Fotos de Jogador Nº 1 ganham versões oficiais em alta resolução
A Warner divulgou as versões oficiais em alta resolução das fotos de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que traz o diretor Steven Spielberg de volta à ficção científica. A maioria tinha sido disponibilizadas anteriormente pela revista Entertainment Weekly – em baixa resolução e marcadas por logotipos. Mas há uma foto inédita, que reúne os personagens de Tye Sheridan (“X-Men: Apocalipse”) e Olivia Cooke (série “Bates Motel”). Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade Watts (Tye Sheridan) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop dos anos 1980. O elenco ainda inclui Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Sci-fi futurista de Steven Spielberg, Jogador Nº 1 ganha trailer legendado
A Warner divulgou a versão legendada do trailer de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que foi disponibilizado no fim de semana nos Estados Unidos. O vídeo se alterna entre cenas de um futuro distópico e imagens de videogame. Mas o mundo criado por computação gráfica não passa a impressão de ser tão imersivo quanto a premissa sugere, em parte porque os efeitos não são realistas. O longa marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica e é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, passada no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade prefere mergulhar no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também irá encontrar centenas de easter eggs na produção para identificar. Já é possível ver várias menções à cultura pop da época no trailer, desde a trilha com Van Halen, um boom box saído de “Digam o que Quiserem” (1989), o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985) e a lutadora Chun Li de “Street Fighter”, mas também há a aparição do “Gigante de Ferro” (que é na verdade de 1999), o Match 5 de “Speed Racer” (que é dos anos 1960) e personagens de games mais recentes. Além de Tye Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Trailer de Jogador Nº 1 leva Steven Spielberg de Volta para o Futuro
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer completo de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica. Ainda sem legendas, o vídeo se alterna entre cenas de um futuro distópico e imagens de videogame. Mas o mundo criado por computação gráfica não passa a impressão de ser tão imersivo quanto a premissa sugere, em parte porque os efeitos não são realistas. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade prefere mergulhar no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também irá encontrar centenas de easter eggs na produção para identificar. Já é possível ver várias menções à cultura pop da época no trailer, desde a trilha com Van Halen, um boom box saído de “Digam o que Quiserem” (1989), o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985) e a lutadora Chun Li de “Street Fighter”, mas também há a aparição do “Gigante de Ferro” (que é na verdade de 1999), o Match 5 de “Speed Racer” (que é dos anos 1960) e personagens de games mais recentes. Além de Tye Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Fotos revelam distopia de Jogador Nº 1, nova sci-fi de Steven Spielberg
A revista Entertainment Weekly divulgou quatro novas fotos de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica. As imagens destacam os personagens de Tye Sheridan (“X-Men: Apocalipse”) e Olivia Cooke (série “Bates Motel”), além de explosões e efeitos visuais que evocam o mundo distópico “conectado” da trama. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade Watts (Tye Sheridan) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop dos anos 1980. O elenco ainda inclui Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Jogador Nº 1: Nova sci-fi de Stephen Spielberg revela primeira foto de Olivia Cooke
A revista Empire divulgou a primeira foto de Olivia Cooke na nova sci-fi de Stephen Spielberg, “Jogador Nº 1” (Ready Player One). Sua personagem, Samantha Evelyn Cook, é a segunda mais importante da trama, mas ainda não tinha aparecido nem mesmo no trailer exibido na Comic-Con. Na trama, ela é principal concorrente de Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) no jogo milionário que movimenta a história. Os dois aparecem juntos, confrontando-se na imagem. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop dos anos 1980. “Quando se é uma criança sonhando em seguir carreira na atuação, a ideia de trabalhar com Spielberg parece absurda. Foi surreal”, declarou a atriz à Empire, sobre a experiência de filmar “Jogador Nº 1”. Revelada em “Bates Motel”, a atriz fez os filmes “Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer” (2015) e “Ouija – O Jogo dos Espíritos” (2014), entre outros. “Jogador Nº1” estreia em 5 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Teaser de Jogador Nº 1, nova sci-fi de Steven Spielberg, finalmente ganha versão legendada
Se demorou uma semana para a Warner legendar o trailer de “Liga da Justiça” exibido na Comic-Con, o teaser de “Jogador Nº 1” (Ready Player One) levou o dobro do tempo, mas finalmente foi disponibilizado em versão oficial. A prévia da nova sci-fi dirigida por Steven Spielberg revela um futuro distópico, onde a falta de perspectivas levou uma geração a desaparecer num game de imersão completa. Com narração do protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”), o vídeo revela o Oasis, em que jogadores usando equipamentos de realidade virtual disputam corridas insanas de carros, utilizando-se de avatares e referências a ícones culturais do século 20. Entre as imagens que cruzam a tela, é possível identificar o robô de “O Gigante de Ferro” (1999), Freddy Kruger de “A Hora do Pesadelo” (1984) e um DeLorean de “De Volta ao Futuro” (1985). Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop dos anos 1980. Além de Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Bloodline”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Nº 1” tem estreia marcada para 5 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Dunkirk é xadrez épico em que atores não passam de peões
Christopher Nolan nasceu pro cinema no momento certo. Numa época de ansiedade, euforia e excessos. Não é a toa que ele é o diretor mais festejado pelo público e por uma grande parcela da crítica. Ele traduz a loucura da sobrevivência num cotidiano em que nossa readaptação à realidade não ocorre na mesma velocidade que as mudanças. No cinema dele, a ação não para. Mas isso faz de Nolan um dos maiores cineastas da atualidade? “Dunkirk”, o filme que muito gente vem chamando de obra-prima, é o mais novo “case” de sucesso do diretor. Exatamente como no mundo da publicidade, ele estabelece nos primeiros minutos o espaço, a atmosfera e o conceito de tempo: retoma um capítulo da 2ª Guerra Mundial, a evacuação das tropas aliadas da França, e bifurca em três histórias com três tempos distintos. Temos lá: a espera dos soldados durante uma semana, o resgate de barco que durou um dia e o embate dos aviões que aconteceu em uma hora. Claro que nada disso ocorreu em variáveis tão fixas, só que, no mundo de Nolan, ele estabelece as regras e preenche a planilha prometendo um espetáculo de cinema. Os minutos iniciais realmente surpreendem. Pra começar, aquela falação excessiva, os diálogos reiterativos de suas duas últimas aventuras, “Batman: O Cavaleiro Ressurge” (2012) e “Interestelar” (2014) saíram de cena. Perto desses dois, “Dunkirk” é quase um filme mudo. A primeira imagem na tela mostra o final de um movimento de rápido recuo pra trás de seis soldados, como reflexo de uma bomba que explodiu e que sequer vimos ou ouvimos o barulho. Assinala-se a ideia do susto, do tranco, e o consequente estado de alerta. Não sobra muito tempo pra pensar. Como veremos a seguir: vacilou, piscou, morreu. Na sequência, o soldado raso Tommy (Fion Whitehead, da série “Him”) chega à praia e procura um canto pra defecar. Aliás, ele abaixa a calça e faz as necessidades de pé. Está em estado de vigia, sempre. Um sujeito próximo enterra um cadáver na areia. Tommy se aproxima para ajudar, pensando que o soldado improvisa o funeral de alguém muito familiar e querido. Mas trata-se de outra coisa. O soldado roubou as botas do morto e está, na verdade, jogando terra sobre a vergonha do que a guerra está fazendo ele passar. Esse é o momento mais forte e humano de “Dunkirk”. A ação transfere-se para a história em velocidade mais rápida do senhor inglês (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”) que está trazendo seu barco para o resgate, e, em seguida, salta mais veloz ainda para o entrecho do piloto de caças (Tom Hardy, de “Mad Max: Estrada da Fúria”) em sua missão de ataque. São 10 minutos impressionantes que mostram tudo o que Nolan tem para oferecer. Um belo curta de 10 minutos. Tudo o que vem depois é uma repetição, com o agravante que o espaço dado aos atores é cada vez mais comprimido. Nolan parece achar os dramas humanos uma enrolação. Ele nunca deixa a emoção desenvolver-se por inteira. Corta pra outra cena de ação. A logística de produção é o que lhe interessa. Para quem ama a orquestração das multidões e das máquinas é um prato cheio. E o making off do filme deve ser muito bom. Elogiam muito também o realismo, a proeza de não usar efeitos digitais para criar figurantes e a busca por vivenciar o calor e o desespero visceral de um conflito, enfim, questões que soam muito boas para vender algo que verdadeiramente não tem nada de autêntico. Videogames igualmente possibilitam esse tipo de imersão. Uma receita para um grande filme de guerra não existe. Os maiores, só para citar alguns, como “Sem Novidade no Front” (1930), “Glória Feita de Sangue” (1957), “Vá e Veja” (1985) e “Apocalipse Now” (1979), possuem pouco em comum, não foram feitos por diretores que vivenciaram uma guerra, como aconteceu com Samuel Fuller e William Wellman, diretores dos seminais “Capacete de Aço” (1951) e “Também Somos Seres Humanos” (1945), mas tanto num caso como no outro, esses cineastas desceram da grua, se embrenharam na pesquisa com o elenco para encontrar um milhão de inquietações humanas que reflete uma guerra. Nolan parte da ideia de que a humanidade é violenta e bárbara, mas entre anônimos você encontra heróis. De fato, é fácil dizer que a humanidade é estúpida. Mesmo sendo um raciocínio generalizado, uma coisa é dizê-lo com doçura e inclusão, outra é olhar do alto, falar de fora. Distante. E é exatamente do alto que Nolan fala. Retomando filmes anteriores, o espectador pode não gostar de “A Origem” (2010) ou de “Interestelar”, mas ali o diretor tinha algo mais a dizer (ainda que sempre com o defeito da redundância). “Dunkirk” atém-se à introdução. Depois de 10 minutos não tem o que acrescentar. Destacam-se apenas o episódio do náufrago (Cillian Murphy, de “Batman Begins”), que não quer voltar para a guerra, e a cena em que um grupo de sobreviventes acuados no porão de um barco encalhado luta para não serem alvejados pelas balas de um inimigo que está lá fora, e ninguém se atreve a sair para ver sua face. Nolan também nunca foi um grande encenador. Pensando os filmes dele, no papel – apesar daquela mania de não deixar subtexto, precisa sempre explicar – , o sujeito tem engenho. Agora, quando se põe a filmar é uma lástima. Na entrevista de divulgação de “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, ele teve a manha de abrir o jogo sobre sua opção pelo formato IMAX. Disse que a resolução do suporte era tão grande, que ele não precisava mais perder tempo em filmar os detalhes. Captava em plano geral e quando precisava de algo particular em cena, sabia que o editor podia dar um zoom eletrônico sem perdas de resolução. Hitchcock, Kubrick, e outros diretores de verdade jamais pensariam assim. Claro, ele não é supervalorizado como diretor apenas por isso. Basta recapitular as cenas mais memoráveis de “A Origem”, ou do melhor dele, “O Cavaleiro das Trevas” (2008), para perceber como ele se apóia na direção de arte, na edição e na trilha sonora. Tirou os três de cena e Nolan vira um engenheiro de obras. Sua vantagem é a inteligência, ele tem consciência de seus limites. Tanto que sobrevaloriza a participação dos três setores. Em “Dunkirk”, chega a exceder a confiança que deposita em Hans Zimmer. A trilha-relojinho que o compositor criou para pontuar a narrativa gera um certo interesse por cinco minutos, depois a insistência segue a mesma filosofia de redundância. Em “A Origem”, havia pelo menos o prazer lúdico de ver o diretor alinhando as peças no tabuleiro e fazendo tudo amolecer e derreter como num quadro de Dali. Em “O Cavaleiro das Trevas”, havia Heath Ledger para trombar pelos cenários e zombar com a mania de rigoroso controle de Nolan. Em “Dunkirk” temos o quê? Nada que transcenda o mero jogo de peões.
Nova sci-fi de Steven Spielberg revela um futuro vintage em seu primeiro teaser
A Warner divulgou na Comic-Con o pôster e o primeiro teaser de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), nova sci-fi dirigida por Steven Spielberg. A prévia mostra a vida no futuro, onde a falta de perspectivas levou uma geração a desaparecer num game de imersão completa. Com narração do protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”), o vídeo revela o Oasis, em que jogadores usando equipamentos de realidade virtual disputam corridas insanas de carros, utilizando-se de avatares e referências a ícones culturais do século 20. Entre as imagens que cruzam a tela, é possível identificar o robô de “O Gigante de Ferro” (1999), Freddy Kruger de “A Hora do Pesadelo” (1984) e um DeLorean de “De Volta ao Futuro” (1985). Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop dos anos 1980. Além de Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Bloodline”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Número 1” tem estreia marcada para 5 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Nova sci-fi de Steven Spielberg tem primeira foto divulgada
A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto da adaptação de “Jogador Número 1” (Ready Player One), nova sci-fi de Steven Spielberg. A imagem mostra o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) em uma velha van (seu “esconderijo”) coberta por quadrinhos antigos, recortes de jornais e outros artefatos dos anos 1980. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop do século 20. Além de Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Bloodline”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Número 1” tem estreia marcada para 5 de abril de 2018 no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Christopher Nolan diz que desconhecia a fama de Harry Styles antes de escalá-lo em Dunkirk
O diretor Christopher Nolan não sabia que Harry Styles era famoso antes de escalá-lo em “Dunkirk”. A revelação foi feita numa entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Eu não acho que estava consciente de que Harry era famoso”, ele revelou ao site, ao discutir sua contratação para interpretar um dos papéis de destaque do filme. “Quero dizer, minha filha tinha falado sobre ele. Meus filhos falaram sobre ele, mas eu não estava realmente ciente que ele era uma grande estrela. Então, a verdade é que eu incluí Harry porque ele se encaixava maravilhosamente no papel e realmente conquistou seu espaço no elenco”. Curiosamente, Nolan não foi o único que se surpreendeu com o interesse dos adolescentes no filme por causa do astro pop. O ator Mark Rylance, vencedor do Oscar por “Ponte dos Espiões” (2015), revelou que sua sobrinha de 11 anos não pára de falar nisso. “Ela está mais excitada com ‘Dunkirk’ do que com qualquer coisa que eu já fiz, porque eu vou aparecer com Harry Styles”, disse o ator, que além do Oscar já venceu três Tonys. “Eu fiquei mais importante em sua estimativa. Eu ganhei o Harry!” No filme, o cantor de 23 anos, ex-integrante da boy band One Direction que recentemente lançou seu primeiro disco solo, interpreta um soldado britânico em meio à evacuação de centenas de milhares de soldados aliados de Dunkirk, na França, em 1940. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance. A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Dunkirk: Filme de guerra de Christopher Nolan ganha 21 fotos com o elenco principal
A Warner Bros divulgou 21 fotos de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). As imagens destacam os principais atores e cenas de bastidores da superprodução, que retrata a batalha de Dunquerque, uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) – todos destacados nas fotos. A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Dunkirk ganha novo trailer repleto de tensão e desespero
A Warner Bros divulgou seis pôsteres e mais um trailer tenso de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). A prévia se concentram no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção mostra a ação em três planos distintos, entre soldados cercados em terra, bombardeados durante a fuga pelo mar e abatidos no combate aéreo. Tudo foi filmado em câmeras IMAX e o resultado promete imagens grandiosas, com direito a exibição limitada em cinemas equipados com os antigos projetores de 70mm. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o vídeo. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Dunkirk: Filme de guerra de Christopher Nolan ganha cinco comerciais intensos
A Warner Bros divulgou três pôsteres e cinco comerciais de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). As prévias se concentram no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção também se revela, mostrando a ação em três planos distintos, entre soldados cercados em terra, bombardeados durante a fuga pelo mar e abatidos no combate aéreo. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o único comercial legendado abaixo. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.









