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    Marvel confirma Cate Blanchett como Hela e revela primeira arte conceitual de Thor: Ragnarok

    25 de maio de 2016 /

    A Marvel divulgou a primeira arte conceitual de “Thor: Ragnorak”, que destaca Hela, a Deusa da Morte, vilã que será vivida pela atriz Cate Blanchett (“Carol”). A imagem, vista em detalhe acima e completa abaixo, foi antecedida pelo anúncio oficial do elenco e dos personagens do filme, confirmando especulações sobre quem a atriz australiana interpretaria na trama. Outro boato que virou fato foi a inclusão da heroína Valquíria na trama, que será mesmo interpretada por Tessa Thompson (“Creed”). A escalação embute uma coincidência. Tessa coestrelou “Creed” com Michael B. Jordan, que foi o primeiro ator negro a interpretar um herói que sempre foi loiro nos quadrinhos. Tessa, por sua vez, será a primeira atriz negra a interpretar uma heroína loira dos quadrinhos. A guerreira nórdica, inspirada no mito de Brunilda, vai virar afro-americana. Um detalhe da trama foi adiantado na época de escalação da atriz e antes de seu papel se tornar conhecido. Ela teria entrado no filme como interesse romântico de Thor no lugar de Natalie Portman, que não retornará à franquia. Dois novos atores também foram confirmados no elenco. Karl Urban (“Star Trek”) vai viver Skurge, que os fãs de quadrinhos conhecem melhor por seu nome de guerra: Executor, vilão asgardiano que usa um machado mortal. E Jeff Goldblum (“Independence Day”) dará vida ao Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos, que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas. A presença do Grã-Mestre é mais uma indicação clara sobre a trama, que, além de Chris Hemsworth como Thor, ainda destaca Mark Ruffalo no papel de Hulk, Tom Hiddleston como Loki, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin. Jamie Alexander, cuja volta como Sif era tida como certa, não foi anunciada no elenco oficial. A direção está a cargo do comediante Taika Waititi, que tem no currículo a comédia sobre vampiros “What We Do in the Shadows”, inédita no Brasil, além das séries “Flight of the Conchords” e “The Inbetweeners”. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Clique na arte abaixo para ampliá-la em tela inteira.

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    Novo X-Men decepciona, mas não chega a ser um apocalipse

    24 de maio de 2016 /

    Não foi Christopher Nolan, com a trilogia do “Cavaleiro das Trevas”, que levou a sério um filme de super-herói pela primeira vez. Foi Bryan Singer no “X-Men” original de 2000, abrindo as portas para um novo universo nos cinemas, mais realista que as tentativas anteriores. Só que, desta vez, o diretor que praticamente definiu um gênero, perdeu o rumo ao abraçar o irreal com todas as forças em “X-Men: Apocalipse”, seu trabalho mais fraco à frente da franquia e o pior da trilogia estrelada pela nova geração, como fala Jean Grey numa cena, em que a brincadeirinha com “O Retorno de Jedi” (1983) saiu pela culatra: “Well, at least we can all agree, the third one is always the worst”. Estaria tudo certo se Bryan Singer seguisse o que ele mesmo ensinou: os mutantes são tão ou mais humanos que nós, homo sapiens. Seus poderes extraordinários sempre ficaram em segundo plano. Mas não neste filme, que exige dos X-Men um esforço para a utilização máxima de suas habilidades, para deter um vilão poderosíssimo, o primeiro mutante a andar na Terra, vindo da era de Imhotep e Anck Su Namun, colecionando os atributos de outros mutantes e se vendendo como uma divindade. Na verdade, porém, Apocalipse não passa de um fanfarrão que quer mandar tudo pelos ares. E ele acorda na década de 1980, dez anos após os eventos de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), graças a uma solução vergonhosa do superestimado roteirista Simon Kinberg, que Singer jamais deveria ter aprovado. Se você não conseguiu enxergar (e não é culpa sua), pode acreditar que Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) é o ator por trás da maquiagem e o “cospobre” de Apocalipse, que daria orgulho aos profissionais que trabalharam em “Power Rangers”, “Jaspion” e “Spectreman”, heroicos artistas que fizeram milagres com um orçamento ridículo. O vilão patético surge com voz de megafone e mais imobilizado, sem expressões ou personalidade, que Darth Vader e RoboCop, o que lhe deixa inerte em cena e obriga a trama e os X-Men a reagirem à sua presença. Então, é hora de dar porrada e descarregar os poderes em cima da criatura estúpida. Pior que a franquia sempre se concentrou em vilões humanos como contraponto aos mutantes. E agora… isso. Desta vez, infelizmente, qualquer traço de humanidade valorizado por Singer nos filmes anteriores foi deixado de lado, apesar do início intrigante. Especialmente a boa parte dramática envolvendo Magneto (Michael Fassbender). Mas é um filme cheio de repetecos, como os dilemas de Jean Grey (agora a talentosa Sophie Turner, de “Game of Thrones”) e o retorno de Mercúrio (o excelente Evan Peters) fazendo exatamente o mesmo de “Dias de um Futuro Esquecido”, mas numa versão estendida em cenário diferente. E, claro, Mística (Jennifer Lawrence), pela milésima vez, tentando nos enganar ao se passar por outra pessoa. Sem esquecer do showzinho básico do Magneto voador arremessando metais para todos os lados. Mas tirando Oscar Isaac, embora seja injusto colocar o mico do figurino em sua conta, o elenco garante a diversão com sua competência indiscutível. Destaque, de novo, para James McAvoy (Charles Xavier) e os já citados Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Evan Peters e Sophie Turner. Vale ainda apontar o jovem Tye Sheridan, que se sai muito melhor que o ex-Ciclope, o insosso James Marsden. Singer só esqueceu de dar um pouco de voz aos “seguranças” do vilão, os quatro modernos cavaleiros do apocalipse. Magneto é o único que não entra mudo e sai calado. Também não espere discussões profundas sobre a origem de Apocalipse e consequentes interpretações bíblicas, embora houvesse material de sobra para agitar um debate interessante sobre o assunto, mas talvez tenha faltado coragem para jogar lenha na fogueira. Fora isso, não há muito o que dizer nessa história, que está lá para servir de apoio para o clímax apoteótico, dominado por uma avalanche de efeitos visuais que fazem o filme de 2000 parecer uma produção rodada no quintal da casa de Bryan Singer, embora tivesse um roteiro bem melhor e personagens mais ricos em humanidade. Aqui, o exagero toma conta da tela, embora a solução final para a batalha pudesse vir a qualquer momento – mas isso transformaria o filme num curta. Apesar de pouco inspirado, Bryan Singer tem crédito, ainda consegue prender a atenção e divertir na medida do possível – não tem como ficar indiferente, por exemplo a uma participação especial lá pela metade do filme, em alusão à história clássica dos quadrinhos “Arma X”. Os fãs piram. E temos uma competente reconstrução dos coloridos e exagerados anos 1980 – que talvez seja uma desculpa para o filme ir pelo mesmo caminho. O fato é que “X-Men: Apocalipse” tem problemas, mas (desculpe-me por isso) não chega a ser o fim do mundo. Verdadeiro apocalipse foram “X-Men: O Confronto Final” (2006) e “X-Men Origens: Wolverine” (2009).

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    Capitão América: Guerra Civil atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial

    21 de maio de 2016 /

    “Capitão América: Guerra Civil” tornou-se o primeiro filme do ano a atingir a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação em bilheteria mundial, tornando-se o 25º longa-metragem a integrar o clube dos bilionários do cinema, sem considerar a inflação. A marca, superada na sexta-feira (20/5), após 24 dias de exibição, ainda ajudou o Marvel Studios a cruzar a barreira dos US$ 10 bilhões de bilheteria desde o lançamento de seu primeiro filme, “Homem de Ferro” (2008), há oito anos. É difícil imaginar agora, mas quando a Disney comprou a Marvel por US$ 4 bilhões, em 2009, analistas de mercado chegaram a dizer que o estúdio estava jogando dinheiro fora, pois nenhuma editora de quadrinhos poderia valer tanto. A Disney, claro, não comprou uma editora de quadrinhos. Comprou uma indústria de franquias, que rendem filmes, séries, brinquedos e diversos produtos derivados, movimentando bilhões anuais. Mais que pago, o negócio se provou extremamente lucrativo. Mas o estúdio também vem se dando bem com aquilo que sempre soube fazer de melhor, animações e produções infantis. “Zootopia” pode se juntar em breve ao clube dos bilionários, já que soma atualmente US$ 972,1 milhões, e “Mogli, o Menino Lobo” continua sua ascensão com US$ 836,1 milhão. Com o impulso dos três filmes citados, mais o sucesso de “Star Wars: O Despertar da Força”, a Disney se tornou o primeiro estúdio do ano a atingir US$ 1 bilhão de arrecadação no mercado doméstico (apenas as bilheterias dos EUA). A marca foi conquistada em tempo recorde, em 128 dias.

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    X-Men: Apocalipse é o blockbuster da vez no circuito de estreias

    19 de maio de 2016 /

    Mais uma semana, mais um blockbuster para ocupar cerca de 40% de todos os cinemas disponíveis no Brasil. Desta vez, a iniciativa é da Fox, que lança “X-Men: Apocalipse” em 1.276 salas nesta quinta (19/5), com 814 telas 3D e domínio do circuito IMAX (12 salas). O longa completa o reboot da franquia – um reinicio que rendeu trilogia, com “X-Men: Primeira Classe” (2011) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) – e reintroduz, em suas versões juvenis, alguns dos mutantes mais famosos da Marvel, Cíclope, Jean Grey, Tempestade e Noturno, interpretados por jovens em ascensão – respectivamente, Sophie Turner (série “Game of Thrones”), Tye Sheridan (“Amor Bandido”), Alexandra Shipp (“Straight Outta Compton”) e Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”). O elenco é impressionante, com James McAvoy (“Victor Frankenstein”), Michael Fassbender (“Macbeth”), Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e, desta vez, faz bom uso do status de estrela de Jennifer Lawrence (franquia “Jogos Vorazes”) como líder dos X-Men. O que atrapalha é o tema que se repete pelo terceiro filme de super-herói consecutivo do ano: o conflito entre os “mocinhos” – justificando os 49% (melhor que “Batman vs. Superman”) de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme só estreia na próxima semana nos EUA. Espera-se que, esgotado o assunto, Fox, Marvel e Warner descubram logo outras histórias. Como ainda há salas lotadas com a briga de “Capitão América: Guerra Civil”, a sequência de outro sucesso tem que se contentar com módicas 250 salas. É o tamanho da distribuição reservada para a comédia “Vizinhos 2”, que volta a juntar Seth Rogen e Zac Efron, desta vez contra uma república de garotas bagunceiras comandada por Chlöe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”). O humor é grosseiro como o filme anterior, mas tem seu apelo. 62% dos críticos americanos aprovaram. Todos os demais lançamentos disputam o já saturado circuito limitado. Mas não são exatamente clássicos, exceto por um, que é de, de fato, um marco de 1982. Os maiores entre os pequenos são dois dramas com astros famosos, o australiano “A Vingança Está na Moda”, estrelado por Kate Winslet (“O Leitor”), que venceu diversos prêmios em seu país de origem, e “Pais & Filhas”, em que Russell Crowe (“Noé”) e Amanda Seyfried (“Ted 2”) enfrentam seus demônios pessoais, separados por uma geração. Ambos ocupam em torno de 45 telas, mas apenas o primeiro vale o ingresso. Para se ter noção, “Pais & Filhas”, dirigido pelo ex-superestimado Gabriele Muccino (“Sete Vidas”), foi considerado podre, com 18% no Rotten Tomatoes. Dois filmes brasileiros entram na faixa seguinte, com 19 e 17 salas, respectivamente. “Amores Urbanos”, estreia na direção de Vera Egito (assistente de “A Deriva”), tenta retratar as crises da geração que cresceu com a MTV, com roqueiros indies atrás e diante das câmeras, mas a cenografia supera a dramaturgia, deixando sua história de adultos imaturos muito abaixo de, por exemplo, “Califórnia”, sobre o amadurecimento de uma adolescente, feito por uma ex-VJ com sangue de cineasta. Já o documentário “Espaço Além – Marina Abramovic e o Brasil” explora a relação artística e espiritual da artista com o país. Os menores lançamentos inéditos são o drama francês de época “Os Anarquistas” (em 12 salas), mais um romance convencional que uma obra sobre o assunto de seu título, e o exercício sul-coreano “Certo Agora, Errado Antes” (3 salas), em que o diretor Hong Sang-soo se mostra mais Hong Sang-soo que nunca, contando duas vezes a mesma história com pequenas diferenças. Seriam dois filmes pelo preço de um único ingresso? Meio filme pelo preço de um ingresso inteiro? Uma lição sobre contemplação zen? Uma pegadinha que deixa críticos teorizando como trouxas? Ah, as reflexões filosóficas profundas que Hong Sang-soo enseja… Fãs paulistas e cariocas de clássicos ainda tem a opção de assistir à versão remasterizada do imponente “Fitzcarraldo”, de Werner Herzog, um desastre amazônico com tantas histórias de bastidores quanto as que foram eternizadas na tela. O relançamento chega a duas salas, uma em São Paulo e outra no Rio.

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    Capitão América: Guerra Civil já é a segunda maior bilheteria mundial do ano

    15 de maio de 2016 /

    “Capitão América: Guerra Civil” não teve dificuldade em manter o domínio das bilheterias nos cinemas americanos pela segunda semana, com uma arrecadação de US$ 72,6 milhões. O desempenho é o oitavo melhor segundo fim de semana da história, demonstrando o fôlego da produção. O longa de super-heróis já encostou nos US$ 300 milhões em arrecadação doméstica, marca que apenas seis filmes superaram no ano passado (e só três no ano retrasado). Além disso, atingiu US$ 940,8 milhões de faturamento mundial, consagrando-se como a segunda maior bilheteria do ano, somente atrás de “Zootopia”, que tem US$ 969,8 milhões. Ambas são produções da Disney, que também comemora o sucesso internacional de “Mogli, o Menino Lobo”. Com US$ 828 milhões, a fábula dos animais falantes avança como a quarta maior bilheteria do ano, fungando atrás de “Batman vs. Superman” (US$ $868,8 milhões). “Mogli, o Menino Lobo” repete a boa colocação no ranking do fim de semana, segurando seu 2º lugar diante das estreias. O período teve apenas dois lançamentos amplos. O thriller “Jogo do Dinheiro”, com George Clooney e Julia Roberts, fez respeitáveis US$ 15 milhões, aparecendo em 3º lugar, à frente do terror de baixo orçamento “The Darkness”, com Kevin Bacon, que gerou US$ 10 milhões à menos, em 4º. É notável como as produções da Bloomhouse Productions, que faturou horrores com a febre do “found footage”, vêm atraindo cada vez menos público, a cada novo lançamento. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 72,5 milhões Total EUA: US$ 295,8 milhões Total Mundo: US$ 940,8 milhões 2. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 17,7 milhões Total EUA: US$ 311,7 milhões Total Mundo: US$ 828 milhões 3. O Jogo do Dinheiro Fim de semana: US$ 15 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 19,7 milhões 4. The Darkness Fim de semana: US$ 5,1 milhões Total EUA: US$ 5,1 milhões Total Mundo: US$ 5,1 milhões 5. O Maior Amor do Mundo Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 28,7 milhões Total Mundo: US$ 28,7 milhões 6. Zootopia Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 331,8 milhões Total Mundo: US$ 969,8 milhões 7. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 44,5 milhões Total Mundo: US$ 153,9 milhões 8. Keanu Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 18,6 milhões 9. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 51,3 milhão Total Mundo: US$ 51,3 milhão 10. A Chefa Fim de semana: US$ 1,1 milhão Total EUA: US$ 61,1 milhões Total Mundo: US$ 73 milhões

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    Pantera Negra: Michael B. Jordan e Lupita Nyong’o entram no novo filme da Marvel

    14 de maio de 2016 /

    Os atores Michael B. Jordan (“Creed”) e Lupita Nyoung’o (“12 Anos de Escravidão”) entraram no elenco de “Pantera Negra”, próximo filme de super-heróis da Marvel. Eles vão se juntar a Chadwick Boseman, que estreou como Pantera Negra no filme “Capitão América: Guerra Civil”, atualmente em cartaz nos cinemas. Os papeis da dupla não foram revelados, mas especula-se que Nyoung’o possa viver um interesse romântico do herói (a cantora Monica Lynne é a favorita, já que Tempestade é da Fox) ou sua irmã Shuri. Já Jordan deve viver o primeiro vilão de sua carreira. A participação do ator também marcará sua terceira parceria consecutiva com o diretor Ryan Coogler, que já o dirigiu em “Creed” (2015) e “Fruitvale Station” (2013). Além de dirigir, Coogler trabalhou no roteiro com Joe Robert Cole (série “American Crime Story”). A estreia de “Pantera Negra” está marcada apenas para fevereiro de 2018.

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    Professor X vai aparecer no filme dos Novos Mutantes

    11 de maio de 2016 /

    A expansão do universo dos “X-Men” continua a todo vapor na 20th Century Fox. E com a estreia de “X-Men: Apocalipse” já próxima e a produção do terceiro e último “Wolverine” encaminhada, as atenções do estúdio começam a se voltar para o lançamento do filme dos “Os Novos Mutantes”. Em entrevista ao site Collider, o produtor Simon Kinberg confirmou o primeiro personagem do novo filme. E é ninguém menos que o Professor X. Ele vai tratar de ensinar uma nova geração de mutantes a controlarem seus superpoderes no Instituto Xavier. Entretanto, fica a dúvida se o personagem será interpretado por James McAvoy ou Patrick Stewart. Kinberg não revelou, mas garantiu que a presença de um deles está assegurada no filme. Enquanto isso, o diretor e roteirista Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) vem publicando em seu Instagram algumas pistas sobre quais serão os jovens heróis que integrarão o longa. O elenco também começará a ser definido em breve. Mas já existe uma tendência por incluir Maisie Williams (série “Game of Thrones”) no projeto. Nos quadrinhos, os Novos Mutantes foram o segundo grupo de heróis mutantes da Marvel, criados em 1982 por Chris Claremont – o autor das histórias adaptados nos filmes “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e “Wolverine – Imortal” (2013). A ideia por trás do projeto era voltar a mostrar mutantes adolescentes, já que àquela altura os X-Men não eram mais estudantes do Instituto Xavier. Na hora de definir quem seriam os novos personagens, Claremont ainda arriscou criar uma equipe mais diversa que a original, combinando diversas etnias: um americano caipira (Míssil), uma refugiada vietnamita (Karma), uma índia cheyenne (Miragem), uma escocesa lobisomem (Lupina) e até um herdeiro milionário brasileiro (Mancha Solar)! A formação original passou por várias reformulações, ganhando, entre outros, os reforços da irmã do X-Men russo Colossus (Magia), uma americana explosiva (Dinamite), um mexicano (Rictor), uma morlock (Skids), um alienígena (Warlock), outro nativo-americano (Apache), outra brasileira (Magma) – ou melhor, uma jovem criada numa cidade perdida da Amazônia – e um personagem que teve morte traumática (Cifra). O filme “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” chegou a mostrar dois Novos Mutantes, que apareceram lutando ao lado dos X-Men do futuro: Apache (vivido por Booboo Stewart) e o brasileiro Mancha Solar (Adan Canto), além de Blink (Fan Bingbing), que tem uma ligação com o grupo. Intitulado, em inglês, “X-Men: The New Mutants”, o filme ainda não tem data de estreia definida.

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    Wolverine 3 começa a ser filmado visando o público adulto

    9 de maio de 2016 /

    O terceiro e último filme de Hugh Jackman no papel de Wolverine começou a ser rodado. O produtor Simon Kinberg anunciou o começo das filmagens de “Wolverine 3” durante a pré-estreia de “X-Men: Apocalipse”, em Londres, que aconteceu na tarde de segunda (9/5). “É um filme bem radical e ousado, um Wolverine diferente do que já foi visto em qualquer longa anterior”, ele comentou, revelando, ainda, que a produção terá mesmo classificação etária elevada, possivelmente “R” nos EUA (imprópria para menores de 17 anos), a mesma de “Deadpool”. “Não tenho certeza sobre o que posso dizer. A história se passa no futuro e, como outros revelaram, será um filme para maiores. É violento e tem um tom meio de faroeste. É um filme diferente e muito legal”, completou. Kinberg não deu maiores detalhes da história, que provavelmente vai se inspirar em “Velho Logan”, quadrinhos passados num futuro distópico, em que os supervilões comandam o mundo e a maioria dos heróis foi derrotada. A trama acompanhava um Wolverine velho e aposentado, que se vê pressionado a voltar à ativa para ajudar um amigo a salvar sua filha. Nos quadrinhos, o amigo era Gavião Arqueiro, que entretanto está “indisponível” para a produção da Fox, já que é um dos Vingadores da Disney. Considerada uma espécie de “Cavaleiro das Trevas” do Wolverine, “Velho Logan” também é, em termos cronológicos, a última aventura do herói. Em entrevista anterior, Hugh Jackman chegou a mencionar que a história lhe parecia “o jeito perfeito de encerrar” a história do personagem – ou, pelo menos, seu ciclo no papel. O ator também confirmou na Comic-Con que vai interpretar Wolverine pela última vez no terceiro filme do mutante – ocasião em que citou pela primeira vez as três palavras que se repetem desde então: “Old Man Logan”. Além de Jackman, Patrick Stewart já disse que deve voltar a viver o Professor Xavier neste filme, o que confirma a expectativa sobre uma trama no futuro, onde a versão mais velha do Professor X foi vista pela última vez (em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). Mas ele não teve seu novo confirmado no elenco. Até o momento, a produção só confirmou as participações de Boyd Holbrook (série “Narcos”), que foi escalado como vilão, Stephen Merchant (série “Hello Ladies”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Elise Neal (“O Rei das Armas”). O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). Ainda sem título oficial, o filme chega em 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Capitão América: Guerra Civil tomou 76% de toda a bilheteria do fim de semana no Brasil

    9 de maio de 2016 /

    Se havia necessidade de demonstrar melhor o que significa deixar metade dos cinemas brasileiros com um único filme, o desempenho de “Capitão América: Guerra Civil” tornou-se autoexplicativo. Depois de bater recorde em sua estreia no Brasil, o filme rendeu, em seu segundo fim de semana em cartaz, mais R$ 27,4 milhões, com público de 1,6 milhão de espectadores. O levantamento foi feito pela empresa de monitoramento ComScore. A diferença de rendimentos para o 2º colocado do ranking de faturamento, “Mogli, O Menino Lobo”, é brutal. A fábula da Disney não passou dos R$ 2,7 milhões e 179,6 mil espectadores. Para se ter ideia, a arrecadação de “Capitão América” chega a representar 76% do total de ingressos vendidos no período em todo o país. Sem regulação da Ancine, o mercado vai enfrentar um quebra-cabeça e tanto para encaixar “Angry Birds – O Filme” nos cinemas, a partir de quinta (12/5). Vai faltar sala até para os lançamentos limitados.

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    Sharon Stone revela que vai participar de um filme de super-herói da Marvel

    9 de maio de 2016 /

    A atriz Sharon Stone revelou, em entrevista ao apresentador James Corden neste fim de semana, que participará de um filme do universo cinematográfico da Marvel, mas não quis revelar qual. “Eu vou participar de um filme da Marvel”, disse a atriz, ao aparecer no programa junto com o ator Sebastian Stan, o Bucky Barnes/Soldado Invernal de “Capitão América: Guerra Civil”. Sem dar mais detalhes, alegando termos de confidencialidade do contrato, ela ressaltou, no entanto, que seria uma pequena participação. Porém, como a atriz usou o termo “wee” (pequenina) para se referir ao papel, já surgem especulações de que o uso da palavra seria, na verdade, uma referência bem discreta ao filme “Homem-Formiga e a Vespa”, sobre personagens que diminuem de tamanho. O mais divertido é que Sharon Stone poderia, então, interpretar Janet van Dyne, a Vespa original e esposa do Dr. Hank Pym nos quadrinhos. Vale lembrar que Pym é interpretado por Michael Douglas, que protagonizou cenas quentes com a atriz no suspense “Instinto Selvagem”, de 1992. Será que teremos esse reencontro nos cinemas?

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    Capitão América: Guerra Civil registra maior estreia do ano nos EUA

    8 de maio de 2016 /

    “Capitão América: Guerra Civil” não teve dificuldades em estabelecer o recorde de maior estreia de 2016, abrindo em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas, com US$ 181,7 milhões em seu primeiro fim de semana. O resultado representa a quinta maior abertura de todos os tempos nos EUA e o maior sucesso de um filme “solo” de herói da Marvel, acima de “Homem de Ferro 3” (US$ 174,1 milhões), mas abaixo dos dois longas dos Vingadores. Detalhe: quatro das cinco maiores aberturas do cinema americano são produções da Disney! O sucesso de arrecadação reforça a avaliação de que “Capitão América: Guerra Civil” está sendo visto como um filme dos Vingadores. Neste sentido, a diferença de seu desempenho em relação ao lançamento dos filmes anteriores da franquia é bastante expressiva: “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011) e “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) abriram com US$ 65 milhões e US$ 95 milhões, respectivamente. No mercado internacional, onde o filme teve seu lançamento antecipado a partir de 28 de abril, o desempenho é ainda mais impressionante, com quase US$ 500 mil arrecadados em 11 dias – dos quais US$ 220 milhões foram faturados neste fim de semana. Somando a receita norte-americana, o filme já está com US$ 678,3 milhões de faturamento mundial. Graças a essa arrancada, a expectativa é que “Capitão América: Guerra Civil” supere facilmente a cobiçada marca de US$ 1 bilhão em ingressos vendidos. A Disney, por sinal, protagoniza uma disputa interna para comemorar qual filme chegará primeiro ao clube do bilhão em 2016. Afinal, “Zootopia” continua vendendo ingressos em todo o mundo e atingiu, nos últimos três dias, o montante de US$ 956,4 milhões. Embora tenha sido lançado há dois meses, o longa animado faturou mais US$ 20 milhões ao longo desta semana e continua em cartaz em muitos países. “Mogli, o Menino Lobo” é outro candidato da Disney ao primeiro bilhão do ano. Após três fins de semana liderando as bilheterias dos EUA, o filme perdeu o trono para “Capitão América”, mas atingiu US$ 776,1 milhões em todo o mundo e já superou “Deadpool” (US$ 762 milhões) no ranking das maiores arrecadações mundiais de 2016. Por enquanto, porém, o segundo maior faturamento mundial do ano pertence a “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. O longa da Warner está com US$ 865,4 milhões, mas já neste fim de semana despencou para o final do Top 10 dos EUA, demonstrando o final de seu fôlego na competição comercial. Vale lembrar, ainda, que “Batman vs. Superman” abriu com US$ 166 milhões nos EUA e viu seu faturamento despencar em sua segunda semana, graças, em parte, à recepção negativa da crítica (apenas 27% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes). Já “Capitão América: Guerra Civil” abriu não apenas com maior dianteira financeira, mas também com a benção da crítica (91% de aprovação no Rotten Tomatoes). BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 181,7 milhões Total EUA: US$ 181,7 milhões Total Mundo: US$ 678,3 milhões 2. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 21,8 milhões Total EUA: US$ 284,9 milhões Total Mundo: US$ 776,1 milhões 3. O Maior Amor do Mundo Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 20,7 milhões Total Mundo: US$ 20,7 milhões 4. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 40,3 milhões Total Mundo: US$ 146,2 milhões 5. Keanu Fim de semana: US$ 3 milhões Total EUA: US$ 15,1 milhões Total Mundo: US$ 15,1 milhões 6. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 48,7 milhões Total Mundo: US$ 48,7 milhões 7. Zootopia Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 327,6 milhões Total Mundo: US$ 956,4 milhões 8. A Chefa Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 59,1 milhões Total Mundo: US$ 71 milhões 9. Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank Fim de semana: US$ 1,4 milhão Total EUA: US$ 7 milhões Total Mundo: US$ 7 milhões 10. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 327,2 milhões Total Mundo: US$ 865,4 milhões

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    Deadpool faz piada com Capitão América no comercial de seu Blu-ray

    7 de maio de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou um comercial do lançamento de “Deadpool” em Blu-ray. O vídeo conserva o humor desbocado do personagem, trazendo Ryan Reynolds devidamente uniformizado, numa sala de cinema, para dizer uma piada sobre o Capitão América. “Eu não carrego um escudo, mas sempre trago proteção”, diz o herói, usando duplo sentido para se referir a uma famosa marca de camisinhas (Shield, que é “escudo” em inglês). O longa já faturou US$ 761,7 milhões ao redor do mundo e já garantiu a produção de sua continuação. O Blu-ray chega às lojas na terça (10/5), nos EUA. https://www.youtube.com/watch?v=vjQuhetvHDw

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    Anjo e Noturno lutam em cena de X-Men: Apocalipse

    7 de maio de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou duas cenas de “X-Men: Apocalipse”. Numa delas, Moira MacTaggert (Rose Byrne) conta a história de Apocalipse para o Professor Xavier (James McAvoy) e Destructor (Lucas Till). Mas a melhor destaca Mística (Jennifer Lawrence), adentrando o antro em que os mutantes Anjo (Ben Hardy) e Noturno (Kodi Smit-McPhee) são forçados a lutar entre si numa jaula eletrificada. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta uma equipe, incluindo Magneto (Michael Fassbender), para acabar com a humanidade e criar um novo mundo para os mutantes, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística deve liderar os X-Men para impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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