa Benoist, estrela de “Supergirl”, Emily Bett Rickards, que vive Felicity em “Arrow”, e o próprio Arqueiro Verde Stephen Amell, os protagonistas das duas outras séries cocriadas e produzidas por Andrew Kreisberg também foram às redes sociais. Caity Lotz, que lidera o elenco de “Legends of Tomorrow” no papel de Sara Lance/Canário Branco, se juntou à luta no Twitter. “Aos bravos homens e mulheres que estão se apresentando para condenar seus abusadores… Eu acrescento minha voz ao coro de apoio”, escreveu Lotz. “Você são aqueles que estão gerando a mudança que nos permitirá trabalhar num ambiente em que somos respeitados e seguros”. E Grant Gustin, que estrela “The Flash” como o personagem-título, publicou o mesmo texto no Facebook e no Instagram, em que lamenta a situação. “Ouvir que diferentes homens, especialmente na indústria em que trabalho, tratam as mulheres como se fossem insignificantes, de forma abusiva, tanto fisicamente quanto emocionalmente, já se tornou uma situação diária. Isso não está certo. Isso não pode se tornar nosso novo normal”. Ele também se diz disposto a entrar na luta. “Quero me tornar um homem melhor, um aliado melhor”, comenta. “E especialmente quero que todas as mulheres da minha vida saibam que eu estou ouvindo, que eu fico ao seu lado e as apoio. Estou impressionado não só com todas as mulheres que falaram nestas últimas semanas, mas com todas que um dia já fizeram isso. Não consigo imaginar como foi aterrador e quanta coragem foi necessária. Estas mulheres são os verdadeiros super-heróis, e elas deveriam ser tratadas assim”. Como os demais, Lotz e Gustin não mencionam Kreisberg em nenhum momento, mas as manifestações dos astros televisivos da DC Comics acontecem poucos dias após o produtor ser suspenso pela WBTV (Warner Bros. Television) de suas funções nas quatro séries de super-heróis da rede CW, após denúncias de má conduta nos sets. O produtor foi acusado por 19 pessoas, que relataram casos de toques inapropriados, pedidos de massagens, comentários de teor sexual sobre a aparência de mulheres, além de beijos sem permissão. A declaração mais forte foi a de Melissa Benoist, a primeira a se manifestar. Num longo comunicado, ela afirmou que encabeça uma série que representa “igualdade, feminismo, empoderamento e a luta pelo que é certo”, mas que, “infelizmente, a série e a minha carreira fazem parte de uma indústria que nem sempre reflete esses sentimentos”. “Isto é de partir o coração e às vezes me faz sentir sem esperanças”, acrescentou, afirmando que as vítimas de assédio “deveriam sempre ser ouvidas”. “Quando as pessoas tem crises ou assediam os outros, elas devem sempre ser responsabilizadas — independentemente da indústria em que trabalhem ou quanto poder eles exercem”, disse ela, acrescentando que voltaria às gravações de “Supergirl” esta semana ainda mais comprometida a ser “uma parte da mudança de norma, escutando quando as pessoas falam, e recusando a aceitar um ambiente que seja menos do que um espaço seguro, respeitoso e colaborativo”. Já a intérprete de Felicity Smoak em “Arrow” criticou os homens que cometeram assédio, aqueles que viram os olhos para este tipo de comportamento e os que falam em “sexismo às avessas”, dizendo que eles são “fracos e cúmplices”. Ao mesmo tempo, ela elogiou as mulheres que vieram a público denunciar os muitos casos em Hollywood e as mulheres que as apoiaram, referindo-se a elas como as verdadeiras “heroínas”. Stephen Amell foi o único a postar um vídeo, em que expressou solidariedade a seus colegas de elenco e equipe, que teriam sido assediados. Ele também afirmou apoiar as declarações feitas pelas colegas Melissa Benoist, Emily Bett Rickards e Caity Lotz nas redes sociais, e revelou ter tido uma reunião com o elenco e a equipe de “Arrow”, em que se colocou à disposição para representar qualquer integrante da série em reuniões com a Warner sobre problemas no set de gravações. “Se você não é parte ativa da solução, então você é parte do problema”, declarou o astro. To the brave women and men who are coming forward to condemn their abusers… I add my voice to the choir of support. You are the ones ushering in change that would allow all of us to work in an environment where we are respected and safe — Caity Lotz (@caitylotz) November 13, 2017 ♥️ Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em Nov 13, 2017 às 10:04 PST
Astro de Arrow grava vídeo de apoio à investigação de assédio sexual nos bastidores da série
O Arqueiro Verde se juntou à Supergirl num luta diferente. Assim como havia feito Melissa Benoist (a Supergirl) e sua própria colega de elenco de “Arrow” Emily Bett Rickards (a Felicity), o ator Stephen Amell foi às redes sociais manifestar-se contra o assédio sexual e a favor de investigações sobre denúncias de mau comportamento. As manifestações acontecem poucos dias após o produtor Andrew Kreisberg, cocriador tanto de “Arrow” quanto de “Supergirl”, ser suspenso pela WBTV (Warner Bros. Television) de suas funções em todas as produções de super-heróis da DC Comics, após denúncias de má conduta nos sets. O produtor foi acusado por 19 pessoas, que relataram casos de toques inapropriados, pedidos de massagens, comentários de teor sexual sobre a aparência de mulheres, além de beijos sem permissão. Em um vídeo publicado no Facebook, o ator não menciona Kreisberg, mas disse estar disposto a ajudar a investigação da Warner e expressou solidariedade com seus colegas de elenco e equipe: “Se você não é parte ativa da solução, então você é parte do problema”, declarou o astro. Ele também afirmou apoiar as declarações feitas pelas colegas Melissa Benoist, Emily Bett Rickards e Caity Lotz (a Canário Branco) nas redes sociais, e revelou ter tido uma reunião com o elenco e a equipe de “Arrow” em que afirmou que, se quisessem, representaria qualquer integrante da série em reuniões com a Warner sobre problemas no set de gravações. Publicado por Stephen Amell em Segunda, 13 de novembro de 2017
Mon-El retorna em trailer emotivo de Supergirl
A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que destaca o reencontro da heroína (Melissa Benoist) com Mon-El (Chris Wood), após a trágica separação do casal no final da temporada passada. A prévia capricha nas lágrimas e na trilha emotiva, enquanto Supergirl luta contra seus sentimentos, dividida entre acreditar no milagre e questionar se não se trata de um truque. O detalhe é que ele não é o único passageiro resgatado na nave misteriosa naufragada na baía de National City. E a identidade dos demais tripulantes pode ter a ver com as contratações de Jesse Rath (série “Defiance”) e Amy Jackson (“Freaky Ali”) como personagens da Legião de Super-Heróis. A volta de Mon-El acontece no episódio intitulado “Wake Up” e vai ao ar na próxima segunda (20/11) nos Estados Unidos, uma semana antes do crossover “Crisis on Earth-X”. “Supergirl” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Estrelas de Supergirl e Arrow protestam contra assédios após suspensão de produtor
A estrela de “Supergirl”, Melissa Benoist, e a principal intérprete feminina de “Arrow”, Emily Bett Rickards, usaram as redes sociais no fim de semana para se pronunciar contra os escândalos de assédio sexual que sacodem Hollywood e que, na sexta (10/11) atingiram a produção de suas séries, com a decisão da Warner Bros TV de afastar Andrew Keisberg, co-criador das duas atrações. Num longo comunicado, Melissa Benoist afirma que encabeça uma série que representa “igualdade, feminismo, empoderamento e a luta pelo que é certo”, mas que, “infelizmente, a série e a minha carreira fazem parte de uma indústria que nem sempre reflete esses sentimentos”. “Isto é de partir o coração e às vezes me faz sentir sem esperanças”, acrescentou, afirmando que as vítimas de assédio “deveriam sempre ser ouvidas”. A declaração da atriz não menciona Kreisberg em nenhum momento, mas defende a responsabilização dos assediadores. “Quando as pessoas tem crises ou assediam os outros, elas devem sempre ser responsabilizadas — independentemente da indústria em que trabalhem ou quanto poder eles exercem”, disse ela. A atriz ainda diz que voltará às gravações de “Supergirl” esta semana ainda mais comprometida a ser “uma parte da mudança de norma, escutando quando as pessoas falam, e recusando a aceitar um ambiente que seja menos do que um espaço seguro, respeitoso e colaborativo”. Já a intérprete de Felicity Smoak em “Arrow” criticou os homens que cometeram assédio, aqueles que viram os olhos para este tipo de comportamento e os que falam em “sexismo às avessas”, dizendo que eles são “fracos e cúmplices”. Ao mesmo tempo, ela elogia as mulheres que vieram a público denunciar os muitos casos em Hollywood e as mulheres que as apoiam, referindo-se a elas como as verdadeiras “heroínas”. Kreisberg é cocriador e produtor executivo de “Supergirl”, “Arrow” e também de “The Flash” e “Legends of tomorrow”. Após as acusações de assédio, o produtor foi suspenso e a Warner instaurou uma investigação sobre o caso. “Ficamos sabendo recentemente de acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”, diz o comunicado da produtora. Segundo o site da revista Variety, 19 pessoas acusam o produtor de assédio sexual. Ninguém quis se identificar. Mas uma pessoa próxima ao caso afirmou que várias funcionárias de “The Flash” reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”, até que ela não aguentou e pediu demissão. O mesmo teria acontecido com outra mulher, que dirigiu episódios de “Arrow” e “The Flash”. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios. ❤️ pic.twitter.com/bIAcZWrYOT — Melissa Benoist (@MelissaBenoist) November 13, 2017 pic.twitter.com/AhSoTHZO2M — Emily Bett Rickards (@EmilyBett) November 13, 2017












