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    Alita: Trailer legendado da adaptação do mangá revela ciborgue de olhos grandes

    8 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou o primeiro trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”, nova adaptação de mangá/anime com atores americanos. E o vídeo chama atenção justamente por retratar a personagem ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco convencional por sua aparência de olhos desproporcionalmente grandes. Os olhos grandes são a característica mais marcante dos personagens de mangás/animes. Mas a influência de Osamu Tezuka, considerado o “pai dos mangá” e criador de “Astro Boy”, foram criações americanas – Tio Patinhas e Betty Boop. O sucesso de “Astro Boy” fez com que outros artistas o imitassem, até que o estilo se tornasse dominante nos desenhos japoneses. Mas, no caso do filme, os olhos grandes contrastam com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pelo fato de Scarlett Johanson ser uma ciborgue de aparência ocidental, que costumava ser uma mulher japonesa antes do “upgrade”, será interessante observar como a nova apropriação cultural será encarada. Além disso, diversos personagens tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, como aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título do mangá) chega aos cinemas com produção do cineasta James Cameron (“Avatar”). Ele próprio escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. E tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longo passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Ele tratou de defender a sua cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) como o agora chamado Dr. Dyson Ido, além de Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens têm financiamento do estúdio 20th Century Fox com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia está marcada para o dia 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Atriz de Alien: Covenant vai estrelar 3ª temporada de True Detective

    18 de novembro de 2017 /

    A atriz Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) será a protagonista feminina da 3ª temporada de “True Detective”. Ela vai se juntar no elenco ao ator Mahershala Ali, vencedor do Oscar 2017 por “Moonlight”, como uma professora de Arkansas chamada Amelia Reardon, que tem conexão com duas crianças desaparecidas na década de 1980. O papel de Mahershala Ali, por sua vez, é Wayne Hays, um detetive da polícia estadual de Arkansas. A 3ª temporada contará a história de um crime macabro no coração de Ozarks e um mistério que se aprofunda por décadas e se desenrola em três períodos de tempo diferentes. Como nas duas temporadas anteriores, a história é novamente de Nic Pizzolatto, que também acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Mas desta vez ele conta com a ajuda de outro escritor famoso no desenvolvimento dos roteiros, David Milch (criador de “Deadwood”) A HBO ainda não divulgou a previsão para a estreia dos novos episódios.

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  • Música

    Mahershala Ali treina boxe no novo clipe de Jay-Z

    6 de agosto de 2017 /

    O rapper Jay-Z liberou no YouTube o clipe de “Adnis”, que tinha sido divulgado com exclusividade no Tidal no último fim de semana. O clipe é estrelado por Mahershala Ali, vencedor do Oscar 2017 de Melhor Ator Coadjuvante por “Moonlight”. Ele aparece em preto e branco, treinando como um lutador de boxe. O suor se junta à expressões que sugerem uma luta contra seus próprios demônios pessoais. Além de Ali, Danny Glover (“Máquina Mortífera”) também participa do vídeo, de bengala e à distância, como veterano que já lutou suas próprias batalhas. A direção é do cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”) em sua quarta parceria com o rapper, após os clipes de “99 Problems”, “Picasso Baby” e a recente animação “The Story of O.J.”.

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  • Série

    Vencedor do Oscar por Moonlight é confirmado na 3ª temporada de True Detective

    27 de julho de 2017 /

    Confirmando rumores, o presidente da HBO Casey Bloys afirmou que Mahershala Ali, vencedor do Oscar 2017 de Melhor Ator Coadjuvante por “Moonlight”, assinou contrato para estrelar a 3ª temporada de “True Detective”. Durante participação em evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Bloys disse que tinha lido cinco scripts finalizados da nova temporada. “Eles são fantásticos. Fiquei muito impressionado e animado”, afirmou. “Estamos falando com diretores, e quando definirmos alguém, começaremos a produção”. A 3ª temporada da antologia criminal criada por Nic Pizzolatto já estava sendo escrita há algum tempo e a escalação de Ali provavelmente foi o empurrão que faltava para a HBO confirmar sua produção. Em janeiro, Bloys disse que estava “esperançoso” em relação à nova temporada, porque Pizzolatto tinha uma idéia que o deixou entusiasmado. Além disso, o veterano roteirista David Milch (criador da excelente “Deadwood”) foi convocado pelo canal para ajudar Pizzolatto a desenvolver melhor a 3ª temporada. A 1ª temporada de “True Detective” foi muito bem recebida em 2014, disputando diversos prêmios, mas a 2ª temporada se provou uma grande decepção no ano seguinte. Muitos creditaram o desapontamento à pressa de criar uma nova história para manter o caráter anual da produção. Desde então, a série entrou em hiato.

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  • Filme

    Netflix pode produzir thriller passado na fronteira tríplice de Brasil, Paraguai e Argentina

    1 de maio de 2017 /

    O thriller de ação “Triple Frontier” ainda pode sair do papel. Após a desistência da Paramount, a Netflix demonstra interesse em levar adiante a produção, que deveria começar a ser filmada neste mês de maio na fronteira tríplice do Brasil, Argentina e Paraguai. O projeto naufragou quando os atores Channing Tatum (“Magic Mike”) e Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) cancelarem suas participações. Mas, segundo o site Deadline, a Neflix tentará atrair os irmãos Ben Affleck (“Batman vs Superman”) e Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) para o elenco, adiando as filmagens para o fim de 2017. Mesmo com as mudanças, o ator Mahershala Ali (“Moonlinght”) permaneceria na trama, sobre as ligações do crime organizado e do terrorismo islâmico na América do Sul. Com isso, o filme juntaria dois vencedores do Oscar 2017: Casey Affleck (Melhor Ator) e Mahershala Ali (Melhor Ator Coadjuvante). Baseado num roteiro escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), o filme originalmente teria a direção de Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), mas a demora em conseguir sinal verde fez a cineasta assumir outros compromissos. Com isso, o diretor J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”) ficou encarregado de comandar as filmagens e também trabalhava no aprimoramento do roteiro. De acordo com informações da revista Empire, o novo texto apresentado por Chandor teria sido o estopim da implosão. A reescrita não teria agradado Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início das filmagens. A decisão dos atores fez a Paramount, que passa por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto. Ironicamente, o filme chegou a ser considerado um veículo para grandes astros. A certa altura de seu longo desenvolvimento, esteve perto de ser estrelado por Johnny Depp, Will Smith e Tom Hanks.

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  • Filme

    Thriller que traria Channing Tatum e Tom Hardy ao Brasil é cancelado

    15 de abril de 2017 /

    O thriller de ação que seria filmado na tríplice fronteiro de Brasil, Argentina e Paraguai em maio, não vai sair do papel. Muito comentado desde sua concepção há mais de uma década, a produção investiu no desenvolvimento de dois roteiros e empacou com a saída do executivo Brad Grey, apaixonado pelo projeto, da presidência da Paramount Pictures em fevereiro. Os atores Channing Tatum (“Magic Mike”), Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Mahershala Ali (“Moonlight”) iriam encabeçar o elenco da trama, que abordaria as ligações do crime organizado e do terrorismo islâmico na América do Sul. Baseado num roteiro escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), o filme originalmente teria a direção de Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), mas a demora em conseguir sinal verde fez a cineasta assumir outros compromissos. Com isso, o diretor J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”) ficou encarregado de comandar as filmagens e também trabalhava no aprimoramento do roteiro. De acordo com informações da revista Empire, o novo texto apresentado por Chandor teria sido o estopim da implosão. A reescrita não teria agradado Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início das filmagens. A decisão dos atores fez a Paramount, que passa por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto. Em um ponto de seu longo desenvolvimento, o filme esteve perto de ser estrelado por Johnny Depp, Will Smith e Tom Hanks. Disto, foi parar num arquivo de projetos refugados.

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  • Etc

    Turista que roubou a cena no Oscar tinha acabado de sair da prisão

    28 de fevereiro de 2017 /

    Um dos momentos mais inusitados do Oscar 2017 foi a entrada em cena de pessoas comuns, desviadas de um ônibus de turistas, que entraram no Dolby Theatre tirando fotos e andando no meio das celebridades. Dentre todos, quem ganhou mais atenção foi Gary Allan Coe, apelidado pelo apresentador Jimmy Kimmel de “Gary de Chicago”. Numa das muitas situações inusitadas da premiação, agora veio à tona que Gary estava preso há 20 anos e tinha sido solto apenas dois dias antes da cerimônia. Segundo apurou o jornalismo da rede ABC, ele tem uma ficha corrida, tendo sido preso pela primeira vez em 1975, quando ainda era adolescente, pela acusação mais grave: estupro. Mas sua advogada afirmou ao canal que foi o acúmulo de pequenos crimes que lhe deu uma sentença tão longa. Seu último crime foi roubar um frasco de perfume em 1997, pelo qual foi sentenciado à prisão perpétua, mas graças a uma apelação conseguiu ser solto após passar duas décadas na cadeia. Ele saiu da prisão na sexta-feira (24/2). Durante sua passagem pela festa da Academia, ele beijou mãos de atrizes, teve um “casamento” oficializado por Denzel Washington e tirou selfies segurando o Oscar de Mahershala Ali. Em entrevista ao programa Eyewitness News, da ABC, ele contou sua história e acrescentou como sua passagem pelo Oscar repercutiu na sua vida. “Você sabe o que o meu filho disse para mim hoje e eu quase chorei? Ele disse que tinha orgulho de mim. Então, quando você ouve o seu filho dizer que ele tem orgulho de você significa o mundo. A mudança é possível”, declarou. Gary Allan Coe esteve no Oscar ao lado da noiva, Vickie Vines, que também roubou a cena ao ficar espantada por estar ao lado de Denzel Washington e Ryan Gosling. “Acompanho o Denzel desde ‘St. Elsewhere’ [série de 1982]. Na hora pensei: Deus, eu poderia morrer e para o céu agora”, ela brincou.

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  • Etc,  Filme

    La La Land, ops, Moonlight vence o Oscar 2017

    27 de fevereiro de 2017 /

    Mais politizado, divertido e atrapalhado de todos os tempos, o Oscar 2017 culminou sua noite, após discursos e piadas disparadas na direção de Donald Trump, premiando o filme errado. No melhor estilo Miss Universo, só após os agradecimentos dos produtores de “La La Land” veio a correção. O vencedor do Oscar de Melhor Filme não foi o anunciado por Warren Beatty e Faye Dunaway. O próprio Beatty explicou ao microfone que tinham recebido o envelope errado, que premiava Emma Stone por “La La Land”. E foi o nome do filme da Melhor Atriz que Dunaway anunciou. O que deve dar origem a uma profusão de memes e piadas foi, na verdade, quase um ato falho. Enquanto a falsa vitória de “La La Land” foi aplaudidíssima, a verdadeira vitória de “Moonlight” foi um choque. De pronto, foi um prêmio para o cinema indie. Um dia antes, “Moonlight” tinha vencido o Spirit Awards, premiação do cinema independente americano. Rodado por cerca de US$ 5 milhões, o filme fez apenas US$ 22,2 milhões nos EUA e jamais venceria um concurso de popularidade. Pelo conjunto da noite, sua vitória também representou um voto de protesto. Menos visto pelo grande público entre todos os candidatos, era o que representava mais minorias: indies, pobres, negros, imigrantes, latinos e gays. Para completar, o ator Mahershala Ali, que venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu micro papel de traficante cubano radicado em Miami, é muçulmano na vida real – e se tornou o primeiro ator muçulmano premiado pela Academia. Ao todo, “Moonlight” levou três Oscars. O terceiro foi de Melhor Roteiro Adaptado, dividido entre o cineasta Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney, autor da história e da peça original. “La La Land”, porém, venceu o dobro de prêmios: seis ao todo. Entre as conquistas do musical, a principal foi tornar Damien Chazelle o diretor mais jovem a ganhar um Oscar, aos 32 anos de idade. Além disso, Emma Stone venceu como Melhor Atriz. “Manchester à Beira-Mar” e “Até o Último Homem” se destacaram a seguir, com dois Oscar cada. Enquanto o filme de Mel Gibson levou prêmios técnicos, o segundo drama indie mais premiado da noite rendeu uma discutível vitória de Casey Affleck como Melhor Ator e a estatueta de Melhor Roteiro Original para o cineasta Kenneth Lonergan. Viola Davies confirmou seu favoritismo como Melhor Atriz Coadjuvante por “Um Limite Entre Nós”, tornando-se a primeira atriz negra a vencer o Emmy, o Tony e o Oscar. Sua vitória ainda ajudou a demonstrar como o Oscar se transformou com as mudanças realizadas por sua presidente reeleita Cheryl Boone Isaacs, que alterou o quadro de eleitores, trazendo maior diversidade para a Academia. Após um #OscarSoWhite 2016 descrito francamente como racista pelo apresentador Jimmy Kimmel, na abertura da transmissão, a Academia premiou negros como atores, roteiristas e até produtores. Mas o recado foi ainda mais forte, ao premiar os candidatos com maior potencial de dissonância, especialmente aqueles ligados aos países da lista negra de Donald Trump. O diretor inglês de “Os Capacetes Brancos”, Melhor Documentário em Curta-Metragem, sobre o trabalho humanitário em meio à guerra civil da Síria, generalizou em seu agradecimento, mesmo tendo seu cinematógrafo impedido de viajar aos EUA para participar do Oscar. Já o iraniano Asghar Farhadi, que venceu seu segundo Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira com “O Apartamento”, foi na jugular. Sua ausência já era um protesto em si contra o que ele chamou, em texto lido por seus representantes, ao “desrespeito” dos EUA. “Minha ausência se dá em respeito aos povos do meu pais e de outros seis países que foram desrespeitados pela lei inumana que bane a entrada de imigrantes nos Estados Unidos”. Foi bastante aplaudido. Interessante observar que, apesar do clima politizado manifestado por meio da seleção de vencedores, apenas os estrangeiros e Jimmy Kimmel fizeram discursos contundentes. Os americanos sorriram amarelo e agradeceram suas mães, enquanto artistas de outros países provocaram reações pontuadas por aplausos com suas declarações contrárias à política internacional americana. Até Gael Garcia Bernal, convidado a apresentar um prêmio, deixou seu texto de lado para se manifestar “como mexicano”. Menos evidente, mas igualmente subversivo, foi o fato dos serviços de streaming e a TV paga terem se infiltrado na premiação. Assim como aconteceu no Globo de Ouro, Jeff Bezos, dono da Amazon, ganhou destaque e propaganda gratuita (será?) do apresentador no discurso de abertura. A Amazon produziu um dos filmes premiados, “Manchester à Beira-Mar”, e foi a distribuidora oficial de “O Apartamento” nos EUA – filme que, prestem atenção, não entrou em circuito comercial nos cinemas americanos. A Netflix também faturou seu Oscar por meio de “Os Capacetes Brancos”, que – prestem mais atenção – é inédito nos cinemas. Para completar, o Oscar de Melhor Documentário foi para “O.J. Simpson: Made in America”, uma minissérie de cinco episódios do canal pago ESPN. Sinal dos tempos. E sinal de alerta para o parque exibidor. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Vencedores do Oscar 2017 Melhor Filme “La La Land” “Moonlight” Melhor Direção Damien Chazelle (“La La Land”) Melhor Ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Atriz Emma Stone (“La La Land”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Moonlight”) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (“Um Limite entre Nós”) Melhor Roteiro Original Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Moonlight”) Melhor Fotografia Linus Sandgren (“La La Land”) Melhor Animação “Zootopia” Melhor Filme em Língua Estrangeira “O Apartamento” (Irã) Melhor Documentário “O.J. Made in America” Melhor Edição John Gilbert (“Até o Último Homem”) Melhor Edição de Som Sylvain Bellemare (“A Chegada”) Melhor Mixagem de Som Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace (“Até o Último Homem”) Melhor Desenho de Produção David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco (“La La Land”) Melhores Efeitos Visuais Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon (“Mogli, o Menino Lobo”) Melhor Canção Original “City of Stars”, de Justin Hurwitz, Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land”) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz (“La La Land”) Melhor Cabelo e Maquiagem Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson (“Esquadrão Suicida”) Melhor Figurino Colleen Atwood (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) Melhor Curta “Sing” Melhor Curta de Animação “Piper” Melhor Curta de Documentário “Os Capacetes Brancos”

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  • Filme

    Moonlight é um poema em três estrofes sobre desilusões e masculinidade

    23 de fevereiro de 2017 /

    “Moonlight – Sob a Luz do Luar” tem o encanto de se apresentar como um poema em três estrofes. A primeira trata de uma criança franzina, tímida e de olhos assustados (interpretada pelo estreante Alex Hibbert), que depois revela-se um adolescente frágil (Ashton Sanders) que sofre bullyng na escola e, por fim, torna-se um traficante adulto de aparência intimidadora (Trevante Rhodes). Chiron adulto é um gigante. Usa uma prótese de ouro na boca para lembrar quem manda no pedaço. A natureza e o significado da masculinidade é uma das principais preocupações que o filme tira da peça “In Moonlight Black Boys Look Blue”, escrita por Tarell Alvin McCraney , e adaptada e dirigida para o cinema por Barry Jenkins. Numa periferia violenta de Miami, o que você deve aprender? O quão duro você tem que ser? E o quanto deve ser cruel? A iniciação de Chiron em tais perguntas parece ser através do medo e da confusão. Primeiro, encontramos o menino em fuga, escapando de um monte de outras crianças. Chiron é menor que a maioria deles – seu apelido humilhante é Little. Seu esforço para entender essa diferença – para descobrir a conexão entre a homofobia do pátio de escola de seus pares e seus próprios desejos confusos – é uma das pistas ao longo do qual sua crônica episódica prossegue. Outra, igualmente dolorosa e complicada, diz respeito ao relacionamento dele com a mãe, Paula (Naomie Harris, de “007 – Operação Skyfall”). O crack dissolve qualquer laço de afetividade da mulher com o filho. Sem condições de ser educado, Chiron busca refúgio na casa de um narcotraficante (o ótimo Mahershala Ali, da série “Luke Cage”). O menino idolatra o fora da lei como se esse fosse um cantor de rap. Apesar de barra pesada, o sujeito tem desenvoltura, uma fala suave e uma certa vergonha de admitir para o garoto, que ironicamente ele é o responsável pelo vício e o processo de destruição da matriarca. Olhando por um viés realista, é muito difícil acreditar no dono de uma boca de tráfico como um sujeito com pendor humanista. Ainda que Mahershala seja um ator de categoria para nos convencer que o personagem tem lá suas contradições, esse humanismo é um exagero. Se analisarmos com mais profundidade, não é apenas o personagem do traficante que soa artificial, pouco de “Moonlight” se sustenta se olharmos para o filme como um drama realista. Não há policiais na rua, nem tensão, e mesmo a violência nunca aparece em primeiro plano. O próprio Chiron sofre injustiças, mas é desenhado como um personagem leve. Ele é fofo, um Simba da periferia. E mesmo quando finalmente cresce e assume a boca de fumo de seu pai postiço, sabemos que, no fundo, Chiron continua a ser um cara legal. Neste sentido, é impressionante como “Moonlight” se aproxima muito de “La La Land”. Quando a realidade se pronuncia de uma forma muito aguda, os protagonistas de ambos os filmes tendem a se refugiar num mundo imaginário. Em “La La Land”, a evasão se dá pelo canto e pela dança, em “Moonlight”, o refúgio está no mar e numa noite ao luar. Mas “Moonlight” não é apenas o filme indie do momento, é o candidato ao Oscar (concorrendo em oito categorias) que melhor afronta a América que elegeu o presidente Donald Trump. O filme trata da identidade do homem pobre, negro e gay norte-americano, algo que não está inscrito na atual agenda política e social republicana. Nele, há uma ausência quase completa de pessoas brancas. Mesmo assim, o diretor Jenkins é um cineasta inteligente demais para reduzir seus personagens a símbolos. Ele não generaliza. Ele simpatiza. Cada momento é infundido com o que o poeta Hart Crane chamou de “consanguinidade infinita”, o vínculo misterioso que nos liga uns aos outros e que só uma imaginação artística alerta e sensível pode tornar visível. Jenkins aposta nessa consanguinidade, e vende isso pra gente como poesia. Uma poesia cheia de nuances, que inquieta e emociona.

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    Mahershala Ali entra no thriller de ação passado na tríplice fronteira

    15 de fevereiro de 2017 /

    O ator Mahershala Ali, favorito ao Oscar 2017 de Melhor Ator Coadjuvante por “Moonlight”, está em negociações para integrar o elenco de “Triple Frontier”. A produção será ambientada na tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai com direção de J.C Chandor (“Até o Fim”) e será estrelada por Channing Tatum (“Magic Mike”) e Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O projeto vem sendo desenvolvido desde 2009 pela dupla de “Guerra ao Terror” (2008), a diretora Kathryn Bigelow e o roteirista Mark Boal. E a certa altura Tom Hanks, Will Smith e Leonardo DiCaprio foram cotados para os papéis principais. Bigelow e Boal, porém, abandonaram a produção para realizar “A Hora Mais Escura” (2012), mas o roteiro original ainda serve de base para a trama. Não há previsão para o começo das filmagens, que deve incluir locações na Foz do Iguaçu. Além de concorrer ao Oscar por “Moonlight”, Ali também está no elenco de outro candidato a estatuetas no Oscar 2017, o drama de época “Estrelas Além do Tempo”, e será visto a seguir na cinebiografia “Roxanne Roxanne”, sobre Roxanne Shanté, uma das primeiras garotas a virar estrela do rap nos anos 1980.

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  • Filme

    Jennifer Connelly será vilã na adaptação do mangá Alita: Battle Angel

    9 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Jennifer Connelly (“Um Conto do Destino”) entrou no elenco de “Alita: Battle Angel”, a próxima adaptação de mangá/anime com atores americanos, que será dirigida por Robert Rodriguez (“Sin City”). Segundo o site da Variety, ela viverá uma das vilãs do longa. Mas é difícil dizer qual, já que vários nomes foram americanizados. O filme será estrelado por Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), que viverá o papel-título, e Christoph Waltz (“Django Livre”), um dos personagens com nome americanizado. Outros atores contratados incluem Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título do mangá) vai chegar aos cinemas com produção do cineasta James Cameron (“Avatar”). Ele próprio escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. E tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”, até hoje em processo interminável de desenvolvimento. As filmagens tem financiamento do estúdio 20th Century Fox com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões). Ironicamente, “Alita: Battle Angel” deve chegar aos cinemas antes de “Avatar 2”, com um lançamento marcado para o dia 20 de julho de 2018.

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    Emma Stone, Denzel Washington e Netflix vencem o SAG Awards 2017

    30 de janeiro de 2017 /

    O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) realizou neste domingo (29/1) a edição anual de sua premiação, e apesar de confirmar o favoritismo de “La La Land” no Oscar 2017, com a vitória de Emma Stone como Melhor Atriz, o resultado surpreendeu por algumas escolhas inesperadas. Uma espécie de onda afirmativa, de integração racial, passou como um tsunami sobre o evento, distribuindo quatro de seus cinco troféus de cinema para atores negros. Com isso, Casey Affleck, que vinha ganhando todos os prêmios de interpretação masculina por “Manchester à Beira-Mar”, e Ryan Gosling, o segundo mais premiado na mesma categoria, por “La La Land”, passaram em branco. Quem levou o SAG Award de Melhor Ator foi Denzel Washington por “Um Limite entre Nós” (Fences). Criou-se assim um contraste. Enquanto Emma Stone começou sua “carreira” de Melhor Atriz do ano lá em setembro, ao conquistar a Copa Volpi no Festival de Veneza, e veio acumulando prêmios desde então, Denzel Washington atropelou na curva final e entrou só agora na disputa para valer pelo Oscar. O que é completamente inédito em relação ao comportamento dos eleitores do SAG neste século. Até então, o tédio marcava a premiação, que não passava de uma etapa de confirmação de quem já despontava como favorito rumo ao Oscar. Mas Denzel não levou nem sequer o Globo de Ouro, a estatueta mais fácil de ganhar dentre todas as premiações de Hollywood. Os coadjuvantes, ao contrário, já vinham vencendo tudo. Viola Davis, a colega de Denzel em “Um Limite entre Nós”, é até mais favorita que Emma Stone ao Oscar, e Mahershala Ali tem sido o principal destaque do elenco de “Moonlight”. No SAG, ele demonstrou força ao derrotar seu principal concorrente, Jeff Bridges, por “A Qualquer Custo”. Mais inusitado de todos os prêmios da noite, o troféu de Melhor Elenco de Cinema acabou indo para “Estrelas Além do Tempo”, o filme sobre as engenheiras negras da NASA, estrelado por Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe. Até o SAG, esta produção só tinha vencido prêmios regionais e de entidades dedicadas à valorizar artistas negros. Na pior das hipóteses, a conquista pode servir para desmistificar a importância do SAG Award de Melhor Elenco como termômetro do Oscar. A se conferir. Nos prêmios televisivos, o tsunami foi da Netflix. O desequilíbrio foi tanto, que a plataforma de streaming venceu todos os troféus de séries dramáticas: John Lithgow e Claire Foy, ambos de “The Crown”, foram consagrados como Melhor Ator e Atriz, enquanto “Stranger Things” conquistou o troféu de Melhor Elenco – dando como brinde diversos memes das caretas de Winona Ryder. Para completar, a Netflix também ficou com o prêmio de Melhor Elenco de Série de Comédia, comemorado pelas inúmeras atrizes de “Orange Is the New Black”. Confira abaixo as fotos dos vencedores e a lista completa dos premiados. VENCEDORES DO SAG AWARDS 2017 CINEMA MELHOR ATOR Denzel Washington (“Um Limite Entre Nós”) MELHOR ATRIZ Emma Stone (“La La Land”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Mahershala Ali (“Moonlight”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Viola Davis (“Um Limite Entre Nós”) MELHOR ELENCO “Estrelas Além do Tempo”                   TELEVISÃO MELHOR ATOR DE SÉRIE DE DRAMA John Lithgow (“The Crown”) MELHOR ATRIZ DE SÉRIE DE DRAMA Claire Foy (“The Crown”) MELHOR ELENCO DE SÉRIE DE DRAMA “Stranger Things” MELHOR ATOR DE SÉRIE DE COMÉDIA William H. Macy (“Shameless”) MELHOR ATRIZ DE SÉRIE DE COMÉDIA Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) MELHOR ELENCO DE SÉRIE DE COMÉDIA “Orange Is the New Black” MELHOR ATOR DE TELEFILME OU MINISSÉRIE Bryan Cranston (“Até o Fim”) MELHOR ATRIZ DE TELEFILME OU MINISSÉRIE Sarah Paulson (“The People v O.J. Simpson: American Crime Story”)

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  • Música

    21 astros de Hollywood cantam I Will Survive em vídeo da revista W

    14 de janeiro de 2017 /

    A revista W reuniu alguns dos maiores astros de Hollywood da temporada e pediu para eles cantarem “I Will Survive”, o clássico de Gloria Gaynor que marcou a era das discotecas. A música já ganhou muitas conotações ao longo da história, sendo a mais clara a de quem se assume gay. No contexto atual, a luta pela sobrevivência das estrelas parece dirigida à presidência de Donald Trump. No total, 21 artistas participaram do projeto: Emma Stone, Natalie Portman, Amy Adams, Matthew McConaughey, Andrew Garfield, Felicity Jones, Mahershala Ali, Dakota Fanning, Chris Pine, Michelle Williams, Naomi Harris, Michael Shannon, Greta Gerwig, Ruth Negga, Joel Edgerton, Hailey Stenfeld, Anya Taylor-Joy, Alden Ehrenreich, Dev Patel, Lucas Hedges e Taraji P. Henson, que arrasa na parte final. A maior parte deles apoiou publicamente a candidata derrotada Hillary Clinton. Dirigido pela editora da revista, Lynn Hirschberg, o vídeo edita trechos de cada interpretaçã, realizada de jeitos diferentes, numa montagem que fica entre o empolgante e o engraçado. Confira abaixo.

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