Ethan Hawke é padre atormentado no trailer do melhor filme de Paul Schrader em 20 anos
A A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer de “First Reformed”, drama estrelado por Ethan Hawke (“Boyhood”) e Amanda Seyfried (“Ted 2”), que marca um reencontro entre o cineasta Paul Schrader e as críticas positivas, após duas décadas de estranhamento. Com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, algumas resenhas chegam a dizer que se trata de sua melhor obra desde o roteiro de “Taxi Driver”, em 1976. Também há elogios rasgados para a performance de Hawke. A trama gira em torno de um ex-capelão militar, vivido por Hawke, que tem sua visão sombria de mundo forjada pela morte de seu filho. Sua vida ganha novo rumo ao se aproximar da personagem de Seyfried, integrante de sua diminuta congregação, cujo marido é um ambientalista radical. Ao descobrir que o maior doador para a conservação de sua igrejinha histórica é um grande poluidor do meio ambiente, o padre tem um epifania em meio aos planos para comemorar os 250 anos do local. Premiado com um troféu especial pela temática ecológica no Festival de Veneza 2017, o filme estreia em 18 de maio nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Trailer do documentário Em Busca dos Corais revela crise ambiental submarina
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado do documentário “Em Busca dos Corais” (Chasing Coral), que venceu o prêmio do público no último Festival de Sundance. A prévia mostra o trabalho da equipe de ambientalistas e do diretor direção de Jeff Orlowski (“Chasing Ice”) para alertar sobre o efeito devastador das mudanças climáticas no habitat dos corais. As imagens que comparam recifes que já foram coloridos e cheios de vida com o registro atual de corais brancos e mortos são chocantes. O vídeo não mostra, mas a atriz Kristen Bell (série “The Good Place”) gravou a música-tema do documentário, intitulada “Tell Me How Long”, que faz um apelo entusiasmado para interromper a crise climática e sua destruição ambiental. Vale lembrar que a música-tema do documentário anterior de Orlowski, “Chasing Ice” (2012), foi cantada por Scarlett Johansson (“Ghost in the Shell”) e indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. A estreia de “Em Busca dos Corais” acontece na sexta (14/7) no serviço de streaming.
Kristen Bell vai cantar música-tema de documentário ambientalista da Netflix
A atriz Kristen Bell (série “The Good Place”) gravou a música-tema do documentário “Chasing Coral”, produção da Netflix com direção de Jeff Orlowski (“Chasing Ice”). Intitulada “Tell Me How Long”, a música foi composta por Dan Romer (“Adorável Sonhadora”) e Teddy Geiger (série “Royal Pains”) e é descrita como um apelo entusiasmado para interromper a crise climática e seu fenômeno devastador nos recifes de coral em todo o mundo. “Eu fiquei emocionada e inspirada por ‘Chasing Coral’ e sua mensagem de esperança para o futuro do nosso planeta”, disse Bell, em comunicado. “Eu sinto a responsabilidade de cuidar da Terra da maneira que eu puder, e tive a honra de dar minha voz à música original. À medida que nos esforçamos para criar um mundo melhor para nossos filhos, espero que este filme inicie ações reais no avanço das soluções climáticas em nossa comunidade global”. Não será, claro, a primeira vez que a atriz gravará uma música para a trilha de um filme. Ela cantou muito como Anna na animação “Frozen – Uma Aventura Congelante”, da Disney, e deve repetir a dose na sequência, que vai começar a ser gravada em breve. Vale lembrar que a música temática do documentário anterior de Orlowski, “Chasing Ice” (2012), foi cantada por Scarlett Johansson (“Ghost in the Shell”) e indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. “Chasing Coral” estreia em 14 de julho na Netflix. Veja o trailer abaixo.
Documentário Uma Verdade Mais Inconveniente será reeditado para refletir política anti-ambiental de Trump
Apesar de já ter sido exibida nos festivais de Sundance e Cannes, a sequência do documentário “Uma Verdade Inconveniente” (2006) sofrerá uma nova edição para refletir a polêmica decisão do presidente Donald Trump de retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris contra a mudança climática. Novas cenas devem ser acrescentadas à produção, que estreia comercialmente a partir de julho. “Remover os Estados Unidos do Acordo de Paris é uma ação imprudente e indefensável”, disse o ex-vice presidente e apresentador do documentário Al Gore em comunicado. “Isso prejudica a posição dos Estados Unidos no mundo e ameaça danificar a capacidade da humanidade de resolver a crise climática a tempo. Mas não se engane: se o presidente Trump não liderar, o povo americano o fará”. Na continuação, intitulada “Uma Verdade mais Inconveniente”, Al Gore mostra como a situação do meio-ambiente se deteriorou desde o lançamento do primeiro longa-metragem, que venceu o Oscar em 2007, e se concentra justamente nos esforços que culminaram no Acordo de Paris, celebrado em 2015. A produção já incluía declarações de Trump como candidato à Casa Branca, nas quais desdenhava o aquecimento global. Mas desde então, o presidente eleito assumiu para si o papel de supervilão ambiental. No final de março, Trump assinou um decreto de incentivo aos produtores de carvão, que começou a desmantelar o legado contra a mudança climática do seu predecessor, Barack Obama. Mas o pontapé definitivo nos esforços climáticos foi a decisão de abandonar o Acordo de Paris em 1 de junho. “Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh, não Paris”, ele disse, como justificativa para defender indústrias poluidoras, aumentar a produção de carvão e tomar outras medidas anti-ambientais “em defesa da economia dos Estados Unidos”. “Uma Verdade mais Inconveniente” chegará às salas de cinema americanas em 28 de julho para mostrar as consequências destas decisões. No Brasil, o lançamento está marcado para 9 de novembro.
Presidente do México responde apelo de Leonardo DiCaprio para salvar animal ameaçado de extinção
Uma campanha de Leonardo DiCaprio para salvar um animal marinho da extinção rendeu engajamento do presidente do México, Enrique Peña Nieto. O político escreveu a DiCaprio pelo Twitter para assegurar ao ator que seu governo está adotando medidas para proteger a vaquita, uma espécie rara de toninha que está à beira da extinção nas águas mexicanas do Golfo da Califórnia. Na quarta-feira (10/5), DiCaprio pedira a seus 17,5 milhões de seguidores no Twitter que apoiassem uma campanha online da entidade World Wildlife Fund para exortar o presidente mexicano a “adotar uma ação firme agora” para salvar a vaquita. As populações de vaquita diminuíram consideravelmente nos últimos anos devido à pesca de camarão e totoaba, uma iguaria popular na Ásia. O animal tem sido vítima de redes de arrasto, que não distinguem o que pescam, o que tem provocado uma preocupação crescente em todo o mundo. Na noite de quinta-feira, Peña Nieto tuitou em inglês defendendo o empenho de seu governo pela vaquita, dirigindo-se diretamente ao ator com sua primeira postagem. “Saúdo a preocupação de @LeoDiCaprio e da @World_Wildlife em relação à Vaquita Marina”, escreveu. “O @México está concentrando todos seus esforços para evitar a extinção desta espécie”, disse, antes de postar mais cinco tuítes, todos em inglês, para chamar atenção para o que seu país vem fazendo. O México impôs uma proibição de pesca com rede de arrasto de dois anos no habitat da vaquita em 2015, prorrogando a medida no início deste ano. Críticos se queixam de que a proibição precisa ser mais bem aplicada. O Viva Vaquita, um grupo dedicado a salvar a toninha, diz em seu site que a população de vaquita foi estimada em menos de 50 animais vivos em janeiro de 2017. The vaquita is the most endangered marine mammal in the world. Join me + @World_Wildlife and take action. https://t.co/sB80PCeTG9 pic.twitter.com/UQMomVkvlC — Leonardo DiCaprio (@LeoDiCaprio) 11 de maio de 2017 I welcome @LeoDiCaprio and @World_Wildlife 's concern regarding the Vaquita Marina. — Enrique Peña Nieto (@EPN) 12 de maio de 2017 .@Mexico has focused all its efforts to prevent the extinction of this species. — Enrique Peña Nieto (@EPN) 12 de maio de 2017 Our government has also extended the protection zone to a surface three times larger than the original. — Enrique Peña Nieto (@EPN) 12 de maio de 2017 .@SEMAR_mx -Mexico's Navy- has more than 300 marines, 15 boats and unmanned aircraft systems watching over this area. — Enrique Peña Nieto (@EPN) 12 de maio de 2017 Mexico's government is making a major effort, doing what should have been done decades ago to save the Vaquita Marina. — Enrique Peña Nieto (@EPN) 12 de maio de 2017 Visit https://t.co/yhTPVC4sby to learn more about Mexico's efforts to protect the Vaquita. — Enrique Peña Nieto (@EPN) 12 de maio de 2017
Documentário americano acusa biólogo Richard Rasmussen e a Globo de falsificar denúncia de matança de botos
O documentário americano “A River Below”, feito por Mark Grieco e exibido no recente Festival de Tribeca, em Nova York, está acusando o biólogo e apresentador brasileiro Richard Rasmussen, bem como a rede Globo, de forjar uma denúncia de matança de botos cor-de-rosas para exibi-la no “Fantástico”. A reportagem causou impacto e resultou em mudança nas leis de proteção ambientais, relativas à pesca na região da Amazônia. A reportagem exibida em julho de 2014 mostrava imagens de pescadores matando um boto cor-de-rosa para usar sua carne como isca para a pesca de piracatingas, um peixe da região amazônica. Depois de ser cortada, descobre-se que a fêmea morta estava esperando um filhote, e o feto também vira isca. Segundo a denúncia do Fantástico, os animais estavam sendo assassinados “aos milhares”. Depois da repercussão da reportagem, a pesca de piracatinga foi proibida para evitar a morte de mais botos. O documentário alega que foi tudo combinado entre Rasmussen e os pescadores, que nem seriam da região. O filme ainda acusa a mudança na lei de prejudicar a economia do interior amazônico. O diretor americano conta que, quando chegou a mesma vila da reportagem, para desenvolver um filme sobre os botos cor-de-rosa, foi informado pelos habitantes locais que o biólogo teria pago R$ 100 aos pescadores que aparecem no vídeo para matar o animal e gravar a cena. Grieco registrou a acusação e resolveu mudar o foco de seu filme, sugerindo que o apresentador brasileiro teria feito isso para conseguir imagens chocantes capazes de pressionar o governo. Em sua página no Facebook, Rasmussen negou com veemência qualquer fraude na captura das imagens. “A denúncia da matança de botos vermelhos foi necessária para barrar a caça ilegal desses bichos”, afirmou o apresentador que narrou o processo de como descobriu o uso de botos na pesca de piracatinga na região do Solimões e seus afluentes. “Sabíamos que as imagens da matança dos botos seriam importantes. Mas como conseguir uma imagem destas? O crime ocorre no meio da Amazônia em locais ermos, onde as comunidades se protegem e vivem da pesca da piracatinga. Em locais onde não há fiscalização.” Ele então narra como conseguiu conquistar a confiança de uma comunidade que o ajudou no processo das filmagens. “Um cinegrafista que trabalha em minha equipe há mais de 14 anos gravou os pescadores arpoando dois animais e eu fotografei. Foi, definitivamente, um dos trabalhos mais complicados para nós. As imagens, com a devida proteção das pessoas envolvidas, foram entregues à AMPA [que atua na proteção de mamíferos aquáticos da Amazônia], que se tornou detentora legal dos filmes.” Rasmussen ainda conta que foi procurado pelo produtor do filme americano, exibido recentemente no Festival de Tribeca, que também se infiltrou na mesma comunidade onde as cenas exibidas pelo Fantástico foram gravadas. “Colaboramos [com eles] até o fim, mesmo depois de terem omitido suas reais intenções.” Leia abaixo o relato completo do biólogo. A Globo também emitiu um comunicado em que afirma não poder comentar uma acusação que desconhece, pois o documentário não está disponível no Brasil, mas afirma ter se certificado de que não havia irregularidade nas imagens antes da exibição da reportagem. Ou seja, não era uma montagem e não parecia nada ensaiado. Confira abaixo o comunicado da emissora: “A TV Globo não foi procurada pelos autores do documentário e não teve acesso a ele. Como em toda a reportagem que coloca no ar, a Globo sabia quem era o responsável pelas imagens e tomou providências para checar a veracidade das informações. O material foi cedido pela AMPA – Mamíferos Aquáticos da Amazônia, e na gravação bruta, com o áudio ambiente, não havia nada que sugerisse qualquer irregularidade ou método ilícito na captação de imagens. Toda a estrutura em volta da captação e o comportamento dos pescadores mostravam que essa, para eles, era uma prática frequente, que desempenhavam com desenvoltura. Tanto a AMPA quanto o Instituto de Pesquisas da Amazônia viram as imagens e as validaram como legítimas. Tivemos o cuidado ainda de submetê-las ao Ministério Público Federal no Amazonas e fundamentar a reportagem em pesquisas do Instituto de Pesquisas da Amazônia, da UFRJ e da UERJ, que comprovaram, em amostras compradas nos mercados, que havia carne de boto rosa nas vísceras de piracatinga, peixe nocivo à saúde humana por conter altos níveis de metais pesados. Autoridades da preservação já indicavam, na época, que a população de botos estava diminuindo em 10% ao ano por causa da pesca da piracatinga. Para a TV Globo, a correção na apuração jornalística jamais é colocada em risco seja qual for a causa em jogo.” Nota de esclarecimento Estou em viagem captando mais uma série de televisão, com foco na conservação do meio ambiente… Publicado por Richard Rasmussen em Segunda, 8 de maio de 2017
Trailer da continuação de Uma Verdade Inconveniente denuncia terrorismo ambiental de Donald Trump
No dia em que Donald Trump assinou resoluções voltadas a retroceder a política ambiental norte-americana, estimulando a emissão de gases estufas por usinas de carvão, a Paramount divulgou o primeiro trailer completo da continuação do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente”, vencedor do Oscar 2007 de sua categoria. A prévia vai na jugular daqueles que, como Trump, consideram um exagero a teoria do aquecimento global, mostrando como a situação se agravou nos dez anos que se passaram desde o primeiro filme e como o mundo vem se unindo para impedir uma catástrofe em escala global. Não por acaso, a primeira cena é um discurso do atual presidente dos EUA, em que ele faz troça do fenômeno. Mais adiante, Trump promete abandonar os esforços das Nações Unidas para impedir o aquecimento global, o que ganha tom de ameaça terrorista na edição do vídeo. Intitulado “An Inconvenient Sequel: Truth to Power”, a produção conta com direção de direção de Bonni Cohen (“The Rape of Europa”) e Jon Shenk (“The Island President”) e traz novamente o ex-vice presidente Al Gore como apresentador e produtor. Para quem não lembra, o longa original foi um marco na conscientização sobre o impacto da poluição na elevação da temperatura na Terra, ao registrar, junto de cientistas, as consequências do derretimento de blocos de gelo das calotas polares e do aumento progressivo do nível do mar. Entretanto, Trump não acredita em nada disso. Ele e Al Gore pertencem a partidos políticos rivais. Após abrir o Festival de Sundance 2017, o filme tem estreia marcada para 28 de julho nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
Continuação de Uma Verdade Inconveniente ganha teaser impactante
A continuação do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente” (2007) ganhou seu primeiro teaser. O vídeo destaca um momento impactante da produção, em que o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore, que é produtor do filme, lembra qual foi a cena mais criticada do longa anterior, considerada um exagero pelos críticos da teoria do aquecimento global. Em seguida, surge a profecia se cumprindo, com uma inundação na ilha de Manhattan, em Nova York. Intitulado “An Inconvenient Sequel: Truth to Power”, a produção abriu e deu o tom do Festival de Sundance 2017, posicionado como um evento que se opõe frontalmente contra as ideias defendidas na plataforma do novo presidente dos EUA, Donald Trump. “Uma Verdade Inconveniente” também teve première em Sundance e venceu o Oscar de 2007 como Melhor Documentário. A continuação vai mostrar o que aconteceu com o mundo desde então, dez anos depois, com direção de Bonni Cohen (“The Rape of Europa”) e Jon Shenk (“The Island President”). Para quem não lembra, o filme original foi um marco importante na conscientização sobre o impacto da poluição na elevação da temperatura na Terra, ao registrar, junto de cientistas, as consequências do derretimento de blocos de gelo das calotas polares e do aumento progressivo do nível do mar. Entretanto, Trump não acredita em nada disso. Ele e Al Gore pertencem a partidos políticos rivais. A continuação tem estreia marcada para 28 de julho nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
Continuação do documentário Uma Verdade Inconveniente abrirá Festival de Sundance 2017
O premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente” teve uma continuação produzida, que foi selecionada para ser exibida como filme de abertura do Festival de Sundance. O filme original, produzido e estrelado pelo ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, também teve première em Sundance e venceu o Oscar de 2007 como Melhor Documentário. A continuação tem direção de Bonni Cohen (“The Rape of Europa”) e Jon Shenk (“The Island President”), e registra a contínua luta de Gore para que o mundo adote práticas mais sustentáveis, como alternativa para impedir maiores mudanças climáticas e defender o planeta para as futuras gerações. “Agora, mais do que nunca, devemos nos dedicar para resolver o problema do clima. Mas temos motivos para ficarmos esperançosos: as soluções para a crise estão em nossas mãos. Estou muito honrado e agradecido que a Paramount Pictures e a Participant Media, mais uma vez, tenham se sensibilizado em trazer a crítica história sobre a crise do clima para o público mundial”, declarou Al Gore, em comunicado. O filme original foi um marco na conscientização sobre o impacto da poluição na elevação da temperatura na Terra, ao registrar, junto de cientistas, as consequências do derretimento de blocos de gelo das calotas polares e do aumento progressivo do nível do mar. Entretanto, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, não acredita em nada disso. Ele é de outro partido. A continuação, por sinal, vai mostrar o que aconteceu com o mundo nos últimos dez anos, desde que o primeiro filme foi exibido. “Uma Verdade Inconveniente 2” também lançará uma nova mostra de Sundance, a primeira dedicada a um tema específico: a preservação do meio ambiente – uma questão que o fundador do festival Robert Redford considera cada vez mais relevante. O Festival de Sundance começa no dia 19 de janeiro, na cidade de Park City, em Utah, nos EUA.
Leonardo DiCaprio vai produzir filme com atores sobre o Capitão Planeta
Até parece piada, mas é verdade. O ator Leonardo DiCaprio e o estúdio Paramount vão se unir para fazer um filme baseado no desenho animado “Capitão Planeta”, o super-herói ecológico, informou o site da revista The Hollywood Reporter. Com uma mensagem ecológica, o desenho narrava as aventuras de cinco jovens com anéis mágicos, que tinham a capacidade de convocar o super-herói Capitão Planeta para derrotar vilões e combater agressões ao meio ambiente. A série animada teve seis temporadas, exibidas entre 1991 e 1996. A produtora Appian Way, de DiCaprio, deve produzir a adaptação em parceria com o o ator Glen Powell (série “Scream Queens”). Powell, que não tem experiência como roteirista, vai escrever a história em parceria com Jono Matt (que escreveu apenas o inédito “Above the Line”, sem previsão de lançamento). Segundo o site, o que interessou a Paramount foi justamente a abordagem da dupla, que pretende situar a trama anos depois das aventuras da série televisiva, para apresentar o Capitão Planeta como um herói decadente e desacreditado, que precisa mais dos seis amigos do que eles precisam dele. Com o filme, Leonardo DiCaprio acrescentará um curioso novo capítulo no seu já conhecido trabalho em defesa do meio ambiente. O astro, que venceu o Oscar de Melhor Ator por “O Regresso”, realizou recentemente o documentário “Before the Flood”, sobre o impacto das mudanças climáticas e a necessidade urgente de combatê-las. O documentário estreia em nesta sexta (21/10) nos EUA.
Leonardo DiCaprio alerta o mundo sobre os perigos da mudança climática em trailer de documentário
A National Geographic divulgou o pôster e o trailer do documentário “Before the Flood”, em que Leonardo DiCaprio roda o mundo, fala com autoridades e cientistas, e tenta aumentar a conscientização sobre a importância de discutir a mudança climática que afeta o planeta. Quem acompanha a carreira do ator sabe que ele é um ativista dedicado à causa do meio ambiente. Este nem é seu primeiro envolvimento num documentário sobre o tema. Mas é o que mostra mais fôlego, ao levá-lo ao Ártico para testemunhar in loco o derretimento da calota polar e acompanhar seu testemunho sobre o que viu na ONU, diante de delegações de vários países. Graças a sua popularidade, ele também é capaz de ser recebido pelo Papa Francisco e o Presidente dos EUA Barack Obama para registrar seus depoimentos sobre a questão. Além de ser narrador e condutor do filme, ele também mostra fôlego como entrevistador, e ainda divide a produção com o cineasta Martin Scorsese. A direção, por sua vez, é de Fisher Stevens, documentarista vencedor do Oscar em 2010 por “The Cove”, que já abordava a depredação do meio ambiente. A estreia vai acontecer em 21 de outubro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.










