Criador de Cable compartilha foto do encontro com Josh Brolin, intérprete do personagem em Deadpool 2
O criador do herói Cable, Rob Liefeld, publicou em seu Instagram uma foto que registra seu encontro com Josh Brolin, intérprete de Cable, no set de “Deadpool 2”. Na legenda, ele assume seu momento de fanboy, derretendo-se diante do prospecto de ver sua criação ganhar carne e osso, na interpretação do ator “mais perfeito para o papel”. Embora não esteja diretamente envolvido nos filmes de Deadpool, personagem que ele também criou, Liefeld teria sido consultado por Ryan Reynolds, protagonista e produtor da franquia, sobre diversas decisões. Por exemplo, ele recomendou que o primeiro filme não incluísse Cable, já que a origem de Deadpool seria o suficiente para distrair o público, mas está entusiasmado com a introdução de Cable e Dominó (vivida por Zazie Beetz), mais uma de suas criações, no segundo longa-metragem. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018. CABLE!! Say what?? I’m going to actually meet him in the flesh and blood(and steel coils)?? And, oh, by the way, he’s one of your favorite and one of the most talented actors of all space and time! Yeah, I dare you to try and meet one of your own creations and not get umpteen butterflies in your stomach. I don’t remember anything that was said here besides me thinking “I’m meeting CABLE!! HOW AWESOME IS THIS?!?!” Mr. Josh Brolin could not be more perfect in this role. He is amazing and outstanding and you will no doubt be as giddy as I was when watching him portray Cable. His commitment to becoming Cable goes beyond his physical transformation, he found the voice that fans will go crazy about! Ryan as Deadpool and Josh as Cable. Look out World this is going to be nuts! #cable #xforce #deadpool #robliefeld #marvel #20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por RobertLiefeld (@robliefeld) em Nov 13, 2017 às 2:11 PST
Morbius: Vilão do Homem-Aranha pode ganhar filme próprio
O vilão do Homem-Aranha Morbius pode ganhar um filme, com os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless (dos fracos “Drácula – A História Nunca Contada”, “O Último Caçador de Bruxas” e “Deuses do Egito”). Segundo o site The Hollywood Reporter, a dupla está negociando com a Sony para escrever a adaptação. O filme se juntaria aos projetos atualmente em desenvolvimento na Sony: “Venom” e “Silver & Black”, sobre o universo do Homem-Aranha. E também abriria a possibilidade de explorar histórias de terror da Marvel, algo que “Novos Mutantes” já pretende fazer. Criado por Roy Thomas e Gil Kane em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, ao contrário dos demais, que só viram criaturas da noite após a morte. Além das aparições como vilão do Homem-Aranha, ele chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, tornando-o um anti-herói. Caso o projeto realmente vá em frente, será a segunda vez que Morbius é considerado para um filme. Em 2000, a Marvel quase cedeu o personagem para o estúdio Artisan, especializado em terrores baratos.
Série do Justiceiro divide opiniões da crítica americana
As primeiras críticas da série do Justiceiro (The Punisher), na Neflix, começaram a ser publicadas nesta segunda-feira (13/11), e foram bem divisivas, do tipo “obra-prima”/”lixo”. Enquanto alguns se entusiasmaram a ponto de considerá-la a melhor das séries da Marvel exibidas pelo serviço de streaming, com muitos elogios para o ator Jon Bernthal, intérprete do protagonista, não faltaram os que acharam a produção simplesmente tediosa. Houve até quem a definisse como uma “Person of Interest” (Pessoa de Interesse) piorada. A atração foi desenvolvida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e estreia na sexta, dia 17 de novembro, na plataforma de streaming. Veja abaixo algumas das opiniões pinçadas entre as críticas americanas. “’O Justiceiro’ é entretenimento empolgante e politicamente ousado, que não tem medo de mergulhar na complexidade de uma nação que se define pela quantidade imensurável de morte que inflige nos outros em nome da paz” – Chris Cabin, Collider. “A Netflix disponibilizou todos os 13 episódios para o público e, apesar de fortes performances de Jon Bernthal, Daniel Webber e Ebon Moss-Bachrach, foi difícil chegar até o final. Eu fiquei pensando em ‘Person of Interest’, que fez um trabalho melhor com um material similar” – Gavia Baker-Whitelaw, The Daily Dot. “Além de ser a melhor, também é a mais violenta… ‘O Justiceiro’ é a série que a Marvel precisava. É a série que prova que ainda há esperança para a editora na TV. E sim, se formos julgar puramente pelo ato de se transformar num personagem, Benthal absolutamente merece um Emmy por sua performance” – Merrill Barr, Forbes. “Para uma série que, em vista da época em que está sendo lançada, poderia ser tão controversa, sua maior polêmica deve ser a falta de polêmica. Frank Castle faz algumas coisas ruins, mas nada tão ruim quanto o que vemos nos EUA todos os dias. Como uma narrativa sobre veteranos de guerra que tentam encontrar seu lugar no mundo, “Justiceiro” tem algo a dizer. Mas poderia ter sido muito mais curta, e sua inclusão no universo Marvel parece apenas tangencial na melhor das hipóteses” – Liz Shannon Miller, Indie Wire. “O primeiro episódio de ‘O Justiceiro’ é entediante e repetitivo. Nada nele indica algo diferente daquilo que já vimos em ‘Demolidor’. Seguindo a toada, o quinto e sexto episódios são ainda mais lentos, numa indicação de que a Netflix ainda não aprendeu a superar o embaço do meio de suas temporadas” – Susana Polo, Polygon. “Graças à performance de Jon Bernthal como o vigilante Frank Castle, e à mente sagaz do showrunner Steve Lightfoot, ‘O Justiceiro’ chega aos pontos altos de ‘Jessica Jones’ ao introduzir um personagem conturbado e mortal” – Sonia Saraiya, Variety “‘O Justiceiro'” faz um excelente trabalho para reintroduzir um personagem icônico, com a ajuda de uma performance brilhante de Jon Bernthal” – David Griffin, IGN “No final das contas, ‘O Justiceiro’ oferece para os fãs do personagem uma experiência melhor do que as três adaptações fracassadas do personagem no cinema. Mas aqueles que procuram mais escapismo em sua narrativa de super-heróis podem achar melhores séries tão sombrias quanto, mas muito menos tediosas da Marvel/Netflix” – Robert Yaniz Jr., We Got This Covered.
Thor: Ragnarok mantém 1º lugar e já supera bilheterias dos dois filmes anteriores da franquia
“Thor: Ragnarok” enfrentou pais em dose dupla e trens expressos sem sair do lugar: o 1º lugar das bilheterias na América do Norte. O blockbuster da Marvel faturou US$ 56,6M (milhões) na estimativa do site Box Office Mojo, em seu segundo fim de semana em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá. É uma arrecadação incomum para uma produção em sua segunda semana, ainda mais por disputar ingressos com duas grandes estreias no período. O sucesso de “Thor: Ragnarok” é tão estrondoso que já superou, em apenas de dez dias, toda a arrecadação conquistada pelos dois longas anteriores da franquia, “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), tanto no mercado doméstico quando em seu faturamento mundial. O lançamento já soma US$ 211,5M na América do Norte e US$ 650M em todo o mundo, ultrapassando “Thor: O Mundo Sombrio”, que fez US$ 206M e US$ 644M em 23 semanas. Entre as estreias, “Pai em Dose Dupla 2” foi a que se saiu melhor. Apesar de ter sido destruída pela crítica, com míseros 16% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a curiosidade de ver Mel Gibson numa comédia, como o pai de Mark Wahlberg, lhe rendeu o 2º lugar no ranking com um faturamento considerável de US$ 30M. Mas “Assassinato no Expresso do Oriente” não ficou muito atrás, com US$ 28,2M. A diferença pode ser creditada às 230 salas a menos que receberam esta produção. Apesar do grande elenco – Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, etc – , o “remake” de Kenneth Branagh não conseguiu atingir a consagração da primeira versão da obra de Agatha Christie, encenada em 1974 e premiada pelo Oscar (Melhor Atriz Coadjuvante, vencido por Ingrid Bergman). Sem empolgar a crítica, conquistou 58% de aprovação e elogios para sua direção de arte. “Pai em Dose Dupla 2” e “Assassinato no Expresso do Oriente” estreiam, respectivamente, em 23 e 30 de novembro no Brasil. A grande sensação da semana, porém, não foi nenhum título do Top 3. De forma inesperada e impressionante, a novidade mais celebrada acabou sendo o filme que fecha o Top 10. “Lady Bird” foi lançado na semana passada em circuito ultra-limitado, apenas em Los Angeles e Nova York, e expandiu suas salas na última sexta (10/11) para atingir um total de 37 cinemas. Mesmo assim, virou um dos dez filmes mais vistos do fim de semana nos Estados Unidos, faturando US$ 1,2M. O valor representa uma arrecadação de US$ 33,7 mil por sala. Para se ter noção, “Thor: Ragnarok” faturou no mesmo tempo US$ 13 mil por sala – mas nem em sua estreia conseguiu tanto (US$ 30 mil). Trata-se de um fenômeno, que transforma “Lady Bird” num dos filmes indies mais bem-sucedidos do ano, além de lhe jogar holofotes na véspera das premiações do cinema americano. O filme marca a estreia na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”). Ela não atua na produção, mas Saoirse Ronan (“Brooklyn”) é basicamente uma transposição das personagens rebeldes e desfocadas que Gerwig transformou em carreira. Vale lembrar que, além de atriz, Gerwig é uma escritora talentosa. Ela escreveu, entre outros, “Frances Ha” (2012) e “Mistress America” (2015), seus filmes mais famosos. E também assina o roteiro de “Lady Bird”, que é uma síntese de suas angústias existenciais, inspirado em sua própria vida. A previsão de estreia no Brasil é, inacreditavelmente, apenas para abril, cinco meses após o lançamento nos EUA e um mês inteiro depois do anúncio dos vencedores do Oscar 2018, que deve contar com sua presença entre os indicados. Trata-se de reincidência. Este descaso sempre costuma acontecer quando um grande estúdio (leia-se Universal) assume a distribuição internacional de uma produção indie. Confira, abaixo, o desempenho dos dez filmes de maior bilheteria do fim de semana na América do Norte. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 56,6M Total EUA: US$ 211,5M Total Mundo: US$ 650M 2. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 30M Total EUA: US$ 30M Total Mundo: US$ 30M 3. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 28,2M Total EUA: US$ 28,2M Total Mundo: US$ 85,4M 4. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 11,5M Total EUA: US$ 39,8M Total Mundo: US$ 46,5M 5. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 34,3M Total Mundo: US$ 79M 6. Tyler Perry’s Boo 2! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 2M Total EUA: US$ 45,9M Total Mundo: US$ 46,6M 7. Tempestade – Planeta em Fúria Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 31,6M Total Mundo: US$ 199M 8. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA: US$ 88M Total Mundo: US$ 243M 9. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 1,3M Total EUA: US$ 54,9M Total Mundo: US$ 88,1M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA: US$ 1,7M Total Mundo: US$ 1,7M
Runaways: Novos super-heróis de série da Marvel ganham pôsteres individuais
A plataforma de streaming Hulu divulgou um banner e uma coleção de pôsteres de sua primeira série de super-heróis “Runaways”, adaptação dos quadrinhos da Marvel criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”). Enquanto o banner reúne os protagonistas, os pôsteres destacam suas mãos, de forma individual, numa mostra de seus poderes. A premissa é a mesma dos quadrinhos, publicados no Brasil como “Fugitivos”. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Os heróis juvenis da trama são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Originalmente, a Marvel chegou a considerar transformar a história num filme. Em 2010, a produção chegou a ter um roteiro desenvolvido por Vaughan em parceria com Peter Sollet (“Nick e Norah – Uma Noite de Amor e Música”), que também seria responsável pela direção. Mas o projeto nunca saiu do papel. A versão de streaming é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”. A série estreia em 21 de novembro nos Estados Unidos e será exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Agents of Shield enfrentam alienígenas nos trailers eletrizantes da 5ª temporada
Apesar da queda de audiência, a 4ª temporada de “Agents of SHIELD” foi uma das melhores da série, com ênfase em elementos de terror e sci-fi. E os primeiros trailer da 5ª temporada revelam que a tendência vai continuar nos próximos episódios, com direito a alienígenas, naves espaciais, armas de raios e trama espacial eletrizante. A sinopse oficial não fornece detalhes sobre os alienígenas. Diz apenas que, dando sequência ao cliffhanger da temporada passada, Coulson (Clark Gregg) acorda a bordo de uma nave e descobre que alguns, mas não todos, de seus agentes foram levados junto com ele para o espaço. Ao entrar em contato com outras pessoas na nave, eles descobrem que algo está terrivelmente errado, pois os demais acreditam que eles irão salvá-los. Apesar da falta de explicações, as criaturas mostradas nas prévias lembram velhos conhecidos dos quadrinhos. Os seres azulados parecem os famigerados krees, raça invasora criada por Stan Lee e Jack Kirby nas páginas do Quarteto Fantástico em 1967, que está vinculada à origem da Capitã Marvel. Já os monstros que Mack (Henry Simmons) compara aos xenomorfos da franquia cinematográfica “Alien” são baseados na Ninhada (the Brood), criada por Chris Claremont e Dave Cockrum numa história dos X-Men de 1982 – e que curiosamente também encontraram a heroína que será vivida por Brie Larson no cinema. Além disso, há um personagem com um capacete espacial, que parece uma mistura daquele usado pelo Senhor das Estrelas de “Guardiões da Galáxia” com o elmo do herói Nova nos quadrinhos. Mas o personagem pode ser, simplesmente, algum dos humanos da nave, que tiveram suas fotos e descrições apresentadas anteriormente. Os novos personagens são Deke (Jeff Ward, da série “Channel Zero”), um sobrevivente que ajuda as pessoas por um preço, Tess (Eve Harlow, de “The 100”), uma mulher autossuficiente e esperançosa, que lida com circunstâncias desesperadoras, Flint (Coy Stewart, de “Bella and the Bulldogs”), um inumano capaz de controlar pedras, e Grill (Pruitt Taylor Vince, de “Heroes: Reborn”), sujeito mal-humorado que não tem ilusões sobre o mundo em que vive. A 5ª temporada de “Agents of SHIELD” estreia no dia 1º de dezembro pela rede ABC nos Estados Unidos, com a exibição de um episódio duplo de duas horas de duração. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Sony.
Gal Gadot teria condicionado sua participação em Mulher-Maravilha 2 à saída de Brett Ratner da produção
A estrela da “Mulher Maravilha”, Gal Gadot, estaria condicionando sua participação na continuação do filme à saída de Brett Ratner da produção. Não apenas nominalmente, mas também financeiramente. A afirmação é do site de celebridades Page Six, que pertence ao jornal New York Post. Uma fonte do site afirmou que a atriz não quer que “Mulher-Maravilha” seja associado a “um homem acusado de má conduta sexual”. “Gadot está dizendo que não vai participar da sequência, a menos que a Warner Bros. compre a participação de Brett [de seu acordo de financiamento] e se livre dele”. Gadot já tinha evitado participar de um evento em homenagem a Ratner, na véspera da publicação da denúncia do Los Angeles Times, em que ele foi acusado de abuso sexual. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ela tinha sido escolhida para fazer uma homenagem a Ratner, porque sua empresa de produção, RatPac-Dune Entertainment, ajudou a produzir “Mulher-Maravilha”, como parte de seu acordo de co-financiamento com a Warner Bros. Tanto que, no lugar da atriz, a diretora de “Mulher-Maravilha”, Patty Jenkins, prestou a homenagem – poucos dias antes do escândalo estourar. Ratner virou sócio da Warner após fundar a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey, em 2012. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e ajudou a financiar os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Graças a este relacionamento bem-sucedido, Ratner tinha um escritório de luxo no set da Warner, que antigamente era usado por Frank Sinatra. A fonte acrescentou que Gadot “sabe que a melhor maneira de derrotar pessoas poderosas como Brett Ratner está na carteira. Ela também sabe que a Warner Bros. tem que tomar partido nessa questão. Eles não podem fazer um filme enraizado no empoderamento feminino com financiamento de um homem acusado de má conduta sexual contra as mulheres”. Na verdade, já um movimento nesse sentido. Na semana passada, o estúdio anunciou que estava cortando os laços com Ratner. Após as várias alegações de assédio sexual, seu nome será tirado dos futuros lançamentos do estúdio coproduzidos pela RatPack-Dune – entre eles, os esperados “Liga da Justiça” e “Tomb Raider”. Para remediar o estrago, o próprio produtor emitiu uma nota dizendo que a iniciativa de se afastar da Warner tinha sido sua. Em comunicado sucinto, ele afirmou: “Tendo em vista as alegações feitas, eu escolho pessoalmente me afastar de todas as atividades relacionadas à Warner Bros. Não quero trazer impactos negativos ao estúdio até que estas questões pessoais sejam resolvidas”. No início deste mês, Gadot postou no Instagram: “O assedio e o assédio sexual são inaceitáveis! Estou ao lado de todas as mulheres corajosas que enfrentam seus medos e denunciaram. Estamos todas unidas neste momento de mudança”. O Page Six buscou confirmar a informação junto com Gadot e Ratner, mas eles não comentaram. Já um representante da Warner Bros. disse apenas: “Falso”.
Anna Paquin confirma denúncia de homofobia de Ellen Page contra Brett Ratner
A atriz Anna Paquin, que viveu Vampira na franquia “X-Men”, confirmou nas redes sociais as acusações que Ellen Page fez contra o diretor Brett Ratner. Page afirmou que sofreu com a homofobia do diretor, ao ter sua homossexualidade escancarada por ele na primeira reunião do elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006). De acordo com Page, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’”, Page recordou, num longo texto sobre assédio em Hollywood, publicado em seu Facebook. “Eu estava lá quando ele (Ratner) fez esse comentário. Eu te apoio Ellen Page”, escreveu Paquin no Twitter. Page revelou que ficou desconfortável com as atitudes homofóbicas e machistas do diretor durante todo o período de filmagens. Ela ainda relatou ter escutado ele falar sobre a vagina de uma das mulheres do set. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Questionada por seus seguidores porque não disse nada no momento em que ouviu o comentário, Paquin acrescentou: “Se você não consegue pensar na razão óbvia de porquê eu fiquei em silêncio, então talvez tenha esquecido que eu estou nesta indústria criadora de vítimas desde antes de atingir a puberdade”. Anna Paquin venceu o Oscar por “O Piano” (1994), aos 11 anos de idade, tornando-se a segunda atriz mais jovem a conquistar um troféu da Academia. E, por seu comentário, também deve ter histórias para contar, que não está contando. Por sua vez, Brett Ratner está envolvido na onda de escândalos que assola Hollywood, após ser acusado de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). I was there when that comment was made. I stand with you .@EllenPage https://t.co/DEIvKDXeEL — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017 If you can't think of the glaringly obvious reason I remained silent then perhaps you've forgotten that I've been in this victim grooming industry since before I hit puberty. — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017
Ellen Page acusa Brett Ratner de homofobia nas filmagens de X-Men: O Confronto Final
A atriz Ellen Page publicou um longo post em sua conta pessoal no Facebook onde reflete sobre as diversas acusações de abuso sexual em Hollywood, revelando momentos conturbados que ela própria passou durante sua carreira. Logo no começo, ela destaca ter sofrido um ataque homofóbico do diretor Brett Ratner, um dos nomes envolvidos em escândalos sexuais. De acordo com a atriz, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho para o encontro com o elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’. Ele era o diretor do filme, Brett Ratner”, ela recordou. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Ratner também foi descrito como misógino pelas mulheres que o acusaram de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro, entre elas as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ellen Page também lembrou outras situações inconvenientes de sua carreira. Sem citar o nome do diretor, ela contou ter sido assediada aos 16 anos de idade. “Quando eu tinha 16 anos, um diretor me levou para jantar (uma obrigação profissional bem comum). Ele acariciou minha perna debaixo da mesa e disse: “Você tem que tomar a iniciativa, eu não posso”. Eu não tomei e tive a sorte de me afastar dessa situação. Mas foi uma percepção dolorosa: minha segurança não estava garantida no trabalho. Uma figura de autoridade adulta para quem eu trabalhava pretendia me explorar fisicamente. Fui assaltada sexualmente meses depois. E um diretor pediu que eu transasse com um homem de 20 e poucos anos e depois lhe contasse. Isto foi o que me aconteceu durante os meus 16 anos, um adolescente na indústria do entretenimento”. Ela comentou que, enquanto vítimas sofrem, os abusadores seguem festejados em Hollywood. E, neste contexto, menciona que o maior erro de sua carreira foi ter trabalhado com Woody Allen, que foi acusado de ter abusado de sua filha. “Fiz um filme do Woody Allen e é o maior arrependimento da minha carreira. Tenho vergonha de ter feito isto. Eu ainda tinha que encontrar a minha voz e não era quem eu sou agora e me senti pressionada, porque “Claro que você tem que dizer sim a este filme Woody Allen”. No final das contas, no entanto, é minha responsabilidade decidir que fazer e fiz a escolha errada. Cometi um erro terrível.” A atriz participou de “Para Roma, com Amor” (2012), de Allen. Desde então, se assumiu lésbica. E voltou a ser convidada a viver a mutante Kitty Pryde em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), logo após sair do armário publicamente. Desta vez, sem traumas.
Primeiro pôster de Deadpool 2 traz o herói no espírito do Dia de Ação de Graças
A Fox divulgou o primeiro pôster de “Deadpool 2”. No espírito do Dia de Ação de Graças, o cartaz traz o herói vivido por Ryan Reynolds servindo um peru, numa mesa que inclui os personagens do primeiro filme: Colossus (criado por computação gráfica), Negasonic Teenage Warhead (ou Míssil Adolescente Negassônico, vivida por Brianna Hildebrand), Vanessa (Morena Baccarin), Fuinha (T.J. Miller), Cega Al (Leslie Uggams) e até o taxista Dopinder (Karan Soni), além das duas principais novidades da nova produção: Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets), sem esquecer o retrato de Stan Lee na parede. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.
Personagens de Pantera Negra ilustram 11 pôsteres individuais
A Marvel divulgou uma coleção de pôsteres de “Pantera Negra”, que destacam os personagens do filme. São 11 cartazes, que trazem, pela ordem (abaixo): Chadwick Boseman (“Capitão América: Guerra Civil”) como Tchalla, o Pantera Negra, Letitia Wright (série “Humans”) como sua irmã Shuri, Angela Bassett (“Invasão a Londres”) como sua madrasta Ramonda, Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”) como seu mentor e guia espiritual Zuri, Daniel Kaluuya (“Corra!”) como seu melhor amigo W’Kabi, Danai Gurira (série “The Walking Dead”) como a guerreira Okoye, Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) como outra guerreira, Nakia, Martin Freeman, reprisando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), como o oficial da ONU Everett K. Ross, além dos vilões da história: Erik Killmonger, vivido por Michel B. Jordan (“Creed”), M’Baku, interpretado por Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”), e Ulysses Klaue, que Andy Serkis também já interpretou em “Capitão América: Guerra Civil”. Segundo a sinopse oficial divulgada, “Pantera Negra” encontra T’Challa (Boseman) imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), em sua volta para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Disney vai produzir primeira série live action de Star Wars para lançar seu serviço de streaming
A Disney planeja produzir a primeira série live-action de “Star Wars” para lançar seu serviço de streaming. E não é só. De acordo com a revista Variety, a produção será acompanhada por uma série animada da Pixar baseada em “Monstros S.A.”, uma produção derivada da franquia “High School Musical”, do Disney Channel, e uma nova atração de super-heróis da Marvel. Ainda não há informações sobre os detalhes de nenhum desses projetos, mas eles deixam claro que a Disney pretende investir em conteúdo de prestígio para lançar sua plataforma, visando competir de forma agressiva com a Netflix. A empresa anunciou o projeto em agosto, antecipando que não renovaria a licença de exibição de seu conteúdo na Netflix, apostando na exclusividade de seus filmes e séries como mais um fator para atrair assinantes para seu serviço. A princípio, o projeto seria voltado apenas para desenhos animados e produções da própria Disney, com serviços similares para a Marvel e a Lucasfilm, mas o CEO da companhia, Bob Iger, reavaliou o negócio e decidiu concentrar tudo numa única plataforma. A plataforma da Disney será lançada em 2019.
DC Comics contrata criador de Jessica Jones, Era de Ultron e do universo Ultimate da Marvel
A DC Comics foi ao Twitter anunciar a contratação de um dos principais roteiristas da Marvel, Brian Michael Bendis. Ele é responsável, simplesmente, pela criação de Jessica Jones, que hoje tem sua série própria na Netflix, além do universo Ultimate, que inspira boa parte dos filmes da Marvel, especialmente “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, além de ter assinado alguns dos principais crossovers da editora, como, por exemplo, “Era de Ultron”, título de outro filme do estúdio. Bendis também criou os quadrinhos indies “Powers”, que também virou série, e pode ter uma terceira criação adaptada para a TV – “Scarlet”, no canal pago Cinemax. “Estamos mais do que emocionados por dar as boas-vindas a Brian Michael Bendis exclusivamente à família DC, com um acordo de muitos anos e muitas facetas. Ele é um dos mais premiados escritores na indústria, criando muitas histórias inesquecíveis onde quer que esteja, e mal podemos esperar para ver o que ele planejou para o universo DC”, escreveu a DC. O próprio escritor confirmou o contrato em seu Twitter. “É real. Eu amo todos vocês. Mudar é bom. A mudança é saudável. Estou cheio de idéias e inspirações. Detalhes por vir! Fiquem ligados!”












