Reportagem-bomba demole acusações de Dani Calabresa e outras contra Marcius Melhem
O site da revista Veja publicou uma reportagem bombástica nesta quarta (14/12) desmontando a acusação de assédio sexual que Dani Calabresa e outras funcionárias da Globo moveram contra o ex-diretor de humor da emissora, Marcius Melhem, na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro do Rio de Janeiro. A publicação ocorreu dez dias após o jornalista Ricardo Feltrin afirmar em sua página no YouTube que, após ter acesso às provas contidas nos autos do processo, teve vontade de vomitar, afirmando que Melhem era inocente de tudo. A Veja cita pela primeira vez os nomes de várias acusadoras – oito mulheres processam Melhem. Seria uma atitude de gravidade ética, caso não fosse a única forma de demonstrar falta de ética das acusadoras, como aponta a reportagem. Além disso, traz à tona uma testemunha importante, que contraria a principal acusação de Calabresa, divulgada de forma sensacionalista pela revista Piauí, de que a comediante foi violentamente atacada e quase estuprada por Melhem numa festa do elenco de humor da Globo. A publicação pela Piauí de detalhes explícitos gerou repúdio generalizado contra Melhem. Mas omitiu completamente a participação de Maíra Perazzo, revelada pela Veja. Amiga da atriz, Maíra a acompanhava na balada. Segundo descreve Melhem nas páginas do processo acessadas pela revista semanal, em determinado momento da noite, ele e Dani estavam trocando beijos numa área mais reservada quando a atriz puxou Maíra para junto dos dois, formando um trio. A situação demonstraria que tudo aquilo era consentido e estimulado pela comediante. Maíra foi chamada pela Justiça para testemunhar sobre o que aconteceu de verdade e, ao depor, teria confirmado que trocou beijos com Melhem na festa e não lembra de ter visto nada de impróprio entre ele e Dani na ocasião. Contou ainda que ficou com a amiga até o final da balada, contrariando o relato da atriz, de que teria sofrido uma crise nervosa após o suposto ataque de Melhem. Ao contrário dessa versão, Maíra disse que ela continuou animada, chegando depois a trocar beijos com um câmera da Globo. Questionada na Justiça sobre a participação de Maíra na festa, Dani alega que puxou a amiga para perto a fim de tentar se livrar do assédio de Melhem – por esta versão, ela teria atirado a amiga nos braços de um homem que descreveu como predador sexual. A amiga de Dani, por outro lado, afirmou que ficou com Melhem naquela noite. Em seu depoimento, Maíra também revelou que, no dia seguinte, teve um papo animado com Dani sobre a festa, sobre com quem elas ficaram, e em nenhum momento a atriz mencionou assédio. No mesmo dia, Dani brincou com Melhem pelo Whatsapp, dizendo que mandaria a amiga embrulhada para ele de presente. Um mês depois, Maíra e Melhem voltaram a ficar juntos. Segundo a apuração da revista, o primeiro burburinho a respeito da conduta de Melhem teria partido de Barbara Duvivier em meados de 2018. Listada como uma das testemunhas de acusação, Barbara manteve com Melhem um relacionamento amoroso de quase sete anos. Em seu depoimento na delegacia, ela disse que ele não a deixava terminar a relação usando seu poder hierárquico dentro da emissora, oferecendo “proposta de trabalho, de aumento de salário e de promoção de cargo”. Barbara é enteada de Maria Clara Gueiros, uma das mulheres que teria iniciado o movimento interno na Globo para investigar Melhem. Segundo Dani Calabresa contou à Ouvidoria do Ministério Público, Maria Clara Gueiros passou o ano de 2019 tentando convencê-la a denunciar o ex-diretor global. A história entre Melhem e Barbara é complexa. Como ambos eram casados com outras pessoas, seu romance foi clandestino. No final de 2017, houve um sobressalto: ela engravida e fica em dúvida sobre a paternidade do filho – dúvida posteriormente descartada. Ainda segundo a Veja, isso bastou para familiares desconfiarem do comportamento dela, incluindo seu marido e a madrasta, Maria Clara Gueiros. Nos autos, Melhem alega que Barbara espalhou a versão de chefe assediador para evitar o constrangimento de assumir o namoro clandestino. Ele juntou ao processo uma mensagem de julho de 2018, em que ela lhe pede desculpas: “Vivi um turbilhão nessa gravidez e com certeza agi errado com você. E queria te pedir desculpa por isso”. Melhem não respondeu à mensagem e ela insistiu depois em lhe desejar felicidades e “dizer que te quero todo o bem do mundo”. Meses mais tarde, em troca de mensagens com Dani Ocampo, assistente de Melhem, Barbara assumiu que havia mentido: “Mas nada planejado maquiavelicamente, foi um redemoinho que eu fui entrando, e quando vi não conseguia sair”. Outra acusadora foi a atriz Veronica Debom, que, de acordo com a Veja, atuou fortemente nos bastidores para convencer outras mulheres a denunciarem Melhem. Em seu depoimento, ela assumiu ter mantido um relacionamento de mais de um ano com o ex-diretor global, que ela classificou como “abusivo” à Justiça. Ao se referir a uma noite de sexo entre os dois, afirmou ter se sentido “enojada”. Melhem contrapôs esse depoimento com uma coleção de mensagens apaixonadas da atriz, com declarações de amor e até desejo de casamento, entre compartilhamento de nudes e conversas picantes. Também mostrou que Veronica criou um grupo no Whatsapp para falar de sexo casual, onde declarou que “não tem nenhum desejo meu que não seja legítimo!”. Ele também anexou no processo conversas pelo aplicativo em que demonstrava disposição para encerrar o affair, enquanto Veronica tentava evitar o fim, de forma insistente. Só depois de um tempo ela se mostra conformada com o desfecho da história. Numa mensagem de setembro de 2019, ela diz: “Eu tomei um pé na bunda. Tô apaixonada por você e tomei um pé na bunda, amor. Risos. Não que eu não ache você não tem razão, acho que você tá coberto de razão”. Assim que as primeiras denúncias de assédio contra Melhem surgiram, Veronica ainda se colocou do lado dele, prestando solidariedade e dizendo que ele seria vítima de terrorismo. “Você é inocente, amor”, escreveu. A defesa de Melhem alega que ele foi vítima de um complô. Cita o caso de uma suposta denunciante que disse à Justiça Cível que não sabe por que acabou constando como vítima no inquérito sobre assédio sexual, já que nunca sofreu abuso nenhum. Os advogados do ex-diretor da Globo também citam o fato de que todas as denunciantes são representadas pela mesma advogada, Mayra Cotta, que disse que “as vítimas não faziam parte de um círculo íntimo de amizades e que só souberam quem eram as demais vítimas em agosto de 2021”. Essa afirmação é desmentida nos processos por uma série de provas, que mostram que a maior parte das supostas vítimas se conhecia, sim. Antes das denúncias, várias haviam trabalhado juntas. E Dani Calabresa revelou que, no final de 2020, havia até um grupo de WhatsApp de pessoas que teriam sido assediadas por Melhem. Uma das serventias desse grupo seria trocar informações, na época em que as supostas vítimas conversavam com a advogada Mayra Cotta em busca de orientação de como proceder em relação ao episódio. Os perfis de Instagram das supostas vítimas também reforçam o elo de amizade entre elas. Uma viagem ocorrida em fevereiro de 2021 ao sítio de uma delas, na região serrana do Rio de Janeiro, rendeu muitas fotos compartilhadas por Georgiana Coutinho de Goes, Carol Portes, Veronica Debom e Debora Lamm. Embora proximidade e amizade não invalidem as denúncias, desmentem a tese da advogada de que elas não eram amigas nem sabiam que todas eram vítimas de Melhem antes de iniciarem o processo. As denúncias contra Melhem alegam que o assédio dele era insistente. Não raro, segundo as supostas vítimas, ele misturava assuntos profissionais com piadas e insinuações de cunho sexual. O conjunto de provas que constam nos autos, entretanto, mostra que muitas das acusadoras tomavam iniciativa de fazer essa mistura, incluindo conversas picantes e nudes na comunicação cotidiana. Entre as que mais faziam isto estavam Dani Calabresa e Veronica Debom. No depoimento à Justiça, Dani buscou justificar a cumplicidade erótica com Melhem da seguinte forma: “Deixa ele me cantar. Deixa me chamar de gostosa. Para mim era uma vantagem. Prefiro continuar brincando com meu chefe tarado do que comprar briga com ele”. A respeito do episódio dos nudes, a atriz conta que, num festa na casa de Mauro Farias, mostrou fotos de seu celular no meio de uma roda de amigos, até que Melhem se aproximou e tomou o celular da mão dela para ver o conteúdo. Ainda segundo a versão de Dani, não satisfeito, na mesma noite, ele a perseguiu até a porta do banheiro tentando forçar um beijo. Mas Melhem apresenta uma versão totalmente diferente para o episódio. Segundo ele, em um determinado momento da festa, as pessoas conversavam sobre nudes e Calabresa o chamou para um canto do local e exibiu o conteúdo do celular: “Ela me mostrou nudes dela, me mostrou tudo: me mostrou fotos dela totalmente pelada, ela com amigas, ela sozinha, fotos, vídeos, poses, tudo”. Para completar, há o caso da atriz Debora Lamm, que não sabe porque está no processo. Na transcrição de seu depoimento, o juiz lhe pergunta se é vítima de assédio sexual. E ela responde: “Eu acho… não, não, eu sou testemunha”. O juiz insiste mais uma vez: “Tá, a senhora só é testemunha, a senhora não é vítima?”. Lamm confirma: “É”. Mas a advogada ajuda a esclarecer a situação, lembrando que Lamm é uma das mulheres que constam no processo criminal. Em sua reportagem, a Veja afirma a atriz reclama, na verdade, de ter perdido espaço profissional na Globo, culminando com a saída dela do programa “Zorra”, em 2018. Ao mesmo tempo, Lamm reconhece que nunca foi maltratada profissionalmente por Melhem e que, no mesmo ano, voltou a trabalhar com ele na peça “O Abacaxi”. Nem Dani Calabresa conseguiu sustentar a acusação de que Melhem perseguia mulheres que assediava, graças a uma farta coleção de mensagens elogiosas sobre a chefia do ex-diretor da Globo durante o período em que trabalharam juntos. Essa versão tupiniquim do movimento #MeToo teria levado a Globo a colocar um ponto final, ainda que de forma amigável, ao contrato de Melhem com a emissora, em agosto de 2020. Mas após a contestação inabalável do ex-diretor, Dani teve seu contrato fixo com a emissora encerrado em julho passado e Mayra Cotta, advogada dela e das outras supostas vítimas, foi condenada por comportamento antiético pela OAB, numa pena de censura convertida para advertência. Antes sequer de existir um caso criminal, Melhem foi atacado em entrevistas da advogada, que só deu início ao processo após ele ir à Justiça. O caso chama especial atenção por conta desse detalhe. Não foram as supostas vítimas, mas o acusado que decidiu tirar tudo à limpo, ao fazer, em dezembro de 2020, uma interpelação extrajudicial para que Dani Calabresa confirmasse ou desmentisse o teor da reportagem da revista Piauí, que não cita fontes nem usa declarações entre aspas – um “ouvi falar” cheio de detalhes minuciosos e já comprovadamente imprecisos. Ela se calou. Em seguida, Melhem anunciou ter entrado com uma ação contra a advogada Mayra Cotta para que ela provasse as denúncias que estava fazendo pela imprensa. Em janeiro de 2021, ele processou Calabresa, a Piauí e vários colegas que o atacaram nas redes sociais por conta dos boatos amplificados pela reportagem da revista. Só depois disso a atriz e outras sete mulheres formalizaram a primeira acusação contra Melhem, feita imediatamente na sequência desses fatos. Calabresa também processou Melhem em março de 2021 por compartilhar suas mensagens privadas em entrevistas, para comprovar sua inocência. Ela perdeu. Em agosto deste ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo encaminhou o arquivamento da ação. Melhem ainda foi investigado internamente pela Globo, com o arquivamento definitivo das denúncias em janeiro deste ano. A conclusão indicou falta de capacidade de confirmar qualquer das denúncias de assédio.
Marcelo Adnet processa blogueiro bolsonarista
O blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio, preso no âmbito do inquérito dos atos antidemocráticos, virou réu por difamação numa ação movida pelo comediante Marcelo Adnet. A Justiça do Rio de Janeiro admitiu a queixa-crime apresentada pelo humorista, após ser vítima de ofensas nas redes sociais. Eustáquio fez publicações no Twitter com insinuações que associam Adnet a uma denúncia de assédio sexual feita por sua ex-mulher Dani Calabresa contra o ex-diretor da Globo Marcius Melhem. O advogado Guilherme Furniel pede que seja fixada uma indenização pelos danos, além da condenação a até dois anos de detenção.
Justiça aceita processo de Marcelo Adnet contra Mario Frias
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios aceitou a denúncia feita pelo humorista Marcelo Adnet contra o ex-secretário especial de Cultura Mario Frias por injúria e difamação. A ação foi motivada por ataques do ex-integrante do governo Bolsonaro contra o humorista após a publicação de uma paródia do vídeo “Um Povo Heroico”. A campanha do Governo Federal, estrelada por Mario Frias, foi veiculada às vésperas de 7 de setembro do ano retrasado em comemoração à Independência do Brasil. Mário Frias reagiu ao víde chamando Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco”, frouxo” e “bobão”, além de atacar sua vida privada, comentando sua infidelidade no casamento com a ex Dani Calabresa. “Um Judas que não respeitou nem a própria esposa, traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter”. Na época, Adnet respondeu com nova piada, dizendo que Frias “recomendou” o esquete. “Até o Secretário Frias recomendou no Instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes!”, postou o humorista. O tom agora é outro. Na petição, os advogados de Adnet alegam que Frias “explodiu em fúria, com ameaça, injúria e difamação depois de tomar ciência de uma singela e inofensiva paródia feita pelo autor, em que ele imita o discurso feito pelo demandado, num vídeo oficial da Secretaria Especial de Comunicação do Governo Federal”. Ainda segundo a equipe de Adnet, o autor da ação não fez nenhuma ofensa ou ataque em sua paródia. “Não existe discurso de ódio ou intolerância que justifique a reação do secretário especial de Cultura do Governo Federal”. Já a defesa do bolsonarista argumentou que não não houve demonstração de dolo específico de ofender e que os fatos eram atípicos. O juiz Fernando Brandini Barbagalo, no entanto, determinou o prosseguimento da ação penal — proposta pelos advogados Guilherme Furniel e Maíra Fernandes em nome de Adnet. Afirmou que as expressões inseridas na publicação em seu perfil pessoal indicam, em tese, o animus de ofender a honra da vítima. O magistrado designou ainda uma audiência por videoconferência para oitiva dos envolvidos. Confira abaixo o vídeo que fez Frias ofender Adnet. Arquivo Confidencial com o presidente no #SintaSeEmCasa Pgm completo https://t.co/t26nDkk4gq pic.twitter.com/t3jPIJhhE5 — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020
Mônica Martelli e Marcelo Adnet vão apresentar programa na GNT
O canal pago GNT anunciou que os atores Mônica Martelli e Marcelo Adnet vão apresentar um novo programa, com o tema de relacionamentos. A novidade foi divulgada no Instagram oficial do canal, sem revelar o título ou a previsão de estreia da atração. “Mônica Martelli e Marcelo Adnet estão chegando com uma novidade incrível: um programa sobre relacionamentos. Com essa dupla maravilhosa e ao lado de convidados especiais, vamos falar sobre as dores e as delícias da vida amorosa das pessoas e desvendar como o amor se desenrola nas relações! Não tem como ser melhor, né?”, diz o texto do perfil do canal. Mônica Martelli, que apresentou o “Saia Justa” por nove anos, comemorou o projeto. Em comunicado à imprensa, ela se declarou feliz em retornar ao canal. “Estou muito feliz em retornar ao GNT discutindo e aprendendo sobre relacionamentos. Todos sabem que é o assunto que mais gosto de falar sobre. Não tenho dúvidas que na vida a gente se conhece melhor e evolui se relacionando”, relatou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por GNT (@gnt)
Cissa Guimarães será juíza na série “A Divisão”
Cissa Guimarães vai retomar a carreira de atriz nas telas, após uma década dedicada ao teatro e à função de apresentadora. Ela viverá uma das personagens centrais da 4ª temporada da série “A Divisão”, do Globoplay, que começou a ser gravada recentemente. Seu último trabalho como atriz na TV tinha sido na novela “Salve Jorge”, em 2012. “Estou feito criança, um pinto no lixo”, disse ela à coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo. “Fiquei nervosa quando fui convidada, senti um frio na barriga. E isso foi ótimo, me fez me sentir humana. Como atriz, fiquei nos últimos dez anos fazendo teatro e com muita saudade do audiovisual, que é algo completamente diferente. Mas a vida foi me levando por outros caminhos. É muito bom estar de volta agora. Além disso, estou muito orgulhosa de poder trabalhar com o José Junior (criador da série), que é alguém de quem acompanho o trabalho há anos”, acrescentou. A elogiada série policial retrata a Divisão Antissequestro do Rio na década de 1990, foi criada por José Júnior, um dos fundadores da ONG AfroReggae, e tem episódios dirigidos pelo cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) e, a partir da nova temporada, Heitor Dhalia (“Serra Pelada”). Os episódios são estrelados por Silvio Guindane (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”) e trazem vários artistas convidados – até Dudu Nobre vai aparecer na 4ª temporada – para viver situações de sequestro. Em sua participação, Cissa vai interpretar uma juíza muito rigorosa que tem o filho sequestrado. Ao mesmo tempo em que precisa lidar com o desespero da situação, a personagem se vê num embate com a equipe da Divisão Antissequestro (DAS) por conta dos métodos utilizados para tentar solucionar o crime. “A personagem tem um conflito muito interessante entre o que está dentro da lei e o que é preciso fazer para salvar o seu filho. Para mim, que sou uma pessoa mais do humor, é um desafio enorme. É algo que me tira completamente do lugar”, completou. Ainda não há previsão de estreia para os novos capítulos, que começaram a ser gravados em maio.
Dudu Nobre vai participar da série “A Divisão”
O cantor Dudu Nobre fará participação como ele mesmo na 3ª temporada de “A Divisão”, série da plataforma Globoplay. Ele aparecerá na gravadora do personagem vivido por Marcelo Adnet. Apesar das participações do sambista e do humorista, a trama é bastante dramática: Adnet viverá um empresário da indústria musical que é sequestrado. A elogiada série policial retrata a Divisão Antissequestro do Rio na década de 1990 e é estrelada por Silvio Guindane (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”). Também exibida como filme, “A Divisão” foi criada e produzida por José Júnior, um dos fundadores da ONG AfroReggae, e tem episódios dirigidos pelo cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) – responsável pela versão cinematográfica do projeto. A partir da próxima temporada, a atração também contará com o diretor Heitor Dhalia (“Serra Pelada”). Ainda não há previsão de estreia para os novos capítulos, que começaram a ser gravados em maio.
Rodrigo Santoro e Marcelo Adnet vão cantar em animação
Os atores Rodrigo Santoro e Marcelo Adnet vão soltar a voz num novo filme de animação. Santoro publicou em seu Instagram o vídeo do encontro em estúdio para gravar as canções da trilha sonora de “A Arca de Noé”, baseado na obra de Vinicius de Moraes. Entre as músicas registradas pela dupla, estão “A Cachorrinha” e “A Casa”. E com um detalhe: foram cantadas em português e em inglês (para o lançamento internacional). Na trama, eles interpretam dois ratinhos boêmios, Vini e Tom – batizados em homenagem a Vinicius e Tom Jobim. Vendo que Noé vai abrigar em sua arca apenas um casal de cada espécie animal, os dois parceiros buscam uma forma de embarcarem juntos para se salvar do dilúvio. Além dos dois protagonistas, a produção também já registrou gravações de Alice Braga (“O Esquadrão Suicida”), que dá voz a outra ratinha, que está entre os animais abrigados na arca. As dublagens, na verdade, começaram já tem seis meses, de acordo com os perfis de Instagram dos responsáveis pela produção, o que indica que o trabalho está avançado. A direção do filme é do cineasta Sérgio Machado (“Tudo Que Aprendemos Juntos”), com codireção do peruano Alois di Leo (“The Big Bang Theory e Coisas Mais”). Já direção musical está a cargo de Beto Villares (“Bingo: O Rei das Manhãs”). Machado e Villares já tinham trabalhado juntos na série “Irmãos Freitas”. Com produção da Gullane e VideoFilmes, a animação ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sérgio Machado (@s.rmachado) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alois Di Leo (@aloisdileo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sérgio Machado (@s.rmachado)
Saiba como será a transmissão do Oscar no Brasil
O canal pago TNT e a plataforma Globoplay divulgaram seus planos para a transmissão do Oscar 2022, que, pela primeira vez, desde a estreia na rede Tupi em 1970, não será exibido na TV aberta no Brasil. Em sua 94ª edição, o Oscar vai voltar a ser realizado presencialmente no Dolby Theatre, em Los Angeles, após o evento anticlimático que aconteceu no ano passado na Union Station, principal estação de trem de Los Angeles. A premiação também voltará a contar com apresentadores oficiais, após passar três anos sem anfitriões. O comando do palco estará nas mãos das comediantes Wanda Sykes (“The Other Two”), Amy Schumer (“Viagem das Loucas”) e Regina Hall (“Nove Desconhecidos”). O TNT tem a exclusividade televisiva e marcou o começo da transmissão para às 20h, com cobertura desde o tapete vermelho, além de reforço nas redes sociais do canal e um pós-show no Tiktok. O clima e as entrevistas do tapete vermelho vão ficar por conta de Carol Ribeiro, que vem cumprindo a missão muito bem nos últimos anos, acompanhada por comentários no estúdio do ator Murilo Rosa e da drag queen Ikaro Kadoshi A transmissão da cerimônia propriamente dita está marcada para as 21h, com apresentação e comentários de Aline Diniz e Michel Arouca. Já o Globoplay vai abrir seu sinal para permitir que todos os espectadores acompanhem o evento gratuitamente – por computador, celular, tablet e Smart TV. A programação de streaming também vai começar às 20h com o tapete vermelho, mas contará com os apresentadores oficiais desde o começo. A equipe é a mesma que comentava a transmissão da Globo nos últimos anos, mas com uma ausência significativa. A jornalista Maria Beltrão e a atriz Dira Paes não poderão contar com a presença do crítico Artur Xexéo, falecido no ano passado. Em seu lugar, a Globoplay escalou dois humoristas: Marcelo Adnet e Fabio Porchat. Serão mais de três horas de cobertura ao vivo, desde o red carpet até a entrega do Oscar de Melhor Filme, com direito a cenários especiais nos estúdios da Globo, inclusive uma simulação de sala de cinema com projeções em 180 graus, de acordo com comunicado. Além dos dois canais oficiais da transmissão, o tapete vermelho da cerimônia ainda poderá ser acompanhado ao vivo, das 18h às 21h, durante o programa “E! Live from the Red Carpet” do canal pago E!.
Marcelo Adnet entra no elenco de “A Divisão”
O ator Marcelo Adnet vai fazer uma incursão dramática. Ele foi escalado para um dos papéis principais da 3ª temporada de “A Divisão”, série de ação criminal da Globoplay. Na trama, Adnet viverá um empresário da indústria musical que é sequestrado. O papel inicialmente seria de Marcelo Serrado, que deixou o elenco por conta de conflito de agenda com a produção da novela “Cara e Coragem”. A elogiada série policial retrata a Divisão Antissequestro do Rio na década de 1990 e é estrelada por Silvio Guindane (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”). Também exibida como filme, “A Divisão” foi criada e produzida por José Júnior, um dos fundadores da ONG AfroReggae, e tem episódios dirigidos pelo cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) – responsável pela versão cinematográfica do projeto. A partir da próxima temporada, a atração também contará com o diretor Heitor Dhalia (“Serra Pelada”). As gravações da série estão previstas para maio.
Marcelo Adnet zoa áudio de Bolsonaro para caminhoneiros
Primeiro presidente da História do Brasil que tem pronunciamento confundido com fake news por seus próprios apoiadores, Jair Bolsonaro virou uma piada pronta que Marcelo Adnet não deixou passar. Vale lembrar que, podendo usar as redes de TV e rádio para um pronunciamento oficial, Bolsonaro preferiu gravar um áudio de Whatsapp na noite de quarta (8/9) para pedir aos caminhoneiros que, após interditarem estradas do país em nome dele, encerrassem o movimento. Ironia suprema, o foragido conhecido como Zé Trovão duvidou da veracidade do pedido. Num vídeo curioso, ele pediu que o presidente ouvido no “zap” fizesse um pronunciamento oficial, sugerindo que o meio de comunicação favorito do grande líder é o aplicativo número um das fake news. Divertindo-se com a situação, o humorista Marcelo Adnet, conhecido por suas imitações, publicou em suas redes sociais um áudio simulando a voz de Jair Bolsonaro, afirmando que o primeiro áudio era fake. O pedido real era para os caminhoneiros que estão bloqueando as estradas deixarem a “boleia” e começarem a “dançar Macarena”. “Gostaria até de pedir aí que encaminhe esse áudio aí a todos os caminhoneiros que estão aí com a gente nessa questão. O que eu tenho a dizer aí que o áudio que circulou ai é falso, tá ok? Esse sim que é o verdadeiro, e para vocês permanecerem aí, e começarem a dançar maracarena, agora, 3h15 da manhã, e não pararem mais. Quero ver ninguém na boleia! Todos pra fora dançando macarena até aquele outro lá pedir pra sair’, disse Adnet, imitando voz e arrotos de Bolsonaro. O áudio, claro, viralizou. Ouça abaixo. pic.twitter.com/Udyi1NjDnk — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 9, 2021
Felipe Neto e Marcelo Adnet ajudam Botafogo a contratar lateral Rafael
O youtuber Felipe Neto e o comediante Marcelo Adnet ajudaram o Botafogo financeiramente a contratar um jogador de futebol badalado, o lateral Rafael, ex-Manchester United. O contrato terá duração de três anos, e o anúncio oficial será feito em breve. Os torcedores ilustres ajudaram o time a chegar ao valor de luvas pedido pelo atleta. A entrada do clube no mercado de tokens também foi decisiva na modelagem financeira da negociação. A negociação começou na semana passada. Na terça-feira, 31 de agosto, o presidente do Botafogo, Durcesio Mello, recebeu de um influenciador a informação de que Rafael tinha proposta do Fluminense, mas que mantinha o sonho de jogar em General Severiano. Ele, então, acionou o CEO Jorge Braga e o diretor de futebol Eduardo Freeland, além de fazer contato com o agente Matheus Braga, um dos representantes do jogador. As conversas começaram e, já na quarta-feira, Rafael se animou – publicando nas suas redes sociais que “o sonho de criança vai ser realizado”. Argumentando que o clube não poderia repetir erros do passado – e gastar além de sua capacidade – , Braga pediu um estudo ao diretor comercial do clube, Lenin Franco, para identificar os recursos que a chegada de Rafael poderia gerar ao programa Camisa 7 de sócio-torcedor e em produtos comerciais. A primeira conversa informal foi animadora, mas na madrugada de sexta-feira, quando o Botafogo enviou uma proposta por escrito, o valor não chegava à metade nas luvas. Rafael baixou sua pedida e deu ao Botafogo prazo curto para responder. Depois de nova correria para viabilizar a diferença, os dirigentes decidiram ser criativos e buscar apoio financeiro entre torcedores ilustres. O empresário e youtuber Felipe Neto emprestou R$ 250 mil e se empenhou pessoalmente em arrumar mais recursos. O humorista Marcelo Adnet também compareceu. Com a colaboração de alguns outros botafoguenses, o clube conseguiu assegurar o montante necessário e viabilizar a negociação. Em seu Instagram, o jogador deu o sinal de que vestirá o número 7 e será o grande ativador do programa de sócio-torcedor alvinegro, batizado justamente de Camisa 7. Rafael foi revelado pelo Fluminense e virou jogador do Manchester United aos 18 anos, em 2008. Ele permaneceu no clube inglês até 2015. De lá foi para o Lyon, na França, onde ficou por mais cinco anos. Na última temporada, estava no Istambul Basaksehir, da Turquia.
Dani Calabresa sobre Marcelo Adnet: “Acabou com minha vida”
A comediante Dani Calabresa disse que a traição que levou ao fim de seu casamento com o também humorista Marcelo Adnet, em 2017, acabou com sua vida. Em entrevista ao podcast “Calcinha Larga”, ela lembrou o período turbulento, bastante explorado pela mídia, que antecedeu o fim da relação de dez anos. “O Adnet foi o meu primeiro namorado. Eu nunca tinha namorado sério. Eu tinha peguetinhos de meses, nunca tinha namorado um ano ninguém. Eu tinha 25 ou 26. A gente ficou em 2007. Começamos a namorar em 2008 e, em 2014, ele acabou com a minha vida. E aí, em 2015, eu escolhi dar chance. Em 2016, eu espalhei merda até onde não podia mais dentro do meu couro cabeludo, tentando dar chance. Em 2017, separamos”, ela resumiu. Ela comentou como foi difícil chegar à decisão de se separar, mesmo após as traições públicas de Adnet, flagradas pela imprensa. “É sofrido para caramba, mesmo que você saiba que tem que separar (…) Mesmo querendo. Porque as pessoas falavam: ‘Sabe o que é bom? É que agora você quer’. Gente, é horrível querer, é horrível não querer. É muito difícil você recuperar a fé no amor (…) Eu sou romântica, eu amo filme da Disney. E aí a gente tinha uma relação muito legal, amorosa, e uma relação no trabalho. Uma relação de amizade. É meio que um tchau para tudo, porque, até voltar a amizade, você tem que ter um tempo de tchau também, né? Você tem que dar uma limpada no arquivo para vir uma nova vida e ver quem você é depois dessa experiência toda”. Segundo Calabresa, dedicar-se à profissão foi fundamental para sua recuperação. “Foi muito louco, porque, em 2017, eu foquei no trabalho, o trabalho foi me salvando. Passei por coisas bem legais no trabalho também, que nem queiram saber”, completou, entre risadas. Atualmente, ela está noiva do publicitário Richard Neuman.
Secretário da Cultura processa jornalistas, mas foge de intimação judicial
O Secretário Especial da Cultura Mario Frias resolveu ameaçar jornalistas e influenciadores com processos. Nesta semana, ele fez três postagens neste sentido nas redes sociais, após comentários sobre a política de desmonte cultural do governo, com paralisação de incentivos e veto da Funarte à projeto de jazz que se declarou antifascista – como, por sinal, qualquer atividade democrática deveria ser. “O Mario Frias está processando criminalmente quem o chama de otário? Mario Frias, eu não te acho otário não. Eu te acho um admirador lambe-botas de genocida e conivente com o genocídio praticado pelo seu mestre. Você, aos meus olhos, é uma vergonha para a cultura brasileira”, postou Felipe Neto, ao saber da inciativa do bolsonarista contra os jornalistas Bob Fernandes e Fabiana Moraes. Ele também recebeu aviso de que seria processado. Mas o mesmo Mario Frias que ameaça críticos com processos está fugindo de um. Em certidão apresentada na semana passada, o oficial de Justiça responsável por notificar o secretário num processo movido contra ele por calúnia e difamação pelo humorista Marcelo Adnet, informou que Frias “parou de receber suas mensagens” no WhatsApp. “Certifico que fiz contato pelo WhatsApp, enviando cópia da intimação, o qual tinha a imagem do querelado na foto do perfil, porém, após os envios das mensagens a foto foi retirada do perfil e as mensagens enviadas deixaram de ser recebidas”, diz a certidão entregue em 8 de julho e revelada na coluna de Ancelmo Gois, em O Globo. Por causa disso, a audiência judicial, marcada para esta quinta (15/7), precisou ser remarcada para setembro. Adnet fez queixa crime por calúnia, difamação e injúria após Frias chamá-lo de “garoto frouxo e sem futuro”, uma “criatura imunda”, “crápula” e “Judas”, entre outros xingamentos. No processo civil, os advogados pedem, além da indenização de R$ 80 mil por danos morais, a retirada da publicação ofensiva do perfil de Mario Frias no Instagram, sob multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da determinação judicial.










