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  • Música

    Ex-Malhação Julia Konrad aparece nua no primeiro clipe musical

    29 de março de 2020 /

    A atriz Julia Konrad, que estrelou a novelinha “Malhação” no arco “Seu Lugar no Mundo”, deu início à carreira musical com o lançamento do primeiro clipe, “Vuelve”, em que aparece nua, entre véus vermelhos e água escarlate, com direção da fotógrafa Flora Negri. “Vuelve” é uma versão em espanhol da música “Volta” de Johnny Hooker, com produção musical da cantora Dani Vellocet e de Edu Filgueira, da banda Far From Alaska. A gravação faz parte da trilha da 4ª e última temporada da série “1 Contra Todos”, disponibilizada no Fox Play neste fim de semana. Julia interpreta a personagem Pepita na série. A escolha de uma música de Johnny Hooker não foi casual. Julia é amiga do cantor e até participou, como atriz, do clipe de “Alma Sebosa”, em 2014. Um dia, ela cantou sua versão no set de “1 Contra Todos”. E no dia seguinte o diretor Breno Silveira decidiu inserir a canção na série. Mas o empurrão definitivo para a carreira musical pode ter sido, curiosamente, um papel cinematográfico. A atriz fez parte do talentoso elenco de “Paraíso Perdido” (2018), filme-homenagem de Monique Gardenberg ao cancioneiro brega, em que precisou cantar numa boate cenográfica – ao lado de, ninguém menos, que Erasmo Carlos, Jaloo e Seu Jorge.

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  • Etc,  Série,  TV

    Bruno Lima Penido (1978 – 2020)

    22 de março de 2020 /

    O roteirista Bruno Lima Penido, premiado com o Emmy Kids Internacional por “Malhação: Viva a Diferença”, morreu na noite de sábado (21/3), aos 41 anos. A informação foi confirmada pela rede Globo, mas a causa da morte não foi revelada. Bruno chegou à Globo em 2007 como produtor da Globonews, após deixar o jornal Folha de S. Paulo. Passou também pela redação do “Vídeo Show” até começar a carreira como roteirista. Entre 2016 e 2017, foi um dos responsáveis pelo texto de “A Cara do Pai”, série de comédia estrelada por Mel Maia e Leandro Hassum. Como colaborador de Walcyr Carrasco em “Verdades Secretas”, ele venceu o Emmy Internacional de Melhor Novela. E voltou a vencer um prêmio internacional do Emmy, em sua edição Kids, por “Malhação: Viva a Diferença”, a fase mais famosa da atração adolescente, dirigida por Cao Hamburger. Pela primeira vez ambientada em São Paulo, a temporada celebrou a diversidade, tendo como fio condutor a história de amizade entre cinco garotas, Keyla (Gabriela Medvedovski), Lica (Manoela Aliperti), Ellen (Heslaine Vieira), Benê (Daphne Bozaski) e Tina (Ana Hikari). “Malhação: Viva a Diferença” fez tanto sucesso que as personagens que Bruno criou vão ganhar um spin-off em forma de série, “As Five”, com as cinco protagonistas da história original. Ainda sem data oficial de estreia, “As Five” tinha previsão de lançamento para o segundo semestre no Globoplay. O autor de textos televisivos também era poeta e tinha recentemente lançado o livro “Mordidas por Dentro”.

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  • Série

    As Five: Série derivada de Malhação ganha primeiro trailer

    7 de dezembro de 2019 /

    A Globoplay divulgou o primeiro trailer de “As Five”, série teen derivada de “Malhação: Viva a Diferença”, que vai continuar a história mais bem-sucedida da novelinha da Globo, premiada com o Emmy Kids Internacional. O cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”) assina o spin-off, que vai mostrar o que aconteceu com as “Five”, as cinco protagonistas da história original, após cada uma seguir um rumo diferente no final da novelinha. As cinco vão se encontrar “três anos, seis meses e dois dias” depois dos acontecimentos de “Malhação: Viva a Diferença” (que foi ao entre entre 2017 e 2018). Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e o até o bebê que as juntou cresceu, mas o motivo do reencontro, segundo tem sido divulgado, será um enterro – de Mitsuko (Lina Agifu), mãe de Tina (Ana Hikari). Tina continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado, Anderson (Juan Paiva). Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular. Além de Ana Hikari, o elenco voltará a trazer Daphne Bozaski, Gabriela Medvedovski, Manoela Aliperti e Heslaine Vieira. Com o reencontro, as amigas vão relembrar da juventude em que eram inseparáveis e, a partir daí, uma vai tentar ajudar a outra. Ainda sem data oficial de estreia, “As Five” tem previsão de lançamento já no começo de 2020 no Globoplay.

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  • Filme

    As Five: Conheça a premissa da série derivada de Malhação: Viva a Diferença

    20 de setembro de 2019 /

    Surgiram os primeiros detalhes de “As Five”, série teen derivada de “Malhação: Viva a Diferença”, que vai continuar a história mais bem-sucedida da novelinha da Globo, premiada com o Emmy Kids Internacional. O cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”) está escrevendo os episódios do spin-off, que vai mostrar o que aconteceu com as “Five”, as cinco protagonistas da história original – no final da novelinha, cada uma seguiu um rumo diferente. A trama vai se passar uma década depois dos acontecimentos de “Malhação: Viva a Diferença” (que foi ao ar no ano passado!), acompanhando o reencontro das cinco amigas. Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e tem até quem virou mãe, mas elas não se veem há muitos anos. Infelizmente, o motivo do reencontro será um enterro – de Mitsuko (Lina Agifu), mãe de Tina (Ana Hikari). Tina continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado, Anderson (Juan Paiva). Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular. A primeira a aparecer é Keyla (Gabriela Medvedovski), que também ficou em São Paulo. Por conta da criação do filho, agora na fase de pré-adolescência, a jovem teve de abandonar os estudos e apenas trabalha para criar o filho. Não está claro como a série irá tratar a separação de Keyla com Tato (Matheus Abreu), já que o ator não estará na série. Benê (Daphne Bozaski), por sua vez, vem do Rio de Janeiro, onde também trabalha com música ao lado do marido. Ela se casou com Guto (Bruno Gadiol) e vem superando a cada dia suas crises de Asperger. A amiga Lica (Manoela Aliperti) continua envolvida com Samantha (Giovanna Grigio) e ambas viraram importantes influenciadoras digitais do Brasil. Elas são muito amigas de MB (Vinícius Wester), que virou dono de um restaurante. A última a se reenturmar é Ellen (Heslaine Vieira), que se mudou do Brasil logo que terminou os estudos e está há 10 anos nos EUA. A jovem chega para o enterro e leva a tiracolo o novo namorado, surpreendendo as amigas. Com o reencontro, as amigas vão relembrar da juventude em que eram inseparáveis e, a partir daí, uma vai ajudar a outra a superar a atual crise que cada uma atravessa. Em ritmo intenso de gravação, “As Five” tem previsão de estreia para o começo de 2020 no Globoplay.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Lady Francisco (1940 – 2019)

    25 de maio de 2019 /

    A atriz Lady Francisco, que soma quatro décadas de papéis em novelas da Globo, morreu neste sábado (25/5) no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ela estava internada na UTI do Hospital Unimed Barra desde o início de abril após sofrer uma fratura do fêmur enquanto passeava com seus dois cachorros no Parque Guinle, região onde morava. Ela foi operada, mas seu estado de saúde se complicou, vindo a falecer após falência múltipla de órgãos. Nascida Leyde Chuquer Volla Borelli de Bourboun em 1940, em Belo Horizonte, ela era filha de comerciantes bem-sucedidos, amigos de políticos importantes, e contava ter sofrido muito na adolescência por ser considerada mal-comportada, inclusive sendo submetida a choques elétricos por um psiquiatra, a pedido da própria família. Antes de virar atriz, ela venceu diversos concursos de beleza, foi aeromoça e radialista. E marcou casamento – aos 20 anos – com um engenheiro, apenas para descobrir horas antes da cerimônia que ele tinha outra família. O casamento foi proibido, mas os dois se juntaram assim mesmo e tiveram dois filhos. Ela inciou a trajetória artística em produções locais de rádio e TV. Sua estreia na televisão foi como garota-propaganda, anunciando produtos ao vivo na TV Itacolomi, de Belo Horizonte, no final dos anos 1960. Mas só foi deslanchar após se mudar para o Rio, o que levou ao fim de sua união. Nessa época, seu pai havia perdido quase toda a fortuna no jogo e Lady Francisco não teve apoio algum para seguir a carreira. Chegou a ser assaltada, perdendo o dinheiro que tinha trazido para tentar a sorte no Rio, e precisou viver de favores para persistir em sua tentativa de conseguir trabalho, ao aparecer diariamente na porta da TV Tupi. Um dia, ela foi chamada para compor o júri do programa de Flávio Cavalcanti. Em seguida, conseguiu participação na novela “Jerônimo – O Herói do Sertão” (1972). E nunca mais parou. A atriz acabou indo para a Globo em 1975, onde atingiu popularidade quase instantânea com dois papéis exuberantes: a ex-estrela de circo Elizabeth Pappalardo em “Cuca Legal” e Rose, a secretária gostosona de Carlão, personagem icônico de Francisco Cuoco em “Pecado Capital”. A fama de “gostosa” também lhe rendeu inúmeros trabalhos no cinema durante o auge da era da pornochanchada. Para se ter ideia, no mesmo ano em que fez duas novelas, Lady Francisco apareceu em nada menos que seis filmes eróticos. Embora sua filmografia transborde produções de títulos sugestivos – “Os Maniacos Eróticos” (1975), “Viúvas Precisam de Consolo” (1979), “O Verdadeiro Amante Sexual” (1985), “Sexo Selvagem dos Filhos da Noite” (1987) etc – , Lady Francisco também fez filmes “sérios”, como “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), de Hector Babenco, grande marco do cinema brasileiro, e em especial “O Crime do Zé Bigorna” (1977), de Anselmo Duarte, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília. Mas o grande foco de sua carreira foram mesmo as novelas. Ela participou de alguns dos maiores sucessos da história da rede Globo, entre eles “A Escrava Isaura” (1976), “Locomotivas” (1977), “O Pulo do Gato” (1978), “Marrom-Glacê” (1979), “Baila Comigo” (1981), “Louco Amor” (1983), “Barriga de Aluguel” (1990), “Explode Coração” (1995), “Alma Gêmea” (2005), “Duas Caras” (2007), “Cheias de Charme” (2012), “Totalmente Demais” (2015), até “Malhação: Vidas Brasileiras” (2018), seu último trabalho, em que interpretou a milionária Lorraine. Seus papeis costumavam ter imenso apelo popular, como a ingênua manicure Gisela na novela “Louco Amor”, de Gilberto Braga, graças a facilidade com que interpretava mulheres despachadas, fogosas e divertidas, da juventude à maior idade. Entretanto, a popularidade conquistada como símbolo sexual teve outro lado. Ela denunciou ter sido abusada sexualmente por um diretor de televisão, cujo nome jamais revelou. Também foi estuprada por quatro homens ao descer de um táxi na Barra da Tijuca. Um mês depois, descobriu que estava grávida e realizou um aborto. Após a decepção de seu primeiro noivado, Lady Francisco nunca se casou. Amor, ela só teve mais um na vida, o dramaturgo Dias Gomes, após ele ficar viúvo da novelista Janete Clair.

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  • Etc,  Série,  TV

    Lúcio Mauro (1927 – 2019)

    12 de maio de 2019 /

    O ator e comediante Lúcio Mauro, que estrelou diversos programas humorísticos da rede Globo, morreu na madrugada deste domingo (12/5) aos 92 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava internado há cerca de dois meses na Clínica São Vicente, com problemas respiratórios. Lúcio Mauro era seu nome artístico. O artista nasceu em Belém do Pará, no dia 14 de março de 1927, batizado como Lúcio de Barros Barbalho. Ele começou a carreira no teatro e só foi estrear na televisão aos 33 anos, em 1960, com a inauguração da TV Rádio Clube de Pernambuco, onde fez seu primeiro programa de humor, “Beco sem Saída”, contracenando com José Santa Cruz no quadro “Jojoca e Zé das Mulheres”. Em 1963, Lúcio e sua esposa, a atriz Arlete Salles, mudaram-se para o Rio de Janeiro, indo trabalhar na TV Rio. De lá, ele foi para a TV Tupi, onde participou do “Grande Teatro Tupi”, foi jurado de calouros de Flávio Cavalcanti, dirigiu e atuou no programa “A, E, I, O… Urca!” e o infantil “Essa Gente Inocente”, além de estrelar, junto de Arlete Salles, o humorístico “I Love Lúcio”, uma paródia da sitcom americana “I Love Lucy”. Neste mesmo ano, Lúcio Mauro estreou no cinema ao lado de Arlete em “Terra sem Deus”, de José Carlos Burle. A experiência foi seguida pelas comédias “007 1/2 no Carnaval” (1966), uma paródia de James Bond com Costinha e Chacrinha, e “O Rei da Pilantragem” (1968), escrito por Carlos Imperial. Mas a carreira cinematográfica ficou de lado quanto a televisiva estourou, após estrear na Globo em 1966. Ele começou na emissora no humorístico “TV0–TV1”, ao lado de uma constelação de humoristas que marcaram época na televisão: Jô Soares, Agildo Ribeiro, Paulo Silvino e outros. Dois anos depois, Lúcio criou e dirigiu na Globo o humorístico “Balança Mas Não Cai” (1968), com releituras de quadros de sucesso da Rádio Nacional nos anos 1950. O formato da programa de esquetes com um grande elenco, que se alternava num mesmo cenário sem mudar o contexto das piadas, fez enorme sucesso e inspirou o humor brasileiro durante décadas. Foi nesse período, inclusive, que Lúcio emplacou sua criação mais famosa, o quadro “Fernandinho e Ofélia”, em que vivia um homem rico e sofisticado, constantemente constrangido pela burrice da esposa (Sônia Mamede), que cometia grandes gafes diante de convidados ilustres, apesar de repetir o bordão “Só abro a boca quando tenho certeza!”. Quando “Balança Mas Não Cai” foi para a TV Tupi, nos anos 1970, ele acompanhou os colegas do programa e deixou a Globo por um tempo. A época também marcou o fim de seu casamento com Arlete. Mas ele ficou pouco tempo solteiro, casando-se com Ray Luiza Araujo Barbalho em 1974. Menos tempo ainda passou longe da Globo, para onde voltou pelas mãos de Chico Anysio, um de seus maiores parceiros, vindo a integrar o elenco de todos os programas humorísticos do famoso criador – de “Chico City” (1973) a “Escolinha do Professor Raimundo” (1990). Ele criou personagens marcantes ao lado de Chico Anysio, como o diretor Da Julia, que trabalhava com o ator canastrão Alberto Roberto, e o aluno Aldemar Vigário, da “Escolinha do Professor Raimundo”. Puxador de saco do professor, Vigário contava contos épicos de supostos grandes feitos do mestre com o bordão “Quem? Quem? Raimundo Nonato!”. Nos anos 1980, Lúcio Mauro emplacou uma nova versão de “Balança Mas Não Cai” (1982) na Globo, e ajudou a conceber e dirigir “A Festa é Nossa” (1983), humorístico que tinha como cenário fixo a cobertura de Fernandinho e Ofélia. O ator também participou de “Chico Anysio Show” (1982) e “Os Trapalhões” (1989), revivendo a dupla Fernandinho e Ofélia com Nádia Maria, após a intérprete original ser diagnosticada com leucemia e se afastar da TV – Sônia Mamede veio a falecer em 1990. Mas Lúcio não fez apenas comédias. Em 1983, interpretou o médium Chico Xavier no “Caso Verdade Chico Xavier, um Infinito Amor”. E, em 1988, fez uma participação na minissérie “O Pagador de Promessas”, de Dias Gomes, como Dr. Quindim. A diversificação aumentou nos anos 1990, com um episódio de “Você Decide” (1992), a novelinha teen “Malhação” (1995), atuando como Dr. Palhares, pai do Mocotó (André Marques), e a novelinha infantil “Caça-Talentos” (1996), com Angélica. Em 1998, encarnou o bicheiro mafioso Neca do Abaeté na minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, e o advogado Nonato na segunda versão da novela “Pecado Capital”, atuou em um episódio de “Sai de Baixo” e participou da novela “Meu Bem Querer”. A partir de 1999, Lúcio Mauro retomou personagens em “Zorra Total”. Refez o quadro Fernandinho e Ofélia, desta vez com Claudia Rodrigues. E começou a contracenar com seu filho, o ator Lúcio Mauro Filho. Além disso, criou um novo personagem, Ataliba, um vovô surfista, revivendo com José Santa Cruz a parceria de sua estreia na TV em 1960. Nos últimos anos, dedicou-se a fazer mais participações em novelas – como “Paraíso Tropical” (2006), “A Favorita” (2008) e “Gabriela” (2012). E filmes. Embora sua filmografia comece nos anos 1960, foi só nos últimos anos que Lúcio realmente se dedicou ao cinema, atuando em “Redentor” (2004), de Claudio Torres, “Cleópatra” (2008), de Júlio Bressane, “Muita Calma Nessa Hora” (2010), de Felipe Joffily, e “Vai que Dá Certo” (2013), de Maurício Farias. Neste último, também contracenou com o filho. O humorista gostava de trabalhar com os filhos, tanto que estrelou a peça “Lúcio 80-30” (2008) com três deles, Lúcio Mauro Filho, Alexandre Barbalho e Luly Barbalho. E voltou a contracenar com dois deles em 2014, no penúltimo episódio de “A Grande Família”, como o pai de Luly, a irmã de Tuco, personagem de Lúcio Mauro Filho. Sua despedida das telas aconteceu em 2015, numa participação especial da releitura da “Escolinha do Professor Raimundo”, que foi exibida na TV Globo e no canal pago Viva. Desde 2016, quando sofreu um derrame, Lúcio Mauro enfrentou diversos problemas de saúde, sendo forçado a se aposentar. Relembre abaixo três dos personagens mais famosos do humorista.

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  • Série

    Malhação vai ganhar primeiro spin-off com a produção da série As Five

    26 de novembro de 2018 /

    Uma das fases mais bem-sucedidas de “Malhação”, intitulada “Viva a Diferença”, que foi encerrada em março passado, vai virar série. O cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”) está escrevendo os episódios do spin-off, batizado de “As Five”, como ficaram conhecidas as cinco protagonistas da novela teen. “Malhação – Viva a Diferença” começou com o encontro casual dessas cinco protagonistas. Durante uma pane do metrô de São Paulo, Lica (Manoela Aliperti), Ellen (Heslaine Vieira), Tina (Ana Hikari), Benê (Daphne Bozaski) e Keyla (Gabriela Medvedovski) ficaram presas no mesmo vagão. Para aumentar a tensão, Keyla entrou em trabalho de parto, e as outras quatro se uniram para ajudá-la. Assim, nasceu uma amizade improvável entre jovens de diferentes estilos de vida e classes sociais. A trama quebrou clichês, ao apresentar cinco protagonistas mulheres no lugar do tradicional antagonismo entre um casal bonzinho e uma vilã. Além disso, uma das cinco, Lica, revelou-se lésbica e teve um romance com sugestão sexual, o que rendeu repercussão, grande audiência (média de 20,7 pontos na Grande São Paulo, mais do que dá atualmente a novela das seis, “Espelho da Vida”) e inspirou a Globo a colocar pela primeira vez em 13 anos uma temporada de “Malhação” em seu catálogo de vendas internacionais. Deu resultado. O reconhecimento a “Viva a Diferença” chegou ao Emmy Internacional Kids, onde foi indicada a prêmio. A série vai reencontrar as protagonistas após a passagem de alguns anos. Já jovens adultas, elas vão se reencontrar no enterro da mãe de Tina e terão de reaprender a conviver entre si, porque suas vidas mudaram muito – no final de “Viva a Diferença”, cada uma seguiu um rumo diferente. As gravações devem começar no próximo trimestre e a série será exibida primeiro no Globoplay, antes de surgir na tela da Globo, ainda em 2019.

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